Os 12 tipos de ataques cibernéticos mais perigosos para sua empresa

Os ataques cibernéticos são uma preocupação constante das empresas. Afinal, os impactos são devastadores e não se resumem a perdas financeiras.

Ser vítima de uma ação criminosa virtual pode expor seus dados e de seus clientes, abalar sua reputação e até interromper sua operação. Por isso, investir em segurança de dados é questão de sobrevivência na era digital.

Essa não é uma batalha simples de vencer, mas sua primeira missão é conhecer e entender os métodos do inimigo. A seguir, reunimos os 10 ataques mais perigosos da atualidade. Acompanhe!

O que são ataques cibernéticos?

Ataques cibernéticos são tentativas de cibercriminosos e hackers de obter acesso indevido a uma rede ou sistema de computadores para modificar, roubar, destruir ou expor dados.

Este tipo de incidente virtual pode atingir todo tipo de vítima, de pessoas físicas a empresas e organizações governamentais. Os efeitos são preocupantes, principalmente porque estamos falando de informações confidenciais e valiosas, como propriedade intelectual e dados pessoais e bancários.

Quais os ataques cibernéticos mais famosos da história?

Antes de falarmos dos tipos de ataques cibernéticos, o que acha de fazer uma viagem ao passado e conhecer os incidentes mais famosos da história?

Conhecê-los pode te ajudar a entender o potencial dessas ações criminosas, além de ajudá-lo a se preparar e identificar atitudes suspeitas. Separamos uma lista para você conferir:

Yahoo! | 2013 e 2014

As violações sofridas pelo Yahoo! Ficaram na história. Nos anos de 2013 e 2014, a empresa foi hackeada duas vezes, afetando cerca de 3 bilhões de contas de usuários.

O caso só veio a público anos depois, em 2016, após a venda da empresa para a Verizon. Mas sabemos que várias listas de dados foram vendidas na dark web, com informações pessoais precisas e até perguntas e respostas de segurança.

Sony | 2011 e 2014

Após um ataque de DDoS, cerca de 77 milhões de usuários da Playstation Network (um serviço online da Sony) tiveram seus dados expostos. Além de danos financeiros, a empresa teve problemas operacionais e ficou quase 1 mês indisponível.

Em 2014, a empresa também foi alvo do ataque cibernético de um grupo chamado “Guardians of Peace” (Guardiões da Paz, traduzindo). Na época, foram roubados cerca de 100 terabytes de dados confidenciais da divisão de filmes, a Sony Pictures.

Ebay | 2014

Em 2014, um dos principais marketplaces do mundo, o eBay, sofreu um ataque cibernético que comprometeu os dados de mais de 140 milhões de usuários, incluindo endereços de e-mail e senhas.

Quais os 12 tipos de ataques cibernéticos mais perigosos da atualidade?

Estudos apontam que o Brasil é o país mais vulnerável a ataques cibernéticos da América Latina. O dado alarmante demonstra o tamanho do desafio das empresas brasileiras no que se refere à segurança de dados.

Alguns setores são ainda mais prejudicados, como o financeiro. Nesse caso, um incidente pode ameaçar a estabilidade financeira e econômica do negócio, além de afetar a confiança do consumidor na marca e gerar multas da LGPD.

Mas quais são as ameaças cibernéticas mais perigosas da atualidade? Confira o top 10 dessa lista perigosa!

1. Malwares

Malwares, ou softwares maliciosos, é um programa ou código criado para comprometer a confidencialidade, integridade e disponibilidade de dados. Assim, podem causar danos a um computador, rede ou servidor.

Um exemplo clássico de malware é o vírus Trojan. Ele pode ser baixado de várias formas, como em sites duvidosos, links maliciosos, e-mails de spam e conexão com dispositivos infectados.

Vale dizer que o termo malware é amplo e engloba vários tipos de ameaças, como:

  • Ransonware
  • Spyware;
  • Worms;
  • Keyloggers.

Outra ameaça do tipo são os spywares que, como o nome indica, têm o objetivo de violar a privacidade de pessoas e empresas.

2. Ransomware

O ransomware é um arquivo malicioso (um tipo de malware específico) que sequestra dados do seu computador e os criptografa. Para liberá-los, os criminosos pedem um valor de resgate, normalmente via pagamento online não-rastreável, como por criptomoeda.

Ao contrário de outros malwares, essa chave de criptografia permanece no servidor do criminoso, e só ele poderá acessá-la e liberar as informações.

3. Ataque de Negação de Serviço

O ataque de negação de serviços (em inglês DoS – Denial of Service) é um tipo de ataque cibernético que inunda um computador ou rede online, impedindo que ele responda às solicitações e gera o downtime.

O que acontece é que o tempo de resposta do site ou aplicativo diminui muito ou fica totalmente indisponível. Assim, é impossível acessar e realizar até mesmo tarefas simples. No caso de e-commerce, por exemplo, o ataque deixa o site lento ou indisponível, impedindo novas compras.

É importante dizer que o ataque de negação de serviço nem sempre é o maior problema. Na verdade, em vários casos, os hackers utilizam da técnica para distrair ou abrir uma brecha para executar outras fraudes.

Quando o ataque é originado de diversas fontes ou endereçado a diversos destinos de um mesmo cliente, este é chamado Ataque Distribuído de Negação de Serviço, ou em Inglês Distributed Denial of Service – DDoS.

4. Phishing

Phishing é um tipo de ataque de engenharia social, que visa obter informações confidenciais de uma pessoa ou empresa.

Em geral, o criminoso finge ser uma pessoa ou empresa confiável e envia um e-mail ou mensagem solicitando dados pessoais. Normalmente há o envio de um link que direciona para um ambiente falso, induzindo o usuário ao erro.

Essa é uma das ameaças que mais crescem no Brasil e o mundo. Os criminosos estão se especializando cada vez mais, direcionando suas ações para altos executivos e gestores com acessos privilegiados.

O phishing, além de roubar informações pessoais ou financeiras, muitas vezes também instala de forma discreta softwares maliciosos (malware) que depois permite ao criminoso, o sequestro de informações (ransonware).

5. Cavalo de Tróia

O Cavalo de Tróia é um vírus de computador, também classificado como um malware. O grande objetivo dele é abrir uma brecha no sistema para que outros arquivos e programas maliciosos infectem um computador.

Atualmente, existem vários tipos de Cavalos de Tróia. Entretanto, o objetivo é sempre o mesmo: comprometer a segurança das informações de seu dispositivo.

6. Spoofing

O spoofing é um ataque de engenharia social relacionado ao phishing, em que o cibercriminoso finge ser alguém ou ser um representante de uma entidade, afetando a segurança corporativa.

Em resumo, o spoofing é um meio para a aplicação do phishing. Isso porque, a falsificação pode acontecer de diferentes meios, como:

  • Falsificação de domínio;
  • Falsificação de e-mail;
  • Falsificação de endereços IP.

7. Port Scanning Attack

O port scanning é um tipo de ataque cibernético amplo, que testa as proteções de um computador ou rede (ou seja, suas portas), para encontrar alguma brecha.

Assim, é possível identificar pontos fracos (ou vulnerabilidades) para cometer outros tipos de delitos digitais.

8. Crypto Jacking

Criptomoedas são ativos digitais que devem ser “minerados”, o que obriga a utilização de grande capacidade computacional. O crypto jacking é, basicamente, o roubo da capacidade de computadores alheios.

Ou seja, é um tipo de ataque que infecta um computador com mineradores de criptomoedas, o que ocupa seu poder de processamento em prol da mineração de um ativo para o criminoso.

9. Ataques De Força Bruta

Esse tipo de ameaça se aproveita de ferramentas que realizam um ataque contínuo a sistemas criptografados, em busca da sua senha.

Funciona por tentativa e erro, onde o hacker utiliza programas que o auxiliam a descobrir uma senha ou chave de criptografia.

10. Ataque Man-in-the-Middle (MITM)

O Man-in-the-Middle é um tipo de ataque cibernético em que o invasor escuta uma conversa entre dois alvos para coletar dados pessoais, senhas ou dados bancários.

Em alguns casos, ele também tenta convencer a vítima a realizar alguma ação, como mudar suas senhas de acesso, realizar uma transação ou transferir valores.

No universo corporativo, esse incidente pode ter efeitos devastadores quando as vítimas fazem transação de informações sigilosas. Este tipo de ataque é bastante comum quando se utiliza redes públicas de WiFi.

11. Ameaças internas

Ameaças internas são funcionários atuais ou antigos com acesso direto à rede da empresa, dados confidenciais e propriedade intelectual, bem como conhecimento dos processos de negócios, políticas da empresa ou outras informações.

Essas pessoas podem ser motivadas por ganhos financeiros e/ou coerção emocional. Porém, há casos em que as ameaças internas são provocadas por falta de conhecimento ou negligência dos funcionários.

Por esse motivo, é indispensável que toda organização moderna tenha um plano de educação e conscientização de seus talentos sobre segurança da informação.

12. Ataques baseados em IoT

Um ataque IoT nada mais é que um ataque cibernético com foco em atingir um dispositivo ou rede de Internet das Coisas (IoT). Com a propagação desses dispositivos nas empresas, é uma preocupação cada vez maior.

Ao atingir seu objetivo, o hacker assume o controle do dispositivo, rouba dados ou usa os dispositivos afetados para deixar o ataque de DDoS mais robusto.

Tendências de ataques cibernéticos para ficar atento

E o que esperar para os próximos anos no cenário da cibersegurança? Ano após anos, o mercado vê um aumento expressivo das ações dos hackers, mas podemos apontar algumas tendências que precisam ser acompanhadas de perto. Confira!

Uso de IA na segurança cibernética

2023 foi o ano da Inteligência Artificial, que dominou diversos setores, incluindo a cibersegurança. Para os próximos anos, veremos ainda mais aplicações da IA Generativa nesse setor — para a proteção ou não.

 Criminosos podem usar a tecnologia para ampliar a qualidade dos ataques de engenharia social e desenvolver novos malwares. Por outro lado, as empresas também podem recorrer ao recurso para otimizarem suas ações e sistemas de prevenção.

Hacktivismo

O hacktivismo engloba os ataques cibernéticos com motivações políticas. Nos últimos anos, percebemos um aumento expressivo desses incidentes e a tendência é que isso aumente ainda mais.

É bem comum o uso de ataques de DDoS para interromper as operações em organizações de um determinado estado-nação. Um exemplo recente foi o ataque do grupo Anonymous Sudan à Scandinavian Airlines, organizações de saúde dos EUA e a Microsoft.

Ataques a dispositivos móveis

O uso de dispositivos móveis é uma tendência nas empresas, principalmente com a propagação do BYOD (bring your own device ou traga seu próprio dispositivo). Acontece que é preciso cuidado, visto que a prática pode expor o negócio a riscos.

Os cibercriminosos concentram seus esforços para infectar estes dispositivos e acessar os sistemas e servidores da empresa.

Transforme a segurança de dados em um diferencial competitivo!

Os ataques cibernéticos são um dos principais desafios das empresas atuais. Afinal, os dados são um ativo valioso e estão na mira dos criminosos virtuais.

Priorizar ações e estratégias de prevenção não só ajuda a reduzir as chances de ser tornar uma vítima, como reforça sua imagem no mercado. Clientes, parceiros e investidores estão em busca de marcas confiáveis e quem aposta nisso sai na frente.

Aproveite que está aqui no blog e confira as certificações de segurança da Ascenty que garantem a integridade de transações financeiras!

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Data Center em Fortaleza: conheça o Data Center da região!

Você sabia que a Ascenty tem um Data Center em Fortaleza? A infraestrutura faz parte da nossa ampla rede de Data Centers com localizações estratégicas na América Latina. Neste conteúdo, vamos apresentá-lo para você!

A região nordeste tem um enorme potencial econômico e grandes indústrias e empresas que precisam dos dados para operar. Por isso, nada mais justo que conte com um Data Center de classe mundial, com a credibilidade de uma líder de mercado.

Continue a leitura e saiba mais!

A importância de um Data Center em Fortaleza

Você sabia que o nosso país é líder em investimentos de Data Center em toda a América Latina? Um grande exemplo do potencial do setor é a presença de um Data Center em Fortaleza.

Com uma localização estratégica, a capital do Ceará se consolida como um polo digital vital, onde mais de 90% da internet do Brasil é processada.

Aliás, a cidade “recebe” os cabos de fibra óptica submarinos, tornando-se essencial para a troca de dados em todo o país. Este foi mais um dos aspectos avaliados pela Ascenty ao decidir instalar um Data Center ali.

Marcos Siqueira, COO & Head de Vendas da Ascenty, destaca que “estamos bastante felizes por fazer esse investimento em 2015. É um mercado real, com enorme possibilidade de crescimento.

Obviamente, quando você compara regiões, você ainda vê menos investimentos no Nordeste do que no Sudeste. Mas quando eu comparo o Nordeste de hoje com o de 10 anos atrás, vejo muito crescimento”.

Sem dúvidas, a infraestrutura exerce um papel relevante no crescimento e a transformação digital na região. Isso porque, fornece às empresas locais a combinação de alta tecnologia, segurança e conectividade internacional.

Conheça a infraestrutura e capacidade do Data Center em Fortaleza da Ascenty

O Data Center em Fortaleza da Ascenty é um exemplo de excelência e inovação tecnológica. Com uma área total de 9 mil m², capacidade energética de 10 MW e 1.900 racks, o centro oferece uma infraestrutura robusta e escalável, capaz de atender às crescentes demandas do mercado.

Uma de suas principais características é a conectividade, garantida por uma rede de fibra óptica própria e conexão direta com múltiplos cabos submarinos, o que assegura um fluxo de dados ágil e confiável. Aliás, a unidade fica a apenas 30 km da Praia do Futuro.

Em termos de energia, o Data Center se destaca por sua subestação própria redundante Tri-bus, com três linhas de energia abastecendo cada módulo, além de um sistema de geração a diesel com autonomia de 48 horas sem reabastecimento.

O sistema de refrigeração do Data Center, que conta com chillers a ar e corredores segregados, é projetado para a manutenção eficiente dos equipamentos. Assim, garante-se uma operação contínua e eficiente.

Tal infraestrutura de última geração, somada à estratégica localização geográfica de Fortaleza, coloca o Data Center da Ascenty em uma posição única para oferecer serviços de dados seguros e escaláveis.

Livre na salinidade

Devido aos cabos submarinos, Fortaleza tem um papel importante para a conectividade local, o que abre espaço para grandes oportunidades. Porém, nem tudo são flores!

Em Fortaleza, a salinidade (conhecida como maresia) é um fator crítico, que prejudica os equipamentos de tecnologia. Para driblar esse problema, em 2015 a Ascenty escolheu instalar o seu Data Center em Maracanaú, uma região da grande Fortaleza, mas 30 km afastados da beira-mar.

Marcos Siqueira enfatiza que “não perdemos a conectividade. Para isso, construímos três rotas que interconectam o nosso data center com todos os cable land stations de Fortaleza”.

Diferenciais e certificações do Data Center em Fortaleza da Ascenty

O Data Center de Fortaleza foi projetado para ir além e conta com uma série de diferenciais e certificações que garantem sua excelência e segurança. Assim, temos um empreendimento de padrão mundial.

Conectividade e segurança

O Data Center em Fortaleza é um poderoso ponto de conectividade. Graças à nossa rede de fibra óptica própria, ele se conecta diretamente aos cabos submarinos e demais Data Centers da Ascenty, oferecendo acesso ágil e seguro aos dados.

Além de sermos uma das poucas empresas de Data Center com rede própria, temos em nosso Data Center as estruturas dos principais Internet Exchange (IX), que são responsáveis pela exponencial evolução do mercado de interconexão”, destaca João Walter, Gerente Executivo de Produtos e Soluções da Ascenty.

 Também podemos destacar:

  • Monitoramento 24×7;
  • Câmeras de CFTV com detecção de movimento;
  • Sistemas de autenticação dupla, que combinam biometria e cartão magnético.

Infraestrutura e redundância de energia

A infraestrutura do Data Center inclui uma subestação própria redundante Tri-bus, sistemas de geração a diesel com autonomia de 48 horas e um sistema de refrigeração eficiente.

Esses elementos garantem a operação contínua e a estabilidade dos serviços, mesmo em situações adversas.

Certificações de compliance

O Data Center em Fortaleza possui certificações importantes para a área, seja de cunho técnico, como também ambiental, gerencial e de governança. Confira:

  • TR3: a certificação atesta que o Data Center está em conformidade com requisitos rigorosos para garantir a integridade, disponibilidade e segurança das operações. É essencial para assegurar que o Data Center opere com os mais altos padrões de qualidade e segurança.
  • ISO 14.001: foca na gestão ambiental, garantindo que o Data Center opere de maneira sustentável e com mínimo impacto ambiental.
  • ISO 27.001: relacionada à segurança da informação, assegura que dados sensíveis sejam gerenciados e protegidos de forma eficaz.
  • ISO 37.001: voltada para o gerenciamento de riscos e prevenção à corrupção, promove práticas éticas e transparentes nas operações do Data Center.
  • ISO 50.001: essa certificação destaca a eficiência energética do Data Center, crucial para a sustentabilidade e redução de custos operacionais.
  • PCI-DSS: trata-se de um padrão de segurança para transações com cartões de crédito e débito, crucial para garantir a segurança das transações financeiras processadas pelo Data Center.
  • SOC 1, SOC 2 e SOC 3, Type II: relatórios de controle de organização de serviços que avaliam e relatam a eficácia dos controles do Data Center em várias áreas, como segurança, disponibilidade e processamento de informações.

Todas essas conquistas validam o compromisso da Ascenty com a qualidade, a segurança da informação e a sustentabilidade ambiental. Além disso, reforçam a confiança dos clientes na integridade e na eficiência dos serviços oferecidos.

Operadoras conectadas

As maiores operadoras do mercado estão no ecossistema de conectividade da Ascenty. O Data Center de Fortaleza te conecta diretamente a todas elas com redundância e baixa latência.

São mais de 26 carriers e empresas conectadas!

Data Center em Fortaleza é da Ascenty!

O Data Center em Fortaleza da Ascenty representa um marco significativo para a economia local. Como vimos, sua presença impulsiona o crescimento tecnológico, atraindo investimentos e fortalecendo o ecossistema de negócios da região.

Se a sua empresa deseja se conectar com o futuro, pode contar com serviços mais confiáveis e um fluxo de dados resiliente. Te convidamos a descobrir mais sobre as soluções inovadoras oferecidas pelos Data Centers da Ascenty.

Converse com nosso especialista de Fortaleza ou solicite um contato!

AIoT: a Inteligência Artificial na Era da Internet das Coisas

A popularização acelerada da Inteligência Artificial (IA) da Internet das Coisas (IoT) está impulsionando o interesse pela Inteligência Artificial das Coisas (AIoT). Mas o que você sabe sobre o assunto?

Embora essas tecnologias sejam poderosas e independentes, as empresas já entenderam que essa união é capaz de mudar totalmente a forma como coletamos, analisamos e usamos os dados disponíveis.

Em um mercado que busca sempre por decisões mais rápidas, seguras e eficientes, este pode ser o seu diferencial. Vamos entender melhor?

O que é AIoT?

AIoT é a combinação da Inteligência Artificial (IA) com a Internet das Coisas (IoT). Trata-se de uma tecnologia que visa coletar os dados gerados por dispositivos IoT — como equipamentos de monitoramento — e analisar as informações com apoio da Inteligência Artificial.

Sensores de IoT recebem um grande volume de dados. Com a aplicação da IA, é possível analisar imediatamente padrões, fenômenos e tendências, tornando as operações mais eficientes e dando ao gestor relatórios completos e transparentes de forma mais fácil e rápida.

Esse cenário é especialmente relevante com a chegada do 5G, e propagação do Blockchain, Realidade Aumentada e Computação em borda. Afinal, a união desses conceitos é a base para o desenvolvimento de soluções mais inteligentes e sensíveis em vários ramos, como:

  • Indústrias;
  • Saúde;
  • Agronegócio;
  • Cidades;
  • Mobilidade.

Fique atento: investimentos em AIoT não param de crescer!

Saiba que AIoT não é um conceito distante, mas uma realidade cujo investimento está aumentando a cada ano.

Pesquisas mostram que o mercado global de AIoT vai crescer 39,1% até 2027, alcançando  US$ 83,6 bilhões. Quanto ao mercado de soluções IoT, seu valor atingirá US$ 9,13 bilhões até 2027.

Outro dado relevante é que as empresas que produzem análises detalhadas, relatórios gerenciais e infográficos também expandiram os investimentos em IoT em 82% nos últimos anos.

Por que unir IA e IoT? As vantagens da AIoT

O ditado “a união faz a força” resume bem a importância da junção ente IA e IoT. Isso porque, a tecnologia pode ser aplicada em todos os setores para auxiliar na resolução de problemas reais das empresas.

Em resumo, processos ineficientes e repletos de gargalos estão sendo otimizados com a AIoT. E não para por aí. Confira as vantagens de investir nesse recurso!

Mais eficiência operacional

Com a AIoT, seu negócio pode chegar ao tão sonhado nível ideal de eficiência operacional. O motivo? Máquinas alimentadas por AIoT conseguem gerar e analisar dados, reconhecer padrões e tomar decisões estratégicas.

No dia a dia de uma indústria, por exemplo, isso significa identificar e corrigir problemas que afetariam a linha de produção. Além disso, a própria automação de processos representa um ganho importante de eficiência.

Monitoramento em tempo real

Com uma tecnologia tão poderosa em mãos, fica mais fácil monitorar processos em tempo real e evitar interrupções da operação.

Isso acontece graças ao olhar constante sobre o sistema com o foco em detectar problemas, prever falhas e tomar decisões de forma preventiva. Assim, temos uma menor intervenção humana e processos mais precisos e inteligentes.

Um bom exemplo disso é o uso de câmeras para detecção de vazamentos, comuns em plataformas de petróleo e gás. Consegue imaginar o quanto isso é importante?

Redução de custos

Sistemas AIoT são grandes aliados das empresas quando o assunto é redução de custos, principalmente por promoverem o uso inteligente dos recursos. É o que acontece, por exemplo, com a presença de sensores que controlam a luz e temperatura quando não existem pessoas no ambiente.

Outro ponto de destaque é seu papel na manutenção preventiva de equipamentos. Nesse caso, os sensores e câmeras podem verificar as condições das peças e prever o momento ideal para a substituição. 

AIoT na prática: 6 exemplos de utilização no mundo real

Falar de AIoT pode parecer pouco palpável, mas a verdade é que existem grandes exemplos de como a tecnologia pode ser integrada à vida humana.

A seguir, selecionamos caso práticos, da vida real, que valem a pena conhecer e se inspirar!

1.     Casas inteligentes

Já pensou uma casa inteligente, cada vez mais autônoma, segura e sustentável? A AIoT pode aprender com as interações e respostas humanas, assim automatiza vários processos para torar a rotina das pessoas mais simples e prática.

Um bom exemplo é a presença de termostatos que ajustam a temperatura do ambiente automaticamente, conforme preferência dos moradores. E câmeras de monitoramento capazes de identificar a presença de intrusos e reconhecer pessoas autorizadas e animais, por exemplo.

2.     Câmeras de reconhecimento facial

Câmeras com IA habilitada podem ser instaladas para detectar automaticamente eventuais perdas, reconhecer o rosto de suspeitos e notificar a empresa imediatamente caso eles saiam do estabelecimento sem escaneá-lo.

Essa prática já foi implementada em diversos estabelecimentos para aumentar a segurança e minimizar perdas e está se popularizando cada vez mais no mercado.

3.     Sensores de análise de comportamento

Sensores podem monitorar o comportamento de clientes para encontrar o que chama sua atenção, horários que realizam mais compras, aspectos visuais que chamam mais atenção etc.

A partir dessas informações, empresas são capazes gerenciar suas rotinas para melhor atender as necessidades dos clientes e maximizar suas vendas.

4.     Aprimoramento de veículos guiados autônomos

Veículos Guiados Autônomos (AGVs ou Automared Guided Vehicles) são usados para transportar itens em armazéns, centros de distribuição (CD) e outros ambientes industriais. No entanto, eles não tinham autonomia para decidir diante de obstáculos.

Com a aplicação da AIoT, os robôs coletam dados do ambiente, analisam as informações e tomam as melhores decisões por conta própria, maximizando a eficiência, as operações e os resultados do negócio.

5.     Edge Computing

Com a AIoT, um computador pode desviar uma parte de seus requisitos de processamento para outro computador que está na mesma rede. Dessa forma, é possível minimizar a latência, elevar a segurança de dados e ainda acelerar decisões, diferenciais da Edge Computing.

6.     Monitoramento de tráfego urbano

Uma aplicação muito útil da AIoT é no monitoramento do tráfego urbano em tempo real. Sistemas inteligentes, apoiados por câmeras, drones e sensores podem avaliar o nível de um congestionamento e fazer análises sobre os possíveis motivos.

Resumindo, é possível identificar acidentes, infrações de trânsito, animais na pista e diversas intercorrências sem a intervenção humana.

A tecnologia traz novas responsabilidades

Sem dúvidas, a AIoT é uma das tecnologias mais importantes da atualidade. Além de promover eficiência e produtividade, ajuda a aumentar o lucro das empresas e otimizar processos que prejudicavam sua competitividade.

Mas é importante dizer que o gestor moderno precisa estar pronto para lidar com esse avanço. Isso porque, ele está apenas coordenando equipes, mas ajuda a tomar decisões e se reúne com lideranças de forma constante.

Faz parte do escopo deste cargo ter contato com fornecedores e clientes, decidir sobre orçamentos, mensurar resultados técnicos, cumprir metas e entregar resultados, entre outras atividades administrativas.

Esta nova abordagem é apoiada por facilidades proporcionadas pela própria tecnologia, como a cloud computing, big data e soluções mobile. Se, antes, era preciso ir ao escritório para operar sistemas e trabalhar, agora o gestor pode trabalhar de onde desejar.

Sendo assim, temos uma tecnologia poderosa, mas que também lança novos desafios. Aproveitar as oportunidades depende de assumir as responsabilidades e tomar os devidos cuidados que tanta mobilidade e agilidade proporcionam.

Pressão: uma única falha de segurança pode abalar tudo

Por falar em desafios, é importante mencionar a questão da segurança. Isso porque, um ataque virtual pode colocar tudo em risco.

Desse modo, as empresas precisam conhecer e manter suas soluções de segurança atualizadas e em perfeito funcionamento para detectar a origem e neutralizar quaisquer perigos. Uma só falha pode destruir todo o planejamento!

