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À prova de apagão: conheça o sistema de energia crítica e alta disponibilidade da Ascenty

Que tal escutar este artigo?

A alta disponibilidade de dados é um aspecto fundamental em qualquer tipo de Data Center. Isso porque, eles armazenam as informações necessárias para manter o funcionamento das empresas e garantir uma boa experiência ao usuário final.

Por outro lado, esse também é um grande desafio do setor e o motivo é simples: essas infraestruturas consomem uma grande quantidade de energia elétrica e o mercado nem sempre consegue suprir suas necessidades de forma ampla e eficiente.

A Ascenty entende as limitações relacionadas à energia crítica e trabalha ativamente para garantir a máxima disponibilidade de seus serviços. Para mostrar como isso é possível, preparamos este conteúdo.

Continue a leitura e entenda melhor o sistema de energia crítica e alta disponibilidade da Ascenty!

Energia ininterrupta em Data Centers: desafios e importância

Os Data Centers são grandes consumidores de energia elétrica. Somado a isso, temos um aumento crescente da demanda por essas infraestruturas, principalmente com a popularização do uso da internet e dos serviços associados à computação em nuvem.

Diante disso, temos um desafio importante para as empresas do setor: não deixar faltar energia e garantir o perfeito funcionamento desses ambientes — 24 horas por dia, 7 dias por semana.

É importante deixar claro que tal obstáculo é ainda maior em algumas regiões do Brasil e da América Latina. Assim, temos o seguinte cenário:

  • a energia elétrica disponível no mercado não supre as demandas dos Data Centers;
  • diversos picos de energia prejudicam a estabilidade e disponibilidade de dados;
  • a baixa eficiência energética provoca a perda de oportunidades e aumento dos custos de manutenção.

À medida que os dados passam a ser fundamentais no dia a dia de mais negócios, os desafios energéticos relacionados aos Data Centers também se tornam maiores. Desse modo, é preciso realizar investimentos estratégicos para contornar o problema. É justamente isso que a Ascenty tem feito nos últimos anos!

Quais os impactos de um apagão em Data Centers?

A alta disponibilidade dos Data Centers é vital para o mercado. Afinal, minutos sem operação podem custar muito dinheiro para as empresas. Em alguns casos, a depender do tempo de parada (downtime), os prejuízos podem chegar a milhões de reais.

Um estudo do Uptime Institute concluiu que 36% das maiores interrupções globais de serviços públicos estão relacionadas a falhas de energia. Essa realidade acende um sinal de alerta e reforça a necessidade de se investir em sistemas de energia crítica e de alta disponibilidade.

Na prática, um apagão é um dos piores cenários para os Data Centers. Isso porque, pode impactar milhares de empresas e ainda prejudicar a experiência do cliente e a credibilidade do negócio perante o mercado.

Na contramão desse cenário, a Ascenty tem provado que é possível unir eficiência, disponibilidade e sustentabilidade nas operações de Data Centers, reduzir os riscos e impactos de um apagão.

As estratégias da Ascenty para garantir alta disponibilidade de dados e energia ininterrupta nos Data Centers

A Ascenty é a líder em infraestrutura de Data Center da América Latina, mas esse não é apenas um reconhecimento. Na verdade, é a consequência de um trabalho sério e focado nas necessidades do mercado, incluindo a alta disponibilidade.

Para driblar os problemas da energia crítica, investimos cada vez mais em soluções inovadoras que garantem a energia ininterrupta e manter a excelência operacional. Confira!

Uso de energia 100% renovável

Com um olhar no futuro, a Ascenty adota uma abordagem ambientalmente responsável em suas operações. Assim, todos os nossos Data Centers operam com energia 100% renovável.

Essa iniciativa demonstra como a empresa está atenta às demandas de sustentabilidade digital e se preocupa em reduzir a pegada de carbono (carbon footprint).

Mas, além disso, é uma forma de não sobrecarregar a demanda energética da região em que as infraestruturas são instaladas e garantir o seu funcionamento constante e alta disponibilidade de dados.

Para isso, acreditamos e investimos também no mercado livre de energia e na compensação por meio dos International Renewable Energy Certificates (IRECs).

Subestações próprias de energia

Outro diferencial da Ascenty que promove a alta disponibilidade é a presença de subestações próprias de geração de energia. Um exemplo notável está no campus de São Paulo, que conta com uma planta de geração de energia fotovoltaica, com capacidade anual de geração de 14,6MW.

Essa energia é utilizada para alimentar as instalações do Data Center, incluindo a iluminação e o ar-condicionado dos escritórios e áreas comuns. Assim, temos controle direto sobre o fornecimento de energia e reduzimos os riscos de interrupções.

Foco em eficiência energética para alta disponibilidade

A eficiência energética é uma prioridade para a Ascenty. Por isso, todos os Data Centers têm certificação ISO 50001, que trata de sistemas de gestão de energia. 

Além disso, adotamos diversas práticas para promover a eficiência energética, como o uso de iluminação em LED, a automação da iluminação para evitar o desperdício e o acompanhamento constante do desempenho energético por uma equipe especializada.

Sistemas de refrigeração modernos

A Ascenty também investe em sistemas de refrigeração modernos e eficientes para manter a temperatura ideal nos seus Data Centers. Centrais de água gelada são utilizadas, com destaque para o uso de Chillers do modelo inverter.

Esses equipamentos garantem um controle preciso da temperatura, reduzindo o consumo de energia e aumentando a eficiência do sistema de refrigeração. Com isso, reduzimos o impacto ambiental e ampliamos a confiabilidade operacional de toda a infraestrutura.

Mensuração da eficiência energética com meta internacional

Para medir e monitorar a eficiência energética dos seus data centers, a Ascenty utiliza uma métrica internacionalmente reconhecida, conhecida como Power Usage Effectiveness (PUE).

O PUE é calculado com base na relação entre a energia consumida por toda a instalação e a energia consumida pelos equipamentos de infraestrutura de TI. Quanto mais próximo de 1,0 for o resultado, mais eficiente é a operação.

Vale destacar que a média do mercado de Data Centers é um PUE de 1,6. Em 2022, a Ascenty alcançou um PUE de 1,44. Isso evidencia o compromisso da empresa em reduzir o consumo de energia e de aprimorar constantemente a sua eficiência operacional.

Garanta a alta disponibilidade de seus dados com a Ascenty!

Com a Transformação Digital avançando rapidamente, toda empresa precisa contar com uma infraestrutura confiável e eficiente para guardar seus dados. É por isso com uma parceria com a Ascenty pode impulsionar seu negócio!

Somos a maior empresa de Data Centers da América Latina e investimos continuamente para assegurar a alta disponibilidade dos dados. Aliás, nos últimos 8 anos, atingimos a zona de excelência no atendimento ao cliente, reafirmando a lealdade e satisfação de nossos clientes.

Entre em contato conosco hoje mesmo e tenha à disposição uma infraestrutura à prova de apagão!

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O armazenamento de dados não precisa consumir seu orçamento e o planeta. Entenda!

O que acha de poupar a leitura e ouvir o conteúdo?

O armazenamento de dados sustentável é uma preocupação cada vez maior no universo corporativo. Isso porque, CEOs, CTOs, gestores, acionistas, clientes e o público em geral estão cientes do aumento do volume de dados no planeta e de como isso afeta o meio ambiente.

Sem dúvidas, sustentabilidade não é só uma palavra da moda. A verdade é que vivenciamos um cenário complexo: de um lado, a gestão baseada em dados é vista como essencial; do outro, existem a pressão regulatória e a exigência do mercado por processos mais verdes.

Mesmo sendo desafiador, o armazenamento de dados não precisa consumir seu orçamento e o planeta. Tem dúvidas? Continue conosco e entenda!

O armazenamento de dados e o futuro das empresas

Você já parou para pensar na quantidade de dados que o mundo produz? Apesar de não percebermos, todas as nossas interações no meio digital resultam em dados: transações bancárias, posts em redes sociais, envio de e-mails e mensagens instantâneas, conteúdos de streaming…

Segundo o estudo da IDC, Data Age 2025, a quantidade de dados gerada, processada e consumida em 2020 foi de 59 Zettabytes. O número já era impressionante, mas a previsão é de que chegue a 175 ZB até 2025.

No mesmo sentido, é possível perceber que as empresas orientadas por dados — ou seja, que investem na liderança e alfabetização de dados — têm mais chances de crescer de forma saudável e ordenada. Isso porque, dão passos planejados e avaliam os impactos de cada decisão.

Sendo assim, podemos dizer que o futuro das empresas está no armazenamento de dados eficiente, seguro, escalável e sustentável. Mas, à medida que a quantidade de dados explodiu, o custo e a dificuldade em guardá-los e gerenciá-los também dispararam. 

Como tornar o armazenamento de dados mais sustentável e econômico?

Se as empresas precisam dos dados para sobreviver, não há como parar a produção. Como vimos, a tendência é que isso só aumente nos próximos anos.

Porém, as organizações estão realmente preocupadas em como isso pode impactar o meio ambiente e o seu orçamento. Afinal, o armazenamento de dados e todas as atividades ligadas a ele podem custar caro.

Sendo assim, como resolver o problema? Existe um caminho estratégico e que está sendo implementado por cada vez mais gestores. Confira!

Terceirização de Data Center: a resposta para economizar dinheiro e preservar a natureza

Sua empresa conta com um Data Center local? Embora seja uma estratégia adotada por muitos negócios anos atrás, o modelo está caindo em desuso. Os motivos são simples: custo e impacto ambiental.

Para reduzir a emissão de carbono, as organizações estão investindo na terceirização de Data Center — conhecido como Colocation. Assim, elas deixam de gastar com infraestrutura própria e se tornam mais sustentáveis.

Na prática, há uma economia considerável com a locação de espaço para armazenamento. Além disso, os provedores de Data Centers contam com processos robustos e que contribuem para a preservação do meio ambiente.

Toda essa estratégia permitirá que seu negócio aproveite os investimentos e iniciativas de energia limpa de diversos parceiros de forma simultânea. Além disso, ao terceirizar o armazenamento de dados, você consumirá menos energia.

Mas, atenção! Esse objetivo só é alcançado quando a empresa de Data Center escolhida investe em energia limpa para a manutenção de suas operações.

Como ocorre a migração para o Colocation?

Se você chegou até aqui, pode estar se perguntando: como saio de uma infraestrutura local e migro para um Data Center Colocation?

Embora o processo exija planejamento e o auxílio de profissionais qualificados, essa transição está cada vez mais simples e rápida. Atualmente, é possível migrar os dados com segurança para uma infraestrutura terceirizada, sem a necessidade de trocar o provedor de nuvem, por exemplo.

Com um Data Center Carrier Neutral, você armazena seus dados de forma prática e segura, escolhendo o cloud provider mais vantajoso e conveniente para o seu negócio.

Traga seus dados para a Ascenty: referência em Data Centers sustentáveis na América Latina!

Ao longo deste conteúdo, ficou evidente que é possível tornar o armazenamento de dados mais econômico e sustentável. E um dos caminhos mais estratégicos para isso é investir em um Data Center Colocation.

A Ascenty é líder de mercado nesse segmento, com mais de 34 infraestruturas com localizações privilegiadas no Brasil, Chile, México e em breve Colômbia. Além disso, a sustentabilidade norteia todas as nossas decisões, sendo uma prioridade em nosso dia a dia:

  • Empresa 100% Carbono Zero;
  • Data Centers operando com 100% de energia renovável;
  • Iluminação nos Data Centers 100% em lâmpadas LED;
  • Programa Aterro Zero;
  • Uso de sensores de presença e automação de Data Center, para reduzir o consumo de energia;
  • Sistemas de refrigeração de última geração.

Com o aumento dos debates sobre o impacto ambiental provocado pelo grande volume de dados, nenhuma empresa pode ignorar seu papel no futuro do planeta. A Ascenty está empenhada em melhorar cada vez mais seus índices de sustentabilidade e pode te ajudar nessa jornada.

Fale agora com nossa equipe!

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Sua empresa está pronta para a prevenção e recuperação de desastres de dados? 

Está sem tempo para ler? Ouça esse conteúdo clicando no play abaixo:

Você conhece os perigos que ameaçam sua rotina operacional e sabe como sobreviver sem seus dados ou equipamentos, ainda que por um curto espaço de tempo? A prevenção e recuperação de desastres de dados são indispensáveis para isso! 

Dada a grande quantidade de ameaças existentes, dedicar tempo e investimentos ao Disaster Recovery é vital para os negócios. Isso porque, os dados e equipamentos são fundamentais para os processos empresariais e qualquer incidente de segurança pode impactar profundamente suas atividades e gerar enormes prejuízos financeiros. 

Dependendo do porte da organização, uma equipe de TI reduzida pode ficar sobrecarregada, o que afeta o rendimento e provoca ainda mais prejuízos. 

Pensando nisso, preparamos este conteúdo para falar sobre a importância da estruturação e implementação de um bom Disaster Recovery Plan (DRP). Continue a leitura e saiba mais!  

O que é um Disaster Recovery Plan?  

Um Plano de Recuperação, conhecido como DRP (“Disaster Recovery Plan”, Plano de Recuperação de Desastres), consiste em uma série de procedimentos que visam recuperar dados e sistemas perdidos durante um evento catastrófico provocado por acidentes naturais ou ações criminosas

Ter um DRP é vital para o departamento de TI e requer uma atenção especial. É importante ressaltar que tal prática é um dos diversos pontos positivos da Cloud Computing (computação em nuvem), que colabora com sua implementação rápida e eficaz. 

Qual a importância do Disaster Recovery? 

As organizações estão cada vez mais dependentes da tecnologia e dos dados para manter suas atividades. Por isso, é essencial ter um plano de recuperação de desastres de dados bem estruturado.  

Um DRP eficaz te prepara para lidar com interrupções inesperadas, como falhas de sistemas, ataques cibernéticos, desastres naturais ou qualquer outro incidente que possa comprometer a continuidade dos negócios.  

No entanto, a prática tem inúmeros benefícios. Confira! 

Minimizar o tempo de inatividade 

Minimizar o tempo de inatividade

Quando ocorre um desastre, o tempo de inatividade dos sistemas e serviços pode ter um impacto significativo nas operações de uma empresa. Desse modo, é possível sofrer com perda de produtividade, insatisfação dos clientes e até mesmo prejuízos financeiros.  

O Disaster Recovery permite que as empresas restaurem suas operações rapidamente, minimizando o tempo de inatividade e mitigando esses impactos negativos.  

Em resumo, os backups regulares, procedimentos de recuperação validados e sistemas redundantes, permitem que o negócio volte a operar com eficiência e rapidez.  

Proteção dos dados e informações críticas 

Não há dúvidas de que os dados estão entre os ativos mais valiosos da atualidade. Portanto, um desastre pode resultar na perda irreparável de informações vitais, o que prejudica suas finanças e abala a confiança dos clientes e do mercado.  

Nesse contexto, o Disaster Recovery estabelece políticas e processos para garantir uma atuação estratégica diante desses problemas, como:  

  • Backups regulares; 
  • Armazenamento seguro; 
  • Procedimentos para recuperação de desastres de dados.  

Com essas medidas, as empresas podem minimizar a perda de dados críticos, garantir a continuidade dos negócios e prevenir danos a sua imagem. 

Conformidade regulatória e jurídica 

Muitos setores e países possuem requisitos regulatórios e jurídicos que exigem que as empresas tenham planos de recuperação de desastres de dados em vigor. Portanto, implementar essa prática te ajuda a evitar multas e penalidades.  

Além disso, essa é uma maneira de demonstrar ao mercado que a empresa está comprometida com a segurança da informação e com a continuidade da prestação do serviço com qualidade.  

Redução de riscos e prejuízos financeiros 

Um desastre pode ter consequências financeiras significativas para uma empresa. Afinal, os custos de recuperação, a perda de receita e reputação, além de litígios podem afetar profundamente sua saúde financeira.  

Ao investir em um Disaster Recovery, é possível minimizar esses riscos financeiros de uma maneira inteligente e realmente eficiente. 

Prevenção e recuperação de desastres de dados: aprenda a agir com eficiência!  

Afinal, como garantir a prevenção e recuperação de desastres de dados? A maioria dos gestores consideram essa uma tarefa complexa. Embora não seja simples, podemos dizer que não é uma missão impossível. 

Em primeiro lugar, é indispensável entender que a elaboração do Plano de Recuperação de Desastres precisa envolver toda a equipe. Ou seja, não pode ser criado por uma só pessoa e de forma isolada.  

Lembre-se de que manter a integridade e a disponibilidade da infraestrutura de TI é fundamental para o sucesso da empresa. Por isso, todos devem conhecer e entender as medidas necessárias para garantir esse objetivo.  

Para te ajudar, selecionamos os processos que mais contribuem para os bons resultados desse procedimento e te ajudam a prevenir e recuperar em caso de desastres de dados. Acompanhe! 

Mantenha o foco na proteção dos dados 

Aqui, o objetivo deve ser manter a integridade e privacidade dos dados. Para isso, é essencial contar com um software de backup, visto que ele garante que as informações mais importantes sejam recuperadas rapidamente.  

Os backups podem ser realizados de diferentes formas, como em unidades externas, servidores locais ou serviços na nuvem. Cada opção tem suas vantagens e desvantagens, de modo que essa definição deverá levar em conta criticidade dos dados. 

Faça seu backup na nuvem 

O cloud backup é uma ótima opção para guardar informações remotamente. Além de mais seguro, é um formato mais econômico e simples de ser automatizado.  

A cloud computing é uma tecnologia com inúmeras possibilidades e aplicações. Afinal, dispensa servidores físicos e a manutenção de um ambiente exclusivo para sua manutenção, além do monitoramento do acesso a pessoas no local.   

Assim, a empresa reduz gastos e mantém seus dados protegidos em um ambiente com os mais altos níveis de proteção, assegurado por provedores. 

Mantenha uma infraestrutura adicional 

Caso algum equipamento apresente falhas, é importante ter outro pronto para substitui-lo rapidamente. Nesse sentido, trabalhar com equipamentos redundantes reduz o tempo de inatividade e elimina o risco de não encontrar maquinário compatível. 

Além disso, essa postura pode agilizar o processo de recuperação de desastres de dados, sobretudo do ponto de vista da reconfiguração de equipamentos e sistemas — o que pode exigir um grande esforço das equipes. 

Priorize a segurança da informação 

Tentativas de ataques e invasões físicas podem ocorrer a qualquer momento. Portanto, é importante manter o controle de acesso e permitir que apenas pessoas autorizadas tenham acesso aos locais de armazenamento — em caso de infraestruturas locais.  

Entre as boas práticas que asseguram esse nível de proteção, vale a pena destacar: 

  • Uso de crachás; 
  • Logins hierárquicos; 
  • Biometria; 
  • Criptografia; 
  • Monitoramento por CFTV. 

Monitore o ambiente continuamente 

Proteger a empresa de desastres físicos e de ameaças cibernéticas exige um constante monitoramento. Aliás, esse cuidado precisa ser encarado com seriedade pela empresa. 

Em síntese, contar com processos maduros, boas tecnologias e profissionais qualificados faz toda a diferença. Por fim, você pode contratar parceiros especializados e receber a ajuda de uma equipe de alto nível.  

Recuperação de desastres de dados: o roteiro de segurança da sua empresa!   

Na Era dos Dados, não há como ignorar a importância desses ativos para o desenvolvimento de qualquer organização. Por isso, é preciso estar pronto para ameaças cibernéticas e desastres. 

A continuidade dos negócios está diretamente ligada às suas ações de prevenção e recuperação de desastres de dados, incluindo o Disaster Recovery.  

Este roteiro estabelece medidas fundamentais para minimizar o tempo de inatividade, proteger as informações sensíveis e cumprir regulamentações em vigor. Pensando nisso, selecionamos um conteúdo para complementar sua jornada de aprendizado sobre o tema. 

Baixe gratuitamente nosso guia do Disaster Recovery e confira os principais pontos para implementá-lo em seu negócio!

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Nuvem Híbrida: por que o Colocation é vital para sua infraestrutura? 

No blog da Ascenty, você pode ouvir o conteúdo! Basta clicar no play abaixo e aproveitar essa comodidade!

Com a Transformação Digital avançando a passos largos, uma nova demanda surge: mais espaço de armazenamento e recursos para garantir escalabilidade. É nesse contexto que a combinação poderosa entre Nuvem Híbrida e Colocation entra em cena! 

Empresas que atuam com dados sensíveis sabem bem que a digitalização deve ser planejada e bem estruturada. Afinal, o risco de vazamento e perda dessas informações é real, especialmente na etapa de armazenamento.   

Neste conteúdo, você conhecerá melhor uma solução estratégica para esse desafio. Continue a leitura e impulsione sua infraestrutura de TI com inteligência! 

Antes de tudo: quais as diferenças entre Nuvem Híbrida, privada e pública? 

Antes de aprofundar nos detalhes do Colocation como parte essencial de uma estratégia de Nuvem Híbrida, é importante esclarecermos as diferenças entre os modelos de nuvem: pública, privada e híbrida.  

Cada um deles possui características distintas para atender diferentes necessidades e objetivos das empresas. Acompanhe! 

Nuvem Pública 

A Nuvem Pública é um modelo no qual os serviços e recursos de computação são fornecidos por provedores externos, que disponibilizam os recursos pela internet para uso público.  

Nesse modelo, as empresas podem aproveitar a escalabilidade, flexibilidade e baixo custo. Isso porque, os recursos são compartilhados entre vários usuários e a responsabilidade pela manutenção e segurança da infraestrutura fica sob a responsabilidade do provedor de nuvem.  

Nuvem Privada 

A Nuvem Privada é uma infraestrutura de nuvem dedicada exclusivamente a uma organização. Ela pode ser hospedada internamente (nos servidores da empresa) ou externamente, por um provedor de serviços especializado.  

É importante lembrar que a esse modelo tem diferenciais estratégicos, como maior controle e personalização. Assim, é indicado para organizações que têm requisitos rigorosos de segurança e conformidade.  

Nuvem Híbrida 

A Nuvem Híbrida combina elementos da Nuvem Pública e privada, permitindo que as empresas tirem proveito das vantagens dos dois modelos.  

Desse modo, as organizações podem contar com a Nuvem Pública para cargas de trabalho comuns, com necessidade de escalonamento rápido e flexibilidade. De outro lado, usa a Nuvem Privada para dados e aplicativos sensíveis, que exigem um maior controle e segurança.  

Nuvem Híbrida: uma tendência que vale a pena seguir 

Com a consolidação da Cloud Computing no mercado global, as discussões não giram mais em torno da sua relevância e funcionalidade. Afinal, a maioria das empresas já entendeu e passou a contar com as vantagens dessa tecnologia.  

Agora, a atenção do mercado está voltada para a escolha e o aproveitamento eficiente da melhor solução em nuvem, considerando as particularidades de cada negócio. Justamente por isso, a Nuvem Híbrida tem se tornado uma tendência, ao aliar os benefícios da Nuvem Pública e privada em uma única solução. 

Para se ter uma ideia, previsões da International Data Corporation (IDC), mostram que mais de 90% das organizações aproveitarão a junção de diversas nuvens públicas e privadas em seu dia a dia.  

Esse cenário é um reflexo dos benefícios da estratégia, visto que a combinação de Nuvem Pública e privada ajuda a criar uma arquitetura robusta e distribuída. 

Assim, diversas organizações estão executando cargas de trabalho críticas em ambientes privados —garantindo alta disponibilidade e segurança—, enquanto dados comuns ou sazonais ficam na Nuvem Pública, otimizando custos e recursos.  

Os desafios de combinar uma Nuvem Pública e uma Nuvem Privada 

Embora a adoção da Nuvem Híbrida traga consigo uma série de benefícios, é importante reconhecer os desafios que podem surgir ao combinar a Nuvem Pública e privada.  

Nesse contexto, existem dois principais entraves nessa combinação: conectividade e latência. Confira! 

Conectividade 

Um dos grandes desafios ao combinar Nuvem Pública e privada é garantir uma conectividade eficiente entre os dois ambientes. Afinal, é preciso estabelecer uma conexão robusta e confiável que permita a interoperabilidade de dados e operações sem interrupções.  

Problemas de conectividade podem resultar em atrasos na comunicação entre os ambientes, o que impacta negativamente a eficiência e o desempenho geral da infraestrutura de Nuvem Híbrida.  

Por isso, é fundamental contar com um ambiente de rede adequado e soluções de interconexão de alta qualidade para superar esse desafio.  

Latência 

Com a combinação de Nuvem Pública e privada, é possível enfrentar um aumento no tempo de resposta na execução de operações em razão da distância física e da complexidade da arquitetura. Com isso, a produtividade da empresa fica prejudicada.  

Para contornar esse problema, é preciso considerar vários aspectos. E um dos mais importantes é a localização da infraestrutura.  

Em resumo, o ideal é que os recursos estejam estrategicamente posicionados, evitando transmissões por longas distâncias. Isso é determinante para reduzir a latência e melhorar a experiência do usuário. 

Colocation e Nuvem Híbrida: a combinação perfeita para seu negócio! 

O Colocation complementa perfeitamente a estratégia de Nuvem Híbrida, otimizando o desempenho e proporcionando uma base sólida para o sucesso do seu negócio. Ao integrar essas duas abordagens, sua empresa pode aproveitar os benefícios de um ambiente híbrido flexível e altamente resiliente. 

No entanto, as vantagens não param por aí! Confira!  

Otimização de desempenho 

Com a junção do Colocation e a Nuvem Híbrida, a sua empresa pode otimizar o desempenho de processos mais críticos. Isso porque, o Colocation oferece uma infraestrutura de classe mundial, incluindo sistemas de alimentação elétrica redundantes, resfriamento eficiente e conectividade avançada.  

Essa combinação de recursos robustos garante alta disponibilidade e baixa latência e permite que suas aplicações funcionem de forma eficiente e confiável.  

Vale destacar que, quando você investe em um provedor de Colocation com Data Centers em localizações estratégicas, pode superar os desafios da alta latência. Além disso, essa decisão não prejudica a conectividade com os maiores provedores de serviços em nuvem. 

Escalabilidade e flexibilidade na medida certa 

A Nuvem Híbrida oferece a flexibilidade de dimensionar recursos conforme necessário, combinando os ambientes locais e em nuvem. Ao adicionar o Colocation à equação, seu negócio pode ampliar a sua capacidade de escalar os recursos de acordo com a demanda.  

Com o Colocation, é possível adicionar ou remover servidores e equipamentos de rede de forma rápida e fácil, sem a necessidade de investir em infraestrutura adicional.  

Do mesmo modo, os melhores provedores de Colocation oferecem opções flexíveis de contrato e espaço. Assim, você pode ajustar a infraestrutura ao crescimento do seu negócio e ao orçamento disponível. 

Confiabilidade e segurança 

O Colocation é conhecido por garantir um ambiente seguro e resiliente para a infraestrutura de TI. Sendo assim, a combinação com a Nuvem Híbrida permite ampliar ainda mais a confiabilidade do seu armazenamento de dados.   

Um fornecedor de excelência investe em medidas avançadas de segurança física, como monitoramento 24 horas e controle de acesso rigoroso.  Além disso, conta com soluções de segurança digital, como firewalls e monitoramento de rede para proteger seus ativos digitais.  

Seja parceiro Ascenty: líder em Data Centers da América Latina! 

Como vimos, investir na Nuvem Híbrida e no Colocation é uma decisão estratégica, capaz de agregar muito valor ao cotidiano de qualquer negócio. Afinal, qual gestor não busca por mais eficiência, baixa latência, segurança e escalabilidade de sua infraestrutura de TI, não é mesmo?  

Como líder no segmento de Data Centers na América Latina, a Ascenty oferece uma parceria confiável e experiente para atender às suas necessidades de armazenamento. Somos referência no mercado e reconhecidos pela excelência no atendimento e nas soluções de infraestrutura e conectividade.  

Nossos Data Centers são 100% Carrier Neutral e estão localizados em regiões estratégicas. Assim, você tem a liberdade para colocar seus dados onde desejar e se conectar com o provedor de nuvem mais vantajoso para o seu negócio.   

Entre em contato conosco e descubra como a parceria com a Ascenty pode impulsionar o crescimento e o sucesso do seu negócio na Era Digital! 

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Selo Carbono Neutro: o que é e por que contratar empresas sustentáveis? 

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O consumidor moderno está cada vez mais consciente, avaliando com atenção o impacto ambiental de suas decisões de compra. Embora importante, esse é apenas um dos motivos para buscar o famoso “Selo Carbono Neutro” e se unir a negócios com preocupação ecológica. 

A verdade é que se informar sobre o tema e firmar boas parcerias é uma forma de se preparar e contribuir para o futuro do planeta. Você já parou para pensar sobre isso? 

Neste conteúdo, falaremos sobre como a neutralidade de carbono beneficia a todos: consumidores, empresas e, claro, o meio ambiente. Acompanhe! 

O que é o Selo Carbono Neutro? 

O Selo Carbono Neutro é uma certificação que atesta que uma determinada empresa realiza a neutralização de Carbono, conforme os critérios do GHG Protocol

O GHG Protocol é uma ferramenta que lista algumas diretrizes e regras para contabilizar a emissão de Gases do Efeito Estufa (GEE) e cria políticas de neutralidade. Vale dizer que ele foi desenvolvido pelo World Resources Institute (WRI) e é utilizado em todo o mundo. 

Na prática, o que significa ser uma empresa Carbono Neutro? 

Você já deve ter ouvido e lido por aí que determinada empresa atingiu a neutralidade de Carbono. Atualmente, organizações de todos os portes e segmentos estão buscando o Selo Carbono Neutro, mas o que isso realmente significa? 

De forma simples e clara, isso demonstra que a marca compensa as emissões de Carbono provocadas pela sua operação. Ou seja, ele investe em estratégias para absorver esse gás da atmosfera. 

E como isso acontece? Existem inúmeras ações e estratégias de Carbono Neutro. Em geral, as empresas acabam investindo em várias delas para se chegar ao objetivo. Confira: 

  • Investimento em tecnologias verdes
  • Uso de energia renovável; 
  • Investimento em sumidouros de Carbono; 
  • Descarte adequado de resíduos; 
  • Uso estratégico e consciente dos recursos naturais, principalmente água; 
  • Plantio de árvores. 

Além de calcular e monitorar de forma ativa as emissões de CO2 de suas atividades, essas empresas se esforçam para reduzir ao máximo esse impacto. Assim, o que não pode ser eliminado, é compensado por meio da compra de créditos de carbono, por exemplo.  

Em todo o mundo, há uma série de organizações trabalhando para recuperar e preservar florestas, mares e rios. Elas emitem créditos por cada CO2 compensado e vendem para empresas que desejam compensar suas emissões.  

Portanto, funciona como um mercado de compra e venda. Ao adquirirem créditos de Carbono, as empresas devedoras investem no planeta e no desenvolvimento sustentável.   

Por que se unir a empresas com Selo Carbono Neutro? 

Com a maioria dos consumidores se preocupando com as mudanças climáticas, o Selo Carbono Neutro permite que as marcas comprovem os resultados das medidas que estão tomando a favor do planeta. 

Nesse sentido, fazer a sua parte é tão importante quanto se unir a empresas com a mesma missão. Afinal, de nada adianta se posicionar como Carbono Zero, se seus parceiros não caminham na mesma direção.  

Em geral, as organizações que buscam esse tipo de certificação são as que fazem da sustentabilidade uma parte de sua marca. Mas, não basta dizer que é verde, é preciso comprovar que os esforços estão sendo direcionados para tais ações.  

Quando você escolhe parceiros de negócio comprometidos com a redução dos impactos ambientais de suas atividades, investe em uma cadeia produtiva sustentável. Assim, contribui para o fortalecimento das boas iniciativas e conscientização de todo o mercado. 

Além disso, é uma forma de mostrar ao consumidor seu comprometimento com essa causa que é tão importante no mundo atual. 

Como a Ascenty se posiciona em relação ao Carbono Neutro? 

A Ascenty é líder em infraestrutura de Data Center e Conectividade da América Latina e tem consciência do seu papel no processo de desaceleração do aquecimento global. Por isso, temos a sustentabilidade como prioridade em todas as nossas decisões. 

Desde 2020, somos uma empresa Carbono Zero. Ou seja, conseguimos zerar a emissão de CO2 na atmosfera com iniciativas verdes e por meio da compensação de Carbono. 

Nos responsabilizamos pelos impactos de nossa atuação e investimos continuamento em eficiência energética em todos os nossos Data Centers. Por isso, ter o Selo Carbono Neutro não é apenas uma certificação, mas o fruto de um trabalho sério em prol da sociedade. 

Comece a fazer a diferença para um futuro sustentável! 

À medida que as conversas sobre mudanças climáticas se intensificam, nos deparamos com diversos conceitos e estratégias para reduzir os impactos da ação humana no meio ambiente. Como vimos, o Selo Carbono Zero é apenas uma das ações disponíveis e faz parte de um objetivo muito maior. 

Todo negócio, independentemente do seu porte ou segmento de atuação, pode contribuir para reverter o cenário. Isso pode começar com pequenas ações e, especialmente, com decisões e parcerias sustentáveis

Caminhe ao lado de marcas com a mesma missão de seu negócio. Invista em negócios com Selo Carbono Zero. Aproveite a oportunidade e conheça melhor as iniciativas ESG da Ascenty

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Mudanças no ambiente cloud: nuvem privada ganha força novamente. Entenda! 

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No universo empresarial, cada negócio tem suas dificuldades, oportunidades e prioridades. Por isso, é preciso entender e adaptar o ambiente cloud a todos esses critérios e diferenciais.  

Nos últimos meses, um cenário vem se solidificando no mercado: o retorno para a nuvem privada e para o on-premise. Ou seja, depois da rápida expansão e migração para a nuvem, várias organizações estão recalculando suas rotas. 

A questão é: por que isso está acontecendo? Diversos fatores contribuem para o retorno dos servidores locais e da nuvem privada. Continue conosco e entenda melhor! 

Ambiente cloud é tendência, mas requer estudos e personalização 

Mesmo não sendo um recurso novo, a Cloud Computing segue dando o que falar entre gestores e empresários. Afinal, ela proporciona vantagens competitivas importantes a qualquer organização. 

Um estudo promovido pela F5, intitulado de State of Application Strategy, concluiu que 85% dos entrevistados estão empenhados em otimizar a gestão e a segurança de suas aplicações em diferentes ambientes: nuvem privada, Edge Computing e nuvens públicas.  

Mas, é preciso ter cautela para não cometer erros antes, durante e após a migração. Caso contrário, os resultados alcançados podem não agradar. 

Atraídos pelos inúmeros diferenciais da Cloud Computing, muitos gestores decidiram transferir suas operações para a nuvem, principalmente a pública — que exige menos investimentos. Após essa euforia, ficou evidente que a jornada para a nuvem é um processo complexo e deve ser personalizado

O retorno da nuvem privada e do on-premise: o que você precisa saber sobre esse cenário? 

Após o “boom” da nuvem pública, as empresas começaram a avaliar seus prós e contras para adaptar suas estratégias. Aliás, isso é ainda mais evidente no mercado financeiro.  

O estudo da F5 observou o aumento de 168% no número de instituições bancárias trocando a nuvem pública pela privada e híbrida ou repatriando suas aplicações. 

Além disso, ao compararmos a pesquisa de 2018 com a de 2022/2023, é possível perceber uma mudança no ambiente cloud: 

  • 2018: 50% das aplicações eram implementadas na nuvem púbica; 
  • 2022/2023: apenas 15% dos sistemas estão sendo implementados na nuvem pública.  

Diante do novo contexto, surge a dúvida: o que está provocando essa reviravolta no ambiente cloud? Podemos citar alguns motivos para o retorno do on-premise e da nuvem privada, mas os principais são: 

  • Falta de clareza sobre os custos; 
  • Necessidade de mais controle sobre aplicações e dados; 
  • Demanda por flexibilidade; 
  • Segurança em ambientes multicloud

Equilíbrio: a solução para extrair o máximo do ambiente cloud 

A pandemia impulsionou diversos processos, tecnologias e transformações ao redor do mundo. Aliás, a migração para a nuvem pública é um dos exemplos mais importantes disso. 

Muitas empresas precisaram aderir à Cloud Computing e fizeram isso por meio do modelo público. Agora, a tendência envolve adaptações para encontrar o perfeito equilíbrio entre a nuvem pública, privada e os servidores locais. 

Vale destacar que, até mesmo instituições financeiras que já nasceram digitais, estão recorrendo à nuvem privada. Entretanto, identificar e classificar quais dados devem ser direcionados para cada um desses ambientes é desafiador.  

Lembrando que garantir os mesmos controles e níveis de Segurança da Informação de um ambiente 

On-premise é uma das maiores demandas dos gestores atuais. 

Como superar os obstáculos e aproveitar os benefícios da nuvem? 

Se o seu negócio está lidando com o mesmo cenário, precisa entender que a raiz dos problemas é a falta de planejamento. Por isso, qualquer passo precisa ser muito bem avaliado, inclusive a transferência para uma nuvem privada, para servidores locais ou adesão à multicloud. 

Pensando nisso, gostaríamos de destacar algumas boas práticas que ajudam a superar os obstáculos ao longo desse processo: 

  1. Tenha uma estratégia de nuvem abrangente antes de trocar de ambiente; 
  1. Atualize sua estratégia sempre que necessário; 
  1. Alinhe a necessidade do ambiente cloud aos objetivos do negócio.  

Além disso, é indispensável contar com parceiros estratégicos. Escolher quem será o responsável por armazenar e garantir a segurança de seus dados e aplicações é uma das decisões mais importantes de todo esse processo. 

Quando falamos em armazenamento de dados, inúmeros fatores precisam ser considerados. Lembrando que, mesmo optando por servidores locais, é possível economizar sem perder segurança com o Colocation — uma estratégia que se assemelha ao aluguel de infraestrutura digital. 

No caso da Cloud Computing, escolha uma empresa capaz de trabalhar com diversos provedores de nuvem e que garanta a completa e eficiência conectividade aos seus dados. Seguindo essas dicas, você terá uma estratégia coerente com as necessidades de sua empresa e potencializa seus investimentos no ambiente cloud.  

O blog da Ascenty está repleto de conteúdos que te ajudam nessa jornada. Para começar, veja porque sua empresa precisa de uma solução de interconexão de Data Center com a nuvem!  

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Como sair do on-premise com sucesso? 5 erros que podem minar seus resultados

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No atual contexto empresarial, a migração para a nuvem se tornou uma decisão inevitável. Afinal, qual negócio não busca as vantagens da Cloud Computing: escalabilidade, flexibilidade e redução de custos operacionais? No entanto, sair do modelo de infraestrutura on-premise requer cuidados.

Em outras palavras, deixar de usar servidores locais é uma decisão estratégica que deve ser muito bem planejada. Caso contrário, há o risco de perder dados, aumentar os gastos e sofrer com interrupções em suas atividades.

Mas, embora complexa, essa não é uma missão impossível. Pelo contrário, com a ajuda de parceiros experientes e um plano de ação, tudo fica mais simples.

Para te ajudar, listamos os 5 erros que as empresas mais cometem ao sair do modelo on-premise. Confira e não caia nessas armadilhas!

On-premise x Cloud: os benefícios da migração para nuvem

É sempre importante destacar que a migração para a nuvem oferece uma série de benefícios para as empresas. Isso porque, ao abandonar a estrutura física local, é possível superar grandes obstáculos ao seu desenvolvimento.

Além de altamente escalável e flexível, o modelo Cloud é mais acessível e permite que empresas de diferentes portes utilizem recursos de ponta sem sacrificar seus orçamentos. Ademais, sair do on-premise reúne diferenciais valiosos, como:

  • Baixo custo de implementação;
  • Baixo custo de manutenção;
  • Maior interoperabilidade de dados;
  • Otimização da Segurança da Informação;
  • Mais agilidade e economia na hora de realizar atualizações;
  • Monitoramento ativo e eficiente do ambiente;
  • Mais mobilidade e agilidade no dia a dia do negócio.

5 erros que podem comprometer sua transição do on-premise para a nuvem

Embora a migração para a nuvem ofereça inúmeras vantagens, é importante estar ciente dos possíveis erros que podem comprometer seus objetivos.

Nesse sentido, é essencial evitar essas armadilhas para garantir uma transição suave e maximizar os benefícios da nuvem. Acompanhe!

1. Falta de planejamento

Um dos erros mais comuns no processo de migração é a falta de um planejamento adequado. Isso porque, na expectativa de aproveitar os recursos e vantagens da nuvem, muitos negócios negligenciam as etapas que antecedem a transição. 

Para alcançar resultados positivos, é indispensável realizar uma análise detalhada dos requisitos de negócios. Além disso, você deve avaliar a infraestrutura existente, definir metas e estabelecer um plano de ação.

Ignorar esse processo de planejamento pode levar a atrasos, custos extras e problemas operacionais durante a transição. Uma alternativa para evitar tais problemas é contar com o apoio de especialistas.

2. Subestimar os custos da nuvem

A computação em nuvem geralmente é vista como uma solução de baixo custo — o que é verdade. Contudo, é importante lembrar que os custos podem variar de acordo com o uso e as necessidades da empresa.

Subestimar tais gastos pode resultar em surpresas desagradáveis. Afinal, você será pego de surpresa e não ter condições de prosseguir com a jornada para a nuvem.

Para não cair nessa armadilha, estude e entenda as diferentes opções de produtos e preços oferecidos pelos provedores de nuvem. Além disso, não se esqueça de considerar as demandas de armazenamento, tráfego de dados e recursos adicionais necessários.

3. Estagnar e não aproveitar as evoluções na nuvem

A computação em nuvem está em constante evolução, com novas tecnologias e recursos sendo lançados a todo momento. Um erro comum é estagnar e não aproveitar essas inovações. Melhorias não só podem como devem ser implementadas ao longo do tempo.

Assim, é importante ficar atualizado sobre as novidades da nuvem, explorar novas funcionalidades e atualizar continuamente as estratégias e os processos para obter o máximo aproveitamento da nuvem.

4. Não verificar a acessibilidade e conectividade dos dados

Antes de migrar para a nuvem, é essencial verificar se os dados e aplicativos serão acessíveis de forma eficiente e confiável. Ignorar a conectividade dos dados pode levar a problemas de desempenho, latência e tempo de inatividade.

Nesse ponto, é sempre recomendado avaliar a largura de banda necessária, a conectividade com os sistemas existentes e provedores externos. Tudo isso poderá garantir a disponibilidade de TI, com uma experiência consistente e eficaz na nuvem.

5. Ignorar os riscos de segurança na nuvem

A nuvem é uma opção segura, mas não está livre de riscos. Por isso, é um erro ignorar a segurança dos dados ao sair do on-premise.

Em geral, essa negligência pode resultar em violações de dados, perda de informações confidenciais e danos à reputação da empresa — o que pode ser catastrófico.

Então, a melhor saída é investir em processos e ferramentas de segurança na nuvem, como criptografia, autenticação em dois fatores e controles de acesso. Além disso, opte por parceiros que priorizam a segurança e investem na proteção de sua infraestrutura.

É importante destacar que você pode investir em uma solução híbrida, mantendo dados estratégicos em segurança, em nuvens privadas. Aliás, essa é uma estratégica muito utilizada no mercado financeiro, por exemplo.

A nuvem não é uma solução milagrosa, mas pode mudar os rumos do seu negócio! 

No mundo corporativo, não existem milagres. Existem decisões estratégicas que conduzem a resultados positivos para a solidificação do desenvolvimento de um negócio.

Nesse sentido, sair do on-premise pode mudar o futuro de sua empresa, colocando-a de vez na Era Digital. Porém, é essencial escolher seus fornecedores com cuidado e atenção a todos os fatores apresentados.

Ou seja, escolha com cuidado onde armazenará seus dados e quem será a empresa responsável por assegurar que suas informações estejam sempre seguras e disponíveis para quando precisar.

Agora que sabe de tudo isso, temos mais uma sugestão de leitura para você. Confira como escolher uma empresa de Data Center!

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Tudo sobre energia renovável em Data Centers: o futuro do armazenamento de dados é verde!

No blog da Ascenty, você pode ouvir o conteúdo. Experimente essa comodidade!

Se você chegou até aqui é porque tem curiosidade de saber tudo sobre energia renovável em Data Centers. Não há dúvidas de que essa seja uma das maiores preocupações do setor, principalmente com o aumento da demanda por tecnologias sustentáveis nos últimos anos.

Mas, saiba que falar em Data Center é falar em energia renovável! Afinal, a eficiência energética é uma pauta constante entre os gestores e temos diversos exemplos que comprovam que o futuro dos dados é verde!

A seguir, falamos um pouco mais sobre o tema, apresentando um panorama de sua importância e do que esperar para o futuro. Acompanhe!

Energia crítica: quais os principais desafios energéticos dos Data Centers no Brasil e América Latina?

Sabemos que a energia ininterrupta é um elemento indispensável para a operação e o desenvolvimento dos Data Centers. Isso porque, essas infraestruturas precisam de eletricidade para que a informação esteja sempre disponível.

Porém, o cenário atual é desafiador. O armazenamento de dados depende cada vez mais de investimentos em energia limpa para garantir seu avanço, qualidade e disponibilidade. Entenda os principais obstáculos!

Disponibilidade energética em certas regiões

O mercado pede pela construção de novos Data Centers, mas algumas regiões não têm condições energéticas para suprir essa demanda. Ou seja, falta potência energética nos locais em que precisamos de mais infraestruturas.

Confiabilidade do fornecimento de energia

Outro desafio considerável do setor está relacionado às constantes interrupções no fornecimento de energia elétrica em alguns estados brasileiros e países da América Latina. Assim, temos um cenário de instabilidade que prejudica a resiliência e disponibilidade do serviço.

Matriz energética

De modo geral, o Brasil ainda é muito dependente das hidrelétricas para geração de energia. Esse cenário é um risco, especialmente em épocas de crises hídricas, em que falta energia e o custo aumenta com o acionamento das termelétricas.

Consumo energético dos Data Centers

Por fim, não podemos deixar de destacar que o consumo de energia dentro dos Data Centers é elevado. Afinal, estamos falando de equipamentos robustos operando 24 horas por dia, 7 dias por semana para garantir o processamento de dados e o próprio resfriamento do sistema.

Tudo sobre energia renovável em Data Centers: o futuro do armazenamento de dados é verde!

Embora os desafios apresentados gerem preocupação em todo o mercado, eles são um ponto de partida para soluções mais estratégicas e sustentáveis. Afinal, as empresas de Data Center precisam encontrar maneiras de manter um nível de excelência de seus serviços mesmo diante do problema da energia crítica.

Então, o que acha de saber tudo sobre energia renovável em Data Centers? O maior avanço nesse sentido é, sem dúvidas, o uso de energia limpa e renovável na manutenção de Data Centers. O Brasil e a América Latina têm um grande potencial, com destaque para:

  • energia solar;
  • energia eólica;
  • energia hídrica.

É importante destacar que os investimentos em energia verde podem ser feitos por meio de sistemas próprios ou pela compra de energia sustentável no mercado livre de energia. Inclusive, a Ascenty já opera com 100% de energia verde.

Iniciativas sustentáveis em Data Centers: múltiplas ações e um só objetivo

Além da priorização pelo uso de energia renovável nos Data Centers, as empresas do setor estão cada vez mais empenhadas em fazer a diferença. Assim, aplicam uma série de pequenas ações que, quando acumuladas, conduzem a uma operação mais sustentável.

Acompanhe alguns exemplos que devem ser replicados!

Uso de métricas para monitorar a eficiência energética

Se a intenção é falar de tudo sobre energia renovável em Data Centers, precisamos mencionar algumas métricas que ajudam a monitorar e melhorar e eficiência energética desses gigantes da Era Digital, como:

  • PUE (Power usage effectivenes): rastreia o uso de energia total da infraestrutura, determinando sua eficiência energética;
  • CUE = indica a quantidade de dióxido de carbono emitido pelo Data Center por energia utilizada;

Virtualização de servidores

A virtualização de servidores é mais uma iniciativa que contribui para a superação do desafio da energia crítica em Data Centers. Isso porque, ao reduzir a necessidade de servidores físicos e retirar equipamentos legados e mais antigos, é possível tornar o ambiente mais sustentável.

Melhoria do sistema de refrigeração

O sistema de refrigeração é um dos maiores consumidores de energia dentro dos Data Centers. Exatamente por isso, os gestores estão investindo em equipamentos e processos mais modernos que garantam a redução do consumo de água e energia.

Uso de equipamentos mais eficientes

A troca de hardwares antigos por equipamentos mais eficientes é outro exemplo positivo em prol de um futuro verde. Essa ação é especialmente desafiadora em Data Centers construídos há muitos anos, já que as novas infraestruturas já estão sendo planejadas com um olhar sustentável.

Iluminação mais sustentável

As melhores empresas de Data Center investem de forma estratégica em todos os pontos que podem contribuir para a redução do consumo de energia. Nesse sentido, o uso de iluminação em LED e a automação do sistema merecem destaque.

Automação em Data Centers

Por fim, a automação é uma grande aliada da sustentabilidade. Ambientes modernos contam com processos automatizados que são muito mais eficientes, ágeis e sustentáveis.

Ou seja, a tecnologia entra como uma aliada para modernizar atividades e garantir a máxima eficiência do sistema, inclusive do ponto de vista energético.

O futuro dos Data Centers é verde. Participe dessa revolução!

É difícil falarmos de tudo sobre energia renovável em Data Centers, pois esse é um tema que está em plena evolução. No entanto, empresas e gestores do setor já deram os primeiros passos em prol do futuro das próximas gerações. Chegou a sua vez!

Ao investir no armazenamento de dados, é extremamente importante considerar o desafio da energia crítica. Afinal, a disponibilidade de suas informações depende disso.

O que acha de aprofundar um pouco mais no assunto? Confira como o Data Center Verde pode gerar redução de custos nas empresas!

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As vantagens dos serviços de Cloud Computing sob medida 

Enquanto muitas empresas já entendem os benefícios de investir em serviços de Cloud Computing, outras não sabem como dar os primeiros passos. Além disso, ainda existem negócios que utilizam a nuvem em alguns setores, mas têm dificuldades de enxergá-la como uma solução geral para as suas necessidades de TI. 

De fato, nem todo dado e serviço pode (ou deve) ser migrado para a nuvem. Mais do que isso: mesmo os que podem aproveitar essa transição, devem receber um olhar personalizado para suas necessidades.  

É por isso que a oferta de serviços de Cloud Computing sob medida cresce no mercado. Afinal, resume-se em um serviço consultivo, que considera as demandas de cada negócio e permite um projeto alinhado com suas expectativas e capaz de gerar os melhores resultados técnicos e financeiros.  

Para entender melhor o funcionamento e as vantagens dos serviços de Cloud Computing sob medida, continue a leitura e confira o conteúdo que preparamos! 

O que são serviços de Cloud Computing? 

Serviços de cloud computing equivalem ao fornecimento de recursos de computação sob demanda por meio da Internet. Assim, em vez de depender de infraestrutura física local — como servidores e sistemas de armazenamento —, os usuários podem acessar e utilizar vários recursos remotamente, a partir da contratação de provedores terceirizados. 

Portanto, estamos falando da disponibilidade de recursos computacionais fornecidos por provedores de serviços de nuvem, como: 

  • Servidores; 
  • Redes; 
  • Armazenamento; 
  • Bancos de dados; 
  • Softwares. 

Esses provedores são responsáveis por gerenciar a infraestrutura e garantir que os serviços estejam sempre disponíveis e acessíveis aos usuários, independentemente de onde e quando. 

Quais os principais tipos de serviços de Cloud Computing? 

A oferta de serviços de Cloud Computing cresce com a evolução da tecnologia. Por isso, é possível encontrar uma grande variedade de soluções, ideais para as variadas necessidades empresariais.  

A seguir, listamos os principais tipos desses serviços. Confira e tire suas dúvidas!  

Software como Serviço (SaaS) 

O modelo SaaS é aquele em que há o fornecimento de sistemas aos usuários como um serviço. Assim, os aplicativos são hospedados e gerenciados pelos provedores de nuvem e o cliente pode acessá-los por meio de uma interface web ou aplicativo específico — eliminando a necessidade de instalação e manutenção local de softwares. 

Infraestrutura como Serviço (IaaS) 

No modelo IaaS, os usuários têm acesso a recursos de infraestrutura virtualizados, como: servidores virtuais, armazenamento, redes e outros componentes necessários para compor uma infraestrutura de TI.  

Aqui, o provedor de nuvem é responsável por manter a infraestrutura física subjacente. Já os usuários têm acesso e controle total sobre esses recursos, incluindo a configuração, gerenciamento e escalabilidade. 

Plataforma como Serviço (PaaS) 

Nesse formato, os usuários recebem uma plataforma completa para o desenvolvimento, execução e gerenciamento de aplicativos. Assim, é valioso para programadores e desenvolvedores. 

O provedor PaaS tem o papel de hospedar os componentes de hardware e software em sua infraestrutura. Desse modo, o cliente tem acesso a tudo por meio de uma conexão com a internet e consegue construir e implantar aplicativos com mais facilidade. 

Function as a Service (FaaS) 

O FaaS é um modelo em que os desenvolvedores podem executar pequenos trechos de código (funções) em resposta a eventos ou solicitações específicas.  

Com o FaaS, esses profissionais focam apenas no código da função, sem precisar se preocupar com a infraestrutura necessária ou o gerenciamento de servidores. Isso porque, o provedor de nuvem aloca os recursos computacionais necessários automaticamente, de acordo com a demanda. 

As vantagens dos serviços de Cloud Computing sob medida 

Como vimos, as necessidades específicas dos usuários são extremamente relevantes para o melhor aproveitamento da nuvem. Afinal, a ideia é conseguir usar e pagar apenas por aquilo que o seu negócio realmente precisa

Diante disso, há diversas vantagens que justificam a utilização do formato sob demanda. Se você ainda tem dúvidas, confira algumas possibilidades e benefícios!  

Ter um Data Center sob medida 

Algumas organizações optam por não levar seus dados para um ambiente em Cloud Computing e preferem investir na criação de um ambiente de processamento próprio.  

Embora essa abordagem não seja a melhor estratégia do ponto de vista financeiro, ela é eficaz quando há a necessidade de um maior nível de controle sobre a infraestrutura de TI. 

Nesse caso, é preciso contar com certa expertise para a implantação bem-sucedida de um Data Center que verdadeiramente atenda às necessidades desse cliente. Sendo assim, é preciso avaliar diversos aspectos, como:  

  • gestão de riscos; 
  • escalabilidade; 
  • segurança; 
  • conformidade a normativos; 
  • requisitos físicos da infraestrutura — cabeamento, rede elétrica, climatização e instalação e configuração de roteadores e switches. 

Tudo isso faz diferença no resultado alcançado. Por isso, é interessante contar com um apoio consultivo, que o auxilie a determinar a estrutura necessária e disponibilize os recursos para uma gestão eficaz do ambiente.  

Em muitos casos, mesmo com a construção de um Data Center próprio, é possível transferir sua operação e gestão a uma empresa especializada. Assim, o negócio pode seguir com um foco maior em seu core business.   

Crescer com ambientes híbridos 

A nuvem híbrida já é uma realidade de mercado e combina serviços locais em nuvem privada com serviços de nuvem pública. Conforme a demanda, as cargas podem se concentrar mais na nuvem privada ou na pública, considerando outros fatores como: custo, requisitos computacionais e disponibilidade de recursos

Entretanto, manter um ambiente híbrido funcionando é um grande desafio. Nesse caso, vale contar com o papel consultivo de especialistas para evitar riscos e aumento de custos com serviços de Cloud Computing.  

O importante é que a empresa tenha à sua disposição uma infraestrutura flexível o bastante para garantir uma operação lucrativa e manter o foco no negócio, seja no curto, médio ou longo prazo. 

Aproveitar o potencial de diversas plataformas 

Embora escolher a plataforma seja um desafio, a personalização dos serviços de Cloud Computing sob demanda ajuda a melhorar o ROI da estratégia.  

Explicando melhor, além de ter valores e benefícios diversos, as plataformas podem proporcionar resultados diferentes para cada tipo de empresa.  Assim, uma decisão errada é capaz de gerar prejuízos financeiros e de desempenho.   

Sendo assim, a orientação de especialistas é uma estratégia inteligente que o ajudará a avaliar cuidadosamente as suas necessidades e aproveitar todo o potencial de um serviço sob medida para os seus desafios.  

Reduzir custos de forma estratégica 

Migrar para a nuvem é uma forma de gerar economia com infraestrutura, mão de obra qualificada e gestão de segurança. Mas serviços de cloud computing sob medida ainda têm o benefício de otimizar os investimentos do negócio, garantindo retornos vantajosos e adequados à sua realidade e necessidade. 

Como os serviços e soluções são planejados e dimensionados de maneira estratégica, a empresa é capaz de investir de forma muito mais eficiente. Isso porque, sempre avalia suas necessidades, prioridades e possibilidades.  

Por isso, os serviços de Cloud Computing sob medida também são altamente recomendados para quem precisa controlar gastos sem renunciar aos avanços tecnológicos e operacionais proporcionados por bons investimentos em TI. 

Vá para a nuvem no Marketplace da Ascenty! 

Como vimos, ao optar pelos serviços de Cloud Computing sob medida, sua empresa pode desfrutar de uma série de vantagens. Aliás, escalabilidade, flexibilidade, segurança, redução de custos operacionais e maior eficiência são apenas alguns exemplos. 

Mas, se você não sabe por onde começar ou escolher o parceiro ideal, nós podemos te ajudar! No Marketplace da Ascenty, você encontra os melhores fornecedores do mercado e pode impulsionar sua transformação digital. 

Não perca mais tempo e migre para a nuvem. Acesse aqui o Marketplace e escolha seu fornecedor

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Disrupção digital: quais os riscos de ignorar a evolução em sua empresa?

Aperte o play abaixo e ouça este conteúdo exclusivo do blog da Ascenty!

Disrupção digital: para muitos empresários esse é um nome feio e assustador. Isso é compreensível, já que muitos negócios deixaram de existir por não se adequarem a ela.

Mas, afinal, com o que estamos lidando? O conceito de “disrupção” foi criado pelo professor de Harvard, Clayton Christensen, para descrever inovações que oferecem produtos acessíveis a um novo mercado de consumidores, o que acaba desestabilizando as empresas líderes em seu segmento.

Neste conteúdo, Carlos Segatin, Senior Solutions Architect da Ascenty, compartilha um pouco da sua visão e reforça a importância de as empresas adotarem um olhar para o futuro e uma postura inovadora.

Continue a leitura e confira quais são os perigos que as inovações tecnológicas representam sobre os modelos tradicionais de negócios e como superar os desafios dessa nova era!

O que é disrupção digital?

A disrupção digital pode ser vista como um dos inúmeros reflexos das inovações tecnológicas. O conceito, na prática, traduz o surgimento de novos modelos de negócio que rompem totalmente com os anteriores. Assim, vemos uma rápida transformação nos padrões de mercado, fazendo também com que os consumos sejam transformados.

Para ser ter uma ideia, foi isso o que aconteceu com a indústria de áudio e vídeo com o surgimento do streaming. Em pouco tempo, as pessoas deixaram de utilizar mídias físicas para ter acesso a esse tipo de conteúdo e isso representou o fim dos tradicionais CDs e DVDs.

Outros grandes exemplos são o YouTube, que foi até ironizado pelos concorrentes quando surgiu, e os bancos digitais, que provocaram uma verdadeira revolução na forma com que as pessoas lidam com suas finanças.

A disrupção digital é uma oportunidade e não ameaça

Quando o assunto é disrupção digital, temos dois tipos de empresas: as que reclamam da evolução e as que enxergam uma oportunidade para crescer. Portanto, só tem medo da disrupção quem não vê a inovação como meta.

De fato, ela é um desafio a ser superado em muitas empresas, já que o surgimento de novos recursos digitais podem afetar sua posição no mercado. Porém, também é uma impulsionadora da inovação, à medida em que obriga o negócio a olhar para o futuro e buscar novas formas de manter competitiva, atualizada e relevante para o seu público.

Então, a maior dúvida aqui é: de qual lado você está? De acordo com uma pesquisa da Accenture, 63% das empresas contam com um alto nível de disrupção e 44% estão suscetíveis a ela no futuro.

Nesse sentido, fica claro que a maioria dos executivos vê a inovação e transformação digital como um fator positivo para o seu crescimento. Aliás, estudos demonstram que 75% dos executivos acreditam que a disrupção digital é uma forma de progresso.

Por outro lado, os dados apontam que apenas 13% das organizações afirmam estar totalmente prontas para esse cenário. Ou seja, embora exista o reconhecimento de seu valor e inevitabilidade, muitos gestores ainda não se movimentaram para transformá-la em oportunidade.

Negócios com o olhar no futuro já estão aproveitando a evolução. Seja ágil!

Percebemos que a disrupção digital pode exigir uma reformulação do negócio, extinguindo ou até mesmo impulsionando algumas iniciativas para sobreviver e continuar sendo competitivo no mercado.