Vale dizer que, mesmo com o uso de ferramentas de proteção, como antivírus, firewalls e outras soluções de segurança, é possível enfrentar incidentes. É papel do gestor prevenir ameaças e analisar ataques. Seu trabalho deve ser realizado com excelência para evitar que surjam brechas a serem exploradas por hackers e crackers.

Além disso, é uma boa prática “catequizar” os colaboradores sobre a Política de Segurança da Informação da empresa. Assim, todos devem saber que utilizar dispositivos não autorizados pode danificar o sistema, por exemplo.

AIoT

E o futuro?

Com vimos, a AIoT combina o que há de melhor na IA ​​e na IoT. Assim, é um recurso importante para solucionar problemas de forma rápida, segura e inteligente.

Soluções alimentadas por essa tecnologia estão se propagando no varejo, manufatura, saúde, segurança, bancos e diversos outros setores. Nesse cenário, não é difícil prever que o futuro será ainda mais surpreendente, com os dados sendo usados de forma muito mais ampla e estratégica.

Seu negócio está pronto para essa nova fase? Ignorar a evolução pode ser um risco. Entenda melhor em nosso conteúdo sobre a disrupção digital!

Link de internet dedicado para empresas: tenha o caminho livre para seu negócio na internet!

Que tal escutar esse artigo? Experimente!

A conectividade é um dos principais alicerces de uma operação empresarial eficiente, por isso a busca por soluções que tragam mais velocidade, estabilidade e segurança é uma prioridade. É nesse cenário que o link de internet dedicado para empresas, ou link IP, entra em cena!

Já pensou dirigir por uma estrada exclusiva, sem congestionamentos e riscos de interação com outros carros? Transfira essa ideia para o tráfego da internet e você pode visualizar melhor essa solução.

Neste conteúdo, vamos explorar os fatores que fazem do link de internet dedicado uma solução essencial para operar na era digital, especialmente em setores mais críticos, como o financeiro. Acompanhe!

O que é link de internet dedicado para empresas?

O link de internet dedicado para empresas é uma solução de conectividade que se resume na existência de um link de tráfego de dados exclusivo para uma determinada organização. Ele também é chamado de Link IP, sendo uma das inúmeras ofertas da Ascenty.

Mas, na prática, como tudo funciona? De forma bem simples, a conexão com a internet nada mais é do que a troca de dados entre servidores e provedores. Em um modelo tradicional, todos os usuários seguem pelo mesmo caminho.

Assim, em situações de pico, é possível enfrentar uma lentidão excessiva no acesso às informações, o que é crítico para algumas empresas. O link de internet dedicado surge como uma alternativa para esse desafio, garantindo que apenas o seu negócio use o link de internet.

O que seu negócio ganha com um caminho livre na internet?

Com a grande demanda por conectividade no mercado, é de se esperar que o tráfego na internet cresça a cada dia. Aliás, atualmente, quase todas as operações empresariais dependem de dados que estão armazenados na nuvem ou em Data Centers.

O congestionamento da rede pode prejudicar o funcionamento empresarial, gerando perda de oportunidades e uma insatisfação dos usuários.

E o que a sua empresa ganha ao investir nessa solução? Existem vários benefícios, mas os mais estratégicos para o atual cenário são:

Estabilidade

O tráfego de dados com o link de internet dedicado para empresas é muito mais estável do que no modelo tradicional. Assim, seu negócio deixa de sofrer com lentidão e interrupção nos serviços, operando com eficiência 100% do dia.

Segurança

Se a sua empresa lida com dados sensíveis, a segurança é uma de suas maiores preocupações. Com o link IP, esse desafio é menor, já que você não compartilha o link com nenhum outro usuário ou empresa.

Menor latência

A baixa latência é uma das demandas mais recorrentes das empresas atuais e o link dedicado entrega esse diferencial. Dessa maneira, você acessa suas informações e conteúdo com um tempo de processamento bem menor.

Conheça a solução de Link IP da Ascenty

A Ascenty é líder do mercado de Data Centers e Conectividade no Brasil e tem soluções para todas as demandas de infraestrutura e tráfego de dados das empresas. Com o Link IP, você tem 100% de disponibilidade para continuar crescendo.

E como funciona? Com o link IP, várias operadoras de telecomunicações são integradas à nossa estrutura física. Dessa forma, garantimos a conectividade por meio da redundância de IP.

Se, por algum imprevisto, uma das operadoras fique indisponível, os dados começam a ser transmitidos por outra operadora automaticamente. Ou seja, você continua com acesso aos dados e pode operar normalmente até que o problema se resolva.

Para quem essa solução é indicada?

No cenário atual, toda organização trabalha para manter a disponibilidade de seus serviços. Afinal, as interrupções provocam atritos com o cliente e diversos prejuízos.

O Link IP da Ascenty é a solução para negócios que não desejam enfrentar esse tipo de problema e buscam uma conexão à internet rápida, segura, estável e, claro, sempre disponível. Assim, é possível manter a eficiência operacional e executar várias ações, como:

  • upload e download de dados;
  • videoconferências;
  • trocas de dados entre colaboradores;
  • acesso a sistemas e relatórios;
  • manutenção dos serviços ao cliente.

Por que escolher a Ascenty?

Se você está em busca de um link dedicado para empresas, é provável que tenha encontrado diversos fornecedores no mercado. Com tanta variedade, surge a dúvida: qual escolher?

Quem compara escolhe a Ascenty e os motivos são simples:

  • A melhor e maior infraestrutura da América Latina;
  • 100% de SLA garantido em contrato para seu Colocation;
  • Qualidade do atendimento — 6 anos consecutivos na zona de excelência da NPS;
  • Amplo ecossistema de conectividade;
  • Flexibilidade e escalabilidade para atender as suas demandas
  • Rede própria de fibra óptica com mais de 5.000 km.

Aproveite o atendimento consultivo de nossos especialistas para tirar suas dúvidas e entender como o link de internet dedicado para empresas pode impulsionar o seu negócio. Fale agora com a Ascenty!

Conexão na nuvem: 5 motivos para se conectar diretamente às suas nuvens

Explore mais sobre o tema! Clique para ouvir o artigo agora.

Há alguns anos, o termo TI Híbrida era apontado como tendência. Hoje, é realidade e faz parte do contexto de negócios de todos os portes e segmentos. É por isso que precisamos falar de conexão na nuvem.

Os dados estão descentralizados: alguns na nuvem, outros locais. Aliás, já ficou claro que a combinação de nuvens com servidores próprios é a estratégia mais adequada para a maioria das empresas.

O passo seguinte é otimizar toda essa infraestrutura, não é mesmo? A conectividade entra em cena para tornar tudo isso possível. Continue conosco para entender melhor!

A atual complexidade do armazenamento de dados

No contexto atual, é difícil encontrar um negócio que não dependa dos dados para operar. Eles estão por toda a parte, fundamentando decisões em todos os setores e garantindo a evolução do mercado.

Tamanha importância revela o valor que eles possuem. E aí surge o primeiro desafio das empresas modernas: onde guardar esse tesouro?

O armazenamento de dados precisa ser cuidadosamente planejado e executado. Seja na nuvem ou em servidores locais, é indispensável garantir que as informações estejam protegidas e, claro, interligadas.

Esse cenário é complexo, principalmente quando pensamos que a TI Híbrida prega a diversificação de fornecedores e modelos. Garantir que tudo se comunique não é simples — ao menos para quem não pensa nisso logo no início.

Conexão na nuvem: 5 motivos para investir nisso

A conexão na nuvem nada mais é que uma conexão privada entre sua infraestrutura e o seu provedor de nuvem pública. Em geral, isso acontece graças a uma conexão cruzada, assegurada por um Data Center Carrier Neutral.

Mas, afinal, qual a importância dessa interconexão direta com seus dados na nuvem? Vamos analisar a seguir!

1.    Mais segurança

Com a TI Híbrida, as empresas passam a usufruir de uma infraestrutura muito mais ampla e diversificada. Porém, a conexão com a nuvem por meio da internet pode ser um risco, criando vulnerabilidades e mais chances de violação de dados.

Com a conexão direta à nuvem, temos a redução dos pontos de acesso à rede. Assim, ampliamos a segurança do acesso e tráfego de dados.

Lembrando que seu provedor de Colocation deve investir em segurança para que esse benefício realmente exista.

2.    Melhor desempenho

Como você sabe, a internet nem sempre é o canal mais rápido para acessar a nuvem. Afinal, a velocidade depende da largura de banda e de diferentes servidores, podendo variar conforme o provedor.

Na era do tempo real, a baixa latência é uma métrica importante. Prova disso é que muitos usuários deixam de usar aplicações em razão da lentidão persistente do sistema.

Nesse sentido, vale destacar que a conexão direta com a nuvem é mais rápida. Ou seja, você consegue acessar os dados em menos tempo, entregando uma experiência muito mais agradável ao seu cliente final.

3. Menos custos

Se a sua empresa precisa de uma conexão privada, o custo da WAN pode ser um problema. Do mesmo modo, mover os dados não é um processo barato — varia de acordo com a localização, provedor e outros aspectos.

Com a conexão na nuvem direta, é possível economizar recursos sem prejudicar suas necessidades de conectividade.

Além disso, é possível reduzir as taxas de saída, visto que alguns provedores oferecem taxas reduzidas para quem recorre a essa diferencial.

4. Alta confiabilidade

Como você sabe, a internet pública é imprevisível e, em muitos casos, repleta de picos de demanda, o que provoca um aumento na latência e perda de desempenho.

A conexão na nuvem direta tem mais confiabilidade, por ser feita em uma rede privada. Assim, é possível garantir uma alta disponibilidade — fator essencial em alguns setores, como o Financeiro.

5. Maior facilidade de gerenciamento

A gestão da TI híbrida não é nada simples, não é mesmo? Apesar dos benefícios, há uma considerável complexidade em gerenciar vários fornecedores e a identificação de gargalos e erros em aplicativos e redes.

Porém, com a interconexão direta na nuvem, sua empresa deixa de ser refém de provedores de rede específicos para cada nuvem. Afinal, tem acesso a um ecossistema diversificado e que conversa entre si.

Em outras palavras, estamos falando de mais visibilidade, agilidade e eficiência. Tudo isso impulsiona a produtividade empresarial e a experiência do usuário final.

Conexão da nuvem: mais agilidade e desempenho para seu negócio

No contexto atual, de negócios digitais e com grande demanda por produtividade, o uso de soluções diversificadas e personalizadas conforme as necessidades de cada empresa é real.

Nesse cenário, contar com uma solução de conexão na nuvem direta é uma saída estratégica para a complexidade de gestão desse ambiente.

Se você quer assegurar que a infraestrutura de TI esteja alinhada à sua estratégia de negócio, é válido analisar o investimento em uma conexão dedicada com os provedores de nuvem. A Ascenty pode te ajudar! Fale com nossa equipe e tire suas dúvidas!

O que é link de conectividade? Tudo o que sua empresa precisa saber

Experimente ouvir o artigo!

Você sabe o que é link de conectividade? Entender esse conceito é essencial para toda empresa com foco em evolução digital. Afinal, como o próprio nome sugere, estamos lidando com um dos pilares da conectividade moderna.

Pense bem: é possível imaginar uma organização evoluindo sem internet? É realmente bem difícil encontrar uma empresa que não dependa do processamento online de dados e processos.

Mas, muito mais do que precisar da internet, é essencial contar com uma conexão rápida e estável. E é nesse cenário que o link de conectividade ganha destaque. Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre essa solução!

O que é link de conectividade?

O link de conectividade, também chamado de link dedicado, é uma rede exclusiva para empresas. Ou seja, um caminho livre na internet para seu negócio enviar, receber e processar dados.

Explicando melhor, toda vez que uma empresa acessar a internet, ela está fazendo uma troca de dados com um provedor. Em uma conexão comum, ela disputa espaço de tráfego com outras empresas e usuários, o que pode deixar a conexão mais lenta. No link dedicado, não há ninguém na mesma rede!

Assim, imagine uma estrada congestionada, com vários carros e caminhões indo para a mesma direção. O link de conectividade seria uma pista livre, em que apenas o seu carro poderia trafegar.

Link de conectividade x banda larga

Enquanto o link de conectividade entrega exclusividade na conexão com a internet, a banda larga é um link compartilhado. Ou seja, é uma rede utilizada por várias empresas e usuários.

É importante dizer que isso não significa que ela seja de baixa qualidade. O que acontece é que algumas empresas vão precisar de mais velocidade e privacidade para transmitir seus dados.

5 benefícios de contar com um link de conectividade (link dedicado)

Agora que você entendeu o que é link de conectividade, é importante entender como essa solução pode beneficiar sua empresa. Em resumo, existem muitos bons motivos para contar com uma rede exclusiva na internet. A seguir, listamos as suas 5 maiores vantagens. Veja!

1.      Conexão com a Internet mais segura

Se você tem um caminho exclusivo para trocar e processar seus dados, suas informações estarão mais seguras. Isso é extremamente importante para empresas do setor financeiro e que lidam com dados sigilosos e estratégicos.

2.      Tráfego de dados mais rápido e estável

Como estamos falando de um caminho livre na internet, o tráfego de dados é mais rápido e estável. Ou seja, sua empresa deixa de sofrer com lentidão no acesso à informação e com interrupções das atividades.

3.      Melhor experiência do cliente

Uma consequência lógica do link de conectividade é a melhoria da experiência do cliente. Afinal, com um acesso à Internet mais ágil e estável, todos conseguem operar em um nível ideal, tomando decisões em tempo real, sem gargalos de produtividade.

4.      Escalabilidade

Não podemos deixar de destacar que o link dedicado é um aliado da escalabilidade. Isso porque, a rede pode ser ampliada dentro das demandas da empresa. Esse é um diferencial importante para os provedores, que deixam de ser reféns da disponibilidade das redes compartilhadas para expandir sua operação.

5.      Maior controle de banda

Dentro da empresa, é normal que alguns setores precisem de uma banda maior. Com o link dedicado, é possível controlar a rede e liberar mais tráfego conforme a necessidade e estratégia ideal. Assim, é possível garantir a disponibilidade total de áreas e processos imprescindíveis.

Para quem é indicado o link de conectividade?

O link de conectividade é uma solução valiosa para empresas e provedores de internet. Isso porque, resolve algumas das principais demandas das duas partes: agilidade e segurança no tráfego de dados.

Sendo assim, toda empresa que percebe que a troca de dados está lenta demais, prejudicando sua operação e capacidade de atender às demandas do cliente deve considerá-la.

Do mesmo modo, provedores de internet que desejam oferecer uma experiência diferenciada a clientes com esse nível de exigência podem oferecer o link dedicado como uma solução estratégica.

As aplicações do link de conectividade no mundo corporativo

Você já sabe o que é link de conectividade, mas está em dúvidas sobre como ele realmente pode ser útil em sua rotina? Selecionamos alguns exemplos que podem te ajudar a entender:

  • É útil para ISPs, gerando acesso à internet;
  • Garante o acesso à internet em redes empresariais;
  • Assegura o tráfego de grandes volumes de dados com rapidez e segurança;
  • Melhora a performance de canais corporativos — intranet e extranet;
  • É um complemento importante para chamadas telefônicas por internet — sistemas PABX e VOIP;
  • Garante transmissões de vídeo e lives mais estáveis;
  • É vantajoso na hospedagem de sites e no uso de sistemas em nuvem;
  • Pode ser um diferencial para empresas com e-commerce.

Enfim, de modo geral, podemos dizer que o link dedicado é um aliado de todos os negócios que usam a internet em seu dia a dia. Mas as empresas que mais procuram esse serviço são:

A Ascenty tem as melhores soluções para ISPs

Em um cenário de alta concorrência e clientes exigentes em relação à qualidade e estabilidade da internet, é preciso entregar um serviço de alta performance. Mas, até mesmo grandes empresas de telecomunicações podem enfrentar interrupções em seus serviços.

A Ascenty trabalha para ser uma parceira confiável e tem soluções estratégias para as necessidades dessas empresas, como o Link IP e a Fibra Apagada!

E se você está em busca de um bom provedor de internet, acesse o nosso Marketplace. Lá você encontra os maiores fornecedores de tecnologia do mercado!

Certificação PCI DSS: qual a sua importância para o setor financeiro

Que tal acompanhar este artigo de uma maneira inovadora? Dê play no artigo!

Cuidar dos dados é uma das maiores responsabilidades das empresas modernas. Em setores, como o financeiro, isso é ainda mais crítico, em razão do teor e sigilo das informações trabalhadas. É para garantir um nível elevado de proteção que existe a Certificação PCI DSS.

Você já conhece essa certificação? Todo negócio que lida com dados bancários e realiza transações com cartões deve ficar atenta a ela.

Aliás, em um cenário de aumento de ataques cibernéticos, é fundamental ter um plano de segurança coeso e adequado aos padrões internacionais. E o PCI DSS criou um roteiro que merece ser destacado. Entenda melhor a seguir!

O que á a Certificação PCI DSS?

A Certificação PCI DSS (do inglês: Payment Card Industry – Data Security Standard) é um padrão de mercado que assegura o uso de cartões. Ou seja, um conjunto de padrões de segurança internacional para proteger as transações financeiras com cartões de crédito e débito contra fraudes e roubo de dados.

É importante destacar que o Padrão de Segurança de Dados da Indústria de Cartões de Pagamento (PCI DSS) foi criado em 2004 pela Visa, MasterCard, Discover Financial Services, JCB International e American Express. 

Lembrando que a Certificação PCI DSS é aplicável a pagamentos presenciais e digitais. Isso porque, seu maior objetivo é avaliar as condições de segurança para uso desse meio de pagamento.  

Conhecendo melhor a Certificação PCI DSS

Como dissemos, a Certificação PCI DSS é essencial para a segurança dos dados bancários de seus clientes e de sua empresa. Em geral, ela traz um amplo conjunto de requisitos e boas práticas, como:

  • Instalação de firewalls;
  • Criptografia de transmissões de dados;
  • Uso de software antivírus;
  • Controle de acesso aos dados;
  • Monitoramento de rede.

Ter essa certificação é uma forma de mostrar aos seus clientes que as transações com seu negócio são seguras. Assim, deixar de tê-la, é um risco para sua reputação, visto que estamos falando de um padrão mundial, amplamente divulgado.

PCI DSS 4.0: fique de olho!

Os padrões do PCI DSS já passaram por 10 atualizações. A última, chamada de PCI DSS 4.0, foi lançada em março de 2022, mas só começará a ser obrigatória após dois anos — ou seja, em março de 2024.

Essas atualizações acompanham as mudanças na indústria de pagamento por cartão e consideram o aumento dos riscos cibernéticos no setor financeiro. Assim, traz novos pontos que ajudam as organizações a atingirem níveis satisfatórios de proteção de dados.  refletem

É importante dizer que o PCI DSS 4.0 suporta o uso de tecnologias-chave, como a computação em nuvem e servidores virtuais. Além disso, suas atualizações mais significativas englobam:

  • Garante que o padrão continue a fomentar a segurança de dados em pagamentos com cartão;
  • Flexibiliza pontos e cria métodos para alcançar a segurança de dados;
  • Considera a evolução tecnológica e o uso de sistemas de pagamento em nuvem;
  • Aborda as mudanças no cenário de ameaças cibernéticas e melhora protocolos de validação;
  • Destaca a segurança e a conformidade com o PCI DSS como um processo contínuo.

Os 12 requisitos para obter a certificação PCI DSS

Apesar de a Certificação PCI SSC não ser uma imposição legal, é importante que as empresas que realizem transações com cartão de crédito ou débito se esforcem para se adequar. Afinal, ela é considerada a melhor forma de proteger dados e informações confidenciais.

Mas, fica a dúvida: como obtê-la? Em primeiro lugar, você precisa saber que existem 12 requisitos, divididos em 6 objetivos:

  1. Rede Segura
  2. Proteção de dados do titular do cartão
  3. Gestão de vulnerabilidades
  4. Controle de acessos
  5. Monitoramento de rede
  6. Segurança da Informação

Confira mais detalhes na tabela:

Vale destacar que esses requisitos são aplicáveis em diversos aspectos, processos e áreas que se relacionam com o setor financeiro e, consequentemente, com os dados armazenados:  

Os 4 níveis da Certificação PCI DSS

Além dos 12 requisitos apresentados, a certificação PCI DSS é dividida em quatro níveis, conforme o volume anual de transações com cartões da empresa. Nesse sentido, essa classificação é essencial para entender o que a organização deve fazer para garantir sua conformidade.

Nível 1: acima de 6 milhões de transações por ano;

Nível 2: entre 1 e 6 milhões de transações por ano;

Nível 3: entre 20 mil e 1 milhão de transações por ano;

Nível 4: menos de 20 mil transações por ano.

A seguir, detalhamos um pouco mais cada um desses níveis. Acompanhe!

Nível 1

Aplicável para grandes empresas, que processam mais de 6 milhões de transações com cartão de crédito ou débito. Esses negócios devem passar por uma auditoria interna por ano, além disso são submetidos a uma varredura de PCI feita por um fornecedor externo aprovado.

Nível 2

Essas empresas precisam passar por uma avaliação anual do PCI DSS, feito por meio de um questionário. Ademais, também se submetem à varredura trimestral de padrões.

Nível 3

Empresas classificadas no nível 3 do PCI DSS precisam passar por uma avaliação todos os anos, feito por meio de um questionário específico e relevante. Além disso, é possível que passem por uma varredura trimestral para verificar a conformidade dos padrões.

Nível 4

O nível 4 engloba empresas que processam menos de 20 mil transações no mercado eletrônico ou as que processam até 1 milhão de transações em meio físico. Elas também passam por uma avaliação anual feita por meio de questionário e podem ser submetidas a varreduras trimestrais.

Por que seus parceiros de negócio devem ter a Certificação PCI DSS?

Empresas que atuam com comércio eletrônico e realizam transações com cartão de crédito e débito precisam contar com parceiros confiáveis. E essa procura começa pela identificação da Certificação PCI DSS.

Como vimos, esse padrão internacional constitui uma camada básica (e necessária) para a segurança de dados. Portanto, é o mínimo para que um negócio venda com segurança e para que o cliente tenha tranquilidade para fornecer seus dados.

Se a sua empresa atua no setor financeiro ou exerce atividades que envolvem dados bancários sigilosos e sensíveis, é indispensável contar com parceiros certificados PCI DSS.

Apesar disso, vale destacar que um estudo da Verizon observou que apenas 27,8% das empresas estavam em conformidade com a certificação. Ou seja, a maioria das organizações ainda não está alinhada às suas regras.

Esse cenário revela um desafio para os gestores. Mas é importante dizer que, no mercado atual, é muito difícil evoluir sem se comprometer com a segurança de dados. Por isso, na hora de escolher uma empresa parceira, procure aquela com a Certificação PCI DSS!

Segurança de dados avançada: a Ascenty protege suas informações!

A Ascenty é a maior empresa de Data Centers da América Latina e possui a certificação PCI DSS! Isso significa que sua empresa tem a tranquilidade de armazenar suas informações em ambientes seguros, em conformidade com os padrões internacionais.

Esse é um dos motivos para atendermos os grandes players do mercado financeiro brasileiro. 4 dos 5 maiores bancos do Brasil são clientes Ascenty e confiam em nossos rigorosos protocolos e certificações para garantir a segurança de cada transação realizada.  

Quer saber como podemos ajudar sua empresa a se destacar e crescer com máxima segurança? Converse com um de nossos especialistas!

SLA de Atendimento no Colocation: não contrate sem analisar!

Dê play na sua jornada de conhecimento! Toque para ouvir o artigo.

O SLA de atendimento é um documento indispensável na área de tecnologia, especialmente quando falamos em Data Centers. Sem dúvidas, esse é um dos aspectos mais essenciais para contratar um bom provedor de Colocation.

Se você está procurando um parceiro, deve ter percebido que os provedores trabalham com diferentes SLAs. Mas, atenção: esse não é um mero detalhe de um contrato, por isso merece toda a sua atenção antes de tomar qualquer decisão.  

Neste conteúdo, vamos falar mais do tema, explicando o que é um SLA de atendimento, qual sua importância na contratação de Colocation e muito mais. Continue conosco!

O que é SLA de atendimento?

SLA (Service Level Agreement), em português Acordo de Nível de Serviço, é um acordo formal sobre a qualidade e maneira com que um serviço é prestado. Assim, é considerado um verdadeiro contrato entre provedor e cliente, tornando a relação mais transparente e segura para as duas partes.

Em geral, o SLA de atendimento vem anexo no contrato e conta com todas as regras, critérios e diretrizes que orientarão o serviço. O foco é garantir um bom nível de atendimento e oferecer uma boa experiência aos clientes.

Afinal, para que serve o SLA de atendimento?

O SLA de atendimento tem um papel fundamental na contratação de fornecedores de TI. Isso porque, documenta os detalhes do serviço, dando segurança jurídica para o contrato e evitando problemas.

Sendo assim, podemos dizer que o documento proporciona mais segurança e transparência na gestão de entregas. Além disso, define responsabilidades e deixa claro quais as métricas orientarão o trabalho de todos.

Com um SLA bem definido, sua empresa sabe exatamente o que esperar e como medir o desempenho do fornecedor. Ou seja, caso não esteja conforme a expectativa, fica mais fácil identificar o problema para corrigi-lo rapidamente ou trocar de parceiro.

O que não pode faltar no SLA de um provedor de Colocation?

O Colocation é uma modalidade de prestação de serviços. Afinal, há o fornecimento de uma infraestrutura digital de armazenamento de dados — o que inclui todos os cuidados e processos relacionados à segurança, eficiência, redundância e conectividade, por exemplo.

Sendo assim, o ideal é que o provedor de Colocation elabore esse documento junto com o cliente, de forma ampla e personalizada. Dessa forma, eles listam os detalhes da relação e definem o que e como o serviço será disponibilizado.

Para garantir um relacionamento vantajoso e seguro para as duas partes, existem questões essenciais no SLA de atendimento. São eles:

  • Identificação detalhada do provedor e do cliente;
  • Informações sobre onde os dados serão armazenados;
  • Informações sobre o tempo de atividade;
  • Diretrizes, métricas e relatórios;
  • Detalhes sobre processos de segurança da informação;
  • Restrições e penalidades para o descumprimento do acordo.

Lembre-se de que o objetivo é o sucesso da parceria. Portanto, se sentir falta de algum detalhe importante, converse com a empresa e peça que a informação seja incluída no Acordo de Nível de Serviço.

4 motivos para avaliar o SLA de atendimento antes de contratar um provedor de colocation

A análise do SLA é um fator estratégico na hora de escolher o provedor de Colocation ideal para seu negócio.

Em primeiro lugar, vale ressaltar: sem SLA de atendimento, não há acordo! O documento é uma segurança para as duas partes, pois detalha processos e delimita responsabilidades.