Há alguns anos, o ideal de viver em um mundo totalmente conectado à internet soava como um enredo de filme de ficção científica. Hoje, isso é algo real e cada vez mais próximo da sua plenitude.

Com o desenvolvimento acelerado da tecnologia, o mercado tende a se transformar no mesmo ritmo, deixando apenas dois caminhos para as empresas: se adaptar ou deixar de existir. Essa realidade, embora soe como algo negativo, não é nada ruim!

Na verdade, a disrupção digital impactará de forma decisiva nos mercados e indústrias, exigindo uma postura cada vez mais dinâmica e inovadora por parte das empresas. Por isso, essa pode ser a hora certa de romper com os antigos padrões.

Ter um olhar para o futuro é o primeiro passo para adaptar processos, produtos e serviços, bem como reformular estratégias para reposicionar marcas. Tudo isso é necessário para não perder espaço e ser engolido por outras corporações mais inovadoras.

Assim, podemos concluir que o conceito não está apenas mudando modelos de negócios, mas influenciando cadeias de valores e fragilizando barreiras entre indústrias.

Os disruptores mais bem-sucedidos empregam o que chamam de “perturbação disruptiva”, na qual várias fontes de valor — custo, experiência e plataforma — se fundem para criar modelos de negócios e ganhos exponenciais.

Os riscos de ignorar a disrupção digital na sua empresa

Desde que a disrupção digital começou a ganhar espaço em discussões no meio empresarial, muita coisa mudou. No início, algumas pessoas ainda não acreditavam tanto em seu potencial e acabaram a ignorando.

Atualmente, já sabemos que esse não é um processo passageiro. Pelo contrário, está se intensificando cada vez mais. Prova disso é que um levantamento recente da consultoria Bain & Company destacou que 85% dos executivos acreditam que a disrupção manterá ou aumentará seu ritmo nos próximos anos.

Disrupção digital: ameaça para quem não pensa em inovar!

A verdade é que a disrupção digital é ameaçadora para negócios que insistem em se prender ao passado! Ainda tem dúvidas disso?

Uma pesquisa divulgada pelo Global Center for Digital Business Transformation (DBT Center), realizada em conjunto com a Cisco e IMD, contou com a participação de 941 líderes empresariais. Eles atuavam em 12 ramos diferentes em países como Brasil, Austrália, Alemanha, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Japão, México, Rússia e Reino Unido.

A conclusão foi que 4 das 10 principais empresas avaliadas corriam o risco de desaparecer. Ou seja, elas poderiam sumir do mapa justamente pela dificuldade de adaptação à era da convergência digital e da Internet das Coisas.

A pesquisa ainda apontou que:

  • Em 45% dos casos, a disrupção digital é desprezada entre os níveis mais altos das corporações;
  • 43% das empresas são incapazes de identificar algum tipo de risco em relação a esse conceito;
  • 1/3 das empresas ainda assumem uma postura passiva e preferem ver uma ameaça concreta para tomar uma atitude;
  • Apenas 1/4 das organizações mostra uma postura mais proativa, quando o tema é a disrupção digital.

O estudo da DBT Center revelou também que o setor de tecnologia em produtos e serviços será o que mais sentirá os efeitos. Já a indústria farmacêutica demorará mais tempo para ser influenciada pelo conceito.

Sendo assim, a disrupção digital pode ser uma ameaça real à sobrevivência empresarial. A boa notícia é que o futuro de cada negócio depende de como ele encara esse desafio.

Como se adaptar e evoluir com a disrupção digital?

Sobreviver à disrupção digital é plenamente possível. No entanto, é preciso agir e reagir o quanto antes para não “perder o timing” e ficar para trás. Nesse sentido, algumas iniciativas devem ser consideradas, como:

  • Integrar novas estratégias e metodologias inovadoras;
  • Desenvolver novos modelos de negócios;
  • Aderir à digitalização;
  • Acompanhar a evolução tecnológica.

A adoção de modelos de negócios mais atuais e contextualizados com a dinâmica do mercado e do novo consumidor é essencial. Isso envolve romper com métodos tradicionais, processos manuais e burocráticos e investir em soluções digitais.

Nesse sentido, contar com o apoio de parceiros inovadores é uma decisão estratégica. Esse tipo de parceria pode acelerar a transformação digital da empresa e integrar, de vez, novos recursos e ferramentas digitais capazes de otimizar suas operações e resultados.

Use a disrupção digital a favor do seu negócio!

Entre as empresas de tecnologia, há uma corrida para se desenvolver inovações disruptivas. A aposta da Intel, por exemplo, é na “internet das coisas”, ou seja, na comunicação entre objetos pela rede mundial de computadores, com dados armazenados na nuvem.

Fernando Martins, diretor-executivo da Intel, exemplifica: “O painel do veículo vai ser conectado em uma série de serviços, como o seguro. A seguradora poderá monitorar como você dirige. O motorista consciente terá seguro mais barato”, diz.

No entanto, a IoT é só um entre os diferentes recursos que podem ser explorados pelas empresas para se tornarem mais disruptivas. Além dele, também podemos citar:

  • Machine Learning;
  • Cloud Computing;
  • Big Data;
  • Inteligência Artificial;
  • Redes 5G;
  • Automação.

Por fim, em contexto de intensas transformações, investir em tecnologia, conectividade e interoperabilidade de dados deve estar no radar de toda empresa. Aliás, as organizações mais disruptivas do mundo já iniciaram a sua jornada e abriram o caminho.

Agora, é hora de seguir os bons exemplos e tornar seu negócio cada vez mais digital. Para começar, o que acha de entender melhor o conceito de Smart Cities: as cidades inteligentes?

Por: Carlos Segatin – Senior Solutions Architect da Ascenty

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Como a Ascenty ajuda a romper os obstáculos da implementação da multicloud?

Aperte o play abaixo e aproveite para ouvir este conteúdo!

Imagine integrar os principais provedores cloud de forma eficiente e segura, com uma experiência única e simplificada de gerenciamento. Esses são alguns dos diferenciais da multicloud!

Essa estratégia é uma tendência no universo corporativo e já está transformando a gestão de dados em empresas dos mais diferentes portes e segmentos. No entanto, sua implementação nem sempre é simples.

Existem desafios que podem dificultar o aproveitamento do modelo. Nesse artigo, falaremos sobre eles e demonstraremos como a Ascenty atua para superá-los. Continue conosco e entenda melhor!

Os 3 maiores desafios da implementação da multicloud

Embora a adoção da multicloud traga inúmeros benefícios para as empresas, como flexibilidade, escalabilidade e redução de custos, muitos gestores precisam lidar com situações desafiadoras para colocá-la em prática.  

A seguir, listamos os 3 maiores obstáculos dessa jornada para que você comece a se preparar.

Escolher os serviços e fornecedores ideais

A escolha dos serviços e fornecedores ideais é um dos primeiros e mais críticos desafios na implementação da multicloud. Isso porque, com a diversidade de opções disponíveis no mercado, é preciso avaliar cuidadosamente as necessidades de seu negócio, considerando fatores chave, como:

  • Desempenho;
  • Segurança;
  • Custos envolvidos;
  • Suporte técnico.

Além disso, é essencial garantir a compatibilidade e integração entre os serviços escolhidos. Assim, evitamos problemas de interoperabilidade e maximizamos os benefícios da multicloud.

Gestão de múltiplas nuvens

Após a implementação, a maioria das empresas precisa lidar com o desafio de gerenciar diversas nuvens. Afinal, o provedor pode oferecer suas próprias ferramentas e interfaces e isso tende a dificultar a visibilidade e o controle.

Nesse sentido, é fundamental contar com uma solução de gerenciamento unificado, capaz de oferecer uma visão abrangente de todas as nuvens. Dessa forma, temos um monitoramento simplificado, além da gestão eficiente do custo e segurança da nuvem.

Conectividade entre as nuvens

A conectividade entre as nuvens é um desafio crítico da implementação da multicloud. Isso porque, para que exista um fluxo de dados ágil e seguro, é preciso uma integração das plataformas.

Sem essa comunicação, seus dados ficam limitados e há um atraso na entrega ao cliente final. Afinal, estamos falando de dificuldade de acessar a informação necessária para executar atividades e tomar decisões.

Como a Ascenty pode te ajudar a superar os desafios da multicloud?

Em meio aos diferentes desafios da implementação da multicloud, contar com um parceiro confiável e especializado pode fazer toda a diferença.

A Ascenty, além de ser líder no mercado de Data Centers da América Latina, está pronta para ajudá-lo a superar os obstáculos e alcançar o sucesso em sua jornada para a nuvem, especialmente em um cenário mais complexo.  

Sendo assim, confira os diferenciais e soluções inovadoras que garantem ao seu negócio o máximo aproveitamento de sua estratégia multicloud!

Colocation

Um dos desafios enfrentados na implementação da multicloud é garantir a infraestrutura adequada para suportar suas necessidades. Para isso, a Ascenty oferece o serviço de colocation: o complemento perfeito para a nuvem híbrida e privada.

Em resumo, você pode contar com uma infraestrutura de Data Center de alta qualidade, segurança e disponibilidade para hospedar seus dados mais críticos. Assim, tem tudo protegido em um ambiente controlado e com alta conectividade.

Esse serviço permite a personalização do contrato e economia de custos. Isso porque, sua empresa não precisará construir seu próprio Data Center e pagará apenas pelo que usar, com flexibilidade para ampliar sempre que precisar.

100% dos Data Centers Carrier Neutral

A Ascenty oferece um diferencial importante para a implementação da multicloud: todos os seus Data Centers são Carrier Neutral. Portanto, você tem total liberdade para escolher o provedor de serviços de nuvem que melhor atenda às suas necessidades.

Com essa flexibilidade, é possível adaptar sua infraestrutura e garantir a máxima eficiência e conectividade de seus dados, independentemente da nuvem na qual estejam hospedados.

Conexão direta com os maiores provedores de nuvem

Para garantir a máxima conectividade e performance em sua estratégia multicloud, a Ascenty tem conexão direta com os principais provedores de nuvem do mercado:

  • Nuvem IBM;
  • Google Nuvem;
  • Oráculo;
  • AWS;
  • Azul;
  • Dell;
  • Hewlett-Packard (HP).

Essa característica possibilita a transferência rápida e segura de dados entre sua infraestrutura e os serviços de nuvem, além de uma operação mais robusta e confiável. Afinal, estamos falando dos melhores provedores do mercado.

NAP

Clientes Ascenty contam com o NAP (Network Access Points). Esse ponto de troca de tráfego é o responsável pela interconexão direta com diversos provedores de serviços e operadoras de telecomunicações.

Localizado no campus de São Paulo, o NAP garante baixa latência e alta capacidade de troca de dados. Ou seja: uma experiência de conectividade de alto desempenho para a sua infraestrutura multicloud.

Quer implementar a multicloud? Conte com a Ascenty!

Como vimos, a Ascenty é a parceira ideal de qualquer organização que deseja extrair o máximo de uma estratégia multicloud. Isso porque, oferecemos muito mais do que infraestrutura digital de ponta e garantimos serviços e soluções de conectividade realmente eficientes.

Somos uma empresa global que conhece os desafios do mercado brasileiro e da América Latina como ninguém. Por isso, personalizamos nossas entregas para que a sua empresa tenha exatamente o que precisa.

Portanto, não deixe que os desafios da implementação da multicloud parem sua jornada. Entre em contato com nossos especialistas e dê o próximo passo em direção a um futuro mais ágil e resiliente!

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Ambiente multicloud: o que é e quais seus benefícios?

Estamos sendo “bombardeados” com inúmeras pesquisas relacionadas à computação em nuvem. Grande parte delas informa que a adoção dessa tecnologia é inevitável, e que o número de empresas que a implementaram em seu ambiente está crescendo continuamente. É o caso do ambiente multicloud.

Estudos mais específicos mostram que organizações de todo o mundo estão implementando o modelo de cloud híbrida. Outras, estão trabalhando com vários provedores de cloud ao mesmo tempo.

Esta abordagem, conhecida como ‘nuvem múltipla’ (ou, no inglês, multicloud), tem sido bastante discutida em toda a indústria de cloud computing. Mas muitos profissionais ainda têm dúvidas sobre o que é nuvem múltipla e suas diferenças para a nuvem híbrida.

Neste artigo, explicaremos tudo isso de forma detalhada. Continue a leitura para aprender mais!

Afinal, o que é um ambiente multicloud?

O ambiente multicloud é exatamente o que você e outros profissionais imaginam. Ou seja, consiste na implementação de vários serviços de nuvem diferentes no ambiente de TI de uma empresa.

Desse modo, ao invés de utilizar apenas uma nuvem pública, híbrida ou privada, a organização orquestra várias nuvens de provedores diferentes. Assim, consegue criar uma solução que atenda às suas necessidades.

Vale destacar que já existem plataformas que fazem a orquestração de recursos de diferentes provedores de nuvem, a partir de um único console.

Por que o ambiente multicloud é visto com “bons olhos” pelos especialistas?

Especialistas e observadores do mercado afirmam que a disponibilidade é o principal fator que está impulsionando a adoção do ambiente multicloud.

Isso porque, ao contratar vários fornecedores, o negócio reduz o risco de inatividade, caso algum dos serviços fique indisponível. Ou seja, ela não coloca “todos os seus ovos em uma única cesta” e dissemina o risco de indisponibilidade através de múltiplas plataformas de nuvem.

Além disso, com um plano de recuperação de desastres multicloud, a empresa se torna mais resistente do que nunca.

Outro ponto interessante é que esta abordagem evita que as organizações fiquem “presas” a um único fornecedor. Com isso, podem aproveitar serviços exclusivos e inovadores de várias companhias, além de investir em Data Centers espalhados por várias regiões geográficas — o que é crucial para o bom funcionamento de aplicações sensíveis à latência.

Quais os benefícios da nuvem múltipla?

Conseguiu entender o que é nuvem múltipla, mas ainda está em dúvidas sobre seus benefícios? Separamos alguns dos principais diferenciais desse modelo para as empresas. Confira!

Integração de diferentes serviços de nuvem

Este é, sem dúvidas, o principal benefício da nuvem múltipla.

Como o nome indica, a abordagem integra múltiplos serviços em nuvem de diferentes fornecedores em uma única plataforma. Dessa forma, elimina a necessidade de os usuários aprenderem e gerenciarem múltiplas ferramentas.

Ele também fornece mais flexibilidade, pois as empresas podem misturar e combinar os serviços que melhor atendem às suas necessidades.

Otimização de custos

Quando se trata de custo, o ambiente multicloud também oferece um grande benefício. Afinal, as empresas podem selecionar fornecedores que oferecem o melhor valor para suas necessidades particulares.

Por exemplo, elas podem usar uma combinação de serviços de baixo custo de diferentes fornecedores para manter os custos gerais baixos.

Além disso, as empresas podem alternar entre fornecedores de serviços conforme necessário, a fim de obter o máximo de seu orçamento.

Mais resiliência de dados

Os dados são um ativo crítico para a maioria das empresas, e a nuvem múltipla fornece uma camada adicional de resiliência.

Ter múltiplos serviços em nuvem de diferentes provedores, pode ajudar a garantir que os dados permaneçam seguros mesmo que um provedor sofra downtime ou outros problemas. Isso ajuda a reduzir o risco de perda ou corrupção de dados e garante a continuidade dos negócios no caso de um desastre.

Otimização da Infraestrutura

A multicloud também permite que as empresas otimizem sua infraestrutura. Ao alavancar diferentes serviços na nuvem, as empresas podem criar uma rede que é adaptada às suas necessidades específicas. Isso proporciona melhor desempenho, escalabilidade e confiabilidade enquanto reduz os custos e a complexidade.

Além disso, as empresas podem implantar rapidamente novos aplicativos em vários provedores sem ter que reconfigurar cada um deles individualmente.

Mais flexibilidade de uso

Finalmente, a nuvem múltipla oferece mais flexibilidade quando se trata de usar serviços de cloud. As empresas podem selecionar as ferramentas e os serviços que melhor atendem às suas necessidades sem estarem presas a um único fornecedor.

Isto lhe dá a liberdade de experimentar com diferentes fornecedores, permitindo-lhes encontrar as soluções que oferecem o melhor desempenho e eficiência de custo para sua situação única.

Ambiente multicloud reduz riscos de cloud lock in

Ambientes de nuvem múltipla também fornecem uma camada de proteção extra. Ao utilizar múltiplos fornecedores, as empresas podem evitar o risco de ficar “trancadas” em um único fornecedor — ou cloud vendor lock in.

Elas também são capazes de mudar de um provedor para outro sem ter que reconstruir completamente sua infraestrutura ou aplicações. É algo que ajuda a manter os custos baixos e garante que as empresas possam sempre acessar a melhor solução para suas necessidades.

Auxílio na continuidade dos negócios

A nuvem múltipla também é capaz de fornecer às empresas uma camada adicional de suporte para a continuidade dos negócios. Ao espalhar seus dados e aplicações por vários provedores, as empresas podem reduzir o risco de paralisação no caso de um desastre.

Na prática, é uma ação que garante que elas sempre terão acesso aos seus dados e aplicações, mesmo que um provedor tenha uma interrupção ou outro problema.

Qual a diferença entre a multicloud e a nuvem híbrida?

A cloud múltipla engloba vários serviços de fornecedores distintos, enquanto a cloud híbrida integra a nuvem pública à rede privada.

Pelos especialistas, esta última é vista como uma solução vertical. Isto significa que ela é mais adequada para cargas de trabalho dinâmicas, que precisam ser escaladas rapidamente.

A nuvem híbrida também é a preferida das empresas que querem manter seus dados críticos em sua infraestrutura interna.

Cloud múltipla x cloud híbrida: qual a melhor abordagem?

Não há realmente uma melhor abordagem. A escolha dependerá exclusivamente das necessidades de cada empresa. Organizações que optam pela cloud múltipla geralmente lidam com aplicações com diferentes necessidades.

Elas podem, por exemplo, contratar um serviço de cloud para um sistema em que a conformidade e segurança são fundamentais, e outro para uma aplicação que necessita de um maior poder de escalabilidade.

Dessa forma, elas conseguem satisfazer todas as necessidades e driblar os desafios impostos pelas suas soluções — o que provavelmente não seria possível caso contassem com o serviço de um único fornecedor.

Empresas que utilizam múltiplas nuvens também conseguem tirar proveito das flutuações de preços dos serviços de cloud e ter acesso às mais recentes tecnologias desenvolvidas pelos fornecedores.

Os desafios impostos pelas múltiplas nuvens: conheça a evolua!

Encontrar fornecedores extremamente confiáveis é um grande desafio. Mas o que realmente deixa os líderes de TI preocupados é o fato de eles precisarem gerenciar aplicações em vários ambientes diferentes.

Se eles não tiverem um controle adequado, terão dificuldades para corrigir problemas, controlar o acesso e acompanhar as atualizações de segurança. E tudo isto pode gerar inúmeros prejuízos para a empresa.

O que os gestores precisam fazer é buscar as soluções dos melhores e maiores provedores de cloud do mercado, e encontrar uma forma de centralizar o gerenciamento de todos os serviços contratados.

Somente assim os responsáveis pelo departamento de TI conseguirão ter uma visão geral de todos os ambientes, controlá-los adequadamente e fazer com que as múltiplas nuvens gerem os resultados esperados.

Por isso, antes de pensar em ir para a contratação de múltiplos fornecedores, é importante olhar para as plataformas de gerenciamento e qual delas trará maior segurança para seu negócio.

Neste momento, com o orquestrador, é possível ir buscar os provedores de serviço que melhor atendem as necessidades de sua empresa.

Gostou do nosso conteúdo? Continue aprendendo sobre o tema. Confira o que é conectividade e muito mais!

Colocation: como ele pode impulsionar seu negócio?

Que tal escutar este artigo ao invés de ler? É simples, prático, gratuito e você pode continuar fazendo suas tarefas enquanto se informa. Aperte o play acima e experimente!

Nos últimos anos, o Data Center deixou de ser apenas um ambiente tecnológico para se transformar em um elemento fundamental para o crescimento dos negócios. E, nesse cenário, o serviço de Data Center Colocation tem um papel estratégico. 

Com a expansão do uso e geração de dados, muitas empresas estão diante do enorme desafio de manter padrões de alta qualidade e continuar crescendo. Para isso, a única saída é aumentar a capacidade de armazenamento.

Contudo, hospedar mais servidores dentro da própria empresa demanda altos investimentos e custos de propriedade. Além disso, com um budget de TI limitado, não é possível construir uma infraestrutura adequada — com as demandas de infraestrutura e energéticas que isso requer.  

Logo, a melhor alternativa para expandir a capacidade do data center é investir na modalidade Colocation, na qual a empresa entrega seus ativos para o provedor, alugando o espaço dentro de suas instalações. Quer conhecer um pouco mais sobre essa incrível solução? Continue a leitura!

Colocation: a melhor maneira de expandir seu data center

Expandir a infraestrutura atual ou construir novas instalações? Essa pergunta geralmente é feita pelos gestores quando um data center não consegue mais suportar as operações de TI da empresa e coloca em risco a continuidade dos negócios.

Nessa hora, nem sempre é simples tomar a decisão certa, afinal, existem muitos pontos a serem analisados. Porém, como mostraremos a seguir, algumas vantagens do Colocation reforçam a conclusão de que ele é a melhor maneira de expandir seu Data Center. Confira!

Redução de custos e economia de tempo

A redução de custos e a economia de tempo estão entre os maiores benefícios do Colocation. Isso porque, a solução é mais eficiente, gera um retorno mais rápido sobre o investimento e exige um menor tempo para a sua implantação.

Por outro lado, quem constrói seu próprio centro de dados precisa esperar meses (e até anos) para o início da operação e ainda deve investir uma grande quantia. Logo, se você quer uma alternativa imediata, investir nos serviços de um provedor de Colocation pode ser uma opção.

Flexibilidade e personalização na medida certa

Ao optar pelo serviço de Colocation, a empresa contará com servidores adicionais, projetos flexíveis e personalizados, de acordo com as suas necessidades. Além disso, poder usufruir da infraestrutura de um data center com alto nível de segurança e disponibilidade.

Todos os Data Centers da Ascenty  são construídos seguindo os mais rígidos padrões internacionais. Assim, oferecem a redundância e a confiabilidade necessárias para a operações ininterruptas de um ambiente de missão crítica.

Monitoramento e suporte ativos

O Colocation também é mais vantajoso do ponto de vista do suporte técnico. Nesse formato, a organização pode contar com suporte do ambiente de Colocation: 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano.

Portanto, se você quer ter a certeza de que os ativos de TI da sua empresa estarão hospedados sob a administração de times de especialistas certificados em infraestrutura, o Colocation é a escolha certa.

Total compatibilidade e integração com a sua infraestrutura

Algumas empresas também optam por combinar seus próprios centros de dados com os serviços de Colocation para satisfazer as suas necessidades.

Uma instituição financeira, por exemplo, pode utilizar uma instalação de Colocation para armazenar informações não estratégicas. Além disso, pode manter uma infraestrutura própria para garantir a segurança de dados sigilosos, com uma boa conectividade é possível integrar e compatibilizar a infraestrutura.

Características do Colocation que contribuem com a expansão do seu negócio e infraestrutura digital

Realmente, não é simples expandir a infraestrutura tecnológica. Afinal, é necessário contar com recursos financeiros e um bom espaço físico para alocar os equipamentos, de acordo com as melhores práticas do segmento de TI.

O Colocation é uma decisão estratégica, capaz de impulsionar seus resultados e a expansão de sua infraestrutura digital. Tem dúvidas disso? Confira as características do modelo que vão mudar os rumos do seu negócio!

Redundância

Um dos fatores que mais preocupam os gestores é a paralisação dos serviços em virtude de problemas ligados à infraestrutura de TI. Com um centro de dados de alto nível, uma empresa diminui consideravelmente os problemas relacionados com a indisponibilidade de acesso aos sistemas.

Isso é possível porque o Colocation apresenta redundância em diversos equipamentos, como nobreaks e geradores de energia, além de processos que suportam todo o ambiente físico. Assim, garante a continuidade dos serviços, mesmo com a falta de eletricidade por um longo período.

Em outras palavras, a redundância de ativos contribui para a empresa continuar as operações, inclusive em cenários adversos.

Escalabilidade

O aumento da demanda por serviços digitais e pela análise das informações tem provocado uma busca incessante das companhias por uma maior infraestrutura tecnológica. Por outro lado, essa tarefa exige um grande planejamento e recursos financeiros, caso haja uma opção pela nuvem privada.

Um bom caminho é optar por provedores de data center que se destaquem pelo dinamismo e a flexibilidade. Dessa forma, é viável aumentar a capacidade de infraestrutura física em curto prazo.

Esse aspecto é muito importante, principalmente em momentos de pico, como as comemorações de fim de ano para o comércio. Ao crescer o potencial de gerenciar dados rapidamente, maiores são as condições de uma empresa manter seus serviços digitais disponíveis com eficiência.

Reposição ágil

Ao optarem por um data center próprio, as companhias têm como uma das principais dificuldades a reposição ágil dos equipamentos quando apresentam defeitos de forma inesperada. Dependendo da situação, esse problema pode prejudicar consideravelmente o andamento das atividades.

Com a contratação do regime de Colocation, uma empresa pode contar com um parceiro qualificado que executa a substituição de ativos enviados pelo cliente. Assim, é possível ganhar agilidade na montagem da infraestrutura adequada para manter os serviços funcionando de acordo com a demanda institucional.

Adotar o Colocation: a decisão mais estratégica

Os serviços de Colocation são viáveis para a maioria das empresas que desejam controlar seus próprios recursos de data center. Em razão dos seus diferentes benefícios, inúmeras companhias em todo o mundo estão adotando esta modalidade para expandirem seus data centers.

Segundo um estudo da Absolute Reports, para o mercado global de Colocation, há uma previsão de um crescimento de US$ 50,1 milhões em 2022 para US$ 110,3 milhões em 2029. Isso representa um a um CAGR de 11,9% de 2023 a 2029.

Para contratá-lo, a empresa deve entrar em contato com o provedor, informar suas necessidades e, em seguida, migrar as suas cargas de trabalho para a infraestrutura terceirizada.

A partir daí, o provedor fica responsável pela manutenção da infraestrutura, além de:

  • energia elétrica;
  • suporte;
  • refrigeração;
  • segurança física e de acesso;
  • combate a incêndios;
  • garantia dos níveis de disponibilidade e redundância de todos os equipamentos.

Benefícios do serviço de Colocation Data Center

Ainda em dúvidas sobre esse investimento? Toda decisão estratégia requer análises aprimoradas e conscientes. Por isso, além de tudo que apresentamos até aqui, é importante falarmos sobre os benefícios do Colocation Data Center

Em primeiro lugar, toda a concepção dessa solução é baseada em um ideal: economia de escala. Assim, em vez de gastar dinheiro com a construção e manutenção de uma infraestrutura própria, é possível eliminar esses custos com a utilização de uma infraestrutura compartilhada, fornecida por um provedor especializado.

Dessa forma, é possível eliminar uma série de gastos do orçamento empresarial e compartilhá-los com outros usuários da mesma infraestrutura, como:

  • instalação e manutenção dos ativos;
  • espaço;
  • segurança;
  • conectividade;
  • energia elétrica;
  • redundância.

É por isso que o Data Center Colocation é a opção mais interessante para a maioria dos negócios atuais. A menos que você tenha demandas muito específicas, é importante avaliar essa opção que te dispensa de todo o custo e trabalho de manter um ambiente exclusivo.

Lembrando que esse modelo também pode poupar uma enorme quantidade de tempo que seria necessário para construir uma instalação autônoma, permitindo um arranque relativamente rápido.

Muito mais benefícios com o Colocation

Os benefícios adicionais para serviços de Colocation incluem a confiabilidade, qualidade e custo de conectividade. O provedor compra uma largura de banda em grande quantidade, assim o preço pago é inferior ao praticado no varejo, e essa economia é repassado para os clientes.

Além disso, os data centers desses provedores são estrategicamente posicionados, ficando mais próximos dos usuários dos serviços. Dessa forma, a latência é reduzida com as melhores ligações de nível 1 backbones de internet, com redes redundantes sempre disponíveis, isso faz com que a conectividade dos clientes possa ser mais rápida do que tradicionalmente em sua empresa.

Outra razão para investir no Colocation Data Center é a maior segurança dos dados cruciais e sensíveis. Esse é um benefício que as empresas muitas vezes ignoram na hora de escolher a localização para seus servidores.

Nesse sentido, destaca-se que a maioria dos data centers Colocation espalhados pelo mundo oferecem os ambientes mais seguros possíveis, incluindo:

  • sistema elétrico ininterrupto e redundante;
  • controle de temperatura e umidade;
  • filtragem do ar;
  • proteção passiva e ativa fogo;
  • monitoramento de vídeo;
  • controle de acesso por cartão de proximidade, reconhecimento de voz ou de impressão digital;
  • equipe de segurança no local.

Por fim, precisamos destacar a capacidade de escalar a sua instalação e crescer rapidamente, sem precisar construções adicionais e longos atrasos no aumento da largura de banda disponível. Em um Colocation, você pode simplesmente adicionar outro rack quase imediatamente.

Colocation de ponta é com a Ascenty!

Embora todos os pontos apresentados acima sejam grandes motivos para investir em um Data Center Colocation, precisamos enfatizar que o sucesso de sua decisão está intimamente relacionado à escolha do provedor.

Em outras palavras, é indispensável se unir a um parceiro confiável e experiente ao expandir o Data Center. Uma boa escolha faz toda a diferença para o processo de transformação digital do negócio e, claro, para a oferta de serviços diferenciados ao público-alvo.

Portanto, a Ascenty é a melhor escolha! Em 2023, pelo quarto ano consecutivo, fomos eleitos a empresa líder do quadrante de Colocation no Brasil, referência em toda a América Latina.

Temos um compromisso com qualidade e respeito aos nossos clientes que nos acompanha em todas as etapas. Com um forte investimento em infraestrutura de TI e profissionais de ponta, garantimos que sua empresa tenha as condições ideais para crescer e se destacar no mercado.

A Ascenty tem os maiores Data Centers do país e da América Latina e um serviço personalizado, pronto para te ajudar a identificar a solução que melhor atende suas necessidades. Por isso, não perca tempo e não corra riscos!

Entre em contato agora mesmo com nossos especialistas! Queremos ajudar seu negócio com a melhor infraestrutura digital possível!

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O que é conectividade? Guia completo para empresas do futuro

Você sabe o que é conectividade? Muitas pessoas ainda associam o termo ao acesso via internet, mas a verdade é que o conceito é muito mais amplo e essencial para o desenvolvimento empresarial.

Na prática, estamos lidando com um dos pilares da Era Digital. Isso porque, ela é capaz de impulsionar negócios, ideias, processos e a própria comunicação; tudo isso de forma eficiente e segura.

Então, não é nenhum exagero dizer que a conectividade é a ponte entre uma empresa atual e o futuro. Exatamente por isso, você precisa estar por dentro do assunto e entender como isso pode mudar os rumos da empresa.

Para te ajudar, preparamos este guia com dicas e informações valiosas. Acompanhe!

O que é conectividade?

Conectividade é a capacidade de conectar dispositivos, sistemas, ambientes e dados. Assim, o conceito tem por trás um ideal de integração, garantindo não só o acesso, mas o compartilhamento em tempo real de dados, em vários locais e por diversos usuários.

Então, se te perguntarem o que é conectividade, você já sabe que é a convergência de informações. Ou seja, um modelo de atuação em que tudo e todos estão integrados, independentemente do local e da hora.

É importante saber que este é o caminho para transformar dados em conclusões lógicas e estratégicas dentro da empresa.

Conectividade é muito mais do que conexão!

Embora estejam relacionados, esses dois conceitos não podem ser apontados como sinônimos. Na verdade, a ideia de conexão é mais restrita e pode ser resumida como a ligação entre dois dispositivos.

Por outro lado, a conectividade pressupõe comunicação e integração — e não a simples conexão entre dispositivos. Portanto, a conexão está dentro de conectividade.

A diferença básica é que a última é mais ampla, abarcando todo um ideal de compartilhamento de informações para agilizar processos e conectar pessoas e empresas.

Conectividade é diferente de Cloud Computing!

A computação em nuvem também está intimamente ligada à conectividade. Porém, ela é apenas uma das tecnologias que reforçam a conectividade empresarial.

Em síntese, a Cloud Computing é um dos meios para se obter o acesso rápido às informações. É uma importante aliada da flexibilidade, permitindo o acesso aos dados armazenados fora dos limites da empresa.

Assim, a Computação em Nuvem é um dos pilares da conectividade, viabilizando grande parte da infraestrutura de TI e impulsionando a Transformação Digital.

Como a conectividade favorece o dia a dia das empresas?

Além de entender o que é conectividade, é preciso visualizar sua importância no meio corporativo. Isso porque, o recurso rompe barreiras físicas e garante que a informação esteja em todo lugar e a todo tempo.

Na Era dos Dados, a gestão de um negócio é conduzida com base em informações e elas precisam estar sempre atualizadas e acessíveis. Até porque, a demanda pode partir de diferentes locais, setores e pessoas.

Em um contexto de intensa digitalização de serviços e processos, a conectividade é o que garante a fluidez e a eficiência das atividades empresariais. Assim, ela traz benefícios valiosos, como:

  • acesso aos dados em tempo real para uma tomada de decisão precisa;
  • integração de equipes e empresas;
  • interoperabilidade de dados, sistemas e setores;
  • maior produtividade e menos erros;
  • mais rapidez nas entregas ao cliente;
  • maior nível de personalização de serviços, produtos e atendimento;
  • mais visibilidade para a empresa;
  • estruturação e desenvolvimento do trabalho remoto;
  • melhor relacionamento com parceiros e clientes.

Dito isso, fica claro que investir em tecnologias e parcerias que promovam a conectividade é um ponto essencial para se destacar no mercado atual — repleto de consumidores exigentes e concorrentes de alto nível.

Quais recursos ajudam a interligar pessoas, plataformas e dados?

A materialização da conectividade empresarial passa por diferentes conceitos e tecnologias. Eles são os responsáveis por assegurar que gestores e demais funcionários trabalhem de forma integrada e estratégica.

A lista é extensa e está sendo sempre complementada por novos recursos. Então, selecionados aqueles que são considerados os mais relevantes para o mercado atual — tanto para as empresas, quanto para o consumidor final. Confira!

Fibra ótica

A Fibra ótica é uma das ferramentas mais importantes para a conexão no mundo atual. Aliás, ela é vital para a eficiência da rede mundial de computadores e, claro, dos ecossistemas de conectividade.

O recurso está presente na infraestrutura de todos os provedores de internet do mundo e ajuda a transmitir um imenso volume de dados. Assim, graças às redes de fibra espalhadas por todo o mundo, temos uma banda larga mais robusta e a transmissão de dados em alta velocidade.

É importante destacar que a fibra ótica oferece suporte físico para conectar usuários, Data Centers e os diferentes elos dessa cadeia de conectividade.

Cabos subaquáticos

Os cabos subaquáticos são a “espinha dorsal” das comunicações digitais. Eles representam as redes centrais de larga escala e permitem a interconexão entre provedores, formando uma rede global.

Com o apoio dos Cable Landing Station, os cabos submarinos se conectam a diferentes continentes, transmitindo as informações de um local para outro. Sem eles, a internet e as comunicações como conhecemos não seria possível.

Data Centers

Os Data Centers figuram entre os elementos mais importantes para as empresas atuais, pois centralizam e armazenam informações vitais para o seu funcionamento. Eles estão nesta lista porque um Data Center sem conectividade é apenas um prédio com vários arquivos.

Localizados em várias partes do mundo, esses ambientes contam com uma infraestrutura robusta para armazenar, processar e distribuir dados. Lembrando que existem vários tipos de Data Center e a escolha do modelo ideal depende de várias análises.

Portanto, eles viabilizam o trabalho remoto e a integração de profissionais e serviços dos mais diversos segmentos.

Wi-fi

É impossível falar sobre o que é conectividade sem citar a famosa tecnologia Wi-fi. Ela representa um marco da mobilidade, garantindo a conexão sem fio aos mais diversos dispositivos.

Seja em ambientes corporativos ou domésticos, o Wi-fi transformou o mundo. Antes dele, dependíamos de cabos para executar vários processos e interconectar dispositivos.

5G

Apesar de estar sendo implementada aos poucos no Brasil, o 5G promete revolucionar o cenário da conectividade. Afinal, garantirá uma conexão muito mais rápida e estável com a internet e todo o seu ecossistema.

A tecnologia resolve alguns dos grandes obstáculos da mobilidade empresarial, permitindo um fluxo ágil de dados em alta velocidade, especialmente em redes sem fio.

Conectividade e Data Center: o que essa interação tem a ver com o futuro do seu negócio?

O Data Center sem conectividade é apenas um grande parque de computadores. Por isso, é importante investir em uma infraestrutura que faça parte de um ecossistema de conectividade, interligando nuvens, dados e plataformas de forma rápida e segura.

As empresas modernas precisam operar de forma contínua, compartilhando dados e informações a todo instante. Então, não faz sentido guardar seus dados em um local em que o acesso é lento e burocrático.

Dessa forma, a conectividade é o que garante a fluidez da informação. Ou seja, permite que tudo o que se encontra centralizado nos Data Centers seja acessado e explorado por empresas e pessoas, em qualquer lugar e a qualquer hora.

Um Data Center não pode parar. Afinal, as demandas por dados, processamento e armazenamento são ininterruptas. Isso demonstra sua posição estratégica para o futuro dos negócios.

3 passos em direção a um modelo operacional mais interconectado

À medida que os negócios migram para a nuvem, precisam se preocupar em entender o que é conectividade e como transformá-la em realidade em seu cotidiano. Ou seja, é preciso evoluir para um modelo operacional mais integrado, simples, transparente e ágil.

Nesse sentido, o primeiro passo dessa jornada envolve uma mudança de mentalidade dos líderes, que devem compreender que um Data Center local nem sempre é uma decisão de sucesso.

Felizmente, o mercado já oferece alternativas mais estratégicas, com modelos que agregam uma série de benefícios. Confira, a seguir, algumas ações que podem contribuir nesse sentido!

1. Invista em uma infraestrutura de TI flexível

Com o crescimento acelerado do digital, as empresas precisam dispor de uma infraestrutura de TI capaz de acompanhar os avanços tecnológicos e suas demandas — o que nem sempre é possível com um Data Center local.

Assim, investir em modelos de TI mais flexíveis, como a nuvem e o Data Center Colocation, é uma prática altamente recomendada. Nesse formato, as empresas têm acesso aos recursos computacionais como serviço, pagando somente por aquilo que utilizam.

Além disso, esses ambientes são gerenciados de forma exemplar do ponto de vista da segurança e escalabilidade, pontos críticos para muitos negócios.

2. Tenha parceiros estratégicos e comprometidos com qualidade

Ao mesmo tempo que a TI é transformadora ela é também desafiadora. Isso porque, manter estruturas tecnológicas internas para suprir todas as demandas, além de caro, requer muito conhecimento e tempo.

A melhor alternativa é buscar apoio especializado. Porém, estes parceiros precisam ser comprometidos com a qualidade e a segurança das operações.

Em resumo, ao aderir à uma TI híbrida, você transfere certas responsabilidades a um terceiro. Essas funções são estratégias para seu crescimento e devem ser confiadas a quem entende o assunto e pode, de fato, crescer junto com seu negócio.

3. Preocupe-se com a latência

A latência pode dificultar suas operações e até mesmo impedir que sejam executadas. Por isso, é importante avaliar esse quesito em seu ecossistema de conectividade.

Na prática, Data Centers locais podem sofrer com um problema da latência. Isso porque, nem sempre contam com uma estrutura tecnológica adequada para reduzi-la ou porque os dados não estão próximos dos usuários.

Nesse cenário, a chamada Edge Computing, ou Computação de Borda, tem crescido rapidamente. A partir de Data Centers estrategicamente posicionados e dimensionados, as informações são distribuídas de forma estratégica, se aproximando cada vez mais do usuário final.

Com isso, a latência reduz significativamente, permitindo comunicações mais ágeis e dinâmicas, o que é ideal para determinados processos e serviços, como os financeiros.

O futuro do seu negócio depende da conectividade!

Todas as empresas precisam de um ambiente integrado e com dados disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar. A conectividade é a ponte para o futuro e deixá-la de lado representa perda de competitividade.

Felizmente, hoje, o que não faltam são alternativas, tecnologias e parceiros para integrar os negócios cada vez mais a essa realidade. Então, muito além de entender o que é conectividade, é necessário dar um passo rumo ao mundo “sem barreiras”.

Sem dúvida, essa é a decisão mais econômica, segura e produtiva para os negócios do futuro. Pense nisso!

Agora que você se informou melhor sobre o assunto, aproveite para conferir nosso post sobre a interconexão de data center com a nuvem!

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Eficiência em Conectividade Digital: como a Ascenty garante isso?

Gosta de ouvir ao invés de ler? Então, aperte o play acima e aproveite essa comodidade do blog da Ascenty!

É difícil falar em conectividade digital sem pensar em baixa latência. Do mesmo modo, é praticamente impossível encontrarmos empresas de sucesso operando sem esses dois fatores.

A verdade é que a conectividade digital é um pilar da sociedade moderna. Graças a ela, temos mais inclusão social, melhorias na educação, maior desenvolvimento econômico, transformação digital e experiências positivas no mundo online.

A Ascenty tem orgulho de participar desse movimento de forma ativa no Brasil e na América Latina. São anos investindo na melhoria contínua de nossos serviços e soluções para entregar o que o mercado realmente precisa.

Continue a leitura e descubra por que somos líderes absolutos em serviços de Data Centers e conectividade!

O que é conectividade digital?

A conectividade digital está relacionada ao acesso simples, ágil e eficiente à internet e aos milhares de recursos e tecnologias que ela proporciona. Porém, é um conceito amplo que diz respeito não apenas à capacidade de acesso, mas de interação.  

É importante destacar que essa é uma demanda importante para a sociedade atual. Empresas, governo e cidadão precisam cada vez mais de recursos e tecnologias que conversem entre si e simplifiquem processos.

Na Era Digital, em que os dados, sistemas e aplicações estão totalmente integrados ao cotidiano de pessoas e negócios, todo mundo precisa de conectividade. Contudo, ela não vem sozinha e deve ser entregue de forma ampla e significativa, principalmente com baixa latência, estabilidade e disponibilidade de TI.

O que é baixa latência?

O conceito de baixa latência tem por trás um ideal de transmissão ágil de dados. Ou seja, a latência é reduzida quando a comunicação entre o servidor e o cliente acontece com o menor atraso possível.

Por exemplo, se uma empresa processa seus pagamentos por meio de uma plataforma digital, o ideal é que os registros sejam lançados em tempo real. Isso porque, quando se lida com um grande volume de entradas e saídas, qualquer atraso no processamento pode gerar erros no caixa.

Do ponto de vista do usuário doméstico, a baixa latência também é bastante exigida. Afinal, estamos vivendo na era do “tempo real”. Ao assistir um vídeo ou jogar online, os usuários querem uma experiência ágil ao clicar para abrir um conteúdo ou executar uma ação.

O poder da conectividade digital no mundo moderno

De acordo com dados do Governo Federal, 90% dos lares brasileiros têm acesso à internet. Quando voltamos a atenção para pessoas jurídicas, fica claro o poder do digital. Isso porque, segundo o Centro Regional de Estudos para Sociedade da Informação, 78% das empresas têm redes sociais e 57% dos negócios usam a internet para vender.

Esses dados reforçam a importância da conectividade no mundo moderno. Afinal, grande parte dos serviços, sejam eles públicos ou privados, dependem da conectividade para funcionar em algum momento.

Além disso, é preciso observar que a conectividade digital gera reflexos positivos em vários campos. Ela é determinante para a inclusão social e para o desenvolvimento de todos os setores da economia, como:

  • Varejo;
  • Educação;
  • Saúde;
  • Financeiro;
  • Mídia e Entretenimento;
  • Tecnologia;
  • Governo.
conectividade digital com baixa latência

Eficiência em Conectividade digital: entenda como a Ascenty entrega isso aos seus clientes

A Ascenty foi fundada em 2010 e, ao longo de sua trajetória, teve o privilégio de acompanhar de perto o processo de digitalização no Brasil e na América Latina. Desse modo, a empresa conhece a fundo as características e demandas do nosso mercado.

A experiência adquirida ao longo desses anos foi determinante para que pudéssemos desenvolver e oferecer soluções em Data Center e conectividade de ponta: confiáveis, robustas e aderentes às necessidades do usuário.

Temos a inovação em nosso DNA e acreditamos no poder da conectividade. Por isso, asseguramos máxima conectividade com baixa latência para que sua empresa cresça e se destaque no mercado. Entenda como esses dois conceitos se materializam no cotidiano de nossos clientes e parceiros!

Maior empresa de infraestrutura em Data Center da América Latina

A Ascenty é a maior empresa em infraestrutura de Data Centers da América Latina. Essa posição de destaque é motivo de orgulho e foi alcançado com muita dedicação e grandes investimentos em inovação.

São 34 Data Centers em operação e/ou construção e todos oferecem padrão internacional Tier III. Isso significa que você pode escolher a unidade com a localização mais estratégica para seu negócio e garantir a continuidade de suas atividades.

Além disso, esse reconhecimento não seria possível sem a contribuição de profissionais altamente especializados e com ampla experiência em TI.

Conexão com os maiores provedores de nuvem

Para garantir a máxima conectividade, todos os Data Centers Ascenty oferecem conexão direta com os principais Cloud Providers do mundo. Esse é mais um grande diferencial a favor do seu negócio, garantindo um acesso mais rápido aos seus dados.

Ou seja, independentemente de qual nuvem sua empresa utiliza, a Ascenty tem a infraestrutura e as ferramentas necessárias para garantir um acesso mais eficiente e estável, inclusive de escolher locais distintos para sua conexão..

Rede de fibra óptica própria

Pensando em oferecer ainda mais qualidade, conectividade e agilidade aos nossos clientes e parceiros, implementamos uma rede própria de fibra óptica. São mais de 5 mil km de extensão que ajudam a impulsionar nosso ecossistema de conectividade.

Dessa forma, garantimos circuitos de alto desempenho, ideais para suportar altas demandas de transmissão e compartilhamento de dados com total eficiência.

Conexão com os Cable Landing Stations do Brasil

Além de todos esses diferenciais, a Ascenty se conecta a todos os Cable Landing Stations em atividade no Brasil. Esse diferencial não só permite conexões mais robustas, mas altamente confiáveis e disponíveis, visto que os cabos submarinos são o principal meio de comunicação entre países separados pelo oceano.

Conte com o ecossistema de conectividade digital da Ascenty!

Como vimos, a conectividade digital é um dos pilares para a manutenção e crescimento de um negócio. Sem ela, não há como falar em compartilhamento ágil e seguro de informações e, claro, em colaboração entre equipes e recursos tecnológicos.  

Ciente desse cenário e da importância da interoperabilidade de dados, a Ascenty investe constantemente para oferecer o que há de melhor em infraestrutura e conectividade.

Como líderes de mercado, temos o compromisso de entregar soluções robustas, confiáveis e em conformidade com os mais elevados padrões. Dessa forma, reforçamos não só a conectividade do seu negócio, mas todos os seus processos e serviços.

Entre em contato agora mesmo e conte com a parceria que impulsiona os resultados de negócios de toda a América Latina!

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Web 3.0: conheça a próxima geração da internet!

Que tal ouvir este conteúdo? Aperte o play e aproveite essa comodidade do blog da Ascenty!

A Web 3.0, também conhecida como Web3, trará grandes oportunidades para as empresas que aproveitarem a onda dessa tecnologia nova e em expansão. Na teoria, trata-se do próximo passo da evolução da internet, que promete descentralizar a infraestrutura ao mesmo tempo que potencializa a segurança e privacidade para todos.

Quem ganha? Bom, todo mundo!

Do setor bancário à saúde, automotivo, logística, seguros, jogos, mídia social, manufatura e muito mais, as empresas que adotam a Web 3.0 (e a rede blockchain, smart contracts, criptomoedas e o metaverso) terão uma vantagem sobre seus concorrentes.

Que tal entender mais? Preparamos um breve guia sobre a tecnologia que promete transformar a internet. Confira!

O que é Web 3.0?

A Web 3.0 é a próxima geração da internet. É seguro, disruptivo, descentralizado e livre do controle de poucas operadoras, bem como das organizações de mídia social. É uma versão da internet baseada na tecnologia blockchain e opera em economia baseada em tokens.

A ideia por trás da Web 3.0 é criar uma internet que interprete com precisão a entrada, entenda o que o usuário transmite e permite controle total sobre o tipo de conteúdo que se deseja consumir. Os usuários são responsáveis ​​por suas informações e identidade na Web 3.0, também conhecida como Web Semântica ou Web de Dados Vinculados.

A Web3 é alimentada pela tecnologia blockchain, permitindo aplicativos ponto a ponto descentralizados (dApps).

Essa internet, baseada em blockchain, é controlada por usuários e não por uma autoridade central. E como a Web 3.0 é baseada em dApps, ela elimina a necessidade de armazenamento de dados duplicados. Portanto, os usuários podem controlar seus dados e identidade e decidir quem tem acesso a eles.

A Web 3.0 é mais eficiente que a web tradicional devido aos seus dApps.

Como a Web 3.0 funciona?

A Web 3.0 pode ser considerada uma das revoluções da internet, muito embora a experiência para o usuário final seja quase a mesma. O que muda, essencialmente, é o stack de tecnologia por trás da infraestrutura.

Primeiro, a Web3 conta com uma série de pilares:

  • Aplicações descentralizadas;
  • Camada de apresentação;
  • Camada de interação blockchain;
  • Camada de rede.

Em geral, será uma rede mais robusta, que contará com recursos como:

  • Web semântica: o uso de IA para entender o que o usuário quer ou pretende fazer, com intuito de melhorar a experiência;
  • Web espacial e gráficos 3D: a criação de uma experiência de navegação mais realista e imersiva (o que vai de encontro com o metaverso, inclusive).
  • Criptomoedas e blockchain: uma das maneiras de descentralizar a rede é com uso de blockchain e de transações utilizando criptomoedas.
  • Conectividade ubíqua: aplicativos caracterizados pela conectividade onipresente graças à banda larga, 5G e IoT, que ajudam a acessar informações de vários dispositivos e não apenas do PC.

Além disso, vale também ressaltar que as principais características da Web3 são resumidas em três pontos principais:

  • Descentralização: os dados são mantidos no blockchain em “blocos” e “nós” espalhados por uma vasta rede de computadores, o que significa que suas informações privadas de valor inestimável são seguras e privadas.
  • Tecnologia sem permissão (Permissionless Technology): você pode ingressar em qualquer rede sem pedir permissão. Não há necessidade de renunciar a sua privacidade ou realocar antes de usar um serviço.
  • Segurança: no geral, a Web3 é a versão mais segura da internet até hoje, já que os próprios usuários têm controle sobre suas informações — ou seja, não será possível para que aplicativos e “cookies” rastreiem seus dados a cada clique efetuado.

Web 3.0 e Web 2.0: entenda as principais diferenças

Embora a Web 3.0 e a 2.0 tenham origem semelhante, ambas pretendem resolver o mesmo propósito, ou seja, oferecer a melhor experiência para quem acessa a internet. No entanto, a versão 2.0 busca oferecer uma boa experiência de leitura e escrita de conteúdo. A tecnologia é centrada no conteúdo criado pelo usuário, publicado em mídias sociais e plataformas de rede, blogs e wikis, entre outros serviços.

É fundamentada no conceito de “a web como plataforma”, com origem por volta de 2004, com a ascensão dos blogs. Por outro lado, a Web 3.0 se concentra na essência — em empoderar os usuários de forma individual.

Preparamos uma tabela que vai explicar as principais diferenças, que tal conferir?

Web2Web3
FocoA Web 2.0 se concentra principalmente no desenvolvimento da comunidade.Plataformas de podcast, streaming de vídeo, comunicação e criação de conteúdo são proeminentes na Web 2.0.
Apresentação de conteúdoA Web 2.0 usa cookies para rastrear usuários e oferecer experiências personalizadas.A Web 3.0 usa NFTs para atribuir valor e oferecer algum tipo de vantagens.
Propriedade do conteúdoOs dados são de propriedade e controlados por autoridades centralizadas que os usam da maneira que desejam.Os dados são de propriedade e controlados pelo indivíduo que os criou.
TecnologiasCSS3, HTML5, Ajax e JavaScript são tecnologias proeminentes na Web 2.0.Inteligência artificial, aprendizado de máquina e protocolos descentralizados governarão a Web 3.0.
Tipos de aplicaçãoPlataformas de podcast, streaming de vídeo, comunicação e criação de conteúdo são proeminentes na Web 2.0.A Web 3.0 terá a maioria dos aplicativos baseados em IA e ML (dApps), como portais 3D, jogos integrados e ambientes virtuais multiusuário.

A relação da Web 3.0 e Blockchain

A blockchain é uma das tecnologias base para a Web3, já que é essencial para desenvolver o sistema descentralizado da nova internet.

A Web 3.0 usa a infraestrutura descentralizada do blockchain, permitindo que indivíduos e empresas tornem seus processos transparentes, o que proporciona um maior grau de poder do usuário.

Mas você sabe o que é a blockchain? Basicamente, é um banco de dados que funciona como uma longa cadeia de informações. Cada bloco contém dados que não podem ser alterados após o upload e todos eles, uma vez criados, são considerados imutáveis. O que evita que eles sejam violados ou alterados é a sua natureza comunitária.

Que tal continuar a sua jornada de conhecimento? Após compreender o que é Web3, convidamos você a ler nosso guia sobre blockchain. Confira!

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Fibra Óptica para empresas: como a rede da Ascenty pode te ajudar?

No blog da Ascenty, você pode ouvir o conteúdo sempre que quiser. Clique no play acima ou faça o download e leve a informação com você!

O cotidiano empresarial é dinâmico e repleto de atividades que exigem uma rápida conexão com a internet. Exatamente por isso, a fibra óptica para empresas é uma das bases para o bom desempenho no mercado atual.

Nenhum gestor e empresário deseja perder negócios e oportunidades em razão de problemas técnicos, não é mesmo? Na Era Digital, tudo deve estar disponível em qualquer lugar e a qualquer hora, garantindo decisões estratégicas em tempo real.

A Ascenty é referência em conectividade na América Latina e tem uma rede de fibra óptica exclusiva para ajudar provedores e empresas em seu dia a dia. Então, continue a leitura e saiba mais!

O que é a fibra óptica?

A fibra óptica é um fio altamente flexível produzido com fibra de vidro ou sílica. Essas características são importantes para a condução de luz, imagens e impulsos codificados.

As fibras são extremamente finas (entre 6 e 10 micrômetros) e podem conter vários quilômetros de comprimento. Assim, atravessam as cidades para proporcionar uma melhor experiência aos usuários da internet e impulsionar a conectividade em empresas e residências.

E quando o assunto é velocidade de transmissão, elas são imbatíveis. Isso porque, a maior parte dos cabos têm uma capacidade de transportar dados entre 10 e 40Gbits por segundo. Mas já existem modelos no mercado que chegam a transmitir mais de 15,5 Terabytes por segundo — suportando até 3.000.000 chamadas telefônicas simultâneas ou até 90.000 canais de televisão.

O recurso é, sem dúvidas, uma tendência para o mundo atual. Aliás, segundo estudo da Anatel, a rede de fibra óptica deve alcançar 4.883 municípios brasileiros em 2023.

Como funciona a internet fibra óptica?

A internet fibra óptica é uma revolução tecnológica que veio para assegurar a rápida conexão aos dados por meio de cabos de fibra óptica. Isso porque, funciona por meio da transmissão da luz, o que torna o processo mais eficiente comparado às demais ferramentas existentes.

Nesse sistema, os cabos com fios de cobre são substituídos pela fibra óptica. Assim, por utilizar feixes de luz pulsante, o sinal se torna mais estável e com muito menos interferências.

Para isso, há a emissão de luz no núcleo da fibra em um ângulo chamado de limite. Esse ângulo é o responsável por sucessivas reflexões da luz no interior da fibra sem que ela saia dali de dentro. Dessa maneira, a luz pode viajar longas distâncias sem perder intensidade e acompanha o formato do cabo.

Se você já utilizou uma rede de internet antiga entende na prática o quanto a conexão de banda larga evoluiu. Atualmente, temos um acesso cada vez mais rápido e de qualidade à informação — o que é vital para a operação empresarial.

Fibra óptica para empresas: conheça a rede da Ascenty

Com o foco em oferecer sempre a melhor experiência e serviço, a Ascenty investe cada vez mais em seu Ecossistema de Conectividade. Desse modo, implementamos uma rede de fibra óptica própria, com 5 mil km de extensão.

A principal função dessa rede é interligar de forma rápida e eficiente:

  • Todos os nossos data centers;
  • Os principais provedores de nuvem do mundo;
  • As maiores operadoras de internet do Brasil;
  • PIX (Ponto de Interconexão do IX);
  • Cable Landing Stations do país.

Em resumo, clientes e parceiros da Ascenty têm um reforço poderoso em sua conectividade. Graças aos nossos cabos de fibra óptica, as informações e dados são transmitidos de com extrema rapidez, sem interferência ou perda de estabilidade e qualidade.

Vale destacar que também ofertamos ao mercado o serviço de fibra apagada — que nada mais é que uma fibra óptica instalada, mas ainda inativa. Diversas empresas estão recorrendo a essa solução com o objetivo de ganhar mais escalabilidade, segurança e privacidade.

Máxima conectividade sem atrasos: seja um cliente Ascenty!

O mundo caminha em direção a um cenário em que ambientes robustos e de alta performance são essenciais para o desenvolvimento empresarial e do mercado. A Ascenty não é líder de mercado por acaso, pois além de estar atenta às tendências, se preocupa em contribuir ativamente para essa evolução.

Desse modo, investimos constantemente na composição de soluções de Data Centers que combinam conectividade e baixa latência. É por isso que nossa rede de fibra óptica para empresas é tão poderosa.

Em um cenário em que conceitos como nuvem híbrida e a multicloud ganham cada vez mais relevância no dia a dia corporativo, entregamos a infraestrutura necessária para aproveitá-los: conexão direta por meio de uma rede própria de fibra nova e altamente eficiente.

Assim, garantimos alta conectividade entre os ambientes de servidores físicos, independentemente de onde estejam, com qualquer outro ambiente que precise ser interconectado. E o melhor: tudo isso está disponível para o seu negócio!

Entre em contato agora mesmo com nosso time de especialistas e receba um atendimento personalizado para identificar a melhor solução e estratégia para as suas necessidades!

Tendências de tecnologia para 2025 nos Data Centers do Brasil

O mercado de Data Centers está longe de desacelerar e podemos ver isso nas tendências de tecnologia. À medida que as demandas de conectividade, segurança e escalabilidade crescem, as tendências para 2025 já indicam mudanças na forma como essas infraestruturas serão projetadas e gerenciadas.

A Ascenty é líder em Data Center e conectividade no Brasil e na América Latina e reuniu algumas tendências que devem movimentar o mercado este ano. 

O tema é de extrema relevância. Afinal, o mundo inteiro depende desse recurso para manter tudo funcionando — no escritório ou em casa. E para as empresas, é um dos principais pilares estratégicos para sua operação.

Abaixo, um panorama das inovações que prometem comandar o setor no próximo ano.

Os números não mentem: breve panorama sobre o mercado de Data Center no Brasil

O Brasil continua liderando o mercado de Data Centers na América Latina, representando 50% dos investimentos na região, com uma capacidade instalada de 481 MW de TI até março de 2024.

Segundo a Brasscom, as projeções indicam que o mercado brasileiro de Data Centers deve crescer nos próximos anos. Assim, estima-se que os investimentos no segmento de colocation alcancem US$ 2,07 bilhões em 2024, com expectativa de atingir US$ 3,5 bilhões até 2029, apresentando um crescimento anual de 11,05%.

Além disso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou uma linha de crédito de R$ 2 bilhões para fomentar a implantação de Data Centers no país, que reforçam o compromisso do país em atender às demandas crescentes do setor.

São Paulo continua como o principal hub tecnológico do Brasil, reunindo grandes centros financeiros e negócios digitais. A presença de estruturas como o Data Center Vinhedo, o maior da América Latina, e a conectividade assegurada, consolidam a liderança da região.

10 tendências de tecnologia para Data Centers em 2025

Com base no panorama atual, as tendências para 2025 destacam como o mercado de Data Centers continuará evoluindo. Portanto, veja as áreas que merecem atenção:

1.     Automação de alto nível

A automação em Data Centers não é novidade, mas os avanços em inteligência artificial (IA) estão levando essa prática a um novo patamar. Robôs e algoritmos agora podem monitorar operações críticas, identificar anomalias em tempo real e implementar ajustes antes mesmo que humanos percebam o problema.

Exemplos:

  • sensores inteligentes que detectam variações de temperatura e acionam sistemas de refrigeração de forma autônoma;
  • IA aplicada ao balanceamento de carga, otimizando o uso de energia e reduzindo custos.