Mas se você ainda está em dúvidas sobre sua importância, é interessante conferir os 4 benefícios a seguir. Eles te ajudarão a ter uma visão do papel desse acordo.

1.      Garantia da qualidade do serviço prestado

Quando uma empresa assina um contrato de prestação de serviço, ela espera que o provedor faça entregas de qualidade, certo? Porém, por vários motivos, isso nem sempre acontece.

Nesse sentido, o SLA de atendimento é uma garantia extra e definitiva de qualidade. Ao listar as métricas para mensuração do desempenho, ela facilita a gestão da parceria por meio de dados objetivos e já listados no início da relação.

Além disso, a “régua” que o SLA de atendimento estabelece serve para que o provedor jamais se perca na hora de prestar o serviço. Pois ele sabe que, no momento que o fizer, pode haver consequências.

Outro ponto é que o SLA de atendimento ajuda os provedores a seguirem os padrões internos e externos, adequando-se mais rapidamente às rotinas dos seus clientes.

2.      Traz transparência na negociação

Como pontuamos, o SLA de atendimento é o documento ideal para dar maior segurança aos envolvidos. Isso porque, é um documento com garantia legal que traz mais transparência à relação.

Caso o gestor perceba que o serviço está abaixo das expectativas, basta mensurar as métricas e evidenciar as cláusulas. Assim, ele pode garantir uma rescisão amigável do contrato, evitando prejuízos com a manutenção de uma parceira negativa.

3.      Confere credibilidade

O SLA de atendimento é também um instrumento de credibilidade para os envolvidos. Pense bem: ao contratar um provedor de colocation, sua empresa espera firmar uma parceria de longo prazo, o que só ocorre quando se tem a certeza de que o serviço tem qualidade, segurança e eficiência.

Nesse sentido, um parceiro que cumpre o SLA tem uma boa reputação no mercado. Isso facilita a seleção da empresa e, mais do que isso, te dá a tranquilidade para operar enquanto seus dados estão protegidos.

4.      Garante satisfação para quem contrata o Colocation

Por fim, se a sua empresa espera determinado nível de serviço de um provedor, defina-o no SLA de atendimento. Suporte técnico, gestão da conta, service desk, tudo isso pode ser incluído no documento, conforme sua demanda e a política do parceiro.

As melhores empresas do mercado oferecem SLAs flexíveis e completos, alinhados com as principais práticas nacionais e internacionais. Assim, o cliente tem satisfação garantida e pode aproveitar de todos os benefícios do Colocation, sem dores de cabeça ou quedas na qualidade.

SLA de Atendimento no Colocation: dicas para você avaliar e contratar o melhor parceiro

Vai contratar um provedor de colocation? Você já entendeu que o SLA é sua segurança de uma contratação confiável. Mas, ainda pode estar com uma dúvida muito importante: como identificar um bom SLA de atendimento no Colocation.

A seguir, selecionamos algumas dicas que te ajudarão. Acompanhe!

Observe a Classificação TIER do Data Center

A classificação TIER é um dos maiores indicadores de que um Data Center é confiável e resiliente. Portanto, questione o provedor sobre essa certificação:

  • Tier 1: nível básico, em que a infraestrutura não oferece redundância;
  • Tier 2: existe um nível mínimo de redundância energética e de refrigeração;
  • Tier 3: alto nível de redundância. O Data Center consegue se manter funcionando por 72 horas sem fornecimento de energia.

Avalie a qualidade do suporte e atendimento ao cliente

Para garantir uma relação duradoura com uma empresa de Data Center, é essencial que ela ofereça um suporte de qualidade. Nesse sentido, é válido conferir como os atuais clientes o avaliam.

Quer um exemplo? Veja como a Ascenty se empenha para garantir o melhor atendimento:

  • Suporte em regime Scalation List — inclusive, com o telefone do CEO;
  • Zona de Excelência na avaliação dos clientes — NPS acima de 85%;
  • Suporte em português, inglês e espanhol;

Ascenty: a melhor infraestrutura, com o melhor nível de serviço do mercado!

E, então, sua empresa, já conta com um Colocation de qualidade, com diretrizes claras, coerentes e bem detalhadas em um SLA de atendimento? Se a resposta é ainda não, conte com a Ascenty!

Líder absoluta do Quadrante ISG por 4 anos seguidos e eleita a Empresa do Ano de serviços de Data Centers pela Frost&Sullivan, a Ascenty garante o melhor serviço, personalizado para as necessidades da sua organização!

São 34 Data Centers em operação/construção, estrategicamente instalados no Brasil, Chile, Colômbia e México, interligados por uma rede de fibra óptica nova e própria de mais de 5.000 km de extensão. Aliás, essa rede também os conecta às estações de cabos submarinos de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza.

Que tal conhecer mais sobre as soluções de Colocation da Ascenty? Nosso time está pronto para te atender!

Colocation: como ele pode impulsionar seu negócio?

Que tal escutar este artigo ao invés de ler? É simples, prático, gratuito e você pode continuar fazendo suas tarefas enquanto se informa. Aperte o play acima e experimente!

Nos últimos anos, o Data Center deixou de ser apenas um ambiente tecnológico para se transformar em um elemento fundamental para o crescimento dos negócios. E, nesse cenário, o serviço de Data Center Colocation tem um papel estratégico. 

Com a expansão do uso e geração de dados, muitas empresas estão diante do enorme desafio de manter padrões de alta qualidade e continuar crescendo. Para isso, a única saída é aumentar a capacidade de armazenamento.

Contudo, hospedar mais servidores dentro da própria empresa demanda altos investimentos e custos de propriedade. Além disso, com um budget de TI limitado, não é possível construir uma infraestrutura adequada — com as demandas de infraestrutura e energéticas que isso requer.  

Logo, a melhor alternativa para expandir a capacidade do data center é investir na modalidade Colocation, na qual a empresa entrega seus ativos para o provedor, alugando o espaço dentro de suas instalações. Quer conhecer um pouco mais sobre essa incrível solução? Continue a leitura!

Colocation: a melhor maneira de expandir seu data center

Expandir a infraestrutura atual ou construir novas instalações? Essa pergunta geralmente é feita pelos gestores quando um data center não consegue mais suportar as operações de TI da empresa e coloca em risco a continuidade dos negócios.

Nessa hora, nem sempre é simples tomar a decisão certa, afinal, existem muitos pontos a serem analisados. Porém, como mostraremos a seguir, algumas vantagens do Colocation reforçam a conclusão de que ele é a melhor maneira de expandir seu Data Center. Confira!

Redução de custos e economia de tempo

A redução de custos e a economia de tempo estão entre os maiores benefícios do Colocation. Isso porque, a solução é mais eficiente, gera um retorno mais rápido sobre o investimento e exige um menor tempo para a sua implantação.

Por outro lado, quem constrói seu próprio centro de dados precisa esperar meses (e até anos) para o início da operação e ainda deve investir uma grande quantia. Logo, se você quer uma alternativa imediata, investir nos serviços de um provedor de Colocation pode ser uma opção.

Flexibilidade e personalização na medida certa

Ao optar pelo serviço de Colocation, a empresa contará com servidores adicionais, projetos flexíveis e personalizados, de acordo com as suas necessidades. Além disso, poder usufruir da infraestrutura de um data center com alto nível de segurança e disponibilidade.

Todos os Data Centers da Ascenty  são construídos seguindo os mais rígidos padrões internacionais. Assim, oferecem a redundância e a confiabilidade necessárias para a operações ininterruptas de um ambiente de missão crítica.

Monitoramento e suporte ativos

O Colocation também é mais vantajoso do ponto de vista do suporte técnico. Nesse formato, a organização pode contar com suporte do ambiente de Colocation: 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano.

Portanto, se você quer ter a certeza de que os ativos de TI da sua empresa estarão hospedados sob a administração de times de especialistas certificados em infraestrutura, o Colocation é a escolha certa.

Total compatibilidade e integração com a sua infraestrutura

Algumas empresas também optam por combinar seus próprios centros de dados com os serviços de Colocation para satisfazer as suas necessidades.

Uma instituição financeira, por exemplo, pode utilizar uma instalação de Colocation para armazenar informações não estratégicas. Além disso, pode manter uma infraestrutura própria para garantir a segurança de dados sigilosos, com uma boa conectividade é possível integrar e compatibilizar a infraestrutura.

Características do Colocation que contribuem com a expansão do seu negócio e infraestrutura digital

Realmente, não é simples expandir a infraestrutura tecnológica. Afinal, é necessário contar com recursos financeiros e um bom espaço físico para alocar os equipamentos, de acordo com as melhores práticas do segmento de TI.

O Colocation é uma decisão estratégica, capaz de impulsionar seus resultados e a expansão de sua infraestrutura digital. Tem dúvidas disso? Confira as características do modelo que vão mudar os rumos do seu negócio!

Redundância

Um dos fatores que mais preocupam os gestores é a paralisação dos serviços em virtude de problemas ligados à infraestrutura de TI. Com um centro de dados de alto nível, uma empresa diminui consideravelmente os problemas relacionados com a indisponibilidade de acesso aos sistemas.

Isso é possível porque o Colocation apresenta redundância em diversos equipamentos, como nobreaks e geradores de energia, além de processos que suportam todo o ambiente físico. Assim, garante a continuidade dos serviços, mesmo com a falta de eletricidade por um longo período.

Em outras palavras, a redundância de ativos contribui para a empresa continuar as operações, inclusive em cenários adversos.

Escalabilidade

O aumento da demanda por serviços digitais e pela análise das informações tem provocado uma busca incessante das companhias por uma maior infraestrutura tecnológica. Por outro lado, essa tarefa exige um grande planejamento e recursos financeiros, caso haja uma opção pela nuvem privada.

Um bom caminho é optar por provedores de data center que se destaquem pelo dinamismo e a flexibilidade. Dessa forma, é viável aumentar a capacidade de infraestrutura física em curto prazo.

Esse aspecto é muito importante, principalmente em momentos de pico, como as comemorações de fim de ano para o comércio. Ao crescer o potencial de gerenciar dados rapidamente, maiores são as condições de uma empresa manter seus serviços digitais disponíveis com eficiência.

Reposição ágil

Ao optarem por um data center próprio, as companhias têm como uma das principais dificuldades a reposição ágil dos equipamentos quando apresentam defeitos de forma inesperada. Dependendo da situação, esse problema pode prejudicar consideravelmente o andamento das atividades.

Com a contratação do regime de Colocation, uma empresa pode contar com um parceiro qualificado que executa a substituição de ativos enviados pelo cliente. Assim, é possível ganhar agilidade na montagem da infraestrutura adequada para manter os serviços funcionando de acordo com a demanda institucional.

Adotar o Colocation: a decisão mais estratégica

Os serviços de Colocation são viáveis para a maioria das empresas que desejam controlar seus próprios recursos de data center. Em razão dos seus diferentes benefícios, inúmeras companhias em todo o mundo estão adotando esta modalidade para expandirem seus data centers.

Segundo um estudo da Absolute Reports, para o mercado global de Colocation, há uma previsão de um crescimento de US$ 50,1 milhões em 2022 para US$ 110,3 milhões em 2029. Isso representa um a um CAGR de 11,9% de 2023 a 2029.

Para contratá-lo, a empresa deve entrar em contato com o provedor, informar suas necessidades e, em seguida, migrar as suas cargas de trabalho para a infraestrutura terceirizada.

A partir daí, o provedor fica responsável pela manutenção da infraestrutura, além de:

  • energia elétrica;
  • suporte;
  • refrigeração;
  • segurança física e de acesso;
  • combate a incêndios;
  • garantia dos níveis de disponibilidade e redundância de todos os equipamentos.

Benefícios do serviço de Colocation Data Center

Ainda em dúvidas sobre esse investimento? Toda decisão estratégia requer análises aprimoradas e conscientes. Por isso, além de tudo que apresentamos até aqui, é importante falarmos sobre os benefícios do Colocation Data Center

Em primeiro lugar, toda a concepção dessa solução é baseada em um ideal: economia de escala. Assim, em vez de gastar dinheiro com a construção e manutenção de uma infraestrutura própria, é possível eliminar esses custos com a utilização de uma infraestrutura compartilhada, fornecida por um provedor especializado.

Dessa forma, é possível eliminar uma série de gastos do orçamento empresarial e compartilhá-los com outros usuários da mesma infraestrutura, como:

  • instalação e manutenção dos ativos;
  • espaço;
  • segurança;
  • conectividade;
  • energia elétrica;
  • redundância.

É por isso que o Data Center Colocation é a opção mais interessante para a maioria dos negócios atuais. A menos que você tenha demandas muito específicas, é importante avaliar essa opção que te dispensa de todo o custo e trabalho de manter um ambiente exclusivo.

Lembrando que esse modelo também pode poupar uma enorme quantidade de tempo que seria necessário para construir uma instalação autônoma, permitindo um arranque relativamente rápido.

Muito mais benefícios com o Colocation

Os benefícios adicionais para serviços de Colocation incluem a confiabilidade, qualidade e custo de conectividade. O provedor compra uma largura de banda em grande quantidade, assim o preço pago é inferior ao praticado no varejo, e essa economia é repassado para os clientes.

Além disso, os data centers desses provedores são estrategicamente posicionados, ficando mais próximos dos usuários dos serviços. Dessa forma, a latência é reduzida com as melhores ligações de nível 1 backbones de internet, com redes redundantes sempre disponíveis, isso faz com que a conectividade dos clientes possa ser mais rápida do que tradicionalmente em sua empresa.

Outra razão para investir no Colocation Data Center é a maior segurança dos dados cruciais e sensíveis. Esse é um benefício que as empresas muitas vezes ignoram na hora de escolher a localização para seus servidores.

Nesse sentido, destaca-se que a maioria dos data centers Colocation espalhados pelo mundo oferecem os ambientes mais seguros possíveis, incluindo:

  • sistema elétrico ininterrupto e redundante;
  • controle de temperatura e umidade;
  • filtragem do ar;
  • proteção passiva e ativa fogo;
  • monitoramento de vídeo;
  • controle de acesso por cartão de proximidade, reconhecimento de voz ou de impressão digital;
  • equipe de segurança no local.

Por fim, precisamos destacar a capacidade de escalar a sua instalação e crescer rapidamente, sem precisar construções adicionais e longos atrasos no aumento da largura de banda disponível. Em um Colocation, você pode simplesmente adicionar outro rack quase imediatamente.

Colocation de ponta é com a Ascenty!

Embora todos os pontos apresentados acima sejam grandes motivos para investir em um Data Center Colocation, precisamos enfatizar que o sucesso de sua decisão está intimamente relacionado à escolha do provedor.

Em outras palavras, é indispensável se unir a um parceiro confiável e experiente ao expandir o Data Center. Uma boa escolha faz toda a diferença para o processo de transformação digital do negócio e, claro, para a oferta de serviços diferenciados ao público-alvo.

Portanto, a Ascenty é a melhor escolha! Em 2023, pelo quarto ano consecutivo, fomos eleitos a empresa líder do quadrante de Colocation no Brasil, referência em toda a América Latina.

Temos um compromisso com qualidade e respeito aos nossos clientes que nos acompanha em todas as etapas. Com um forte investimento em infraestrutura de TI e profissionais de ponta, garantimos que sua empresa tenha as condições ideais para crescer e se destacar no mercado.

A Ascenty tem os maiores Data Centers do país e da América Latina e um serviço personalizado, pronto para te ajudar a identificar a solução que melhor atende suas necessidades. Por isso, não perca tempo e não corra riscos!

Entre em contato agora mesmo com nossos especialistas! Queremos ajudar seu negócio com a melhor infraestrutura digital possível!

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As 9 grandes tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil em 2024

Que tal ouvir o conteúdo? Aproveite essa comodidade do blog da Ascenty!

Os últimos anos foram desafiadores para o segmento empresarial, não é mesmo? A pandemia e, posteriormente, a retomada à vida normal geraram mudanças e abriram caminho para grandes tendências de tecnologia no mercado de Data Center no Brasil.

Com a infraestrutura digital se tornando cada vez mais vital para o home office e desenvolvimento dos negócios, os Data Centers estão em destaque. Mas o que esperar para 2024?

A Ascenty é líder em Data Center e conectividade no Brasil e na América Latina e reuniu algumas tendências que devem movimentar o mercado este ano. 

O tema é de extrema relevância. Afinal, o mundo inteiro depende desse recurso para manter tudo funcionando — no escritório ou em casa. E para as empresas, é um dos principais pilares estratégicos para sua operação.

Sendo assim, aproveite o artigo e fique por dentro!

Os números não mentem: breve panorama sobre o mercado de Data Center no Brasil

Você sabia que o Brasil é o principal mercado de Data Center da América Latina? Segundo a consultoria CBRE, nosso país responde por 70% da oferta na região e 50% dos investimentos.

A verdade é que a pandemia contribuiu para antecipar uma verdadeira revolução, em que os dados são protagonistas e devem ser bem armazenados e gerenciados.

Esse cenário gerou um aumento no volume de transações e, também, está sendo impulsionado pela chegada em definitivo do 5G ao nosso território.

Segundo estudo da Arizton, o mercado de Data Center no Brasil deve atingir US$ 4,43 bilhões até 2028. Além disso, São Paulo é a cidade mais conectada, graças a presença de negócios digitais e importantes centros financeiros.

Nesse caso, a presença do maior Data Center da América Latina na região — o Vinhedo 1 da Ascenty — é mais um ponto positivo nessa equação. Outro ponto a se destacar é a conectividade dos Data Centers, inclusive com o início da operação previsto para 2023 do cabo submarino Firmina implantado pelo Google.

As 9 grandes tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil para 2024

Uma das principais dúvidas das organizações modernas é: “devo investir em um data center?”, seguida de “como melhorar minha solução de data center?”.

A maioria das companhias já identificou o grande valor em modelos mais flexíveis de trabalho. Com isso resolvido, é hora de testar limites e expandir sua capacidade produtiva. O que, neste caso, envolve o investimento em inovações.

Para 2024, as tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil podem ser divididas em várias áreas: infraestrutura, capacidade, conectividade e sustentabilidade. Que tal conferir as principais?

1.      Automação de tarefas em Data Centers

A automação já chegou aos data centers. Isso é um reflexo do aumento da demanda causado pela pandemia e tem reflexos positivos na qualidade e eficiência dos serviços prestados pelas empresas do setor.

Um bom exemplo é a instalação de robôs aspiradores de pó com sensores que medem a temperatura e o nível de umidade no ambiente.

É importante destacar que à medida que a escala dos data centers aumenta, o volume total de hardware e software a ser gerenciado ultrapassará em muito as capacidades da equipe humana.

Assim, a automatização de tarefas ajuda a otimizar o trabalho e o próprio funcionamento dos Data Centers. Além disso, pode aumentar a segurança e reduzir custos operacionais e de refrigeração.

2.      Escalabilidade

Quanto mais empresas necessitam de flexibilidade no seu ambiente digital, mais escala é exigida dos data centers. Para responder a essas demandas, soluções como Data Centers em Hiperescala ou o Edge Computing são ideais.

Desse modo, é possível lidar com as demandas e as cargas de trabalho mais facilmente, dando maior poder à empresa e estabilizando suas operações digitais.

É por isso que cada vez mais empresas vêm investindo em hiperconvergência, que virtualiza os elementos de hardware e os define por software.

3.      Segurança e proteção de Data Centers 

Com as ameaças cibernéticas se tornando mais complexas e lesivas, os cibercriminosos estão de olho nos Data Centers. Afinal, eles são considerados verdadeiros baús de tesouro — repletos de dados e informações valiosas.

Felizmente, as empresas do setor estão investindo em segurança avançada, blindando os ambientes e seus serviços. Naturalmente, isso depende da escolha estratégica e consciente de um bom fornecedor.

A Ascenty, por exemplo, prioriza ações de segurança em todos os seus Data Centers. Do planejamento à gestão dos ambientes, nada passa despercebido para que seus dados estejam sempre bem armazenados. Portanto, estamos diante de uma das grandes tendências de tecnologia para o setor.

4.      Data Centers sustentáveis

TI Verde não é só uma tendência, mas uma realidade da indústria de data centers. Afinal, todos sabemos que o funcionamento dessas estruturas exige um alto consumo de energia.

A sustentabilidade é uma iniciativa global que já chegou ao mercado de Data Center no Brasil. Assim, é possível potencializar a capacidade da tecnologia reduzindo a emissão de gases do efeito estufa e o consumo de energia com TI.

Lembrando que é necessário contar com uma abordagem multifacetada, examinando tudo: da produção de energia até o uso de água.

Uma das iniciativas é o investimento de grandes players do mercado na Certificação ISO 14.001. Ela comprova o comprometimento da empresa e a implementação de processos eficazes para melhorar a gestão ambiental.

5.      Aumento do uso da Inteligência Artificial

Sabemos que Inteligência Artificial não é exatamente uma novidade, mas seria um erro não considerá-la uma tendência de tecnologia do mercado de Data Center no Brasil. Afinal, a tecnologia está em plena expansão no setor.

Não estamos falando de uma evolução hollywoodiana, na qual robôs ocupam tarefas do dia a dia. A ideia é o uso de algoritmos cada vez mais complexos e capazes de potencializar as tarefas digitais.

Dentro dos Data Centers, eles automatizam processos repetitivos e permitem que os talentos humanos se dediquem ao que mais importa: na criação de soluções e na resolução de problemas.

6.      Multicloud

Sua empresa já ouviu falar da multicloud? Essa solução é uma das melhores escolhas para organizações que buscam mais escalabilidade, disponibilidade e segurança para sua infraestrutura de dados.

A multicloud é uma combinação de diferentes provedores e serviços de nuvem. Como um combo com as melhores opções, sejam elas públicas, privadas ou híbridas.

Uma das suas grandes vantagens é que, ao contrário da nuvem híbrida, elas podem ser interdependentes. Ou seja, não precisam ser integradas — o que traz mais flexibilidade e autonomia para configurar a sua infraestrutura de dados.

7.      Edge Computing

Com a crescente do mercado de IoT e mais consumidores ansiosos por serviços de conteúdos digitais, a demanda por redes de alta disponibilidade será maior do que nunca em 2024.

Por isso, as empresas preocupadas em oferecer uma melhor experiência aos seus clientes devem recorrer às soluções de Edge Computing, ou computação de borda.

Em vez de centralizar seus ativos digitais em uma única (e muitas vezes distante) localidade, eles podem criar uma rede versátil que mantém os dados próximos aos usuários finais e maximiza o desempenho.

8.      Mais conectividade à frente

Um Data Center sem conectividade é como uma ilha, não é mesmo? Exatamente por isso, uma das grandes tendências e demandas do mercado brasileiro é a busca por mais conectividade.

As empresas precisam ter acesso rápido e facilitado às suas informações, já que o consumidor não quer perder tempo. A Ascenty já está investindo nesse aspecto há muitos anos e, inclusive, tem uma rede de fibra óptica própria conectada a todos os cabos submarinos do Brasil.

E mais: nossos Data Centers estão conectados com todos os Cable Landing Stations internacionais. Ou seja, nossos clientes têm máxima conectividade e eficiência à disposição.

9.      Aumento da demanda por Colocation

Seguindo uma tendência mundial que prioriza o uso como serviço, estamos presenciando um aumento da demanda Colocation no mercado de Data Center do Brasil. Isso significa que mais empresas estão deixando de investir em infraestruturas próprias.

Para responder a essa procura, as empresas estão investindo na construção de novos Data Centers e na otimização de seus serviços. A Ascenty, por exemplo, já conta 34 Data Centers em operação e/ou construção.

Aproveite as tendências de tecnologia e impulsione seu negócio!

O que você achou das tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil? O ano de 2024 e os seguintes reservam boas expectativas para o setor e isso refletirá em todo o mercado e no próprio desenvolvimento do país.

Como gestor e empresário, sua missão é aproveitar esses avanços a favor de seus resultados. Afinal, a melhoria contínua dos processos e da infraestrutura digital de sua empresa conduzem a um cenário de mais competitividade e lucratividade.

Para te ajudar um pouco mais, selecionamos mais um artigo do blog que pode te ajudar. Veja aqui como fazer uma migração de Data Center com segurança e eficiência!

Entenda como a Ascenty pode assumir o papel da TI estratégica da sua empresa

Que tal ouvir este conteúdo ao invés de ler? Basta apertar o play logo acima e aproveitar essa comodidade do blog da Ascenty!

Muitas empresas não possuem uma TI estratégica, um fato que pode ser a razão por trás de seus fracassos e da falta de crescimento no negócio.

Mas afinal, como uma TI estratégica, calcada em um planejamento propositivo, baseado em tecnologias modernas e cujos objetivos contribuem para as metas organizacionais, pode transformar uma empresa? Bom, a resposta está na própria pergunta acima.

Uma TI estratégica é eficaz e valiosa. Afinal, possibilita que o setor alinhe seus recursos de TI e tecnologia com os objetivos de negócios e maximize o retorno do investimento. Além disso, o planejamento estratégico de TI garante que uma empresa seja responsável e permaneça no caminho certo com suas metas de TI e de negócios.

Que tal entender mais sobre o tema e conferir como a Ascenty pode ajudar a transformar o setor de Tecnologia e Informação em um braço estratégico do seu negócio?

Qual é a necessidade de uma TI estratégica para as organizações atualmente

Uma TI estratégica nada mais é do que a forma que uma empresa considera o setor de tecnologia em sua estrutura organizacional. Nesse sentido, a TI é encarada como um player crucial para o sucesso das operações. Assim, ela conta com um planejamento estratégico extenso e aprofundado, que detalha como a tecnologia e os processos devem ser utilizados para cumprir com os objetivos organizacionais.

Esse planejamento pode ser composto de várias maneiras, seja como um plano de ação ou um roadmap da cadeia de valor do setor para a empresa. Mas qual a necessidade disso para uma organização?

Em poucas palavras: uma TI estratégica pode ajudar sua empresa a compreender a melhor maneira de alocar seus recursos de maneira eficaz, bem como a melhor forma de direcionar seus esforços para a melhor tomada de decisão.

É essencialmente um roteiro para as empresas, um suporte para que entendam e se familiarizem com todas as áreas de TI, permitindo que elas tomem decisões inteligentes com base em informações para impulsionar o crescimento.