Com o “boom” de dispositivos conectados, a gestão manual de infraestruturas complexas já não é mais uma opção. Além disso, a automação será indispensável para manter a eficiência operacional.

2.     Escalabilidade

Quanto mais empresas necessitam de flexibilidade no seu ambiente digital, mais escala é exigida dos Data Centers. Então, para responder a essas demandas, soluções como Data Centers em Hiperescala ou são ideais.

Desse modo, é possível lidar com as demandas e as cargas de trabalho mais facilmente, dando maior poder à empresa e estabilizando suas operações digitais.

É por isso que cada vez mais empresas vêm investindo em hiperconvergência, que virtualiza os elementos de hardware e os define por software.

3.     Edge computing

A centralização dos dados já não atende mais às necessidades atuais. Sendo assim, o edge computing, que processa informações próximo ao usuário final, reduz latência, melhora a experiência e aumenta a resiliência dos sistemas. Essa tendência é impulsionada pela expansão da Internet das Coisas (IoT) e pela necessidade de redes de alta performance para aplicativos em tempo real.

Benefícios:

  • respostas rápidas para aplicações críticas, como veículos autônomos;
  • melhor experiência para usuários finais;
  • mais confiabilidade para redes locais.

No contexto dos Data Centers, a computação de borda também oferece uma solução para cargas de trabalho sensíveis, ou seja, que exigem respostas imediatas e consistentes.

4.     Segurança como prioridade

Ataques cibernéticos estão mais sofisticados e destrutivos. Então, as estratégias de cibersegurança irão além de firewalls tradicionais, utilizando IA para prever e bloquear ameaças antes que causem danos.

Técnicas:

  • segmentação de redes para isolar dados sensíveis;
  • criptografia ponta a ponta entre servidores e dispositivos;
  • modelos preditivos que identificam padrões anormais no tráfego.

5.     Sustentabilidade

Data Centers são conhecidos pelo alto consumo de energia, mas a sustentabilidade está mudando isso. A implementação de práticas sustentáveis, como o uso de energia renovável, refrigeração eficiente e design otimizado, são importantes para atender às demandas ambientais e regulatórias.

Práticas:

  • investimento em energia solar e eólica para alimentar operações;
  • uso de sistemas de refrigeração que minimizam o desperdício de água e energia;
  • certificações ambientais, como a ISO 14001, que atestam o compromisso das empresas com a gestão responsável.

A combinação de TI Verde com inovação tecnológica não é apenas uma exigência do mercado, mas também uma vantagem competitiva no setor.

👉 Aproveite para ver o relatório ESG da Ascenty aqui!

6.     IA generativa

A IA generativa não está limitada à criação de conteúdo. Portanto, no contexto dos Data Centers, ela pode ser aplicada para prever gargalos de performance, simular expansões de infraestrutura e recomendar estratégias mais certeiras de alocação de recursos.

Possibilidades:

  • criação de modelos preditivos que antecipam necessidades de manutenção;
  • simulações para avaliar o impacto de upgrades em tempo real;
  • geração de relatórios detalhados para tomada de decisão.

A análise preditiva permitirá que os gestores dos Data Centers estejam sempre um passo à frente.

7.     Multicloud e nuvens especializadas

O uso de multicloud continua crescendo, mas agora com uma nova vertente: nuvens específicas para setores. Finanças, saúde e manufatura estão adotando soluções desenhadas para atender às suas necessidades exclusivas, trazendo mais segurança, escalabilidade e eficiência.

Benefícios:

  • customização de serviços para atender regulamentações específicas de cada setor;
  • redução de riscos operacionais com fornecedores diversificados;
  • acesso a tecnologias de ponta sem necessidade de customizações extensivas.

A multicloud já não é apenas uma escolha técnica, mas uma decisão estratégica para empresas que buscam resiliência e flexibilidade.

8.     Blockchain

Blockchain continua avançando como solução para operações seguras e confiáveis. Ou seja, além de sua aplicação no setor financeiro, a tecnologia é cada vez mais usada para gerenciar contratos inteligentes, rastrear transações e melhorar a transparência nos processos de governança.

Em Data Centers, o blockchain pode ser aplicado para:

  • garantir integridade nos dados armazenados e transferidos;
  • rastrear auditorias e conformidade de forma automática;
  • criar contratos digitais que gerenciam acessos e permissões em tempo real.

9.     Conectividade de alto desempenho

Com mais dispositivos conectados e volumes de dados explodindo, a conectividade continua sendo um pilar. Dessa forma, redes rápidas e confiáveis são indispensáveis, e infraestruturas como a rede de fibra óptica da Ascenty, conectada aos principais cabos submarinos do Brasil, garantem que essa demanda seja atendida.

Vantagens:

  • redução de interrupções no acesso a dados;
  • conexões otimizadas para aplicações de alta demanda;
  • interconexão global para suportar operações multinacionais.

10.    Aumento da demanda por Colocation

Seguindo uma tendência mundial que prioriza o uso como serviço, estamos presenciando um aumento da demanda Colocation no mercado de Data Center do Brasil. Isso significa que mais empresas estão deixando de investir em infraestruturas próprias.

Por que apostar na solução:

  • redução de custos com infraestrutura física;
  • escalabilidade para atender picos de demanda.;
  • acesso a conectividade e segurança.

A Ascenty, com seus 34 Data Centers em operação, está bem posicionada para atender a essas demandas.

Aproveite as tendências de tecnologia e impulsione seu negócio!

O que você achou das tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil? O ano de 2025 e os seguintes reservam boas expectativas para o setor e isso refletirá em todo o mercado e no próprio desenvolvimento do país.

Como gestor e empresário, sua missão é aproveitar esses avanços a favor de seus resultados. Afinal, a melhoria contínua dos processos e da infraestrutura digital de sua empresa conduzem a um cenário de mais competitividade e lucratividade.

Então, para te ajudar um pouco mais, selecionamos mais um artigo do blog que pode te ajudar. Veja aqui como fazer uma migração de Data Center com segurança e eficiência!

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Infraestrutura Digital: 4 sinais de que seu negócio precisa de mais conectividade

Que tal ouvir este texto? Você pode clicar no play acima ou baixar para conferir o conteúdo sempre que quiser. Aproveite!

Sua empresa tem uma boa infraestrutura digital? No mundo contemporâneo, esse é um dos requisitos para uma operação eficiente e produtiva. Porém, não é raro encontrarmos negócios enfrentando desafios e problemas por ignorar esse fator.

A verdade é que a conectividade não é só um facilitador no cotidiano corporativo. Sem ela, processos simples se tornam complexos, demorados e muito mais caros.

Pensando nisso, selecionamos 4 indícios que demonstram que uma empresa precisa aderir a uma infraestrutura mais moderna e conectada. Acompanhe para entender melhor o cenário e se adaptar!

Antes de tudo, o que é infraestrutura digital?

A infraestrutura digital é um conjunto de recursos e ferramentas que garantem a conectividade de tecnologias físicas e virtuais da empresa. Assim, é indispensável para uma operação mais moderna e flexível.

Ela engloba a computação, o armazenamento, a conectividade de rede, a gestão de dados, o Data Center e as plataformas IaaS, PaaS e SaaS, por exemplo. Juntos, todos esses elementos, garantem que o negócio funcione de forma eficiente, integrada e digital.

O papel da infraestrutura digital no futuro das empresas

Em um mercado que valoriza cada vez mais o Digital First, não há dúvidas de que os negócios digitais dependem de uma boa infraestrutura digital. Isso porque, estamos falando de um pilar para o seu desenvolvimento.

Além de ser indispensável para estruturar um modelo globalizado de atuação, ela permite o acesso a ecossistemas e recursos que são fundamentais para aprimorar processos, serviços e produtos.

Em resumo, em um mercado altamente competitivo, não há como sobreviver e crescer preso a velhos métodos, processos e ferramentas. A modernização é uma meta que conduz ao sucesso e depende de conectividade.

Felizmente, os gestores já estão percebendo isso e ampliando seus investimentos. Aliás, segundo o estudo “O Futuro da Infraestrutura Digital” da IDC, a infraestrutura digital é a base para a agilidade e inovação.

A previsão é que, até 2026, 65% das empresas priorizarão o consumo de infraestrutura como serviço para reduzir gastos com TI e driblar a falta de profissionais qualificados na área. Além disso, até 2024, 40% dos aplicativos dos negócios digitais dependerão de conectividade entre provedores.

É importante destacar que falaremos cada vez mais em serviços, especialmente no consumo de infraestrutura. Afinal, porque ter todos os custos e desafios de um data center próprio, se você pode investir no colocation?

4 sinais de que seu negócio precisa de mais conectividade

No mundo atual, não é exagero dizer que as plataformas digitais são parte essencial da estrutura de um negócio. Assim, aqueles que reconhecem essa ligação desfrutam de mais produtividade, lucratividade e resiliência tecnológica.

Por outro lado, a falta de conectividade e infraestrutura digital provocam uma série de dificuldades que podem frear seu crescimento. Confira 4 deles e verifique se o seu negócio está enfrentando esses desafios!

1.      Suas equipes não conseguem trabalhar de forma colaborativa

Colaboradores que não conversam, silos de informações, retrabalhos e erros em processos são sinais claros da falta de conectividade. Afinal, o trabalho colaborativo e integrado garante uma operação fluida e alinhada com os mesmos objetivos.

O futuro das empresas será marcado pela interconexão de Data Centers com a nuvem e pela interoperabilidade e confiança das plataformas digitais, sistemas, banco de dados e provedores. Por isso, é importante ficar atento ao quanto isso pode afetar seus resultados e se adaptar.

2.      Sua infraestrutura não acompanha o crescimento da empresa

Investir em modernização e digitalização pode impulsionar o crescimento da empresa. Porém, a falta da uma infraestrutura digital de qualidade é uma barreira para esse desenvolvimento.

Imagine só conquistar novos mercados e clientes, mas não conseguir armazenar e gerenciar todos os dados que essa expansão traz consigo? Ou ainda ser incapaz de manter o padrão de qualidade e agilidade do serviço por falta de suporte tecnológico?

Se você já começou a identificar esse tipo de situação, é hora de agir. Para isso, procure a ajuda de fornecedores especializados!

3.      Seu negócio sofre com perda de dados e informações estratégicas

Os dados são a base para a tomada de decisão em empresas digitais. Isso porque, eles respondem a todos os questionamentos e ajudam a direcionar esforços e investimentos naquilo que trará os melhores resultados.

Entretanto, muitas empresas sofrem com a perda de informações. Sobre isso, vale dizer que nada adianta coletar os dados, se eles não forem devidamente armazenados.

Além disso, todo gestor atual precisa considerar e se preparar para mitigar ataques cibernéticos. O vazamento de dados pessoais é um dos grandes problemas empresariais e tem sérias consequências. 

4.      O acesso e a transferência de dados são lentos

Por fim, suas equipes perdem tempo para acessar e compartilhar dados, arquivos e informações? Esse é mais um indício da falta conectividade e infraestrutura digital.

Na era do tempo real, a lentidão para acessar um documento é um grande problema. Além de gerar uma má experiência, isso pode inviabilizar processos, reduzir a produtividade e provocar a perda de oportunidades.

Invista em infraestrutura digital e seja destaque no mercado!

Podemos concluir que a infraestrutura digital pode agregar valor aos negócios, dando a eles condições de crescer de forma escalável e produtiva. Afinal, não há como conquistar integração e conectividade sem uma base tecnológica de qualidade.

Nesse cenário, a capacidade de firmar boas parcerias será decisiva para os resultados empresariais. Ou seja, se unir a fornecedores de infraestrutura digital experientes e com capacidade de suporte é o grande diferencial dos negócios digitais.

A Ascenty é líder absoluta em Data Center na América Latina. Mas sua atuação vai muito além disso, uma vez que oferece um verdadeiro ecossistema de conectividade para que sua empresa esteja online o tempo todo.

Temos a solução ideal para as suas necessidades e vamos ajudá-lo a aprimorar sua infraestrutura, conectividade, segurança e escalabilidade. Fale agora mesmo com um de nossos especialistas!

2023

2023

  • Iniciamos a operação do Data Centers de São Paulo 4.
  • A empresa ainda é classificada como líder, pelo quarto ano consecutivo, do Quadrante de Serviços de Colocation no Brasil do ISG Provider Lens 2023™
  • Ascenty é líder no mercado de Data Center Colocation na América Latina segundo relatório da Frost & Sullivan

2022

2022

  • Iniciamos a operação de dois Data Centers do México 1 e 2, Chile 2, Hortolândia 5 e a construção de São Paulo 4.
  • Fomos certificados, pelo segundo consecutivo, como um empresa 100% Carbono Neutro.
  • Conquistamos 4 novas certificações: 9001, 22301, 27701, 45001 e 37301.

Por que escolher um Data Center Carrier Neutral?

Que tal ouvir este texto ao invés de ler? Essa é uma comodidade do blog da Ascenty para você. Basta clicar no play acima e aproveitar!

O Data Center Carrier Neutral é uma resposta às novas demandas do mercado empresarial, mas muitos gestores ainda não o conhecem. Este conteúdo o ajudará a entender por que ele é a sua melhor escolha!

Nos últimos anos, presenciamos o avanço e a construção de novos Data Centers em todo o mundo. Essa rápida evolução do mercado está ligada à expansão acelerada da internet e de suas inúmeras aplicações e, claro, do crescimento do uso de dados.

Assim, com uma demanda cada vez maior, essas poderosas infraestruturas estão em constante evolução e deram origem a um formato ainda mais eficiente, flexível e inovador: o Carrier Neutral.

Enquanto esse tipo de Data Center permite o acesso e a interconexão com diversas operadoras diferentes, seu antecessor — Carrier Specific — limita as opções da empresa. Ou seja, restringe o controle do fluxo de dados a uma única operadora.

Mas essa não é a única diferença entre eles. A seguir, falaremos sobre as principais vantagens do modelo neutro e o que você deve considerar ao escolher seu Data Center. Continue conosco!

O que é um Data Center Carrier Neutral?

O Data Center Carrier Neutral (Data Center Neutro em relação a operadoras), é um padrão de instalação de infraestrutura de TI que oferece um ambiente neutro e imparcial para a conexão e interconexão de várias operadoras de telecomunicações.

Assim, nesse tipo de data center, não há preferência ou exclusividade por uma única operadora de telecomunicações. Em outras palavras, um Data Center Carrier Neutral é um formato que possibilita a conexão e compartilhamento de dados entre diferentes:

  • Operadoras de telecomunicações;
  • Provedores de Serviços de Internet (ISPs);
  • Empresas de rede.  

Essa neutralidade oferece mais flexibilidade e liberdade para as empresas, já que elas têm autonomia para escolher os provedores de serviços e parceiros que melhor atendam às suas necessidades.

6 benefícios do Data Center Carrier Neutral para o seu negócio

O Carrier Neutral tem se destacado como uma opção altamente vantajosa. Afinal, é capaz de oferecer para organizações de todos os setores e tamanhos uma série de diferenciais que são essenciais para seu crescimento

De flexibilidade de escolha à resiliência de rede aprimorada, existem muitos benefícios que merecem ser destacados e que demonstram que ele é a escolha ideal para quem busca excelência operacional. Confira!

1. Utilize qualquer operadora

Uma solução de Data Center Colocation oferece um alto nível de controle e escalabilidade. Assim, reduz a necessidade de desenvolver novos projetos sempre que a demanda da empresa aumentar ou diminuir.

Somado a isso, a característica de neutralidade expande ainda mais essa oportunidade de economia. Afinal, o negócio pode utilizar qualquer operadora em um Data Center Carrier Neutral.

Em outras palavras, você tem liberdade para escolher o fornecedor que entrega o melhor contrato. Ou seja, aquele que atenda às suas necessidades com melhor custo-benefício.

2. Mais escalabilidade e competitividade

A flexibilidade para fazer alterações ágeis em sua estratégia de gerenciamento de dados é outra vantagem para quem utiliza a solução de Colocation Carrier Neutral.

Nesse caso, com alguns comandos em uma interface ou uma simples ligação para a central, é possível aumentar ou diminuir a capacidade de transmissão de redes.

Toda essa escalabilidade e flexibilidade representam uma vantagem competitiva em um mercado tão acirrado. Aliás, essa característica é muito importante para as organizações que trabalham com processos e uso de dados que exigem acesso imediato e a qualquer hora do dia.

3. Mais liberdade e flexibilidade para seu negócio

Mudar em casos de emergência é muito mais fácil quando você tem várias opções disponíveis, não é verdade? Assim, a flexibilidade de poder utilizar diferentes operadoras em seu Data Center é mais um diferencial das alternativas neutras. 

Lembrando que, como os Data Centers Carrier Neutral não pertencem a uma operadora específica, isso também significa mais resiliência no acesso aos dados de sua empresa.

4. Redundância local e regional

Os Data Centers Carrier Neutral contam com redundância local e regional. Mas o que isso significa? Basicamente, esse termo diz respeito à duplicação das informações que estão armazenadas nesses ambientes. 

O objetivo é fornecer acesso aos seus dados em caso de falhas nos hardwares, danos e até mesmo desastres naturais na sede da empresa que fornece o Colocation.  

Esse benefício é extremamente valioso, pois dá às organizações a segurança necessária para proteger seus investimentos em dados e infraestrutura virtual. Afinal, estarão resguardados mesmo diante de graves imprevistos.

5. Redução de gastos

Um dos principais benefícios de optar por um Data Center Carrier Neutral é a significativa redução de gastos que o modelo promove. Tal economia pode ser obtida de diferentes maneiras, como:

  • Competição de preços: ao permitir o acesso a várias operadoras de telecomunicações, um Data Center Carrier Neutral incentiva a competição entre elas. Isso cria um ambiente propício para negociações mais vantajosas e preços mais competitivos em termos de serviços de conectividade e largura de banda;
  • Evita custos de infraestrutura adicional: ao adotar um Data Center Carrier Neutral, sua empresa não precisa investir em infraestrutura adicional para atender às demandas de diferentes operadoras. Isso elimina a necessidade de construir e manter várias instalações separadas;
  • Otimização de desempenho: ao selecionar as operadoras de telecomunicações mais adequadas para as suas necessidades, você obtém uma rede mais eficiente. Sendo assim, ao minimizar problemas de desempenho, é possível evitar custos associados à perda de produtividade e danos à reputação da sua marca.

6. Menos riscos de perder seus dados

O Data Center Carrier Neutral também é vantajoso do ponto de vista da Segurança dos Dados. Isso porque, a redundância de provedores oferece uma alternativa em caso de falhas ou interrupções, garantindo a continuidade dos serviços.

Além disso, muitos Data Centers desse tipo fornecem serviços de backup e recuperação de dados, armazenando suas informações contra perdas acidentais ou danos. Em conjunto com medidas de segurança física avançadas, seus dados estarão sempre protegidos e disponíveis.

O que você não pode ignorar na hora de escolher seu Data Center Carrier Neutral?

Ao escolher um Data Center Carrier Neutral para a sua empresa, é essencial ter em mente que alguns aspectos não podem ser ignorados. Nesse sentido, dois elementos fundamentais são a largura de banda e o backbone da internet. Confira!

Largura de banda

A largura de banda determina a capacidade de transferência de dados da sua empresa. Por isso, trata-se de um fator essencial para o sucesso das operações, sobretudo quando se lida com grandes volumes de informações.  

Sendo assim, um Data Center Carrier Neutral deve oferecer diferentes opções de largura de banda, permitindo que você escolha a que atende melhor às suas necessidades.

Vale lembrar que uma largura de banda adequada garante uma conexão rápida e confiável. Ou seja, permite que seus sistemas e aplicativos funcionem de forma eficiente, sem atrasos na transmissão de dados.

Backbone da internet

O backbone da internet refere-se à infraestrutura de rede de alta capacidade que interliga os Data Centers e os provedores de serviços em todo o mundo. Assim, ao escolher um Data Center Carrier Neutral, é fundamental garantir que ele esteja conectado a um backbone de internet robusto e confiável.

Um backbone poderoso garante que seus dados sejam transmitidos de forma eficiente e segura, com menor latência e maior resiliência. Isso é especialmente importante se sua empresa depende de transferências de dados intensivas ou aplicações que exigem uma conexão de alta qualidade.

Por que as empresas escolhem o Data Center Carrier Neutral da Ascenty?

Quando o assunto é Data Center Carrier Neutral, a Ascenty se destaca como uma das empresas de maior prestígio e credibilidade no setor. Prova disso, é o fato de que clientes de todos os segmentos e portes investem nessa parceira.

Todo esse reconhecimento é resultado de um conjunto de benefícios e diferenciais que somente a líder em Data Center e Conectividade da América Latina é capaz de entregar. Confira!

Maior empresa de Data Center da América Latina.

A Ascenty ocupa o posto de maior empresa de Data Center da América Latina e oferece uma infraestrutura de ponta. A marca é sinônimo de serviços de alta qualidade e que impulsionam os negócios de empresas de todos os portes.

É importante mencionar que a liderança na região não é fruto apenas de sua grandiosa infraestrutura. Na verdade, é também um reflexo da confiança de seus clientes em sua experiência e visão inovadora.

Com mais de 13 anos de atuação, fornecemos Data Centers Carrier Neutral confiáveis e escaláveis.

Data Centers sustentáveis

A Ascenty tem um compromisso assumido com a sustentabilidade. Por isso, adota práticas ambientalmente responsáveis em seus Data Centers e está sempre em busca de inovações que fortaleçam esse importante quesito.

Nesse contexto, toda a sua infraestrutura é projetada e operada de forma eficiente, utilizando tecnologias de ponta para reduzir o consumo de energia e o descarte de resíduos na natureza.

Portanto, ao escolher a Ascenty, as empresas têm a tranquilidade de utilizar um Data Center Carrier Neutral que atende aos mais altos padrões de sustentabilidade.

Máxima conectividade com todos os provedores de nuvem

A Ascenty oferece máxima conectividade com os principais provedores de nuvem do mundo. Com isso, garante aos seus clientes acesso fácil e rápido aos serviços, independentemente da hora e do local.

Essa conexão direta com os provedores de nuvem permite uma experiência de conectividade perfeita, com baixa latência e alto desempenho. Assim, atendemos às demandas de negócios modernos e fomentamos a transformação digital.

Mais de 34 Data Centers em operação e/ou construção com localizações estratégicas no Brasil, Chile, Colômbia e México

Como a maior empresa do segmento de Data Centers na América Latina, a Ascenty conta com uma infraestrutura robusta, com mais de 34 instalações em operação e/ou construção.

Esses Data Centers estão estrategicamente localizados no Brasil, Chile, Colômbia e México, e oferecem uma ampla cobertura geográfica. Portanto, você poderá escolher a melhor localização para armazenar seus dados.

Cliente Ascenty tem sempre a melhor infraestrutura, com a maior flexibilidade e conectividade!

Em um contexto em que a conectividade é peça chave para o sucesso das operações empresariais, contar com uma infraestrutura segura, escalável e de alto desempenho pode fazer toda diferença. É por isso que muitas empresas optam pelos Data Centers Carrier Neutral da Ascenty!

Como vimos, essa decisão abre as portas da inovação e garante o que há de mais eficiente, flexível e sustentável em termos de infraestrutura de TI. Assim, não importa quais sejam suas necessidades e desafios, cliente Ascenty tem exatamente aquilo que necessita.

Entre em contato agora e seja parceiro da maior empresa de Data Center da América Latina!

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Coordenador de de Operações DC – SP

  • Vaga: Coordenador de Operações DC
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Ensino superior completo nas áreas de Engenharia – Elétrica/Eletrônica, ou Mecânica, ou Automação ou Correlatas
  • Idiomas: Desejável Inglês Avançado
  • Local de Trabalho: Osasco – SP
  • Horário de Trabalho: Horário Comercial
  • Sigla: COORD.OP

       Principais Atividades:

  • Coordenação da equipe de operação dos sistemas de Energia e Ar-Condicionado de missão crítica do Data Center;
  • Coordenação e controle dos calendários de manutenção preventiva, preditiva e corretiva, interação e coordenação dos fornecedores e prestadores de serviço;
  • Coordenar treinamentos e preparação técnica da equipe. Realizar a gestão de ponto eletrônico, férias, engajamento e motivação da equipe;
  • Interação e coordenação das demandas dos clientes, participar de reuniões com as equipes nacional e estrangeira dos clientes, elaborar e gerir relatórios técnicos de indicadores mensais, manter e coordenar os planos de atividades de rotina;
  • Assegurar os controles de parâmetros ambientais das salas de servidores para garantia dos acordos contratados com os clientes.

      Experiência anterior:

  • Experiência com instalações de missão crítica como Hospitais, Bancos, Governo, mas principalmente em Data Center;
  • Experiência como coordenador de equipe, de preferência em áreas de missão crítica;
  • Experiência mínima com interação com clientes estrangeiros será considerado como diferencial.

Líder Técnico – SP

  • Vaga: Líder Técnico
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Ensino médio completo, desejável curso técnico de ar condicionado e ou Elétrica
  • Idiomas: Inglês Avançado
  • Local de Trabalho:  Osasco – SP
  • Horário de Trabalho: Horário comercial
  • Sigla: LID.TEC

       Principais Atividades:

  • Garantir que a melhor técnica seja utilizada durante as manutenções preventiva, preditiva e corretiva nos equipamentos e nas instalações do data center;
  • Suporte técnico aos analistas de infraestrutura e os auxiliares de manutenção;
  • Acompanhar manutenções em campo;
  • Criar e ministrar treinamentos para a equipe;
  • Buscar soluções para problemas técnicos apresentados pelo data center;
  • Criação e melhorias de processos e documentos de manutenção (MOPs);
  • Análise de causa raiz;
  • Garantir a reposição de materiais empregados nas manutenções;
  • Sempre que necessário efetuar o deslocamento entre unidades e fornecedores utilizando veículos da empresa.

      Experiência anterior:

  • Experiência em gestão de infraestrutura de Data Center;
  • Conhecimentos avançados em equipamentos elétricos (UPS, baterias, geradores, transformadores, painéis elétricos, inversores de frequência, etc);
  • Conhecimentos avançados de equipamentos de ar condicionado e refrigeração (chilleres, fan coils, selfs, splits, centrífugas, ventiladores, bombas, etc).
  • Conhecimento avançado nas ferramentas do pacote office.

Na Febraban Tech, Ascenty anuncia início de operação de seu 24º data center e compra de terreno em São Paulo para expansão

Em participação inédita no principal evento de tecnologia bancária, Ascenty revela investimentos para o setor financeiro, área que cresceu 50% em clientes nos últimos dois anos

A Ascenty, empresa líder no mercado de data centers na América Latina com 34 unidades no Brasil, Chile, México e Colômbia, participa pela primeira vez da Febraban Tech, principal evento de tecnologia e inovação do setor financeiro, com anúncios de investimentos voltados aos clientes de finanças.

Durante a feira, que ocorre de 27 a 29 de junho de 2023, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, a Ascenty estará com um Lounge Coffee, ao lado da Arena Fintech, para anunciar o início de operação do quarto data center em seu campus de Osasco (SP) e a compra de um terreno de 47.430,46 m² na mesma região.

O novo data center – São Paulo 4 – entra em funcionamento com 5,5 MW de uma capacidade total de 9 MW onde a empresa possui um total de seis infraestruturas, quatro em operação e duas em construção. Já na nova área, equivalente a pouco mais de quatro campos de futebol, serão erguidas novas unidades com início de construção e valores de investimento em fase de planejamento.

Essa expansão está em linha com a estratégia de avanço do portfólio para o mercado de enterprise, que inclui os segmentos de tecnologia, telecom, finanças, varejo, agronegócio e saúde. A participação da Ascenty na Febraban Tech visa expandir contratos com o setor financeiro, que registrou crescimento de 50% em número de clientes nos últimos dois anos.

“Nosso objetivo é expandir a operação e atender à crescente demanda por data centers de classe mundial e conectividade de excelência na região de São Paulo, especialmente para bancos, fundos de investimentos, fintechs e empresas de meios de pagamento”, revela Marcos Siqueira, vice-presidente de operações da Ascenty. “Quatro dos cinco maiores bancos do Brasil já estão com a Ascenty, seja em colocation ou conectividade, e o setor financeiro está entre os três que mais crescem na empresa”, acrescenta.

O terreno adquirido em Osasco consiste em uma das últimas áreas com alta disponibilidade de energia na Grande São Paulo, condição indispensável para o funcionamento de grandes data centers. Além disso, a localidade abriga o Network Access Point (NAP), tem acesso direto aos PIX de São Paulo e Campinas e, ainda, está interconectada à estação de cabos submarinos de Praia Grande (SP), por meio dos 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária da Ascenty.

Outro diferencial de mercado da Ascenty é possuir todas as unidades classificadas como Tier 3 – que certificam os data centers com a maior disponibilidade do mercado –, além de ser a única empresa latino-americana de data centers signatária do Pacto Global da ONU, com mais de 200 certificações de excelência em gestão ambiental e responsabilidade social corporativa. A empresa, ainda, está na zona de excelência em atendimento ao cliente da Net Promoter Score nos últimos cinco anos.

Serviço – Ascenty na Febraban Tech

Quando: de 27 a 29 de junho de 2023

Onde: Transamerica Expo Center

Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo

Estande da Ascenty: Coffee Lounge 01 – ao lado da Arena Fintech

Mais informações: site

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Mês do Meio Ambiente e Data Centers: inovação e boas práticas a favor da natureza

O que acha de ouvir este conteúdo? Clique no play abaixo e aproveite essa comodidade do blog da Ascenty!

Você já parou para pensar sobre o impacto do armazenamento de dados no planeta? Essa é uma discussão extremamente relevante, especialmente no Mês do Meio Ambiente.

Com o avanço tecnológico e da demanda por serviços digitais, os Data Centers se tornaram vitais para a sociedade moderna. Afinal, eles armazenam, processam e distribuem um grande volume de dados essenciais para a aplicativos, sistemas, serviços em nuvem e outras tecnologias do nosso cotidiano.

No entanto, não podemos ignorar os desafios que isso gera do ponto de vista ambiental. A Ascenty acredita que inovação e sustentabilidade podem caminhar juntas e o que não faltam são bons exemplos disso.

Sendo assim, o que acha de aprofundarmos no assunto? Continue conosco e veja como Data Centers e proteção ao Meio Ambiente estão cada vez mais conectados!

Qual é o Mês do Meio Ambiente?

Junho é considerado o Mês do Meio Ambiente em todo o mundo. Ele foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano e se tornou essencial para o desenvolvimento sustentável.

O intuito das ações promovidas nesse período é ampliar a consciência sobre os desafios ambientais e incentivar a participação das pessoas, empresas e governos na proteção do planeta. Assim, seu maior objetivo é chamar a atenção de toda a sociedade para um tema tão importante.

É importante dizer que essa é uma pauta cada vez mais valorizada no mundo moderno. Portanto, é dever de todos se engajar e investir em boas práticas que contribuam para um futuro mais verde.

A Declaração de Estocolmo de 1972: um marco para o desenvolvimento sustentável

A Declaração de Estocolmo de 1972 deu início a uma nova era no campo da proteção ambiental. Isso porque, impulsionou a conscientização sobre os desafios ambientais e a necessidade de ações concretas.

A partir da Conferência da ONU, foi possível criar órgãos, tratados, e acordos internacionais para abordar tais questões. Sobre isso, vale destacar o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Convenção sobre Diversidade Biológica.

Além disso, o documento deu origem a alguns princípios de proteção ambiental que, até hoje, direcionam as ações da sociedade quando falamos em sustentabilidade, como:

  • Princípio da Responsabilidade;
  • Princípio do Desenvolvimento Sustentável;
  • Princípio da Precaução;
  • Princípio da Cooperação Global.

Mês do Meio Ambiente e Data Centers: o que esperar para o futuro?

Estudos apontam que os últimos 6 anos foram os mais quentes desde 1880. Os números são alarmantes e chamam a atenção para ações imediatas que, aliás, é um dever de todos os setores.

Por isso, o mercado de Data Center tem se engajado nessa luta, não apenas durante o Mês do Meio Ambiente. Afinal, um futuro sustentável é construído pouco a pouco e depende de constância e perseverança.

Atualmente, é inquestionável a importância dos dados na evolução das empresas e da própria sociedade. Assim, é normal que a demanda por Data Centers cresça, já que eles são os responsáveis por guardar todo esse tesouro.

Nesse sentido, há uma previsão de que o consumo de energia nos Data Centers cresça mais de 12 vezes até o final de 2030 — passando de 200 TWh em 2016, para 2.967 TWh. Previsões como essa soam como um alerta e reforçam a necessidade de as empresas investirem ainda mais em boas práticas no setor.

Por isso, a Ascenty, líder do segmento na América Latina, vem priorizando a TI Verde há alguns anos e já colhe excelentes resultados. Cada vez mais, investimos em soluções e tecnologias com apelo ambiental, reforçando o nosso compromisso com meio ambiente e, principalmente, com a sociedade.

Data Center Sustentável? Sim, é possível!

Data Center e Sustentabilidade não só podem, como devem caminhar juntos. Aliás, existem bons exemplos no mercado que comprovam que os esforços valem a pena e garantem um futuro mais verde.

Vale lembrar que a eficiência energética é uma das maiores tendências para os próximos anos no setor. Isso porque, a digitalização e o processamento de dados estão no centro da economia e isso exige mais infraestrutura.

Nesse sentido, é possível trabalhar diferentes frentes para reduzir o consumo nos Data Centers. Afinal, existem diversos processos envolvidos, cada um com seu nível de impacto, como:

  • Climatização;
  • Sistemas e equipamentos de TI;
  • Fontes de alimentação;
  • Ambientes e suporte;
  • Iluminação.

Para termos um Data Center Verde nenhum detalhe pode ser ignorado. Alguns aspectos são mais críticos do que outros, mas é sempre possível otimizar atividades e recursos para torná-los sustentáveis.

Inovação e boas práticas em Data Centers em prol do Meio Ambiente

Depois de entender todo esse cenário, você pode estar se perguntando como é possível conquistar bons resultados na prática. Esse é um trabalho que requer dedicação, já que envolve diversos processos diferentes.

Entretanto, não há dúvidas de que inovação e boas práticas são a chave para promover o uso estratégico das informações no mundo sem prejudicar a natureza. Veja, a seguir, boas práticas que estão contribuindo para o desenvolvimento sustentável do setor!

Uso de energia renovável em Data Centers

Adotar energia renovável é um grande passo para um Data Center Sustentável. Lembrando que isso pode ser feito por meio de usinas próprias ou a partir de parcerias com fornecedores externos, especializados na geração e distribuição de energia limpa.

Práticas adequadas de descarte de lixo

Os Data Centers produzem lixo eletrônico e comum. Por isso, é importante assegurar um descarte consciente e adequado de todos os tipos de resíduos.

Em outras palavras, é importante estimular e promover a reciclagem. Para isso, muitas empresas firmam parcerias com instituições especializadas e que garantem uma destinação sustentável para o lixo.

Redução do consumo de água

E como reduzir o consumo de água nos Data Centers? Em primeiro lugar, é possível implementar mecanismos e sistemas de resfriamento mais eficientes.

Além disso, o reuso de água em processos secundários e a implementação de equipamentos que consomem menos recursos são estratégias eficientes. Por fim, medidas de conscientização dos colaboradores são sempre bem-vindas.

Adoção de tecnologias verdes e mais econômicas

Outra boa prática a ser replicada é a utilização de tecnologias verdes e mais econômicas. Assim, é válido substituir lâmpadas convencionais por iluminação em LED, que são mais econômicas e têm uma maior vida útil.

No mesmo sentido, o investimento em equipamentos modernos e que possuem melhor eficiência energética traz bons resultados, ajudando a reduzir ainda mais o consumo de energia e de recursos naturais no setor.

Redução da emissão de carbono

A emissão de carbono e gases do efeito estufa pelos Data Centers é uma preocupação recorrente do setor. Felizmente, as grandes empresas já estão se esforçando para reduzir esses índices, implementando ações estratégicas e sustentáveis, como o uso de energia renovável e a otimização dos sistemas de refrigeração.

O futuro do planeta é responsabilidade de todos!

Diante dos desafios ambientais que enfrentamos, é preciso reconhecer que a preservação do meio ambiente é responsabilidade de todos. Portanto, boas ações devem ser prioridade em todos os níveis: individual, empresarial e governamental.

Empresas com Data Center próprio têm o dever de adotar práticas sustentáveis em suas operações. Isso começa com a escolha de equipamentos eficientes e se estende pela manutenção dos ambientes até o descarte adequado de lixo eletrônico.

Da mesma forma, os negócios que terceirizam serviços de Data Center devem optar por empresas de Data Center que compartilham dos mesmos valores ambientais e que sejam reconhecidas pelo seu compromisso com o tema.

Gostou deste conteúdo e tem interesse em aprender um pouco mais? Baixe o nosso e-book sobre TI Verde!

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Como a interoperabilidade de dados reduz problemas de produtividade empresarial?

Está sem tempo para ler? Aperte o play abaixo e ouça este conteúdo!

Em um contexto de digitalização nas empresas, cresce a demanda por novas estratégias para reforçar a interoperabilidade de dados. Isso porque, é fundamental garantirmos que equipes e profissionais trabalhem de maneira mais colaborativa e integrada.

Se, há alguns anos, essa era uma realidade difícil de ser implementada, não é mais. A tecnologia permite a formulação de ambientes de trabalho totalmente conectados, em que a informação está disponível a todos de maneira ágil e eficiente.

A interoperabilidade, portanto, é a base para a estruturação de verdadeiros ecossistemas informativos. Neles, todos falam a mesma língua, não importa se os softwares são fornecidos por empresas distintas ou se os profissionais atuam em diferentes setores.

Essa troca de informações reduz uma série de problemas de produtividade empresarial e, como veremos a seguir, podem mudar os rumos do seu negócio. Acompanhe!

O que é interoperabilidade?

Falar em interoperabilidade é falar da aptidão que uma infraestrutura digital ou física tem para se comunicar e operar de forma integrada. Assim, desde sistemas, ferramentas e banco de dados, até data centers e servidores em nuvem, o ideal é que tudo opere de maneira interligada — como um verdadeiro ecossistema.

Em resumo, embora distintos, todos os recursos funcionam de forma integrada: compartilhando dados, informações e recursos com total visibilidade e produtividade.

Portanto, a interoperabilidade não é apenas uma integração de dados e sistemas. É muito mais do que isso! É a capacidade de se comunicar, processar e transmitir informações que são essenciais para o funcionamento da empresa. 

Interoperabilidade de dados e conectividade: o combo ideal para empresas digitais

Interoperabilidade e conectividade são conceitos que se completam. Afinal, empresas modernas precisam desses dois elementos para atingirem seus objetivos e conquistarem mais produtividade e lucratividade.

A interoperabilidade otimiza e reforça a conectividade. Assim, em um cenário ideal, toda empresa precisa investir e aprimorar esses dois pilares para se manter competitiva.

Em um contexto de intensa digitalização de processos e serviços, não basta conectar ambientes e pessoas por meio de redes e da internet. É preciso garantir que esses e outros recursos falem a mesma língua, compartilhem padrões e tenham interoperabilidade.

Esse tipo de mentalidade agrega vantagens importantes, como:

  • compartilhamento de informações;
  • transparência e visualização do que é relevante e necessário;
  • acesso e navegação simplificados entre sistemas e arquivos;
  • descentralização de tarefas;
  • integração de equipes, sistemas e serviços.

É interessante destacar que um estudo da NewVantage Partners concluiu que 92% das empresas afirmam ter alcançado um valor significativo a partir do uso de dados. Ou seja, ter os dados disponíveis e saber como usá-los faz toda a diferença no sucesso empresarial.

Por que seu negócio precisa de interoperabilidade de dados?

A interoperabilidade de dados favorece o dia a dia das empresas. Imagine que o seu negócio ainda trabalhe com documentos em papel e faça o armazenamento interno desses arquivos. Assim, sempre que um funcionário precisa de um dado, deve procurar manualmente o documento.

Por mais organizado que seja seu acervo, ele perderá um tempo valioso nessa busca. E o pior: o documento pode nem ser encontrado, pois pode ser extraviado, danificado ou realocado.

Isso acontece porque falta interoperabilidade de dados. Ou seja, a gestão dos arquivos é isolada, sem a devida integração com os demais processos.

Dito isso, fica claro que investir em modernização e conectividade é um passo necessário para empresas que desejam crescer de forma escalável e produtiva e fortalecer pontos estratégicos, como os listados a seguir. Confira!

Trabalho colaborativo entre equipes e profissionais

Ao materializar a interoperabilidade de dados dentro da empresa, equipes e profissionais podem trabalhar de forma mais colaborativa. Assim, todos contribuem com os projetos e atualizam as informações em tempo real.

Na prática, é possível convergir esforços e colocar todos os elos da empresa em sintonia. Afinal, há o compartilhamento de dados, o acesso simplificado a recursos e a execução eficiente de tarefas e processos — e tudo isso pode ocorrer de forma remota e descentralizada.

Agilidade na tomada de decisão

A interoperabilidade de dados garante mais visibilidade e disponibilidade das informações. Essas características simplificam o trabalho dos gestores, que podem tomar suas decisões de forma mais ágil e segura.

Desse modo, com dados visíveis e à disposição em qualquer lugar e qualquer hora, todo o subsídio necessário para fazer escolhas coerentes e vantajosas para a empresa estará sempre ao alcance.

Menos erros e retrabalhos

Com mais visibilidade e integração de dados, a probabilidade de erros nos processos é mínima. Além disso, como as equipes podem se comunicar e compartilhar informações em tempo real, não há o risco de repetirem ações já executadas por falta de documentação.

Essas são vantagens valiosas para qualquer tipo de empresa e para todos os setores: saúde, educação, financeiro e marketing. Todos podem ter uma rotina mais eficiente, livre de erros e retrabalho.

Redução de custos

A interoperabilidade de dados torna a comunicação mais ágil e eficiente. Isso, por si só, já gera um reflexo positivo de redução estratégica de custos, o que ajuda a empresa a se tornar mais lucrativa e competitiva.

Mas, vale destacar que muitas empresas dependem de diferentes soluções tecnológicas para suportar suas atividades. Assim, desde sistemas antigos, banco de dados e plataformas de dados, tudo precisa estar integrado a um único ecossistema.

Essa integração é a chave para a eficiência operacional. Em um ambiente integrado, os processos fluem rapidamente, erros são menos comuns e a produtividade é máxima; e tudo isso ajuda a reduzir custos.

Melhore seus resultados com a Ascenty!

A interoperabilidade de dados é um meio pelo qual as empresas podem melhorar seus resultados e conquistar mais conectividade. Afinal, em um cenário de operações abrangentes e dinâmicas, não se pode perder tempo e produtividade com sistemas isolados e dados que não fluem na velocidade necessária.

Nesse sentido, a Ascenty, referência na América Latina em Data Center e conectividade, conta com uma infraestrutura de ponta para manter o seu negócio conectado e altamente produtivo.

Nossos clientes desfrutam de uma infraestrutura digital completa e altamente confiável para crescer de forma escalável e colaborativa. Aliás, oferecemos soluções personalizadas, capazes de suprir as demandas do presente e do futuro de negócios que querem crescer de maneira inovadora, integrada e eficiente.

Conheça o ecossistema de conectividade da Ascenty e entenda como podemos ajudar você a superar os desafios da Transformação Digital!

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Gerente de Parcerias e Alianças – SP

  • Vaga: Gerente de Parcerias e Alianças
  • Escolaridade: Ensino Superior Completo na área Tecnologia, desejável MBA em Vendas ou Marketing
  • Idiomas: Inglês Fluente (premissa) e Espanhol Avançado
  • Diferencial: Conhecimentos em serviços de Colocation e Conectividade
  • Local de Trabalho: Osasco – SP
  • Horário de Trabalho: Horário Comercial
  • Sigla: GER.PARCERIAS

       Principais Atividades:

  • Buscar oportunidades de novas parcerias na América Latina;
  • Buscar fortalecer parcerias existentes na América Latina;
  • Interação com time global para trazer mais negócios para a América Latina;
  • Apoiar time de Vendas em reuniões com parceiros;
  • Acompanhamento de Forecast e Pipeline.

      Experiência anterior:

  • Experiência com Serviço de Data Centers – Colocation e Conectividade;
  • Experiência em relacionamento com empresas de TI e fabricantes de hardware.

Gerente de Contas – SP

  • Vaga: Gerente de Contas
  • Quantidade: 02
  • Escolaridade: Ensino Superior Completo na área de TI (MBA será um diferencial)
  • Idiomas: Inglês Fluente – Premissa. Espanhol Fluente é um diferencial
  • Diferencial: Conhecimentos em serviços de Colocation e Conectividade
  • Local de Trabalho: Osasco – SP (Flex)
  • Horário de Trabalho: Horário Comercial
  • Sigla: GER.CON

       Principais Atividades:

  • Construção de relacionamento com Novos Clientes;
  • Responsável pela gestão da sua carteira de clientes (Upgrade, Downgrade e Churn);
  • Metas: Metas Trimestrais com planejamento das principais oportunidades e atendimento de padrões Ascenty de qualidade;
  • Atualização frequente de previsão e status na ferramenta de vendas;
  • Facilidade em comunicação e empatia com outras áreas da empresa como financeiro, jurídico e todas outras áreas operacionais.

      Experiência anterior:

  • Experiência sólida com serviços de Tecnologia, preferencialmente com Serviços de Data Centers – Colocation e Conectividade.

Assistente Administrativo Comercial – SP

  • Vaga: Assistente Administrativo Comercial
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Ensino Médio completo, desejável cursando Ensino Superior em Administração ou Finanças
  • Local de Trabalho: Osasco – SP
  • Horário de Trabalho: Horário comercial
  • Sigla: ASSIST.COM

       Principais Atividades:

  • Atendimento ao cliente em relação a processos administrativos;
  • Controlar e organizar contratos de clientes;
  • Atendimento administrativo pós-venda;
  • Suporte a equipe comercial e marketing;
  • Suporte as áreas relacionadas como faturamento, projetos e fiscal.

      Experiência anterior:

  • Experiência na área administrativa com interação com time de vendas;
  • Desejável experiência com a ferramenta Salesforce;
  • Conhecimento e experiencia com ferramentas do pacote office, principalmente Excel.

Auxiliar de Manutenção – HTL

  • Vaga: Auxiliar de Manutenção
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Ensino médio completo
  • Local de Trabalho: Hortolândia – SP
  • Horário de Trabalho: Horário comercial
  • Sigla: Manut.HTL

       Principais Atividades:

  • Atuar na manutenção das instalações hidráulica e civil em geral de suporte ao Data Center;
  • Realizar pinturas, preventivas em telhados, ajustes em encanamentos, limpeza de calhas e pequenos reparos;
  • Executar reparos em sistemas hidráulicos, alvenaria, pisos e revestimentos.

      Experiência anterior:

  • Conhecimentos avançados de manutenção civil;
  • Experiência no uso de recursos computacionais, incluindo pacote Office.

Analista de Infraestrutura – SP e HTL

  • Vaga: Analista de Infraestrutura
  • Quantidade: 02
  • Escolaridade: Técnico em Eletricista/Eletrotécnica ou Refrigeração
  • Curso: NR 10 e SEP, NR 35
  • Local de Trabalho: Hortolândia e Osasco – SP
  • Horário de Trabalho: Disponibilidade para atuar em escala 12×36 noturno e diurno
  • Sigla: INFRA.HTL (Hortolândia) ou INFRA.SPO (Osasco)

       Principais Atividades:

  • Manutenção preventiva/corretiva de painéis elétricos, operação de geradores de grande porte, conhecimento em UPS, ATS, STS e Subestações de baixa e média tensão;
  • Operar e executar manutenção sistema BMS e de automação predial;
  • Executar ativações e movimentações nas instalações elétricas e equipamentos elétricos de suporte ao data center;
  • Manutenção preventiva/corretiva de equipamentos de refrigeração industriais (chillers, fancoils, bombas); Operação de sistemas de Ar-condicionado de grande porte.
  • Acompanhar e supervisionar operadores de empresa terceira durante manutenções e vistorias.

      Experiência anterior:

  • Vivência e conhecimento sobre operação e manutenção de sites de Missão Crítica/ Datacenters;
  • Conhecimento de operação em Subestação de Baixa e Média Tensão;
  • Conhecimentos de equipamentos de ar condicionado e refrigeração (chilleres, fan coils, selfs, splits, centrífugas, ventiladores, bombas, etc);
  • Manutenção preventiva/corretiva quadros elétricos;
  • Experiência avançada no uso de recursos computacionais, incluindo pacote Office.

Por que todas as empresas devem priorizar a Sustentabilidade Digital?

O que acha de ouvir este conteúdo? Essa é uma comodidade do blog da Ascenty. Basta clicar no play abaixo!

Falar sobre sustentabilidade digital é muito importante. Aliás, já faz algum tempo que as empresas começaram a investir tempo e dinheiro nesse sentido. Isso porque, com o agravamento das condições climáticas ao redor do mundo, é evidente que precisamos remediar as ações do homem na natureza.

À primeira vista, o digital pode parecer longe de ser o problema. No entanto, manter toda rede e ecossistema digitais custa caro para o meio ambiente.

Além da fabricação de componentes eletrônicos, é necessário muita energia para fazer toda estrutura de rede, dados, conteúdo e comunicação funcionar. Mas porque isso merece a atenção de sua empresa?

Simples: em pouco tempo, essa será uma das pautas mais importantes para todos os negócios. Que tal se o seu começar a se preocupar agora?

Neste conteúdo, explicamos tudo sobre a sustentabilidade digital, sua importância, o que uma empresa precisa para se tornar digitalmente sustentável e mais! Continue a leitura!

O que é a Sustentabilidade Digital?

A sustentabilidade digital é o conjunto de atividades relativas à gestão social, econômica e ambiental, aplicados a produtos, serviços e dados digitais online. Seu objetivo é avançar na direção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas por meio da implantação de tecnologias que criam, usam, transmitem ou fornecem dados eletrônicos — com foco no sustentável.

Além disso, os objetivos econômicos que orientam essas atividades focam na criação de valor para a sociedade e o meio ambiente. Para alcançar a sustentabilidade digital, as organizações usam tecnologias avançadas e eficientes, bem como práticas modernas de gestão de infraestrutura de TI.

As empresas que adotam a sustentabilidade digital como meta podem usar processos digitais, ferramentas e modelos de previsão para medir os ganhos potenciais em relação ao impacto que seu sucesso pode ter no meio ambiente.

Esses mesmos negócios são capazes de, então, trabalhar para mitigar qualquer impacto ambiental potencial de suas operações, enquanto ainda proporcionam bens e serviços valiosos a seus consumidores.

Como anda a preocupação das empresas com a sustentabilidade digital?

Atualmente, a preocupação com a sustentabilidade é crescente entre consumidores, organizações, iniciativas sociais e governos. Aliás, é difícil encontrar alguém que não pense sobre o assunto ou uma empresa que atue de forma irresponsável quando o assunto é meio ambiente.

Afinal, com os últimos avanços e mudanças no mercado, o mundo se tornou ainda mais dependente da tecnologia. No entanto, do outro lado da moeda, já entendemos que o uso intenso do ambiente digital e de seus recursos tem um preço.

É por isso que o termo sustentabilidade digital é tão relevante. Com essa prática, as empresas aproveitam o potencial da tecnologia, protegendo a natureza e sem comprometer seu sucesso.

A digitalização com foco na sustentabilidade permite que as organizações desenvolvam e implantem tecnologias para garantir competitividade e crescimento de longo prazo. Porém, tudo é feito dentro dos limites ambientais e seguindo o direcionamento dos objetivos estabelecidos pela ONU.

Com essa perspectiva, cada vez mais empresas buscam a sustentabilidade digital para:

  • Reduzir custos, otimizar as operações de negócios e minimizar o impacto ambiental negativo;
  • Gerar novos fluxos de receita e ter um efeito positivo na sociedade, desenvolvendo novos modelos de negócios disruptivos e transformadores ou propostas de valor;
  • Usar tecnologia de ponta, como IA, ML, Blockchain e realidade aumentada para facilitar novos modelos de negócios e propostas de valor que possam atender às necessidades globais de maneiras radicalmente diferentes e sustentáveis.

E a sua empresa? Como aderir à sustentabilidade digital?

E então, como a sua empresa pode começar a desenvolver uma cultura de sustentabilidade digital que favorece os negócios e contribui com o meio ambiente? Pode parecer uma tarefa complexa, mas a verdade é que tudo começa com pequenas atividades.

Para te ajudar, separamos algumas dicas valiosas. Veja!

1. Otimize as operações internas

Busque informações de vários departamentos sobre quais aspectos a tecnologia pode melhorar e onde existem falhas ambientais. Ou seja, escute seu time e conte com o apoio de todos para identificar oportunidades de fazer a diferença.

2. Abrace o trabalho remoto

Reuniões virtuais e plataformas de comunicação digital demonstraram seu valor na redução dos custos de deslocamento, viagens de negócios e manutenção de espaços físicos de escritório.

Como prática de negócios sustentável, o trabalho remoto deve ser uma prioridade. Sendo assim, avalie os cargos e funções que podem exercer suas funções de casa e aposte nessa estratégia.

3. Escolha tecnologias com foco em eficiência energética

Vários elementos de infraestrutura, como servidores de dados, exigem quantidades significativas de energia para realizar seu trabalho.

Para evitar frustrar seus próprios esforços por meio do consumo excessivo, escolha ferramentas projetadas para eficiência energética. Além disso, invista em parcerias com fornecedores que usam fontes renováveis e são certificados em gestão ambiental.

4. Gerencie seus recursos de forma eficaz

Para implementar efetivamente as iniciativas de sustentabilidade, as organizações precisam integrar informações e processos de todas as funções de negócios sustentáveis ​​em um banco de dados consolidado, a partir do qual podem ser monitorados e gerenciados.

Um sistema como o ERP permite que as empresas centralizem todas as atividades de negócios ​​em um único sistema para que possam acompanhar seu desempenho, incluindo os indicadores de sustentabilidade.

5. Desenvolva parcerias estratégicas

Parceiros da cadeia de suprimentos, fornecedores de hardware e provedores de software, como serviço (SaaS), podem ajudar a fornecer os recursos, experiência e infraestrutura para apoiar seus esforços de sustentabilidade digital.

Portanto, escolha aqueles que já engajam, se preocupam e investem na questão sustentável, para assegurar que todo seu supply chain se alinhe aos seus objetivos.

Como a Ascenty trabalha o conceito de sustentabilidade digital?

A sustentabilidade digital é um tema sério na Ascenty, que possui certificações como a ISO 14001, ISO 45001, ISO 50001 e o certificado de Carbono Neutro. Aliás, todos estão voltados para as diretrizes ESG — que focam em sustentabilidade, governança e ações sociais.

Líder em data centers em toda América Latina, a empresa entende que sua infraestrutura demanda energia. Por isso, aposta em soluções, boas práticas e inovações que tornam suas operações 100% alinhadas à sustentabilidade digital e física.

Que tal seguir aprendendo sobre o conceito? Então confira nosso artigo sobre TI Verde e sua importância para as empresas!

Coordenador de Propostas – SP

  • Vaga: Coordenador de Propostas
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Superior completo em Engenharia Civil/ Elétrica/ Telecomunicações/ Mecânica
  • Idiomas:Inglês avançado e Espanhol intermediário (diferencial)
  • Local de Trabalho: Osasco – SP
  • Horário de Trabalho: Horário Comercial
  • Sigla: Coord.Prop

       Principais Atividades:

  • Elaboração de CAPEX das obras;
  • Respostas a RFIs e RFPs;
  • Coordenar a elaboração dos projetos preliminares das obras dos Data Centers para as RFPs;
  • Validar e coordenar as atividades diárias dos times de projetos e empreiteiros das obras;
  • Trabalhar em conjunto com a área de Operações e Facilities nas respostas dos questionamentos dos clientes;
  • Cobrar as propostas dos fornecedores;
  • Manter contato recorrente com os clientes, apresentando e reportando o andamento das obras, projetos e propostas;

      Experiência anterior:

  • Vivência com obras de grande porte, civil, sistemas elétricos, CFTV, Cabeamento Estruturado, Controle de Acesso e BMS (Automação);
  • Experiência com elaboração desenhos técnicos, conhecimento de orçamentos e montagem de Infraestrutura;
  • Habilidades para coordenar diversas equipes de obras simultaneamente;
  • Experiência com relatórios de obras
  • Vicência com gerenciamento de equipe;
  • Domínio de AUTOCAD.

Arquiteto de Soluções – SP

  • Vaga: Arquiteto de Soluções
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Superior completo em Engenharia, Tecnologia, Telecomunicações ou áreas correlatas
  • Idiomas: Inglês Avançado , espanhol intermediário
  • Local de Trabalho: Osasco – SP
  • Horário de Trabalho: Horário comercial
  • Sigla: Arq.Soluções

       Principais Atividades:

  • Desenvolver solução técnica e propostas de Colocation, Conectividade e Cloud Connect que sejam aderente ao escopo dos clientes;
  • Buscar novas tecnologias e padrões para aumentar a excelência das soluções;
  • Realizar apresentações técnicas e comerciais para os clientes e prospects;
  • Acompanhar reuniões com Executivos de Contas;
  • Interagir com os times internos e fornecedores em busca de soluções e alternativas comerciais;
  • Escrever e otimizar os documentos pertinentes a área.

      Experiência anterior:

  • Experiência em Arquitetura de Soluções;
  • Experiência em operações de Data Center e Telecom;
  • Conhecimento em processos de RFI / RFP, infraestrutura de Data Center (Colocation), Telecom (IP, MPLS, DWDM e Dark Fiber) e conectividade com nuvens públicas

Líder Técnico VIN – SP

  • Vaga: Líder Técnico
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Ensino médio completo, desejável curso técnico de ar condicionado e ou Elétrica
  • Idiomas: Inglês Avançado
  • Local de Trabalho:  Vinhedo – SP
  • Horário de Trabalho: Horário comercial
  • Sigla: LID.TEC

       Principais Atividades:

  • Garantir que a melhor técnica seja utilizada durante as manutenções preventiva, preditiva e corretiva nos equipamentos e nas instalações do data center;
  • Suporte técnico aos analistas de infraestrutura e os auxiliares de manutenção;
  • Acompanhar manutenções em campo;
  • Criar e ministrar treinamentos para a equipe;
  • Buscar soluções para problemas técnicos apresentados pelo data center;
  • Criação e melhorias de processos e documentos de manutenção (MOPs);
  • Análise de causa raiz;
  • Garantir a reposição de materiais empregados nas manutenções;
  • Sempre que necessário efetuar o deslocamento entre unidades e fornecedores utilizando veículos da empresa.

      Experiência anterior:

  • Experiência em gestão de infraestrutura de Data Center;
  • Conhecimentos avançados em equipamentos elétricos (UPS, baterias, geradores, transformadores, painéis elétricos, inversores de frequência, etc);
  • Conhecimentos avançados de equipamentos de ar condicionado e refrigeração (chilleres, fan coils, selfs, splits, centrífugas, ventiladores, bombas, etc).
  • Conhecimento avançado nas ferramentas do pacote office.

Analista de Infraestrutura – VIN

  • Vaga: Analista de Infraestrutura
  • Quantidade: 04
  • Escolaridade: Técnico em Eletricista/Eletrotécnica ou Refrigeração
  • Cursos: NR 10 e SEP, NR 35
  • Local de Trabalho: Vinhedo – SP
  • Horário de Trabalho: Disponibilidade para atuar em escala 12×36 noturno e diurno
  • Sigla: INFRA.VIN

       Principais Atividades:

  • Manutenção preventiva/corretiva de painéis elétricos, operação de geradores de grande porte, conhecimento em UPS, ATS, STS e Subestações de baixa e média tensão;
  • Operar e executar manutenção sistema BMS e de automação predial;
  • Executar ativações e movimentações nas instalações elétricas e equipamentos elétricos de suporte ao data center;
  • Manutenção preventiva/corretiva de equipamentos de refrigeração industriais (chillers, fancoils, bombas); Operação de sistemas de Ar-condicionado de grande porte.
  • Acompanhar e supervisionar operadores de empresa terceira durante manutenções e vistorias.