Entre os benefícios dessa transformação no setor de TI, podemos mencionar:

  • Abordagem que unifica o processamento e compartilhamento de informações, assim aumentando a eficiência, melhorando a colaboração e minimizando erros.
  • Permite a coleta, processamento, governança e análise de dados, contribuindo para adoção de estratégias e tecnologias impulsionadas por IA e big data para business intelligence.
  • Abordagem holística e completa da segurança cibernética para que você possa proteger efetivamente os dados de clientes e funcionários.
  • Melhora a resiliência de TI e minimiza os altos custos relacionados ao tempo de inatividade prolongado.
  • Permite que seu departamento de TI tenha um papel prático na distribuição de recursos e no planejamento de projetos.
  • Melhora a comunicação entre a TI e os outros líderes de departamento para alcançar um melhor alinhamento.
  • Otimiza o atendimento ao cliente, bem como sua experiência geral, de modo a potencializar os resultados e reduzir custos de retrabalhos e erros.

TI estratégica: quais os desafios de fazer essa gestão que traz mais valor ao setor?

Agora, quais os principais desafios para que o seu negócio implemente uma TI estratégica e realmente valiosa para sua organização? Afinal, mudar a direção de gestão de um setor tão importante não é uma tarefa fácil.

Em geral, o principal (e mais complexo) processo é a auditoria do seu negócio e da infraestrutura de TI. Essa auditoria tem como objetivo conduzir uma análise aprofundada das políticas de TI da sua empresa, operações e toda a infraestrutura.

Ele investiga se os sistemas atuais estão realmente atualizados, alinhados com as melhores práticas do setor e alinhados com seus objetivos de negócios. A auditoria também deve descobrir quaisquer riscos associados à sua infraestrutura de TI e fornecer as próximas etapas para ajudar a reduzir esses riscos.

Além disso, quando falamos de um planejamento estratégico, trata-se essencialmente de definir a direção do setor. Nesse sentido, os principais desafios podem ser relativos a:

  • Uma definição ruim dos objetivos;
  • Falta de alinhamento dos líderes de setores;
  • Falta de habilidade e recursos para mapear o progresso;
  • Falta de conexão dos funcionários e líderes à estratégia;
  • Falta de indicadores-chave de desempenho para medir corretamente.

Entenda como a Ascenty pode ser a sua principal aliada para uma TI mais estratégica

Você sabia que a Ascenty, líder em Data Centers em toda América Latina, pode contribuir para tornar sua TI estratégica?

Primeiro, você conta com soluções completas de Data Center, como o melhor serviço e infraestrutura de Colocation do mercado, além de várias ofertas complementares, como o Smart Hands, Work Areas e um posicionamento geográfico favorável para suportar estruturas de Disaster Recovery.

Além disso, sua empresa pode aproveitar do melhor guarda-chuva de soluções de conectividade, com ofertas como o Cloud Exchange, Conexão com os principais Internet Exchanges do mercado, Cross Connect que viabiliza sua conexão com a operadora que melhor atenda o seu negócio, Banda IP para manter seu ambiente conectado com a internet e muito mais.

O Cloud Connect é também uma forma de aproximar sua empresa dos principais provedores de serviços e soluções na nuvem do mundo. Sem esquecer das soluções de alta capacidade de transmissão, como o DWDM, uma solução que proporciona conexão de alta velocidade e desempenho com uma única fibra óptica. Solução essa que viabiliza replicações de storages e interconexões de altíssima capacidade.

Além disso, a Ascenty hospeda as principais infraestruturas de Internet Exchange — que se trata dos Pontos de Interconexão dos IX (estruturas físicas localizadas na ponta de várias redes), capazes de melhorar a troca de dados e impulsionar o crescimento do seu negócio.

Esses, é claro, são apenas alguns dos serviços e produtos da Ascenty, empresa altamente certificada e, entre outras coisas, alinhada com a causa da sustentabilidade.

Entre eles, o selo ISO 50001, que atesta a implementação de sistemas de gestão de energia, e o ISO 14001, que define os requisitos para implementação de um sistema de gestão ambiental.

O melhor? A Ascenty conta com 34 unidades de infraestruturas de Data Centers (em funcionamento ou construção) em locais estratégicos, tanto do Brasil, como no Chile, México e Colômbia.

E você, preparado para tornar sua TI estratégica? Converse conosco e entenda como a Ascenty pode transformar seu negócio!

Data Center Verde: como esse conceito é capaz de trazer redução de custos gerais nas empresas

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Cada vez mais o setor de TI e as empresas estão se voltando para o conceito de TI Verde e sustentabilidade. Assim, a adoção do data center verde é cada vez mais comum. Agora, por que isso é importante e como o investimento em um data center mais sustentável pode ajudar seu negócio?

Veja bem: de acordo com dados da Phys, o envio de um e-mail curto gera cerca de quatro gramas de CO2 à atmosfera. Pense no quão relevante é esse número considerando apenas o número de e-mails trocados todos os dias, que facilmente ultrapassam a casa dos bilhões.

Nesse sentido, o data center verde é uma resposta tecnológica para reduzir a pegada de carbono e manter o planeta mais sustentável. Que tal entender mais? Neste conteúdo, nós te explicamos tudo sobre data center verde e a importância deste recurso. Confira!

Data center verde: o que é?

Hoje, investir em um data center verde é uma questão tanto de inovação, quanto de garantir um futuro sustentável para as organizações. Por exemplo, conforme estudo publicado pelo portal Terra, quase 22% das empresas de tecnologia não têm sustentabilidade como foco.

Esse é um problema, já que se trata de menos de um terço das organizações atuais. No entanto, o futuro do data center verde é bem promissor. De acordo com a Environmental Leader, o mercado para esse tipo de data center deve crescer anualmente 14% até 2032. Ou seja, se hoje a sustentabilidade não é foco, ao menos já é um tema pilar no planejamento das empresas.

Agora, o que é um data center verde? Semelhante a uma estrutura de dados e servidores comuns, o seu objetivo é armazenar, gerenciar e processar informações. Porém, sua infraestrutura é pensada para minimizar o impacto ambiental.

Esse é um tema que já falamos aqui no blog, mas a relação entre data centers e tecnologias sustentáveis já vem de algum tempo. Afinal, quando operacionais, os data centers costumam ter uma grande exigência energética, especialmente no que diz respeito ao resfriamento das instalações.

O data center verde, portanto, é a exata resposta a esse problema, já que foi projetado para ter máxima eficiência energética.

  • Corredores frios e quentes: um sistema que possibilita o fluxo de ar quente e frio para equilibrar a temperatura ambiente.
  • Resfriamento: sistemas utilizam ar externo para resfriar data centers que estão localizados taticamente em temperaturas frias.
  • Centros de dados modulares: esses centros de dados com eficiência energética são transportáveis ​​e podem ser configurados rapidamente sempre que necessário.
  • Resfriamento evaporativo: várias tecnologias, incluindo almofadas de evaporação e sistemas de pulverização de alta pressão, diminuem o calor através da evaporação da água.
  • Recuperação e reutilização de calor: o calor desperdiçado após o uso de energia do data center é reutilizado para aquecer outros edifícios.
  • Umidificação ultrassônica: o ultrassom com eficiência energética cria a umidade necessária para executar alguns dispositivos em um data center.

Descubra por que a sua empresa precisa investir em um Data Center Verde

Ainda tentando entender se o investimento no data center verde vale a pena? Separamos algumas das razões para mostrar o real valor da sustentabilidade na gestão de dados e infraestrutura de TI, confira:

Menos consumo de energia

Um data center com eficiência energética é essencial para o crescimento e sucesso de qualquer negócio, o que torna a maximização da eficiência energética uma opção viável para qualquer empresa. A solução, por meio de tecnologias sustentáveis e a virtualização da TI, amplia a eficiência no consumo de energia.

Redução de despesas

Os data centers tradicionais consomem muita eletricidade, o que é uma das principais razões pelas quais esse é um serviço por vezes tão caro. Os data centers verdes consomem muito menos energia elétrica devido ao monitoramento contínuo e serviços sofisticados de gerenciamento de dados. Além disso, os data centers de energia verde podem reciclar eletricidade desnecessária e fazer bom uso dela.

Redução do impacto no meio ambiente

Se você tem acompanhado as notícias sobre pegada de carbono, provavelmente sabe que existem várias empresas tentando ativamente reduzi-la. O data center verde é uma solução perfeita para empresas preocupadas e engajadas com o tema.

Liderança de pensamento

Ao escolher um data center verde, as empresas podem assumir um papel de liderança na promoção da sustentabilidade.

Sustentabilidade corporativa

O compromisso com a sustentabilidade é capaz de ajudar as empresas a atrair e reter talentos, além de construir confiança com clientes e outras partes interessadas.

Pensando em terceirizar seu Data Center? O que levar em conta na hora de contratar um parceiro

Uma forma da sua empresa contar com um data center verde é com um parceiro de Colocation, capacitado e certificado no tema.

Sabia que a Ascenty pode ser a escolha ideal?

Líder em data centers em toda América Latina, a empresa possui o certificado ISO 50001, que comprova a implementação e manutenção de sistemas de gestão de energia. A Ascenty está ciente dos desafios da sustentabilidade no mundo da TI e dos dados — e atua de forma proativa para ser um motor da mudança.

Por isso, há anos vem investindo em uma infraestrutura tecnológica poderosa, segura, robusta e sustentável. Além disso, a empresa conta com outras certificações ISO em seu portfólio, como a ISO 14001, que garante uma operação em conformidade com as leis ambientais vigentes.

E então, que tal contar com um parceiro não apenas apto no tema de data centers verdes, mas especialista? Converse conosco e entenda como a Ascenty pode ajudar!

Gestão de Infraestrutura de TI: o que é e como fazer?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Que a boa administração do seu TI é essencial para o sucesso do seu negócio, não há dúvidas. Mas você sabe o que é, na prática, a gestão de infraestrutura de TI e como realizá-la?

Entender a relação entre o conceito e a prática pode fazer toda diferença no futuro da sua operação. Isso porque o departamento de TI é, cada vez mais, uma parte estratégica do negócio. Desse modo, cuidar de seus recursos é essencial para assegurar a continuidade operacional e o crescimento saudável do seu negócio.

Afinal, se todos os processos — ou, ao menos, boa parte deles — acontece no meio digital e depende de dados, é de suma importância que sua organização garanta o correto funcionamento da infraestrutura de TI, certo?

Neste artigo, iremos nos aprofundar no tema e explicar tudo sobre a gestão de infraestrutura de TI. Preparado para aprender mais? Confira!

Gestão de infraestrutura de TI: o que é?

A gestão de infraestrutura de TI é o conjunto de boas práticas, processos e ações que visam a administração dos componentes que compõem o departamento de Tecnologia da Informação de uma empresa. Neste conjunto, inclui-se o gerenciamento dos recursos, equipamentos, processos e da equipe por trás do TI do negócio.

Porém, vale dar um passo atrás para entender exatamente o que compõe a infraestrutura de TI de uma organização. Você sabe o que faz o seu negócio funcionar e se manter disponível?

Entre os principais elementos, estão:

  • redes;
  • hardwares;
  • softwares;
  • servidores;
  • data centers;
  • sistemas operacionais;
  • provedores de serviços na nuvem;
  • entre outros.

Assim, a gestão de infraestrutura de TI serve tanto para administrar e realizar a manutenção desses elementos, bem como estabelecer políticas, assegurar o compliance e seguir as boas práticas de governança corporativa.

Gestão de Infraestrutura de TI: como funciona?

Na prática, é impossível definir o funcionamento da gestão de infraestrutura de TI de uma ou outra maneira. Isso é, trata-se de uma função muito ampla e que lida com diferentes tipos de tecnologias.  Por isso, a tarefa é normalmente separada em várias categorias:

  • gerenciamento de rede;
  • gerenciamento de sistemas;
  • gerenciamento de armazenamento.

A estrutura do software e dos sistemas de comunicação que permitem que uma empresa se conecte a uma rede é tratada pelo gerenciamento de rede. Aqui, falamos também de equipamentos como roteadores, cabeamentos ou uma ponte de comunicação.

O gerenciamento de sistemas é o processo pelo qual as organizações acompanham a evolução da comunicação, bem como registram os ajustes de TI necessários para a manutenção operacional.

Isso facilita a missão de acompanhar as melhorias de TI e as novas tecnologias.

Por fim, o gerenciamento de armazenamento lida com a armazenagem e segurança dos dados. É essa categoria que avalia os provedores de serviços na nuvem, por exemplo.

Pode-se dizer que a função exercida pelo time de gestão de infraestrutura de TI se ocupa dos bastidores operacionais de um negócio.

São eles os responsáveis por manter as operações diárias em funcionamento (incluindo internet, e-mail, disponibilidade e acessibilidade aos dados). E claro, por isso, a equipe em si depende muito de soluções de gerenciamento e monitoramento em tempo real ou quase real para manter a produtividade.

Qual é a importância dessa atividade para o seu negócio?

Ao alinhar a gestão de infraestrutura de TI com a sua estratégia de negócios, é possível aproveitar todo potencial da tecnologia para criar valor à empresa. Assim, em vez de gerenciar cada linha de negócios separadamente, você pode convergir o gerenciamento de todas as diferentes instalações de TI, armazenamento, aplicativos, servidores, sistemas de segurança e redes.

O objetivo do gerenciamento de infraestrutura de TI é trazer controle e estrutura para os processos e funções que são responsáveis ​​por várias operações técnicas em ambientes físicos e virtuais.

Além disso, também ajuda a mitigar os esforços, melhorar o fluxo de informações, garantir a conformidade com os regulamentos do setor (como a LGPD), reduzir os custos gerais de TI, aumentar a produtividade dos negócios e minimizar o tempo de inatividade.

Entre os principais benefícios, podemos mencionar os seguintes:

  • Expertise à disposição: você conta com um time especializado que pode ficar de olho em todo aparato tecnológico da empresa.
  • Manter as melhores práticas: contar com profissionais experientes também aproxima sua empresa de 100% de compliance.
  • Mais controle: significa que você poderá lidar com as demandas de negócios com mais facilidade e eficiência.
  • Suporte 24×7: a capacidade de receber assistência quando você precisar. Assim, quando algo dá errado, há uma resposta imediata.

Como fazer a Gestão de Infraestrutura de TI na sua empresa?

As tarefas dentro da gestão de infraestrutura de TI variam de acordo com vários fatores, como o tamanho e a forma das redes de sua organização, bem como o nível de exigência da empresa.

Para simplificar, podemos mencionar cinco principais responsabilidades que todos os gerentes de TI encontrarão:

Sistema de segurança

A segurança dos sistemas abrange tudo o que é necessário para manter sua infraestrutura segura. Por isso, é necessário investir em:

  • Estabelecer segurança física;
  • Configurar e monitorar alertas;
  • Instalação de antivírus e firewalls;
  • Criptografar arquivos e comunicações confidenciais;
  • Implementar as melhores práticas de criação e alteração de senhas.

Padrões e práticas

O gerente de TI também é responsável por criar e implementar processos que garantam que toda a empresa esteja utilizando sua TI adequadamente.

Para isso, é indicado:

  • Treinar e aplicar os processos de manutenção e segurança de TI da empresa;
  • Avaliação de funcionários, contratados terceirizados e outros parceiros da empresa antes de permitir o acesso;
  • Garantir que todos os dados e documentos sejam descartados de forma adequada e completa.

Documentação e relatórios

O gerente de TI é responsável por:

  • Criar materiais de treinamento;
  • Manutenção de logs do sistema de TI;
  • Acompanhar e criar relatórios sobre o desempenho da infraestrutura.

Vale lembrar que os relatórios são importantes porque permitem que os gestores tenham insights acionáveis ​​sobre o desempenho de diferentes elementos de sua infraestrutura.

Monitoramento de desempenho

O complemento ao passo anterior é o monitoramento de indicadores-chave de desempenho, de modo a complementar os relatórios.

Alguns KPIs de TI populares incluem:

  • Dados de interrupção (frequência, tempo médio para resolver, tempo de inatividade total);
  • Armazenamento e utilização (utilização de RAM, espaço de armazenamento disponível);
  • Desempenho de rede (velocidades de upload e download, latência de rede).

Agora, que tal seguir na jornada de aprendizagem e continuar aprendendo mais sobre o tema? Nosso próximo artigo, “Como uma infraestrutura de qualidade pode contribuir para o seu negócio” é o conteúdo ideal para você”. Leia agora!

6 dicas de ouro para garantir disponibilidade de TI na sua empresa

Que tal ouvir o conteúdo?

Quando falamos do setor de TI de um negócio, a prevenção é sempre o melhor remédio. Na prática, porém, esse cuidado se trata de se preparar para eventuais problemas e assegurar, assim, a disponibilidade de TI. No entanto, como fazer para conseguir isso e o que esse tipo de investimento pode trazer de benefício ao seu negócio?

Bom, nos adiantamos para responder a segunda pergunta: com uma infraestrutura de TI estável, com alta disponibilidade, é possível suportar o crescimento desejado e melhorar a qualidade do serviço e do atendimento aos clientes. Tudo isso, claro, levando em conta as interações por meio digital: em seu site, aplicativo ou sistemas fornecidos.

Sua empresa não trabalha com entregas digitais?

A disponibilidade de TI também é importante, já que assegura que a sua operação ocorra sem problemas, mantendo os níveis de comunicação estáveis, o tráfego de dados contínuo e as informações seguras.

Mas agora, voltando à primeira questão, como garantir a disponibilidade de TI em sua empresa? Separamos seis dicas primordiais que você pode aplicar em sua operação para aproveitar de uma infraestrutura de TI mais confiável. Confira! 

A importância da alta disponibilidade de TI para o seu negócio

A verdade é que, se você quer que o seu negócio continue no caminho do crescimento, é preciso assegurar que a sua infraestrutura tecnológica esteja à altura do sucesso pretendido.

A alta disponibilidade de TI ajuda sua empresa a aumentar a produtividade e ficar à frente do jogo em seu campo de atuação. Além disso, seus funcionários dependem da tecnologia para realizar seus trabalhos e, como responsável por uma empresa, você precisa fornecer os recursos tecnológicos necessários para que eles desempenhem com eficiência.

Problemas operacionais, como falhas de hardware e má conectividade, dificultam os fluxos produtivos de seus times, ocasionando na perda de prazos, qualidade, entre outros.

A infraestrutura de TI — que inclui componentes como hardware, software, rede e servidor — ajuda sua empresa a atingir suas metas operacionais para que os funcionários possam trabalhar sem interrupções.

Esses componentes trabalham juntos para facilitar a comunicação, a troca rápida de informações e o compartilhamento seguro de dados em seu local de trabalho digital.

Na prática, uma boa infraestrutura de TI não apenas aumenta a eficiência dos colaboradores, mas também permite que sua equipe de TI dimensione as operações sem problemas.

Mas como garantir a alta disponibilidade de TI? Confira as nossas dicas a seguir: 

1 – Monitore continuamente o seu ambiente de TI

Qual o desempenho da sua infraestrutura e ambiente de TI? Você sabe os números de downtime do último mês, semestre ou ano?

Se sim, o que fez para reduzi-los?

É importante monitorar constantemente a performance da sua infraestrutura, de modo a compreender na prática se o seu ambiente dá conta das demandas atuais. E para o futuro, uma projeção é importante: seu ambiente é escalável o suficiente para lidar com as necessidades esperadas?

Importante ter esses levantamentos — sobre o passado, presente e futuro — em mãos!

2 – Identifique e resolva os gargalos da área

Uma boa maneira de assegurar a disponibilidade de TI é mapeando as falhas e gargalos produtivos e operacionais.

Ao manter um olho sempre atento nos problemas — bem como profissionais sempre dispostos a resolvê-los — você evita situações críticas e emergenciais.

3 – Conte com um plano de Disaster Recovery

O Disaster Recovery é um plano de segurança de todos os dados do seu negócio.

Afinal, apesar de toda resiliência da nuvem, situações críticas acontecem e podem afetar os servidores físicos das empresas, como tempestades, enchentes, ataques hacker ou mesmo falhas provenientes de erros humanos.

O DR é uma maneira de assegurar que seus dados sejam salvos em mais de uma localização, atualizados a cada hora (ou mesmo minutos). É um serviço que sua empresa pode terceirizar a fim de garantir maior proteção às informações do negócio.

4 – Não descuide do backup

Certifique-se de que todos os seus dados sejam copiados regularmente. Isso ocorre porque, mesmo que você tenha a rede mais segura, ainda há uma chance de que ela possa ser invadida.

Portanto, para evitar perdê-lo no caso de um hacker ou outro problema, certifique-se de ter várias cópias de seus dados.

5 – Tenha redundância de Data Centers e outros equipamentos

Quando falamos de disponibilidade de TI, nos referimos também à redundância dos seus data centers e outros equipamentos.

Basicamente, trata-se do conceito de repetição de componentes críticos para o funcionamento de um serviço. Na TI, isso pode ser dito dos data centers, componentes de rede e conectividade, entre vários outros.

O objetivo é assegurar a operação contínua dos serviços, evitando também a perda de dados.

Desse modo, um ambiente redundante pode, por exemplo, suportar a queda de um data center, conectando-se automaticamente a outro, com a função de substituí-lo (temporária ou definitivamente).

6 – Utilize os recursos da nuvem

A computação em nuvem é uma ótima maneira de gerenciar informações, em vez de em seu próprio servidor. Isso é mais seguro do que armazenar dados por conta própria, além de ser mais barato porque os usuários da nuvem pagam apenas pelos serviços e armazenamento que usam.

Conte com a Ascenty para ajudar a melhorar a disponibilidade de TI da sua empresa

Sabia que a Ascenty pode ajudar sua empresa a garantir total disponibilidade de TI?

Maior empresa de Data Centers de toda América Latina, a Ascenty oferece serviços exclusivos e de altíssima qualidade para empresas de todos os tipos, em todo território brasileiro.

Entre eles, podemos destacar:

Colocation: serviço completo de locação de infraestrutura de Data Center, contando padrões mundiais de redundância, segurança e gestão.

Disaster Recovery: distribuição de Data Centers estratégica, garantindo uma cobertura completa para seu ambiente de TI, além de processos e práticas desenvolvidas em cima de um conjunto de políticas e procedimentos avançados, que possibilitam recuperação total da sua infraestrutura de tecnologia, se necessário.

E vários outros, pois a lista é enorme e se adapta às suas necessidades.

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Automação de Data Center: por que investir nessa solução?

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A inovação figura entre os atributos mais importantes para o crescimento empresarial. Em tempos de Transformação Digital e mudanças constantes, é preciso estar alinhado às novas demandas, garantindo operações cada vez mais eficientes, amplas e digitais. Nesse cenário, a Automação de Data Center desponta como uma necessidade.

No entanto, muitos negócios ainda não têm a devida compreensão sobre os impactos e benefícios dessa prática. Pensando nisso, preparamos este conteúdo para mostrar a importância do Data Center e os reflexos positivos que a sua automação pode representar no mercado atual. Acompanhe!

Qual a função do Data Center?

De maneira geral, a principal função de um Data Center é fornecer acesso a estrutura que comporte os recursos computacionais para as empresas, os quais são indispensáveis as mais diferentes atividades e setores.

Assim, por meio de uma instalação física centralizada, equipada com computadores, servidores, serviços de rede e outros recursos de TI, o Data Center é responsável por dar suporte às operações de empresas.

Esse ambiente é a base para alocação de recursos de TI, disponibilidade de sistemas e aplicações e, de forma mais abrangente, suportar a Transformação Digital dos negócios.

Qual a importância do Data Center?

Atualmente, tanto a utilização massiva de dados quanto a digitalização de processos são práticas extremamente comuns no mercado. Essa realidade, reflexo da Transformação Digital, é responsável por intensificar a demanda das empresas por recursos computacionais e grandes infraestruturas de TI.

Hoje, mais do que nunca, organizações de todos os portes e segmentos necessitam dos ativos de TI para promover o armazenamento e processamento dos seus dados. Além disso, é necessário hospedar sites, aplicativos e sistemas em tempo integral e com alta disponibilidade.

Por isso que os datacenters se tornaram parte integrante das operações empresariais, sendo vitais para o seu sucesso.

Por que investir em automação de Data Center?

A automação de Data Center, como a expressão já indica, é o processo de gerenciamento e automatização dos fluxos de trabalho relacionados à infraestrutura de TI desses ambientes. Contudo, ela não necessita de grandes interações humanas ou administrativas.

De forma prática, essa automação visa simplificar a gestão dos complexos ambientes de rede e dados, fornecendo mais controle, visibilidade e eficiências às equipes responsáveis.

Afinal, como mencionado, as empresas lidam com volumes cada vez maiores de dados e processos digitais, demandando estruturas computacionais robustas e altamente complexas.

Toda essa estrutura, sem dúvida, exige um grande esforço técnico e gerencial para que seja administrada eficientemente. No entanto, de forma manual, isso nem sempre é possível. É, então, que a automação se mostra necessária e potencialmente benéfica.

Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios de se optar pela automação de Data Center!

Otimização do tempo de sua equipe

De forma prática, a gestão do Data Center, a depender do porte do negócio e volume de serviços acessados, pode demandar um grande esforço operacional por parte das equipes. Ademais, ela pode gastar um tempo precioso da sua rotina — muitas vezes em atividades repetitivas e essencialmente operacionais.

No entanto, ao investir na automação, é possível não só otimizar os processos, tornando-os mais autônomos e gerenciáveis, mas simplificar a rotina das equipes, automatizando tarefas repetitivas e pouco estratégicas.

Com isso, o capital humano da empresa tem mais tempo para se dedicar aos processos estratégicos, aproveitando melhor a tecnologia.

Aumento da eficiência do Data Center

A automação de Data Center é uma das bases para o aumento da sua eficiência. Isso porque a implementação de processos padronizados, utilização de frameworks testados e recursos de automação tendem a tornar o gerenciamento da infraestrutura muito mais transparente.

Isso significa que as equipes passam a contar com o reforço da automação para identificar e corrigir falhas, monitorar o desempenho das máquinas e serviços, além de dados para subsidiar a tomada de decisão. Tudo isso, de uma forma ou de outra, contribui para que a empresa consiga extrair a máxima eficiência do Data Center.

Modernização da área de TI

Outro ponto positivo da automação de Data Center se relaciona à modernização da área de TI da empresa. Como se sabe, hoje, esse é um braço essencial para as operações e que está diretamente associado aos pontos mais estratégicos, por exemplo:

  • a gestão de dados;
  • reforço da conectividade empresarial;
  • armazenamento seguro da informação;
  • compliance de TI;
  • disponibilidade de serviços e plataformas;
  • equalização de custos operacionais ligados à gestão de TI;
  • integração de processos, ambientes e equipes.

Assim, ao seguir pelo caminho da automação, esses e outros muitos elementos assumem uma roupagem mais moderna, na qual disponibilidade, eficiência e segurança se tornam ainda mais presentes no dia a dia do setor de TI.

Na prática, a automação é um passo dado em direção ao máximo aproveitamento dos recursos de TI, sejam eles humanos ou materiais. Isso garante uma atuação empresarial mais alinhada com a Transformação Digital e com as boas práticas do mercado, refletindo diretamente no nível de competitividade da empresa.

Por que o Data Center é fundamental para todo tipo de negócio?

Independentemente do porte ou área de atuação da empresa, o Data Center exerce um papel crucial para o seu sucesso. Atualmente, mais do que nunca, os negócios dependem de seus ativos digitais e recursos de TI, já que praticamente tudo passa por eles.

Por exemplo, o Data Center é elementar para o bom funcionamento de sistemas de CRM e ERP. No mesmo sentido, são fundamentais para garantir a disponibilidade de redes, serviços e aplicações, das mais simples até as mais complexas.

Além disso, também existe a questão da segurança da informação, ponto sensível da atuação empresarial atual, que demanda proteção em tempo integral e mais privacidade. Esses elementos se reforçam em ambientes estruturados, gerenciáveis e que dispõem dos recursos de proteção mais robustos.

Por fim, o Data Center é muito útil aos negócios na hora de garantir a escalabilidade das operações. Ele fornece recursos computacionais de forma equilibrada e condizente com as necessidades do negócio, ao longo de toda a sua jornada de crescimento e inovação.

Como fazer a automação de Data Center de forma correta?

Até aqui, ficou claro que os Data Centers representam recursos de grande valor para os negócios, sejam eles de pequeno porte ou grandes organizações. No entanto, materializar a automação nesses ambientes não é algo simples, já que passa por diferentes aspectos e requer conhecimento especializado.

Por isso, a automação de Data Center precisa ser conduzida por profissionais especializados, conscientes das necessidades e implicações desse processo. Afinal, estamos falando de um quesito que interfere diretamente nas operações da empresa.

Assim, a confiabilidade precisa estar à frente dessa automação. É fundamental contar com o apoio de parceiros especializados e experientes, que dispõem do capital humano necessário para conduzir essa transformação e dos recursos materiais mais adequados.

Isso envolve a utilização de hardware de ponta e softwares eficientes, que apresentem um fácil manuseio e interpretação.

Por fim, é preciso ter em mente que de nada adianta ter à disposição os melhores equipamentos e softwares se tudo isso não for programado e gerenciado de maneira coerente, atendendo às necessidades da sua empresa.

Dito isso, mais uma vez, destacamos a importância de que o processo seja conduzido e apoiado por quem tem expertise no assunto. Dessa forma, a automação de Data Center tem todos os elementos necessários para ocorrer da melhor maneira possível.

Gostou deste conteúdo e tem interesse em seguir lendo e aprendendo mais sobre o tema? Então não deixe de acompanhar o blog da Ascenty!

Você já ouviu falar do conceito Digital First?

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Em um cenário no qual o digital está cada vez mais integrado à realidade dos negócios, conceitos como Digital First fazem ainda mais sentido, traduzindo um ideal de otimização compartilhado pela maioria das empresas: a digitalização de processos.

No entanto, apesar de simples e extremamente atual, Digital First ainda soa estranho em muitos ambientes. Por isso, preparamos este conteúdo para tratar sobre o tema e expandir os seus horizontes em relação às possibilidades e diferenciais que uma estratégia Digital First pode oferecer. Vamos lá!

Afinal, o que é Digital First?

Como a tradução livre do termo já indica, Digital First se trata de colocar os meios digitais em foco dentro das operações da empresa. Ou seja, é priorizar o uso de soluções inovadoras e que conduzam os seus processos a um formato cada vez mais digital.

Assim, muito mais do que investir em softwares, equipamentos de automação e recursos tecnológicos, Digital First representa uma forma disruptiva de enxergar a tecnologia. É focar ao máximo no potencial de otimização que ela é capaz de agregar, ainda que a partir de mudanças simples.

Qual a importância da estratégia Digital First? 

Muito em razão da Transformação Digital, a abordagem de negócios voltado ao Digital First vem se tornado o padrão nos mais diversos ambientes digitais. Na prática, isso se deve aos benefícios que o modelo é capaz de agregar. Confira, a seguir, os principais deles!

Otimização da marca 

Operações mais modernas, associadas à processos digitais, são essenciais no cenário atual. Como grande parte dos negócios estão se inserindo na Era Digital, seguir por esse caminho é uma estratégia muito positiva para fortalecer a marca, demonstrando uma postura de inovação e de alinhamento às práticas adotadas pelos grandes players do mercado.

Aumento do alcance operacional 

Uma das grandes vantagens de assumir uma atuação focada no digital é romper as barreiras geográficas, permitindo à empresa operar em ambientes que, antes, não era possível. Dessa forma, o Digital First abre portas para uma atuação de longo alcance, descentralizada, com mais oportunidades de negócios.

Nesse sentido, por exemplo, empresas locais, ao utilizarem plataformas de vendas online, alcançam consumidores em qualquer localidade, reforçando a sua competitividade no mercado.

Maior segurança 

Em regra, a abordagem Digital First tende a otimizar a segurança das operações da empresa, uma vez que está apoiada no uso da tecnologia e de recursos inovadores. Por exemplo, hoje é muito comum a utilização da computação em nuvem para armazenar documentos de forma segura.

No mesmo sentido, o uso de documentos digitais e tecnologias auxiliares, como a Certificação Digital, também agregam reforçam fortemente o quesito segurança, garantindo a autenticidade de informações em transações online.

Melhor acesso aos dados 

A estratégia Digital First também conduz à utilização mais estratégica dos dados. Nesse cenário, softwares de CRM e ERPs, por exemplo, são a base para operações orientadas a dados e para decisões mais assertivas, em diferentes frentes do negócio.

Como criar um plano de negócio Digital First? 

Se inserir a empresa na realidade Digital First está no seu radar, saiba que esse processo deve ser realizado de forma estratégica, a partir de um bom planejamento. A seguir, destacamos algumas das medidas que devem ser adotadas para otimizar essa transição. Confira!

Determine seus objetivos 

Como o universo digital é repleto de possibilidades e ferramentas para potencializar os resultadas da empresa, é fundamental definir objetivos e eleger prioridades na hora de materializar a abordagem Digital First em suas operações.

Evidentemente, existem muitos caminhos a serem trilhados e aspectos a serem modernizados em uma empresa. Por exemplo, os objetivos mais comuns das empresas envolvem:

  • aumentar as vendas;
  • otimizar a experiência do cliente;
  • implementar operações omnichannel;
  • digitalizar e automatizar processos, especialmente os repetitivos e mais burocráticos.

Com isso em mente, fica mais fácil direcionar os investimos, tornando-os mais alinhados aos objetivos e resultados que se pretende alcançar.

Tenha uma persona 

Como dito, o uso estratégico dos dados é um reflexo da abordagem Digital First. Nesse sentido, uma das possibilidades que os dados oferecem é mapear o consumidor, construindo uma persona.

A persona traduz um perfil ideal de cliente. Ela pode ser a chave para ajustar produtos e serviços, otimizar ofertas e potencializar o marketing, tornando tudo isso muito mais atrativo e valoroso para o seu público.

Realize um planejamento de conteúdo 

Com uma persona bem definida, mais um passo adiante pode ser dado: planejar o conteúdo que será ofertado a esse perfil de consumidor. Assim, como você já tem dados ricos sobre o seu cliente e tem mapeado o seu perfil, fica mais fácil oferecer conteúdos atrativos, que:

  • correspondem aos interesses;
  • atendem as necessidades;
  • são compatíveis com as características do público.

Defina seus KPIs 

Ser Digital First é, também, ser estratégico na hora de tomar decisões de negócios. Assim, um uso de KPIs é um dos pilares de qualquer estratégia digital. Os KPIs, na prática, são indicadores quantitativos da performance de determinados processos, fundamentais para se entender seus resultados e, mais do que isso, seu progresso.

Dito isso, a definição dos KPIs é uma etapa importante, pois existem diversos deles, cada um voltado para um determinado objetivo.

Como implementar essa estratégia na empresa? 

Bom, agora você já tem um planejamento Digital First bem estruturado, certo? Então, é hora de colocá-lo em prática e implementar essa estratégia na sua empresa. Para facilitar, esse processo, listamos algumas etapas indispensáveis para se alcançar o sucesso. São elas:

  • preparar e orientar as equipes para a mudança: em muitos casos, modernizar os processos da empresa significa romper com metodologias antigas, utilizadas a bastante tempo. Por isso, não é tão simples mudar os processos de uma hora para outra; é necessário preparar o terreno e instruir as equipes ao longo dessa jornada;
  • abrir a mente dos membros da empresa, mudando a sua mentalidade: falamos que é necessário preparar o terreno para as mudanças que se pretender fazer dentro da empresa. Para isso, o passo inicial é mudar a mentalidade dos colaboradores, mostrando os benefícios que a inovação pode trazer, mesmo que isso exija um grande esforço;
  • escolher as ferramentas certas para dar suporte às mudanças: a implementação do Digital First também requer um grande auxílio tecnológico, especialmente quando os processos serão migrados para um formato digital. Nesse sentido, é essencial escolher as soluções mais adequadas para a nova realidade — daí a importância de contar com parceiros especializados e preparados para auxiliar nesse processo.

Por fim, por mais desafiador que seja promover melhorias nos processos empresariais e romper com metodologias tradicionais, inovar é necessário. Ser Digital First requer ousadia e um pensamento disruptivo a todo momento.

Em um mercado tão dinâmico e competitivo, só alcança os melhores resultados aqueles que apostam alto e investem em um Transformação Digital contínua — e você já sabe como fazer isso, não é mesmo?

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SD-WAN x MPLS: Qual melhor opção para as necessidades do seu negócio?

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Muitos gestores que estão modernizando seu negócio se deparam com a questão SD-WAN x MPLS. Afinal, ambas tecnologias são utilizadas pelas empresas para fazer o gerenciamento e as operações de redes.

Entretanto, adotar a alternativa correta será decisivo para o desenvolvimento da sua organização, já que isso impactará na rotina dos colaboradores, nas suas finanças e na segurança.

Como essa escolha gerará muitos reflexos no negócio, é crucial que você leia este artigo no qual esclarecemos o conceito de SD-WAN, de MPLS, suas diferenças, entre outros tópicos relevantes. Acompanhe! 

O que é SD-WAN?

Software-Defined Wide-Area Networking (SD-WAN) é uma abordagem baseada em software para gerenciar a WAN (redes de longa distância). As organizações usam essa tecnologia para fazer uma conexão entre sua rede e data centers.

Além disso, ela também atua em ambientes na nuvem, dispositivos dos colaboradores que trabalham de suas casas, entre outras situações.

Esse recurso possibilita que os gestores gerenciem o tráfego de dados, podendo definir formas prioritárias de troca de informações, como banda larga ou redes móveis (como LTE e 5G).

Na prática, a partir dele, é possível definir se os dados escolherão um caminho mais curto, confiável ou econômico. O SD-WAN também fornece conexões de redes confiáveis e seguras.

O que é MPLS?

Multiprotocol Label Switching (MPLS) é um protocolo usado para transportar pacote de dados da forma mais eficiente e rápida. Em outras palavras, é um recurso utilizado para mover arquivos, dados, vídeos e áudios.

Trata-se de uma tecnologia já consolidada no mercado há muitos anos. Atualmente, é uma opção que serve para implementar novos serviços nas redes de computadores. A popularidade dessa ferramenta se dá pelo fato de contribuir diretamente para a competitividade do negócio.

Para isso, o MPLS é uma escolha da operadora cujo objetivo é mapear a rede privada de IP do usuário e para estruturar tabelas de roteamento virtual à rede. Com isso, pode ser feito o encaminhamento dos dados e de informações de rotas a outros sites do cliente.

SD-WAN x MPLS: quais suas principais diferenças?

Quando se fala em SD-WAN x MPLS, ambas as soluções são similares em seus objetivos, já que buscam facilitar a gestão e o tráfego de redes. No entanto, elas têm diferenças marcantes que podem fazer toda a diferença no desempenho da sua empresa no mercado.

De forma geral, o MPLS permite que os usuários baixem, acessem e consultem arquivos de modo mais seguro e veloz a partir de outros pontos. Isso acontece porque ela conecta de maneira direta dois pontos, o que também evita perdas na qualidade da conexão ou do sinal.

Já o SD-WAN traz várias alternativas de conectividade, podendo fazer com que as informações sejam trocadas tanto por banda larga como redes móveis. O gestor deve gerenciar o tráfego para fazer com que os dados mais relevantes sejam transmitidos pela conexão que gere menos perdas.

Nesse cenário, o MPLS se torna mais vantajoso, pois melhora o funcionamento de aplicativos em tempo real e ajuda na produtividade dos colaboradores.

Além disso, todas as informações serão obtidas em menos tempo e com alta qualidade de serviço (QoS). Por exemplo, videoconferências e serviços VoIP poderão ser utilizados na rotina com a garantia de que funcionarão perfeitamente.

Por que escolher a rede MPLS?

Uma rede MPLS acaba sendo a melhor opção para um negócio que deseja desempenho, simplicidade, escalabilidade e segurança. Conheça seus benefícios a seguir.

Performance

Você observará um ganho significativo na performance do sistema pelo fato do MPLS ser aplicado em uma conexão local dedicada e os pacotes em redes viajarem por rotas pré-determinadas.

Ademais, os roteadores não precisam conferir o IP em cada etapa, fazendo com que o roteamento consuma menos recursos se comparado ao SD-WAN.

Ainda se pode conquistar performance de diferentes formas, como:

  • As solicitações web são divididas entre diferentes rotas, o que evita congestionamento na rede e gargalos;
  • Se houver tempos de inatividade, o MPLS altera o tráfego para uma rota alternativa, assegurando continuidade das operações;
  • Os pacotes de dados têm maior eficiência e desempenho enquanto viajam na rede.

Simplicidade de uso

A rede MLPS pode ser utilizada pelos colaboradores assim que for instalada, sem precisar de configurações extras. Os usuários não precisam de conhecimento específico e não há outras complicações.

Como também, o MPLS é baseado na nuvem. Assim, a empresa que tem um parceiro estratégico e experiente em fornecer Data Centers poderá acrescentar novas conexões remotas sem precisar adquirir hardwares adicionais.

Essa tecnologia é viável em vários cenários de rede, o que facilita a escalabilidade.

Maior segurança

MPLS usa criptografia de ponta a ponta, permitindo que as informações se tornem ilegíveis para terceiros que tentem subtrair as informações.

Sendo assim, a tecnologia proporciona ainda maior proteção ao fluxo de múltiplos protocolos que têm padrões diferentes de criptografia, já que os dados não são conferidos pelos roteadores que os encaminham.

Quais as aplicações do MPLS?

São amplas as aplicações do MPLS, mas as principais delas são divididas nas áreas explicadas a seguir.

Engenharia de tráfego

Consiste em conduzir o tráfego de dados pelo backbone de rede. Quando usado juntamente às redes MPLS, a engenharia de tráfego direciona informações para fluir dentro de uma determinada rede, o que otimiza os recursos.

Além do mais, isso simplifica as operações de rede de IPs e aprimora a usabilidade de banda larga pelos roteadores.

Redes Privadas Virtuais (VPNs)

A Virtual Private Network (VPN ou Rede Privada Virtual) cria uma conexão para mover dados de forma segura. Ao unir VPN e MPLS, a empresa consegue maximizar sua segurança e agilidade na troca de informações simultaneamente.

Fornecimento de classe de serviços

QoS é a priorização de certos tipos de tráfegos na rede, o que é disponibilizado pelo MPLS de diferentes formas. Por exemplo, a rede pode privilegiar entrega de dados por voz, multimídia e aplicativos que funcionam em tempo real.

Como a Ascenty pode ajudar?

Graças à sua ampla expertise no mercado, a Ascenty consegue entregar redes MPLS com alta estabilidade e performance, permitindo que você transmita informações estratégicas com velocidade, baixa latência, grande capacidade de transmissão e ampla segurança. Todas essas vantagens ainda são garantidas por SLA, além disso a Ascenty tem um amplo ecossistema de conectividade com diversos parceiros de conectividade e que podem ser muito úteis em uma oferta de SD-WAN e apoiar na composição do seu projeto de conectividade, isso pelo fato da Ascenty ser 100% carrier neutral.

A Ascenty é a maior empresa de infraestrutura de Data Centers em toda a América Latina, atuando no Brasil, México e Chile.

Como se não bastasse, ela ainda oferece um atendimento de qualidade e suporte especializado, tendo profissionais à disposição para ajudar na implementação de tecnologias, transformação digital e resolução de quaisquer dificuldades que sua equipe encontrar.

Depois de entender sobre SD-WAN x MPLS, percebe-se que a última alternativa é a melhor para que seu negócio continue crescendo saudavelmente. Mas não é qualquer fornecedor que poderá satisfazer suas necessidades, sendo crucial que você aproveite dos serviços, atendimento e suporte de qualidade da Ascenty.

Conheça mais sobre a rede MPLS da Ascenty, seus outros serviços e soluções. Entre já em contato com a nossa equipe!

Tenha mais disponibilidade de conexão através de uma solução de Link Dedicado

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O Link Dedicado é um instrumento excepcionalmente útil para qualquer empresa que deseja manter e aumentar sua competitividade no cenário corporativo atual. Afinal, essa é uma solução que melhora a conexão do negócio de forma geral, permitindo que suas plataformas fiquem mais estáveis, seguras e velozes.

Esta leitura é fundamental para qualquer negócio que ainda utiliza bandas largas convencionais ou precisa de Link Dedicado de qualidade, pois nela você aprenderá mais sobre esse conceito, quais são seus benefícios e como a solução da Ascenty poderá ajudá-lo.

Link Dedicado: o que é?

Também chamado de IP dedicado / Link IP, o Link Dedicado é uma solução desenvolvida especialmente para corporações que precisam de máxima disponibilidade de conexão à web e velocidade. Na prática, a conectividade à internet é realizada por caminho privativo junto ao provedor de serviço, fazendo com que seu negócio receba exclusividade de acesso.

Esse é um serviço que traz garantias que não estão presentes em bandas largas convencionais, como estabilidade, maior velocidade de conexão tanto de download como upload, menor tempo de reparo quando há alguma interrupção, entre outros.

O Link Dedicado pode ser ofertado por empresas que oferecem Data Centers e conectividade. Se o seu negócio almeja migrar para a Cloud, por exemplo, o provedor do Data Center pode entregar um Link Dedicado para maximizar dos benefícios da computação em nuvem.

O que o Link Dedicado é capaz de oferecer ao seu negócio?

Quando comparado à banda larga convencional, um Link dedicado fornece vantagens que ajudarão no desenvolvimento das operações do negócio. Entenda quais são as principais delas a seguir.

Estabilidade

Qualquer instabilidade de conexão pode fazer com que o negócio deixe de realizar uma venda, trazer danos à segurança, imagem perante o mercado, impedir realização de atendimento, prejudicar a rotina dos colaboradores etc.

Geralmente um IP dedicado e protegido não sofre de indisponibilidade, pois as conexões operam com caminhos de recebimento e envio de dados são dedicados exclusivamente para a organização contratante, além de possuírem diversidade nos caminhos de acesso e conexão.

Essa estabilidade normalmente é até mesmo garantida em contrato, sendo que o provedor pode assegurar uma disponibilidade de 99%, por exemplo. Caso essa alta disponibilidade não seja entregue, sua empresa pode solicitar ressarcimento dos momentos que o link permaneceu inoperável.

Performance

Pelo fato da sua organização não usar a mesma banda que outros usuários da rede, a probabilidade de que ocorram gargalos, oscilações ou quedas pelo excesso de conexão é minimizada. Esse benefício impacta diretamente na produtividade de todo o negócio.

Imagine que as áreas da empresa realizem algumas de suas atividades na nuvem, utilizem a internet para se conectarem a outros servidores ou se comunicarem com parceiros, por exemplo.  Caso haja quedas ou abalos constantes, os colaboradores não conseguirão manter constância de seu trabalho.

Por outro lado, com um Link Dedicado seu pessoal conseguirá manter a produtividade máxima, agregar mais valor a cada hora trabalhada e não se estressará durante sua rotina.

Controle da banda

Controlar a velocidade da conectividade é um aspecto importante para qualquer empresa, mas principalmente aquelas do setor de tecnologia. Isso ocorre porque há áreas que precisam de uma capacidade maior para operar (como a TI) e outras necessitam apenas de uma capacidade básica para desempenhar funções mais simples, como registro de informações, envio de documentos, participação de videoconferências, entre outras.

Geralmente, dentro de cada empresa que recebe o Link Dedicado, o líder responsável por segurança e redes pode definir regras para distribuição de prioridades e velocidade que será disponibilizada para cada um dos setores, limitar o tráfego de informações de alguns setores em benefícios de outros. Dessa maneira, há o uso otimizado e inteligente de recursos de conexão, possibilitando mais disponibilidade de banda para atender as demandas da organização como um todo.

Monitoramento no tráfego de dados

Os provedores que entregam o Link dedicado também monitoram de forma mais precisa a transferência de dados. Se houver qualquer problema de instabilidade na conectividade, o profissional do provedor identificará a fonte do transtorno mais rapidamente e poderá restaurar a conexão imediatamente. Ou seja, quando a empresa opta por um Link Dedicado

Segurança

Outro benefício relevante é o fato de o Link Dedicado maximizar a segurança da informação da empresa, pois a maior estabilidade da rede dificulta a invasão por cibercriminosos e instalação de malwares, já que os recursos de segurança também estão em funcionamento contínuo.

Essa vantagem é potencializada se o seu negócio aproveita do Data Center de uma fornecedora especializada e experiente, que ofereça recursos para a proteção de dados.

Esse é o caso da Ascenty, que possui o serviço de colocation, com espaços protegidos e disponíveis para a sua organização hospedar servidores, storages e firewalls,

Link IP: a solução Ascenty para mais disponibilidade de conexão da sua empresa 

Link IP é um link dedicado entregue pela Ascenty que garante todos os benefícios listados anteriormente. Esse serviço tem um diferencial que pode ser ideal para que a disponibilidade da conexão seja maximizada ao seu negócio, pois várias operadoras de telecomunicações são integradas à estrutura física da Ascenty, o que permite o aumento da oferta de conectividade pela redundância de IP.

Em outras palavras, na hipótese de uma operadora ficar indisponível, os dados passarão a ser transmitidos por outra operadora disponível de forma imediata e automática. Isso minimiza os reflexos gerados por possíveis interrupções na conectividade.

O Link IP é mais indicado para negócios que precisam de uma conexão estável, veloz e de ampla disponibilidade para que a empresa continue desempenhando suas atividades com máxima eficiência. Entre os principais diferenciais desse serviço são:

  • Menor latência (tempo de saída e entrada de pacote de dados);
  • Maior escalabilidade no consumo de dados;
  • Garantia do funcionamento do serviço;
  • Conexão com múltiplas velocidades;
  • Transferência ilimitada de dados;
  • Conexão estável à internet;
  • Altíssima disponibilidade;
  • Backbone IP corporativo.

A Ascenty ainda fornece um atendimento especializado e de alta qualidade que estará disponível 24 horas por dia e 365 dias por ano. Seus equipamentos de roteamento também usam tecnologias de ponta e alta performance, que suportam diferentes aplicações e protocolos, bem como a garantia de 100% da banda contratada.

Seja qual for o porte ou ramo da sua empresa, o Link Dedicado beneficiará a rotina da empresa, melhorará seus serviços, a experiência dos usuários, entre outros proveitos. Para assegurar que você esteja recebendo um bom serviço, verifique se o provedor tenha expertise na área e esteja estabelecido no mercado.

Entre agora em contato conosco para conhecer mais sobre o Link IP, a Ascenty,  e se beneficie de todas as vantagens que ela é capaz de oferecer.

 

Como a Ascenty trabalha para que a sua empresa resolva problemas de conectividade

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Enfrentar os problemas de conectividade, para uma empresa, é um dos principais desafios atuais do mundo corporativo. É por isso que a Ascenty criou uma suíte completa de soluções para esses casos.

Você já conhece o ecossistema de conectividade e como o serviço da Ascenty pode ajudar sua empresa a se tornar mais produtiva, moderna e lucrativa?

Neste conteúdo, vamos nos aprofundar no assunto, relacionando nossas soluções com os problemas de conectividade que a maioria das organizações atuais enfrentam. Então, que tal entender mais? É só seguir a leitura e aprender tudo sobre o ecossistema de conectividade. Confira!

Problemas de conectividade: sinônimo de perdas financeiras e de imagem para o seu negócio

Hoje, boa parte das operações de uma empresa se baseiam em experiências digitais conectadas. Falamos, essencialmente, da troca de dados, que acontece em qualquer interação online, independentemente da plataforma.

Quando você envia um e-mail, está gerando e trafegando dados. Quando envia uma mensagem no WhatsApp, o mesmo. E quando um cliente interage com sua solução online, aplicativo ou mesmo com a categoria de “Contato” do seu site, também. Essa troca constante depende da qualidade da rede — ou seja, do seu potencial de conexão.

Isso se trata simplesmente da velocidade da sua internet? Pode até parecer que sim, mas a realidade é que não. Para uma empresa, vários outros aspectos devem ser levados em conta além da velocidade contratada. Sem uma boa conexão à rede (com alta instabilidade e alta latência), sua empresa pode sofrer com quedas e interrupções constantes nos serviços de conectividade.

Tudo isso pode comprometer a disponibilidade dos seus serviços, aplicações, interfaces e programas oferecidos aos clientes (e claro, aos utilizados dentro da companhia). Assim, a organização pode perder oportunidades de negócios, travando os processos de vendas ou mesmo ocasionando a insatisfação e perda do cliente.

E claro, sem falar na queda de produtividade, pois uma conexão ruim ocasiona em momentos de ociosidade, impedindo que as tarefas sejam realizadas dentro do tempo esperado, gerando atrasos.

Porém, não pense que os problemas se limitam apenas a questões operacionais.

Uma má conexão também pode impactar na capacidade da sua empresa de se proteger de ciberataques.

Afinal, muitas vezes, sua organização apenas terceiriza esse serviço, sofrendo com o uso de tecnologias e equipamentos obsoletos ou uma infraestrutura datada.

Ecossistema de conectividade: soluções Ascenty para os principais problemas da área

A Ascenty sabe que as empresas precisam se manter 100% conectadas. Por isso, criou uma solução completa para combater seus problemas de conectividade. O ecossistema une uma porção de serviços completos para o seu negócio se manter conectado e à frente do mercado.

Falamos de soluções especificamente projetadas para potencializar sua conectividade, agindo em cima de pontos-críticos no que diz respeito à qualidade, velocidade e segurança do tráfego de dados.