      Experiência anterior:

  • Vivência e conhecimento sobre operação e manutenção de sites de Missão Crítica/ Datacenters;
  • Conhecimento de operação em Subestação de Baixa e Média Tensão;
  • Conhecimentos de equipamentos de ar condicionado e refrigeração (chilleres, fan coils, selfs, splits, centrífugas, ventiladores, bombas, etc);
  • Manutenção preventiva/corretiva quadros elétricos;
  • Experiência avançada no uso de recursos computacionais, incluindo pacote Office

Analista de DCOC – Vin

  • Vaga: Analista DCOC
  • Quantidade: 02
  • Escolaridade: Ensino médio completo, desejável curso técnico de ar condicionado e ou Elétrica com CREA.
  • Local de Trabalho: Vinhedo – SP
  • Horário de Trabalho: Disponibilidade para atuação em horário comercial ou escala 12×36 diurna/ noturna.
  • Sigla: An.DCOC

       Principais Atividades:

  • Operar o monitoramento 24×7, nas tratativas de alarmes e incidentes via sistemas de BMS, CSM, ITSM, chamadas e emergência;                                   
  • Seguir os processos voltados ao Operation Center;                                         
  • Realizar com qualidade o monitoramento, configuração de alarmes, verificação de logs, além de aderência aos procedimentos;                                                  
  • Triagem e acompanhamento de ocorrências de alarmes até encerramento completo;
  • Atuação operacional em situações decorrentes dos Alarmes, realizando o escalonamento quando necessário, seguindo as regras, dentro dos SLAs e SLOs estabelecidos;                                                                                                
  • Investigação de possíveis problemas, resposta a urgências e emergências, responder aos alarmes gerados nas ferramentas conforme procedimentos estabelecidos;
  • Acompanhamento de níveis de serviço do setor (SLA de tickets, ligações, SLO de equipes resolvedoras);                                                                              
  • Elaboração de relatórios, interação com os analistas de segurança dos sites na resposta a alarmes.

      Experiência anterior:

  • Experiência em ambientes de missão crítica;
  • Experiência em atividades como resposta a incidentes, análise de vulnerabilidades;
  • Conhecimentos em monitoramento de alarmes e reposta a incidentes.

Coordenador de Segurança – SP

  • Vaga: Coordenador de Segurança
  • Quantidade: 01
  • Escolaridade: Segundo grau completo, desejável nível superior
  • Idiomas: Desejável Inglês Avançado
  • Local de Trabalho: Osasco – SP
  • Horário de Trabalho: Horário Comercial
  • Sigla: COORD.SEG

       Principais Atividades:

  • Coordenação do time de Segurança;
  • Controle de emissão e recebimento de notas fiscais;
  • Gestão de procedimento de controle de acesso;
  • Atendimento de demanda dos clientes do site
  • Acompanhar e supervisionar atividades de empresas terceiras;
  • Coordenar equipe de analistas, garantindo a segurança física do DC;
  • Realizar acompanhamento de segurança junto ao cliente;
  • Garantir a conformidade nos acessos ao Data center;
  • Acompanhar auditorias internas, externas e de clientes, garantido a conformidade nos assuntos de segurança;
  • Realizar periodicamente atualizações e revisões nas políticas, processos e procedimentos da área de segurança;
  • Apresentar relatórios quantitativos de sua área/equipe;
  • Garantir aderência aos processos e procedimentos de segurança , qualidade e governança por parte de colaboradores, clientes, fornecedores e terceiros..

      Experiência anterior:

  • Experiência em operação de CFTV;
  • Experiência em análise de risco, conceitos de segurança física (seguranças por camadas, 4 D’s de segurança);
  • Bons conhecimentos em sistemas de segurança física;
  • Boas habilidades com gestão de equipe;
  • Bons conhecimentos em pacote office.

Empresas de Data Center: o que avaliar antes de assinar contrato?

O que acha de ouvir esse conteúdo ao invés de ler? Você pode dar o play agora mesmo ou baixar para ouvir depois. Aproveite essa comodidade!

A evolução da Transformação Digital impulsiona a produção e o uso de dados em negócios de todos os portes e segmentos. Por isso, a busca por empresas de Data Center também está crescendo.

A questão é que o mercado está repleto de fornecedores e escolher o parceiro ideal pode ser um grande desafio. Pensando nisso, preparamos este conteúdo para te ajudar a tomar uma decisão segura e vantajosa.

A seguir, você poderá conferir quais aspectos não devem ser ignorados antes de assinar contrato e escolher o seu Data Center. Confira!

Qual a importância das empresas de Data Center?

Nunca se produziu tantos dados como atualmente e, segundo a IDC, o mundo terá um total de 175 Zettabytes de dados até 2025. Isso é um reflexo da digitalização das empresas, do aumento de pesquisas na internet, das redes sociais e de várias atividades comuns na Era Digital.

Com tantas informações disponíveis, as organizações têm em mãos a oportunidade de transformar números em inteligência para crescer e encantar seu cliente. Mas, para isso, precisam do apoio das empresas de Data Center.

Essas parceiras são as responsáveis pelo armazenamento seguro, além da disponibilidade e conectividade das informações. Sem elas, seu negócio deixa de aproveitar esse oceano de dados valiosos e fica em desvantagem no mercado.

Portanto, podemos entender que um bom fornecedor pode impulsionar o crescimento empresarial. Afinal, fornece a infraestrutura necessária para implementar uma gestão realmente estratégica, de forma ágil e econômica.

migração de data center ebook

Checklist para escolher e contratar uma empresa de Data Center

O Data Center é o “cérebro” da empresa. Lá, se encontram equipamentos de ponta para receber, armazenar, processar e distribuir as informações que o seu negócio precisa para crescer.

Assim, do armazenamento até o processamento de dados para obter valor e respostas: tudo passa por suas robustas infraestruturas de TI. Em um mercado tão competitivo, não dá para ignorar seu papel, não é mesmo?

É importante dizer que os centros de processamento de dados evoluíram com a tecnologia. Ou seja, as empresas provedoras desses serviços estão apostando em novos recursos para proporcionar mais agilidade, segurança e qualidade aos seus serviços.

Mas a verdade é que Data Center não é tudo igual! Você precisa fazer uma boa escolha para usufruir do que há de melhor no mercado. Veja o que analisar antes da contratação!

1. Infraestrutura e escalabilidade

Empresas de Data Center precisam contar com uma boa infraestrutura, capaz de acompanhar o crescimento do seu negócio e oferecer o suporte tecnológico necessário ao longo de toda a jornada de transformação. Afinal, o desejo e o objetivo de toda empresa é crescer.

Um “cérebro” que não consegue se expandir mais atrapalha do que ajuda. Por isso, é importante pesquisar e selecionar os fornecedores com a melhor e maior infraestrutura.

Essas características garantirão escalabilidade às operações, com recursos sempre bem dimensionados, considerando as demandas presentes, mas, principalmente, as demandas futuras.

2. Conectividade

Um Data Center sem conectividade é como uma ilha. A empresa escolhida precisa entender e trabalhar ativamente para que seus dados estejam sempre disponíveis e possam ser compartilhados em tempo real, onde você estiver.

Hoje, com operações altamente dinâmicas e descentralizadas, os dados precisam fluir de um ponto a outro. Mais do que isso, devem estar à disposição de diferentes agentes, garantindo uma tomada de decisão rápida e inteligente.

Nesse cenário, a latência também é um ponto importante, já que a informação deve ser entregue no menor tempo possível.

Como você bem sabe, processos críticos, como os financeiros, não podem sofrer com gargalos e lentidão. As informações precisam ser atualizadas e transmitidas em tempo real, evitando erros e conclusões equivocadas.

ecossistema de conectividade da Ascenty

3. Credibilidade da empresa

A credibilidade da empresa de Data Center é um indício do seu nível de qualidade e confiabilidade. Com o crescimento da demanda, muitas empresas entraram no mercado, mas quantidade não é sinônimo de qualidade.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão, a sua empresa precisa avaliar bem o histórico do parceiro, buscando aqueles mais experientes e de maior credibilidade. Lembre-se de que o seu sucesso dependerá da eficiência e comprometimento desse negócio.

A decisão mais segura é se unir a empresas sérias, com know-how e amplo reconhecimento do mercado para lidar com os desafios da Era Digital.

4. Nível de satisfação dos clientes

Clientes satisfeitos (ou insatisfeitos) não podem ser ignorados. Afinal, essa é uma das maiores demonstrações de que o fornecedor é sério, eficiente, seguro e comprometido com o desenvolvimento dos seus contratantes.

Por isso, antes de assinar contrato, avalie como a empresa de Data Center lida com os seus clientes e suas demandas. Nesse ponto, é importante ficar atento a existência de reclamações e entender como as falhas apresentadas podem impactar sua rotina.

Lembre-se de que um bom parceiro deve ser acessível e interconectado com as empresas que o contratam. Além disso, ele precisa estar envolvido com os projetos do cliente, auxiliando e buscando novas soluções para otimizar seus processos e resultados.

5. Qualidade do suporte e do atendimento

A qualidade e a agilidade do suporte e do atendimento também devem ser avaliadas. Já pensou não obter resposta quando você mais precisar?

A oferta de um atendimento consultivo e com foco no cliente são diferenciais importantes e que fazem a diferença no dia a dia de qualquer empresa. Da mesma forma, o uso de ferramentas automatizadas, que reportam falhas nas operações ao parceiro, deve ser valorizado.

Isso não só reduz o tempo de resposta, mas auxilia todos os envolvidos no processo de otimização dos processos, tornando-os mais estáveis, seguros e confiáveis.

6. Segurança

Por fim, você deve avaliar o nível de segurança oferecido pela empresa de Data Center. Esse é um ponto crítico da Transformação Digital, pois muitas ameaças virtuais podem afetar a privacidade dos dados e a continuidade de negócios.

Nesse contexto, a escolha do parceiro deve se pautar em uma análise criteriosa da infraestrutura tecnológica do ambiente de dados. É preciso considerar a disponibilidade de ferramentas de proteção, assim como a aplicação de políticas e boas práticas de segurança voltadas à infraestrutura e às pessoas.

Lembre-se de que bons parceiros colocam a segurança em primeiro lugar, pois sabem dos prejuízos financeiros e à reputação que invasões e vazamentos de dados podem implicar.

A Empresa de Data Center ideal faz o seu negócio crescer!

A avaliação das empresas de Data Center é uma das etapas mais importantes para o sucesso de um negócio da Era Digital. O tempo investido com essas análises representará uma operação fluida, segura e pautada no uso estratégico dos dados.

Ao se aliar a parceiros especializados, sua empresa tem muito mais chances de crescer de forma eficiente, superando os diferentes desafios que podem surgir.

Além disso, essa é uma forma mais econômica e estratégica para se ter acesso a recursos e políticas de ponta, o que seria mais difícil atuando por conta própria e sem o auxílio das empresas de Data Center.

Gostou deste conteúdo? Aproveite para conferir também nosso post sobre os problemas de conectividade e seguir aprendendo mais sobre o tema!

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Conheça os tipos de Data Center e suas principais características

Explore mais sobre o tema! Clique para ouvir o artigo agora.

Que tal ouvir esse conteúdo? Basta clicar no play acima e aproveitar essa comodidade do blog da Ascenty!

Os dados estão no centro das decisões corporativas e isso exige que os líderes conheçam bem os tipos de Data Center disponíveis. Afinal, o mercado está evoluindo e a infraestrutura utilizada deve ser capaz de atender às demandas do negócio.

No passado, a localização dos arquivos determinava onde o trabalho deveria ser desenvolvido. Hoje, essa realidade mudou e a existência de várias equipes operando em home office e ao mesmo tempo deixa claro que os dados precisam estar sempre disponíveis e acessíveis.

A boa notícia é que o Datar Center não está mais limitado às paredes da sua empresa. Pelo contrário, já existem modelos mais flexíveis, econômicos e altamente eficientes — para todos os portes, demandas e tipos de negócio. Quer conhecê-los? Continue a leitura!

O papel do Data Center na evolução das empresas

Um Data Center é projetado para lidar com um grande volume de dados. Em um mercado cada vez mais acirrado e estratégico, fica claro o quanto ele é vital e determinante para o desenvolvimento empresarial.

Graças a essa estrutura, seu negócio consegue operar de forma eficiente e colaborativa, independentemente de onde os funcionários estejam. Afinal, o tráfego de dados rápido e seguro dá suporte à tomada de decisão e a vários recursos digitais que dependem dessas informações.

Portanto, o Data Center não é apenas útil. Ele é um elemento essencial para o dia a dia das empresas da Era Digital, desempenhando diferentes funções, como:

  • Hospedar softwares e aplicativos, como CRM e ERP;
  • Impulsionar o Big Data, o Machine Learning e a Inteligência Artificial;
  • Assegurar transações de alto volume no comércio eletrônico;
  • Garantir o armazenamento seguro e eficiente de dados;
  • Executar as rotinas de backup;
  • Garantir facilidade de conectividade com as principais operadoras e internet exchanges do mercado.

Dito isso, não é exagero afirmar que praticamente o funcionamento de quase todas os setores, de uma forma ou de outra, dependem dos recursos fornecidos pelo Data Center.

A arquitetura de um Data Center: o que você encontra lá?

Quando falamos em arquitetura de um Data Center, nos concentramos na forma com que este ambiente é organizado e nos elementos que o compõem. É um assunto curioso, visto que muitas pessoas não sabem como tudo funciona.

Na prática, o Data Center reúne tudo que é necessário para armazenar e processar dados com segurança, agilidade e alta disponibilidade, como:

  • Servidores físicos;
  • Discos rígidos;
  • Equipamentos de rede e conexão;
  • Pessoal especializado;
  • Sistemas complexos de fornecimento de energia e resfriamento.

Além de tudo isso, é preciso contar com modernos sistemas de backup, os quais garantem a segurança e disponibilidade dos dados armazenados. Afinal, é lá que estão guardadas informações valiosas para organizações.

Portanto, o ambiente precisa ser monitorado 24 horas por dia, 7 dias por semana. Afinal, se ele parar, os negócios também param.

Este cenário demonstra que manter uma infraestrutura de Data Center não é uma tarefa simples. Exatamente por isso, vários negócios optam por modelos descentralizados, fornecidos por empresas especializadas.

Data center

Conheça os 5 tipos de Data Center e suas características

Um levantamento realizado pelo Grupo Dell’Oro prevê que os gastos globais com Data Center crescerão 10% nos próximos 5 anos, totalizando US$ 350 bilhões. Assim, com o crescimento exponencial da demanda, é normal que novas tecnologias sejam implementadas e outras aprimoradas.

Para fazer um investimento inteligente, você precisa conhecer melhor os diferentes tipos de Data Center disponíveis no mercado. A seguir, destacamos 5 deles para você. Confira!

1. Enterprise

O Enterprise é um dos modelos mais comuns do mercado. Sua principal característica é que toda a infraestrutura do Data Center se encontra dentro da própria empresa, ou seja, ela é exclusiva.

Embora tenha um alto custo de estruturação e manutenção, diversas organizações optam por este formato. Isso porque, ele permite um controle maior sobre as operações e processos relacionados à segurança.

2. Colocation

O Colocation, diferentemente do Enterprise, se baseia em uma gestão descentralizada. Nesse formato, a infraestrutura física não se encontra dentro da empresa, mas em um ambiente externo, fornecido por um provedor.

Portanto, o negócio pode contratar espaço, hardware, largura de banda e diversas soluções para Data Center, conforme sua demanda. Isso significa que, mesmo sem um orçamento elevado para ter sua própria infraestrutura, é possível desfrutar de todos as vantagens de contar com centro de processamento de dados.

Você paga pelo que usa e o fornecedor fica responsável por manter seus dados sempre seguros e acessíveis. E o melhor: se a empresa cresce, basta ampliar o espaço de armazenamento, de forma simples e econômica.

3. Internet

Esse tipo de Data Center é baseado na nuvem, sendo classificado como virtual. Isso significa que também dispensa a construção de infraestrutura própria, já que as informações ficarão hospedadas e processadas nos servidores de um provedor.

Trata-se de um modelo interessante, especialmente pela flexibilidade e escalabilidade. Além disso, democratiza o acesso à recursos computacionais de maneira remota, como um serviço.

É importante saber que várias empresas compartilham a infraestrutura, que é de propriedade do provedor. Assim, o acesso às informações é feito por meio da Internet.

4. Hyperscale

O Hyperscale é um tipo de Data Center projetado para atender operações em larga escala. Por isso, conta com uma infraestrutura robusta, capaz de suportar atividades que demandam grande volume de armazenamento e alto poder de processamento.

Por ser vital para o funcionamento de atividades importantes, o modelo precisa contar com mecanismos reforçados para garantir a continuidade das operações. Em outras palavras, conta com uma infraestrutura de ponta, com redundância, backup e complexas redes de comunicação e fornecimento de energia.

5. Edge

Em meio aos diferentes tipos de Data Center, o modelo Edge tem se tornado cada vez mais comum no mercado. Aliás, ele é voltado para operações que demandam uma comunicação mais ágil entre os usuários e os servidores, solucionando o problema da latência.

O termo Edge significa borda, o que traduz bem o seu funcionamento. Nesse formato, os Data Centers são menores e mais numerosos, a fim de cobrir uma área maior do território e estar o mais próximo possível dos usuários finais dos serviços.

Vale a pena destacar que este é o formato utilizado por grandes provedores de streaming, como Netflix e YouTube. Isso porque, oferece uma conexão mais ágil e de baixa latência, ideal para a oferta de mídia e serviços em tempo real.

migração de data center ebook

Seu Data Center não está mais limitado às paredes da sua empresa!

Como vimos, o Data Center não está mais limitado às paredes da sua empresa. Isso porque, os avanços da tecnologia e do armazenamento de dados estão impulsionando novos modelos, garantindo mais flexibilidade, segurança e agilidade à gestão empresarial.

Nesse sentido, negócios de todos os portes podem explorar ao máximo o poder dos dados e investir na digitalização de suas atividades. Existem tipos de Data Center para todas as necessidades — e, agora, você já sabe um pouco sobre eles.

Para te ajudar nessa jornada e na escolha do modelo ideal, gostaríamos de sugerir a leitura de mais um post do nosso blog: entenda por que sua empresa não deve manter um Data Center Interno!

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Mundo hiperconectado: o papel dos cabos submarinos nessa nova era

O que acha de ouvir este texto ao invés de ler? Aperte o play a seguir e aproveite essa comodidade do blog da Ascenty!

Você sabe o que são cabos submarinos? Eles viajam milhares de quilômetros por dentro dos oceanos, conectando países e mantendo o mundo hiperconectado.

A maioria das pessoas não sabe como tudo funciona, mas a verdade é que um simples incidente com um cabo submarino pode deixar milhões de pessoas offline. Ou seja, causar um verdadeiro apagão na internet!

Sendo assim, o que acha de saber um pouco mais sobre essa “força invisível” que impulsiona a sociedade moderna? Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas!

O que são cabos submarinos?

Os cabos submarinos, são cabos de fibra óptica colocados no fundo dos oceanos para conectar dois ou mais pontos de aterrissagem — chamados de Cable Landing Stations. Eles têm milhares de quilômetros de comprimento e transmitem dados de um ponto a outro.

Uma curiosidade interessante é que esses cabos não costumam ser mais largos do que uma mangueira doméstica. Além disso, seu interior é composto por fibras ópticas, que são cobertas com gel de silicone e revestidas com diversas camadas de plástico, aço, cobre e nylon.

Isso é necessário para isolar o sinal e protegê-lo dos danos provocados por animais marinhos, âncoras e eventos naturais. Em outras palavras, garantir que seus dados cheguem em segurança do outro lado do oceano.

cabos submarinos

Como os cabos submarinos surgiram?

É curioso pensar como os cabos submarinos surgiram, principalmente quando analisamos o período em que foram inventados. Na época, não havia tanta tecnologia disponível e uma viagem pelo mar poderia demorar meses.

Tudo começou em 1840, quando o inventor do Código Morse, Samuel Morse, conseguiu instalar um cabo no porto de Nova York e enviou telégrafos em 1842. Anos depois, em 1850, o primeiro cabo comercial ligou a França e à Inglaterra.

Porém, a instalação do primeiro cabo submarino que atravessou o Oceano Atlântico ocorreu em Julho de 1858. Assim, dois navios de guerra se encontraram no meio do mar para ligarem as pontas de dois cabos de 4.000 quilômetros de comprimento e conectar a Europa aos Estados Unidos.

O marco foi celebrado com desfile comemorativo pelas ruas de Nova York e a rainha Victoria, do Reino Unido, enviou um telegrama enaltecendo a colaboração internacional entre os países. Aliás, essa mensagem demorou cerca de 17 horas para ser entregue!

Atualmente, temos mais de 400 cabos submarinos ativos em todo o mundo. Juntos, eles somam mais de 1,3 milhões de quilômetros de comprimento.

Como um cabo submarino é colocado?

Consegue imaginar como é feita a instalação de um cabo submarino? Apesar de assegurarem uma rápida transmissão de dados pela internet, colocá-los em operação é um longo processo, que pode durar vários anos.

O primeiro passo é analisar mapas e escolher a rota ideal. Em geral, os locais mais seguros são as águas mais profundas e com o fundo mais plano. Assim, é possível minimizar riscos de se entrelaçarem com animais e rochas.

Você sabia? Em 2014, tubarões morderam um cabo submarino do Google. A partir daí, a empresa precisou investir em uma tecnologia para ampliar a eficiência do revestimento e evitar interrupções no sinal.

O procedimento em si é feito por navios especializados, equipados com enormes carretéis. Eles lançam o cabo de forma lenta e cuidadosa, garantindo sua perfeita acomodação. Perto do continente, eles são enterrados em trincheiras, já que os riscos de incidentes são maiores.

Afinal, como eles funcionam?

Os cabos submarinos são essenciais para manter o mundo hiperconectado. Mas a verdade é que quase não falamos sobre eles, não é mesmo?

A maioria das pessoas está sempre procurando pelo wi-fi e não entende muito bem o funcionamento dessa enorme malha de cabos no fundo do mar. Mas, acredite, se eles fossem cortados, o mundo todo seria impactado!

Graças a esse recurso, as pessoas se comunicam e o mercado evolui. Afinal, vivemos em uma economia digital, que depende da conectividade para operar.

A tecnologia por trás de um cabo submarino

A grande função do cabo submarino é transportar dados. Para isso, eles contam com amplificadores e repetidores de sinal, que servem para regenerar o sinal ao longo de toda a sua extensão.

Em cada extremidade, estão localizadas as estações de aterrissagem do cabo. Em resumo, elas se assemelham a um Data Center e abrigam equipamentos de rede que recebem as conexões e abrem os canais de transmissão pelo continente.

Quantos cabos submarinos existem no Brasil?

Como você percebeu, a conexão entre países é feita por meio de cabos instalados no fundo do mar. O Brasil tem 15 cabos submarinos, mas há a previsão desse número chegar a 16 ainda em 2023. São eles:

  1. America Movil Submarine Cable System-1 (AMX-1)
  2. Americas-II
  3. Brazilian Festoon
  4. BRUSA
  5. EllaLink
  6. GlobeNet
  7. Junior
  8. Malbec
  9. Monet
  10. Seabras-1
  11. South America-1 (SAm-1)
  12. South American Crossing (SAC)
  13. South Atlantic Cable System (SACS)
  14. South Atlantic Inter Link (SAIL)
  15. Tannat
  16. Firmina *

Mundo hiperconectado: a conectividade também vem do fundo do oceano!

Apesar de vivermos em um mundo cada vez mais sem fio, é fácil concluir que a conectividade depende dos cabos submarinos no fundo do oceano. Eles conectam o mundo há mais de 180 anos e estão se tornando cada vez mais importantes para a vida humana.

Como vimos, garantir o tráfego de dados não é nada fácil. Além disso, todo esse esforço seria em vão se a conexão com o continente não fosse eficiente e segura.

Sendo assim, o que acha de entender um pouco mais sobre o assunto? Entenda a importância do Last Mile para se chegar a uma Cable Landing Station!

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Nômades digitais: quem são e como a TI afeta sua produtividade?

Você sabia? No blog da Ascenty, você pode ouvir o texto! Basta clicar no play abaixo e aproveitar esse diferencial!

Os nômades digitais estão ganhando destaque no mercado. Além de ser um estilo de vida convidativo, esses profissionais costumam ter alta competência e técnica no que fazem. Afinal, não é qualquer pessoa que consegue fazer o seu trabalho de forma 100% remota, não é mesmo?

Aliado a bons salários e uma excelente proficiência em diferentes idiomas, muitas pessoas estão se transformando em verdadeiros nômades: vivem em diferentes países por alguns meses, trabalham em regime anywhere office e transformam a cultura das empresas.

Esses são apenas alguns dos motivos pelos quais tantos profissionais buscam esse estilo de vida e trabalho — que também é uma tendência de gestão, já que diversas empresas já incorporaram aos seus times.

Que tal saber um pouco mais sobre o tema e entender a importância do setor de TI para o dia a dia de trabalho desses profissionais? Confira nosso guia!

Quem são os nômades digitais?

Os nômades digitais são indivíduos que usam a tecnologia para trabalhar remotamente, independentemente de onde estejam. Isso porque, adotam um estilo de vida livre, enquanto viajam pelo mundo.

Para que isso seja possível, eles utilizam ferramentas digitais para se manterem conectados com seus empregadores e clientes, sem a necessidade de se fixarem por muito tempo em um mesmo lugar. Veja algumas delas:

  • laptops;
  • smartphones;
  • Cloud Computing;
  • 5G;
  • conexão WiFi.

Os nômades digitais geralmente têm arranjos de trabalho flexíveis, que permitem que se movam de um destino para outro sem entraves. Além disso, podem trabalhar por conta própria, como prestadores de serviços, ou contratados por uma ou mais empresas.

Com ampla liberdade de movimento, esses profissionais são capazes de desfrutar de uma experiência única que mistura viagens e trabalho em conjunto.  

Muito mais do que um nicho, trata-se de uma tendência. Aliás, de acordo com um estudo da Qualtrics, 80% dos funcionários afirmam buscar, em seu próximo emprego, a liberdade de viver em qualquer lugar.

Quais são as principais características desse profissional?

Os nômades digitais conseguem trabalhar de praticamente qualquer lugar. Até porque, viajam com frequência e optam por um estilo de vida e profissional que não exigem atividades presenciais.

Eles também adotam tecnologias de trabalho remoto como: armazenamento em nuvem, videoconferência e ferramentas de colaboração online para se manterem conectados e produtivos onde quer que vão.

Além disso, muitos nômades digitais são empreendedores que iniciam seus próprios negócios ou trabalham como freelancer enquanto viajam. Esse tipo de profissional é, normalmente, movido pela ideia de viver segundo seus próprios termos, sem as restrições associadas aos empregos tradicionais.

Por fim, eles costumam priorizar as experiências sobre os bens materiais e gostam de mudar de lugar regularmente para manter as coisas interessantes.

os nômades digitais nas empresas

Por que contar com nômades digitais em seu time?

Existem vários motivos para uma empresa contar com nômades digitais em seu time. A seguir, selecionamos os maiores benefícios que um negócio pode experimentar com essa diversidade e flexibilidade. Confira!

Mais chances de contratar grandes talentos

A primeira vantagem dessa estratégia é a oportunidade de explorar um grupo de profissionais talentosos e experientes. Afinal, você expande suas possibilidades de contratação e tem chances de encontrar colaboradores qualificados e com experiência em várias indústrias.

Sem dúvida, as experiência acumuladas por esse estilo de vida podem ser valiosas, tornando-os candidatos ideais para determinadas funções. Além disso, eles podem fornecer insights valiosos sobre diferentes culturas, ideias disruptivas e mercados que podem ser benéficos para o seu negócio.

Colaboradores de alta performance

Em questão de performance, conforme dados publicados pela Forbes, os funcionários que têm autonomia e flexibilidade ao longo de sua vida profissional erram 40% menos, levando a um melhor desempenho geral.

Funcionários motivados e engajados

Outro ponto é que ter nômades digitais a bordo pode motivar todo o time. Isso porque, seu entusiasmo por viagens é contagiante e encoraja os demais a saírem de sua zona de conforto e explorarem melhor as oportunidades.

Redução de custos

Finalmente, a economia de custos associada à contratação de trabalhadores remotos pode ajudar a reduzir as despesas gerais. Assim, o negócio pode investir mais recursos em outras áreas que agregam valor à sua organização.

Afinal, como atrair esse tipo de profissional para sua empresa?

Gostou da ideia e quer contratar nômades digitais? Então, você precisa atraí-los. Para isso, existem várias estratégias, como:

  • oferecer salários competitivos;
  • vagas com escopos de trabalho flexíveis;
  • oportunidades de realizar o anywhere office;
  • oferecer recompensas por desempenho excepcional ou recompensar funcionários por seu compromisso com o trabalho.

Você também deve considerar o estabelecimento de um processo de onboarding e integração remota, que torne mais fácil para os nômades digitais se tornarem parte de sua equipe.

Finalmente, fornecer benefícios como descontos em despesas de viagem ou oferecer eventos especiais, como reuniões e workshops, pode atraí-los ainda mais para se juntarem à sua organização.

Entenda a importância da TI na era dos nômades digitais

O setor de TI tem enorme importância na hora de estabelecer uma cultura corporativa atrativa para profissionais considerados nômades digitais. Afinal, é esse setor o responsável por criar a base na qual esses profissionais vão se manter, considerando questões de infraestrutura de TI, conectividade, nuvem, segurança de dados, entre outros.

Portanto, as empresas devem investir nas soluções de TI certas para garantir que os nômades digitais possam fazer seu trabalho de forma eficaz, segura e com todos os recursos de que precisam.

Além disso, a empresa também deve fornecer treinamento no uso de novas tecnologias e ferramentas para que os nômades digitais possam se manter atualizados com as tendências e melhores práticas.

Finalmente, investir em equipamentos modernos e acesso a recursos de conectividade é essencial para que os profissionais sejam capazes de trabalhar remotamente sem comprometer a eficiência.

Mas como montar uma empresa remota? Preparamos um breve guia sobre o tema. Acessa agora mesmo e continue na sua jornada de aprendizagem!

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Plano de contingência de TI: aprenda a elaborar e colocá-lo em prática!

Escute este artigo!

O que acha de ouvir este texto? Aperte o play acima e aproveite esse diferencial do blog da Ascenty!

O plano de contingência de TI é um instrumento essencial para garantir a segurança dos dados e do ambiente digital de uma empresa, bem como para assegurar a continuidade de suas operações. Afinal, cada vez mais, a infraestrutura de TI está relacionada com pilares da atuação de um negócio.

Ou seja, eles são essenciais para que uma empresa funcione bem e preste serviços, produza produtos e realize vendas e atendimentos de qualidade. Por isso é tão importante criar seu plano de contingência!

Com ele, você terá as bases para uma atuação preventiva com a infraestrutura de tecnologia, bem como as diretrizes para uma atuação reativa em caso de imprevistos e problemas que acontecerem.

Que tal aprender o que é e como elaborar o seu plano de contingência? Preparamos um guia básico que vai explicar tudo em detalhes, confira:

O que é um plano de contingência de TI?

Na teoria, o plano de contingência de TI é um documento que discrimina as ações que visam assegurar a continuidade das operações do setor de tecnologia e informação de um negócio.

Na prática, trata-se de uma série de medidas técnicas e processos aplicados assim que um erro crítico é identificado em um componente, sistema ou serviço digital — tudo para que se resolva de forma rápida e dinâmica.

O principal objetivo do plano de contingência de TI é definir os procedimentos para manutenção preventiva e corretiva, bem como para a recuperação de desastres.

Este documento deve fornecer uma visão geral da infraestrutura tecnológica existente, informar como ela será monitorada e listar todos os problemas e conflitos que possam surgir em sua operação.

Além disso, algumas áreas são essenciais neste processo:

  • Identificar os processos críticos;
  • Definir quais processos precisam ser verificados;
  • Analisar possíveis cenários de risco e criar soluções;
  • Desenvolver planos para operações de backup e recuperação;
  • Criar programas de treinamento para os funcionários que irão utilizar esses serviços.

Finalmente, o plano deve ser atualizado regularmente para acompanhar as mudanças na tecnologia e nas práticas de negócios. Desta forma, você pode ter certeza de que sua organização está pronta para lidar com qualquer tipo de problema.

Ao estabelecer estas diretrizes, será possível proporcionar um ambiente seguro para o seu negócio e garantir a continuidade de suas operações.

como criar um plano de contingência de TI

Como elaborar um plano de contingência de TI?

Afinal, como o seu negócio pode elaborar plano de contingência de TI e aproveitar os benefícios desse instrumento de segurança? Confira os passos que separamos:

Inclua toda a organização no processo

É importante que toda a equipe compreenda a natureza dos riscos, por isso é essencial incluir todos os funcionários no processo.

Reúna informações sobre as tecnologias existentes

Para começar, você deve analisar e identificar quais pessoas (e os seus papéis) e tecnologias fazem parte da infraestrutura de TI de sua empresa. Isso inclui software, hardware, redes e sistemas de armazenamento, entre outros elementos.

Então, mapeie os riscos e identifique áreas prioritárias — isso simplificará a definição dos treinamentos ideais para cada indivíduo.

Defina quais são as prioridades

Você deve definir a prioridade de cada processo e tecnologia em sua infraestrutura. Como mencionamos, essa ação o ajudará a determinar quais áreas devem ser recuperadas primeiro no caso de um incidente geral, por exemplo.

Identifique os possíveis riscos

O próximo passo é identificar riscos potenciais e criar soluções que possam mitigá-los. Você também deve considerar quaisquer ameaças externas, tais como malware ou ataques cibernéticos.

Além disso, não se esqueça dos riscos humanos, como os serviços atrelados à manutenção ou mesmo limpeza dos servidores e qualquer hardware.

Defina os responsáveis por gerenciar a crise

Após identificar e definir os riscos potenciais, é importante determinar quem será responsável por gerenciá-los no caso de um incidente. Além disso, é importante estabelecer o papel de cada área ou equipe na recuperação da falha ou desastre.

Mapeie as fragilidades da TI da sua empresa

Você também deve identificar os pontos fracos da infraestrutura de TI. Pode até parecer semelhante aos riscos, mas quando falamos de riscos, trata-se de cenários possíveis no futuro — que sequer mostram sinais que aconteceriam agora.

Por outro lado, as fragilidades são brechas identificadas em sua infraestrutura e que, potencialmente, gerariam problemas em curto prazo. Isso inclui olhar de forma ampla para seu hardware e software, assim como quaisquer outros elementos que possam ser vulneráveis a um ataque ou mau funcionamento.

Uma vez que você tenha identificado todos os riscos potenciais, você deve desenvolver uma lista de soluções de backup para mitigá-los. Estas incluem fazer backup dos dados regularmente e ter sistemas redundantes no lugar.

Planeje testes contínuos

Finalmente, você precisa planejar testes regulares da infraestrutura de TI. É uma ação que o ajudará a identificar quaisquer problemas que possam surgir e tomar medidas para resolvê-los o mais rápido possível.

Desenvolva as estratégias de recuperação da área

Também é importante desenvolver estratégias de recuperação a partir de diferentes cenários. Por exemplo, se um desastre natural ocorrer, você deve ter um plano para restaurar seus dados e operações o mais rápido possível.

Como colocar o Plano de contingência de TI em prática?

Com o plano de contingência de TI pronto e aprovado, é hora de começar a colocá-lo em prática. Isso inclui o treinamento dos funcionários no uso adequado da infraestrutura e testes regulares de todos os sistemas para garantir que estejam atualizados e seguros.

Além disso, você deve envolver as principais partes interessadas no processo para assegurar que todos entendam o plano e suas funções dentro dele. Isso ajudará a criar um ambiente de equipe coeso, assim como fornecerá uma visão adicional dos riscos ou soluções em potencial.

Finalmente, lembre-se de que tal plano deve ser atualizado regularmente para acompanhar as mudanças na tecnologia e nas práticas comerciais. Dessa forma, você pode ter certeza de que sua organização está pronta para lidar com qualquer tipo de problema.

Plano de contingência de TI e Disaster recovery: entenda as diferenças e como eles se complementam

Ao estabelecer tais diretrizes, você será capaz de fornecer uma infraestrutura de TI segura e confiável, que resista a riscos e interrupções potenciais. É um instrumento que garantirá a continuidade de suas operações comerciais e protegerá sua organização de qualquer incidente inesperado.

Por isso, é essencial que junto com seu plano de contingência de TI, você tenha acertado sua solução de Disaster Recovery.

Esse serviço complementa as ações sugeridas no plano de contingência e, com o provedor certo, pode ser acionado no mesmo instante que algum problema acontece em sua infraestrutura.

Assim, nenhum desastre pode interromper seu fluxo de dados, pois estarão seguros por conta de backups constantes.

Que tal entender mais sobre esse serviço? Preparamos um guia completo sobre Disaster Recovery. Confira!

Ataques DDoS em dispositivos com IoT: entenda mais sobre o assunto

Sem tempo para ler? Aperte o play abaixo e confira a narração profissional desse texto!

Computadores, tablets e smartphones são os alvos preferidos de ataques que visam coletar informações úteis para atividades ilícitas ou roubar suas informações com o intuito de fomentar fraudes. Aliás, segundo o relatório “Global DDoS Landscape Report”, realizado pela NSFOCUS, os ataques DDoS (de negação de serviço) cresceram 205% no primeiro semestre de 2022, em comparação com o primeiro semestre de 2021. Esse é o maior aumento desde 2018!

Ainda de acordo com esse relatório, 46% dos bots encontrados estavam em aparelhos com Internet das coisas, incluindo câmeras de segurança e roteadores.

As razões para uma invasão são diversas e, agora, quaisquer dispositivos alinhados com o conceito de IoT estão na mira de um DDoS, cuja meta é exceder os limites de um servidor. Isso acontece por meio de programas maliciosos que são instalados em diversos tipos de equipamentos que estiverem em rede.

O resultado desta ação é o acesso múltiplo e simultâneo a um serviço de e-mail ou a um site, tornando-os indisponíveis, por exemplo. Na prática, seria como se o DDos enchesse um supermercado com fregueses que não querem comprar nada, mas ocupam todo o espaço dos corredores, impedindo o fluxo de outros consumidores interessados em adquirir produtos.

Esse tipo de ataque consegue retirar muitos serviços importantes do ar, como sistemas e plataformas utilizadas por empresas. Continue a leitura para saber um pouco mais sobre o assunto!

Por que atacar dispositivos IoT e a cloud computing?

A IoT visa conectar diversos equipamentos eletrônicos de nosso cotidiano, como máquinas industriais, veículos, smartwatch, eletrodomésticos, entre outros dispositivos com acesso à internet. Além disso, ela conta com a ajuda da cloud computing, por meio dos diversos tipos de redes, para automatizar uma infinidade de serviços. Seu papel é processar e analisar o grande volume de armazenamento de dados (Big Data).

O DDoS, por sua vez, aproveita a vulnerabilidade de alguns aparelhos equipados com software embarcado que, algumas vezes não contam com uma boa proteção para a segurança da informação.

Toda esta integração torna os aparelhos IoT um terreno farto e atraente para os DDoS, e a quantidade de aparelhos com esta tecnologia sendo adquiridos é cada vez maior. Os ataques são feitos por meio de zumbis de uma botnet (rede de softwares ou bots), que conseguem gerar danos que ultrapassam a marca de terabits por segundo.

Como escapar de Ataques DDoS em dispositivos IoT?

Existem opções que protegem os dispositivos IoT, serviços em cloud e servidores para que não sejam atingidos pelos DDoS.  Antes de mais nada, é importante trabalhar com a prevenção de ataques e, para isso, contar com um sistema de gerenciamento de ataques DDoS evita que o alto tráfego atinja a rede.

Sempre verifique os riscos de seus dispositivos, servidores e sites. Além disso, é possível evitar os ataques sem desconectar ou desligar o servidor. Assim, há algumas medidas que impedem a ameaça dos DDoS:

  • Mantenha um registro de todas as alterações que forem realizadas na rede da empresa;
  • Comece utilizando um bom Firewall e crie regras exclusivas e consistentes;
  • Em seguida, mantenha sempre atualizado o sistema operacional, o firmware de roteadores, os programas utilizados no servidor e todos os dispositivos conectados à rede;
  • Jamais descuide da vigilância do tráfego da rede;
  • Faça testes de carga e testes de penetração constantemente;
  • Realize o direcionamento dos Log’s de acesso e segurança dos ambientes críticos para um Log Center, de forma que possa ter total rastreabilidade dos ambientes;
  • Utilize uma solução de Monitoração do tráfego de redes;
  • Utilize uma solução de Clean Pipe (Solução de mitigação DDoS para ambientes de missão crítica).

A rapidez para eliminar este problema é extremamente importante e deve ser na medida certa para o ambiente da organização. Assim, uma solução eficaz, como a Proteção DDoS da Ascenty, protege as empresas, seus dados e seus clientes.

Conte com a Ascenty e tenha a melhor solução anti-DDoS

Para evitar que o seu negócio não seja afetado pela ameaça de ataques DDoS, o melhor que a sua empresa pode fazer é investir em uma solução eficiente para blindar sua infraestrutura. Mas como fazer isso? Bom, você pode contar com a solução Anti-DDoS da Ascenty!

Que tal entender como funciona e quais os benefícios dela para uma empresa? Na prática, a solução da Ascenty funciona em conjunto com um sensor de fluxo (NetFlow, sFlow, jFlow) ou de pacotes (in-line servers, port mirroring ou network TAPs).

O objetivo é analisar todo tráfego de dados, sem afetar o desempenho da rede e nem prejudicar a experiência dos usuários. Ou seja, sua infraestrutura é blindada por algoritmos analíticos avançados, que constantemente varrem sua rede para entender se existe algum indício de ataque malicioso.

Tamanho potencial permite que a Ascenty proteja sua infraestrutura de diferentes tipos de ataques, como:

  • Volumétrico: é onde um bot ou uma série deles sobrecarrega sua banda, enviando uma série contínua de solicitações falsas para as portas abertas. Assim, a rede não consegue funcionar e trava, o que prejudica o funcionamento para os usuários reais.
  • Por aplicativos: um ataque direto aos protocolos de segurança de aplicativos utilizados por uma empresa, inutilizando-os por determinado período.
  • De protocolo: ataques direcionados para partes verificadoras de uma conexão ou para os próprios firewalls. O objetivo é enviar pings lentos ou malformados, com intuito de sobrecarregar a rede e ocasionar travamentos.

Os benefícios da solução da Ascenty

Os benefícios de contar com uma solução robusta para proteger sua infraestrutura são vários, incluindo:

  • Disponibilidade: garantia de disponibilidade dos acessos da sua empresa mesmo durante eventuais ataques DDoS.
  • Flexibilidade: a capacidade de mitigação e limpeza de tráfego pode ser superior à capacidade de banda IP alocada para a sua empresa, o que garante a mitigação de um volume superior de ataques, evitando indisponibilidades por estouro de tráfego de internet.
  • Versatilidade: a solução Anti-DDos protege a rede da sua empresa contra as principais ameaças da atualidade, além do tráfego não autorizado, que acaba sendo um dos grandes responsáveis pelo congestionamento da rede.
  • Agilidade: a Ascenty age rapidamente, de forma eficiente e estratégia para detectar os ataques que a sua empresa eventualmente possa sofrer.

E então, preparado para revolucionar seus mecanismos de segurança e evitar que a sua empresa sofra com ataques sérios como os DDoS?

Seja um cliente Ascenty!

A Ascenty é líder em data centers na América Latina, com cerca de 34 unidades em operação e/ou construção no Brasil, Chile, México e Colômbia. Todos eles estão localizados em pontos estratégicos do mapa, interligados por uma rede própria, nova e inovadora de fibra óptica, com mais de 5 mil km de extensão.

Toda essa infraestrutura, aliada à expertise comprovada com os vários certificados internacionais conquistados podem trabalhar a favor da sua empresa. Por isso, conte conosco não só para hospedar seus dados, mas para otimizar a proteção de suas operações.

Converse agora mesmo com um de nossos especialistas e conheça os diferenciais de um parceiro expert como a Ascenty!

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Conheça todos os segredos para o sucesso da migração de Data Center

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Com a Transformação Digital, a migração de Data Center tornou-se uma demanda recorrente no mercado. Isso porque, o uso inteligente dos dados faz parte da rotina dos negócios e é fundamental para a tomada de decisão e sucesso de vários processos — sejam eles operacionais ou estratégicos.

Se os dados são ativos valiosos, é necessário aprimorar a infraestrutura de TI para que ela seja compatível com o volume de informações produzido e com as exigências de segurança e performance, certo? Acontece que isso nem sempre é possível em modelos de infraestrutura local.

É nesse cenário que a migração de Data Center se torna uma estratégia poderosa. Pensando nisso, preparamos este conteúdo para esclarecer dúvidas comuns sobre o processo e apresentar algumas dicas importantes para obter sucesso em seu negócio. Acompanhe!

Afinal, como acontece a migração de Data Center?

A migração de Data Center está baseada em um conceito simples: mudar de um modelo de utilização local dos ativos de TI para um formato mais robusto. Em geral, o novo padrão está baseado em uma infraestrutura terceirizada, alocada fora da empresa.

Com essa transferência, as organizações contam com diferentes recursos computacionais como serviço. Ou seja, sistemas, softwares, dados e demais ativos de TI são transferidos do ambiente local para a infraestrutura de um fornecedor terceirizado. Ele é o responsável por manter os recursos necessários para suportar as operações do contratante.

Na prática, cada migração de Data Center é única. Isso porque, cada negócio apresenta demandas específicas sobre os recursos de TI. Por isso, é fundamental que o processo seja conduzido de maneira personalizada, levando em conta o escopo do projeto, que pode ser:

  • aumentar a capacidade de processamento e armazenamento de dados;
  • ter acesso a novos recursos;
  • digitalizar processos;
  • integrar operações e centralizar dados;
  • simplificar a gestão dos ativos de TI;
  • garantir o compliance de TI;
  • reforçar a segurança dos dados.

Vale destacar que a migração de Data Center é uma das principais demandas dos negócios digitais. Para se ter uma ideia, em 2022, mais de US$ 1,3 trilhão em investimentos corporativos com TI foram destinados à jornada para a nuvem. Além disso, até 2025, esse valor deve alcançar US$ 1,8 trilhão, de acordo com o Gartner.

Quando esse procedimento deve ser feito?

Apesar de não ser possível definir uma resposta única, válida para todas as realidades empresariais, o mais recomendado é que a migração de Data Center seja realizada antes de a infraestrutura de TI se tornar ultrapassada.

Além disso, é fundamental que gestores e líderes tenham em mente o potencial e diferencial que contar com recursos computacionais de ponta podem agregar ao negócio em duas principais frentes:

  • operacional: a migração possibilita à empresa ter acesso à uma infraestrutura robusta e à profissionais especializados, prontos para assumir o gerenciamento do ambiente;
  • estratégico: a partir dessa migração, o negócio pode elevar o seu potencial de utilização inteligente de dados, escalar seus recursos e implementar novos softwares e soluções, atendendo às demandas do mercado.

Contudo, é preciso ter em mente que a migração de Data Center é uma tarefa complexa. Na prática, é preciso considerar diferentes variáveis na hora de partir para a migração, como:

  • nível de maturidade digital do negócio;
  • complexidade e volume das operações;
  • requisitos específicos de escalabilidade, segurança e performance;
  • equalização de custos.

No geral, essa mudança depende de um planejamento para ser bem executada. Ou seja, é necessário mapear o ambiente atual, identificar pontos mais críticos e, a partir disso, definir os objetivos centrais da migração, colocando-a em prática de maneira mais estratégica.

Como fazer a migração de Data Center?

Embora o conceito por trás da migração de Data Center seja relativamente simples, o mesmo não pode ser dito da sua implementação. Estamos falando de um processo amplo, que envolve um elevado número de ativos e recursos, muitos dos quais não poderão ser migrados ou precisão passar por adaptações.

Por isso, é essencial que a migração seja conduzida de maneira estratégica e escalonada, a partir de um bom planejamento. A seguir, destacamos algumas das práticas recomendadas para obter sucesso nessa jornada. Confira!

Mapeie a infraestrutura atual

O primeiro passo para o sucesso desse procedimento é mapear toda a infraestrutura atual e identificar cada um dos seus elementos e compreender seu papel.

A partir desse reforço na visibilidade, fica mais fácil fazer um balanço dos ativos que necessitarão ser migrados, adaptados e/ou reformulados, evitando subdimensionamentos ou superdimensionamentos no novo ambiente, por exemplo.

Desenvolva um inventário de aplicações

Outra etapa importante envolve identificar quais as aplicações e recursos utilizados em cada setor da empresa, desenvolvendo um completo inventário delas. Essa ação é fundamental para compreender melhor o status de cada aplicação, seu nível de eficiência e compatibilidade com as necessidades do negócio.

Com um inventário, os gestores conseguem compreender quais soluções e dados devem continuar na infraestrutura local. Além disso, visualizam as que podem passar pela migração e aquelas que precisam de cópias para garantir a total disponibilidade.

Identifique as soluções mais adequadas para cada tipo de demanda

A migração de Data Center, a depender do porte da organização e da quantidade de sistemas e recursos utilizados, poderá ocorrer de maneira escalonada. Ou seja, nem sempre será possível desenvolver uma migração completa em um único momento.

Dessa forma, é muito importante que se defina prioridades, elegendo os recursos mais importantes a serem migrados em um primeiro momento. Feito isso, o próximo passo envolve identificar as soluções mais adequadas para suportar cada uma dessas prioridades.

Crie um plano de migração

O plano de migração de Data Center é uma ação estratégica para aumentar a eficiência do processo e evitar que serviços e sistemas fiquem inoperantes por mais tempo que o necessário.

Ao migrar as operações para um data center terceirizado, o qual já dispõe de toda a infraestrutura física necessária, se elimina a necessidade de deslocar equipamentos. No entanto, ainda assim é preciso estabelecer um planejamento para a migração dos ativos lógicos, como ERPs e CRMs.

Além disso, é essencial estabelecer os requisitos de performance e segurança, garantindo que estejam em perfeita sintonia com as demandas e necessidades do seu negócio.

Busque auxílio de parceiros especializados

Por fim, é indispensável contar com o auxílio de parceiros especializados na hora de proceder com a migração de Data Center. Como visto, esse é um processo amplo, que demanda expertise no assunto para ser um sucesso.

O apoio de um parceiro especializado é crucial para a formulação de um bom plano de migração, estabelecendo-se as prioridades, metodologias e recursos necessários à jornada. Aliás, esse apoio é a chave para uma migração mais ágil, econômica e assertiva.

migração de data center

Conte com a Ascenty na migração de Data Center!

Como líder da América Latina em infraestrutura de Data Center, a Ascenty é referência em seu segmento e a parceira ideal para os mais desafiadores projetos de migração de Data Center. De forma especializada e inovadora, a empresa oferece todos os recursos necessários para seu negócio, antes, durante e após a migração.

Isso porque, temos um time altamente capacitado, mais de 32 Data Centers em operação e um serviço de alto nível, reconhecido pelos nossos clientes e usuários.

Nossa infraestrutura atende a todas as especificações de layout, cabeamento, densidade de energia e segurança. Além disso, trabalhamos para garantir a eficácia em ambientes de colocation, com monitoramento, segurança, conectividade e outras soluções para a sua empresa.

Por fim, a Ascenty contribui com a continuidade dos negócios, equalizando custos, otimizando processos e garantindo o uso inteligente e seguro dos dados. Em outras palavras, temos o orgulho de ajudar a materializar a Transformação Digital em diversas organizações.

Agora que você já sabe de tudo isso, dê o próximo passo! Entre em contato com o nosso time de especialistas e saia na frente!

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Por que você precisa de um parceiro especializado em serviços de Data Center?

Você sabia que pode ouvir este artigo ao invés de ler? Aperte o play acima e aproveite essa comodidade!

Afinal, por que a sua empresa deveria contratar serviços de Data Center de uma empresa especializada, em vez de internalizar todas as demandas? Nós temos a resposta, que tal conferir?

Os data centers são tão cruciais para manter as operações diárias das empresas. Aliás, atualmente, é difícil encontrarmos uma organização conectada que não os utilize.

Seja por meio de serviços SaaS ou com uma gestão própria de infraestrutura de servidores e dados, é essencial ter conhecimento suficiente para administrar essa parte do negócio. Isso porque, os data centers são a base para manter as operações e crescer de forma escalável.

Mas afinal, vale mesmo a pena contar com um fornecedor especializado em serviços de data center? É o que vamos discutir neste conteúdo, confira:

O Data Center e seu papel fundamental nos negócios

Como mencionamos, os data centers são o coração dos negócios atualmente. Essa solução é utilizada para centralizar operações de TI compartilhadas e capacitar a gestão de dados, bem como suportar todo ecossistema tecnológico administrativo.

Não por menos, de acordo com dados da Globe Newswire, o mercado de data centers deve alcançar US$288 bilhões em 2027. Seja uma solução nativa da nuvem, um data center virtual, colocation ou on-primise, o Data Center possibilita que toda computação dentro de uma empresa funcione.

Ou seja, todos os seus processos digitais (qualquer um, mesmo o envio de um e-mail), armazenamento de dados, capacidade de rede e aplicações corporativas. Assim, como hoje basicamente todas as operações são realizadas por computadores, é justo dizer que um data center é o núcleo de um negócio.

Gerenciar um data center internamente pode ser uma tarefa difícil

Para qualquer organização em crescimento, pode ser tentador ter um data center interno. No entanto, esse pode ser um passo arriscado para sua empresa e para sua autonomia financeira e estratégica.

Entre os pontos de atenção, podemos mencionar o seguinte:

É impossível obter economia por escala

Economia por escala é um termo muito utilizado em vários setores, como no atacado. É quando uma empresa consegue economizar, por ter a capacidade de comprar algo em grande escala.

E no caso de data centers, quanto maior é melhor do ponto de vista financeiro, mas a maioria das organizações não pode justificar um investimento desse tamanho.

Na prática, é possível esperar um ROI real de um data center próprio apenas com vários metros quadrados de infraestrutura dedicada.

Isso é possível para uma grande empresa e, mais ainda, para uma instalação de colocation, mas não é realista para uma empresa de pequeno e médio porte

E, embora a equipe de TI geralmente almeje a propriedade de seus servidores, ela não tem acesso ao panorama geral do que está custando à empresa administrar seu data center, incluindo todos os custos.

Dificuldade em atualizar hardwares e rede

Os avanços em rede, computação e armazenamento estão se movendo em ritmo acelerado, e acompanhar esses ciclos de atualização requer dinheiro e experiência no tema. Sua empresa possui a expertise necessária? Por isso, contar com serviços de data center é tão importante.

Descobrir quais são suas necessidades de rede, computação e armazenamento com base em seus aplicativos e dados é demorado. Agora, considere o fato de que esses três elementos principais de sua infraestrutura raramente têm ciclos de atualização sincronizados.

Ou seja, esse torna-se um trabalho integral e complexo — que requer a atenção de especialistas no tema.

Exige enorme eficiência energética

Hoje, administrar uma infraestrutura de TI e de dados hoje requer muita energia. Para você ter noção, só esse elemento pode representar de 70% a 80% do custo total de operação da instalação.

Gerenciar todos os aspectos físicos de uma sala de servidores e equipamentos consome muito tempo e recursos. Assim, administrar seu próprio data center significa que você precisará expandir sua equipe de TI com conhecimentos específicos dedicados ao seu gerenciamento e manutenção.

Mesmo que você decida manter a infraestrutura local, não faz sentido executá-la você mesmo — são vários nós que devem ser desatados para manter o data center sempre em compasso com as demandas da atualidade.

Por que escolher um parceiro especializado em serviços de Data Center?

Um parceiro especializado em serviços de data center pode dar mais tranquilidade na gestão da sua infraestrutura de dados.

Uma empresa que já está no negócio, com expertise e equipe dedicada à gestão de colocation e outros serviços relacionados, pode facilmente assumir tarefas em seus data centers, incluindo:

  • Gerenciamento do Cabling e Rack elevation;
  • Configuração e gerenciamento do controle de acesso;
  • Configuração e documentação da infraestrutura instalada;
  • Gerenciamento de fornecedores, incluindo instalações e HVAC;
  • Monitoramento de hardware, rede e equipamentos ambientais;
  • Identificação de oportunidades para melhor eficiência energética e TI verde;
  • Auditorias, atualização e gerenciamento de mudanças conforme necessário.

Ascenty: a melhor escolha em serviços de Data Center!

A transformação digital exige que organizações de todos os tamanhos se concentrem menos nas operações de manutenção da infraestrutura de TI e mais no papel estratégico que a tecnologia desempenha em sua rotina.

O objetivo é agregar diferenciais dos concorrentes e ganhar terreno diante de um mercado tão competitivo.

Por isso, você pode contar com os serviços de data center da Ascenty!

Líder na América Latina, a Ascenty possui mais de 33 unidades de Data Centers (em atividade e em construção) por todo Brasil, Chile, México e Colômbia.

Muito além de ser campeão em infraestrutura, a Ascenty possui um catálogo completo de serviços para melhorar cada aspecto da gestão, manutenção, conectividade, segurança e escalabilidade dos seus dados e servidores.

Tudo isso complementado por vários certificados que atestam a qualidade e o serviços de qualidade da Ascenty! Que tal entender como podemos ajudar seu negócio? Agende uma reunião conosco agora!

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Fibra apagada: a solução da Ascenty para a escalabilidade do seu negócio

Experimente ouvir o artigo!

A fibra apagada, ou Dark Fiber, é uma solução de Conectividade que permite às empresas maior controle, escalabilidade e segurança de suas redes. Para negócios que exigem operação contínua e alta disponibilidade, esse tipo de fibra pode fazer toda diferença.

Com a Ascenty, líder em infraestrutura de Data Centers na América Latina, essa tecnologia é otimizada para garantir a eficiência e reduzir custos operacionais. Vamos entender mais sobre o que é esse tipo de fibra óptica, suas vantagens e quais os diferenciais da oferta da Ascenty para o seu negócio?

Acompanhe:

O que é dark fiber ou fibra apagada?

Benefícios que a fibra apagada oferece ao seu negócio

Por que contratar a Ascenty para o serviço de fibra apagada?

O que é dark fiber ou fibra apagada?

A fibra apagada, também conhecida como Dark Fiber, é um tipo de infraestrutura de fibra óptica instalada que ainda não está ativa. Diferente da fibra óptica convencional, onde os dados são transmitidos continuamente, na fibra apagada, os cabos estão disponíveis para uso futuro e podem ser ativados conforme a demanda.

Na prática, a fibra apagada representa uma infraestrutura de rede de fibra óptica que, embora instalada, não possui tráfego de dados ativo. Essa configuração reflete estratégias de “future-proof”, que previam um aumento significativo no uso da internet, um cenário que não se concretizou totalmente, e assim forneceu a base para a criação da “dark fiber”.

Dessa forma, as empresas têm a oportunidade de gerenciar sua conectividade de forma privada, escolhendo a tecnologia de transmissão, os protocolos e os recursos que melhor atendem às suas necessidades. Isso resulta em maior flexibilidade e controle sobre a infraestrutura de rede.

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Benefícios que a fibra apagada oferece ao seu negócio

A fibra apagada atraiu o interesse de vários tipos de empresas, especialmente aquelas do setor de tecnologia e telecomunicações. Afinal, na teoria, é uma forma de aproveitar uma melhor qualidade de conexão. Mas e na prática, esses benefícios são reais? Abaixo, destacamos os principais:

1. Maior controle e escalabilidade da rede

Um dos benefícios mais significativos da fibra apagada é que ela oferece aos clientes total controle e liberdade sobre suas configurações de rede, equipamentos e conexão. Ou seja, você pode decidir o tipo de tecnologia de transmissão, protocolos e recursos que prefere para o seu negócio.

A fibra apagada é uma maneira de construir sua própria rede e ter controle total sobre como ela funciona sem compartilhar o serviço com outras pessoas. Com isso, é uma alternativa valiosa para organizações com requisitos de dados em rápida expansão.

2. Controle de custos

Como a gestão da fibra apagada é feita internamente, o negócio tem controle não apenas sobre equipamentos e tecnologia, mas sobre os custos.

Em resumo, você pode explorar diferentes opções para encontrar a melhor maneira de aumentar seus requisitos de dados, em vez de depender dos termos e condições de um provedor de serviços.

Assim, se você tiver altos níveis de demanda de dados, poderá operar sua própria rede, com controle quase total sobre os custos.

3. Confiabilidade e desempenho

Com uma conexão ponto a ponto e os cabos mantidos em condutores de comunicação marcados no subsolo ou aéreos, a fibra apagada reduz as chances de interrupções causadas por falhas na infraestrutura externa. É uma ótima solução para empresas que dependem de uma conexão estável e de alto desempenho.

4. Segurança e privacidade

Por ser uma rede gerida internamente e não depender da internet pública, a fibra apagada oferece maior segurança e privacidade. As empresas têm controle sobre os protocolos de segurança, garantindo que os dados sejam protegidos contra acessos não autorizados.

5. Transferência de dados de alto volume

As fibras ópticas podem ser iluminados em altíssimas capacidades, o que depende da capacidade do seu equipamento e da distância do cabo de fibra.

Ao gerenciar a rede, você pode otimizá-la para escolher a velocidade, por exemplo, atualizações de equipamentos e protocolos de transmissão apropriados. Novamente, nenhum outro usuário pode acessar sua rede, portanto, a largura de banda provisionada é toda sua.

Por que contratar a Ascenty para o serviço de fibra apagada?