Mas afinal, quais são as soluções que fazem parte do Ecossistema de Conectividade? Detalhamos a seguir:

Lan to Lan

A solução Lan to Lan é essencial para empresas com matrizes, filiais e diferentes unidades espalhadas por distintas regiões do globo, seja em outras cidades ou mesmo em outros países.

Trata-se de uma conexão segura, privada e totalmente redundante entre seus pontos de negócio. Com isso, seus times, mesmo trabalhando de forma remota, podem se manter em constante contato e em alta produtividade.

Assim, você pode tomar decisões de maneira mais assertiva, bem como obter total responsividade em qualquer processo digital. E o melhor? A Ascenty é uma das únicas empresas a oferecer transmissão via Lan to Lan em conexão com os principais provedores de Cloud Pública do mercado.

MPLS

O MPLS (Multiprotocol Label Switching) é a tecnologia utilizada na transmissão e compartilhamento de aplicações. Com ela, sua empresa viabiliza vários serviços de rede em uma única infraestrutura, chaveando pacotes de dados e possibilitando o encaminhamento direto de fluxos de tráfego na rede.

Um dos benefícios do MPLS é a redução da carga de processamento nos dispositivos de rede. Trata-se de uma rede ponto/multiponto de baixa latência para aprimorar seu desempenho operacional digital.

DWDM

O DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) é uma solução de rede que proporciona uma conexão de alta velocidade e desempenho em uma única fibra óptica.

Ou seja, todo tráfego de dados interconectados entre sua empresa, filiais e matrizes, em seus pontos de rede, é direto, sem intermediários.

É um serviço que atua de forma perfeita com o Lan to Lan, por exemplo.

O DWDM possibilita que sua empresa tenha controle de toda sua conectividade, escalando-a conforme sua real necessidade.

Link IP

O Link IP é um serviço que aproveita dos produtos e serviços das várias operadoras que integram suas conexões à estrutura da Ascenty. Desse modo, criamos uma oportunidade de negócios que beneficia os nossos clientes, potencializando as ofertas para sanar os problemas de conectividade.

Na prática, funciona assim:

Digamos que uma das operadoras apresente falhas na entrega dos serviços. Com o Link IP, os seus dados são automaticamente transferidos a outra operadora, que se encarrega da conexão.

Trata-se de uma garantia para a continuidade das suas operações.

IX

Não se engane com o meio de pagamento. O serviço de conexão com o IX trata-se de Pontos de Interconexão dos IX (estruturas físicas localizadas na ponta de várias redes, aprimorando a troca de dados).

Com o a presença do IX na Ascenty, sua empresa pode se vincular diretamente às principais redes de tráfego do mundo todo, aproveitando o que os melhores provedores têm a oferecer. Na Ascenty, a conexão com o IX agrega os serviços de conectividade de São Paulo, Campinas, Fortaleza e Chile.

Cross Connect

Já o Cross Connect é uma solução que proporciona uma conexão segura e direta com múltiplos ambientes dentro de um mesmo data center.

Ou seja, sem intermediários.

Sua empresa pode, assim, se conectar a diferentes provedores e operadoras hospedados no data center da Ascenty, aproveitando dos serviços oferecidos com alta conectividade e baixíssima latência.

AICX

Trata-se de uma plataforma robusta e rica em conteúdo, basicamente composta por conectividade com as principais empresas de streamings, redes sociais e conteúdos ricos, que agregam valor aos negócios que necessitem de conexões privadas e diretas com essas empresas, além de servir como um ponto de total resiliência aos meios convencionais de acesso aos conteúdos da internet.

ACCX

O Ascenty Cloud Connectivity Exchange é porta de entrada para as empresas que necessitem utilizar e interconectar as principais nuvens publicas do mercado entre si e que também precisem se conectar de forma direta a todas elas, e em um mesmo contexto de conectividade.

Por exemplo: Seu negócio pode demandar de várias facilidades que são oferecidas por diversas nuvens publicas, porém o ACCX garante que a conectividade entre uma nuvem e outras seja feita em alta capacidade, baixa latência e com altíssima disponibilidade.

E a sua empresa, interessada em potencializar e revolucionar seus processos, resolvendo os problemas de conectividade? Então conte com o Ecossistema de Conectividade da Ascenty!

Agende uma reunião conosco para entender como fazer parte dessa solução!

Computação de Borda: resolva o problema de alta latência da sua empresa 

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Para quem busca soluções de conectividade que possam revolucionar a forma que o seu negócio opera, a computação de borda não é uma novidade. Porém, no mundo dos negócios como um todo, esse conceito é encarado como embrionário. 

Vale lembrar que até mesmo aqui no blog já nos aprofundamos no que é computação de borda. Afinal, é a mesma coisa que edge computing — uma tradução do termo que se tornou uma tendência. 

Porém, você sabe o que é computação de borda, onde ela pode ser aplicada e quais suas vantagens, especialmente em empresas que buscam baixíssima latência na sua conexão? 

Explicamos neste conteúdo, siga a leitura para aprender mais. Confira! 

Você já ouvir falar da Computação de Borda ou Edge Computing? 

A computação de borda (ou edge computing) é um conceito descentralizado de computação, no qual a arquitetura pode gerar, armazenar e processar dados localmente. 

Desse modo, para que uma empresa processe os dados emitidos por sensores de temperaturas em seu chão de fábrica, por exemplo, não é necessário esperar que as informações sejam emitidas de cada sensor por WiFi até um data center centralizado em um local distante, normalmente na nuvem

Na verdade, com a computação de borda, os data centers geralmente são menores, mas localizados em posições estratégicas (ou muitas vezes, são parte do próprio dispositivo que gera os dados), encurtando o tráfego dessas informações. 

Desse modo, as informações viajam uma distância muito menor e são processadas mais rápido e facilmente. Consequentemente, são necessários menores investimentos em internet e banda, já que o processamento ocorre de maneira mais eficaz. 

Agora, talvez você se pergunte como a computação de borda funciona? Bom, já estabelecemos que sua principal diferença para o modelo de computação atual é a descentralização. 

Isso quer dizer que a borda depende de um investimento considerável em infraestrutura, já que é necessário alocar menores data centers por todas as regiões, criando uma malha de conectividade robusta e resiliente.  

No entanto, na prática, a edge computing não depende somente de “pequenos data centers” espalhados por aí. Na verdade, é um conceito que aceita que os próprios dispositivos que geram os dados (como os sensores, do nosso exemplo anterior) sejam responsáveis por armazená-los e processá-los. 

Ou seja, uma rede composta não apenas por grandes, médios e pequenos data centers, mas por microprocessadores de dados. Dessa forma, esses dispositivos todos podem atuar na borda da rede (percebeu de onde vem o nome?), facilitando o processo computacional. 

Saiba como a computação de Borda é capaz de auxiliar em diversos segmentos 

E afinal, como a computação de borda impacta a indústria como um todo? Nem somente no chão de fábrica essa tecnologia se aplica. Na verdade, por ser uma maneira diferente de processar dados, oa edge computing pode ser aplicadoa em múltiplas funções por todo mercado, trazendo vários benefícios

Confira as principais! 

Saúde 

Na área da saúde, a computação de borda permite que os dados coletados por sensores e outros dispositivos médicos sejam processados ​​onde os pacientes estão. É essa proximidade dos recursos de computação e armazenamento que ajudará a transformar o setor. 

Por exemplo, a computação de borda oferece suporte ao monitoramento remoto de pacientes a partir do monitoramento de dispositivos médicos, como monitores de glicose e medidores de pressão arterial, e alertando os médicos sobre leituras problemáticas. 

Ou seja, é algo que possibilita uma leitura e tomada de decisão em tempo real. 

Em muitos casos, a computação de borda e as redes 5G estão sendo usadas para alimentar a cirurgia robótica. 

Esses sistemas permitem procedimentos mais precisos e menos invasivos. Eles também estão sendo usados ​​para conectar cirurgiões especialistas com pacientes fisicamente longe, possibilitando tratamentos de forma remota. 

A cirurgia robótica é possibilitada pela instalação de câmeras e outros sensores em instrumentos cirúrgicos. Esses dados são então transmitidos em tempo real para um computador que os processa e orienta o cirurgião. 

Educação 

Ao aproximar os servidores de sensores e dispositivos conectados, as instituições de ensino podem aproveitar o Big Data para obter insights ​​mais rapidamente.  

Além de reduzir custos de banda, a computação de borda aprimora e melhora a aplicação de recursos de Realidade Aumentada (AR) nas escolas. Em vez de tentativas fragmentadas de comunicações, oa edge computing pode tornar a AR mais realista e adaptável para o aprendizado. 

Assim, com auxílio da Internet das Coisas, os educadores podem explorar sistemas de machine learning que recebem informações dos alunos e respondem instantaneamente. 

Isso dá aos estudantes um feedback progressivo que pode melhorar suas respostas cognitivas e processos de pensamento, e sistemas inteligentes como AR podem se adaptar ao estilo de aprendizagem do aluno e sugerir currículos adequados. 

Financeiro 

No caso do setor financeiro, o conceito dea edge computing ajuda as empresas a encurtar o caminho entre suas marcas e os clientes.  

Os programas tradicionais de engajamento costumam ser extremamente ineficientes. 

Nas localizações físicas de um banco, anúncios estáticos são exibidos sem direcionamento além da análise básica dos segmentos da base de consumidores, por exemplo. 

Os bancos vão querer aproveitar a flexibilidade da nuvem (com atualizações rápidas e flexíveis para materiais publicitários), mantendo os benefícios da computação local (por exemplo, alterações em tempo real para personalizar a publicidade). É aqui que as soluções de borda podem ajudar. 

Outro ponto é que uma das questões mais críticas nas instituições financeiras e especialmente nos bancos é a segurança dos dados dos clientes. Com a computação de borda, os bancos podem responder a perguntas sobre segurança de dados do consumidor de forma mais direta. A resposta é simples, pois a tecnologia processa os dados próximos à fonte e, assim, elimina a necessidade de upload de dados para a nuvem pública. 

Nesse caso, as informações não passam pelo risco de interceptação em canais de transferência utilizados por aplicativos na nuvem. É uma maneira de se adequar de maneira mais robusta às diretrizes da LGPD e outros regulamentos de segurança. 

Problemas de alta latência? Saiba como a computação de borda pode ajudar 

Agora, como a computação de borda impacta na questão da latência

Justamente por ser uma infraestrutura descentralizada, os dados não precisam de tanta banda para viajar do ponto onde foram gerados até o ponto onde serão armazenados e processados. 

Com execução local, oa edge computing simplifica o processo computacional, possibilitando que, em suas aplicações, traga resultados e insights instantâneos. Ou seja, ideal para empresas que precisam se mover à velocidade dos negócios de hoje — em tempo real! 

E você sabia que pode contar com a Ascenty no fornecimento das principais soluções de conectividade do mercado brasileiro? 

Além de líder em data centers em toda América Latina, engajada com o meio ambiente (sendo 100% carbono neutro), a Ascenty está conectada aos principais cloud providers do mundo e conta com uma equipe focada em apoiar o desenvolvimento de soluções, estratégias de conectividade e Edge Computing para os clientes, provedores de conteúdo de OTTs do marcado. 

Assim, sua empresa pode aproveitar serviços como o Cloud Connect, conectando-se aos maiores players de soluções digitais do mercado, como Oracle, Google, AWS e Microsoft. 

Tudo isso com conexões rápidas e privadas, além disso conta com a presença do IX.br em seus Data Centers, o que facilita o acesso a um ecossistema de conectividade de alta qualidade. 

Que tal conhecer mais e entender como a Ascenty pode ajudar o seu negócio a evoluir na questão da conectividade? Agende uma reunião conosco

Data Center físico ou virtual? Saiba em qual solução investir 

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Na hora de modernizar a infraestrutura de um negócio, o data center é um dos principais pontos a ser discutido. Porém, existe muita dúvida entre a eficiência do Data Center Físico e do Virtual. 

Afinal, qual dos dois é melhor e por quê? Quais as vantagens e desvantagens de cada modelo? Essas são questões rotineiras na rotina de líderes de negócio que precisam tomar a decisão mais assertiva. 

Para ajudar a obter as respostas, criamos esse conteúdo. Nele, você vai entender exatamente quais as diferenças entre um data center físico e virtual, bem como os prós e contras de ambos. 

Confira! 

Quais as vantagens e desvantagens em investir em um Data Center físico 

Afinal, por que o data center físico ainda é tão relevante? Antes de conhecer essa resposta, é pertinente dar uns passos atrás para entender exatamente do que falamos: 

Um data center físico é o tipo mais tradicional, com um local físico que armazena todo equipamento de TI, como servidores, roteadores, cabos, hardware e outros elementos técnicos, como: 

  • Infraestrutura de energia e refrigeração; 
  • Banco de dados para armazenar informações; 
  • Computação, memória e poder de processamento; 
  • Rede para conectar os componentes e acessar a internet. 

Tudo isso, claro, dentro das instalações da empresa em si — em um modelo popularmente conhecido como “on-premise”. 

Vantagens 

Agora quais as vantagens? Separamos as principais, confira: 

  • Se você está começando do zero, pode construí-lo na medida para atender às suas necessidades. 
  • Quando for necessário atualizar, é a sua empresa que tem total autonomia para fazê-lo, de maneira customizada. 
  • Você controla o acesso às instalações a indivíduos de sua própria organização ou terceiros confiáveis. 
  • O data center físico on-premise pode fornecer conexão de baixa latência aos sistemas, plataformas e dados. 

Desvantagens 

E quais as desvantagens? 

  • A construção e o gerenciamento contínuo da infraestrutura do data center físico geralmente são mais caras, afinal, há os custos de manutenção do local, dos equipamentos e da segurança — que normalmente são 24 x 7 x 365. 
  • Os custos também podem ser altos no caso de problemas com hardwares, que exigem troca instantânea, o que prejudica o caixa da operação. 
  • O data center físico costuma ser menos eficiente em termos de energia, exigindo maior poder de resfriamento. 
  • Um data center físico depende de endereços IP estáticos. 
  • Algumas organizações podem sofrer com a exclusividade a um tipo de fornecedor de hardware, pagando mais por algo que não utilizam. 
  • A escalabilidade se torna um problema, pois será necessário investir em expansão física para escalar a infraestrutura de TI — uma dificuldade para empresas que alugam o espaço do escritório. 

Quais os as vantagens e desvantagens em investir em um Data Center Virtual 

Agora que você aprendeu o que é data center físico, é hora de entender o que é e como funciona o data center virtual. 

Trata-se de uma versão virtualizada do data center. Toda infraestrutura é centralizada em um provedor especializado, que possui espaço físico e capacidade de manter equipamentos de última geração. 

Dessa forma, o servidor é virtualizado, assim como todos os recursos de um data center, que ficam localizados na nuvem ou em servidores próprios, mas dentro das instalações da provedora. 

Assim, para as empresas, não há necessidade de construir toda infraestrutura e instalações para comportar os equipamentos físicos. Basta assinar o data center como um serviço, contratando-o junto à provedora. 

Esse é o Colocation, que pode ser tanto físico (o aluguel de espaço dentro das instalações da provedora) ou virtual (o aluguel de capacidade de armazenamento, processamento e conexão na infraestrutura de TI da provedora). 

Vantagens 

Vamos falar sobre as vantagens desse modelo de data center? Confira! 

  • Redução considerável de investimentos iniciais, pois não há necessidade de comprar hardware e nem construir infraestrutura. 
  • Menores custos na configuração e manutenção. 
  • Acesso a suporte especializado para auxiliar em toda instalação, configuração, manutenção e licenciamento de softwares. 
  • Redução da necessidade de contratar uma grande equipe de TI. 
  • Potencial para consolidar servidores e aumentar a eficiência da carga de trabalho. 
  • Redução da pegada ambiental devido a cargas de trabalho compartilhadas, operando de maneira mais sustentável

Desvantagens 

  • Potencial para custos mensais recorrentes mais altos. 
  • Possíveis problemas com compatibilidade de aplicativos, que são melhores resolvidos com auxílio de um provedor experiente. 
  • Grande dependência das cláusulas firmadas em SLA
  • Sua empresa não controla de maneira independente seu servidor e os aplicativos executados nele. 

Data Center virtual ou físico? O que levar em conta na hora de escolher o melhor para a sua empresa? 

Cada vez mais, a computação na nuvem se torna uma exigência para os negócios atuais. Por isso, é muito difícil afirmar que o futuro da TI não está conectado à virtualização de servidores. 

Nesse sentido, o data center virtual ganha pontos. 

Além disso, vale relembrar que o trabalho hoje é diferente do que era anos atrás. O trabalho remoto e flexível é uma tendência em enorme crescimento. 

A questão é que, para possibilitar isso, é essencial contar com uma infraestrutura de dados dinâmica, acessível de qualquer lugar do mundo — o que a nuvem oferece! 

No entanto, o data center físico ainda tem seu valor em determinadas ocasiões, especialmente para empresas que veem valor na adoção de uma estratégia híbrida — dividindo servidores físicos com virtuais. 

Em geral, a indicação é se guiar por: 

O colocation é um tipo de serviço ideal para empresas que buscam a autonomia de decidir sobre os seus dados, mas buscam um ambiente e profissionais dedicados para cuidar da infraestrutura em si. 

Essa solução se encaixa nas necessidades de negócios de todos os perfis, pois é perfeitamente escalável, segura, com baixa latência e alta redundância. 

Se interessou? 

A Ascenty, líder em data centers na América Latina, tem o melhor serviço de Colocation no mercado — inclusive, figurando no topo do quadrante de Colocation do relatório ISG Provider Lens™ em 2020 e 2021! 

Que tal entender como nossa infraestrutura pode servir e potencializar a sua operação? Entre em contato com nossos especialistas

Por que confiar em um parceiro preocupado com segurança e saúde ocupacional? 

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A Segurança e Saúde Ocupacional (SSO) é tema de preocupação para empresas de todos os setores — e cada vez mais, é uma condicional para que negócios aconteçam. Sua empresa já exige que seus parceiros tenham certificados na área? Se a resposta é positiva, ótimo! É um excelente caminho para se diferenciar no mercado. 

Agora, se a resposta for negativa, saiba que sua operação corre o risco de lidar com problemas na sua rotina. Afinal, falamos de uma prática que assegura a segurança no trabalho, controlando e mitigando o acontecimento de acidentes no ambiente operacional. 

É por isso que confiar em um parceiro que investe ativamente em SSO é tão importante! 

Que tal entender mais? Preparamos um conteúdo para explicar o quão relevante é estruturar sua estratégia de negócios com base em diretrizes de segurança e saúde ocupacional. Confira! 

Entenda mais sobre o conceito de segurança e saúde ocupacional 

Segurança e saúde ocupacional (SSO) é um ramo da saúde que visa melhorar os padrões de saúde e segurança no ambiente de trabalho. Afinal, cada ocupação tem riscos de saúde ou segurança associados, e é responsabilidade dos empregadores garantir que seus funcionários possam realizar suas atividades diárias com a maior segurança possível. 

Entre os riscos que uma empresa pode enfrentar, é preciso levar em conta os seguintes: 

  • Perigos físicos: fatores ambientais que podem levar a lesões, como fiação elétrica exposta, pisos molhados, excesso de calor e ruídos, entre outros. 
  • Perigos biológicos: fatores que podem levar a doenças, infecções e outras condições graves de saúde, como presença de mofo e fungos, bactérias, vírus, esgoto, entre outros. 
  • Perigos químicos: condições que podem ser ingeridas, inaladas ou entrar em contato com a pele, ocasionando problemas variados. 
  • Problemas ergonômicos: fatores que sobrecarregam os músculos, tendões e outros tecidos conjuntivos do corpo. Eles podem resultar de má postura, levantamento/movimento repetitivo ou desajeitado, ocasionando dores e problemas no corpo humano. 
  • Perigos psicológicos: riscos que podem levar à ansiedade, depressão, problemas de concentração, desatenção ou negligência. Esse tipo de risco inclui estresse relacionado ao trabalho, fadiga, assédio e violência. Essas condições podem, por sua vez, levar a problemas morais, redução da produtividade e qualidade do trabalho e aumento do risco de lesões. 

O SSO estabelece padrões, processos, boas práticas e metodologias que eliminam ou, ao menos, reduzem os riscos no local de trabalho. 

Mas entenda: a segurança e saúde ocupacional é um guarda-chuva muito amplo. 

Ou seja, abrange não apenas as provisões de primeiros socorros e a operação segura de maquinário pesado, mas também a prevenção de infecções/contaminações, boas práticas ergonômicas e métodos para responder à violência no local de trabalho. 

Por que procurar por parceiros que estão preocupados com a segurança e saúde ocupacional 

Que a segurança e saúde ocupacional são essenciais, você já sabe. Mas provavelmente seu pensamento esteja na sua própria empresa — por que seria tão importante considerar esse aspecto nos seus parceiros comerciais? 

É algo que cada vez mais empresas fazem: exigir que seus fornecedores possuam diretrizes estabelecidas, bem como certificações, que atestem seus esforços em direção à segurança dos colaboradores. 

E os motivos são simples! Confira alguns dos principais: 

Representa uma liderança comprometida 

Ao implementar a segurança e saúde ocupacional como um dos valores centrais da organização, os funcionários reconhecerão o compromisso da administração, o que vai influenciar positivamente no seu engajamento. 

Falamos de uma cultura de segurança que vai moldar as crenças e atitudes dos funcionários, o que vai garantir entregas de maior qualidade. 

Conformidade com as obrigações legais, setoriais, sindicais e contratuais 

As organizações precisam estar cientes da legislação e garantir que sua operação esteja em conformidade, atualizada em relação a todas as políticas e procedimentos. 

A falta de compromisso nesse ponto pode levar o seu fornecedor a precisar arcar com multas e sanções, que prejudicam a prestação de serviços — sem contar no quesito qualidade! 

Redução de riscos para a força de trabalho 

Tomar a iniciativa de se posicionar como um empregador responsável é uma bela maneira de fazer publicidade de um negócio, concorda? 

Da mesma maneira que essa afirmação é verdadeira para seu negócio, é também para os seus parceiros comerciais, que vão atrair os melhores talentos e prestar melhores serviços. 

Melhora a produtividade 

Melhorar as práticas e procedimentos de SSO mantém os colaboradores seguros, assegurando a continuidade operacional, reduzindo os acidentes e otimizando a produtividade. 

Contribui com os valores do seu negócio 

Contar com parceiros comerciais investidos na ideia do SSO é bom de diversas maneiras, como no apelo mercadológico ao seu negócio. 

Cada vez mais, os consumidores desejam adquirir produtos e serviços produzidos de forma ética. 

Estruturar uma cadeia de suprimentos de modo que ela seja ética, compromissada com os princípios e leis do SSO, é uma forma de conquistar a atenção desses consumidores. 

Além disso, vale mencionar que talentos de novas gerações estão cada vez mais engajados nas questões ambientais, éticas e de segurança do seu trabalho. 

Eles querem trabalhar para marcas que apoiem e que as façam sentir- se bem — e o que melhor do que um ambiente de trabalho seguro para atraí-los? 

E claro, lembre-se que cada vez mais os investidores estão buscando apoiar empresas que estejam comprometidas com a sustentabilidade e responsabilidade social, o que inclui um alto nível de proteção aos funcionários. 

ISO 45001: conheça mais sobre essa certificação ganha pela Ascenty 

 Você sabia que a Ascenty possui o certificado ISO 45001, que atesta a empresa como pioneira no Brasil em práticas que exijam a excelência em segurança e saúde ocupacional? 

Líder no segmento em toda América Latina, a Ascenty é também a primeira empresa do setor de data centers a conquistar a certificação. 

O processo de adequação levou cerca de 16 meses e mobilizou todos os níveis de operação da empresa, resultando em benefícios para a nossa já qualificada equipe, bem como para nossos clientes! 

Que tal contar com o apoio de uma empresa especialista, referência em data centers e soluções de conectividade, capaz de garantir total segurança e saúde operacional? 

Então entre em contato com a Ascenty e saiba como nossas soluções podem transformar sua operação digital! 

Qual a real importância do compliance de TI para a sua empresa? 

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A falta de cumprimento das boas práticas de segurança da informação, bem como de leis e políticas de privacidade internas pode abrir brechas na infraestrutura de um negócio. Por isso, o compliance de TI é tão importante. 

E a sua organização, já está alinhada com o compliance em TI ou ainda sofre para entender como implementar as normas, evitando que os dados, processos e o próprio caixa da empresa sofram as consequências? 

Na prática, quando falamos de compliance em TI, trata-se basicamente de um instrumento que assegura maior nível de competitividade diante dos concorrentes, bem como reforça a resiliência da sua infraestrutura tecnológica. 

O grande problema é que muitos gestores, líderes e demais tomadores de decisão nas empresas pouco sabem sobre o conceito, sua relação com a Segurança da Informação e como implementá-lo em sua operação. 

Por isso, preparamos um guia simplificado, respondendo a todas essas questões. Vamos aprender mais? Siga a leitura! 

Por que a sua empresa precisa estar em compliance de TI? 

E afinal, por que o compliance de TI é algo que a sua empresa precisa seguir? Afinal, as diretrizes de segurança da informação não são o suficiente para garantir que o negócio não abra brechas em sua infraestrutura de dados? 

Compliance nada mais é do que um termo inglês que significa “conformidade”. 

Ou seja, estar em compliance é o mesmo que estar em conformidade, atendendo a um conjunto de regras ou padrões. 

Como disciplina corporativa, a segurança da informação está preocupada com confidencialidade, integridade e disponibilidade de informações e ativos de tecnologia de uma organização. 

Assim, compliance de TI significa ser capaz de atender a regras ou padrões sobre a proteção de dados e informações. Hoje, existem uma série de regulamentações governamentais (como a LGPD), industriais, setoriais, entre outras, para qualquer organização. São normas, boas práticas e exigências que determinam requisitos específicos de segurança. 

E uma coisa é saber que essas diretrizes e regras existem — hoje, é difícil encontrar um líder de negócio que não saiba o que é ou do que se trata a LGPD. No entanto, outra é garantir que a sua empresa siga essas diretrizes e regras — o que o compliance de TI faz!  

Compliance de TI e Segurança da informação não são sinônimos 

Apesar dos termos parecerem sinônimos, compliance de TI e segurança da informação são coisas diferentes, mas que geram o mesmo resultado.  

Na prática, o compliance é a forma que uma empresa se organiza para cumprir com determinações, regras, normas, boas práticas e exigências de fornecedores, clientes e governos. É algo que lida com a aderência aos requisitos aplicáveis, que podem ser estatutários, internos ou contratuais. 

Não existe apenas um tipo de compliance, na verdade, é algo que se aplica a todas as empresas. 

Em um chão de fábrica, por exemplo, os funcionários que operam o maquinário devem cumprir o compliance relativo à sua função, que obviamente vai focar em evitar acidentes. 

Já no setor fiscal, o compliance relativo à sua função tem como foco evitar fraudes tributárias que prejudiquem o negócio em relação ao Fisco.  

O mesmo pode se dizer do compliance de TI, que assegura que a disciplina de segurança da informação seja seguida! Essa, por sua vez, é um conjunto de práticas, ferramentas, métodos e diretrizes com foco em garantir a integridade da infraestrutura tecnológica do negócio. Mantendo assim seguros os dados dos clientes. 

Por exemplo, o compliance de TI não vai ensinar como se proteger de um ciberataque — esses pilares são definidos pela política de segurança de informação de um negócio. 

A segurança de TI e a proteção de dados geralmente não se limitam apenas a medidas baseadas em conformidade, mas em diretrizes de regulamentação externas guiados por princípios — como é o caso da LGPD. 

A lei brasileira de dados não diz que a empresa deve instalar um software X e um antivírus Y, apenas que deve garantir a confidencialidade e integridade dos dados de seus clientes pessoas físicas. 

Qual o caminho para a implementação do compliance de TI na sua empresa 

E afinal, como garantir o compliance de TI em sua empresa, assegurando que os funcionários e gestores sempre sigam as melhores práticas de segurança da informação? 

Bom, essa é uma jornada um tanto complexa, mas que pode ser resumida a alguns passos, como: 

  • Entendimento dos requerimentos legais, internos e contratuais que devem ser aderidos; 
  • Assessment dos treinamentos, ferramentas e métodos necessários para tanto educar os colaboradores, como assegurar que eles possam cumprir os requerimentos; 
  • Uso de soluções que monitorem por meio do rastreio de KPIs o desempenho da empresa ao seguir o compliance. 

Vale ressaltar a importância de realizar treinamentos, de modo a não apenas inteirar os colaboradores sobre o assunto, mas verdadeiramente engajá-los, mostrando a importância do tema. Além disso, o uso da tecnologia é essencial. 

Com uma infraestrutura robusta e escalável, contando com auxílio de um provedor que possua as principais certificações do mercado, a segurança física e digital do seu negócio está garantida! 

Como a Ascenty pode ajudá-lo nesse sentido  

E afinal, você sabia que a Ascenty pode ser uma parceria valiosa na jornada da sua empresa em busca do compliance de TI? 

Além de ser líder em data centers na América Latina, bem como contar com um amplo portfólio de serviços de conectividade e suporte, a Ascenty também possui os principais certificados de segurança. 

Ou seja, buscando uma infraestrutura resiliente para hospedar seus servidores ou locar um rack em nosso próprio data center? 

Conte com a Ascenty, empresa certificada com o ISO 27001, que define o padrão mundialmente aceito de gestão da Segurança da Informação em ambientes de TI. 

Estamos alinhados com as principais organizações de tecnologia do mundo! 

Outra prova é a nossa Certificação PCI DSS, que assegura total integridade dos dados na hora de processar pagamentos online via cartões de crédito. Assim, não importa se o seu negócio é uma indústria B2B com foco no outbound ou uma rede de varejo com raízes no e-commerce B2C, você pode confiar nas nossas soluções! 

Que tal aprender mais sobre as nossas possibilidades e como a Ascenty pode ajudar seu negócio? Converse com nossos especialistas

Afinal, o que são as Smart Cities?

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Que as Smart Cities são parte essencial do nosso futuro em sociedade já não é uma novidade. Para quem acompanha as evoluções e tendências tecnológicas de perto, sabe o quão promissoras as cidades inteligentes são. 

No entanto, não se trata simplesmente de uma evolução tecnológica que se aplica apenas ao urbanismo de uma cidade, nem apenas à esfera pública. Na verdade, Smart Cities são tão interessantes e populares por conta das oportunidades que apresentam a negócios de todos os tipos. 

Afinal, ter uma cidade inteligente e completamente integrada é um desafio e tanto! E então, que tal aprender mais sobre o assunto, conhecendo alguns exemplos de cidades inteligentes e as principais tecnologias utilizadas? Confira! 

Smart Cities: o que são? 

Smart Cities são, como a tradução indica, cidades inteligentes. De acordo com a definição da IBM, trata-se de um município que utiliza a tecnologia da informação para melhor controle, otimizar e interconectar suas operações, tornando a utilização de recursos mais eficiente. 

Em resumo, uma cidade inteligente usa uma estrutura de tecnologias de informação e comunicação para criar, implantar e promover práticas destinadas a enfrentar os desafios urbanos, criando assim uma infraestrutura tecnologicamente sustentável e integrada. 

E como isso é feito? De diversas formas — muitas das quais ainda sequer descobrimos. Por exemplo, uma Smart City pode coletar e analisar dados de sensores de IoT e câmeras de vídeo. Assim, é possível entender o ambiente de forma mais contextualizada, acionando alguns dos serviços básicos de maneira otimizada e automatizada. 

Além disso, uma lixeira pública pode entrar em contato com a cidade para atendimento quando estiver perto da capacidade, em vez de esperar por uma coleta programada. 

Alguns exemplos de cidades inteligentes que você precisa conhecer 

As Smart Cities são apenas produtos de sonhos distantes ou já são realidade? Bom, certamente há cidades no caminho para uma integração completa entre sociedade, serviços públicos, urbanismo e tecnologia. 

Temos exemplos tanto no Brasil, mas especialmente fora. Que tal conferir os principais? 

Curitiba 

No Brasil, Curitiba, capital do estado do Paraná, se destaca como um exemplo de cidades que mais se aproximam do conceito de “smart city”. 

Entre as tecnologias e iniciativas, podemos destacar a Muralha Digital, que faz monitoramento com câmeras de reconhecimento facial, térmicas e radares doppler conectados ao Centro de Controle Operacional, com objetivo de aumentar a segurança pública. 

Além disso, existe o app Curitiba 156, o portão do cidadão, que foi totalmente repaginado e redesenhado, com foco no mobile-first e na usabilidade. 

Ele possibilita que os habitantes acessem serviços essenciais da prefeitura (como horários de ônibus e o deslocamento em tempo real dos veículos). 

Barcelona 

Barcelona, na Espanha, é uma cidade antiga, mas que já prepara o terreno para se adequar ao futuro. Hoje, ela é considerada uma Smart City 3.0, pois a forma que esse conceito é aplicado considerando uma maciça participação popular. 

Existem fóruns digitais criados para contextualizar os habitantes sobre a integração de tecnologias e urbanismo, bem como plataformas próprias para incentivar crianças a seguir carreiras de cunho tecnológico ou científico. 

Songdo 

Songdo, na Coréia do Sul, é considerada a primeira cidade inteligente do mundo. Não por menos, é um município extremamente novo: começou a ser construída em 2005, em torno de um aeroporto que fora inaugurado recentemente. 

Seu projeto original previa 40 mil habitantes, com objetivo de ser 100% controlada por softwares, contando com tecnologia wireless para conectar todos os cantos da cidade. 

Hoje, Songdo conta com 80 mil habitantes. À princípio, essa cidade seria quase uma utopia moderna: sem carros, completamente sustentável e high-tech. 

No entanto, hoje, as conquistas de Songdo já são uma referência no mundo todo: por exemplo, o sistema de lixo é feito com tubos que levam automaticamente os dejetos para uma central, onde o próprio sistema os separa em lixo reciclável e lixo a ser queimado. 

Nova Iorque 

A cidade de Nova Iorque também implementou algumas inovações que a colocam no patamar de smart city. 

Uma delas é a solução que se aproveita de dados coletados por diversos serviços espalhados pela cidade, como de estacionamentos ou semáforos, para compor uma ficha das pessoas suspeitas e procuradas pela polícia. 

Assim, os oficiais podem acessar esse documento com poucos cliques, contando com informações atualizadas em tempo real. 

Além disso, a prefeitura disponibilizou lixeiras públicas equipadas com sensores IOT, capazes de identificar a capacidade restante e avisar aos coletores, possibilitando um agendamento eficiente do recolhimento. 

As principais tecnologias que fazem parte de uma Smart City 

As Smart Cities usam uma variedade de tecnologias, softwares, redes de comunicação e soluções de conectividade para proporcionar uma vivência mais conectada aos seus habitantes. 

Que tal conhecer as principais? Confira: 

Rede 5G 

Ainda uma novidade, a rede 5G já é uma das principais e mais aguardadas tecnologias quando o assunto é smart cities. 

Afinal, o nível de conectividade que essas novas redes suportam vai muito além das atuais, apresentando várias oportunidades aos negócios e governos por trás da modernização de seus espaços públicos. 

Inteligência Artificial 

A inteligência artificial também é necessária para servir de “cérebro” de toda operação de uma smart city. 

Afinal, entender e interpretar os dados, encontrando soluções convenientes, eficientes e mais baratas é um trabalho complexo, que vai exigir o auxílio de uma IA capacitada. 

IOT 

Dentre todas as tecnologias para as Smart Cities, a IoT é a mais importante. 

Trata-se, basicamente, de uma rede de dispositivos conectados que se comunicam e trocam dados. Isso pode incluir qualquer item, desde veículos a eletrodomésticos e sensores na rua. 

Os dados coletados desses dispositivos são armazenados na nuvem ou em servidores para permitir melhorias na eficiência dos setores público e privado e proporcionar benefícios econômicos e melhorias na vida dos cidadãos. 

Tecnologia Geoespacial 

A tecnologia geoespacial é um campo que inclui soluções de fotogrametria, sensoriamento remoto, mapeamento, sistemas de informação geográfica (GIS), entre outros. 

Ela pode ajudar de várias maneiras, como coletando informações em tempo real sobre vagas de estacionamento disponíveis em certas áreas, ou analisando onde a prefeitura deve oferecer novos serviços de saúde. 

Cloud Computing e Edge Computing 

E claro, é necessário contar com tecnologias que ajudem a processar tamanha quantidade de dados — o que a cidade e as empresas ganham com uso de cloud e edge computing

A cloud computing trata-se de uma tecnologia de armazenamento e processamento remoto, mas centralizado em uma única infraestrutura. Já a edge, ou computação de borda, diz respeito a um conceito que aproxima o armazenamento e, principalmente, o processamento da fonte de dados. 

Assim, em vez das informações serem enviadas a um data center centralizado em um local fixo (o que gera latência), os dados são enviados a um micro data center próximo da fonte. 

Como a conectividade é essencial para o sucesso das Smart Cities 

Agora que você conheceu mais sobre o conceito e todo potencial da Smart Cities, deve ter percebido o quão essencial é a conectividade para que as cidades inteligentes existam, certo? 

A Ascenty, líder em data center em toda América Latina, também é referência na entrega de serviços de conectividade, com um ecossistema de soluções ideais para negócios de todos os tipos. 

Entre elas, podemos mencionar: 

  • Cross Connect; 
  • Cloud Exchange;
  • IX.Br (PIX PTT); 
  • Internet Exchange. 

E o nosso ecossistema de conectividade, que serve como um hub que liga sua empresa aos principais provedores de serviços cloud. 

Com a Ascenty, sua empresa tem alto desempenho e flexibilidade para entregar soluções robustas, ideais para aplicações tão ousadas como em Smart Cities. 

Que tal entender mais? Entre em contato com nosso time e conheça mais sobre o portfólio da Ascenty

Como a Ascenty atua na implementação da tecnologia educacional

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Para uma instituição de ensino ou edtech, já não há dúvidas que a tecnologia educacional é o caminho a se seguir quando o assunto é modernizar seu negócio. Cada vez mais, o mundo caminha para uma realidade mais conectada, digital e, por isso, exigente, e ele se aplica à educação. 

Alunos de todos os níveis, bem como pais de crianças no ensino básico e educadores buscam formas de unir a tecnologia ao aprendizado, ansiando por maneiras de fugir do ensino tradicional — calcado em práticas de décadas atrás. 

Agora, o aprendizado deve ser interativo e engajador, colocando o aluno em primeiro lugar e tornando o professor um mentor do processo educacional. No entanto, apesar de algumas instituições já conseguirem providenciar isso, há muito terreno a percorrer pelos players que ainda veem na transformação digital uma meta. 

A Ascenty é uma empresa comprometida a ajudar essas organizações a percorrer essa jornada de maneira mais rápida, possibilitando a integração harmônica, flexível e escalável do que há de melhor em tecnologia educacional. 

Líder em Data Centers e soluções de conectividade na América Latina, a Ascenty tem uma suíte completa de produtos e serviços que se encaixam nas necessidades de IEs e edtechs. 

Que tal entender mais? Explicamos a relação de nossas soluções com as demandas do setor educacional por tecnologia neste conteúdo. Confira! 

Tecnologia educacional: entenda o conceito e o porquê ela é tão importante atualmente 

Mas afinal, porque é importante investir em tecnologia educacional? O tema, que já abordamos anteriormente em alguns conteúdos, é alvo de dúvidas e interesse de líderes do setor de ensino. 

A questão é que a transformação digital não é uma realidade apenas para negócios mais “tradicionais”, como empresas de engenharia, corretoras e instituições financeiras ou escritórios de contabilidade. 

Ela acontece em todas as esferas sociais, corporativas e governamentais — o que inclui o setor da educação. No Brasil, muito embora boa parte da educação básica seja pública, há uma enorme massa de negócios privados voltados ao ensino básico, médio, superior, técnico e complementar (como de línguas e outras habilidades). 

Sem falar nas edtechs, que são empresas voltadas à criação de soluções tecnológicas para a área educacional. 

Essa grande fatia de mercado deve se adequar aos novos tempos, oferecendo o melhor que a tecnologia educacional possibilita em sala de aula — e, assim, revolucionando a qualidade do que é ensinado. 

Muito além disso, há transformações que vão além da sala, que passam por exemplo pela modernização da gestão da IE ou pela capacitação de sua biblioteca e secretaria digitais, entre outros. Ou seja, em cada setor de uma instituição de ensino ou edtech, há um ponto crítico que a tecnologia educacional pode ajudar a resolver. 

No entanto, para que isso seja possível, é essencial contar com uma infraestrutura de TI capacitada, bem como possuir um verdadeiro ecossistema de conectividade — capaz de suportar todas as operações online na sala de aula e no backoffice. 

E tudo isso você consegue com a Ascenty! 

Conheça as soluções Ascenty capazes de auxiliar na implementação da tecnologia educacional 

Como mencionamos, a Ascenty é líder em data centers em toda América Latina. Isso nos torna uma capacitadora de negócios de todos os segmentos, especialmente daqueles que buscam implementar mais tecnologia educacional. 

Atualmente, a Ascenty possui soluções que podem ajudar sua empresa a focar em seu negócio e se destacar no presente, bem como se manterem extremamente competitivas no futuro. 

Que tal conhecê-las e entender como a Ascenty pode ajudar seu negócio a aderir às principais tecnologias educacionais? 

Colocation 

Com o colocation, sua organização pode aproveitar a robusta e ampla infraestrutura da Ascenty para terceirizar seus data centers, destinando seus servidores direto para nossas dependências de nível internacional. Ou seja, sua IE ou edtech conta com um espaço físico seguro, controlado, escalável e dedicado para o atendimento à sua demanda, além disso conta com um amplo ecossistema de conectividade que melhora a experiência e reduz os custos de conectividade. 

Tudo isso com suporte especializado e vários serviços complementares que podem ser contratados à parte, como: 

  • Smart Hands: gestão dedicada e com apoio local das operações de seu data center colocation. 
  • Work Areas: escritórios que funcionam como verdadeiros QGs dentro das dependências Ascenty, de modo a servir de ambiente de trabalho com menos latência e máxima disponibilidade possível. 
  • Cages: se a sua operação requer ainda mais segurança, é possível contratar o serviço de Cages, uma zona de alta proteção aos seus servidores, com nível de acesso limitado por sua empresa. 

Disaster Recovery 

O posicionamento estratégico da Ascenty é muito relevante quando falamos de Disaster Recovery , afinal é um serviço que impede que sua IE ou edtech sofra com a perda de dados fruto de algum desastre, seja natural, cibernético ou de causa humana. 

Com diversos Data Centers em operação temos a localização e conectividade necessárias para que os clientes consigam manter suas operações 100% operacionais, além disso proporcionamos a melhor conectividade por meio de um amplo ecossistema, onde o cliente pode manter os dados de sala de aula e políticas da gestão administrativas salvos com uma política de backups na nuvem. Assim, mesmo que algo aconteça na infraestrutura de seu servidor principal, a sua operação continuará estável e disponível. 

Soluções de implementação 

Muitas IEs e edtechs, muito embora conheçam o básico sobre transformação digital, não entendem o que é necessário para aderir às principais tecnologias educacionais. 

Por isso, é possível contar com as soluções de implementação da Ascenty, um atendimento especializado para auxiliar em todas as questões de instalação ou migração dos ambientes de TI. 

Trata-se de uma solução de alto nível, que segue todas as especificações de layout, cabeamento, densidade de energia e segurança, atendendo as exigências do mercado — e de acordo com várias certificações. 

Cloud Cconnect 

Por fim, se tem uma coisa que sua IE ou edtech vai precisar é de acesso aos principais provedores de serviços cloud do mercado. É justamente o que o Cloud Connect da Ascenty oferece: um conceito diferenciado e um amplo ecossistema que conecta sua infraestrutura diretamente com os principais players, como AWS, IBM, Microsoft, Oracle e Google Cloud, mas isso não para por ai, afinal a Ascenty tem capacidade de conectar sua empresa em mais de um local físico com cada um dos Cloud Providers, garantindo redundância e continuidade para sua estratégia de conectividade. 

Desse modo, sua operação pode acessar em uma conexão direta os serviços destas empresas, contando com alto desempenho e disponibilidade em níveis que nenhum outro serviço é capaz de proporcionar. 

E então, que tal atuar na vanguarda da transformação digital e investir no que há de melhor em tecnologia educacional para o seu negócio? 

Cloud Exchange (ACCX) 

Quando falamos de transformação digital, integração de plataformas e continuidade dos negócios por meio da nuvem pública não paramos para pensar que as empresas que já nasceram na nuvem podem precisar de diferentes serviços e diferentes provedores de nuvem e para isso acontecer o ACCX foi concebido.  

A plataforma ACCX (Ascenty Cloud Connectivity Exchange) nasceu para viabilizar a interconexão entre as nuvens públicas de forma transparente para o cliente, dito isso, o cliente não precisa de Racks, Roteadores e mão de obra qualificada em redes para operacionalizar a integração entre as nuvens de forma privada, afinal o ACCX e a Ascenty fazem esta parte.  

É isso mesmo, o ACCX trabalha em conjunto com o Cloud Connect garante a interoperabilidade entre as redes das nuvens públicas, permitindo que os clientes tenham a melhor performance e possam focar no seu negócio. 

Conte com a Ascenty para esse desafio. 

Temos uma suíte completa de soluções que capacitam o seu negócio, melhoram suas operações e tornam sua infraestrutura mais poderosa para lidar com as demandas atuais e de futuro do mercado de educação. 

Ficou interessado e quer saber mais? Entre em contato conosco, agende uma reunião e entenda como a Ascenty pode ajudar o seu negócio! 

Blockchain: a tecnologia por trás da transação de criptomoedas 

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A blockchain é uma tecnologia popular, repleta de potencial, mas ainda assim misteriosa. Afinal, do que se trata e como as empresas, além do sistema financeiro, podem utilizá-lo? É isso que vamos descobrir hoje. 

Introduzida junto com as criptomoedas e como uma capacitadora da primeira delas, o Bitcoin, a blockchain é basicamente a infraestrutura que possibilita que criptos existam. 

Para ajudar você a entender mais sobre essa tecnologia, suas possibilidades, importância e como se aplica aos negócios, siga a leitura! Preparamos um guia básico para contar tudo sobre o assunto a você. 

Blockchain: o que é e como essa tecnologia surgiu 

A blockchain é, basicamente, uma tecnologia de registro de transações, como um livro-razão, só que compartilhado e imutável. Trata-se de uma corrente de blocos e cada bloco contém informações digitais. 

A tecnologia surgiu em 2008, em um artigo de Satoshi Nakamoto — cuja identidade até hoje é desconhecida, entre as especulações, é de que se trata de um pseudônimo para um indivíduo ou um grupo de desenvolvedores. 

Foi neste mesmo artigo que o Bitcoin foi apresentado ao mundo, como uma alternativa descentralizada de moeda. Ele serve para facilitar o processo de registro de transações e o rastreamento de ativos digitais, tornando-o completamente confiável. 

Assim, uma vez que um ativo é movimentado pela blockchain, as informações digitais que comprovam essa operação são registradas em um bloco — e criptografadas, de modo que os ativos sejam acessados apenas por aqueles que possuem a chave. 

Quando falamos que é um livro-razão imutável é que, uma vez que uma operação é feita, o próprio protocolo por trás da tecnologia produz códigos criptografados que são registrados em um bloco. 

Esse é um registro único, com informações que detalham a transação. 

Como falamos de um livro-razão compartilhado, para que alguma modificação seja feita, seria necessário contar com o consentimento de 50%+1 dos participantes da rede. 

E no caso da blockchain do Bitcoin (e, consequentemente, de outras criptos), a rede funciona como um registro contínuo de cada transação. Assim, se João transferir 1 Bitcoin para Ana, essa operação é registrada conforme o tempo (a hora exata) que ocorreu. 

E esse registro segue uma lógica contínua, em uma cadeia de registros únicos que vai se sobrepondo. Ou seja, é imutável, já que para realizar uma alteração, seria necessário contar com o consentimento da maioria mais um para isso. 

Além disso, a blockchain é uma rede descentralizada. O que isso quer dizer? Bom, que todos os computadores e servidores da rede de participantes fazem parte do sistema. Isso quer dizer que os dados são distribuídos por vários “nós”, garantindo que uma queda de servidor no Brasil, por exemplo, não prejudique toda blockchain. 

Blockchain e criptomoedas: entenda essa relação 

Como mencionamos, o conceito de blockchain é inerente à existência de criptomoedas. Ou seja, para um existir, é necessário contar com o outro. Sua relação é tão importante que a blockchain compõe a infraestrutura que possibilita a transação de criptomoedas. 

O funcionamento já explicamos anteriormente, mas o intuito dessa dinâmica de registros criptografados em blocos, armazenados de maneira descentralizada, é eliminar o intermediário do processo financeiro. 

Veja bem: no sistema financeiro tradicional, as pessoas contam com os bancos e instituições financeiras, que fazem o “meio de campo” em qualquer transação. 

Elas guardam o dinheiro das pessoas, são utilizadas para enviar dinheiro de uma pessoa A para pessoa B, entre outros. O Bitcoin (e todas as criptomoedas subsequentes) foram criadas com o intuito de descentralizar esse poder, permitindo que as pessoas controlem o seu dinheiro. 

Esse nível de “protecionismo” nasceu justamente em uma época de flutuação na economia mundial, mas especialmente americana, com a crise de 2008. Hoje em dia, a blockchain é utilizada em múltiplas aplicações além da financeira, como no universo dos games (especialmente em relação à NFTs). 

A importância da infraestrutura de TI nesse contexto 

Agora, é o momento de entender onde a blockchain se encaixa na rotina de uma empresa qualquer — não apenas uma cripto ou desenvolvedora de games.  

E para uma contabilidade ou indústria, como a blockchain pode ser utilizada? Todos esses negócios hoje precisam de data centers para suportar suas operações, que são baseadas no tráfego seguro de dados. 

Quando falamos de unir a sua infraestrutura de TI à tecnologia blockchain, dizemos essencialmente de criar um método de armazenamento de informações mais seguro. Afinal, não existe apenas uma blockchain — na verdade, já foram desenvolvidas várias delas, e muitos são privados. 

Ou seja, utilizadas dentro de uma rede de participantes que precisam de permissão para isso, seja dentro de uma só empresa ou em um projeto que envolva vários stakeholders. 

Entre outras aplicações, a blockchain necessita de uma infraestrutura de TI robusta para: 

  • Garantir maior transparência, por exemplo, no rastreamento da cadeia de suprimentos. 
  • Gerenciar de forma automatizada a rede, utilizando contratos inteligentes, que são scripts na blockchain capazes de ser acionados quando determinados parâmetros são atendidos. 

Entre várias outras oportunidades. 

O futuro do mercado de Data Center com a Blockchain 

Para as empresas, aderir à blockchain é uma maneira das empresas consolidarem suas operações, tornando-as mais seguras. No entanto, para isso, é preciso investir em soluções de data center robustas e modernas, que capacitem sua operação e permitam que a blockchain seja uma realidade dentro da organização. 

Um exemplo de solução é o Colocation, serviço que possibilita que a empresa alugue espaço para manter sua infraestrutura de servidores nas dependências da empresa. 

Assim, sua empresa conta com uma infraestrutura dedicada, que segue padrões internacionais e referência no setor, de modo a tornar suas operações mais estáveis, robustas e ágeis! 

E você, gostou de aprender mais sobre o tema? Esperamos que nosso conteúdo ajude você a compreender tudo sobre a blockchain e suas diferentes aplicações. 

Para seguir de olho nas principais tecnologias e novidades do mundo da tecnologia e TI, siga de olho em nosso blog! 

Entenda o papel do Data Center para a conectividade da educação 

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Afinal, por que a conectividade da educação é um tema tão em voga hoje em dia? Bom, isso tem muito a ver com a transformação digital no meio educacional, que exige uma boa infraestrutura de TI das instituições de ensino. 

Nesse sentido, muito mais do que contar com plataformas que capacitem o método de aprendizagem, é necessário ter uma base para que as aulas, trabalhos e projetos sejam conduzidos à distância. 

É justamente nesse ponto que os Data Centers se destacam, sendo um dos pilares da nova era da educação. Que o setor educacional está se tornando cada vez mais modernizado você já sabe. No entanto, você sabe do papel dos data centers nessa transformação? 

É o que vamos explicar neste conteúdo, contextualizando sobre como o aumento do ensino híbrido e a importância da infraestrutura e conectividade na educação. Vamos lá? 

O aumento do ensino híbrido no Brasil 

O ensino híbrido é um dos grandes motivadores do investimento na conectividade da educação. Já explicamos o tema em outro post aqui do blog, mas vamos contextualizar para que você não se perca, combinado? 

O ensino híbrido, também conhecido como blended learning, é um método de educação que mistura elementos de ensino presencial e ensino online. 

É uma metodologia que visa integrar a educação à tecnologia, complementando o ensino em sala de aula com recursos inovadores, que potencializam o aprendizado. Nos últimos anos, o ensino híbrido foi impulsionado no Brasil, como uma solução às consequências da pandemia na educação de forma geral. 