A Ascenty se destaca no mercado pela qualidade de sua infraestrutura e pela flexibilidade de suas soluções de fibra apagada especialmente para o ramo de tecnologia e de telecomunicação. Oferecendo uma malha de fibra óptica moderna, manutenção própria e monitoramento contínuo, a empresa garante máxima performance e segurança para seus clientes:

  • malha de fibra óptica moderna: oferece cobertura ampla e de alta qualidade;
  • manutenção e instalação próprias: garante resposta rápida e eficiente a qualquer necessidade;
  • monitoramento 24/7: proatividade na detecção e resolução de problemas;
  • suporte especializado: equipe qualificada para oferecer soluções personalizadas conforme a demanda de cada cliente.

E então, ficou interessado? Contate nossos especialistas agora e entenda como a Ascenty pode revolucionar a conectividade em sua empresa!

Entenda como a Ascenty pode assumir o papel da TI estratégica da sua empresa

Que tal ouvir este conteúdo ao invés de ler? Basta apertar o play logo acima e aproveitar essa comodidade do blog da Ascenty!

Muitas empresas não possuem uma TI estratégica, um fato que pode ser a razão por trás de seus fracassos e da falta de crescimento no negócio.

Mas afinal, como uma TI estratégica, calcada em um planejamento propositivo, baseado em tecnologias modernas e cujos objetivos contribuem para as metas organizacionais, pode transformar uma empresa? Bom, a resposta está na própria pergunta acima.

Uma TI estratégica é eficaz e valiosa. Afinal, possibilita que o setor alinhe seus recursos de TI e tecnologia com os objetivos de negócios e maximize o retorno do investimento. Além disso, o planejamento estratégico de TI garante que uma empresa seja responsável e permaneça no caminho certo com suas metas de TI e de negócios.

Que tal entender mais sobre o tema e conferir como a Ascenty pode ajudar a transformar o setor de Tecnologia e Informação em um braço estratégico do seu negócio?

Qual é a necessidade de uma TI estratégica para as organizações atualmente

Uma TI estratégica nada mais é do que a forma que uma empresa considera o setor de tecnologia em sua estrutura organizacional. Nesse sentido, a TI é encarada como um player crucial para o sucesso das operações. Assim, ela conta com um planejamento estratégico extenso e aprofundado, que detalha como a tecnologia e os processos devem ser utilizados para cumprir com os objetivos organizacionais.

Esse planejamento pode ser composto de várias maneiras, seja como um plano de ação ou um roadmap da cadeia de valor do setor para a empresa. Mas qual a necessidade disso para uma organização?

Em poucas palavras: uma TI estratégica pode ajudar sua empresa a compreender a melhor maneira de alocar seus recursos de maneira eficaz, bem como a melhor forma de direcionar seus esforços para a melhor tomada de decisão.

É essencialmente um roteiro para as empresas, um suporte para que entendam e se familiarizem com todas as áreas de TI, permitindo que elas tomem decisões inteligentes com base em informações para impulsionar o crescimento.

Entre os benefícios dessa transformação no setor de TI, podemos mencionar:

  • Abordagem que unifica o processamento e compartilhamento de informações, assim aumentando a eficiência, melhorando a colaboração e minimizando erros.
  • Permite a coleta, processamento, governança e análise de dados, contribuindo para adoção de estratégias e tecnologias impulsionadas por IA e big data para business intelligence.
  • Abordagem holística e completa da segurança cibernética para que você possa proteger efetivamente os dados de clientes e funcionários.
  • Melhora a resiliência de TI e minimiza os altos custos relacionados ao tempo de inatividade prolongado.
  • Permite que seu departamento de TI tenha um papel prático na distribuição de recursos e no planejamento de projetos.
  • Melhora a comunicação entre a TI e os outros líderes de departamento para alcançar um melhor alinhamento.
  • Otimiza o atendimento ao cliente, bem como sua experiência geral, de modo a potencializar os resultados e reduzir custos de retrabalhos e erros.

TI estratégica: quais os desafios de fazer essa gestão que traz mais valor ao setor?

Agora, quais os principais desafios para que o seu negócio implemente uma TI estratégica e realmente valiosa para sua organização? Afinal, mudar a direção de gestão de um setor tão importante não é uma tarefa fácil.

Em geral, o principal (e mais complexo) processo é a auditoria do seu negócio e da infraestrutura de TI. Essa auditoria tem como objetivo conduzir uma análise aprofundada das políticas de TI da sua empresa, operações e toda a infraestrutura.

Ele investiga se os sistemas atuais estão realmente atualizados, alinhados com as melhores práticas do setor e alinhados com seus objetivos de negócios. A auditoria também deve descobrir quaisquer riscos associados à sua infraestrutura de TI e fornecer as próximas etapas para ajudar a reduzir esses riscos.

Além disso, quando falamos de um planejamento estratégico, trata-se essencialmente de definir a direção do setor. Nesse sentido, os principais desafios podem ser relativos a:

  • Uma definição ruim dos objetivos;
  • Falta de alinhamento dos líderes de setores;
  • Falta de habilidade e recursos para mapear o progresso;
  • Falta de conexão dos funcionários e líderes à estratégia;
  • Falta de indicadores-chave de desempenho para medir corretamente.

Entenda como a Ascenty pode ser a sua principal aliada para uma TI mais estratégica

Você sabia que a Ascenty, líder em Data Centers em toda América Latina, pode contribuir para tornar sua TI estratégica?

Primeiro, você conta com soluções completas de Data Center, como o melhor serviço e infraestrutura de Colocation do mercado, além de várias ofertas complementares, como o Smart Hands, Work Areas e um posicionamento geográfico favorável para suportar estruturas de Disaster Recovery.

Além disso, sua empresa pode aproveitar do melhor guarda-chuva de soluções de conectividade, com ofertas como o Cloud Exchange, Conexão com os principais Internet Exchanges do mercado, Cross Connect que viabiliza sua conexão com a operadora que melhor atenda o seu negócio, Banda IP para manter seu ambiente conectado com a internet e muito mais.

O Cloud Connect é também uma forma de aproximar sua empresa dos principais provedores de serviços e soluções na nuvem do mundo. Sem esquecer das soluções de alta capacidade de transmissão, como o DWDM, uma solução que proporciona conexão de alta velocidade e desempenho com uma única fibra óptica. Solução essa que viabiliza replicações de storages e interconexões de altíssima capacidade.

Além disso, a Ascenty hospeda as principais infraestruturas de Internet Exchange — que se trata dos Pontos de Interconexão dos IX (estruturas físicas localizadas na ponta de várias redes), capazes de melhorar a troca de dados e impulsionar o crescimento do seu negócio.

Esses, é claro, são apenas alguns dos serviços e produtos da Ascenty, empresa altamente certificada e, entre outras coisas, alinhada com a causa da sustentabilidade.

Entre eles, o selo ISO 50001, que atesta a implementação de sistemas de gestão de energia, e o ISO 14001, que define os requisitos para implementação de um sistema de gestão ambiental.

O melhor? A Ascenty conta com 34 unidades de infraestruturas de Data Centers (em funcionamento ou construção) em locais estratégicos, tanto do Brasil, como no Chile, México e Colômbia.

E você, preparado para tornar sua TI estratégica? Converse conosco e entenda como a Ascenty pode transformar seu negócio!

Data Center Verde: como esse conceito é capaz de trazer redução de custos gerais nas empresas

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Cada vez mais o setor de TI e as empresas estão se voltando para o conceito de TI Verde e sustentabilidade. Assim, a adoção do data center verde é cada vez mais comum. Agora, por que isso é importante e como o investimento em um data center mais sustentável pode ajudar seu negócio?

Veja bem: de acordo com dados da Phys, o envio de um e-mail curto gera cerca de quatro gramas de CO2 à atmosfera. Pense no quão relevante é esse número considerando apenas o número de e-mails trocados todos os dias, que facilmente ultrapassam a casa dos bilhões.

Nesse sentido, o data center verde é uma resposta tecnológica para reduzir a pegada de carbono e manter o planeta mais sustentável. Que tal entender mais? Neste conteúdo, nós te explicamos tudo sobre data center verde e a importância deste recurso. Confira!

Data center verde: o que é?

Hoje, investir em um data center verde é uma questão tanto de inovação, quanto de garantir um futuro sustentável para as organizações. Por exemplo, conforme estudo publicado pelo portal Terra, quase 22% das empresas de tecnologia não têm sustentabilidade como foco.

Esse é um problema, já que se trata de menos de um terço das organizações atuais. No entanto, o futuro do data center verde é bem promissor. De acordo com a Environmental Leader, o mercado para esse tipo de data center deve crescer anualmente 14% até 2032. Ou seja, se hoje a sustentabilidade não é foco, ao menos já é um tema pilar no planejamento das empresas.

Agora, o que é um data center verde? Semelhante a uma estrutura de dados e servidores comuns, o seu objetivo é armazenar, gerenciar e processar informações. Porém, sua infraestrutura é pensada para minimizar o impacto ambiental.

Esse é um tema que já falamos aqui no blog, mas a relação entre data centers e tecnologias sustentáveis já vem de algum tempo. Afinal, quando operacionais, os data centers costumam ter uma grande exigência energética, especialmente no que diz respeito ao resfriamento das instalações.

O data center verde, portanto, é a exata resposta a esse problema, já que foi projetado para ter máxima eficiência energética.

  • Corredores frios e quentes: um sistema que possibilita o fluxo de ar quente e frio para equilibrar a temperatura ambiente.
  • Resfriamento: sistemas utilizam ar externo para resfriar data centers que estão localizados taticamente em temperaturas frias.
  • Centros de dados modulares: esses centros de dados com eficiência energética são transportáveis ​​e podem ser configurados rapidamente sempre que necessário.
  • Resfriamento evaporativo: várias tecnologias, incluindo almofadas de evaporação e sistemas de pulverização de alta pressão, diminuem o calor através da evaporação da água.
  • Recuperação e reutilização de calor: o calor desperdiçado após o uso de energia do data center é reutilizado para aquecer outros edifícios.
  • Umidificação ultrassônica: o ultrassom com eficiência energética cria a umidade necessária para executar alguns dispositivos em um data center.

Descubra por que a sua empresa precisa investir em um Data Center Verde

Ainda tentando entender se o investimento no data center verde vale a pena? Separamos algumas das razões para mostrar o real valor da sustentabilidade na gestão de dados e infraestrutura de TI, confira:

Menos consumo de energia

Um data center com eficiência energética é essencial para o crescimento e sucesso de qualquer negócio, o que torna a maximização da eficiência energética uma opção viável para qualquer empresa. A solução, por meio de tecnologias sustentáveis e a virtualização da TI, amplia a eficiência no consumo de energia.

Redução de despesas

Os data centers tradicionais consomem muita eletricidade, o que é uma das principais razões pelas quais esse é um serviço por vezes tão caro. Os data centers verdes consomem muito menos energia elétrica devido ao monitoramento contínuo e serviços sofisticados de gerenciamento de dados. Além disso, os data centers de energia verde podem reciclar eletricidade desnecessária e fazer bom uso dela.

Redução do impacto no meio ambiente

Se você tem acompanhado as notícias sobre pegada de carbono, provavelmente sabe que existem várias empresas tentando ativamente reduzi-la. O data center verde é uma solução perfeita para empresas preocupadas e engajadas com o tema.

Liderança de pensamento

Ao escolher um data center verde, as empresas podem assumir um papel de liderança na promoção da sustentabilidade.

Sustentabilidade corporativa

O compromisso com a sustentabilidade é capaz de ajudar as empresas a atrair e reter talentos, além de construir confiança com clientes e outras partes interessadas.

Pensando em terceirizar seu Data Center? O que levar em conta na hora de contratar um parceiro

Uma forma da sua empresa contar com um data center verde é com um parceiro de Colocation, capacitado e certificado no tema.

Sabia que a Ascenty pode ser a escolha ideal?

Líder em data centers em toda América Latina, a empresa possui o certificado ISO 50001, que comprova a implementação e manutenção de sistemas de gestão de energia. A Ascenty está ciente dos desafios da sustentabilidade no mundo da TI e dos dados — e atua de forma proativa para ser um motor da mudança.

Por isso, há anos vem investindo em uma infraestrutura tecnológica poderosa, segura, robusta e sustentável. Além disso, a empresa conta com outras certificações ISO em seu portfólio, como a ISO 14001, que garante uma operação em conformidade com as leis ambientais vigentes.

E então, que tal contar com um parceiro não apenas apto no tema de data centers verdes, mas especialista? Converse conosco e entenda como a Ascenty pode ajudar!

Gestão de Infraestrutura de TI: o que é e como fazer?

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Que a boa administração do seu TI é essencial para o sucesso do seu negócio, não há dúvidas. Mas você sabe o que é, na prática, a gestão de infraestrutura de TI e como realizá-la?

Entender a relação entre o conceito e a prática pode fazer toda diferença no futuro da sua operação. Isso porque o departamento de TI é, cada vez mais, uma parte estratégica do negócio. Desse modo, cuidar de seus recursos é essencial para assegurar a continuidade operacional e o crescimento saudável do seu negócio.

Afinal, se todos os processos — ou, ao menos, boa parte deles — acontece no meio digital e depende de dados, é de suma importância que sua organização garanta o correto funcionamento da infraestrutura de TI, certo?

Neste artigo, iremos nos aprofundar no tema e explicar tudo sobre a gestão de infraestrutura de TI. Preparado para aprender mais? Confira!

Gestão de infraestrutura de TI: o que é?

A gestão de infraestrutura de TI é o conjunto de boas práticas, processos e ações que visam a administração dos componentes que compõem o departamento de Tecnologia da Informação de uma empresa. Neste conjunto, inclui-se o gerenciamento dos recursos, equipamentos, processos e da equipe por trás do TI do negócio.

Porém, vale dar um passo atrás para entender exatamente o que compõe a infraestrutura de TI de uma organização. Você sabe o que faz o seu negócio funcionar e se manter disponível?

Entre os principais elementos, estão:

  • redes;
  • hardwares;
  • softwares;
  • servidores;
  • data centers;
  • sistemas operacionais;
  • provedores de serviços na nuvem;
  • entre outros.

Assim, a gestão de infraestrutura de TI serve tanto para administrar e realizar a manutenção desses elementos, bem como estabelecer políticas, assegurar o compliance e seguir as boas práticas de governança corporativa.

Gestão de Infraestrutura de TI: como funciona?

Na prática, é impossível definir o funcionamento da gestão de infraestrutura de TI de uma ou outra maneira. Isso é, trata-se de uma função muito ampla e que lida com diferentes tipos de tecnologias.  Por isso, a tarefa é normalmente separada em várias categorias:

  • gerenciamento de rede;
  • gerenciamento de sistemas;
  • gerenciamento de armazenamento.

A estrutura do software e dos sistemas de comunicação que permitem que uma empresa se conecte a uma rede é tratada pelo gerenciamento de rede. Aqui, falamos também de equipamentos como roteadores, cabeamentos ou uma ponte de comunicação.

O gerenciamento de sistemas é o processo pelo qual as organizações acompanham a evolução da comunicação, bem como registram os ajustes de TI necessários para a manutenção operacional.

Isso facilita a missão de acompanhar as melhorias de TI e as novas tecnologias.

Por fim, o gerenciamento de armazenamento lida com a armazenagem e segurança dos dados. É essa categoria que avalia os provedores de serviços na nuvem, por exemplo.

Pode-se dizer que a função exercida pelo time de gestão de infraestrutura de TI se ocupa dos bastidores operacionais de um negócio.

São eles os responsáveis por manter as operações diárias em funcionamento (incluindo internet, e-mail, disponibilidade e acessibilidade aos dados). E claro, por isso, a equipe em si depende muito de soluções de gerenciamento e monitoramento em tempo real ou quase real para manter a produtividade.

Qual é a importância dessa atividade para o seu negócio?

Ao alinhar a gestão de infraestrutura de TI com a sua estratégia de negócios, é possível aproveitar todo potencial da tecnologia para criar valor à empresa. Assim, em vez de gerenciar cada linha de negócios separadamente, você pode convergir o gerenciamento de todas as diferentes instalações de TI, armazenamento, aplicativos, servidores, sistemas de segurança e redes.

O objetivo do gerenciamento de infraestrutura de TI é trazer controle e estrutura para os processos e funções que são responsáveis ​​por várias operações técnicas em ambientes físicos e virtuais.

Além disso, também ajuda a mitigar os esforços, melhorar o fluxo de informações, garantir a conformidade com os regulamentos do setor (como a LGPD), reduzir os custos gerais de TI, aumentar a produtividade dos negócios e minimizar o tempo de inatividade.

Entre os principais benefícios, podemos mencionar os seguintes:

  • Expertise à disposição: você conta com um time especializado que pode ficar de olho em todo aparato tecnológico da empresa.
  • Manter as melhores práticas: contar com profissionais experientes também aproxima sua empresa de 100% de compliance.
  • Mais controle: significa que você poderá lidar com as demandas de negócios com mais facilidade e eficiência.
  • Suporte 24×7: a capacidade de receber assistência quando você precisar. Assim, quando algo dá errado, há uma resposta imediata.

Como fazer a Gestão de Infraestrutura de TI na sua empresa?

As tarefas dentro da gestão de infraestrutura de TI variam de acordo com vários fatores, como o tamanho e a forma das redes de sua organização, bem como o nível de exigência da empresa.

Para simplificar, podemos mencionar cinco principais responsabilidades que todos os gerentes de TI encontrarão:

Sistema de segurança

A segurança dos sistemas abrange tudo o que é necessário para manter sua infraestrutura segura. Por isso, é necessário investir em:

  • Estabelecer segurança física;
  • Configurar e monitorar alertas;
  • Instalação de antivírus e firewalls;
  • Criptografar arquivos e comunicações confidenciais;
  • Implementar as melhores práticas de criação e alteração de senhas.

Padrões e práticas

O gerente de TI também é responsável por criar e implementar processos que garantam que toda a empresa esteja utilizando sua TI adequadamente.

Para isso, é indicado:

  • Treinar e aplicar os processos de manutenção e segurança de TI da empresa;
  • Avaliação de funcionários, contratados terceirizados e outros parceiros da empresa antes de permitir o acesso;
  • Garantir que todos os dados e documentos sejam descartados de forma adequada e completa.

Documentação e relatórios

O gerente de TI é responsável por:

  • Criar materiais de treinamento;
  • Manutenção de logs do sistema de TI;
  • Acompanhar e criar relatórios sobre o desempenho da infraestrutura.

Vale lembrar que os relatórios são importantes porque permitem que os gestores tenham insights acionáveis ​​sobre o desempenho de diferentes elementos de sua infraestrutura.

Monitoramento de desempenho

O complemento ao passo anterior é o monitoramento de indicadores-chave de desempenho, de modo a complementar os relatórios.

Alguns KPIs de TI populares incluem:

  • Dados de interrupção (frequência, tempo médio para resolver, tempo de inatividade total);
  • Armazenamento e utilização (utilização de RAM, espaço de armazenamento disponível);
  • Desempenho de rede (velocidades de upload e download, latência de rede).

Soluções Ascenty para uma gestão de infraestrutura de TI eficiente

A gestão de infraestrutura de TI exige mais do que processos bem definidos: exige uma base sólida, confiável e altamente conectada para suportar o crescimento das operações e garantir continuidade ininterrupta.

Portanto, é exatamente nesse ponto que a Ascenty se destaca como aliada estratégica.

Ou seja, com uma plataforma de Data Centers de classe mundial, conectividade de alta performance e soluções personalizadas, a Ascenty oferece tudo que sua empresa precisa para transformar a gestão da infraestrutura de TI em um diferencial competitivo.

Entre os principais diferenciais que integram o ecossistema Ascenty, estão:

  • 34 Data Centers na América Latina, interligados por uma rede própria de 5.000 km de fibra óptica, garantindo alta disponibilidade e baixa latência.
  • Soluções de Colocation com segurança física 24×7, infraestrutura redundante, refrigeração eficiente e suporte Smart Hands.
  • ServiceFabric™: plataforma que orquestra conexões entre nuvens, aplicações e infraestruturas em escala global, com provisionamento sob demanda e segmentação de rede.
  • Acesso aos principais pontos de troca de tráfego (IX.br), cabos submarinos e operadoras, oferecendo liberdade de escolha, competitividade e máxima resiliência.

TI bem gerida, negócio em alta performance

Um dos pilares mais importantes para garantir a eficiência da gestão de infraestrutura de TI, é a segurança e continuidade das operações empresariais.

Ao incorporar soluções como as da Ascenty, sua empresa fortalece sua base tecnológica com agilidade, alta disponibilidade, interconexões inteligentes e suporte especializado.

Sendo assim, que tal continuar aprendendo mais sobre o tema? Para isso, indicamos o artigo, “Como uma infraestrutura de qualidade pode contribuir para o seu negócio” é o conteúdo ideal para você”. Boa leitura!

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Ascenty, Datacom e DataSafer disponibilizam estrutura de armazenamento em nuvem 100% brasileira

Servidores OCP com desenvolvimento, fabricação e mão-de-obra nacionais diminuem dependência do mercado interno por produtos importados

A Ascenty, empresa líder em colocation na América Latina, com 33 data centers no Brasil, Chile, México e Colômbia,  a DataSafer, especializada em armazenamento em nuvem, de Campinas, e sua fornecedora, a Datacom, fabricante de servidores e produtos para telecomunicações, com sede em Eldorado do Sul (RS), disponibilizam estrutura de armazenamento em nuvem 100% brasileira utilizando servidor OCP (Open Compute Project) desenvolvido e produzido integralmente no Brasil.

O OCP é uma comunidade colaborativa de criação de conceitos de arquitetura de hardware que suportam com eficiência as demandas crescentes da infraestrutura de computação em nuvem, com consumo de energia reduzido e menores custos de operação e de manutenção que as arquiteturas de TI tradicionais. E essa parceria entre Ascenty, Datacom e DataSafer diminui dependência do mercado interno por produtos importados ao disponibilizar tecnologia com desenvolvimento, fabricação de peças e equipamentos e mão-de-obra 100% nacionais.

“Foram dois anos projetando uma nova geração de servidores para data centers que, hoje, funcionam com uma redução de 30% no consumo de energia e de 20% nos custos operacionais em comparação com as instalações anteriores”, afirma Jairo Neto, gerente de contas da Datacom.

Walber Alexandre de Castro, Diretor Executivo da DataSafer, cita que “A infraestrutura da Ascenty foi determinante para o sucesso do projeto, tanto do ponto de vista de segurança, alta disponibilidade, conectividade e redundâncias, quanto de mão de obra qualificada e ágil para o atendimento das demandas urgentes, pois tivemos de dobrar a ocupação de racks para viabilizar essa tecnologia”, acrescenta.

Castro salienta que essa produção brasileira é uma alternativa à demora de entrega de servidores, por conta da escassez de semicondutores decorrente da guerra entre Ucrânia e Rússia, países líderes em produção de matérias-primas de chips[DV1] [BB2] . “Conseguimos superar a crise de componentes e suprir a demanda interna com planejamento, pois enquanto tivemos relato de empresas que esperaram um ano para receber esses equipamentos importados, nós recebemos em dois meses”, revela.

“É um grande diferencial oferecermos servidores OCP nacionais da Datacom e armazenamento em nuvem da DataSafer como serviços disponíveis em nosso ecossistema digital com infraestrutura de ponta em disponibilidade energética, alta conectividade e a mais baixa latência do mercado”, destaca Vinícius Minetto, Diretor de Vendas da Ascenty.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 33 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile, México e Colômbia, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site.

Site da Datacom.

Site da Datasafer.


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Ascenty viabiliza migração de infraestrutura do Voiter para a nuvem em tempo recorde

Banco de negócios amplia parceria estratégica com a Ascenty ao contratar colocation para data center e infraestrutura de internet e de conectividade

A Ascenty, empresa líder em colocation na América Latina, com 28 data centers no Brasil, Chile e México – sendo 22 em operação e seis em construção, foi escolhida como parceira estratégica pelo Voiter, banco de negócios que reúne tecnologia, crédito e mercado de capitais para oferecer de forma consultiva soluções e serviços financeiros integrados para clientes de todos os setores da economia.

Para aprimorar a segurança e os recursos tecnológicos das suas soluções e serviços, o banco de negócios migrou sua infraestrutura para a Ascenty, que passou a ser a principal fornecedora de internet e conectividade com as principais empresas de nuvem do mercado.

“Migramos toda nossa infraestrutura para a nuvem em 9 meses, de forma planejada e gradual, integrando todas as áreas de negócios do banco em um único fim de semana. Além disso, desativamos a conectividade legada para uma nova infraestrutura mais robusta e concluímos o plano de recuperação de desastres, aumentando a capacidade transacional em todas as nossas operações com a infraestrutura em nuvem escalável. Hoje o Voiter é parte dos 18% dos bancos do mundo que operam 100% em nuvem, segundo pesquisa da S&P Global”, diz Eduardo Kimura, CIO e Diretor de Transformação Digital do Voiter.

“Inicialmente procuramos a Ascenty para ser apenas o provedor da conectividade de Disaster Recovery, mas durante o processo identificamos oportunidades de sinergia de serviços, com maior qualidade e robustez. Hoje a Ascenty passou a ser o nosso fornecedor principal de conectividade e infraestrutura, oferecendo toda a redundância da conectividade entre os data centers e às nuvens”, acrescenta Kimura.

Para Vinícius Minetto, Diretor de Vendas da Ascenty, se tornar o principal parceiro de infraestrutura do Voiter é mais um endosso ao atendimento de excelência, com flexibilidade de serviços e oferta de preços competitivos. “Oferecemos um ecossistema digital de alcance global que funciona como uma engrenagem para alavancar negócios de parceiros, com especial atenção à flexibilidade e à eficiência nos serviços, com disponibilidade total aos nossos clientes”, destaca Minetto.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site.

Sobre o Voiter

O Voiter traz um novo conceito de banco de atacado ao ser um banco de negócios que reúne tecnologia, crédito, mercado de capitais e parcerias para oferecer, de forma consultiva, soluções e serviços financeiros integrados para clientes de todos os setores da economia – de startups a grandes empresas. Para mais informações: https://www.voiter.com/.

Informações Voiter para a imprensa: TM Comunicações

Ana Paula Joaquim +55 11 991173495 / [email protected]

Flavia Galembeck +55 11 98890-7777 / [email protected]

Caroline Romero + 55 11 99496-1898 / [email protected]

Fernanda Malcher +55 21 99118-9393 / [email protected]

Informações Ascenty para a imprensa: Advice Comunicação Corporativa

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6 dicas de ouro para garantir disponibilidade de TI na sua empresa

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Quando falamos do setor de TI de um negócio, a prevenção é sempre o melhor remédio. Na prática, porém, esse cuidado se trata de se preparar para eventuais problemas e assegurar, assim, a disponibilidade de TI. No entanto, como fazer para conseguir isso e o que esse tipo de investimento pode trazer de benefício ao seu negócio?

Bom, nos adiantamos para responder a segunda pergunta: com uma infraestrutura de TI estável, com alta disponibilidade, é possível suportar o crescimento desejado e melhorar a qualidade do serviço e do atendimento aos clientes. Tudo isso, claro, levando em conta as interações por meio digital: em seu site, aplicativo ou sistemas fornecidos.

Sua empresa não trabalha com entregas digitais?

A disponibilidade de TI também é importante, já que assegura que a sua operação ocorra sem problemas, mantendo os níveis de comunicação estáveis, o tráfego de dados contínuo e as informações seguras.

Mas agora, voltando à primeira questão, como garantir a disponibilidade de TI em sua empresa? Separamos seis dicas primordiais que você pode aplicar em sua operação para aproveitar de uma infraestrutura de TI mais confiável. Confira! 

A importância da alta disponibilidade de TI para o seu negócio

A verdade é que, se você quer que o seu negócio continue no caminho do crescimento, é preciso assegurar que a sua infraestrutura tecnológica esteja à altura do sucesso pretendido.

A alta disponibilidade de TI ajuda sua empresa a aumentar a produtividade e ficar à frente do jogo em seu campo de atuação. Além disso, seus funcionários dependem da tecnologia para realizar seus trabalhos e, como responsável por uma empresa, você precisa fornecer os recursos tecnológicos necessários para que eles desempenhem com eficiência.

Problemas operacionais, como falhas de hardware e má conectividade, dificultam os fluxos produtivos de seus times, ocasionando na perda de prazos, qualidade, entre outros.

A infraestrutura de TI — que inclui componentes como hardware, software, rede e servidor — ajuda sua empresa a atingir suas metas operacionais para que os funcionários possam trabalhar sem interrupções.

Esses componentes trabalham juntos para facilitar a comunicação, a troca rápida de informações e o compartilhamento seguro de dados em seu local de trabalho digital.

Na prática, uma boa infraestrutura de TI não apenas aumenta a eficiência dos colaboradores, mas também permite que sua equipe de TI dimensione as operações sem problemas.

Mas como garantir a alta disponibilidade de TI? Confira as nossas dicas a seguir: 

1 – Monitore continuamente o seu ambiente de TI

Qual o desempenho da sua infraestrutura e ambiente de TI? Você sabe os números de downtime do último mês, semestre ou ano?

Se sim, o que fez para reduzi-los?

É importante monitorar constantemente a performance da sua infraestrutura, de modo a compreender na prática se o seu ambiente dá conta das demandas atuais. E para o futuro, uma projeção é importante: seu ambiente é escalável o suficiente para lidar com as necessidades esperadas?

Importante ter esses levantamentos — sobre o passado, presente e futuro — em mãos!

2 – Identifique e resolva os gargalos da área

Uma boa maneira de assegurar a disponibilidade de TI é mapeando as falhas e gargalos produtivos e operacionais.

Ao manter um olho sempre atento nos problemas — bem como profissionais sempre dispostos a resolvê-los — você evita situações críticas e emergenciais.

3 – Conte com um plano de Disaster Recovery

O Disaster Recovery é um plano de segurança de todos os dados do seu negócio.

Afinal, apesar de toda resiliência da nuvem, situações críticas acontecem e podem afetar os servidores físicos das empresas, como tempestades, enchentes, ataques hacker ou mesmo falhas provenientes de erros humanos.

O DR é uma maneira de assegurar que seus dados sejam salvos em mais de uma localização, atualizados a cada hora (ou mesmo minutos). É um serviço que sua empresa pode terceirizar a fim de garantir maior proteção às informações do negócio.

4 – Não descuide do backup

Certifique-se de que todos os seus dados sejam copiados regularmente. Isso ocorre porque, mesmo que você tenha a rede mais segura, ainda há uma chance de que ela possa ser invadida.

Portanto, para evitar perdê-lo no caso de um hacker ou outro problema, certifique-se de ter várias cópias de seus dados.

5 – Tenha redundância de Data Centers e outros equipamentos

Quando falamos de disponibilidade de TI, nos referimos também à redundância dos seus data centers e outros equipamentos.

Basicamente, trata-se do conceito de repetição de componentes críticos para o funcionamento de um serviço. Na TI, isso pode ser dito dos data centers, componentes de rede e conectividade, entre vários outros.

O objetivo é assegurar a operação contínua dos serviços, evitando também a perda de dados.

Desse modo, um ambiente redundante pode, por exemplo, suportar a queda de um data center, conectando-se automaticamente a outro, com a função de substituí-lo (temporária ou definitivamente).

6 – Utilize os recursos da nuvem

A computação em nuvem é uma ótima maneira de gerenciar informações, em vez de em seu próprio servidor. Isso é mais seguro do que armazenar dados por conta própria, além de ser mais barato porque os usuários da nuvem pagam apenas pelos serviços e armazenamento que usam.

Conte com a Ascenty para ajudar a melhorar a disponibilidade de TI da sua empresa

Sabia que a Ascenty pode ajudar sua empresa a garantir total disponibilidade de TI?

Maior empresa de Data Centers de toda América Latina, a Ascenty oferece serviços exclusivos e de altíssima qualidade para empresas de todos os tipos, em todo território brasileiro.

Entre eles, podemos destacar:

Colocation: serviço completo de locação de infraestrutura de Data Center, contando padrões mundiais de redundância, segurança e gestão.

Disaster Recovery: distribuição de Data Centers estratégica, garantindo uma cobertura completa para seu ambiente de TI, além de processos e práticas desenvolvidas em cima de um conjunto de políticas e procedimentos avançados, que possibilitam recuperação total da sua infraestrutura de tecnologia, se necessário.

E vários outros, pois a lista é enorme e se adapta às suas necessidades.

Que tal entender mais? Agende uma reunião com nossos especialistas e conheça os serviços da Ascenty!

Ascenty conquista excelência em atendimento ao cliente pelo quinto ano consecutivo

Empresa líder em data centers na América Latina atingiu a zona de excelência em atendimento ao cliente pelo quinto ano consecutivo segundo a metodologia de pesquisa da Net Promoter Score

Os resultados da pesquisa Net Promoter Score (NPS), realizada anualmente com os clientes da Ascenty, empresa líder em colocation na América Latina, revelam como o atendimento de excelência é um diferencial do posicionamento de mercado da organização.

Pelo quinto ano consecutivo, a Ascenty foi classificada na Zona de Excelência da avaliação, na faixa entre 75 e 100 pontos. A NPS é a métrica mais consagrada do meio corporativo em avaliação da lealdade e do grau de satisfação de clientes. O feedback positivo dos clientes da Ascenty nessa metodologia endossa, portanto, o sucesso da estratégia da empresa em se diferenciar como prestadora de serviços de excelência em colocation e conectividade.

“Investimos muito em infraestrutura, tecnologia, processos ágeis, mantendo uma cultura com foco em flexibilidade, e sempre temos iniciativas com foco em retenção e atração de novos talentos, tudo isso associado com constantes treinamentos para oferecer serviços de excelência com a mesma qualidade 24 horas por dia, todos os dias e em todos os data centers da América Latina. Além disso, estamos sempre muito atentos às necessidades dos nossos clientes”, afirma Marcos Siqueira, vice-presidente de Operações da Ascenty.

Com 33 data centers próprios no Brasil, Chile, México e Colômbia, a Ascenty atende clientes de grande porte que, pela complexidade dos seus negócios, exigem uma prestação de serviço de altíssima qualidade. Dentre os principais segmentos atendidos pela empresa estão os maiores provedores de serviços de cloud e tecnologia em geral, setor financeiro, e-commerce (varejo), educação e integradoras de serviços.

Entre a pesquisa realizada em 2021 e a pesquisa recém-concluída, em setembro de 2022, a Ascenty anunciou sete data centers – sendo três no Brasil, dois no México e um segundo data center no Chile, além do recente anúncio de outras cinco novas unidades, incluindo a entrada no mercado colombiano.

“Mesmo com expressiva expansão, conseguimos balancear o bem-estar e a segurança dos funcionários com a satisfação dos clientes, mantendo a qualidade do serviço confirmada pela NPS”, conclui Siqueira.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 33 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile, México e Colômbia, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site.

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Ascenty integra categoria Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol por neutralização completa de emissões de gases de efeito estufa

Maior empresa de data centers da América Latina publica ciclo 2022, referente às emissões de 2021

Em continuidade ao seu comprometimento com boas práticas de ESG, a Ascenty – empresa líder no mercado de colocation na América Latina, com 28 data centers próprios no Brasil, Chile e México – foi classificada na categoria Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol, principal método de desenvolvimento de ferramentas de cálculo para estimativas de emissões de gases do efeito estufa (GEE). A distinção é do ciclo 2022, referente às emissões de 2021.

A categoria prata é destinada às organizações que fazem a publicação de um inventário completo de suas emissões de GEE, que contemple as fontes dos escopos 1,2, sendo o escopo 3 de relato opcional. Vale ressaltar, contudo, que a Ascenty foi certificada “carbono neutro” nos três escopos referente às emissões de 2021 e 2020.

O escopo 1 avalia as emissões diretas da empresa, provenientes de bens próprios da companhia, como automóveis e geradores proprietários, por exemplo. Já o escopo 2 mede as emissões indiretas resultantes de insumos da companhia, originárias na íntegra pela geração de energia elétrica consumida pela empresa. E o escopo 3 contempla as emissões indiretas sem controle da empresa, como aquelas resultantes de fontes particulares de funcionários, parceiros e clientes.

“Desde 2020 temos o Programa Carbono Neutro e, por acreditar na importância de uma cultura corporativa alinhada à agenda positiva global de enfrentamento às mudanças climáticas, decidimos dar esse novo passo ao virarmos membros na categoria prata do Programa Brasileiro GHG Protocol”, afirma Fábio Trimarco, diretor de Compliance e Qualidade da Ascenty. “Além de sermos os pioneiros do setor ao neutralizar a totalidade de emissões desde 2020, nos tornamos o primeiro data center certificado ISO 14001 em 2016, quando pouco se falava em sistema de gestão ambiental corporativo”, acrescenta.

Para mais informações sobre a neutralização das emissões da Ascenty, clique aqui.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site.

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Ascenty lança marketplace de serviços de tecnologia

Iniciativa da maior empresa de data centers da América Latina cria oportunidades de negócios entre seus clientes

A Ascenty, empresa líder no setor de data centers na América Latina, com 28 unidades no Brasil, Chile e México – sendo 22 em operação e seis em construção – anuncia o lançamento de um marketplace de serviços de tecnologia para sua rede de clientes.

O espaço oferece inúmeros serviços de tecnologia, desde servidores e outros equipamentos físicos, passando por soluções ligadas a cloud computing, cybersegurança e desenvolvimento de aplicativos. Como a Ascenty tem foco exclusivo em colocation – que consiste na locação do espaço com energia, conexão com a Internet e ligações físicas redundantes com as principais clouds globais – ela não concorre com seus parceiros de tecnologia, criando um elo de negócios entre eles. Trata-se, portanto, de um marketplace de livre concorrência e aberto a toda rede de parceiros da empresa.

O ecossistema digital da Ascenty consiste em um ambiente com grande potencial de oportunidades de negócios. “Além de infraestrutura de excelência, nossos clientes dispõem de um marketplace com grande diversidade de oferta de serviços de tecnologia de ponta, com a Ascenty desempenhando o papel de fomentadora de novos negócios, para que eles tenham rápido e fácil acesso aos serviços que que precisem dentro do nosso ecossistema digital”, afirma Vinícius Minetto, diretor Comercial da Ascenty.

Com boa receptividade entre a base de clientes, foram cadastradas mais de 30 empresas nas duas primeiras semanas de marketplace. A expectativa da Ascenty é ultrapassar 50 prestadoras de serviços de tecnologia até o fim do ano.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site.

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Ascenty apresenta seu ecossistema global de conectividade na Futurecom

Empresa líder de data centers da América Latina provê ambiente de negócios digitais com o maior potencial do mercado

A Ascenty, empresa líder no setor de data centers e conectividade na América Latina, com 28 unidades no Brasil, Chile e México, participa pela primeira vez com um estande na Futurecom 2022, que acontece de 18 a 20 de outubro no São Paulo Expo, com o objetivo de apresentar seu ecossistema de conectividade de alcance global com o maior potencial de negócios do mercado.

Com 12 anos de história, a Ascenty oferece ao mercado a menor latência para conexão direta com os principais cloud providers do mundo. A companhia assegura uma velocidade de até 2 milissegundos para troca de dados, índice 15% inferior à média de oferta no mercado brasileiro.

A Ascenty possui, ainda, 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária conectada às estações de cabo submarino em Fortaleza, Rio de Janeiro e Praia Grande (SP); além de ser “carrier neutral” e prover acesso direto a inúmeras operadoras de telecomunicação interligadas em seus data centers.

Portanto, ao alocar dados nos data centers da Ascenty, mesmo de forma híbrida, o cliente passa a ter acesso direto a uma rede de clientes globais, que inclui os principais cloud providers do mercado, diversos serviços gerenciados de ambiente de negócios e soluções ligadas à cibersegurança, conectividade e desenvolvimento de aplicativos.

Com o apoio de seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, empresa canadense de gestão de ativos; e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades nos seis continentes –, a Ascenty ratifica o padrão de excelência mundial de seu ecossistema digital.

“Fazer parte de um grupo global líder em serviço de data centers nos permite prover conectividade com baixa latência, maior resiliência e, por consequência, disponibilidade superior de mercado, de ponta a ponta, em negócios realizados em qualquer lugar do mundo”, destaca Marcos Siqueira, vice-presidente de Operações da Ascenty.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse: https://ascenty.com

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Ascenty inaugura seu quinto data center em Hortolândia

Com investimento previsto de R$ 920 milhões e capacidade de 31 MW, o data center expande em 134% a potência total do complexo que começou a ser construído em 2015

A Ascenty, empresa líder no setor de serviços de data centers na América Latina, anuncia inauguração da quinta unidade do complexo de Hortolândia, no interior do estado de São Paulo. A empresa ainda conta com um sexto data center em construção no local, com previsão de início de operação em 2023.

O investimento total para a instalação da unidade foi de R$ 350 milhões até o momento, com previsão de chegar a R$ 920 milhões ao término da fase final do site. Hortolândia 5 já inaugurou com 20% dos centros de processamento de dados ocupado por clientes, com plano de chegar a 60% até o fim de 2023.

Agora, a Ascenty conta com 28 unidades no Brasil, Chile e México, sendo 23 em operação e cinco em construção. Com a inauguração, o campus de Hortolândia teve sua potência expandida em 134%, indo de 23MW para 54MW de energia.

“No próximo ano, finalizaremos a sexta unidade do complexo que começou em 2015. Hortolândia é um importante polo industrial e tecnológico em crescimento. O investimento no município faz parte da nossa estratégia de expansão em linha com a alta demanda das empresas por serviços digitais”, afirma Marcos Siqueira VP de Operações.

O campus de Hortolândia está conectado aos 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária da Ascenty e interligado à estação de cabo submarino de Praia Grande (SP). A Ascenty é “carrier neutral” e disponibiliza a seus clientes acesso direto a inúmeras operadoras de telecomunicação em seus data centers.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site.

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Automação de Data Center: por que investir nessa solução?

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A inovação figura entre os atributos mais importantes para o crescimento empresarial. Em tempos de Transformação Digital e mudanças constantes, é preciso estar alinhado às novas demandas, garantindo operações cada vez mais eficientes, amplas e digitais. Nesse cenário, a Automação de Data Center desponta como uma necessidade.

No entanto, muitos negócios ainda não têm a devida compreensão sobre os impactos e benefícios dessa prática. Pensando nisso, preparamos este conteúdo para mostrar a importância do Data Center e os reflexos positivos que a sua automação pode representar no mercado atual. Acompanhe!

Qual a função do Data Center?

De maneira geral, a principal função de um Data Center é fornecer acesso a estrutura que comporte os recursos computacionais para as empresas, os quais são indispensáveis as mais diferentes atividades e setores.

Assim, por meio de uma instalação física centralizada, equipada com computadores, servidores, serviços de rede e outros recursos de TI, o Data Center é responsável por dar suporte às operações de empresas.

Esse ambiente é a base para alocação de recursos de TI, disponibilidade de sistemas e aplicações e, de forma mais abrangente, suportar a Transformação Digital dos negócios.

Qual a importância do Data Center?

Atualmente, tanto a utilização massiva de dados quanto a digitalização de processos são práticas extremamente comuns no mercado. Essa realidade, reflexo da Transformação Digital, é responsável por intensificar a demanda das empresas por recursos computacionais e grandes infraestruturas de TI.

Hoje, mais do que nunca, organizações de todos os portes e segmentos necessitam dos ativos de TI para promover o armazenamento e processamento dos seus dados. Além disso, é necessário hospedar sites, aplicativos e sistemas em tempo integral e com alta disponibilidade.

Por isso que os datacenters se tornaram parte integrante das operações empresariais, sendo vitais para o seu sucesso.

Por que investir em automação de Data Center?

A automação de Data Center, como a expressão já indica, é o processo de gerenciamento e automatização dos fluxos de trabalho relacionados à infraestrutura de TI desses ambientes. Contudo, ela não necessita de grandes interações humanas ou administrativas.

De forma prática, essa automação visa simplificar a gestão dos complexos ambientes de rede e dados, fornecendo mais controle, visibilidade e eficiências às equipes responsáveis.

Afinal, como mencionado, as empresas lidam com volumes cada vez maiores de dados e processos digitais, demandando estruturas computacionais robustas e altamente complexas.

Toda essa estrutura, sem dúvida, exige um grande esforço técnico e gerencial para que seja administrada eficientemente. No entanto, de forma manual, isso nem sempre é possível. É, então, que a automação se mostra necessária e potencialmente benéfica.

Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios de se optar pela automação de Data Center!

Otimização do tempo de sua equipe

De forma prática, a gestão do Data Center, a depender do porte do negócio e volume de serviços acessados, pode demandar um grande esforço operacional por parte das equipes. Ademais, ela pode gastar um tempo precioso da sua rotina — muitas vezes em atividades repetitivas e essencialmente operacionais.

No entanto, ao investir na automação, é possível não só otimizar os processos, tornando-os mais autônomos e gerenciáveis, mas simplificar a rotina das equipes, automatizando tarefas repetitivas e pouco estratégicas.

Com isso, o capital humano da empresa tem mais tempo para se dedicar aos processos estratégicos, aproveitando melhor a tecnologia.

Aumento da eficiência do Data Center

A automação de Data Center é uma das bases para o aumento da sua eficiência. Isso porque a implementação de processos padronizados, utilização de frameworks testados e recursos de automação tendem a tornar o gerenciamento da infraestrutura muito mais transparente.

Isso significa que as equipes passam a contar com o reforço da automação para identificar e corrigir falhas, monitorar o desempenho das máquinas e serviços, além de dados para subsidiar a tomada de decisão. Tudo isso, de uma forma ou de outra, contribui para que a empresa consiga extrair a máxima eficiência do Data Center.

Modernização da área de TI

Outro ponto positivo da automação de Data Center se relaciona à modernização da área de TI da empresa. Como se sabe, hoje, esse é um braço essencial para as operações e que está diretamente associado aos pontos mais estratégicos, por exemplo:

  • a gestão de dados;
  • reforço da conectividade empresarial;
  • armazenamento seguro da informação;
  • compliance de TI;
  • disponibilidade de serviços e plataformas;
  • equalização de custos operacionais ligados à gestão de TI;
  • integração de processos, ambientes e equipes.

Assim, ao seguir pelo caminho da automação, esses e outros muitos elementos assumem uma roupagem mais moderna, na qual disponibilidade, eficiência e segurança se tornam ainda mais presentes no dia a dia do setor de TI.

Na prática, a automação é um passo dado em direção ao máximo aproveitamento dos recursos de TI, sejam eles humanos ou materiais. Isso garante uma atuação empresarial mais alinhada com a Transformação Digital e com as boas práticas do mercado, refletindo diretamente no nível de competitividade da empresa.

Por que o Data Center é fundamental para todo tipo de negócio?

Independentemente do porte ou área de atuação da empresa, o Data Center exerce um papel crucial para o seu sucesso. Atualmente, mais do que nunca, os negócios dependem de seus ativos digitais e recursos de TI, já que praticamente tudo passa por eles.

Por exemplo, o Data Center é elementar para o bom funcionamento de sistemas de CRM e ERP. No mesmo sentido, são fundamentais para garantir a disponibilidade de redes, serviços e aplicações, das mais simples até as mais complexas.

Além disso, também existe a questão da segurança da informação, ponto sensível da atuação empresarial atual, que demanda proteção em tempo integral e mais privacidade. Esses elementos se reforçam em ambientes estruturados, gerenciáveis e que dispõem dos recursos de proteção mais robustos.

Por fim, o Data Center é muito útil aos negócios na hora de garantir a escalabilidade das operações. Ele fornece recursos computacionais de forma equilibrada e condizente com as necessidades do negócio, ao longo de toda a sua jornada de crescimento e inovação.

Como fazer a automação de Data Center de forma correta?

Até aqui, ficou claro que os Data Centers representam recursos de grande valor para os negócios, sejam eles de pequeno porte ou grandes organizações. No entanto, materializar a automação nesses ambientes não é algo simples, já que passa por diferentes aspectos e requer conhecimento especializado.

Por isso, a automação de Data Center precisa ser conduzida por profissionais especializados, conscientes das necessidades e implicações desse processo. Afinal, estamos falando de um quesito que interfere diretamente nas operações da empresa.

Assim, a confiabilidade precisa estar à frente dessa automação. É fundamental contar com o apoio de parceiros especializados e experientes, que dispõem do capital humano necessário para conduzir essa transformação e dos recursos materiais mais adequados.

Isso envolve a utilização de hardware de ponta e softwares eficientes, que apresentem um fácil manuseio e interpretação.

Por fim, é preciso ter em mente que de nada adianta ter à disposição os melhores equipamentos e softwares se tudo isso não for programado e gerenciado de maneira coerente, atendendo às necessidades da sua empresa.

Dito isso, mais uma vez, destacamos a importância de que o processo seja conduzido e apoiado por quem tem expertise no assunto. Dessa forma, a automação de Data Center tem todos os elementos necessários para ocorrer da melhor maneira possível.

Gostou deste conteúdo e tem interesse em seguir lendo e aprendendo mais sobre o tema? Então não deixe de acompanhar o blog da Ascenty!

Você já ouviu falar do conceito Digital First?

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Em um cenário no qual o digital está cada vez mais integrado à realidade dos negócios, conceitos como Digital First fazem ainda mais sentido, traduzindo um ideal de otimização compartilhado pela maioria das empresas: a digitalização de processos.

No entanto, apesar de simples e extremamente atual, Digital First ainda soa estranho em muitos ambientes. Por isso, preparamos este conteúdo para tratar sobre o tema e expandir os seus horizontes em relação às possibilidades e diferenciais que uma estratégia Digital First pode oferecer. Vamos lá!

Afinal, o que é Digital First?

Como a tradução livre do termo já indica, Digital First se trata de colocar os meios digitais em foco dentro das operações da empresa. Ou seja, é priorizar o uso de soluções inovadoras e que conduzam os seus processos a um formato cada vez mais digital.

Assim, muito mais do que investir em softwares, equipamentos de automação e recursos tecnológicos, Digital First representa uma forma disruptiva de enxergar a tecnologia. É focar ao máximo no potencial de otimização que ela é capaz de agregar, ainda que a partir de mudanças simples.

Qual a importância da estratégia Digital First? 

Muito em razão da Transformação Digital, a abordagem de negócios voltado ao Digital First vem se tornado o padrão nos mais diversos ambientes digitais. Na prática, isso se deve aos benefícios que o modelo é capaz de agregar. Confira, a seguir, os principais deles!

Otimização da marca 

Operações mais modernas, associadas à processos digitais, são essenciais no cenário atual. Como grande parte dos negócios estão se inserindo na Era Digital, seguir por esse caminho é uma estratégia muito positiva para fortalecer a marca, demonstrando uma postura de inovação e de alinhamento às práticas adotadas pelos grandes players do mercado.

Aumento do alcance operacional 

Uma das grandes vantagens de assumir uma atuação focada no digital é romper as barreiras geográficas, permitindo à empresa operar em ambientes que, antes, não era possível. Dessa forma, o Digital First abre portas para uma atuação de longo alcance, descentralizada, com mais oportunidades de negócios.

Nesse sentido, por exemplo, empresas locais, ao utilizarem plataformas de vendas online, alcançam consumidores em qualquer localidade, reforçando a sua competitividade no mercado.

Maior segurança 

Em regra, a abordagem Digital First tende a otimizar a segurança das operações da empresa, uma vez que está apoiada no uso da tecnologia e de recursos inovadores. Por exemplo, hoje é muito comum a utilização da computação em nuvem para armazenar documentos de forma segura.

No mesmo sentido, o uso de documentos digitais e tecnologias auxiliares, como a Certificação Digital, também agregam reforçam fortemente o quesito segurança, garantindo a autenticidade de informações em transações online.

Melhor acesso aos dados 

A estratégia Digital First também conduz à utilização mais estratégica dos dados. Nesse cenário, softwares de CRM e ERPs, por exemplo, são a base para operações orientadas a dados e para decisões mais assertivas, em diferentes frentes do negócio.

Como criar um plano de negócio Digital First? 

Se inserir a empresa na realidade Digital First está no seu radar, saiba que esse processo deve ser realizado de forma estratégica, a partir de um bom planejamento. A seguir, destacamos algumas das medidas que devem ser adotadas para otimizar essa transição. Confira!

Determine seus objetivos 

Como o universo digital é repleto de possibilidades e ferramentas para potencializar os resultadas da empresa, é fundamental definir objetivos e eleger prioridades na hora de materializar a abordagem Digital First em suas operações.

Evidentemente, existem muitos caminhos a serem trilhados e aspectos a serem modernizados em uma empresa. Por exemplo, os objetivos mais comuns das empresas envolvem:

  • aumentar as vendas;
  • otimizar a experiência do cliente;
  • implementar operações omnichannel;
  • digitalizar e automatizar processos, especialmente os repetitivos e mais burocráticos.

Com isso em mente, fica mais fácil direcionar os investimos, tornando-os mais alinhados aos objetivos e resultados que se pretende alcançar.

Tenha uma persona 

Como dito, o uso estratégico dos dados é um reflexo da abordagem Digital First. Nesse sentido, uma das possibilidades que os dados oferecem é mapear o consumidor, construindo uma persona.

A persona traduz um perfil ideal de cliente. Ela pode ser a chave para ajustar produtos e serviços, otimizar ofertas e potencializar o marketing, tornando tudo isso muito mais atrativo e valoroso para o seu público.

Realize um planejamento de conteúdo 

Com uma persona bem definida, mais um passo adiante pode ser dado: planejar o conteúdo que será ofertado a esse perfil de consumidor. Assim, como você já tem dados ricos sobre o seu cliente e tem mapeado o seu perfil, fica mais fácil oferecer conteúdos atrativos, que:

  • correspondem aos interesses;
  • atendem as necessidades;
  • são compatíveis com as características do público.

Defina seus KPIs 

Ser Digital First é, também, ser estratégico na hora de tomar decisões de negócios. Assim, um uso de KPIs é um dos pilares de qualquer estratégia digital. Os KPIs, na prática, são indicadores quantitativos da performance de determinados processos, fundamentais para se entender seus resultados e, mais do que isso, seu progresso.

Dito isso, a definição dos KPIs é uma etapa importante, pois existem diversos deles, cada um voltado para um determinado objetivo.

Como implementar essa estratégia na empresa? 

Bom, agora você já tem um planejamento Digital First bem estruturado, certo? Então, é hora de colocá-lo em prática e implementar essa estratégia na sua empresa. Para facilitar, esse processo, listamos algumas etapas indispensáveis para se alcançar o sucesso. São elas:

  • preparar e orientar as equipes para a mudança: em muitos casos, modernizar os processos da empresa significa romper com metodologias antigas, utilizadas a bastante tempo. Por isso, não é tão simples mudar os processos de uma hora para outra; é necessário preparar o terreno e instruir as equipes ao longo dessa jornada;
  • abrir a mente dos membros da empresa, mudando a sua mentalidade: falamos que é necessário preparar o terreno para as mudanças que se pretender fazer dentro da empresa. Para isso, o passo inicial é mudar a mentalidade dos colaboradores, mostrando os benefícios que a inovação pode trazer, mesmo que isso exija um grande esforço;
  • escolher as ferramentas certas para dar suporte às mudanças: a implementação do Digital First também requer um grande auxílio tecnológico, especialmente quando os processos serão migrados para um formato digital. Nesse sentido, é essencial escolher as soluções mais adequadas para a nova realidade — daí a importância de contar com parceiros especializados e preparados para auxiliar nesse processo.

Por fim, por mais desafiador que seja promover melhorias nos processos empresariais e romper com metodologias tradicionais, inovar é necessário. Ser Digital First requer ousadia e um pensamento disruptivo a todo momento.

Em um mercado tão dinâmico e competitivo, só alcança os melhores resultados aqueles que apostam alto e investem em um Transformação Digital contínua — e você já sabe como fazer isso, não é mesmo?

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SD-WAN x MPLS: Qual melhor opção para as necessidades do seu negócio?

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Muitos gestores que estão modernizando seu negócio se deparam com a questão SD-WAN x MPLS. Afinal, ambas tecnologias são utilizadas pelas empresas para fazer o gerenciamento e as operações de redes.

Entretanto, adotar a alternativa correta será decisivo para o desenvolvimento da sua organização, já que isso impactará na rotina dos colaboradores, nas suas finanças e na segurança.

Como essa escolha gerará muitos reflexos no negócio, é crucial que você leia este artigo no qual esclarecemos o conceito de SD-WAN, de MPLS, suas diferenças, entre outros tópicos relevantes. Acompanhe! 

O que é SD-WAN?

Software-Defined Wide-Area Networking (SD-WAN) é uma abordagem baseada em software para gerenciar a WAN (redes de longa distância). As organizações usam essa tecnologia para fazer uma conexão entre sua rede e data centers.

Além disso, ela também atua em ambientes na nuvem, dispositivos dos colaboradores que trabalham de suas casas, entre outras situações.

Esse recurso possibilita que os gestores gerenciem o tráfego de dados, podendo definir formas prioritárias de troca de informações, como banda larga ou redes móveis (como LTE e 5G).

Na prática, a partir dele, é possível definir se os dados escolherão um caminho mais curto, confiável ou econômico. O SD-WAN também fornece conexões de redes confiáveis e seguras.

O que é MPLS?

Multiprotocol Label Switching (MPLS) é um protocolo usado para transportar pacote de dados da forma mais eficiente e rápida. Em outras palavras, é um recurso utilizado para mover arquivos, dados, vídeos e áudios.

Trata-se de uma tecnologia já consolidada no mercado há muitos anos. Atualmente, é uma opção que serve para implementar novos serviços nas redes de computadores. A popularidade dessa ferramenta se dá pelo fato de contribuir diretamente para a competitividade do negócio.

Para isso, o MPLS é uma escolha da operadora cujo objetivo é mapear a rede privada de IP do usuário e para estruturar tabelas de roteamento virtual à rede. Com isso, pode ser feito o encaminhamento dos dados e de informações de rotas a outros sites do cliente.

SD-WAN x MPLS: quais suas principais diferenças?

Quando se fala em SD-WAN x MPLS, ambas as soluções são similares em seus objetivos, já que buscam facilitar a gestão e o tráfego de redes. No entanto, elas têm diferenças marcantes que podem fazer toda a diferença no desempenho da sua empresa no mercado.

De forma geral, o MPLS permite que os usuários baixem, acessem e consultem arquivos de modo mais seguro e veloz a partir de outros pontos. Isso acontece porque ela conecta de maneira direta dois pontos, o que também evita perdas na qualidade da conexão ou do sinal.

Já o SD-WAN traz várias alternativas de conectividade, podendo fazer com que as informações sejam trocadas tanto por banda larga como redes móveis. O gestor deve gerenciar o tráfego para fazer com que os dados mais relevantes sejam transmitidos pela conexão que gere menos perdas.

Nesse cenário, o MPLS se torna mais vantajoso, pois melhora o funcionamento de aplicativos em tempo real e ajuda na produtividade dos colaboradores.

Além disso, todas as informações serão obtidas em menos tempo e com alta qualidade de serviço (QoS). Por exemplo, videoconferências e serviços VoIP poderão ser utilizados na rotina com a garantia de que funcionarão perfeitamente.

Por que escolher a rede MPLS?

Uma rede MPLS acaba sendo a melhor opção para um negócio que deseja desempenho, simplicidade, escalabilidade e segurança. Conheça seus benefícios a seguir.

Performance

Você observará um ganho significativo na performance do sistema pelo fato do MPLS ser aplicado em uma conexão local dedicada e os pacotes em redes viajarem por rotas pré-determinadas.

Ademais, os roteadores não precisam conferir o IP em cada etapa, fazendo com que o roteamento consuma menos recursos se comparado ao SD-WAN.

Ainda se pode conquistar performance de diferentes formas, como:

  • As solicitações web são divididas entre diferentes rotas, o que evita congestionamento na rede e gargalos;
  • Se houver tempos de inatividade, o MPLS altera o tráfego para uma rota alternativa, assegurando continuidade das operações;
  • Os pacotes de dados têm maior eficiência e desempenho enquanto viajam na rede.

Simplicidade de uso

A rede MLPS pode ser utilizada pelos colaboradores assim que for instalada, sem precisar de configurações extras. Os usuários não precisam de conhecimento específico e não há outras complicações.

Como também, o MPLS é baseado na nuvem. Assim, a empresa que tem um parceiro estratégico e experiente em fornecer Data Centers poderá acrescentar novas conexões remotas sem precisar adquirir hardwares adicionais.

Essa tecnologia é viável em vários cenários de rede, o que facilita a escalabilidade.

Maior segurança

MPLS usa criptografia de ponta a ponta, permitindo que as informações se tornem ilegíveis para terceiros que tentem subtrair as informações.

Sendo assim, a tecnologia proporciona ainda maior proteção ao fluxo de múltiplos protocolos que têm padrões diferentes de criptografia, já que os dados não são conferidos pelos roteadores que os encaminham.

Quais as aplicações do MPLS?

São amplas as aplicações do MPLS, mas as principais delas são divididas nas áreas explicadas a seguir.

Engenharia de tráfego

Consiste em conduzir o tráfego de dados pelo backbone de rede. Quando usado juntamente às redes MPLS, a engenharia de tráfego direciona informações para fluir dentro de uma determinada rede, o que otimiza os recursos.

Além do mais, isso simplifica as operações de rede de IPs e aprimora a usabilidade de banda larga pelos roteadores.

Redes Privadas Virtuais (VPNs)

A Virtual Private Network (VPN ou Rede Privada Virtual) cria uma conexão para mover dados de forma segura. Ao unir VPN e MPLS, a empresa consegue maximizar sua segurança e agilidade na troca de informações simultaneamente.

Fornecimento de classe de serviços

QoS é a priorização de certos tipos de tráfegos na rede, o que é disponibilizado pelo MPLS de diferentes formas. Por exemplo, a rede pode privilegiar entrega de dados por voz, multimídia e aplicativos que funcionam em tempo real.

Como a Ascenty pode ajudar?

Graças à sua ampla expertise no mercado, a Ascenty consegue entregar redes MPLS com alta estabilidade e performance, permitindo que você transmita informações estratégicas com velocidade, baixa latência, grande capacidade de transmissão e ampla segurança. Todas essas vantagens ainda são garantidas por SLA, além disso a Ascenty tem um amplo ecossistema de conectividade com diversos parceiros de conectividade e que podem ser muito úteis em uma oferta de SD-WAN e apoiar na composição do seu projeto de conectividade, isso pelo fato da Ascenty ser 100% carrier neutral.

A Ascenty é a maior empresa de infraestrutura de Data Centers em toda a América Latina, atuando no Brasil, México e Chile.

Como se não bastasse, ela ainda oferece um atendimento de qualidade e suporte especializado, tendo profissionais à disposição para ajudar na implementação de tecnologias, transformação digital e resolução de quaisquer dificuldades que sua equipe encontrar.

Depois de entender sobre SD-WAN x MPLS, percebe-se que a última alternativa é a melhor para que seu negócio continue crescendo saudavelmente. Mas não é qualquer fornecedor que poderá satisfazer suas necessidades, sendo crucial que você aproveite dos serviços, atendimento e suporte de qualidade da Ascenty.

Conheça mais sobre a rede MPLS da Ascenty, seus outros serviços e soluções. Entre já em contato com a nossa equipe!

Tenha mais disponibilidade de conexão através de uma solução de Link Dedicado

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O Link Dedicado é um instrumento excepcionalmente útil para qualquer empresa que deseja manter e aumentar sua competitividade no cenário corporativo atual. Afinal, essa é uma solução que melhora a conexão do negócio de forma geral, permitindo que suas plataformas fiquem mais estáveis, seguras e velozes.

Esta leitura é fundamental para qualquer negócio que ainda utiliza bandas largas convencionais ou precisa de Link Dedicado de qualidade, pois nela você aprenderá mais sobre esse conceito, quais são seus benefícios e como a solução da Ascenty poderá ajudá-lo.

Link Dedicado: o que é?

Também chamado de IP dedicado / Link IP, o Link Dedicado é uma solução desenvolvida especialmente para corporações que precisam de máxima disponibilidade de conexão à web e velocidade. Na prática, a conectividade à internet é realizada por caminho privativo junto ao provedor de serviço, fazendo com que seu negócio receba exclusividade de acesso.

Esse é um serviço que traz garantias que não estão presentes em bandas largas convencionais, como estabilidade, maior velocidade de conexão tanto de download como upload, menor tempo de reparo quando há alguma interrupção, entre outros.

O Link Dedicado pode ser ofertado por empresas que oferecem Data Centers e conectividade. Se o seu negócio almeja migrar para a Cloud, por exemplo, o provedor do Data Center pode entregar um Link Dedicado para maximizar dos benefícios da computação em nuvem.

O que o Link Dedicado é capaz de oferecer ao seu negócio?

Quando comparado à banda larga convencional, um Link dedicado fornece vantagens que ajudarão no desenvolvimento das operações do negócio. Entenda quais são as principais delas a seguir.

Estabilidade

Qualquer instabilidade de conexão pode fazer com que o negócio deixe de realizar uma venda, trazer danos à segurança, imagem perante o mercado, impedir realização de atendimento, prejudicar a rotina dos colaboradores etc.

Geralmente um IP dedicado e protegido não sofre de indisponibilidade, pois as conexões operam com caminhos de recebimento e envio de dados são dedicados exclusivamente para a organização contratante, além de possuírem diversidade nos caminhos de acesso e conexão.

Essa estabilidade normalmente é até mesmo garantida em contrato, sendo que o provedor pode assegurar uma disponibilidade de 99%, por exemplo. Caso essa alta disponibilidade não seja entregue, sua empresa pode solicitar ressarcimento dos momentos que o link permaneceu inoperável.

Performance

Pelo fato da sua organização não usar a mesma banda que outros usuários da rede, a probabilidade de que ocorram gargalos, oscilações ou quedas pelo excesso de conexão é minimizada. Esse benefício impacta diretamente na produtividade de todo o negócio.

Imagine que as áreas da empresa realizem algumas de suas atividades na nuvem, utilizem a internet para se conectarem a outros servidores ou se comunicarem com parceiros, por exemplo.  Caso haja quedas ou abalos constantes, os colaboradores não conseguirão manter constância de seu trabalho.

Por outro lado, com um Link Dedicado seu pessoal conseguirá manter a produtividade máxima, agregar mais valor a cada hora trabalhada e não se estressará durante sua rotina.

Controle da banda

Controlar a velocidade da conectividade é um aspecto importante para qualquer empresa, mas principalmente aquelas do setor de tecnologia. Isso ocorre porque há áreas que precisam de uma capacidade maior para operar (como a TI) e outras necessitam apenas de uma capacidade básica para desempenhar funções mais simples, como registro de informações, envio de documentos, participação de videoconferências, entre outras.

Geralmente, dentro de cada empresa que recebe o Link Dedicado, o líder responsável por segurança e redes pode definir regras para distribuição de prioridades e velocidade que será disponibilizada para cada um dos setores, limitar o tráfego de informações de alguns setores em benefícios de outros. Dessa maneira, há o uso otimizado e inteligente de recursos de conexão, possibilitando mais disponibilidade de banda para atender as demandas da organização como um todo.

Monitoramento no tráfego de dados

Os provedores que entregam o Link dedicado também monitoram de forma mais precisa a transferência de dados. Se houver qualquer problema de instabilidade na conectividade, o profissional do provedor identificará a fonte do transtorno mais rapidamente e poderá restaurar a conexão imediatamente. Ou seja, quando a empresa opta por um Link Dedicado

Segurança

Outro benefício relevante é o fato de o Link Dedicado maximizar a segurança da informação da empresa, pois a maior estabilidade da rede dificulta a invasão por cibercriminosos e instalação de malwares, já que os recursos de segurança também estão em funcionamento contínuo.

Essa vantagem é potencializada se o seu negócio aproveita do Data Center de uma fornecedora especializada e experiente, que ofereça recursos para a proteção de dados.

Esse é o caso da Ascenty, que possui o serviço de colocation, com espaços protegidos e disponíveis para a sua organização hospedar servidores, storages e firewalls,

Link IP: a solução Ascenty para mais disponibilidade de conexão da sua empresa 

Link IP é um link dedicado entregue pela Ascenty que garante todos os benefícios listados anteriormente. Esse serviço tem um diferencial que pode ser ideal para que a disponibilidade da conexão seja maximizada ao seu negócio, pois várias operadoras de telecomunicações são integradas à estrutura física da Ascenty, o que permite o aumento da oferta de conectividade pela redundância de IP.

Em outras palavras, na hipótese de uma operadora ficar indisponível, os dados passarão a ser transmitidos por outra operadora disponível de forma imediata e automática. Isso minimiza os reflexos gerados por possíveis interrupções na conectividade.

O Link IP é mais indicado para negócios que precisam de uma conexão estável, veloz e de ampla disponibilidade para que a empresa continue desempenhando suas atividades com máxima eficiência. Entre os principais diferenciais desse serviço são:

  • Menor latência (tempo de saída e entrada de pacote de dados);
  • Maior escalabilidade no consumo de dados;
  • Garantia do funcionamento do serviço;
  • Conexão com múltiplas velocidades;
  • Transferência ilimitada de dados;
  • Conexão estável à internet;
  • Altíssima disponibilidade;
  • Backbone IP corporativo.

A Ascenty ainda fornece um atendimento especializado e de alta qualidade que estará disponível 24 horas por dia e 365 dias por ano. Seus equipamentos de roteamento também usam tecnologias de ponta e alta performance, que suportam diferentes aplicações e protocolos, bem como a garantia de 100% da banda contratada.

Seja qual for o porte ou ramo da sua empresa, o Link Dedicado beneficiará a rotina da empresa, melhorará seus serviços, a experiência dos usuários, entre outros proveitos. Para assegurar que você esteja recebendo um bom serviço, verifique se o provedor tenha expertise na área e esteja estabelecido no mercado.

Entre agora em contato conosco para conhecer mais sobre o Link IP, a Ascenty,  e se beneficie de todas as vantagens que ela é capaz de oferecer.

 

Como a Ascenty trabalha para que a sua empresa resolva problemas de conectividade

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Enfrentar os problemas de conectividade, para uma empresa, é um dos principais desafios atuais do mundo corporativo. É por isso que a Ascenty criou uma suíte completa de soluções para esses casos.

Você já conhece o ecossistema de conectividade e como o serviço da Ascenty pode ajudar sua empresa a se tornar mais produtiva, moderna e lucrativa?

Neste conteúdo, vamos nos aprofundar no assunto, relacionando nossas soluções com os problemas de conectividade que a maioria das organizações atuais enfrentam. Então, que tal entender mais? É só seguir a leitura e aprender tudo sobre o ecossistema de conectividade. Confira!

Problemas de conectividade: sinônimo de perdas financeiras e de imagem para o seu negócio

Hoje, boa parte das operações de uma empresa se baseiam em experiências digitais conectadas. Falamos, essencialmente, da troca de dados, que acontece em qualquer interação online, independentemente da plataforma.

Quando você envia um e-mail, está gerando e trafegando dados. Quando envia uma mensagem no WhatsApp, o mesmo. E quando um cliente interage com sua solução online, aplicativo ou mesmo com a categoria de “Contato” do seu site, também. Essa troca constante depende da qualidade da rede — ou seja, do seu potencial de conexão.

Isso se trata simplesmente da velocidade da sua internet? Pode até parecer que sim, mas a realidade é que não. Para uma empresa, vários outros aspectos devem ser levados em conta além da velocidade contratada. Sem uma boa conexão à rede (com alta instabilidade e alta latência), sua empresa pode sofrer com quedas e interrupções constantes nos serviços de conectividade.

Tudo isso pode comprometer a disponibilidade dos seus serviços, aplicações, interfaces e programas oferecidos aos clientes (e claro, aos utilizados dentro da companhia). Assim, a organização pode perder oportunidades de negócios, travando os processos de vendas ou mesmo ocasionando a insatisfação e perda do cliente.

E claro, sem falar na queda de produtividade, pois uma conexão ruim ocasiona em momentos de ociosidade, impedindo que as tarefas sejam realizadas dentro do tempo esperado, gerando atrasos.

Porém, não pense que os problemas se limitam apenas a questões operacionais.

Uma má conexão também pode impactar na capacidade da sua empresa de se proteger de ciberataques.

Afinal, muitas vezes, sua organização apenas terceiriza esse serviço, sofrendo com o uso de tecnologias e equipamentos obsoletos ou uma infraestrutura datada.

Ecossistema de conectividade: soluções Ascenty para os principais problemas da área

A Ascenty sabe que as empresas precisam se manter 100% conectadas. Por isso, criou uma solução completa para combater seus problemas de conectividade. O ecossistema une uma porção de serviços completos para o seu negócio se manter conectado e à frente do mercado.

Falamos de soluções especificamente projetadas para potencializar sua conectividade, agindo em cima de pontos-críticos no que diz respeito à qualidade, velocidade e segurança do tráfego de dados.

Mas afinal, quais são as soluções que fazem parte do Ecossistema de Conectividade? Detalhamos a seguir:

Lan to Lan

A solução Lan to Lan é essencial para empresas com matrizes, filiais e diferentes unidades espalhadas por distintas regiões do globo, seja em outras cidades ou mesmo em outros países.

Trata-se de uma conexão segura, privada e totalmente redundante entre seus pontos de negócio. Com isso, seus times, mesmo trabalhando de forma remota, podem se manter em constante contato e em alta produtividade.

Assim, você pode tomar decisões de maneira mais assertiva, bem como obter total responsividade em qualquer processo digital. E o melhor? A Ascenty é uma das únicas empresas a oferecer transmissão via Lan to Lan em conexão com os principais provedores de Cloud Pública do mercado.

MPLS

O MPLS (Multiprotocol Label Switching) é a tecnologia utilizada na transmissão e compartilhamento de aplicações. Com ela, sua empresa viabiliza vários serviços de rede em uma única infraestrutura, chaveando pacotes de dados e possibilitando o encaminhamento direto de fluxos de tráfego na rede.

Um dos benefícios do MPLS é a redução da carga de processamento nos dispositivos de rede. Trata-se de uma rede ponto/multiponto de baixa latência para aprimorar seu desempenho operacional digital.

DWDM

O DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) é uma solução de rede que proporciona uma conexão de alta velocidade e desempenho em uma única fibra óptica.

Ou seja, todo tráfego de dados interconectados entre sua empresa, filiais e matrizes, em seus pontos de rede, é direto, sem intermediários.

É um serviço que atua de forma perfeita com o Lan to Lan, por exemplo.

O DWDM possibilita que sua empresa tenha controle de toda sua conectividade, escalando-a conforme sua real necessidade.

Link IP

O Link IP é um serviço que aproveita dos produtos e serviços das várias operadoras que integram suas conexões à estrutura da Ascenty. Desse modo, criamos uma oportunidade de negócios que beneficia os nossos clientes, potencializando as ofertas para sanar os problemas de conectividade.

Na prática, funciona assim:

Digamos que uma das operadoras apresente falhas na entrega dos serviços. Com o Link IP, os seus dados são automaticamente transferidos a outra operadora, que se encarrega da conexão.

Trata-se de uma garantia para a continuidade das suas operações.

IX

Não se engane com o meio de pagamento. O serviço de conexão com o IX trata-se de Pontos de Interconexão dos IX (estruturas físicas localizadas na ponta de várias redes, aprimorando a troca de dados).

Com o a presença do IX na Ascenty, sua empresa pode se vincular diretamente às principais redes de tráfego do mundo todo, aproveitando o que os melhores provedores têm a oferecer. Na Ascenty, a conexão com o IX agrega os serviços de conectividade de São Paulo, Campinas, Fortaleza e Chile.

Cross Connect

Já o Cross Connect é uma solução que proporciona uma conexão segura e direta com múltiplos ambientes dentro de um mesmo data center.

Ou seja, sem intermediários.

Sua empresa pode, assim, se conectar a diferentes provedores e operadoras hospedados no data center da Ascenty, aproveitando dos serviços oferecidos com alta conectividade e baixíssima latência.

AICX

Trata-se de uma plataforma robusta e rica em conteúdo, basicamente composta por conectividade com as principais empresas de streamings, redes sociais e conteúdos ricos, que agregam valor aos negócios que necessitem de conexões privadas e diretas com essas empresas, além de servir como um ponto de total resiliência aos meios convencionais de acesso aos conteúdos da internet.

ACCX

O Ascenty Cloud Connectivity Exchange é porta de entrada para as empresas que necessitem utilizar e interconectar as principais nuvens publicas do mercado entre si e que também precisem se conectar de forma direta a todas elas, e em um mesmo contexto de conectividade.

Por exemplo: Seu negócio pode demandar de várias facilidades que são oferecidas por diversas nuvens publicas, porém o ACCX garante que a conectividade entre uma nuvem e outras seja feita em alta capacidade, baixa latência e com altíssima disponibilidade.

E a sua empresa, interessada em potencializar e revolucionar seus processos, resolvendo os problemas de conectividade? Então conte com o Ecossistema de Conectividade da Ascenty!

Agende uma reunião conosco para entender como fazer parte dessa solução!

Digital Realty, investidora da Ascenty, conclui aquisição da Teraco, empresa líder em data centers na África

Grupo global amplia liderança no setor de soluções de data centers ao concluir participação majoritária de companhia africana por cerca de US$ 3,5 bilhões

A Digital Realty (NYSE: DLR), maior fornecedora global de soluções de data center, colocation e interconexão de nuvem e carrier neutral – uma das investidoras da Ascenty, principal empresa de data centers da América Latina – anuncia a conclusão bem-sucedida de seu projeto comunicado anteriormente no início deste ano para adquirir participação majoritária na Teraco, provedora líder de serviços de interconexão e data center neutra para operadoras na África do Sul. A transação envolve um consórcio de investidores, incluindo Berkshire Partners e Permira, que avalia a Teraco em aproximadamente US$ 3,5 bilhões.

A aquisição da Teraco adiciona a África do Sul aos três mercados com presença da Digital Realty no continente, incluindo Quênia, Moçambique e Nigéria. A importância estratégica desses quatro mercados se deve à implementação recente e contínua de novas redes de cabos submarinos que circundam a África. Combinadas com as instalações altamente conectadas da Digital Realty em Marselha, na França, estabelecem-se hubs estratégicos de para atender a todos os cantos do mercado africano.

Para os clientes globais da Ascenty que atuam na América Latina, essa aquisição ratifica o padrão de excelência mundial do ecossistema digital em que atuam. As empresas com dados alocados em qualquer um dos 28 data centers da Ascenty no Brasil, Chile e México contam com 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária que as conectam às estações de cabo submarino em Fortaleza, Rio de Janeiro e Praia Grande (SP).

“Fazer parte de um grupo global líder em serviço de data centers nos permite prover conectividade com baixa latência, maior resiliência e, por consequência, disponibilidade superior de mercado, de ponta a ponta, em negócios realizados em qualquer lugar do mundo”, destaca Chris Torto, CEO da Ascenty.

Com a aquisição, a Teraco será conhecida como Teraco: A Digital Realty Company.

Para ler o anúncio na íntegra, em inglês, clique aqui.

Sobre a Digital Realty

A Digital Realty suporta as principais empresas e provedores de serviços do mundo, fornecendo todo o espectro de soluções de data center, colocation e interconexão. A PlatformDIGITAL®, plataforma global de data center da empresa, fornece aos clientes uma metodologia de solução confiável e comprovada de Arquitetura de Datacenter (PDx™) para dimensionar os negócios digitais e gerenciar eficientemente os desafios da gravidade dos dados. A pegada global de data center da Digital Realty dá aos clientes acesso às comunidades conectadas que lhes importam com 290 instalações em 47 metros em 24 países em seis continentes. Para saber mais sobre a Digital Realty, visite aqui.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site.

Mais informações para a imprensa:

Advice Comunicação Corporativa

Alexandre Lyra | [email protected] | +55 11 99265-5036

Fernanda Dabori | [email protected] | +55 11 99211-5097

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Ascenty é a primeira empresa de data centers do Brasil a conquistar o selo ISO 45001

A certificação atesta a empresa líder no mercado de data centers como a pioneira do País em práticas corporativas de excelência em segurança e saúde ocupacional

Com 28 unidades próprias no Brasil, Chile e México – sendo 19 em operação e nove em construção – a Ascenty, líder em Colocation na América Latina, é a primeira empresa de data centers do Brasil a conquistar a certificação ISO 45001, que atesta as práticas corporativas de excelência em segurança e saúde ocupacional.

Para a obtenção do selo, a companhia concluiu um processo de 16 meses para adequação ao padrão de excelência exigido pela ISO 45001. “Com oito obras em andamento em três países, e uma operação que funciona 24 horas por dia, foi necessário liderar uma equipe inteiramente dedicada a estabelecer rotinas e padrões de comportamento de excelência global em segurança do trabalho e saúde ocupacional”, explica Fábio Trimarco, diretor de Compliance da Ascenty. “Essa certificação, portanto, é um diferencial de mercado, que nos posiciona como única empresa do setor no País referenciada por priorizar a vida e a saúde dos trabalhadores, o que é um carimbo de qualidade da entrega de serviços da Ascenty para a comunidade”, acrescenta.

Esse processo de conformidade teve o apoio da Diretoria de Segurança do Trabalho, sob a liderança de José Carlos Queiroz. “Hoje, a organização possui a compreensão de questões cruciais que podem afetar a operação positiva ou negativamente, o que nos permite ter clareza sobre o cumprimento de nossas responsabilidades, unindo excelência de serviços ao foco permanente rumo ao objetivo de zero incidentes”, ressalta Queiroz.

Além da ISO 45001, a Ascenty tem todas as suas unidades classificadas como Tier 3 – que certificam os data centers com a maior disponibilidade do mercado – e soma mais de 100 certificações de excelência em gestão ambiental e responsabilidade social corporativa.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse: http://www.ascenty.com

Mais informações para a imprensa

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Alexandre Lyra | [email protected] | +55 11 99265-5036

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+55 11 5102-5252 | +55 11 5102-5257

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A certificação atesta a empresa líder no mercado de data centers como a pioneira do País em práticas corporativas de excelência em segurança e saúde ocupacional

Com 28 unidades próprias no Brasil, Chile e México – sendo 19 em operação e nove em construção – a Ascenty, líder em Colocation na América Latina, é a primeira empresa de data centers do Brasil a conquistar a certificação ISO 45001, que atesta as práticas corporativas de excelência em segurança e saúde ocupacional.

Para a obtenção do selo, a companhia concluiu um processo de 16 meses para adequação ao padrão de excelência exigido pela ISO 45001. “Com oito obras em andamento em três países, e uma operação que funciona 24 horas por dia, foi necessário liderar uma equipe inteiramente dedicada a estabelecer rotinas e padrões de comportamento de excelência global em segurança do trabalho e saúde ocupacional”, explica Fábio Trimarco, diretor de Compliance da Ascenty. “Essa certificação, portanto, é um diferencial de mercado, que nos posiciona como única empresa do setor no País referenciada por priorizar a vida e a saúde dos trabalhadores, o que é um carimbo de qualidade da entrega de serviços da Ascenty para a comunidade”, acrescenta.

Esse processo de conformidade teve o apoio da Diretoria de Segurança do Trabalho, sob a liderança de José Carlos Queiroz. “Hoje, a organização possui a compreensão de questões cruciais que podem afetar a operação positiva ou negativamente, o que nos permite ter clareza sobre o cumprimento de nossas responsabilidades, unindo excelência de serviços ao foco permanente rumo ao objetivo de zero incidentes”, ressalta Queiroz.

Além da ISO 45001, a Ascenty tem todas as suas unidades classificadas como Tier 3 – que certificam os data centers com a maior disponibilidade do mercado – e soma mais de 100 certificações de excelência em gestão ambiental e responsabilidade social corporativa.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse: http://www.ascenty.com

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Ascenty é a única latino-americana entre as 20 maiores empresas de data center do mundo, aponta estudo

Relatório da União Internacional de Telecomunicações (UIT) também aponta a Digital Realty, investidora da Ascenty, como a maior provedora de data centers do mundo

A Ascenty, empresa líder em colocation na América Latina, com 28 data centers no Brasil, Chile e México – sendo 21 em operação e sete em construção – foi reconhecida como a 13ª maior empresa de data centers do mundo, sendo a única latino-americana da lista de 20 companhias.

O mesmo estudo, elaborado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), posiciona a Digital Realty, investidora da Ascenty, na primeira posição do ranking. Isso significa que os clientes da Ascenty estão interconectados a maior rede de data centers do mundo, constituída por 290 unidades da Digital Realty localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, África, Ásia e Austrália.

O levantamento da UIT – Global Connectivity Report 2022 – usa como base dados de dezembro de 2021. A Ascenty está em 13º na categoria multi-tenant data centre (MTDC), que inclui os provedores de data center do mercado de colocation, ou seja, que alugam o espaço em seus data centers para clientes.

Líder absoluta na América Latina, a Ascenty registra crescimento acelerado e contínuo. Em dois anos de pandemia, a empresa passou de 14 para 19 data centers em operação ao final de 2021. No período, também inaugurou a primeira operação internacional, no Chile. Recentemente, iniciou a operação de duas unidades no México e, em breve, anunciará uma segunda unidade em atividade no Chile.

O relatório anual da UIT – agência da ONU especializada em tecnologias de informação e comunicação – fornece uma avaliação atual e detalhada sobre quão perto o mundo está de alcançar uma conectividade universal e significativa.

Para acessar o relatório completo, acesse o site da UIT clicando aqui.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site clicando aqui.

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Ascenty inaugura dois data centers no México, os primeiros da empresa no país

A companhia já investiu R$ 1 bilhão para entrar no mercado mexicano e consolidar sua liderança no mercado de data centers latino-americano

A Ascenty, empresa líder no setor de serviços de data centers na América Latina, anuncia inauguração de duas unidades no México, primeiras operações da companhia no país.

O investimento total para a instalação dos dois novos data centers, localizados na cidade de Querétaro, foi de R$ 1 bilhão. Agora, a Ascenty conta com 28 unidades no Brasil, Chile e México, sendo 21 em operação e sete em construção.

Enquanto México 1 tem área de 20.000 m² e potência total de 21 MW, México 2 ocupa 24.000 m² e tem capacidade de 31 MW. As estruturas entraram em funcionamento em 1º de julho e já inauguraram com parte dos centros de processamento de dados ocupado por clientes: México 1 com 25% do total e México 2, com 20%.

Nos últimos anos, Querétaro se tornou a área que mais atrai investimentos estrangeiros e nacionais na implementação de data centers de classe mundial, segundo o relatório da Cushman & Wakefield “Data centers Global Market Comparison 2021“. A região também foi citada como um dos principais mercados do mundo no relatório de 2022.

“Querétaro é atrativa por sua localização geográfica: perto da zona industrial de Bajío e da Cidade do México, mas com baixo risco de catástrofes naturais, como terremotos, furacões ou tornados; e uma eficiente infraestrutura elétrica com disponibilidade de energia para data centers”, afirma Chris Torto, CEO e fundador da Ascenty. “Além dessas inaugurações no México, consolidaremos nossa liderança na América Latina com o início de operação de nossa segunda unidade no Chile, ainda neste ano, bem como avaliamos nossa entrada em outros mercados da região, como Colômbia e Peru.”

Características técnicas

A exemplo de todos os data centers da Ascenty, as novas unidades no México são classificadas como Tier 3 (TR3) e possuem sistema de distribuição tri-bus que permite aos geradores uma autonomia de mais de 48 horas sem abastecimento. Além disso, contam com sistema de refrigeração de alto desempenho, operando nos corredores técnicos laterais com redundância.

Os novos data centers são interconectados por uma rede de fibra óptica 100% subterrânea com quatro rotas distintas entre si, que também se conectam aos principais pontos de conectividade.

Já no quesito segurança física, o monitoramento é ininterrupto por 24 horas nos sete dias da semana, com detecção automática de movimento em alta definição e equipe de segurança capacitada. Adaptando-se à realidade local, os data centers do México foram construídos seguindo recomendações específicas para zonas com atividade sísmica.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site.

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Ascenty e NIC.br realizam novos investimentos na região de Vinhedo para expandir o mercado de interconexão

O novo ponto de interligação de redes está localizado no data center da Ascenty em Vinhedo, o maior da América Latina, e beneficia o interior do estado de São Paulo

A Ascenty, empresa líder em colocation na América Latina, com 28 data centers no Brasil, Chile e México – sendo 19 em operação e nove em construção – anuncia um novo ponto de interligação de redes na região de Vinhedo, interior de São Paulo. O investimento foi realizado em conjunto com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), que mantém e opera o IX.br, projeto referência em infraestrutura para a interconexão direta entre redes em regiões metropolitanas. O volume agregado total de tráfego é da ordem de 22 Tb/s, disponibilizando melhora de qualidade e redução de custo das trocas de tráfego na Internet.

O projeto resulta na extensão do IX.br de São Paulo – onde já existe um ponto de interligação de redes (PIX) com o data center São Paulo 2 da Ascenty – para dentro do campus da Ascenty em Vinhedo.

O foco da Ascenty em infraestrutura e conectividade foi essencial para a criação do novo ponto de presença do IX.br. Além de ter 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária conectada às estações de cabo submarino em Fortaleza, Rio de Janeiro e Praia Grande (SP), a Ascenty é “carrier neutral” e garante que seus clientes tenham acesso direto a inúmeras operadoras de telecomunicação em seus data centers.

“A nova estrutura do IX.br em Vinhedo é um passo importante para a expansão da Ascenty em termos de infraestrutura e conectividade. Investir na integração ao PTT em nosso campus com o maior data center da América Latina reforça a preocupação e interesse das empresas em quebrar as barreiras da interconexão preservando a disponibilidade dos acessos e as condições comerciais justas e acessíveis”, ressalta João Walter, executivo de Produtos e Soluções da Ascenty.

“A escolha do novo ponto de abrangência do IX.br foi consequência de um mapeamento estratégico e da necessidade de aproximação com o interior do estado. Também consideramos a importância da conectividade aos data centers de grande porte, com capacidade para hospedar ISPs e provedores de conteúdo. O investimento em novas regiões cria uma maior capilaridade e aproximação, além de tornar a interligação e a troca de tráfego acessíveis para operadoras, ISPs e provedores de conteúdo”, afirma Julio Sirota, gerente de Infraestrutura do IX.br.

Atualmente, os ISPs e as operadoras que atendem o interior do estado de São Paulo arcam com os custos de rede para se conectarem aos pontos de troca de tráfego na capital. Esse alto investimento de interconexão dentro dos data centers impacta negativamente na relação custo/benefício dessa iniciativa. Portanto, a disponibilidade de um ponto de conexão do IX.br dentro da Ascenty cria possibilidades de negócios e expansão para o mercado.

Sobre o IX.br

O Brasil Internet Exchange (IX.br) é uma iniciativa do CGI.br e do NIC.br que visa à instalação e operação de pontos de troca de tráfego Internet e provê a infraestrutura necessária para a interligação direta dos Sistemas Autônomos (AS) às redes que compõem a Internet. O IX.br colabora para reduzir os custos e melhorar o desempenho das redes participantes e de toda a Internet, seguindo a definição da Internet eXchange Federation. A iniciativa já abrange 35 Internet Exchanges independentes, distribuídos pelas cinco regiões do País, que se interligam diretamente, com importantes redes nacionais e internacionais também presentes. Para mais informações, acesse o site clicando aqui.

Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR — NIC.br (https://nic.br/) é uma entidade civil de direito privado e sem fins de lucro, encarregada da operação do domínio .br, bem como da distribuição de números IP e do registro de Sistemas Autônomos no País. O NIC.br implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br desde 2005, e todos os recursos arrecadados provem de suas atividades que são de natureza eminentemente privada. Conduz ações e projetos que trazem benefícios à infraestrutura da Internet no Brasil. Do NIC.br fazem parte:  Registro.br (https://registro.br), CERT.br (https://cert.br/), Ceptro.br (https://ceptro.br/), Cetic.br (https://cetic.br/), IX.br (https://ix.br/) e Ceweb.br (https://ceweb.br), além de projetos como Internetsegura.br (https://internetsegura.br) e Portal de Boas Práticas para Internet no Brasil (https://bcp.nic.br/). Abriga ainda o escritório do W3C Chapter São Paulo (https://w3c.br/).

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse o site clicando aqui.

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Computação de Borda: resolva o problema de alta latência da sua empresa 

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Para quem busca soluções de conectividade que possam revolucionar a forma que o seu negócio opera, a computação de borda não é uma novidade. Porém, no mundo dos negócios como um todo, esse conceito é encarado como embrionário. 

Vale lembrar que até mesmo aqui no blog já nos aprofundamos no que é computação de borda. Afinal, é a mesma coisa que edge computing — uma tradução do termo que se tornou uma tendência. 

Porém, você sabe o que é computação de borda, onde ela pode ser aplicada e quais suas vantagens, especialmente em empresas que buscam baixíssima latência na sua conexão? 

Explicamos neste conteúdo, siga a leitura para aprender mais. Confira! 

Você já ouvir falar da Computação de Borda ou Edge Computing? 

A computação de borda (ou edge computing) é um conceito descentralizado de computação, no qual a arquitetura pode gerar, armazenar e processar dados localmente. 

Desse modo, para que uma empresa processe os dados emitidos por sensores de temperaturas em seu chão de fábrica, por exemplo, não é necessário esperar que as informações sejam emitidas de cada sensor por WiFi até um data center centralizado em um local distante, normalmente na nuvem

Na verdade, com a computação de borda, os data centers geralmente são menores, mas localizados em posições estratégicas (ou muitas vezes, são parte do próprio dispositivo que gera os dados), encurtando o tráfego dessas informações. 

Desse modo, as informações viajam uma distância muito menor e são processadas mais rápido e facilmente. Consequentemente, são necessários menores investimentos em internet e banda, já que o processamento ocorre de maneira mais eficaz. 

Agora, talvez você se pergunte como a computação de borda funciona? Bom, já estabelecemos que sua principal diferença para o modelo de computação atual é a descentralização. 

Isso quer dizer que a borda depende de um investimento considerável em infraestrutura, já que é necessário alocar menores data centers por todas as regiões, criando uma malha de conectividade robusta e resiliente.  

No entanto, na prática, a edge computing não depende somente de “pequenos data centers” espalhados por aí. Na verdade, é um conceito que aceita que os próprios dispositivos que geram os dados (como os sensores, do nosso exemplo anterior) sejam responsáveis por armazená-los e processá-los. 

Ou seja, uma rede composta não apenas por grandes, médios e pequenos data centers, mas por microprocessadores de dados. Dessa forma, esses dispositivos todos podem atuar na borda da rede (percebeu de onde vem o nome?), facilitando o processo computacional. 

Saiba como a computação de Borda é capaz de auxiliar em diversos segmentos 

E afinal, como a computação de borda impacta a indústria como um todo? Nem somente no chão de fábrica essa tecnologia se aplica. Na verdade, por ser uma maneira diferente de processar dados, oa edge computing pode ser aplicadoa em múltiplas funções por todo mercado, trazendo vários benefícios

Confira as principais! 

Saúde 

Na área da saúde, a computação de borda permite que os dados coletados por sensores e outros dispositivos médicos sejam processados ​​onde os pacientes estão. É essa proximidade dos recursos de computação e armazenamento que ajudará a transformar o setor. 

Por exemplo, a computação de borda oferece suporte ao monitoramento remoto de pacientes a partir do monitoramento de dispositivos médicos, como monitores de glicose e medidores de pressão arterial, e alertando os médicos sobre leituras problemáticas. 

Ou seja, é algo que possibilita uma leitura e tomada de decisão em tempo real. 

Em muitos casos, a computação de borda e as redes 5G estão sendo usadas para alimentar a cirurgia robótica. 

Esses sistemas permitem procedimentos mais precisos e menos invasivos. Eles também estão sendo usados ​​para conectar cirurgiões especialistas com pacientes fisicamente longe, possibilitando tratamentos de forma remota. 

A cirurgia robótica é possibilitada pela instalação de câmeras e outros sensores em instrumentos cirúrgicos. Esses dados são então transmitidos em tempo real para um computador que os processa e orienta o cirurgião. 

Educação 

Ao aproximar os servidores de sensores e dispositivos conectados, as instituições de ensino podem aproveitar o Big Data para obter insights ​​mais rapidamente.  

Além de reduzir custos de banda, a computação de borda aprimora e melhora a aplicação de recursos de Realidade Aumentada (AR) nas escolas. Em vez de tentativas fragmentadas de comunicações, oa edge computing pode tornar a AR mais realista e adaptável para o aprendizado. 

Assim, com auxílio da Internet das Coisas, os educadores podem explorar sistemas de machine learning que recebem informações dos alunos e respondem instantaneamente. 

Isso dá aos estudantes um feedback progressivo que pode melhorar suas respostas cognitivas e processos de pensamento, e sistemas inteligentes como AR podem se adaptar ao estilo de aprendizagem do aluno e sugerir currículos adequados. 

Financeiro 

No caso do setor financeiro, o conceito dea edge computing ajuda as empresas a encurtar o caminho entre suas marcas e os clientes.  

Os programas tradicionais de engajamento costumam ser extremamente ineficientes. 

Nas localizações físicas de um banco, anúncios estáticos são exibidos sem direcionamento além da análise básica dos segmentos da base de consumidores, por exemplo. 

Os bancos vão querer aproveitar a flexibilidade da nuvem (com atualizações rápidas e flexíveis para materiais publicitários), mantendo os benefícios da computação local (por exemplo, alterações em tempo real para personalizar a publicidade). É aqui que as soluções de borda podem ajudar. 

Outro ponto é que uma das questões mais críticas nas instituições financeiras e especialmente nos bancos é a segurança dos dados dos clientes. Com a computação de borda, os bancos podem responder a perguntas sobre segurança de dados do consumidor de forma mais direta. A resposta é simples, pois a tecnologia processa os dados próximos à fonte e, assim, elimina a necessidade de upload de dados para a nuvem pública. 

Nesse caso, as informações não passam pelo risco de interceptação em canais de transferência utilizados por aplicativos na nuvem. É uma maneira de se adequar de maneira mais robusta às diretrizes da LGPD e outros regulamentos de segurança. 

Problemas de alta latência? Saiba como a computação de borda pode ajudar 

Agora, como a computação de borda impacta na questão da latência

Justamente por ser uma infraestrutura descentralizada, os dados não precisam de tanta banda para viajar do ponto onde foram gerados até o ponto onde serão armazenados e processados. 

Com execução local, oa edge computing simplifica o processo computacional, possibilitando que, em suas aplicações, traga resultados e insights instantâneos. Ou seja, ideal para empresas que precisam se mover à velocidade dos negócios de hoje — em tempo real! 

E você sabia que pode contar com a Ascenty no fornecimento das principais soluções de conectividade do mercado brasileiro? 

Além de líder em data centers em toda América Latina, engajada com o meio ambiente (sendo 100% carbono neutro), a Ascenty está conectada aos principais cloud providers do mundo e conta com uma equipe focada em apoiar o desenvolvimento de soluções, estratégias de conectividade e Edge Computing para os clientes, provedores de conteúdo de OTTs do marcado. 

Assim, sua empresa pode aproveitar serviços como o Cloud Connect, conectando-se aos maiores players de soluções digitais do mercado, como Oracle, Google, AWS e Microsoft. 

Tudo isso com conexões rápidas e privadas, além disso conta com a presença do IX.br em seus Data Centers, o que facilita o acesso a um ecossistema de conectividade de alta qualidade. 

Que tal conhecer mais e entender como a Ascenty pode ajudar o seu negócio a evoluir na questão da conectividade? Agende uma reunião conosco

Data Center físico ou virtual? Saiba em qual solução investir 

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Na hora de modernizar a infraestrutura de um negócio, o data center é um dos principais pontos a ser discutido. Porém, existe muita dúvida entre a eficiência do Data Center Físico e do Virtual. 

Afinal, qual dos dois é melhor e por quê? Quais as vantagens e desvantagens de cada modelo? Essas são questões rotineiras na rotina de líderes de negócio que precisam tomar a decisão mais assertiva. 

Para ajudar a obter as respostas, criamos esse conteúdo. Nele, você vai entender exatamente quais as diferenças entre um data center físico e virtual, bem como os prós e contras de ambos. 

Confira! 

Quais as vantagens e desvantagens em investir em um Data Center físico 

Afinal, por que o data center físico ainda é tão relevante? Antes de conhecer essa resposta, é pertinente dar uns passos atrás para entender exatamente do que falamos: 

Um data center físico é o tipo mais tradicional, com um local físico que armazena todo equipamento de TI, como servidores, roteadores, cabos, hardware e outros elementos técnicos, como: 

  • Infraestrutura de energia e refrigeração; 
  • Banco de dados para armazenar informações; 
  • Computação, memória e poder de processamento; 
  • Rede para conectar os componentes e acessar a internet. 

Tudo isso, claro, dentro das instalações da empresa em si — em um modelo popularmente conhecido como “on-premise”. 

Vantagens 

Agora quais as vantagens? Separamos as principais, confira: 

  • Se você está começando do zero, pode construí-lo na medida para atender às suas necessidades. 
  • Quando for necessário atualizar, é a sua empresa que tem total autonomia para fazê-lo, de maneira customizada. 
  • Você controla o acesso às instalações a indivíduos de sua própria organização ou terceiros confiáveis. 
  • O data center físico on-premise pode fornecer conexão de baixa latência aos sistemas, plataformas e dados. 

Desvantagens 

E quais as desvantagens? 

  • A construção e o gerenciamento contínuo da infraestrutura do data center físico geralmente são mais caras, afinal, há os custos de manutenção do local, dos equipamentos e da segurança — que normalmente são 24 x 7 x 365. 
  • Os custos também podem ser altos no caso de problemas com hardwares, que exigem troca instantânea, o que prejudica o caixa da operação. 
  • O data center físico costuma ser menos eficiente em termos de energia, exigindo maior poder de resfriamento. 
  • Um data center físico depende de endereços IP estáticos. 
  • Algumas organizações podem sofrer com a exclusividade a um tipo de fornecedor de hardware, pagando mais por algo que não utilizam. 
  • A escalabilidade se torna um problema, pois será necessário investir em expansão física para escalar a infraestrutura de TI — uma dificuldade para empresas que alugam o espaço do escritório. 

Quais os as vantagens e desvantagens em investir em um Data Center Virtual 

Agora que você aprendeu o que é data center físico, é hora de entender o que é e como funciona o data center virtual. 

Trata-se de uma versão virtualizada do data center. Toda infraestrutura é centralizada em um provedor especializado, que possui espaço físico e capacidade de manter equipamentos de última geração. 

Dessa forma, o servidor é virtualizado, assim como todos os recursos de um data center, que ficam localizados na nuvem ou em servidores próprios, mas dentro das instalações da provedora. 

Assim, para as empresas, não há necessidade de construir toda infraestrutura e instalações para comportar os equipamentos físicos. Basta assinar o data center como um serviço, contratando-o junto à provedora. 

Esse é o Colocation, que pode ser tanto físico (o aluguel de espaço dentro das instalações da provedora) ou virtual (o aluguel de capacidade de armazenamento, processamento e conexão na infraestrutura de TI da provedora). 

Vantagens 

Vamos falar sobre as vantagens desse modelo de data center? Confira! 

  • Redução considerável de investimentos iniciais, pois não há necessidade de comprar hardware e nem construir infraestrutura. 
  • Menores custos na configuração e manutenção. 
  • Acesso a suporte especializado para auxiliar em toda instalação, configuração, manutenção e licenciamento de softwares. 
  • Redução da necessidade de contratar uma grande equipe de TI. 
  • Potencial para consolidar servidores e aumentar a eficiência da carga de trabalho. 
  • Redução da pegada ambiental devido a cargas de trabalho compartilhadas, operando de maneira mais sustentável

Desvantagens 

  • Potencial para custos mensais recorrentes mais altos. 
  • Possíveis problemas com compatibilidade de aplicativos, que são melhores resolvidos com auxílio de um provedor experiente. 
  • Grande dependência das cláusulas firmadas em SLA
  • Sua empresa não controla de maneira independente seu servidor e os aplicativos executados nele. 

Data Center virtual ou físico? O que levar em conta na hora de escolher o melhor para a sua empresa? 

Cada vez mais, a computação na nuvem se torna uma exigência para os negócios atuais. Por isso, é muito difícil afirmar que o futuro da TI não está conectado à virtualização de servidores. 

Nesse sentido, o data center virtual ganha pontos. 

Além disso, vale relembrar que o trabalho hoje é diferente do que era anos atrás. O trabalho remoto e flexível é uma tendência em enorme crescimento. 

A questão é que, para possibilitar isso, é essencial contar com uma infraestrutura de dados dinâmica, acessível de qualquer lugar do mundo — o que a nuvem oferece! 

No entanto, o data center físico ainda tem seu valor em determinadas ocasiões, especialmente para empresas que veem valor na adoção de uma estratégia híbrida — dividindo servidores físicos com virtuais. 

Em geral, a indicação é se guiar por: 

O colocation é um tipo de serviço ideal para empresas que buscam a autonomia de decidir sobre os seus dados, mas buscam um ambiente e profissionais dedicados para cuidar da infraestrutura em si. 

Essa solução se encaixa nas necessidades de negócios de todos os perfis, pois é perfeitamente escalável, segura, com baixa latência e alta redundância. 

Se interessou? 

A Ascenty, líder em data centers na América Latina, tem o melhor serviço de Colocation no mercado — inclusive, figurando no topo do quadrante de Colocation do relatório ISG Provider Lens™ em 2020 e 2021! 

Que tal entender como nossa infraestrutura pode servir e potencializar a sua operação? Entre em contato com nossos especialistas

Por que confiar em um parceiro preocupado com segurança e saúde ocupacional? 

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A Segurança e Saúde Ocupacional (SSO) é tema de preocupação para empresas de todos os setores — e cada vez mais, é uma condicional para que negócios aconteçam. Sua empresa já exige que seus parceiros tenham certificados na área? Se a resposta é positiva, ótimo! É um excelente caminho para se diferenciar no mercado. 

Agora, se a resposta for negativa, saiba que sua operação corre o risco de lidar com problemas na sua rotina. Afinal, falamos de uma prática que assegura a segurança no trabalho, controlando e mitigando o acontecimento de acidentes no ambiente operacional. 

É por isso que confiar em um parceiro que investe ativamente em SSO é tão importante! 

Que tal entender mais? Preparamos um conteúdo para explicar o quão relevante é estruturar sua estratégia de negócios com base em diretrizes de segurança e saúde ocupacional. Confira! 

Entenda mais sobre o conceito de segurança e saúde ocupacional 

Segurança e saúde ocupacional (SSO) é um ramo da saúde que visa melhorar os padrões de saúde e segurança no ambiente de trabalho. Afinal, cada ocupação tem riscos de saúde ou segurança associados, e é responsabilidade dos empregadores garantir que seus funcionários possam realizar suas atividades diárias com a maior segurança possível. 

Entre os riscos que uma empresa pode enfrentar, é preciso levar em conta os seguintes: 

  • Perigos físicos: fatores ambientais que podem levar a lesões, como fiação elétrica exposta, pisos molhados, excesso de calor e ruídos, entre outros. 
  • Perigos biológicos: fatores que podem levar a doenças, infecções e outras condições graves de saúde, como presença de mofo e fungos, bactérias, vírus, esgoto, entre outros. 
  • Perigos químicos: condições que podem ser ingeridas, inaladas ou entrar em contato com a pele, ocasionando problemas variados. 
  • Problemas ergonômicos: fatores que sobrecarregam os músculos, tendões e outros tecidos conjuntivos do corpo. Eles podem resultar de má postura, levantamento/movimento repetitivo ou desajeitado, ocasionando dores e problemas no corpo humano. 
  • Perigos psicológicos: riscos que podem levar à ansiedade, depressão, problemas de concentração, desatenção ou negligência. Esse tipo de risco inclui estresse relacionado ao trabalho, fadiga, assédio e violência. Essas condições podem, por sua vez, levar a problemas morais, redução da produtividade e qualidade do trabalho e aumento do risco de lesões. 

O SSO estabelece padrões, processos, boas práticas e metodologias que eliminam ou, ao menos, reduzem os riscos no local de trabalho. 

Mas entenda: a segurança e saúde ocupacional é um guarda-chuva muito amplo. 

Ou seja, abrange não apenas as provisões de primeiros socorros e a operação segura de maquinário pesado, mas também a prevenção de infecções/contaminações, boas práticas ergonômicas e métodos para responder à violência no local de trabalho. 

Por que procurar por parceiros que estão preocupados com a segurança e saúde ocupacional 

Que a segurança e saúde ocupacional são essenciais, você já sabe. Mas provavelmente seu pensamento esteja na sua própria empresa — por que seria tão importante considerar esse aspecto nos seus parceiros comerciais? 

É algo que cada vez mais empresas fazem: exigir que seus fornecedores possuam diretrizes estabelecidas, bem como certificações, que atestem seus esforços em direção à segurança dos colaboradores. 

E os motivos são simples! Confira alguns dos principais: 

Representa uma liderança comprometida 

Ao implementar a segurança e saúde ocupacional como um dos valores centrais da organização, os funcionários reconhecerão o compromisso da administração, o que vai influenciar positivamente no seu engajamento. 

Falamos de uma cultura de segurança que vai moldar as crenças e atitudes dos funcionários, o que vai garantir entregas de maior qualidade. 

Conformidade com as obrigações legais, setoriais, sindicais e contratuais 

As organizações precisam estar cientes da legislação e garantir que sua operação esteja em conformidade, atualizada em relação a todas as políticas e procedimentos. 

A falta de compromisso nesse ponto pode levar o seu fornecedor a precisar arcar com multas e sanções, que prejudicam a prestação de serviços — sem contar no quesito qualidade! 

Redução de riscos para a força de trabalho 

Tomar a iniciativa de se posicionar como um empregador responsável é uma bela maneira de fazer publicidade de um negócio, concorda? 

Da mesma maneira que essa afirmação é verdadeira para seu negócio, é também para os seus parceiros comerciais, que vão atrair os melhores talentos e prestar melhores serviços. 

Melhora a produtividade 

Melhorar as práticas e procedimentos de SSO mantém os colaboradores seguros, assegurando a continuidade operacional, reduzindo os acidentes e otimizando a produtividade. 

Contribui com os valores do seu negócio 

Contar com parceiros comerciais investidos na ideia do SSO é bom de diversas maneiras, como no apelo mercadológico ao seu negócio. 

Cada vez mais, os consumidores desejam adquirir produtos e serviços produzidos de forma ética. 

Estruturar uma cadeia de suprimentos de modo que ela seja ética, compromissada com os princípios e leis do SSO, é uma forma de conquistar a atenção desses consumidores. 

Além disso, vale mencionar que talentos de novas gerações estão cada vez mais engajados nas questões ambientais, éticas e de segurança do seu trabalho. 

Eles querem trabalhar para marcas que apoiem e que as façam sentir- se bem — e o que melhor do que um ambiente de trabalho seguro para atraí-los? 

E claro, lembre-se que cada vez mais os investidores estão buscando apoiar empresas que estejam comprometidas com a sustentabilidade e responsabilidade social, o que inclui um alto nível de proteção aos funcionários. 

ISO 45001: conheça mais sobre essa certificação ganha pela Ascenty 

 Você sabia que a Ascenty possui o certificado ISO 45001, que atesta a empresa como pioneira no Brasil em práticas que exijam a excelência em segurança e saúde ocupacional? 

Líder no segmento em toda América Latina, a Ascenty é também a primeira empresa do setor de data centers a conquistar a certificação. 

O processo de adequação levou cerca de 16 meses e mobilizou todos os níveis de operação da empresa, resultando em benefícios para a nossa já qualificada equipe, bem como para nossos clientes! 

Que tal contar com o apoio de uma empresa especialista, referência em data centers e soluções de conectividade, capaz de garantir total segurança e saúde operacional? 

Então entre em contato com a Ascenty e saiba como nossas soluções podem transformar sua operação digital! 

Qual a real importância do compliance de TI para a sua empresa? 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

A falta de cumprimento das boas práticas de segurança da informação, bem como de leis e políticas de privacidade internas pode abrir brechas na infraestrutura de um negócio. Por isso, o compliance de TI é tão importante. 

E a sua organização, já está alinhada com o compliance em TI ou ainda sofre para entender como implementar as normas, evitando que os dados, processos e o próprio caixa da empresa sofram as consequências? 

Na prática, quando falamos de compliance em TI, trata-se basicamente de um instrumento que assegura maior nível de competitividade diante dos concorrentes, bem como reforça a resiliência da sua infraestrutura tecnológica. 

O grande problema é que muitos gestores, líderes e demais tomadores de decisão nas empresas pouco sabem sobre o conceito, sua relação com a Segurança da Informação e como implementá-lo em sua operação. 

Por isso, preparamos um guia simplificado, respondendo a todas essas questões. Vamos aprender mais? Siga a leitura! 

Por que a sua empresa precisa estar em compliance de TI? 

E afinal, por que o compliance de TI é algo que a sua empresa precisa seguir? Afinal, as diretrizes de segurança da informação não são o suficiente para garantir que o negócio não abra brechas em sua infraestrutura de dados? 

Compliance nada mais é do que um termo inglês que significa “conformidade”. 

Ou seja, estar em compliance é o mesmo que estar em conformidade, atendendo a um conjunto de regras ou padrões. 

Como disciplina corporativa, a segurança da informação está preocupada com confidencialidade, integridade e disponibilidade de informações e ativos de tecnologia de uma organização. 

Assim, compliance de TI significa ser capaz de atender a regras ou padrões sobre a proteção de dados e informações. Hoje, existem uma série de regulamentações governamentais (como a LGPD), industriais, setoriais, entre outras, para qualquer organização. São normas, boas práticas e exigências que determinam requisitos específicos de segurança. 

E uma coisa é saber que essas diretrizes e regras existem — hoje, é difícil encontrar um líder de negócio que não saiba o que é ou do que se trata a LGPD. No entanto, outra é garantir que a sua empresa siga essas diretrizes e regras — o que o compliance de TI faz!  

Compliance de TI e Segurança da informação não são sinônimos 

Apesar dos termos parecerem sinônimos, compliance de TI e segurança da informação são coisas diferentes, mas que geram o mesmo resultado.  

Na prática, o compliance é a forma que uma empresa se organiza para cumprir com determinações, regras, normas, boas práticas e exigências de fornecedores, clientes e governos. É algo que lida com a aderência aos requisitos aplicáveis, que podem ser estatutários, internos ou contratuais. 

Não existe apenas um tipo de compliance, na verdade, é algo que se aplica a todas as empresas. 

Em um chão de fábrica, por exemplo, os funcionários que operam o maquinário devem cumprir o compliance relativo à sua função, que obviamente vai focar em evitar acidentes. 

Já no setor fiscal, o compliance relativo à sua função tem como foco evitar fraudes tributárias que prejudiquem o negócio em relação ao Fisco.  

O mesmo pode se dizer do compliance de TI, que assegura que a disciplina de segurança da informação seja seguida! Essa, por sua vez, é um conjunto de práticas, ferramentas, métodos e diretrizes com foco em garantir a integridade da infraestrutura tecnológica do negócio. Mantendo assim seguros os dados dos clientes. 

Por exemplo, o compliance de TI não vai ensinar como se proteger de um ciberataque — esses pilares são definidos pela política de segurança de informação de um negócio. 

A segurança de TI e a proteção de dados geralmente não se limitam apenas a medidas baseadas em conformidade, mas em diretrizes de regulamentação externas guiados por princípios — como é o caso da LGPD. 

A lei brasileira de dados não diz que a empresa deve instalar um software X e um antivírus Y, apenas que deve garantir a confidencialidade e integridade dos dados de seus clientes pessoas físicas. 

Qual o caminho para a implementação do compliance de TI na sua empresa 

E afinal, como garantir o compliance de TI em sua empresa, assegurando que os funcionários e gestores sempre sigam as melhores práticas de segurança da informação? 

Bom, essa é uma jornada um tanto complexa, mas que pode ser resumida a alguns passos, como: 

  • Entendimento dos requerimentos legais, internos e contratuais que devem ser aderidos; 
  • Assessment dos treinamentos, ferramentas e métodos necessários para tanto educar os colaboradores, como assegurar que eles possam cumprir os requerimentos; 
  • Uso de soluções que monitorem por meio do rastreio de KPIs o desempenho da empresa ao seguir o compliance. 

Vale ressaltar a importância de realizar treinamentos, de modo a não apenas inteirar os colaboradores sobre o assunto, mas verdadeiramente engajá-los, mostrando a importância do tema. Além disso, o uso da tecnologia é essencial. 

Com uma infraestrutura robusta e escalável, contando com auxílio de um provedor que possua as principais certificações do mercado, a segurança física e digital do seu negócio está garantida! 

Como a Ascenty pode ajudá-lo nesse sentido  

E afinal, você sabia que a Ascenty pode ser uma parceria valiosa na jornada da sua empresa em busca do compliance de TI? 

Além de ser líder em data centers na América Latina, bem como contar com um amplo portfólio de serviços de conectividade e suporte, a Ascenty também possui os principais certificados de segurança. 

Ou seja, buscando uma infraestrutura resiliente para hospedar seus servidores ou locar um rack em nosso próprio data center? 

Conte com a Ascenty, empresa certificada com o ISO 27001, que define o padrão mundialmente aceito de gestão da Segurança da Informação em ambientes de TI. 

Estamos alinhados com as principais organizações de tecnologia do mundo! 

Outra prova é a nossa Certificação PCI DSS, que assegura total integridade dos dados na hora de processar pagamentos online via cartões de crédito. Assim, não importa se o seu negócio é uma indústria B2B com foco no outbound ou uma rede de varejo com raízes no e-commerce B2C, você pode confiar nas nossas soluções! 

Que tal aprender mais sobre as nossas possibilidades e como a Ascenty pode ajudar seu negócio? Converse com nossos especialistas

Afinal, o que são as Smart Cities?

Que as Smart Cities são parte essencial do nosso futuro em sociedade já não é uma novidade. Para quem acompanha as evoluções e tendências tecnológicas de perto, sabe o quão promissoras as cidades inteligentes são. 

No entanto, não se trata simplesmente de uma evolução tecnológica que se aplica apenas ao urbanismo de uma cidade, nem apenas à esfera pública. Na verdade, Smart Cities são populares por conta das oportunidades que apresentam a negócios de todos os tipos. 

Afinal, ter uma cidade inteligente e completamente integrada é um desafio e tanto! E então, que tal aprender mais sobre o assunto, conhecendo alguns exemplos de cidades inteligentes e as principais tecnologias utilizadas? Confira! 

Qual o conceito de smart city?

As cidades inteligentes (Smart Cities) são ambientes urbanos que integram tecnologias de informação e comunicação (TIC) para aprimorar os serviços e a qualidade de vida dos cidadãos, promovendo uma gestão mais eficiente dos recursos e infraestrutura.

Ao investir em modernização e automação, essas cidades buscam aumentar a eficiência urbana e a sustentabilidade, tornando-se uma tendência para o futuro.

Quais são as características de uma smart city?

Cada smart city é única e pode liderar em diferentes aspectos, desde a governança até a infraestrutura de transporte. Segundo o IESE Cities in Motion Index, essas cidades são classificadas com base em 114 indicadores distribuídos em 9 dimensões principais:

1. Capital Humano

  • Nível de educação da população.
  • Acesso à cultura e às oportunidades de formação.

2. Coesão Social

  • Proteção para grupos vulneráveis.
  • Desenvolvimento comunitário e qualidade dos sistemas de saúde.

3. Economia

  • PIB atual e projetado, atividades de inovação e número de empresas unicórnio.
  • Empresas listadas na Fortune Global 500.

4. Governança

  • Qualidade das intervenções governamentais.
  • Transparência e eficiência nos serviços públicos.

5. Meio Ambiente

  • Níveis de poluição e qualidade da água.
  • Vitalidade dos ecossistemas e resiliência climática.

6. Mobilidade e Transporte

  • Facilidade de deslocamento e acesso a serviços públicos.
  • Taxas de posse de bicicletas e extensão das linhas de metrô.

7. Planejamento Urbano

  • Infraestrutura de saúde, serviços de saneamento e políticas habitacionais.
  • Uso de inteligência artificial para promover o crescimento urbano.

8. Perfil Internacional

  • Marketing estratégico e turismo, incluindo conferências internacionais e a qualidade da oferta hoteleira.

9. Tecnologia

  • Disponibilidade de tecnologias de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação).
  • Percentual de residências com acesso à internet e dispositivos tecnológicos.

Quais são os quatro pilares de uma smart city?

As Smart Cities, ou cidades inteligentes, são construídas sobre quatro pilares que garantem a integração de tecnologias e inovações urbanas. Eles são: social, gestão, tecnologia e sustentabilidade. A seguir, explicamos cada um deles:

Social

Esse pilar visa garantir que as políticas públicas e tecnologias beneficiem todos os cidadãos. Uma Smart City deve promover inclusão social, diversidade e oportunidades iguais. Exemplos:

  • Acesso igualitário a serviços como saúde, educação e segurança.
  • Infraestrutura de transporte e saneamento básico para todos.

Gestão

A gestão inteligente nas cidades utiliza a tecnologia para otimizar a administração pública, permitindo uma melhor prestação de serviços e maior transparência. Exemplos:

  • Monitoramento em tempo real de iluminação pública e tráfego.
  • Ferramentas que melhoram a participação cidadã e facilitam parcerias público-privadas.

Tecnologia

Este pilar envolve o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para otimizar o funcionamento urbano e a vida dos cidadãos. Exemplos:

Sustentabilidade

Este é um pilar focado na preservação ambiental e na construção de uma infraestrutura resiliente. Exemplos:

Alguns exemplos de cidades inteligentes que você precisa conhecer 

As Smart Cities são apenas produtos de sonhos distantes ou já são realidade? Bom, certamente há cidades no caminho para uma integração completa entre sociedade, serviços públicos, urbanismo e tecnologia. 

Temos exemplos tanto no Brasil, mas especialmente fora. Que tal conferir os principais? 

Curitiba 

No Brasil, segundo World Smart City Awards, Curitiba se destaca como um exemplo de cidades que mais se aproximam do conceito de “smart city”. 

Entre as tecnologias e iniciativas, podemos destacar a Muralha Digital, que faz monitoramento com câmeras de reconhecimento facial, térmicas e radares doppler conectados ao Centro de Controle Operacional, com objetivo de aumentar a segurança pública. 

Além disso, existe o app Curitiba 156, o portão do cidadão, que foi totalmente repaginado e redesenhado, com foco no mobile-first e na usabilidade. 

Ele possibilita que os habitantes acessem serviços essenciais da prefeitura (como horários de ônibus e o deslocamento em tempo real dos veículos). 

Barcelona 

Barcelona, na Espanha, é uma cidade antiga, mas que já prepara o terreno para se adequar ao futuro. Hoje, ela é considerada uma Smart City 3.0, pois a forma que esse conceito é aplicado considerando uma maciça participação popular. 

Existem fóruns digitais criados para contextualizar os habitantes sobre a integração de tecnologias e urbanismo, bem como plataformas próprias para incentivar crianças a seguir carreiras de cunho tecnológico ou científico. 

Songdo 

Songdo, na Coréia do Sul, é considerada a primeira cidade inteligente do mundo. Não por menos, é um município extremamente novo: começou a ser construída em 2005, em torno de um aeroporto que fora inaugurado recentemente. 

Seu projeto original previa 40 mil habitantes, com objetivo de ser 100% controlada por softwares, contando com tecnologia wireless para conectar todos os cantos da cidade. 

Hoje, Songdo conta com 80 mil habitantes. À princípio, essa cidade seria quase uma utopia moderna: sem carros, completamente sustentável e high-tech. 

No entanto, hoje, as conquistas de Songdo já são uma referência no mundo todo: por exemplo, o sistema de lixo é feito com tubos que levam automaticamente os dejetos para uma central, onde o próprio sistema os separa em lixo reciclável e lixo a ser queimado. 

Nova Iorque 

A cidade de Nova Iorque também implementou algumas inovações que a colocam no patamar de smart city. 

Uma delas é a solução que se aproveita de dados coletados por diversos serviços espalhados pela cidade, como de estacionamentos ou semáforos, para compor uma ficha das pessoas suspeitas e procuradas pela polícia. 

Assim, os oficiais podem acessar esse documento com poucos cliques, contando com informações atualizadas em tempo real. 

Além disso, a prefeitura disponibilizou lixeiras públicas equipadas com sensores IOT, capazes de identificar a capacidade restante e avisar aos coletores, possibilitando um agendamento eficiente do recolhimento. 

Quais são as tecnologias usadas em cidades inteligentes?

As Smart Cities utilizam uma combinação avançada de tecnologias para criar um ambiente urbano mais conectado, eficiente e sustentável. Essas soluções integram softwares inteligentes, redes de comunicação e infraestruturas de conectividade que facilitam a vida dos cidadãos e aprimoram a gestão urbana.

Que tal conhecer as principais? Confira: 

Redes 

Embora o 5G esteja no centro das atenções, atualmente já se fala sobre a rede 6G, que deverá trazer ainda mais avanços em conectividade e processamento de dados quando o assunto é smart cities. 

Afinal, o nível que essas redes suportam, faz gerar oportunidades de negócios e governos por trás da modernização de seus espaços públicos. 

Inteligência Artificial 

A inteligência artificial também é necessária para servir de “cérebro” de toda operação de uma smart city. 

Afinal, entender e interpretar os dados, encontrando soluções convenientes, eficientes e mais baratas é um trabalho complexo, que vai exigir o auxílio de uma IA capacitada. 

Internet das Coisas (IOT)

Dentre todas as tecnologias para as Smart Cities, a IoT é a mais importante. 

Trata-se, basicamente, de uma rede de dispositivos conectados que se comunicam e trocam dados. Isso pode incluir qualquer item, desde veículos a eletrodomésticos e sensores na rua. 

Sendo assim, os dados coletados desses dispositivos são armazenados na nuvem ou em servidores para permitir melhorias na eficiência dos setores público e privado e proporcionar benefícios econômicos e melhorias na vida dos cidadãos. 

Tecnologia Geoespacial 

A tecnologia geoespacial é um campo que inclui soluções de fotogrametria, sensoriamento remoto, mapeamento, sistemas de informação geográfica (GIS), entre outros. 

Por isso, ela pode ajudar de várias maneiras, como coletando informações em tempo real sobre vagas de estacionamento disponíveis em certas áreas, ou analisando onde a prefeitura deve oferecer novos serviços de saúde. 

Cloud Computing e Edge Computing 

E claro, é necessário contar com tecnologias que ajudem a processar tamanha quantidade de dados — o que a cidade e as empresas ganham com uso de cloud e edge computing

A cloud computing trata-se de uma tecnologia de armazenamento e processamento remoto, mas centralizado em uma única infraestrutura. Já a edge, ou computação de borda, diz respeito a um conceito que aproxima o armazenamento e, principalmente, o processamento da fonte de dados. 

Assim, em vez das informações serem enviadas a um data center centralizado em um local fixo (o que gera latência), os dados são enviados a um micro data center próximo da fonte. 

Como a Conectividade é essencial para o sucesso das Smart Cities 

Agora que você conheceu mais sobre o conceito e todo potencial da Smart Cities, deve ter percebido o quão essencial é a conectividade para que as cidades inteligentes existam, certo? 

A Ascenty, líder em Data Denter em toda América Latina, também é referência na entrega de serviços de conectividade, com um ecossistema de soluções ideais para negócios de todos os tipos. 

Nosso portfólio robusto e uma rede de Data Centers Carrier Neutral estão estrategicamente localizados para agregar valor a diferentes processos. Confira as principais soluções:

  • NAP (Network Access Point
  • IX (Internet Exchange
  • Conexão direta com provedores de conteúdo: Amazon, Microsoft, Facebook, Globoplay, Google e Netflix.
  • Interconexão com outros Data Centers
  • AICX
  • Conexão com a plataforma digital da Digital Realty

Com a Ascenty, sua empresa tem alto desempenho e flexibilidade para entregar soluções robustas, ideais para aplicações tão ousadas como em Smart Cities. 

Clique aqui para entender ainda mais sobre conectividade e explorar como o ServiceFabric™ pode integrar operações com uma conexão segura, escalável e de alta performance.! 

Como a Ascenty atua na implementação da tecnologia educacional

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Para uma instituição de ensino ou edtech, já não há dúvidas que a tecnologia educacional é o caminho a se seguir quando o assunto é modernizar seu negócio. Cada vez mais, o mundo caminha para uma realidade mais conectada, digital e, por isso, exigente, e ele se aplica à educação. 

Alunos de todos os níveis, bem como pais de crianças no ensino básico e educadores buscam formas de unir a tecnologia ao aprendizado, ansiando por maneiras de fugir do ensino tradicional — calcado em práticas de décadas atrás. 

Agora, o aprendizado deve ser interativo e engajador, colocando o aluno em primeiro lugar e tornando o professor um mentor do processo educacional. No entanto, apesar de algumas instituições já conseguirem providenciar isso, há muito terreno a percorrer pelos players que ainda veem na transformação digital uma meta. 

A Ascenty é uma empresa comprometida a ajudar essas organizações a percorrer essa jornada de maneira mais rápida, possibilitando a integração harmônica, flexível e escalável do que há de melhor em tecnologia educacional. 

Líder em Data Centers e soluções de conectividade na América Latina, a Ascenty tem uma suíte completa de produtos e serviços que se encaixam nas necessidades de IEs e edtechs. 

Que tal entender mais? Explicamos a relação de nossas soluções com as demandas do setor educacional por tecnologia neste conteúdo. Confira! 

Tecnologia educacional: entenda o conceito e o porquê ela é tão importante atualmente 

Mas afinal, porque é importante investir em tecnologia educacional? O tema, que já abordamos anteriormente em alguns conteúdos, é alvo de dúvidas e interesse de líderes do setor de ensino. 

A questão é que a transformação digital não é uma realidade apenas para negócios mais “tradicionais”, como empresas de engenharia, corretoras e instituições financeiras ou escritórios de contabilidade. 

Ela acontece em todas as esferas sociais, corporativas e governamentais — o que inclui o setor da educação. No Brasil, muito embora boa parte da educação básica seja pública, há uma enorme massa de negócios privados voltados ao ensino básico, médio, superior, técnico e complementar (como de línguas e outras habilidades). 

Sem falar nas edtechs, que são empresas voltadas à criação de soluções tecnológicas para a área educacional. 

Essa grande fatia de mercado deve se adequar aos novos tempos, oferecendo o melhor que a tecnologia educacional possibilita em sala de aula — e, assim, revolucionando a qualidade do que é ensinado. 

Muito além disso, há transformações que vão além da sala, que passam por exemplo pela modernização da gestão da IE ou pela capacitação de sua biblioteca e secretaria digitais, entre outros. Ou seja, em cada setor de uma instituição de ensino ou edtech, há um ponto crítico que a tecnologia educacional pode ajudar a resolver. 

No entanto, para que isso seja possível, é essencial contar com uma infraestrutura de TI capacitada, bem como possuir um verdadeiro ecossistema de conectividade — capaz de suportar todas as operações online na sala de aula e no backoffice. 

E tudo isso você consegue com a Ascenty! 

Conheça as soluções Ascenty capazes de auxiliar na implementação da tecnologia educacional 

Como mencionamos, a Ascenty é líder em data centers em toda América Latina. Isso nos torna uma capacitadora de negócios de todos os segmentos, especialmente daqueles que buscam implementar mais tecnologia educacional. 

Atualmente, a Ascenty possui soluções que podem ajudar sua empresa a focar em seu negócio e se destacar no presente, bem como se manterem extremamente competitivas no futuro. 

Que tal conhecê-las e entender como a Ascenty pode ajudar seu negócio a aderir às principais tecnologias educacionais? 

Colocation 

Com o colocation, sua organização pode aproveitar a robusta e ampla infraestrutura da Ascenty para terceirizar seus data centers, destinando seus servidores direto para nossas dependências de nível internacional. Ou seja, sua IE ou edtech conta com um espaço físico seguro, controlado, escalável e dedicado para o atendimento à sua demanda, além disso conta com um amplo ecossistema de conectividade que melhora a experiência e reduz os custos de conectividade. 

Tudo isso com suporte especializado e vários serviços complementares que podem ser contratados à parte, como: 

  • Smart Hands: gestão dedicada e com apoio local das operações de seu data center colocation. 
  • Work Areas: escritórios que funcionam como verdadeiros QGs dentro das dependências Ascenty, de modo a servir de ambiente de trabalho com menos latência e máxima disponibilidade possível. 
  • Cages: se a sua operação requer ainda mais segurança, é possível contratar o serviço de Cages, uma zona de alta proteção aos seus servidores, com nível de acesso limitado por sua empresa. 

Disaster Recovery 

O posicionamento estratégico da Ascenty é muito relevante quando falamos de Disaster Recovery , afinal é um serviço que impede que sua IE ou edtech sofra com a perda de dados fruto de algum desastre, seja natural, cibernético ou de causa humana. 

Com diversos Data Centers em operação temos a localização e conectividade necessárias para que os clientes consigam manter suas operações 100% operacionais, além disso proporcionamos a melhor conectividade por meio de um amplo ecossistema, onde o cliente pode manter os dados de sala de aula e políticas da gestão administrativas salvos com uma política de backups na nuvem. Assim, mesmo que algo aconteça na infraestrutura de seu servidor principal, a sua operação continuará estável e disponível. 

Soluções de implementação 

Muitas IEs e edtechs, muito embora conheçam o básico sobre transformação digital, não entendem o que é necessário para aderir às principais tecnologias educacionais. 

Por isso, é possível contar com as soluções de implementação da Ascenty, um atendimento especializado para auxiliar em todas as questões de instalação ou migração dos ambientes de TI. 

Trata-se de uma solução de alto nível, que segue todas as especificações de layout, cabeamento, densidade de energia e segurança, atendendo as exigências do mercado — e de acordo com várias certificações. 

Cloud Cconnect 

Por fim, se tem uma coisa que sua IE ou edtech vai precisar é de acesso aos principais provedores de serviços cloud do mercado. É justamente o que o Cloud Connect da Ascenty oferece: um conceito diferenciado e um amplo ecossistema que conecta sua infraestrutura diretamente com os principais players, como AWS, IBM, Microsoft, Oracle e Google Cloud, mas isso não para por ai, afinal a Ascenty tem capacidade de conectar sua empresa em mais de um local físico com cada um dos Cloud Providers, garantindo redundância e continuidade para sua estratégia de conectividade. 

Desse modo, sua operação pode acessar em uma conexão direta os serviços destas empresas, contando com alto desempenho e disponibilidade em níveis que nenhum outro serviço é capaz de proporcionar. 

E então, que tal atuar na vanguarda da transformação digital e investir no que há de melhor em tecnologia educacional para o seu negócio? 

Cloud Exchange (ACCX) 

Quando falamos de transformação digital, integração de plataformas e continuidade dos negócios por meio da nuvem pública não paramos para pensar que as empresas que já nasceram na nuvem podem precisar de diferentes serviços e diferentes provedores de nuvem e para isso acontecer o ACCX foi concebido.  

A plataforma ACCX (Ascenty Cloud Connectivity Exchange) nasceu para viabilizar a interconexão entre as nuvens públicas de forma transparente para o cliente, dito isso, o cliente não precisa de Racks, Roteadores e mão de obra qualificada em redes para operacionalizar a integração entre as nuvens de forma privada, afinal o ACCX e a Ascenty fazem esta parte.  

É isso mesmo, o ACCX trabalha em conjunto com o Cloud Connect garante a interoperabilidade entre as redes das nuvens públicas, permitindo que os clientes tenham a melhor performance e possam focar no seu negócio. 

Conte com a Ascenty para esse desafio. 

Temos uma suíte completa de soluções que capacitam o seu negócio, melhoram suas operações e tornam sua infraestrutura mais poderosa para lidar com as demandas atuais e de futuro do mercado de educação. 

Ficou interessado e quer saber mais? Entre em contato conosco, agende uma reunião e entenda como a Ascenty pode ajudar o seu negócio! 

Blockchain: a tecnologia por trás da transação de criptomoedas 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

A blockchain é uma tecnologia popular, repleta de potencial, mas ainda assim misteriosa. Afinal, do que se trata e como as empresas, além do sistema financeiro, podem utilizá-lo? É isso que vamos descobrir hoje. 

Introduzida junto com as criptomoedas e como uma capacitadora da primeira delas, o Bitcoin, a blockchain é basicamente a infraestrutura que possibilita que criptos existam. 

Para ajudar você a entender mais sobre essa tecnologia, suas possibilidades, importância e como se aplica aos negócios, siga a leitura! Preparamos um guia básico para contar tudo sobre o assunto a você. 

Blockchain: o que é e como essa tecnologia surgiu 

A blockchain é, basicamente, uma tecnologia de registro de transações, como um livro-razão, só que compartilhado e imutável. Trata-se de uma corrente de blocos e cada bloco contém informações digitais. 

A tecnologia surgiu em 2008, em um artigo de Satoshi Nakamoto — cuja identidade até hoje é desconhecida, entre as especulações, é de que se trata de um pseudônimo para um indivíduo ou um grupo de desenvolvedores. 

Foi neste mesmo artigo que o Bitcoin foi apresentado ao mundo, como uma alternativa descentralizada de moeda. Ele serve para facilitar o processo de registro de transações e o rastreamento de ativos digitais, tornando-o completamente confiável. 

Assim, uma vez que um ativo é movimentado pela blockchain, as informações digitais que comprovam essa operação são registradas em um bloco — e criptografadas, de modo que os ativos sejam acessados apenas por aqueles que possuem a chave. 

Quando falamos que é um livro-razão imutável é que, uma vez que uma operação é feita, o próprio protocolo por trás da tecnologia produz códigos criptografados que são registrados em um bloco. 

Esse é um registro único, com informações que detalham a transação. 

Como falamos de um livro-razão compartilhado, para que alguma modificação seja feita, seria necessário contar com o consentimento de 50%+1 dos participantes da rede. 

E no caso da blockchain do Bitcoin (e, consequentemente, de outras criptos), a rede funciona como um registro contínuo de cada transação. Assim, se João transferir 1 Bitcoin para Ana, essa operação é registrada conforme o tempo (a hora exata) que ocorreu. 

E esse registro segue uma lógica contínua, em uma cadeia de registros únicos que vai se sobrepondo. Ou seja, é imutável, já que para realizar uma alteração, seria necessário contar com o consentimento da maioria mais um para isso. 

Além disso, a blockchain é uma rede descentralizada. O que isso quer dizer? Bom, que todos os computadores e servidores da rede de participantes fazem parte do sistema. Isso quer dizer que os dados são distribuídos por vários “nós”, garantindo que uma queda de servidor no Brasil, por exemplo, não prejudique toda blockchain. 

Blockchain e criptomoedas: entenda essa relação 

Como mencionamos, o conceito de blockchain é inerente à existência de criptomoedas. Ou seja, para um existir, é necessário contar com o outro. Sua relação é tão importante que a blockchain compõe a infraestrutura que possibilita a transação de criptomoedas. 

O funcionamento já explicamos anteriormente, mas o intuito dessa dinâmica de registros criptografados em blocos, armazenados de maneira descentralizada, é eliminar o intermediário do processo financeiro. 

Veja bem: no sistema financeiro tradicional, as pessoas contam com os bancos e instituições financeiras, que fazem o “meio de campo” em qualquer transação. 

Elas guardam o dinheiro das pessoas, são utilizadas para enviar dinheiro de uma pessoa A para pessoa B, entre outros. O Bitcoin (e todas as criptomoedas subsequentes) foram criadas com o intuito de descentralizar esse poder, permitindo que as pessoas controlem o seu dinheiro. 

Esse nível de “protecionismo” nasceu justamente em uma época de flutuação na economia mundial, mas especialmente americana, com a crise de 2008. Hoje em dia, a blockchain é utilizada em múltiplas aplicações além da financeira, como no universo dos games (especialmente em relação à NFTs). 

A importância da infraestrutura de TI nesse contexto 

Agora, é o momento de entender onde a blockchain se encaixa na rotina de uma empresa qualquer — não apenas uma cripto ou desenvolvedora de games.  

E para uma contabilidade ou indústria, como a blockchain pode ser utilizada? Todos esses negócios hoje precisam de data centers para suportar suas operações, que são baseadas no tráfego seguro de dados. 

Quando falamos de unir a sua infraestrutura de TI à tecnologia blockchain, dizemos essencialmente de criar um método de armazenamento de informações mais seguro. Afinal, não existe apenas uma blockchain — na verdade, já foram desenvolvidas várias delas, e muitos são privados. 

Ou seja, utilizadas dentro de uma rede de participantes que precisam de permissão para isso, seja dentro de uma só empresa ou em um projeto que envolva vários stakeholders. 

Entre outras aplicações, a blockchain necessita de uma infraestrutura de TI robusta para: 

  • Garantir maior transparência, por exemplo, no rastreamento da cadeia de suprimentos. 
  • Gerenciar de forma automatizada a rede, utilizando contratos inteligentes, que são scripts na blockchain capazes de ser acionados quando determinados parâmetros são atendidos. 

Entre várias outras oportunidades. 

O futuro do mercado de Data Center com a Blockchain 

Para as empresas, aderir à blockchain é uma maneira das empresas consolidarem suas operações, tornando-as mais seguras. No entanto, para isso, é preciso investir em soluções de data center robustas e modernas, que capacitem sua operação e permitam que a blockchain seja uma realidade dentro da organização. 

Um exemplo de solução é o Colocation, serviço que possibilita que a empresa alugue espaço para manter sua infraestrutura de servidores nas dependências da empresa. 

Assim, sua empresa conta com uma infraestrutura dedicada, que segue padrões internacionais e referência no setor, de modo a tornar suas operações mais estáveis, robustas e ágeis! 

E você, gostou de aprender mais sobre o tema? Esperamos que nosso conteúdo ajude você a compreender tudo sobre a blockchain e suas diferentes aplicações. 

Para seguir de olho nas principais tecnologias e novidades do mundo da tecnologia e TI, siga de olho em nosso blog! 

Entenda o papel do Data Center para a conectividade da educação 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Afinal, por que a conectividade da educação é um tema tão em voga hoje em dia? Bom, isso tem muito a ver com a transformação digital no meio educacional, que exige uma boa infraestrutura de TI das instituições de ensino. 

Nesse sentido, muito mais do que contar com plataformas que capacitem o método de aprendizagem, é necessário ter uma base para que as aulas, trabalhos e projetos sejam conduzidos à distância. 

É justamente nesse ponto que os Data Centers se destacam, sendo um dos pilares da nova era da educação. Que o setor educacional está se tornando cada vez mais modernizado você já sabe. No entanto, você sabe do papel dos data centers nessa transformação? 

É o que vamos explicar neste conteúdo, contextualizando sobre como o aumento do ensino híbrido e a importância da infraestrutura e conectividade na educação. Vamos lá? 

O aumento do ensino híbrido no Brasil 

O ensino híbrido é um dos grandes motivadores do investimento na conectividade da educação. Já explicamos o tema em outro post aqui do blog, mas vamos contextualizar para que você não se perca, combinado? 

O ensino híbrido, também conhecido como blended learning, é um método de educação que mistura elementos de ensino presencial e ensino online. 

É uma metodologia que visa integrar a educação à tecnologia, complementando o ensino em sala de aula com recursos inovadores, que potencializam o aprendizado. Nos últimos anos, o ensino híbrido foi impulsionado no Brasil, como uma solução às consequências da pandemia na educação de forma geral. 

Ou seja, não é exatamente um método que “contorna” os obstáculos que da pandemia (como a necessidade de isolamento), mas chega como uma espécie de remédio aos danos que esse evento mundial ocasionou. 

O motivo é simples: o ensino híbrido tem o potencial de maximizar o nível de aprendizado, possibilitando que os estudantes aprendam mais e melhor. No Brasil e no mundo, a tendência é que o ensino híbrido seja não apenas uma tendência, mas uma realidade nas salas de aula. É algo que o próprio Fórum Econômico Mundial admite que pode acontecer. 

A importância da tecnologia na adoção do ensino híbrido 

Na prática, o ensino híbrido traz vários benefícios para as instituições de ensino, revolucionando a maneira que a organização lida com a jornada de aprendizagem. 

Porém, o ensino híbrido depende da tecnologia para ser colocada em prática. É uma das condicionais para ser bem aplicada em sala de aula. É por isso que o papel da tecnologia no ensino híbrido é tão relevante. Na prática, ela auxilia nos seguintes pontos: 

Possibilita a aprendizagem colaborativa 

Por meio de atividades individuais e em grupo, os alunos aprendem a ser coletivos e aprimorar suas habilidades de pensamento crítico. 

Educadores e estudantes podem colaborar para formar um método de aprendizado exclusivo e personalizado, melhorando a compreensão de vários conceitos. 

Por meio de plataformas de estudo e vídeos personalizados, os professores podem criar uma biblioteca de recursos personalizada para os alunos estudarem. 

Depois de construir essa biblioteca de recursos com base em áreas de necessidades comuns, um professor pode expandi-la para atender às necessidades que surgem com menos frequência, criando um portfólio de conteúdo completo. 

Organiza a aprendizagem 

Os educadores podem orquestrar aulas e disseminar informações de forma controlada e organizada para atender os alunos 

Por meio de soluções e aplicativos digitais, fóruns de discussão interativos, tutoriais em vídeo (entre outros), os alunos podem participar de experiências controladas. 

Ele capacita os alunos a liderar nas salas de aula, enriquece sua experiência de aprendizado e ajuda a usar a tecnologia para construir uma boa base em seus estudos. 

Construir um diálogo aberto e rico 

As salas de aula online facilitam diálogos abertos e ricos entre o aluno e o professor. 

Os professores podem coletar tarefas, dar feedback e oferecer recursos de aprendizagem para atender às diversas necessidades dos alunos. 

Eles podem conversar com as diferentes partes interessadas (alunos e pais, por exemplo) sobre os vários desafios enfrentados, bem como sugerir áreas de melhoria. 

Enriquecer o processo de aprendizagem 

Ao agregar novas tecnologias ao ensino, o aprendizado é melhorado. O blended learning pode se aproveitar de diferentes soluções (em vídeo, gamificadas, testes online etc.) para enriquecer a forma que os conteúdos são entregues. 

Assim, o uso de várias mídias permite preencher quaisquer lacunas de conhecimento deixadas por metodologias ultrapassadas. 

Qual o papel do Data Center nesse contexto da conectividade da educação? 

O ensino híbrido é importante porque altera as convenções do ensino tradicional, personalizando a experiência de aprendizado para cada aluno. 

Além disso, possibilita que cada aluno aprenda em seu próprio ritmo. 

E onde os data centers entram nessa equação? Bom, especialmente como base para a infraestrutura de TI que habilite as instituições de ensino a oferecerem as melhores soluções tecnológicas de aprendizagem. 

Trata-se de uma peça essencial para compor seu ambiente digital, habilitando a implementação de plataformas de ensino, atividades gamificadas e demais sistemas informatizados. 

Se a sua instituição quer investir na conectividade da educação, entender o papel do data center é essencial. Além disso, há de se considerar as inovações referentes aos data centers, que beneficiam também as instituições de ensino. 

É o caso do edge computing ou computação de borda, que fornece alta largura de banda, redes mais rápidas e baixas latências, aumentando a disponibilidade dos data centers. 

Tudo isso vai acelerar o uso de tecnologias, influenciando diretamente na jornada de aprendizagem. 

Após a pandemia, as instituições de ensino se viram diante do desafio de fornecer uma infraestrutura de TI educacional que pudesse dar suporte à sala de aula digital, à medida que os alunos retornassem ao aprendizado presencial. 

Assim, escolher o melhor data center é uma decisão essencial, já que são nesses bancos de dados que registros escolares, informações de alunos e professores, conteúdos e materiais de sala de aula, vão ser armazenadas. 

Mas e como fazer isso? 

Para isso você pode contar com a Ascenty, líder em data centers na América Latina, com soluções completas de conectividade para o seu negócio. Entre os serviços da Ascenty que podem ajudar a modernizar o ensino em sua instituição, podemos mencionar: 

  • Colocation (aluguel de espaço em nossa infraestrutura de bancos de dados); 
  • Conectividade (soluções de Telecomunicações que , estabelecem uma conexão entre os pontos de interesse do cliente, geralmente por meio de fibra ótica); 
  • Cloud connect (conexões rápidas e privadas com os principais cloud providers);. 
  • Interconexões: Conexões feitas dentro dos Data Centers, geralmente utilizadas pera utilizar plataformas como o IX.br (PTT) e para conectar com os provedores de conteúdos, OTTs, Operadoras de Telecom e ISPs 

E então, que tal revolucionar a forma que sua instituição de ensino funciona, destacando-se no mercado? 

Marque uma reunião com um de nossos especialistas!  

Plataformas Digitais na Educação: a tecnologia contribuindo com o ensino 

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Com a era da transformação digital tomando conta de todos os mercados, o uso de plataformas digitais na educação se torna cada vez mais necessário. E é por isso que, cada vez mais, instituições de ensino e empresas da área, como edtechs, se aproveitam dessas tecnologias para aprimorarem a forma que ensinam. 

Em especial, após testemunharmos os impactos de eventos desestabilizadores, como a pandemia de Covid-19 e o isolamento social, o ensino precisou se adaptar e modernizar. 

O que antes eram tendências ou métodos secundários, como o EaD e o ensino híbrido, se tornaram realidade para as instituições de ensino. E como se encaixam as plataformas digitais na educação? Justamente, possibilitando que as IEs tornem seu ensino mais dinâmico, moderno e, essencialmente, digital! 

Que tal entender mais sobre o assunto e como as plataformas digitais estão transformando o setor de educação? Continue a leitura! 

Plataformas Digitais na educação: quando e onde surgiram? 

As plataformas digitais na educação não são uma novidade, mas já estão presentes no mercado desde o fim da década de 1990. Como mencionamos em outro artigo, a primeira edtech criada foi a Blackboard Inc., que também foi a primeira a utilizar um LMS (Learning Management System). 

O LMS é um sistema de gestão de aprendizagem que pode ser utilizado por IEs e edtechs — e há várias opções no mercado, o que aumenta o leque de possibilidades. 

Mas e quando esses sistemas e plataformas começaram a ser utilizados de maneira mais ampla? Em especial, após a expansão da tecnologia 4G e mobile (já que permitem que essas plataformas não fiquem presas a um único computador, mas possam ser acessadas na nuvem, por qualquer dispositivo). 

Além disso, as plataformas digitais servem não apenas para facilitar o ensino e os métodos em sala de aula, mas também a gestão da instituição. Inclusive, auxiliando as instituições a se adequarem à Portaria 315 do MEC, que institui a necessidade de desenvolver uma Secretaria Digital. 

Como as plataformas digitais na educação estão mudando o panorama do setor 

A tecnologia sempre foi uma parceira da educação, muito embora a integração entre as duas ainda seja um desafio. Foi justamente essa ponte que as plataformas digitais na educação possibilitaram. Afinal, falamos de tecnologia que realmente pode ser utilizada por estudantes, docentes e membros da gestão do negócio. 

No entanto, não pense que essas plataformas são apenas LMSs. 

Uma instituição pode contar também com soluções como Sistemas de Gestão de Conteúdo de Aprendizagem (learning content management systems ou LCMS), bem como uma ferramenta de sala de aula virtual ou Ambientes de Aprendizado Virtual (virtual learning environment ou VLE). 

Embora cada plataforma varie em função e recursos, todas as plataformas digitais de aprendizado podem oferecer suporte a todos os métodos em sala de aula, ou seja, aprendizado online, presencial ou híbrido. 

Desse modo, focando no que os professores podem fazer utilizando uma plataforma digital, podemos mencionar: 

  • Facilitar o trabalho em equipe; 
  • Compartilhar links úteis com os alunos; 
  • Melhorar a comunicação com os alunos; 
  • Lecionar para grupos menores de alunos; 
  • Obter acesso a dados que fornecem feedback aprofundado; 
  • Definir tarefas para indivíduos, bem como para grupos maiores; 
  • Possibilitar que todo corpo docente colabore no planejamento de aulas, trabalhos e provas. 

Agora, entre os benefícios de aplicar plataformas digitais na educação, é possível destacar: 

Fácil acesso às informações 

Uma plataforma de aprendizagem digital permite o acesso a uma biblioteca completa de recursos online. O software é normalmente estruturado de modo a facilitar o acesso às informações. Ou seja, o material de aprendizagem pode ser na forma de documentos, conteúdo multimídia, arquivos PDF e mesmo provas do passado. 

Conteúdo atualizado 

Uma plataforma de aprendizado digital permite que as instituições atualizem seus conteúdos, disponibilizando tudo de forma mais econômica e instantânea. 

Relatórios avançados 

As soluções inovadoras de aprendizado digital permitem que os educadores criem, personalizem e baixem relatórios que fornecem informações sobre o progresso dos alunos. 

Assim, é possível usar esses insights para dar atenção individual aos alunos, ajudando-os a superar barreiras em suas jornadas de aprendizado. 

Aprendizagem multimídia 

Com plataformas digitais na educação, você pode criar conteúdo multimídia (vídeos, áudios, apresentações, experiências gamificadas) para envolver os alunos, estimular o interesse, dar vida a conceitos complexos e fornecer maior contexto ao aprendizado. 

Novos canais de comunicação 

As plataformas de aprendizado digital tiram as conversas dos limites da sala de aula física, seja com colegas como também com professores e mentores. 

Os alunos podem usar plataformas como bate-papo, canais de mídia social e fóruns para aprender, discutir e debater em um ambiente de aprendizado mais colaborativo, interativo e pessoal. 

Entenda como a Ascenty trabalha a favor da implementação e otimização das plataformas digitais na educação 

Neste ponto, sua instituição de ensino deve estar reavaliando seus processos para entender como implementar uma plataforma digital, certo? Bom, antes de qualquer coisa, saiba que é necessário preparar a infraestrutura de TI da sua organização. 

É preciso garantir a conectividade suficiente para que todos os usuários (funcionários, docentes e alunos) acessem as plataformas e possam trabalhar de maneira estável, com total disponibilidade e baixa latência

Além disso, você já pensou na segurança dos dados? Uma plataforma digital armazena várias informações sobre os seus alunos, desde dados sensíveis até os mais básicos. 

Sua instituição deve garantir a proteção das informações, com uma arquitetura de soluções que blinde os dados do seu negócio. Muita coisa, certo? A boa notícia é que a Ascenty pode ajudar a sua instituição em todos esses aspectos! 

A líder em Data Centers na América Latina, possui não apenas uma infraestrutura robusta de bancos de dados, mas conta com soluções de conectividade e segurança que podem preparar seu negócio! 

Que tal entender como a Ascenty pode tornar sua instituição de ensino mais moderna e apta a implementar uma plataforma digital? Converse conosco agora mesmo

Como as EdTechs estão revolucionando o sistema educacional no Brasil 

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Que o mercado de educação no Brasil é um terreno fértil para inovações, não é novidade. O país com dimensões continentais tem como necessidade melhores soluções educacionais para seus milhões de habitantes. Essa foi a brecha que as EdTechs aproveitaram. 

Cada vez mais presentes no mercado de educação brasileiro, essas empresas inovadoras vêm crescendo e se tornando necessárias no cenário educacional. 

Mas afinal, o que de tão diferente as EdTechs fazem que as torna tão suscetíveis ao sucesso? 

Para aprender, é necessário conhecer esse tipo de negócio desde o conceito, bem como as tecnologias que utiliza e que projetam tamanho crescimento no mercado. Que tal entender mais? É só seguir de olho em nosso conteúdo! 

EdTechs: o que são e como surgiram? 

Entender o que são EdTechs não é nada complicado, especialmente se você conhece um pouco mais do mercado de tecnologia. Basicamente, são startups que desenvolvem produtos e soluções tecnológicas para o mercado de educação. 

O próprio nome “EdTech” é um exemplo dessa relação, já que é uma junção de education (educação) com technology (tecnologia). 

É a mesma lógica por trás das Fintechs (tecnologias para finanças), health techs (tecnologias para saúde), law techs (tecnologias para o setor jurídico), entre tantas outras. 

Afinal, nem toda startup é a mesma — e a nomenclatura serve para diferenciar os nichos de atuação. 

Hoje, é possível encontrar EdTechs que atuam de várias formas no mercado, com soluções que inovam na maneira que os alunos aprendem, ou que têm como foco seu nível de engajamento. 

Há também EdTechs que desenvolvem sistemas próprios para uma melhor gestão da instituição de ensino, potencializando a administração e as possibilidades do negócio. Ou seja, opções não faltam. 

Mas e como as EdTechs surgiram? Como você deve imaginar, não faz tanto tempo. A primeira organização a ser considerada uma EdTech foi a Blackboard, criada em 1997. 

Obviamente, as EdTechs se tornaram realidade uma vez que a tecnologia possibilitou a criação de soluções flexíveis, remotas e escaláveis. 

Qual a importância das Edtechs para a área de educação no Brasil 

No Brasil, a educação é um tema polêmico e que atrai muita atenção. Muito embora o ensino público seja vasto, há muito espaço para melhorar a qualidade do que é ensinado, da escola básica até a faculdade. 

Além disso, existe todo um mercado para o aprendizado alternativo, como de cursos técnicos ou línguas. 

No Brasil, a integração de tecnologia na educação pode revolucionar a forma que o ensino público e o privado atuam — proporcionando uma jornada de aprendizado condizente com as necessidades atuais e futuras, e não do passado. Conforme o EdTech Report 2020, elaborado pela Distrito, o Brasil conta com cerca de 550 startups focadas no desenvolvimento de soluções educacionais. 

Outro ponto que deve ser levado em conta é o potencial das EdTechs de atingirem aqueles que não aproveitaram nem um pouco (ou de forma muito limitada) das oportunidades de educação. 

De acordo com o estudo do Distrito, entre todos os jovens entre 14 e 29 brasileiros, cerca de 50 milhões sequer completaram o ensino médio. No entanto, entre as startups analisadas, a maior fatia (22,4%) tem como foco soluções que visam o ensino de assuntos específicos, como tecnologia, idiomas e finanças. 

Outro dado interessante é que, das mais de 550 EdTechs, 22,2% têm como foco o desenvolvimento de novas formas de ensino, utilizando metodologias como a gamificação ou tecnologias como a Realidade Virtual. 

As tecnologias por trás da EdTechs 

Agora, como as novas tecnologias capacitam as EdTechs para oferecer as melhores soluções educacionais, bem como revolucionar o setor? 

Bom, um fator determinante é a transformação digital, potencializada pela computação em nuvem e suas possibilidades. Mas afinal, a partir da nuvem, o que as EdTechs atualmente utilizam em suas soluções e que possibilitam seu crescimento? 

Big Data 

Se há algo que o mercado educacional gera, são dados. E uma vez digitalizados, processados e estruturados, eles podem servir de diferentes maneiras ao processo de aprendizagem. 

O Big Data é justamente isso: o grande volume de dados que os negócios geram. 

E as EdTechs podem criar sistemas e plataformas que os utilizam, de modo a oferecer um panorama mais aprofundado sobre, por exemplo, o avanço dos alunos em determinada matéria. 

Assim, é possível entender exatamente como cada aluno está lidando com as disciplinas, testes e provas, possibilitando que a instituição molde sua grade de forma que o ensino se torna personalizado. 

Porém, essa é apenas uma das possibilidades — o Big Data oferece muito mais! 

Realidade aumentada 

A realidade aumentada, muitas vezes relacionada à realidade virtual, é um tipo de tecnologia inovadora e muito simples de entender. Trata-se da integração do mundo real com elementos virtuais, possibilitando a interação entre ambos e expandindo o potencial criativo e imaginativo. 

Um exemplo fácil de lembrar é o jogo de smartphone Pokemon Go, que projeta personagens digitais em áreas da região onde o jogador vive. Esse tipo de tecnologia pode proporcionar novas possibilidades de aprendizado, incrementando a forma de aprender sobre determinados assuntos. 

Realidade virtual 

Já a realidade virtual é, de fato, uma tecnologia capaz de submergir as pessoas em um mundo completamente virtualizado. É o que os óculos VR possibilitam, colocando seus jogadores/usuários em um universo totalmente digital, na “pele” de um personagem do jogo, por exemplo. 

Esse tipo de tecnologia, embora tenha muito a evoluir, já é utilizada para proporcionar um mergulho a diferentes cenários. Dessa maneira, os alunos podem aprender não apenas ouvindo, mas vendo — e, muitas vezes, agindo dentro de eventos específicos. 

É também uma excelente maneira de criar laboratórios, mas sem as limitações físicas normais. 

Gamificação 

A gamificação é uma metodologia que visa adotar conceitos de jogos no processo de aprendizagem — em qualquer nível, não apenas no ensino básico ou voltado a crianças. Inclusive, há várias empresas que desenvolvem soluções de treinamentos corporativos baseados em gamificação. 

Isso quer dizer que tudo se torna um videogame, ou seja, um jogo digital como os que vemos em computadores e consoles? Nada disso — quer dizer, também pode ser! Porém, a gamificação é uma metodologia que busca integrar elementos de jogos na aprendizagem. Mais especificamente, recursos lúdicos e de storytelling. 

Desse jeito, a aprendizagem pode se tornar uma atividade mais enriquecedora, envolvente (com o aluno como protagonista) e com menos riscos. 

Mas afinal, como se preparar para o futuro da educação no Brasil 

E você, já tem uma ideia ou uma solução em desenvolvimento que possa se encaixar no mercado da educação no Brasil? Sua EdTech pode alcançar o sucesso — no entanto, é necessário contar com as tecnologias certas.  

A Ascenty, líder em Data Centers na América Latina, possui as soluções que o seu negócio precisa para se destacar. Proporcionamos conexão direta com os maiores cloud providers do mundo. Além disso, oferecemos toda infraestrutura de TI necessária para que sua empresa possa operar de maneira estável, segura e eficiente. 

Que tal conhecer mais sobre as soluções da Ascenty e como elas são essenciais para sua startup crescer? Agende uma reunião conosco! 

Ainda em dúvidas sobre se vale mesmo a pena modernizar sua instituição? Escrevemos os motivos que provam porque é importante integrar novas tecnologias na educação, confira! 

Ensino híbrido: o que é e como aplicar na sua escola

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

O mundo da educação não para de evoluir. Nas últimas décadas, a maneira que docentes e estudantes interagem se transformou, com destaque para a aplicação de soluções digitais na jornada de aprendizagem. É um dos pilares do movimento chamado de ensino híbrido.

Você conhece?

O ensino híbrido é uma resposta do mercado às necessidades de estudantes, pais, educadores e demais participantes do ciclo acadêmico de uma pessoa.

E hoje, é um modelo promissor, que possibilita que as instituições de ensino se adequem às demandas de uma era marcada pelos efeitos da pandemia e do distanciamento social.

Que tal entender mais sobre o assunto, sua importância e como aplicar na sua instituição de ensino? Esse tema tem tudo a ver com tecnologia, siga a leitura!

Ensino Híbrido: o que é?

O ensino híbrido é uma abordagem nova e moderna para a aprendizagem, que se refere a uma mescla entre aulas presenciais e atividades digitais. É a mistura entre o tradicional e o moderno, buscando aproveitar ao máximo os benefícios de ambos.

Existem muitas formas de aplicar o ensino híbrido, mas o conceito mais básico refere-se ao seguinte:

Aulas em que um professor esteja fisicamente em sala junto com os alunos, mas no qual o estudante detém o poder de direcionar o local, o tempo, o caminho e o ritmo de sua própria aprendizagem. É uma maneira eficaz dos professores se envolverem com os alunos em vários níveis.

Vale lembrar que não é o mesmo que ensino remoto ou EaD. O ensino híbrido (também conhecido como blended learning) ocorre, em sua maior parte, na sala de aula.

No entanto, com uso de tecnologias que auxiliam no desenvolvimento das disciplinas e atividades, como laptops e computadores, smart TVs, dispositivos móveis, soluções gamificadas, entre outros.

Quais os benefícios que o ensino híbrido é capaz de trazer?

E afinal, quais benefícios o ensino híbrido pode trazer? Bom, podemos começar falando das infinitas possibilidades de unir a aprendizagem com tecnologias inovadoras.

Seguindo esse modelo, o professor pode começar com uma introdução a um assunto de forma tradicional, em uma apresentação aos alunos. Após, ele pode propor aos alunos uma discussão em grupo relacionada ao assunto, de forma a desenvolver o raciocínio em cima do tema.

Mais tarde, na mesma aula, o professor pode usar tablets e pedir aos estudantes que preencham um questionário sobre o tema em questão, de forma a testar seus conhecimentos.

Esse questionário pode ser feito em um aplicativo de gamificação, que traz elementos lúdicos, recursos de storytelling e todo potencial gráfico (inclusive do Metaverso) para criar um teste mais engajador, interativo e que realmente faz pensar.

Tudo isso estimula o aluno a ser o centro do aprendizado, com o professor servindo como guia. É o que se chama de método ativo de aprendizagem. Na prática, isso traz diversos benefícios aos alunos, como:

Os prepara para um mundo cada vez mais técnico

A introdução de um elemento digital na sala de aula prepara os alunos para um mundo mais digital e técnico. Isso significa que os estudantes se acostumarão a usar a tecnologia moderna em todos os aspectos de sua vida.

Permite que professores possam mapear a evolução individual

Graças à ascensão do machine learning e data analytics, há uma pressão crescente sobre os professores para monitorar os resultados e “fisgar” aqueles alunos que ficam para trás.

Muitas das tecnologias que os docentes utilizarão podem simplificar a análise dos dados de cada um, de modo que eles possam rastrear o nível de evolução de cada aluno.

Oferece a possibilidade de ensinar de maneira personalizada

Como os professores podem usar a tecnologia digital para acompanhar os resultados dos alunos, eles também podem individualizar os conteúdos para cada um.

Por exemplo, se um aluno precisar de tempo extra em um assunto específico, o professor poderá definir atividades adicionais em seu cronograma, que podem ser repassadas no tablet ou em uma plataforma de ensino híbrido.

Conheça as principais metodologias do ensino híbrido

Entrando na parte mais técnica do ensino híbrido, vale entender como ela é aplicada na sala de aula. Existem diferentes metodologias em uso hoje em dia, confira as principais:

Laboratório rotacional

Na rotação de laboratório, a turma é dividida em dois grupos: um inicia suas tarefas no laboratório tecnológico, com acesso a recursos online, já o outro grupo inicia os estudos offline.

Em seguida, após determinado período, os grupos se invertem.

Sala de aula invertida

Na sala de aula invertida, o início do estudo de um tema normalmente começa em casa, no ambiente virtual de aprendizado. Assim, os alunos chegam na aula presencial com perguntas, críticas, provocações e um contexto estabelecido sobre o assunto.

Desse modo, é possível aproveitar o tempo juntos para elaborar atividades dinâmicas, como seminários, trabalhos em grupo, entre outros.

Rotação individual

E nesse modelo, o professor cria um “roteiro” para cada aluno seguir, de modo que o aprendizado seja completamente personalizado de acordo com suas aptidões.

Rotação por estação

A sala de aula é dividida em diversas estações, com atividades independentes uma da outra (com uma delas ligada à tecnologia). A ideia é separar a turma em pequenos grupos e fazê-las migrar de uma estação para a outra.

Implementação do ensino híbrido: como chegar lá?

Que o ensino híbrido tem muito potencial ficou evidente. Mas como a sua instituição de ensino pode implementá-lo em sala de aula e adaptar sua grade para uma abordagem mais moderna?

Bom, responder essa pergunta é como virar os olhos para uma certeza: sua escola precisa se modernizar! Nesse sentido, contar com soluções que estruturem e solidifiquem um ambiente de TI, dados e conectividade rico e capaz de suportar a demanda é essencial.

Você vai precisar investir em data center capazes, soluções de conectividade que o coloquem na frente da concorrência e uma infraestrutura robusta capaz de elevar o patamar da sua IES.

Que tal descobrir mais sobre esse assunto? No nosso blog, você confere tudo acerca de tecnologias que podem revolucionar seu negócio, incluindo instituições de ensino. Siga lendo!

As principais causas de downtime em Data Center e como evitá-las 

Aperte o play e escute o artigo!

O downtime em Data Center é um verdadeiro inimigo das operações corporativas, podendo prejudicar seu negócio de múltiplas maneiras. Saber como evitá-los é importante, porém, somente é possível uma vez que você conheça as causas. 

Esse é um tema complexo, pois as causas de 10, 5 ou mesmo 3 anos atrás não são as mesmas de hoje, que não serão as mesmas daqui algum tempo! 

É por isso que ficar de olho nos movimentos de mercado é essencial para entender o que causa o downtime em Data Center, bem como evitá-los! 

Nesse artigo, falamos mais sobre o assunto, explicando quais as causas e como esse evento pode ser prejudicial para o seu negócio.

Downtime em Data Center: como isso pode afetar seu negócio

O downtime em Data Center  são interrupções não programadas, normalmente causadas por falhas que prejudicam o funcionamento de equipamentos ou sistemas inteiros, muitas vezes interrompendo o processamento de dados e gerando expressivos prejuízos às empresas.

Essas interrupções afetam o acesso a dados e serviços que são vitais às atividades corporativas, podendo gerar consequências graves, mesmo que sejam de curta duração. Alguns dos prejuízos incluem:

  • queda de sistemas, aplicações e sites; 
  • interrupção na coleta, armazenamento e processamento de dados em tempo real; 
  • lentidão ou falhas repetidas em operações críticas;
  • perda de produtividade;
  • danos à reputação da empresa
  • perda de oportunidades de negócio e receitas;
  • problemas de conformidade;
  • altos custos para recuperar operações.

O impacto financeiro do downtime pode ser devastador. Conforme dados do Uptime Institute, mais da metade das empresas relatam que interrupções severas custam mais de US$ 100 mil, enquanto 16% relataram perdas superiores a US$ 1 milhão.

As 8 principais causas de Downtime em Data Center 

As causas de downtime em Data Centers podem ser diversas, desde falhas operacionais até problemas com fornecedores externos. De acordo com o relatório de 2024 do Uptime Institute, embora a frequência e a gravidade das interrupções tenham diminuído, o downtime continua sendo uma grande preocupação.

Vamos explorar as principais causas:

1.     Falhas de energia

As falhas de energia continuam sendo a principal causa de downtime em Data Center, representando 52% dos incidentes mais impactantes, segundo a pesquisa.

Isso ocorre devido à intolerância do hardware de TI a flutuações de energia ou perdas completas que duram mais de alguns milissegundos.

2.     Problemas de rede

Os problemas de rede, que incluem falhas de Conectividade e erros de comunicação entre sistemas, são a segunda maior causa de interrupções.

3.     Erros humanos

Cerca de 2/3 das interrupções têm o erro humano como um fator direto ou indireto. As principais causas incluem falhas na execução de procedimentos ou a existência de processos inadequados.

A falta de treinamento e a complexidade dos sistemas também desempenham um papel importante nesse tipo de falha.

4.     Manutenção deficitária e falta de testes 

O Data Center é um ambiente extremamente complexo, que exige atualizações constantes, rotinas de manutenção preditiva e preventiva, bem como aplicação de testes para conferir a estabilidade dos ambientes. 

Estabelecer uma cultura presente dos técnicos no seu ambiente que seja proativo no sentido de cuidar do ecossistema, é o ideal! 

5.     Falhas no sistema de resfriamento 

Falhas nos sistemas de resfriamento, embora menos frequentes, ainda representam um risco. Isso é especialmente relevante em regiões tropicais, como o Brasil.

No entanto, na pesquisa alerta que as mudanças climáticas estão intensificando a ocorrência de eventos extremos, como altas temperaturas e incêndios florestais. Isso pode aumentar significativamente o risco de falhas nos sistemas de resfriamento.

6.     Ausência de redundância 

Se você quer um Data Center realmente eficiente e estável, é preciso investir em redundância

Quanto maior a redundância de um Data Center, menor seu downtime possível, pois a infraestrutura conta com equipamentos que servem de backup e podem substituir aqueles que são afetados por algum problema. 

7.     Hardware desatualizado 

Desde que as empresas passaram a depender de infraestruturas virtuais, não é surpresa que falhas de software também contribuam para o downtime. 

Um software desatualizado pode criar brechas de segurança perigosas. Bugs de software, falhas não corrigidas, faltas de testes e muito mais ameaçam a estabilidade de qualquer Data Center que utilize uma infraestrutura de software.

Semelhante aos problemas de hardware, a manutenção e o monitoramento de rotina desempenham um papel crucial na longevidade e na limitação de interrupções devido a falhas de software. 

Fique atento aos testes e atualizações regulares e esteja ciente de como uma falha no reconhecimento de possíveis falhas pode resultar em um tempo de inatividade perigoso. 

8.     Manutenções não planejadas 

Manutenções não planejadas podem interromper o fluxo operacional do Data Center e, diante de qualquer problema, ocasionar problemas como o downtime. 

O ideal é estipular, junto com o time de especialistas, uma agenda de manutenções e vistorias predefinidas, de modo que as potenciais paradas sejam realizadas em momentos oportunos e que não prejudiquem a continuidade do seu negócio! 

Evite o downtime em Data Center com a estrutura da Ascenty

Evitar o downtime em Data Center é fundamental para garantir a continuidade das operações e minimizar os riscos financeiros e reputacionais. Nesse cenário, a Ascenty se destaca como parceira estratégica.

Com 34 Data Centers distribuídos estrategicamente pela América Latina, a empresa oferece Conectividade robusta, baseada em uma rede própria de 5.000 km de fibra óptica.

Além disso, nossos Data Centers são Carrier Neutral, oferecendo múltiplas opções de Conectividade e interconexão com os principais provedores de nuvem e conteúdo.

Outros diferenciais importantes incluem:

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Ascenty é certificada empresa 100% carbono neutro pelo segundo ano

Pioneira do setor em neutralizar emissões de carbono, maior empresa de data centers da América Latina conclui neutralização de 2021 e atesta utilização de energia limpa

A Ascenty, empresa líder no mercado de Colocation na América Latina, com 28 data centers próprios no Brasil, Chile e México, conquistou o título de empresa “carbono neutro” no Programa Brasileiro GHG Protocol, referente a 2021 e pelo segundo ano consecutivo. Assim, a companhia, pioneira em neutralizar emissões desde 2020, cumpre a meta de, em todo primeiro semestre, compensar 100% do carbono emitido por suas unidades em operação no ano anterior.

“Daremos continuidade ao Programa Carbono Zero ano após ano, reafirmando nosso compromisso com uma cultura corporativa alinhada à agenda positiva global de enfrentamento às mudanças climáticas”, afirma Fábio Trimarco, diretor de Compliance e Qualidade da Ascenty. “Além de sermos os pioneiros do setor ao neutralizar a totalidade de emissões desde 2020, nos tornamos o primeiro data center certificado ISO 14001 em 2016, quando pouco se falava em sistema de gestão ambiental corporativo”, acrescenta.

Liderado pela área de Environmental, Social and Corporate Governance (ESG) da Ascenty, o relatório de elaboração do inventário de emissões de GEE (gases de efeito estufa), com análise quantitativa e qualitativa, contempla três escopos que abrangem a integridade do impacto ambiental direto e indireto da atividade da empresa.

O escopo 1 avalia as emissões diretas da empresa, provenientes de bens próprios da companhia, como automóveis e geradores proprietários, por exemplo. Já o escopo 2 mede as emissões indiretas resultantes de insumos da companhia, originárias na íntegra pela geração de energia elétrica consumida pela empresa. E o escopo 3 contempla as emissões indiretas sem controle da empresa, como aquelas resultantes de fontes particulares de funcionários, parceiros e clientes.

Com um total de 70.880,28 toneladas de GEE emitidos ano passado, a Ascenty mais que dobrou o total de emissões na comparação com 2020 (29.464,87 toneladas). Esse crescimento vertiginoso se deve à expansão da empresa, que registrou um crescimento de 50% em termos de faturamento em 2020 e de 32% em 2021.

Além de ter inaugurado dois data centers em 2021 – Hortolândia 4 e Rio de Janeiro 2 –, a Ascenty registrou o dobro do consumo médio anual de energia em suas infraestruturas, passando de 500 GWh no ano. Já o tráfego de internet dentro das unidades cresceu aproximadamente 300%.

Da totalidade de emissões em 2021, 96,5% dizem respeito ao escopo 2 (68.430,98 toneladas), por conta do alto consumo de energia elétrica, o insumo mais importante para o funcionamento ininterrupto dos grandes data centers de classe mundial da Ascenty. A segunda fonte emissora se refere as emissões fugitivas, do escopo 1 (3,28% do total), ocasionadas por combustão estacionaria (geradores), veículos da frota, efluentes líquidos, aparelhos de ar-condicionado e outras fontes da operação. E a terceira fonte são as emissões provenientes dos nossos contratos com terceiros, como, por exemplo, transportadoras, viagens de negócios e outros (0,08% do total), estas do escopo 3.

Clique aqui para acessar e baixar do relatório de ESG da Ascenty.

Energia limpa e aterro zero

Além de zerar emissões, a Ascenty também assegura o uso de energia limpa e o destino ambientalmente correto de seus resíduos sólidos em todas as suas operações e obras.

Cerca de 86% de todo o consumo da companhia é de energia limpa na própria fonte, negociada no mercado livre de forma incentivada. Mas como no Brasil todo o insumo gerado entra na malha energética do sistema brasileiro antes de ser redistribuído, é exigência internacional do relatório de emissão de carbono ter o lastro do iREC. Dessa forma, é assegurada a rastreabilidade de comprovação das fontes renováveis.

Para atestar o consumo de energia limpa, insumo que responde por quase 96% do total de emissões da Ascenty, a empresa integra o sistema iREC (International REC Standard), certificado que atesta a procedência de energia de fontes renováveis.

Para a parcela dos 4% restantes, a Ascenty firmou compensações de carbono diretamente em ações de incentivo e valorização da produção de energia limpa, como projetos de construção de pequenas usinas hidrelétricas, eólica, solar e de biomassa. Na prática, portanto, 100% da energia utilizada pela empresa é limpa.

Já em relação aos resíduos sólidos, resultantes do descarte dos 650 funcionários nas 19 unidades em operação e do entulho de nove data centers em construção, a Ascenty assegura que 99,27% do total é destinado a centros de reaproveitamento e de reciclagem. Trata-se do projeto Ascenty Aterro Zero, que segue as melhores práticas internacionais e estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) de reutilização, compostagem, reciclagem, recuperação, aproveitamento energético e outras destinações admitidas pelos órgãos competentes.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse: http://www.ascenty.com

Mais informações para a imprensa

Advice Comunicação Corporativa

Alexandre Lyra | [email protected] | +55 11 99265-5036

Beatriz Biasoto | [email protected] | +55 11 93487-0994

Fernanda Dabori | [email protected]

+55 11 5102-5252 | +55 11 5102-5257

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Como obter continuidade de negócios com o auxílio das soluções Ascenty

Que tal ouvir o conteúdo?

As empresas costumam desvalorizar a importância de um plano de continuidade de negócios — até que um desastre aconteça. Sem uma estratégia bem definida, seu negócio entra em grande perigo.

Mas saiba que a Ascenty, líder em data center na América Latina e especialista em soluções que aumentam a resiliência do seu TI, oferece um portfólio de serviços completos.

Com a ajuda da Ascenty, você assegura a continuidade de negócios, fortalecendo as bases da sua infraestrutura de dados, rede e conectividade.

Como? Com o posicionamento estratégico e geográfico adequado, conta também com um amplo ecossistema de conectividade e parcerias de serviços que são complementares na elaboração de soluções que unem o melhor hardware, software e toda expertise técnica de um time de especialistas no assunto.

Que tal entender mais sobre o assunto e se aprofundar na importância da continuidade de negócios? Preparamos um conteúdo completo para você. Confira!

Entenda a importância de ter um plano de continuidade de negócios

O plano de continuidade de negócios é uma estratégia que dá às empresas a habilidade de manterem seus processos essenciais em operação antes, durante e depois de desastres.

Para isso, é necessário realizar uma implementação corporativa, que visa garantir a continuidade das funções críticas do negócio no evento de uma disrupção de qualquer magnitude e tipo.

Esse plano é importante pois estabelece a base para a estratégia de recuperação de uma empresa.

Em geral, os principais benefícios são:

  • Prepara os líderes e colaboradores para lidar com o inesperado;
  • Possibilita a definição de procedimentos de segurança que minimizem impactos, prejuízos e perdas;
  • Será possível continuar prestando seus serviços ou fabricando seus produtos mesmo na ocasião de um desastre;
  • É um investimento no próprio negócio, na sua resiliência como operação corporativa e na habilidade de se manter estável no mercado;
  • Seu negócio terá condições de preservar sua reputação ante o mercado, contribuindo para sua imagem, bem como mantendo o fluxo de caixa intacto.

Conheça as melhores soluções da Ascenty que podem ajudar na continuidade dos negócios da sua empresa

Mas afinal, até aqui, falamos bastante sobre a continuidade de negócios, mas ainda não lhe explicamos como a Ascenty pode ajudar a conquistá-la.

A primeira questão que precisamos esclarecer é que a Ascenty, líder em data center na América Latina, também oferece um portfólio completo de serviços complementares.

Muito além da continuidade, nosso foco é proporcionar a melhor infraestrutura para hospedar o ambiente dos clientes, garantindo um local adequado para a instalação das soluções de armazenamento e processamento de dados, junto com um amplo ecossistema de conectividade e o acesso aos principais provedores de nuvem do mercado.

E claro, sabemos que a continuidade de negócios é uma necessidade dos nossos clientes.

Por isso, desenvolvemos alguns serviços exclusivos para esse tema, de modo a reforçar as diretrizes de segurança e a resiliência da sua operação como um todo.

Que tal conferir os principais? 

Work Areas

Preocupado com constantes quedas de luz ou incomodado com a instabilidade de seus servidores? Então a solução Work Areas da Ascenty é ideal para você!

Como o nome dá a entender, Work Areas são escritórios localizados na própria infraestrutura de data center da Ascenty (em uma de nossas 28 unidades).

A vantagem da proximidade é que, desse modo, criamos um ambiente praticamente à prova de desastres, protegendo a continuidade de negócios.

Você pode utilizar as Work Areas em ocasiões pontuais ou mesmo diariamente, caso necessário.

Que tal conhecer mais sobre as Work Areas da Ascenty?

Disaster Recovery

Quando falamos do plano de continuidade de negócios, você com certeza vai também ouvir falar do Disaster Recovery.

Esse serviço representa uma salvaguarda para sua infraestrutura de TI em caso de desastres naturais.

Com o posicionamento dos Data Centers da Ascenty, você garante a estabilidade e continuidade operacional, mesmo que seus servidores sofram com algum desastre de origem natural, digital ou humana.

Assim, a Ascenty consegue garantir locais diferentes para você hospedar seus ambientes, além de garantir que existam meios de acessos físicos e lógicos ininterruptos, de modo a manter a integridade de sua operação de negócios.

Ficou interessado? Conheça tudo sobre o Disaster Recovery da Ascenty!

Smart Hands 

Na prática, o Smart Hands funciona como um suporte técnico — a diferença é que trata-se de uma equipe altamente especializada e completamente focada nas necessidades do seu negócio.

Ideal para empresas com operação de alto risco e que necessitam de uma gestão 100% dedicada ao seu data center colocation, por exemplo.

O Smart Hands disponibiliza uma equipe experiente que fornece apoio local, efetivo e 24 x 7.

Entenda tudo sobre a solução de Smart Hands da Ascenty!

A conquista do selo ISO 22301 pela Ascenty

A Ascenty pode garantir a continuidade dos seus negócios — essa não é uma mera afirmação. É o que o nosso certificado ISO 22301 assegura!

O selo de gestão de continuidade de negócios é mais um entre as mais de 100 certificações da Ascenty. Neste caso, o ISO 22301 configura um diferencial competitivo relevante no cenário nacional.

A ISO 22301 oferece um controle da estrutura para a gestão da continuidade de negócios que reduz a probabilidade de incidentes disruptivos em qualquer departamento da empresa, além de nos deixar preparados para agir pronta e apropriadamente caso haja alguma ocorrência, reduzindo drasticamente os danos potenciais”, explica Fábio Trimarco, diretor de Compliance e Qualidade da Ascenty.

Com o selo, a Ascenty solidifica-se como uma das referências em serviços de continuidade de negócios — além de contar com suas unidades de data center classificadas como Tier 3 (TR3), ou seja, com maior nível de disponibilidade do mercado!

Entre as conquistas da Ascenty, destacamos também outras certificações recebidas: ISO 14001, ISO 50001, ISO 37001, entre várias outras.

E claro, não podemos nos esquecer da questão da infraestrutura: além de 28 unidades de data centers espalhados em áreas-chave do Brasil, Chile e México, a Ascenty conta com uma rede de fibra óptica própria, com mais de 5.000 km de extensão.

Tudo isso possibilitou que a empresa ocupasse a posição de líder no segmento na América Latina, além da liderança do Quadrante de Serviços de Colocation no Brasil do ISG Provider Lens 2021™ , em um estudo independente conduzido pela Information Services Group (ISG).

Que tal fazer parte da revolução e estruturar sua operação de vez, tornando-a resiliente e 100% segurança?

Agende uma reunião com nosso time de especialistas agora mesmo!

Como criar um plano de recuperação de desastres?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Todo negócio sofre a ameaça de um ciberataque ou de que algum problema fora do seu controle impacte sua infraestrutura de TI. É por isso que é essencial entender como criar um plano de recuperação de desastres.

Afinal, investir em técnicas de replicação e backup de dados é uma ação com melhor custo-benefício do que ter que lidar com as consequências de um desastre em sua infraestrutura de TI.

Entre os principais riscos, podemos mencionar os ataques de ransomware que visam sequestrar as informações do seu negócio em busca de um resgate.

Além disso, há sempre a chance de um desastre natural atingir sua infraestrutura física.

Fato é que, na iminência de um problema como esses que mencionamos, um plano de recuperação de desastres pode ajudar sua empresa a se recuperar rapidamente.

Além disso, é uma solução que auxilia no planejamento estratégico a médio e longo prazo.

Neste conteúdo, vamos nos aprofundar no assunto para te explicar o que é, qual a importância e como criar seu próprio plano de recuperação de desastres. Confira!

O que é Plano de Recuperação de Desastres (DRP)?  

Um plano de recuperação de desastres em TI é a documentação de um processo estruturado que descreve como uma empresa pode retomar suas operações após um incidente não planejado na sua infraestrutura.

Essa é uma parte essencial no planejamento estratégico da empresa e de suas táticas de continuidade nos negócios.

Na prática, um plano de recuperação de desastres visa ajudar uma organização a recuperar a funcionalidade de seus sistemas, bem como minimizar (ou mitigar) a perda de dados — diante de um problema em sua infraestrutura.

Esse plano tem diferentes níveis, podendo ser acionado em diferentes cenários de desastres — seja de ameaças detectadas em estágio inicial ou mesmo em situações de catástrofe.

Dessa maneira, se o pior acontecer e você não conseguir operar sua empresa ou usar sua rede, um plano de recuperação de desastres eficaz permitirá que você continue atendendo às necessidades de seus clientes.

Sabe por que isso é importante? Trouxemos alguns dados para ilustrar a situação:

De acordo com um estudo da Datto, 1 em cada 5 pequenos negócios está infectado com ransomwares (um vírus que criptografa arquivos e exige um resgate para sua liberação).

Além disso, de acordo com o mesmo estudo, os custos relativos ao tempo de inatividade que ataques de ransomware causam aumentaram em 200% nos últimos anos.

O motivo é simples: esses acontecimentos (mas não apenas ciberataques, que fique claro) podem abalar — e às vezes corroer — toda a estrutura informacional e tecnológica de um negócio.

Manual prático de como criar um plano de recuperação de desastres

Mas afinal, como criar um plano de recuperação de desastres? Toda empresa com uma infraestrutura de TI consolidada e que utiliza dados em seu dia a dia — precisa contar com essa ferramenta.

Afinal, falamos de uma prática que pode tornar a segurança da sua organização mais resiliente. Confira o passo a passo:

1. Inventário de ativos

Como parte de uma avaliação de impacto mais ampla, o plano de recuperação de desastres deve se basear em uma auditoria completa da infraestrutura do negócio.

Falamos de uma relação de aplicativos, documentos, hardwares, entre outros dispositivos mais impactantes e sua importância para as operações de negócios.

E lembre-se: este deve ser um processo contínuo, pois esses itens podem mudar rapidamente.

2. Faça uma avaliação de riscos

Agora, procure entender quais as áreas de risco do seu negócio. Ou seja, àquelas mais propensas a sofrer com os riscos de um desastre.

Isso normalmente divide os desastres em tipos, como:

  • Desastres naturais;
  • Desastres por erros humanos;
  • Desastres relacionados à tecnologia.

Assim, cada tipo de desastre — na teoria — deve contar com suas próprias estratégias de mitigação.

3. Conscientização e capacitação interna

Defina uma equipe que será responsável por desenvolver e manter o plano de recuperação de desastres.

Identifique a equipe-chave envolvida na execução das tarefas e a conscientize sobre a importância e as maneiras de fazer seu trabalho.

Aliás, a capacitação interna deve ser parte de um esforço amplo que não apenas envolva a equipe relacionada com a recuperação de desastres, mas também todos os seus colaboradores.

Todos devem ser informados sobre o plano de recuperação, quem é responsável pela execução do plano em caso de desastre e o que deve ser feito em cada cenário extraordinário.

4. Plano de continuidade dos negócios (BCP)

O Plano de Continuidade de Negócios (Business Continuity Plan ou BCP) é uma abordagem ampla, corporativa e que se concentra em manter as funções de negócios ou retomá-las com eficiência no caso de um grande desastre.

Um grande desastre pode ser qualquer coisa: desde uma inundação, incêndio, ciberataque e mesmo uma pandemia.

O BCP, portanto, vai além da questão do setor de TI e abrange toda a empresa.

Esse plano deve descrever os procedimentos que sua organização seguirá diante dos eventuais desastres.

Ou seja, qual estratégia de comunicação de crise tomar, quais ativos priorizar na proteção, quais parceiros de negócio ou qual parte do supply chain otimizar, como seu RH deve agir, quais recursos humanos serão necessários e muito mais.

5. Alternativas de recuperação de desastres a curto, médio e longo prazo

Ao criar seu plano de recuperação de desastres, pense em estratégias variadas que abranjam o curto, médio e longo prazo.

Ou seja, diante de um ciberataque, qual a primeira ação a se tomar e quais as ações posteriores devem ser implementadas?

E se o desastre em questão for uma enchente em seu data center — que além de ocasionar estragos nos hardwares também pode impedir a chegada dos técnicos no local — quais ações devem ser tomadas primeiro?

E como reforçar o local para mitigar os efeitos de outras situações assim?

São detalhes que devem ser pensados e colocados em prática, o máximo que puderem.

6. Conte com equipes especializadas de TI

É claro, quando falamos de problemas na sua infraestrutura de dados e rede, não é qualquer profissional que entenderá como lidar com eles.

Por isso, é necessário contar com uma equipe especializada no assunto que poderá atender aos chamados urgentes, compreendendo logo de cara seu plano de recuperação de desastres e agindo conforme suas diretrizes para evitar prejuízos ao negócio.

7. Disaster Recovery 

O DRaaS é um serviço especializado que qualquer empresa pode contratar, com o objetivo de terceirizar o plano de recuperação de desastres.

O Disaster Recovery as a Service trata-se da contratação de todo know-how de uma organização especializada na recuperação de desastres, como a Ascenty, que é um parceiro estratégico para as empresas que necessitam hospedar seus ambientes de TI dentro de Data Centers de padrão mundial que cumpram os principais requisitos de latência, distancia e acesso facilitado .

Plano de recuperação de desastre com a Ascenty 

Sabia que você pode contar com a Ascenty para apoiar seu plano de recuperação de desastres?

É que a empresa, líder em data centers na América Latina e com mais de 21 unidades em operação e/ou construção, possui todo know-how, expertise e infraestrutura para garantir 100% de disponibilidade para sua empresa.

Como nós mesmos gostamos de afirmar: a Ascenty trabalha para que a sua empresa não pare.

O posicionamento estratégico e geográfico da Ascenty é referência, pois proporciona a continuidade dos negócios com total autonomia para sua empresa.

O nosso posicionamento e certificações envolvem um conjunto de políticas e procedimentos que permite que o cliente tenha a recuperação total da infraestrutura de tecnologia da sua empresa, independente do desastre e da situação.

Que tal iniciar um plano de recuperação de desastres eficiente, hoje mesmo, e com uma consultoria gratuita de nossos especialistas?

Entre em contato com a Ascenty e saiba como podemos prevenir e ajudar o seu negócio!

O que você precisa saber sobre o Data Center Virtual

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Na era da transformação digital, as empresas precisam ficar sintonizadas nas principais tendências de TI, de modo a modernizar sua operação. O data center virtual é uma dessas inovações capaz de potencializar seus processos e melhorar os resultados.

E você, já ouviu falar de data center virtual e sabe do que se trata essa tendência de TI?

O data center já se tornou uma realidade e um dos pilares infraestruturais de empresas que visam otimizar processos.

No entanto, há uma diferença entre o data center físico e o virtual. Neste conteúdo, vamos te explicar a diferença e contar também sobre as vantagens do data center virtual.

Que tal seguir a leitura para aprender mais?

O que é um Data Center Virtual?

O data center virtual é, basicamente, uma infraestrutura de TI totalmente virtualizada — ou seja, um IaaS. Ele oferece todas as possibilidades de um banco de dados tradicional, mas com recursos baseados na nuvem.

Desse modo, permite que a empresa possua maior liberdade de controle e personalização da sua infraestrutura — sem que, para isso, necessite adquirir, implantar, configurar e manter dispositivos físicos.

Assim, as empresas podem aproveitar de toda flexibilidade, escalabilidade e economia de custos que o cloud computing oferece.

No geral, com essa solução, uma empresa ganha:

  • Virtualização completa da infraestrutura de TI;
  • Vantagens interligadas aos servidores físicos, aprimorando a modernização, transformação e gerando valor ao ambiente virtual;
  • Parque tecnológico que integra setores e aprimora o manuseio das informações do negócio.

Quais são as vantagens do Data Center virtual?

Mas afinal, vale mesmo a pena investir em um data center virtual em detrimento de uma opção mais tradicional, como o data center físico?

A resposta é que sim, pois se trata de uma solução que dinamiza sua operação e a torna mais flexível para lidar com as demandas atuais que costumam ser muito voláteis.

Separamos alguns benefícios da tecnologia para exemplificar, confira:

  • Tecnologia avançada: O data center virtual leva o seu negócio para outro patamar da transformação digital.
  • Redução dos custos: Como o banco de dados é completamente virtual, sua empresa não precisa gastar na aquisição, instalação e manutenção de recursos e hardwares físicos.
  • Manutenção qualificada: Em um data center virtual, o provedor é responsável pela manutenção da infraestrutura. E como o provedor precisa seguir diretrizes e certificações, esse trabalho é muito mais qualificado.
  • Segurança: Com um data center virtual, toda a infraestrutura é hospedada na nuvem. Ou seja, sua empresa pode escolher soluções de segurança personalizadas para se proteger contra ameaças cibernéticas. No caso da infraestrutura em si, por ser mantida pelo provedor, ela provavelmente já segue padrões de segurança que possibilitam que apenas pessoas autorizadas acessem o ambiente de dados para realizar manutenções.
  • Conexão com redes 5G: Um dos grandes diferenciais de contar com um data center virtual é que sua empresa pode trabalhar com tecnologia avançada. Um caso emblemático é das redes 5G, que em pouco tempo se tornarão realidade no Brasil. Isso porque, a infraestrutura é atualizada pelo provedor!
  • Escalabilidade: Flexibilidade e escalabilidade são os principais pontos fortes de qualquer solução na nuvem e com o data center virtual não seria diferente. Ele maximiza a capacidade de dimensionamento de uma empresa para atender às crescentes demandas, possibilitando alocação em tempo real de largura de banda, capacidade de armazenamento e outros recursos de TI.

Data Center Virtual x Físico: quais as principais diferenças? 

Mas afinal, qual a diferença entre esses dois modelos? Bom, é fácil apontar: a primeira é 100% virtual, entregue como um serviço, já a segunda é on-premise, construída com recursos e hardwares físicos.

Como mencionamos anteriormente, o data center virtual é basicamente um IaaS (Infraestrutura como Serviço).

É um serviço que a sua empresa contrata e é baseada na nuvem — que pode ser tanto privada, pública ou híbrida.

Um dos grandes benefícios é o alto potencial de personalização, já que a empresa contrata o data center conforme suas necessidades de processamento, armazenamento e conectividade.

Já no caso de um data center físico, trata-se de uma solução que a empresa aloca dentro da organização (on-premise) ou opta pela terceirização (colocation).

Se a empresa monta seu próprio data center físico, cabe a ela escolher, adquirir, manter e atualizar os softwares, hardwares e demais equipamentos.

Vale dizer que, nesta opção, é dever da empresa manter um ambiente propício para seu data center com temperatura controlada, protocolos de segurança e Disaster Recovery.

Existe também a opção do colocation, em que sua empresa contrata um provedor para alugar o local e dependendo da necessidade, a infraestrutura em si.

Vale dizer que as duas opções são muito úteis — o que vai definir sua aplicação são as necessidades da empresa.

Existem negócios que necessitam de total controle sobre a sua infraestrutura, como instituições financeiras, e por isso normalmente optam pelo data center físico (ou uma mistura entre ambas as infraestruturas).

De fato, o data center físico pode ser mais custoso — o que facilita para que empresas de menor porte ou em momentos de crescimento da operação optem pela solução virtualizada.

Quem deve decidir é você, junto com os líderes do negócio e especialistas no assunto!

As tendências para 2022

E então, gostou de aprender mais sobre o data center virtual?

Não existe uma opção melhor que a outra, mas a mais adequada para um negócio.

Empresas que experimentam um momento de escala, com grande crescimento, podem se aproveitar muito de uma infraestrutura virtualizada.

E no seu negócio, qual tipo de data center mais se encaixa? Esperamos que o nosso conteúdo ajude você a decidir!

Agora, que tal conferir as 7 principais tendências em data center para 2022? Lançamos um blog post em que contamos tudo para você!

Por fim, siga de olho nas novidades do nosso blog e aprenda tudo sobre data centers e infraestrutura de TI com a Ascenty.

 

Como aumentar a produtividade no home office com o auxílio das soluções Ascenty

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Com a ascensão do trabalho remoto, várias empresas se viram obrigadas a adotar metodologias, ferramentas e até mesmo rotinas diferentes. Passado o tempo, os líderes já se acostumaram à nova realidade. Ainda assim, resta uma dúvida: como aumentar a produtividade no home office?

Após o mundo corporativo ser tomado pela necessidade de descentralizar suas operações e continuar produzindo — só que de casa — muita coisa mudou.

E apesar do começo lento, é fato que a maioria das empresas conseguiu se adaptar ao novo modelo.

Porém, mesmo que já tenham voltado ao escritório, o home office se tornou uma realidade muito boa para ser ignorada — o que ampliou a adoção do conceito de trabalho híbrido.

No entanto, manter a produtividade no home office ainda é um desafio nas organizações. Há obstáculos a se superar, como a microgestão, as questões infraestruturais e a conectividade que pode variar de casa para casa.

Dessa maneira, como conquistar o máximo de produtividade no home office? É o que vamos explicar neste conteúdo — mostrando também quais soluções da Ascenty são perfeitas para atender sua empresa e funcionários.

Siga a leitura para continuar aprendendo.

O Home Office é uma tendência que veio para ficar

Até alguns anos atrás, o home office era o modelo preferido de empresas totalmente inovadoras — normalmente, startups e agências, ambientes que respiram inovação. Porém, após a pandemia, o trabalho remoto se tornou obrigação.

No entanto, passados os piores tempos e agora, em que a volta ao normal parece há poucos passos de se concretizar, o home office continua de pé em boa parte das organizações e deverá continuar assim daqui pra frente

De acordo com dados divulgados pela Agência Brasil, o número de postos de trabalho com modelo remoto aumentou mais de 300%.

Além disso, conforme pesquisa da McKinsey com 287 executivos das principais empresas do mundo, a maioria afirmou que planeja reduzir seu escritório físico em até 30%, com isso gerando uma alta economia de recursos.

Em outro levantamento, desta vez divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, viu-se que a maioria dos trabalhadores em 29 países adotou o home office com mais facilidade do que se imaginava.

E para o futuro? De acordo com matéria da revista Valor Econômico, grandes empresas brasileiras já instauraram o trabalho remoto como padrão (junto com o escritório físico), como é o caso da XP e da OLX Brasil.

E nós aqui na Ascenty já começamos a sentir essa movimentação do home office nas empresas.

É por isso que trabalhamos em soluções ideais para suprir suas necessidades — mas esse é um assunto para logo mais. Continue a leitura!

Como a Tecnologia é uma poderosa aliada para garantir produtividade no home office de seus colaboradores

Afinal, como melhorar a produtividade no home office? A resposta é fácil: com tecnologia! Soluções tecnológicas como sistemas, aplicativos e recursos de conectividade podem transformar a rotina do seu negócio.

Mas como a tecnologia pode impactar tanto o dia a dia operacional e a gestão de pessoas e processos? Explicamos a seguir, veja só:

A tecnologia garante acesso a dados e ao armazenamento seguro de informações

Para se manter informado e cumprir as tarefas de trabalho com sucesso, os funcionários remotos precisam de acesso seguro aos dados e ferramentas da empresa.

Tudo isso pode ser alcançado com a ajuda da computação em nuvem.

Redes e recursos (SaaS, PaaS e IaaS) baseadas em nuvem proporcionam o armazenamento seguro e organizado de documentos e dados, ajudando os funcionários a acessar o conteúdo da empresa a qualquer momento e de qualquer dispositivo.

A tecnologia facilita a comunicação e a colaboração

Para os funcionários que trabalham remotamente, é importante ter recursos mais diversificados para falar com seus colegas.

Com a tecnologia é possível aproveitar de outros canais além do e-mail, agilizando as rotinas operacionais.

A tecnologia ajuda a gerenciar a produtividade

A gestão do tempo para os funcionários em home office é talvez um dos importantes desafios deste modelo de trabalho.

Sem as ferramentas adequadas, é fácil que líderes percam muito do seu precioso tempo realizando a microgestão.

Porém, existem ferramentas de controle de tempo que podem ajudá-los a monitorar a produtividade enquanto asseguram que os funcionários se mantenham responsáveis ​​e produtivos.

A tecnologia apoia a cultura organizacional

Devido à falta de comunicação informal, característica inerente à vida no escritório, os funcionários que trabalham em casa podem se sentir desengajados e estressados, o que afetará negativamente a sua produtividade.

Nessa situação, a tecnologia também pode ajudar a incentivar o convívio com os colegas para aumentar o engajamento dos funcionários e fazê-los se sentirem mais conectados.

Conheça as soluções da Ascenty ideais para elevar a produtividade no home office

A Ascenty é a líder em data centers em toda América Latina e, por conta de sua expertise e da enorme infraestrutura que possui tem as soluções certas para potencializar a produtividade no home office da sua empresa.

Você sabia que há anos desenvolvemos soluções e serviços indicados para empresas digitalmente transformadas?

É por isso que vários de nossos clientes encontraram em nosso portfólio de serviços, as soluções adequadas para que suas operações continuassem estáveis — mesmo naquelas organizações onde o trabalho remoto era uma novidade!

Se você busca mais produtividade no home office, confira as principais soluções e serviços da Ascenty:

  • Cloud Connect: e se a sua empresa pudesse entrar em contato com as nuvens dos principais provedores, data centers e operadoras de telecom do mercado? O tráfego é garantido por nossa rede de fibra óptica de alta velocidade e sua organização pode acessar as principais soluções do mercado, sem depender de integração.

Confira o guia sobre o Cloud Connect!

  • Ecossistema de Conectividade: um portfólio específico de serviços voltados para a conectividade, de modo a suprir toda e qualquer necessidade corporativa atual.

Confira nossa entrevista para entender  sobre!

  • Colocation e Soluções Complementares: a Ascenty proporciona uma infraestrutura de ponta, totalmente alinhada com certificações como a ISO 14001, para que sua empresa possa aproveitar os benefícios do serviço de colocation nos seus moldes — contando com soluções complementares para personalizar, ainda mais, o atendimento.

Confira mais sobre esse serviço!

Que tal dar um passo além na modernização da sua rotina de trabalho e aumentar a produtividade no home office?

Conte com as soluções Ascenty!

Se ficou interessado (a) em alguma delas ou quer aprender sobre o potencial delas para sua operação, entre em contato conosco!

Empresa remota: quais as ferramentas para se chegar lá?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Tornar-se uma empresa remota não foi uma questão de escolha, mas de sobrevivência para a maior parte das organizações em 2020, com o início da pandemia. Dois anos depois, no entanto, vários negócios ainda sofrem com o trabalho remoto. Afinal, como se tornar uma verdadeira empresa remota?

Se até 2020 o trabalho remoto era uma característica de empresas inerentemente tecnológicas e inovadoras, como startups, após a pandemia o cenário se tornou outro e as empresas tiveram que se adaptar.

A necessidade de distanciamento social para preservar a saúde dos funcionários, descentralizou os escritórios, obrigando que todos executassem suas funções direto de casa.

A grande surpresa veio nos resultados: foram constatados muito mais pontos positivos do que negativos.

É por isso que, hoje, conforme dados divulgados pela revista Exame, 74% das organizações brasileiras admitem que o home office será definitivo.

No entanto, ainda há muito a se aprender sobre esse novo modelo de trabalho. Afinal, como garantir os melhores resultados para a empresa, mesmo com uma dinâmica de trabalho remoto para a maioria dos funcionários?

É o que vamos explorar neste conteúdo, siga a leitura para aprender mais!

Empresa remota: as ferramentas ideais para o sucesso

Mas afinal, o que caracteriza uma empresa remota? Hoje, existem vários exemplos que podem se encaixar no conceito — que é mais flexível do que você imagina.

Uma empresa remota é uma organização que tem um modelo de trabalho descentralizado. Ou seja, suas operações diárias não são restritas a um escritório ou a sedes fixas, que reúnem todos os funcionários.

Isso quer dizer que uma empresa remota pode ser tanto aquela que aderiu a um modelo híbrido (que mescla as idas ao escritório com o home office), como aquela 100% remota.

Agora, fica a dúvida: o que é necessário para que uma empresa se torne remota?

Diferentemente do que se pensa, o home office é um desafio também infraestrutural — do ponto de vista de rede, conectividade, dados e outros desafios e não apenas a localização física das pessoas.

A organização precisa contar com diferentes ferramentas que permitam que os funcionários sejam produtivos no dia a dia e de onde quer que estejam.

E claro, que essa produtividade seja constante e, especialmente, assegurando a integridade dos dados da organização.

Ferramentas que contribuem para a qualidade de uma empresa remota:

Uma empresa remota depende de ferramentas e recursos tecnológicos que apoiem a descentralização das atividades.

É necessário não apenas fornecer a base para que um negócio opere em sua plena capacidade, mas que se mantenha integrado, seguro, disponível e unido.

Por isso, é preciso pensar nos mais diferentes aspectos da convivência e gestão de pessoas, além da gestão de processos.

Entre as principais ferramentas, podemos mencionar:

  • Cultura organizacional: sistemas de gestão de pessoas que eliminam a necessidade dos líderes se preocuparem com a microgestão são essenciais para fornecer dados sobre a cultura da empresa, a produtividade dos funcionários e o desempenho geral.
  • Segurança dos dados: investir em antivírus para os dispositivos remotos fornecidos aos funcionários, bem como camadas extras de proteção aos seus dados, por exemplo, é essencial para garantir a integridade de todas as informações do seu negócio.
  • Plataformas de comunicação: os líderes, funcionários e stakeholders precisam conversar, mesmo no home office. Plataformas que simplificam a comunicação são essenciais e podem contar com recursos que enriquecem a experiência.
  • Socialização em meio ao virtual: soluções de intranet permitem que os funcionários e líderes socializem para além das calls, criando e fortalecendo o senso de equipe.
  • Data Center: por fim, a tecnologia que torna o trabalho remoto possível e possibilita a utilização de todas as ferramentas citadas anteriormente.

Contar com um bom parceiro de data center é um dos pontos centrais de uma estratégia de home office bem-sucedida.

Por que? É o seu data center que determina a disponibilidade e o desempenho da nuvem de sua empresa, permitindo que os funcionários realizem suas atividades de maneira produtiva.

Empresa remota: conexão e potência

A empresa remota, em termos infraestruturais, precisa de algumas coisas para que possa trilhar um caminho de sucesso. Entre elas, o poder da conectividade e a possibilidade de integrar tantas pessoas, processos e entregas descentralizadas.

Contar com uma solução de rede e dados que possibilite que todos os envolvidos se conectem ao longo de sua cadeia de valor é, portanto, essencial.

Hoje, a globalização obriga que as organizações possam se integrar com diferentes players em qualquer lugar do mundo — especialmente se falamos de uma empresa remota.

Para isso, é essencial aderir a plataformas, sistemas e ferramentas que capacitem seu negócio, modernizando sua operação e potencializando a produtividade.

Conclusão

Tornar-se uma empresa remota, para muitas organizações ao longo dos últimos dois anos, foi praticamente uma obrigação para garantir a sobrevivência do negócio e a saúde dos colaboradores.

No entanto, conforme o tempo passou, as empresas viram que o modelo de trabalho remoto não apenas funcionou, como apresentou melhorias em vários aspectos do negócio e da gestão.

Especialmente no que diz respeito à produtividade, redução de custos (como o aluguel do espaço do escritório e suas despesas) e, também, em tarefas como a atração e seleção de talentos.

Afinal, contar com um modelo de trabalho flexível é um imã para a maior parte dos principais talentos hoje em dia.

E a sua empresa, já se encontra nesse patamar e opera perfeitamente como uma empresa remota?

Caso ainda encontre dificuldades, que tal contar com ajuda especializada?

 A Ascenty, líder em Data Centers e interconexões na América Latina, pode ajudar seu negócio a encontrar o caminho para o sucesso em uma realidade de transformação digital.

Entre em contato conosco!

O que é computação quântica?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Apesar de soar como ficção científica, a computação quântica é uma realidade hoje em dia — e, principalmente, uma tendência que pode mudar a rotina das pessoas e dos negócios.

Muito vinculado ao termo “física quântica”, a computação quântica não é o mesmo que a complicada disciplina dominada por grandes estudiosos como Albert Einstein.

Ainda assim, apesar de ser um tema importante para hoje e para o futuro, é complexo.

Por isso, para ajudar a entendê-lo, preparamos um artigo sobre o assunto. Aqui, vamos explicar o que é, como funciona e quais benefícios que a computação quântica traz para os negócios.

E então, vamos lá? É só seguir a leitura!

Computação quântica: o que é?

A computação quântica representa uma transformação no modo de processar informações — isso porque aplica regras da mecânica quântica à computação. Assim, pode realizar incontáveis cálculos simultaneamente, enquanto computadores tradicionais não conseguem.

O que isso significa é que a computação quântica é muito (mas muito) mais rápida do que a computação tradicional.

Embora a computação quântica seja realidade há décadas, ela era só uma teoria.

Foi em 2019 que a IBM construiu o primeiro computador quântico — o IBM Q System One.

Esse sistema possui 20 qubits (bits quânticos), combinando peças tradicionais com peças de computação quântica. Porém, ele é praticamente um protótipo ainda — não sendo aplicável para operações comerciais.

Como funciona a computação quântica

Entender como a computação quântica funciona pode ser um pouco complicado — afinal, é um conceito de tecnologia extremamente avançado.

Para simplificar, vamos partir da computação tradicional. Como ela funciona?

A computação que conhecemos hoje utiliza longas sequências de bits que codificam ou 0 ou 1 — ou seja, um processamento binário.

Computadores são completamente lógicos, funcionando de acordo com os caminhos oferecidos em um sistema binário (0 ou 1, sim ou não, abrir ou fechar, executar ou não executar etc.).

Já um computador quântico usa qubits, os bits quânticos.

Esses qubits codificam o 0 e o 1 em dois estados quânticos distinguíveis.

Mas a grande diferença é que a superposição e o emaranhamento podem ocorrer com partículas quânticas.

Isso significa que as partículas quânticas podem estar em vários estados ao mesmo tempo e que podem ser ligadas em perfeito uníssono, mesmo que estejam distantes umas das outras.

Sabemos que é um pouco difícil de entender, mas continue conosco:

Como resultado da superposição e do emaranhamento, os computadores quânticos podem processar um número incrível de cálculos ao mesmo tempo, enquanto os computadores tradicionais não podem processar cálculos simultaneamente.

O que isso significa essencialmente é que a computação quântica é muito mais rápida que a computação tradicional.

E você sabe, na computação, quanto mais rápido, melhor para usuários e empresas.

Além de mais rápida, a computação quântica também permite cálculos mais complexos.

Na prática, isso permite que esses dispositivos sejam utilizados no processamento de enormes quantidades de dados, oferecendo contornos mais realistas (e comerciais) ao uso do big data.

Mas é justamente esse potencial que torna a computação quântica um desafio interessante.

Você já viu os computadores antigos, da década de 1960 e 1970 — o quão enormes eram? O tamanho representava o pouco nível de otimização destes sistemas, pois pouco se sabia sobre eles e a tecnologia para fabricá-los (em tamanhos menores e com melhores recursos) ainda não era realidade.

É mais ou menos o passo que estamos hoje em relação à computação quântica: os computadores são muito grandes e os circuitos supercondutores precisam ser mantidos em temperaturas abaixo de zero para operar.

Como a computação quântica é capaz de trazer benefícios para a sua empresa

E afinal, se aplicado às operações comerciais, como a computação quântica pode ajudar empresas a superar os desafios de seu dia a dia?

Separamos algumas das aplicações para contextualizar melhor, veja só:

Cibersegurança

A criptografia é um elemento central da segurança das informações — no entanto, ela depende de cálculos matemáticos e algoritmos avançados.

Se alguma pessoa maliciosa consegue criar um programa que decifre a chave da criptografia, ela perde a razão de ser.

A computação quântica permite a criação de fórmulas matemáticas que, em tese, levariam milhares de anos para serem resolvidas.

Ou seja, desse modo, é possível criar sistemas criptográficos tão complexos que seria, praticamente, impossível quebrá-los.

Análise de Big Data

A análise de grandes conjuntos de dados exige enorme poder computacional — e muito embora as redes atuais sejam suficientes, tudo tendo a evoluir com a implementação do 5G.

Esse tipo de computação fornece novas maneiras de analisar dados e pode realizar certos cálculos quase instantaneamente.

Embora os computadores tradicionais continuem a desempenhar um papel valioso, as empresas precisarão aproveitar esses novos avanços para potencializar ao máximo seu processamento de dados.

Inteligência artificial

A computação quântica promete revolucionar a inteligência artificial.

Os avanços da IA ​​têm sido enormes há vários anos, mas prometem dar um salto com a computação quântica.

Afinal, a IA baseia-se em cálculos e algoritmos complexos, amparados por recursos como machine learning e IoT.

Com a computação quântica, será possível evoluir completamente as aplicações de inteligência artificial, conquistando novos espaços e criando soluções ainda melhores.

Otimização de processos logísticos e de fabricação

Algoritmos quânticos, entre outras coisas, podem lidar com problemas reais (e atuais) de otimização, como planejamento de processos de fabricação, carregamento de contêineres e roteirização de veículos de entrega.

A capacidade de um computador quântico de considerar todos os cenários prováveis ao calcular alguma variável cabe muito bem a empresas de todos os tipos.

E claro, do mesmo jeito, a tecnologia quântica também permite a otimização dos processos de produção, encontrando soluções criativas para melhorar as entregas do chão de fábrica.

E então, gostou de aprender mais sobre esse tema, como funciona e quais os benefícios para os negócios?

Para conhecer mais sobre as novidades tecnológicas que vão revolucionar a computação — e claro, sua empresa — continue de olho em nosso blog!

Aqui, postamos conteúdos completos sobre as principais tendências da tecnologia. Confira os outros posts!

8 motivos para se adotar a tecnologia na educação

Vale a pena investir em tecnologia na educação? A história nos mostra que sim. A inovação tem sido o motor principal por trás de grandes avanços no aprendizado, independentemente da idade ou objetivo.

Hoje, a transformação digital é um pilar central das estratégias empresariais, e a mesma se aplica às instituições de ensino, que já começam a aproveitar a tecnologia para enriquecer suas práticas educacionais.

Ao longo dos séculos, a tecnologia tem desempenhado um papel crucial na evolução da educação. E não é de agora que essa revolução acontece:

  • 1500: Pouco depois do descobrimento do Brasil, a invenção do lápis simplificou o aprendizado, a escrita e a popularização dos registros escritos.
  • 1890: Durante a consolidação da Revolução Industrial, lousas e giz foram incorporados às salas de aula, proporcionando uma forma prática e dinâmica de ensino.
  • 1950: Com a corrida tecnológica e os avanços do pós-guerra, dispositivos como projetores e mimeógrafos começaram a ser utilizados em ambientes educacionais.
  • 2000: A chegada dos computadores pessoais, da internet e da digitalização do conteúdo transformou radicalmente a interação entre alunos, professores e materiais didáticos.
  • 2010: A gamificação se tornou uma realidade nas salas de aula, trazendo mais engajamento e eficiência ao processo de ensino.
  • 2020: Com o advento do 5G, metaverso e tecnologias de hiperescala, estamos à beira de uma nova revolução que promete expandir ainda mais o alcance e a eficácia da educação globalmente.

Seja no ensino superior ou em outras formas de aprendizado, a tecnologia se tornou uma adição indispensável às salas de aula modernas.

Que tal entender mais sobre o assunto e por que é necessário adotar a tecnologia na sua instituição de ensino? É só seguir a leitura!

O que é o papel da tecnologia na educação?

O papel da tecnologia na educação vai além de “facilitar” o aprendizado. Ela maximiza a eficácia do aprendizado, alinhando-se aos princípios de Glasser para uma assimilação mais profunda e significativa.

Ao afastar-se do método tradicional de ensino, a tecnologia oferece oportunidades para personalizar a aprendizagem, permitindo que cada estudante progrida em seu próprio ritmo.

Segundo o TI Inside, o Brasil concentra quase 70% das edtechs da América Latina e atrai 80% dos investimentos no setor. Essas startups estão redesenhando o ensino com inovação e pedagogia integradas, atuando onde a educação tradicional não chega.

Além disso, ela permite a coleta e análise de dados educacionais em tempo real, ajudando a instituição a tomar decisões informadas sobre o desempenho dos alunos, alocação de recursos e melhorias curriculares.

Essa capacidade também posiciona a instituição como uma inovadora educacional, atraindo mais estudantes e potencialmente aumentando a retenção e a satisfação

Hoje, educar com tecnologia é criar pontes mais amplas — entre realidades, ritmos, acessos e histórias de vida.

É permitir que o aluno vá além da apostila. Que a sala de aula ultrapasse os muros. Que o aprendizado seja flexível, vivo e mais próximo de quem está ali, aprendendo.

Pirâmide de William Glasser: aprendizado ativo potencializado pela tecnologia

Quando pensamos em como a tecnologia pode transformar a educação, é importante considerarmos a Pirâmide de William Glasser, que demonstra como diferentes métodos de ensino impactam a retenção do conhecimento.

Segundo Glasser, apenas 10% do conteúdo é retido quando lido, enquanto 95% é assimilado quando ensinamos a outros. A tecnologia, ao fornecer plataformas interativas, simulações, e ferramentas colaborativas, amplifica esses métodos de aprendizado ativo, permitindo que os alunos não apenas absorvam informações, mas também as pratiquem e compartilhem em ambientes virtuais.

Tecnologia na educação: 8 motivos para adotar

Para uma instituição de ensino, adotar a tecnologia na educação não é apenas um passo em direção à modernização, mas uma transformação estratégica para qualquer instituição.

Embora o setor educacional tenha raízes em métodos tradicionais, a integração tecnológica abre portas para uma nova era de ensino e gestão, onde a inovação e a eficiência caminham juntas.  

Confira abaixo os principais motivos para sua empresa investir em tecnologia na educação:

1.    Segurança das informações pessoais

Instituições de ensino, especialmente profissionalizante ou superior, costumam lidar com várias informações pessoais e sensíveis de seus alunos.

Proteger esses dados é uma necessidade, hoje em dia, em vista dos possíveis ataques cibernéticos.

Para os criminosos online, os dados são o principal alvo, pois podem revelar muito sobre as pessoas.

É por isso que as instituições devem investir em sistemas de gestão e bancos de dados capazes de assegurar a integridade das informações.

Essa é uma obrigação das empresas do ramo, especialmente diante de leis como a LGPD e a Secretaria Digital, uma obrigação das instituições de ensino de acordo com a Portaria 315 do MEC.

2.    Engajamento dentro e fora da sala

Um dos grandes desafios da educação atual é conquistar a atenção dos alunos. Há tantos estímulos externos que fica difícil ser eficaz no modelo tradicional de ensino, onde o aluno é um mero espectador.

Com a tecnologia na educação, é possível tornar o processo de aprendizagem mais engajador — seja dentro ou fora da sala.

A gamificação é um exemplo: ela permite que as instituições se aproveitem de recursos como a Realidade Virtual e storytelling para criar ambientes de aprendizagem lúdicos e envolventes.

E apesar de parecer, essa não é uma inovação que só cabe ao ensino básico, mas a todas as camadas de aprendizagem tanto para crianças quanto adultos.

3.    Redução de custo e melhor benefício

Imagine poder reduzir os custos do seu negócio ao investir em tecnologia na educação. Soluções modernas permitem que os líderes avaliem suas operações com base em resultados concretos — dados sobre o dia a dia.

O mesmo vale para a área educacional. Com o auxílio de Data Centers, por exemplo, é possível digitalizar todos os materiais, documentos e setores administrativos.

Assim, além de tornar a instituição mais eficiente e integrada, você reduz custos de impressão e armazenamento de documentos, ao mesmo tempo em que aumenta a segurança para os documentos sensíveis.

4.    Digitalização dos arquivos e sustentabilidade

Outro ponto relacionado à digitalização de arquivos e de todo acervo acadêmico de uma IES é sua possibilidade de se tornar mais sustentável.

Afinal, falamos da redução do uso de papel — uma prática mais do que comum em IES de todo país.

Na verdade, além disso, é uma obrigação para instituições de ensino superior públicas e privadas.

De acordo com a Portaria 325 do MEC, é necessário virtualizar todo acervo acadêmico, de modo que a instituição possa digitalizar sua gestão.

5.    Avanço no conhecimento e aprendizado

Com a tecnologia na educação, os alunos podem estudar da maneira que melhor se adequar às suas necessidades.

Desse modo, é possível que cada plano de ensino seja personalizado para melhorar o desempenho de acordo com as aptidões e dificuldades de cada pessoa.

É uma realidade que ainda precisa ser trabalhada, mas perfeitamente possível — especialmente para instituições com cursos EAD, por exemplo.

6.    Produtividade e agilidade nos processos

Digitalizar e implementar sistemas de gestão acadêmica possibilita que a instituição de ensino aja mais como um negócio — ao menos, é claro, na parte administrativa da sua operação.

Isto é, com uso de data center capacitados e sistemas integrados, você automatiza várias tarefas, bem como otimiza o atendimento ao aluno.

Quer um exemplo?

Com a tecnologia na educação, não há necessidade do aluno requisitar pessoalmente sua matrícula na secretaria.

Basta acessar o portal e, com poucos cliques, ter o comprovante em seu dispositivo móvel e pronto para ser utilizado!

7.    Feedbacks e interações imediatas

Quando a resposta chega na hora, tudo muda. A gestão do negócio e os próprios educadores podem compreender em detalhes o progresso de cada aluno nos temas estudados.

Isso permite personalizar ainda mais a jornada de aprendizagem de cada um. O acesso a feedbacks baseados em dados e atualizados em tempo real é um dos avanços que quebra as barreiras clássicas de comunicação entre alunos e professores.

8.    Preparação para um mercado de trabalho digital

Com o avanço constante da tecnologia, habilidades digitais são cada vez mais valorizadas em praticamente todos os setores.

O mercado já não aceita quem não sabe operar ferramentas digitais. Mais do que isso, exige pensamento crítico, autonomia, colaboração e fluência tecnológica.

Quais os desafios do uso da tecnologia na educação?

Os principais desafios do uso da tecnologia na educação incluem o acesso desigual às ferramentas digitais, a falta de infraestrutura nas instituições, a necessidade de formação contínua dos educadores e a adaptação das metodologias de ensino ao ambiente digital.

Mas essa é só a superfície.

Sim, a tecnologia amplia horizontes. Mas também escancara desigualdades. Não basta entregar um tablet se a conexão cai o tempo todo. Não adianta falar em inovação se o professor não sabe por onde começar.

Faltam caminhos mais acessíveis, treinamentos que façam sentido para quem está na ponta e coragem institucional para mudar o que já não funciona mais.

Superar essas barreiras exige mais do que recursos — exige visão, intencionalidade e investimento com propósito. Porque tecnologia, por si só, não transforma. Mas com estratégia e gente preparada, ela abre portas que antes pareciam trancadas.

Quais tecnologias educacionais podem ser aplicadas?

As tecnologias educacionais mais aplicadas hoje incluem plataformas de ensino online, softwares de gestão acadêmica, ambientes virtuais de aprendizagem, recursos de realidade aumentada e virtual, sistemas de avaliação automatizada, inteligência artificial, lousas digitais e aplicativos de comunicação com alunos e responsáveis.

Mas a escolha não é sobre “ter tecnologia”. É sobre fazer dela uma aliada do que realmente importa: o aprendizado.

A inovação acontece nos detalhes. Nos bastidores e na sala de aula.

Ela está no sistema que registra o progresso do aluno em tempo real. No app que avisa os pais sobre a entrega de uma atividade. Na plataforma que conecta o aluno a um conteúdo que faz sentido para o que ele vive.

De ferramentas simples a experiências imersivas, a lista de possibilidades cresce a cada dia — e só quem tem infraestrutura preparada consegue acompanhar essa velocidade sem tropeçar.

Tecnologia: o alicerce da educação do futuro

A adoção da tecnologia na educação vai além de uma simples modernização, isso posiciona as instituições à frente de um mercado cada vez mais dinâmico.

Como vimos, os benefícios são vários, desde a segurança dos dados e gestão até a personalização do aprendizado. Instituições que abraçam essa revolução também fortalecem suas operações, garantindo maior sustentabilidade e relevância no cenário educacional atual.

No entanto, a evolução tecnológica não para por aqui. Novidades continuam a surgir, moldando o futuro de muitos outros setores.

Como líder em Data Centers e Conectividade da América Latina, a Ascenty está à frente dessas mudanças, fornecendo a infraestrutura necessária para que instituições possam acompanhar essa transformação digital de maneira segura e eficiente.

Por fim, se quer saber quais são as próximas grandes inovações que podem impactar ainda mais a educação e outros setores, confira as 25 tecnologias emergentes mais promissoras, acesse aqui o artigo completo e fique por dentro das tendências!

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Entenda como o Data Center é importante para a digitalização nas empresas

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Muito mais do que uma tendência, a digitalização nas empresas é uma necessidade. Hoje, organizações que miram o sucesso no futuro devem pensar na forma de transformar seus processos e digitalizar ao máximo sua atuação.

Mas, você sabia que o data center tem um papel central nessa revolução —  e que ele pode ser determinante para que as organizações se digitalizem?

Isso porque o data center corresponde à infraestrutura de dados de um negócio — que pode ser tanto on-premise quanto colocation.

É o data center que proporciona as bases para que uma empresa estabeleça processos e mecanismos de segurança de dados, por exemplo.

Isso é essencial para que sua empresa possa continuar se aproveitando do potencial dos dados, enquanto obedece às diretrizes de leis — como a LGPD.

Que tal aprender mais? Ao longo deste conteúdo, vamos te explicar o conceito de digitalização nas empresas, como esse movimento se relaciona com data centers e muito mais. Continue a leitura!

Digitalização nas empresas: o impacto e suas oportunidades

Pode até não parecer, mas há lugar para a digitalização em todas as empresas. O que prova isso são os dados do setor. De acordo com a pesquisa da PTC de 2019, cerca de 70% das empresas já possuíam uma estratégia de transformação digital. 

Além disso, de acordo com a consultoria Gartner, 91% das empresas estão engajadas em alguma forma de iniciativa digital e 87% dos líderes dizem que a digitalização é uma prioridade.

Mas afinal, na prática, o que a digitalização nas empresas significa? Basicamente, encontrar na tecnologia digital as ferramentas para otimizar e modernizar suas entregas.

Dessa maneira, trata de um novo olhar sobre seus processos, que agora voltam-se para a experiência do cliente — que, por si só, está cada vez mais imerso no mundo digital.

É por isso que a digitalização nas empresas é um conceito com tantas perspectivas: ela impacta tanto na maneira como um negócio é gerenciado, como também na forma de lidar com os clientes.

Entre seus principais benefícios, podemos mencionar:

  • Possibilidade de criar novos modelos de negócio;
  • Gestão otimizada e automatizada de vários processos;
  • Mais facilidade para atingir, engajar e fidelizar clientes;
  • Adoção de novos modelos de trabalho, como o work from home ou anywhere office.

Um dos eventos que acelerou a adoção de tecnologias digitais foi a pandemia. De acordo com dados publicados pela Exame, durante o primeiro ano da pandemia, 60% das empresas aceleraram a sua digitalização.

Afinal, quanto mais isoladas as pessoas ficavam, maior era o esforço das empresas em atingi-las.

É por isso que houve tanto crescimento em alguns nichos digitais, como o e-commerce e o delivery, por exemplo.

Além disso, essa necessidade de digitalização criou a demanda por maior capacidade nas empresas: era necessário aprimorar sua conectividade, bem como sua capacidade de armazenar e processar dados.

Vale lembrar que tudo isso está inserido em uma cultura de trabalho remoto e home office — algo novo para muitas organizações, o que também as incentivou a investir em soluções.

O que é um Data Center?

Mas afinal, o que é data center e qual o seu papel na digitalização nas empresas? Bom, vamos partir do princípio: data center é uma edificação que conta com uma infraestrutura que funciona como uma (ou mais) rede de computadores. 

Na prática, é uma instalação que abriga diferentes equipamentos (como servidores, storages, equipamentos de redes etc.), que vão compor a infraestrutura de dados de uma empresa.

É no data center que as informações corporativas são armazenadas e processadas.

Como mencionamos anteriormente, o data center pode ser on-premise (mantido 100% pela empresa) ou colocation (terceirizado com uma provedora especializada).

É por isso que o data center tem enorme papel na transformação digital, pois é o que serve de base para uma tecnologia extremamente popular: a nuvem ou cloud computing!

Digitalização nas empresas: Data Center e sustentabilidade

Outro tema essencial — e urgente — atualmente é a sustentabilidade. Quando falamos da digitalização nas empresas, é difícil não pensar em como esse movimento pode impactar não apenas a produtividade, mas também as formas que uma organização pode contribuir para o meio ambiente.

Ao escolher opções modernas de data center, como o serviço de colocation de um provedor especializado e com certificados como o ISO 14001, sua empresa dá um passo além na direção da sustentabilidade.

Esse é um dos benefícios da modernidade e de movimentos que chegam na esteira da transformação digital, como a TI Verde.

Através dela, é possível que empresas de tecnologia criem processos mais sustentáveis, como a reutilização de energia e o investimento em painéis solares para aumentar a eficiência de abastecimento elétrico e operacional.

Já no caso da sua empresa, ao contar com um data center de qualidade, trata-se de uma tecnologia que permite, por exemplo, digitalizar com total segurança arquivos e documentos.

No fim das contas, é uma maneira de reduzir custos e potencializar sua produtividade, não importando o setor do seu negócio.

Conclusão

E aí, gostou de aprender mais sobre a digitalização nas empresas e como o data center pode ser um potencializador para o seu negócio?

Hoje, para que um negócio se posicione como referência e saía na frente dos seus concorrentes, é essencial não apenas entregar um produto ou serviço de qualidade, mas contar com meios de otimizar sua gestão.

É preciso ser rápido para atender à volátil demanda dos consumidores, respondendo de maneira ágil e eficiente a qualquer um de seus problemas.

Além disso, é essencial contar com recursos que permitam a sua empresa estar em todos os canais, proporcionando maior conveniência no atendimento.

A fórmula para isso você aprendeu: um bom data center possibilita a digitalização dos seus processos!

Que tal maximizar seus conhecimentos no assunto? Preparamos um e-book completo sobre gestão de data center, com tudo o que você precisa saber. Baixe agora!

E para seguir de olho em nosso blog, que tal entender como a pandemia acelerou os processos de transformação digital? Vale a leitura!

Como a tecnologia contribui para a criação de uma empresa disruptiva

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Se você já assistiu alguma série na Netflix, utilizou um tênis da Nike ou acessou uma rede social, já aproveitou de soluções de uma empresa disruptiva. Promover a disrupção é uma forma de negócio inovador para sair na frente da concorrência.

Na prática, uma empresa disruptiva tem um potencial enorme não apenas para crescer, mas para transformar a vida de seus clientes e, também, revolucionar seu próprio mercado.

Por vezes, uma empresa disruptiva pode ser a responsável por um mercado acabar — e por outro lado, criar mercados totalmente novos.

Mas como um negócio — a sua organização — pode se tornar disruptiva? É parte de um processo ou não? E quais os principais exemplos de disrupção hoje?

Neste conteúdo, explicamos esses pontos em detalhes. Não perca, siga a leitura para aprender mais!

Entenda o que significa ser uma empresa disruptiva

Uma empresa disruptiva é toda organização que, com o uso da inovação, muda radicalmente a forma que um mercado (ou vários deles) opera.

A “disrupção”, como termo, foi cunhado pelo consultor corporativo Clayton Christensen em artigo da Escola de Negócios da Harvard.

Quando se trata de estratégia de negócios, a “disrupção” refere-se a um processo no qual uma empresa adentra um mercado com um modelo de negócio (seja um produto, serviço ou mesmo processo) não convencional.

No início, muitas vezes, essa aparente novidade pode parecer algo de baixo desempenho, mas na verdade, ao longo do tempo, desafia e eventualmente substitui as soluções ou métodos convencionais.

São empresas que exploram cantos negligenciados de um mercado, oferecendo soluções diferentes (seja no design, funcionalidades, simplicidade, otimização, entre outros) e que sejam mais acessíveis, convenientes e com novas abordagens.

Conheça os principais exemplos de empresas disruptivas

Provavelmente, ao entender o que é uma empresa disruptiva e o que ela faz, vários exemplos vieram à sua cabeça, certo?

Um grande expoente da inovação disruptiva foi a Apple — ao longo de toda sua história, não apenas com dispositivos como o iPhone.

Foi a Apple que aperfeiçoou o conceito e o produto que hoje é conhecido como PC (Personal Computer), revolucionou o mundo da música com o lançamento do iPod e movimentou o mercado de smartphones introduzindo o iPhone em 2007.

Que tal conferir outros exemplos? Temos certeza que vai gostar, veja só:

Netflix

A Netflix e todos os outros serviços de streaming estão em processo de disrupção contínua na indústria do entretenimento. Eles influenciaram a extinção das videolocadoras e, atualmente, estremece o mercado de TV por assinatura

Opções como a Netflix ou o Prime Vídeo, por exemplo, são consideradas alternativas de baixo custo às assinaturas de TV convencionais oferecendo conteúdo exclusivo, inovações, indicação de filmes e séries baseados em algoritmos e muito mais.

Os Streamings foram responsáveis por fazer todo um mercado de consumidores repensar a forma como consumem entretenimento.

Airbnb

O Airbnb foi uma revolução no mercado de hotéis, oferecendo uma plataforma moderna para que qualquer pessoa no mundo disponibilize sua casa ou quarto para alugar.

Atualmente, o Airbnb é conhecido como a “maior rede hoteleira do mundo” sem sequer possuir um imóvel como propriedade.

Foi algo que também permitiu que pessoas comuns utilizassem os espaços inutilizados de sua casa como fonte de renda extra.

Quando entrou na bolsa americana, no fim de 2020, a Airbnb fez sua popularidade alcançar o  valor de mercado de US$ 100 bilhões.

Nubank

Outro exemplo de empresa disruptiva, mas dessa vez brasileira, o Nubank revolucionou a forma que bancos digitais são encarados pela população.

Com uma proposta de simplificar o trato da pessoa física com o seu dinheiro, eliminando burocracias e taxas comuns aos bancos mais tradicionais, o Nubank ganhou a confiança de milhões de brasileiros.

Recentemente, a Nubank estreou na bolsa americana, conquistando um valuation de US$ 54 bilhões.

Entre os bancos da América Latina, a época, era o mais valioso — e no ranking de empresas brasileiras, ficou atrás apenas da Vale e Petrobrás.

Skype

O Skype e as plataformas de conversação via vídeo, como o Google Meet e o Zoom, são exemplos de empresas disruptivas.

Embora esses tipos de plataformas já existam há anos, sua criação foi produto de ideias inovadoras.

Basicamente, o Skype e outros introduziram uma nova maneira das pessoas se comunicarem — de qualquer lugar do mundo!

Com essas plataformas, qualquer um pode conversar por áudio e vídeo, bastando apenas uma conexão à Internet e um dispositivo adequado.

Isso não apenas revolucionou a comunicação pessoal, como também criou uma opção para que pessoas em viagens se comunicassem com seus familiares — e claro, sem falar no mercado corporativo.

No auge da pandemia, por exemplo, as reuniões virtuais e a necessidade das equipes se manterem conectadas fez a contagem de usuários diária do Skype pular para 40 milhões.

Para muitos, essas inovações disruptivas substituíram quase inteiramente as principais formas de comunicação.

Conheça as principais tecnologias que contribuem para uma empresa ser disruptiva 

Já deu para perceber que uma empresa disruptiva, hoje, tem uma característica em comum. Sabe nos dizer qual é? A gente facilita: o uso da tecnologia!

Essas organizações entenderam que para se destacar das grandes e tradicionais corporações, precisam criar soluções realmente diferenciadas — e a tecnologia é a base para tal.

Que tal conferir as principais delas?

Machine Learning

O machine learning, ou aprendizado de máquina, é um dos recursos essenciais para que as empresas possam criar soluções disruptivas.

Na prática, o machine learning trata-se dos métodos utilizados para analisar dados e, a partir desse insight tirar conclusões que sejam viáveis ao negócio.

Um exemplo da sua aplicação é um aplicativo de chatbot que aprende com as perguntas dos clientes para entregar melhores respostas.

Cloud Computing

A computação em nuvem consiste na forma de contratar recursos computacionais, armazenamento, gerenciamento e processamento de dados de servidores remotos e ou aplicações como serviço, é a base para a disrupção hoje em dia.

Mas só para citar um exemplo: sem a nuvem seria difícil existir plataformas de streamings ou repositórios de armazenamento online.

Afinal, é preciso hospedar os arquivos de conteúdo em um único servidor — acessado por todos os clientes da plataforma!

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é o uso de tecnologias voltadas para simular capacidades humanas, como a inteligência para analisar dados, entender contextos e tomar decisões.

São incontáveis, os exemplos de soluções disruptivas que utilizam a IA: sistemas de gestão o fazem com intuito de automatizar tarefas, por exemplo.

IOT

A Internet das Coisas trata-se de dispositivos conectados em rede e a Internet que geram dados e podem servir para vários objetivos.

Um exemplo da sua aplicação é na consolidação da tecnologia 5G, possibilitando que a alta capacidade de conexão seja atingida — sem precisar instalar grandes antenas em muitos locais.

Blockchain

O blockchain é uma tecnologia teoricamente simples: funciona como um livro-caixa, onde transações são registradas e ficam seguras por camadas de criptografia.

Seu uso mais proeminente é no estabelecimento de mercados de criptomoedas e ativos digitais que tem o potencial de revolucionar o mercado monetário.

Quais as vantagens de implementar essas tecnologias e se tornar uma empresa disruptiva?

Dessa maneira, como o seu negócio pode ser disruptivo e inovador de modo a impactar consumidores e, quem sabe, todo o seu mercado?

Para isso, uma empresa precisa:

  • Um modelo de negócio inovador;
  • A criação de um networking valioso (clientes engajados, fornecedores competentes e supply chain eficiente);
  • Tecnologia que capacite a sua operação, de modo que permita a criação de soluções ou processos disruptivos e que agreguem valor ao cliente final.

Mas lembre-se, ser disruptivo é um movimento arriscado. Por isso, deve ser muito bem planejado.

E a sua empresa, já está preparada para se tornar disruptiva?

Esperamos que esse conteúdo ajude seu negócio.

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Ascenty integra oferta de infraestrutura de Data Center da add it

Para suportar crescimento, empresa provedora de soluções na nuvem firma parceria com maior infraestrutura de data centers da América Latina

A Ascenty, empresa líder em colocation na América Latina, com 28 data centers no Brasil, Chile e México – sendo 19 em operação e 09 em construção – anuncia parceria com a add it Cloud Solutions, especialista de nuvem para ambientes de missão crítica.  

A parceria nasceu da necessidade da add it de duplicar seu tamanho e aumentar a disponibilidade de nuvem. E foi o data center São Paulo 3 da Ascenty que atendeu todos os pré-requisitos da empresa. A infraestrutura segue criteriosamente os padrões de disponibilidade estabelecidos pela norma TIA 942 e são chancelados pela TUV com a certificação TR3, que asseguram o atendimento dos níveis de serviços com a maior disponibilidade do mercado. Além disso, o posicionamento comercial coeso e justo garante que os clientes finais não sejam impactados na contratação dos serviços.

“Atualmente, consideramos a Ascenty parte indispensável à continuidade e expansão dos nossos objetivos de crescimento de dois dígitos anualmente, por prover a infraestrutura necessária e se adiantar às necessidades de nossos clientes, tanto técnicas quanto financeiras, de forma rápida e eficiente”, conta, Eduardo Chiste CEO & Co-Founder da add it.

O projeto consumiu mais de 4.300 horas dedicadas para a ativação da nova infraestrutura de nuvem. “Nossos clientes, agora, podem contar com uma nuvem privada com ainda mais disponibilidade, elasticidade, flexibilidade e alto desempenho”, assegura Eduardo.

Para Vinícius Minetto, Diretor Executivo de Vendas da Ascenty, o portfólio de serviços complementares estabelece uma relação de solidariedade entre as empresas, em prol de crescimento e desenvolvimento mútuo. “Oferecemos um ecossistema digital de excelência global através da PlatformDigital – Digital Realty, que funciona como uma engrenagem para alavancar os negócios de parceiros, como a add it. Além disso, compartilhamos dos mesmos valores, em especial em relação à eficiência, flexibilidade nos serviços e disponibilidade total aos nossos clientes, o que irá amplificar o reconhecimento e a reputação de ambas as marcas”, destaca Minetto.

Sobre a Ascenty

A Ascenty, uma empresa Digital Realty e Brookfield, é a maior provedora de serviços de data centers e conectividade da América Latina, atualmente com 28 data centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile e México, interconectados por 5.000 km de rede de fibra óptica proprietária. A companhia foi fundada em 2010 e atua na construção e operação de data centers de classe mundial, atendendo os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo, e também clientes dos segmentos financeiro, varejo, indústria, saúde e integradoras de serviços. Para apoiar sua expansão, a Ascenty conta com os seus acionistas – a Brookfield Infrastructure Partners, uma empresa canadense de gestão de ativos, e a Digital Realty, maior empresa de data centers do mundo, com 290 unidades localizadas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália. Para saber mais sobre a Ascenty, acesse: http://www.ascenty.com

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