Ou seja, não é exatamente um método que “contorna” os obstáculos que da pandemia (como a necessidade de isolamento), mas chega como uma espécie de remédio aos danos que esse evento mundial ocasionou. 

O motivo é simples: o ensino híbrido tem o potencial de maximizar o nível de aprendizado, possibilitando que os estudantes aprendam mais e melhor. No Brasil e no mundo, a tendência é que o ensino híbrido seja não apenas uma tendência, mas uma realidade nas salas de aula. É algo que o próprio Fórum Econômico Mundial admite que pode acontecer. 

A importância da tecnologia na adoção do ensino híbrido 

Na prática, o ensino híbrido traz vários benefícios para as instituições de ensino, revolucionando a maneira que a organização lida com a jornada de aprendizagem. 

Porém, o ensino híbrido depende da tecnologia para ser colocada em prática. É uma das condicionais para ser bem aplicada em sala de aula. É por isso que o papel da tecnologia no ensino híbrido é tão relevante. Na prática, ela auxilia nos seguintes pontos: 

Possibilita a aprendizagem colaborativa 

Por meio de atividades individuais e em grupo, os alunos aprendem a ser coletivos e aprimorar suas habilidades de pensamento crítico. 

Educadores e estudantes podem colaborar para formar um método de aprendizado exclusivo e personalizado, melhorando a compreensão de vários conceitos. 

Por meio de plataformas de estudo e vídeos personalizados, os professores podem criar uma biblioteca de recursos personalizada para os alunos estudarem. 

Depois de construir essa biblioteca de recursos com base em áreas de necessidades comuns, um professor pode expandi-la para atender às necessidades que surgem com menos frequência, criando um portfólio de conteúdo completo. 

Organiza a aprendizagem 

Os educadores podem orquestrar aulas e disseminar informações de forma controlada e organizada para atender os alunos 

Por meio de soluções e aplicativos digitais, fóruns de discussão interativos, tutoriais em vídeo (entre outros), os alunos podem participar de experiências controladas. 

Ele capacita os alunos a liderar nas salas de aula, enriquece sua experiência de aprendizado e ajuda a usar a tecnologia para construir uma boa base em seus estudos. 

Construir um diálogo aberto e rico 

As salas de aula online facilitam diálogos abertos e ricos entre o aluno e o professor. 

Os professores podem coletar tarefas, dar feedback e oferecer recursos de aprendizagem para atender às diversas necessidades dos alunos. 

Eles podem conversar com as diferentes partes interessadas (alunos e pais, por exemplo) sobre os vários desafios enfrentados, bem como sugerir áreas de melhoria. 

Enriquecer o processo de aprendizagem 

Ao agregar novas tecnologias ao ensino, o aprendizado é melhorado. O blended learning pode se aproveitar de diferentes soluções (em vídeo, gamificadas, testes online etc.) para enriquecer a forma que os conteúdos são entregues. 

Assim, o uso de várias mídias permite preencher quaisquer lacunas de conhecimento deixadas por metodologias ultrapassadas. 

Qual o papel do Data Center nesse contexto da conectividade da educação? 

O ensino híbrido é importante porque altera as convenções do ensino tradicional, personalizando a experiência de aprendizado para cada aluno. 

Além disso, possibilita que cada aluno aprenda em seu próprio ritmo. 

E onde os data centers entram nessa equação? Bom, especialmente como base para a infraestrutura de TI que habilite as instituições de ensino a oferecerem as melhores soluções tecnológicas de aprendizagem. 

Trata-se de uma peça essencial para compor seu ambiente digital, habilitando a implementação de plataformas de ensino, atividades gamificadas e demais sistemas informatizados. 

Se a sua instituição quer investir na conectividade da educação, entender o papel do data center é essencial. Além disso, há de se considerar as inovações referentes aos data centers, que beneficiam também as instituições de ensino. 

É o caso do edge computing ou computação de borda, que fornece alta largura de banda, redes mais rápidas e baixas latências, aumentando a disponibilidade dos data centers. 

Tudo isso vai acelerar o uso de tecnologias, influenciando diretamente na jornada de aprendizagem. 

Após a pandemia, as instituições de ensino se viram diante do desafio de fornecer uma infraestrutura de TI educacional que pudesse dar suporte à sala de aula digital, à medida que os alunos retornassem ao aprendizado presencial. 

Assim, escolher o melhor data center é uma decisão essencial, já que são nesses bancos de dados que registros escolares, informações de alunos e professores, conteúdos e materiais de sala de aula, vão ser armazenadas. 

Mas e como fazer isso? 

Para isso você pode contar com a Ascenty, líder em data centers na América Latina, com soluções completas de conectividade para o seu negócio. Entre os serviços da Ascenty que podem ajudar a modernizar o ensino em sua instituição, podemos mencionar: 

  • Colocation (aluguel de espaço em nossa infraestrutura de bancos de dados); 
  • Conectividade (soluções de Telecomunicações que , estabelecem uma conexão entre os pontos de interesse do cliente, geralmente por meio de fibra ótica); 
  • Cloud connect (conexões rápidas e privadas com os principais cloud providers);. 
  • Interconexões: Conexões feitas dentro dos Data Centers, geralmente utilizadas pera utilizar plataformas como o IX.br (PTT) e para conectar com os provedores de conteúdos, OTTs, Operadoras de Telecom e ISPs 

E então, que tal revolucionar a forma que sua instituição de ensino funciona, destacando-se no mercado? 

Marque uma reunião com um de nossos especialistas!  

Plataformas Digitais na Educação: a tecnologia contribuindo com o ensino 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Com a era da transformação digital tomando conta de todos os mercados, o uso de plataformas digitais na educação se torna cada vez mais necessário. E é por isso que, cada vez mais, instituições de ensino e empresas da área, como edtechs, se aproveitam dessas tecnologias para aprimorarem a forma que ensinam. 

Em especial, após testemunharmos os impactos de eventos desestabilizadores, como a pandemia de Covid-19 e o isolamento social, o ensino precisou se adaptar e modernizar. 

O que antes eram tendências ou métodos secundários, como o EaD e o ensino híbrido, se tornaram realidade para as instituições de ensino. E como se encaixam as plataformas digitais na educação? Justamente, possibilitando que as IEs tornem seu ensino mais dinâmico, moderno e, essencialmente, digital! 

Que tal entender mais sobre o assunto e como as plataformas digitais estão transformando o setor de educação? Continue a leitura! 

Plataformas Digitais na educação: quando e onde surgiram? 

As plataformas digitais na educação não são uma novidade, mas já estão presentes no mercado desde o fim da década de 1990. Como mencionamos em outro artigo, a primeira edtech criada foi a Blackboard Inc., que também foi a primeira a utilizar um LMS (Learning Management System). 

O LMS é um sistema de gestão de aprendizagem que pode ser utilizado por IEs e edtechs — e há várias opções no mercado, o que aumenta o leque de possibilidades. 

Mas e quando esses sistemas e plataformas começaram a ser utilizados de maneira mais ampla? Em especial, após a expansão da tecnologia 4G e mobile (já que permitem que essas plataformas não fiquem presas a um único computador, mas possam ser acessadas na nuvem, por qualquer dispositivo). 

Além disso, as plataformas digitais servem não apenas para facilitar o ensino e os métodos em sala de aula, mas também a gestão da instituição. Inclusive, auxiliando as instituições a se adequarem à Portaria 315 do MEC, que institui a necessidade de desenvolver uma Secretaria Digital. 

Como as plataformas digitais na educação estão mudando o panorama do setor 

A tecnologia sempre foi uma parceira da educação, muito embora a integração entre as duas ainda seja um desafio. Foi justamente essa ponte que as plataformas digitais na educação possibilitaram. Afinal, falamos de tecnologia que realmente pode ser utilizada por estudantes, docentes e membros da gestão do negócio. 

No entanto, não pense que essas plataformas são apenas LMSs. 

Uma instituição pode contar também com soluções como Sistemas de Gestão de Conteúdo de Aprendizagem (learning content management systems ou LCMS), bem como uma ferramenta de sala de aula virtual ou Ambientes de Aprendizado Virtual (virtual learning environment ou VLE). 

Embora cada plataforma varie em função e recursos, todas as plataformas digitais de aprendizado podem oferecer suporte a todos os métodos em sala de aula, ou seja, aprendizado online, presencial ou híbrido. 

Desse modo, focando no que os professores podem fazer utilizando uma plataforma digital, podemos mencionar: 

  • Facilitar o trabalho em equipe; 
  • Compartilhar links úteis com os alunos; 
  • Melhorar a comunicação com os alunos; 
  • Lecionar para grupos menores de alunos; 
  • Obter acesso a dados que fornecem feedback aprofundado; 
  • Definir tarefas para indivíduos, bem como para grupos maiores; 
  • Possibilitar que todo corpo docente colabore no planejamento de aulas, trabalhos e provas. 

Agora, entre os benefícios de aplicar plataformas digitais na educação, é possível destacar: 

Fácil acesso às informações 

Uma plataforma de aprendizagem digital permite o acesso a uma biblioteca completa de recursos online. O software é normalmente estruturado de modo a facilitar o acesso às informações. Ou seja, o material de aprendizagem pode ser na forma de documentos, conteúdo multimídia, arquivos PDF e mesmo provas do passado. 

Conteúdo atualizado 

Uma plataforma de aprendizado digital permite que as instituições atualizem seus conteúdos, disponibilizando tudo de forma mais econômica e instantânea. 

Relatórios avançados 

As soluções inovadoras de aprendizado digital permitem que os educadores criem, personalizem e baixem relatórios que fornecem informações sobre o progresso dos alunos. 

Assim, é possível usar esses insights para dar atenção individual aos alunos, ajudando-os a superar barreiras em suas jornadas de aprendizado. 

Aprendizagem multimídia 

Com plataformas digitais na educação, você pode criar conteúdo multimídia (vídeos, áudios, apresentações, experiências gamificadas) para envolver os alunos, estimular o interesse, dar vida a conceitos complexos e fornecer maior contexto ao aprendizado. 

Novos canais de comunicação 

As plataformas de aprendizado digital tiram as conversas dos limites da sala de aula física, seja com colegas como também com professores e mentores. 

Os alunos podem usar plataformas como bate-papo, canais de mídia social e fóruns para aprender, discutir e debater em um ambiente de aprendizado mais colaborativo, interativo e pessoal. 

Entenda como a Ascenty trabalha a favor da implementação e otimização das plataformas digitais na educação 

Neste ponto, sua instituição de ensino deve estar reavaliando seus processos para entender como implementar uma plataforma digital, certo? Bom, antes de qualquer coisa, saiba que é necessário preparar a infraestrutura de TI da sua organização. 

É preciso garantir a conectividade suficiente para que todos os usuários (funcionários, docentes e alunos) acessem as plataformas e possam trabalhar de maneira estável, com total disponibilidade e baixa latência

Além disso, você já pensou na segurança dos dados? Uma plataforma digital armazena várias informações sobre os seus alunos, desde dados sensíveis até os mais básicos. 

Sua instituição deve garantir a proteção das informações, com uma arquitetura de soluções que blinde os dados do seu negócio. Muita coisa, certo? A boa notícia é que a Ascenty pode ajudar a sua instituição em todos esses aspectos! 

A líder em Data Centers na América Latina, possui não apenas uma infraestrutura robusta de bancos de dados, mas conta com soluções de conectividade e segurança que podem preparar seu negócio! 

Que tal entender como a Ascenty pode tornar sua instituição de ensino mais moderna e apta a implementar uma plataforma digital? Converse conosco agora mesmo

Como as EdTechs estão revolucionando o sistema educacional no Brasil 

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Que o mercado de educação no Brasil é um terreno fértil para inovações, não é novidade. O país com dimensões continentais tem como necessidade melhores soluções educacionais para seus milhões de habitantes. Essa foi a brecha que as EdTechs aproveitaram. 

Cada vez mais presentes no mercado de educação brasileiro, essas empresas inovadoras vêm crescendo e se tornando necessárias no cenário educacional. 

Mas afinal, o que de tão diferente as EdTechs fazem que as torna tão suscetíveis ao sucesso? 

Para aprender, é necessário conhecer esse tipo de negócio desde o conceito, bem como as tecnologias que utiliza e que projetam tamanho crescimento no mercado. Que tal entender mais? É só seguir de olho em nosso conteúdo! 

EdTechs: o que são e como surgiram? 

Entender o que são EdTechs não é nada complicado, especialmente se você conhece um pouco mais do mercado de tecnologia. Basicamente, são startups que desenvolvem produtos e soluções tecnológicas para o mercado de educação. 

O próprio nome “EdTech” é um exemplo dessa relação, já que é uma junção de education (educação) com technology (tecnologia). 

É a mesma lógica por trás das Fintechs (tecnologias para finanças), health techs (tecnologias para saúde), law techs (tecnologias para o setor jurídico), entre tantas outras. 

Afinal, nem toda startup é a mesma — e a nomenclatura serve para diferenciar os nichos de atuação. 

Hoje, é possível encontrar EdTechs que atuam de várias formas no mercado, com soluções que inovam na maneira que os alunos aprendem, ou que têm como foco seu nível de engajamento. 

Há também EdTechs que desenvolvem sistemas próprios para uma melhor gestão da instituição de ensino, potencializando a administração e as possibilidades do negócio. Ou seja, opções não faltam. 

Mas e como as EdTechs surgiram? Como você deve imaginar, não faz tanto tempo. A primeira organização a ser considerada uma EdTech foi a Blackboard, criada em 1997. 

Obviamente, as EdTechs se tornaram realidade uma vez que a tecnologia possibilitou a criação de soluções flexíveis, remotas e escaláveis. 

Qual a importância das Edtechs para a área de educação no Brasil 

No Brasil, a educação é um tema polêmico e que atrai muita atenção. Muito embora o ensino público seja vasto, há muito espaço para melhorar a qualidade do que é ensinado, da escola básica até a faculdade. 

Além disso, existe todo um mercado para o aprendizado alternativo, como de cursos técnicos ou línguas. 

No Brasil, a integração de tecnologia na educação pode revolucionar a forma que o ensino público e o privado atuam — proporcionando uma jornada de aprendizado condizente com as necessidades atuais e futuras, e não do passado. Conforme o EdTech Report 2020, elaborado pela Distrito, o Brasil conta com cerca de 550 startups focadas no desenvolvimento de soluções educacionais. 

Outro ponto que deve ser levado em conta é o potencial das EdTechs de atingirem aqueles que não aproveitaram nem um pouco (ou de forma muito limitada) das oportunidades de educação. 

De acordo com o estudo do Distrito, entre todos os jovens entre 14 e 29 brasileiros, cerca de 50 milhões sequer completaram o ensino médio. No entanto, entre as startups analisadas, a maior fatia (22,4%) tem como foco soluções que visam o ensino de assuntos específicos, como tecnologia, idiomas e finanças. 

Outro dado interessante é que, das mais de 550 EdTechs, 22,2% têm como foco o desenvolvimento de novas formas de ensino, utilizando metodologias como a gamificação ou tecnologias como a Realidade Virtual. 

As tecnologias por trás da EdTechs 

Agora, como as novas tecnologias capacitam as EdTechs para oferecer as melhores soluções educacionais, bem como revolucionar o setor? 

Bom, um fator determinante é a transformação digital, potencializada pela computação em nuvem e suas possibilidades. Mas afinal, a partir da nuvem, o que as EdTechs atualmente utilizam em suas soluções e que possibilitam seu crescimento? 

Big Data 

Se há algo que o mercado educacional gera, são dados. E uma vez digitalizados, processados e estruturados, eles podem servir de diferentes maneiras ao processo de aprendizagem. 

O Big Data é justamente isso: o grande volume de dados que os negócios geram. 

E as EdTechs podem criar sistemas e plataformas que os utilizam, de modo a oferecer um panorama mais aprofundado sobre, por exemplo, o avanço dos alunos em determinada matéria. 

Assim, é possível entender exatamente como cada aluno está lidando com as disciplinas, testes e provas, possibilitando que a instituição molde sua grade de forma que o ensino se torna personalizado. 

Porém, essa é apenas uma das possibilidades — o Big Data oferece muito mais! 

Realidade aumentada 

A realidade aumentada, muitas vezes relacionada à realidade virtual, é um tipo de tecnologia inovadora e muito simples de entender. Trata-se da integração do mundo real com elementos virtuais, possibilitando a interação entre ambos e expandindo o potencial criativo e imaginativo. 

Um exemplo fácil de lembrar é o jogo de smartphone Pokemon Go, que projeta personagens digitais em áreas da região onde o jogador vive. Esse tipo de tecnologia pode proporcionar novas possibilidades de aprendizado, incrementando a forma de aprender sobre determinados assuntos. 

Realidade virtual 

Já a realidade virtual é, de fato, uma tecnologia capaz de submergir as pessoas em um mundo completamente virtualizado. É o que os óculos VR possibilitam, colocando seus jogadores/usuários em um universo totalmente digital, na “pele” de um personagem do jogo, por exemplo. 

Esse tipo de tecnologia, embora tenha muito a evoluir, já é utilizada para proporcionar um mergulho a diferentes cenários. Dessa maneira, os alunos podem aprender não apenas ouvindo, mas vendo — e, muitas vezes, agindo dentro de eventos específicos. 

É também uma excelente maneira de criar laboratórios, mas sem as limitações físicas normais. 

Gamificação 

A gamificação é uma metodologia que visa adotar conceitos de jogos no processo de aprendizagem — em qualquer nível, não apenas no ensino básico ou voltado a crianças. Inclusive, há várias empresas que desenvolvem soluções de treinamentos corporativos baseados em gamificação. 

Isso quer dizer que tudo se torna um videogame, ou seja, um jogo digital como os que vemos em computadores e consoles? Nada disso — quer dizer, também pode ser! Porém, a gamificação é uma metodologia que busca integrar elementos de jogos na aprendizagem. Mais especificamente, recursos lúdicos e de storytelling. 

Desse jeito, a aprendizagem pode se tornar uma atividade mais enriquecedora, envolvente (com o aluno como protagonista) e com menos riscos. 

Mas afinal, como se preparar para o futuro da educação no Brasil 

E você, já tem uma ideia ou uma solução em desenvolvimento que possa se encaixar no mercado da educação no Brasil? Sua EdTech pode alcançar o sucesso — no entanto, é necessário contar com as tecnologias certas.  

A Ascenty, líder em Data Centers na América Latina, possui as soluções que o seu negócio precisa para se destacar. Proporcionamos conexão direta com os maiores cloud providers do mundo. Além disso, oferecemos toda infraestrutura de TI necessária para que sua empresa possa operar de maneira estável, segura e eficiente. 

Que tal conhecer mais sobre as soluções da Ascenty e como elas são essenciais para sua startup crescer? Agende uma reunião conosco! 

Ainda em dúvidas sobre se vale mesmo a pena modernizar sua instituição? Escrevemos os motivos que provam porque é importante integrar novas tecnologias na educação, confira! 

Ensino híbrido: o que é e como aplicar na sua escola

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

O mundo da educação não para de evoluir. Nas últimas décadas, a maneira que docentes e estudantes interagem se transformou, com destaque para a aplicação de soluções digitais na jornada de aprendizagem. É um dos pilares do movimento chamado de ensino híbrido.

Você conhece?

O ensino híbrido é uma resposta do mercado às necessidades de estudantes, pais, educadores e demais participantes do ciclo acadêmico de uma pessoa.

E hoje, é um modelo promissor, que possibilita que as instituições de ensino se adequem às demandas de uma era marcada pelos efeitos da pandemia e do distanciamento social.

Que tal entender mais sobre o assunto, sua importância e como aplicar na sua instituição de ensino? Esse tema tem tudo a ver com tecnologia, siga a leitura!

Ensino Híbrido: o que é?

O ensino híbrido é uma abordagem nova e moderna para a aprendizagem, que se refere a uma mescla entre aulas presenciais e atividades digitais. É a mistura entre o tradicional e o moderno, buscando aproveitar ao máximo os benefícios de ambos.

Existem muitas formas de aplicar o ensino híbrido, mas o conceito mais básico refere-se ao seguinte:

Aulas em que um professor esteja fisicamente em sala junto com os alunos, mas no qual o estudante detém o poder de direcionar o local, o tempo, o caminho e o ritmo de sua própria aprendizagem. É uma maneira eficaz dos professores se envolverem com os alunos em vários níveis.

Vale lembrar que não é o mesmo que ensino remoto ou EaD. O ensino híbrido (também conhecido como blended learning) ocorre, em sua maior parte, na sala de aula.

No entanto, com uso de tecnologias que auxiliam no desenvolvimento das disciplinas e atividades, como laptops e computadores, smart TVs, dispositivos móveis, soluções gamificadas, entre outros.

Quais os benefícios que o ensino híbrido é capaz de trazer?

E afinal, quais benefícios o ensino híbrido pode trazer? Bom, podemos começar falando das infinitas possibilidades de unir a aprendizagem com tecnologias inovadoras.

Seguindo esse modelo, o professor pode começar com uma introdução a um assunto de forma tradicional, em uma apresentação aos alunos. Após, ele pode propor aos alunos uma discussão em grupo relacionada ao assunto, de forma a desenvolver o raciocínio em cima do tema.

Mais tarde, na mesma aula, o professor pode usar tablets e pedir aos estudantes que preencham um questionário sobre o tema em questão, de forma a testar seus conhecimentos.

Esse questionário pode ser feito em um aplicativo de gamificação, que traz elementos lúdicos, recursos de storytelling e todo potencial gráfico (inclusive do Metaverso) para criar um teste mais engajador, interativo e que realmente faz pensar.

Tudo isso estimula o aluno a ser o centro do aprendizado, com o professor servindo como guia. É o que se chama de método ativo de aprendizagem. Na prática, isso traz diversos benefícios aos alunos, como:

Os prepara para um mundo cada vez mais técnico

A introdução de um elemento digital na sala de aula prepara os alunos para um mundo mais digital e técnico. Isso significa que os estudantes se acostumarão a usar a tecnologia moderna em todos os aspectos de sua vida.

Permite que professores possam mapear a evolução individual

Graças à ascensão do machine learning e data analytics, há uma pressão crescente sobre os professores para monitorar os resultados e “fisgar” aqueles alunos que ficam para trás.

Muitas das tecnologias que os docentes utilizarão podem simplificar a análise dos dados de cada um, de modo que eles possam rastrear o nível de evolução de cada aluno.

Oferece a possibilidade de ensinar de maneira personalizada

Como os professores podem usar a tecnologia digital para acompanhar os resultados dos alunos, eles também podem individualizar os conteúdos para cada um.

Por exemplo, se um aluno precisar de tempo extra em um assunto específico, o professor poderá definir atividades adicionais em seu cronograma, que podem ser repassadas no tablet ou em uma plataforma de ensino híbrido.

Conheça as principais metodologias do ensino híbrido

Entrando na parte mais técnica do ensino híbrido, vale entender como ela é aplicada na sala de aula. Existem diferentes metodologias em uso hoje em dia, confira as principais:

Laboratório rotacional

Na rotação de laboratório, a turma é dividida em dois grupos: um inicia suas tarefas no laboratório tecnológico, com acesso a recursos online, já o outro grupo inicia os estudos offline.

Em seguida, após determinado período, os grupos se invertem.

Sala de aula invertida

Na sala de aula invertida, o início do estudo de um tema normalmente começa em casa, no ambiente virtual de aprendizado. Assim, os alunos chegam na aula presencial com perguntas, críticas, provocações e um contexto estabelecido sobre o assunto.

Desse modo, é possível aproveitar o tempo juntos para elaborar atividades dinâmicas, como seminários, trabalhos em grupo, entre outros.

Rotação individual

E nesse modelo, o professor cria um “roteiro” para cada aluno seguir, de modo que o aprendizado seja completamente personalizado de acordo com suas aptidões.

Rotação por estação

A sala de aula é dividida em diversas estações, com atividades independentes uma da outra (com uma delas ligada à tecnologia). A ideia é separar a turma em pequenos grupos e fazê-las migrar de uma estação para a outra.

Implementação do ensino híbrido: como chegar lá?

Que o ensino híbrido tem muito potencial ficou evidente. Mas como a sua instituição de ensino pode implementá-lo em sala de aula e adaptar sua grade para uma abordagem mais moderna?

Bom, responder essa pergunta é como virar os olhos para uma certeza: sua escola precisa se modernizar! Nesse sentido, contar com soluções que estruturem e solidifiquem um ambiente de TI, dados e conectividade rico e capaz de suportar a demanda é essencial.

Você vai precisar investir em data center capazes, soluções de conectividade que o coloquem na frente da concorrência e uma infraestrutura robusta capaz de elevar o patamar da sua IES.

Que tal descobrir mais sobre esse assunto? No nosso blog, você confere tudo acerca de tecnologias que podem revolucionar seu negócio, incluindo instituições de ensino. Siga lendo!

Conheça as principais causas de downtime em data center e como evitá-las 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

O downtime em data center é um verdadeiro inimigo das operações corporativas, podendo prejudicar seu negócio de múltiplas maneiras. Sabes como evitá-los, porém, somente é possível uma vez que você conheça as causas. 

Esse é um tema complexo — pois as causas de 10, 5 ou mesmo 3 anos atrás não são as mesmas de hoje, que não serão as mesmas daqui algum tempo! 

É por isso que ficar de olho nos movimentos de mercado é essencial para entender o que causa o downtime em data center — bem como evitá-las! 

Nesse artigo, falamos mais sobre o assunto, explicando quais as causas e como esse evento pode ser prejudicial ao seu negócio! 

Downtime em Data Center: saiba como esse problema pode afetar o seu negócio 

O downtime em data center nada mais é do que uma falha que prejudica a continuidade de sua operação. Pode ser um problema ligado à energia, resfriamento, instalação ou mesmo a ataques cibernéticos. 

Qualquer coisa que evite que o data center funcione da forma que deveria, o que ocasiona algumas situações, como: 

  • Queda de sistemas, aplicações e sites da sua empresa; 
  • Interrupção na coleta, armazenamento e processamento em tempo real dos dados; 
  • Lentidão ou erros sucessivos que prejudicam a experiência do seu cliente (como no processamento de pagamentos ou suporte técnico). 

Como as empresas de hoje dependem de suas aplicações digitais e dos dados, o downtime em data center tem enorme potencial de desestabilizar a sua operação. 

Aqui, os dados variam de acordo com a fonte, pois há diferentes estudos sobre o assunto — e a maior parte deles é baseada nos Estados Unidos. 

Por exemplo, conforme matéria da Computer Weekly, o custo do downtime em data center pode variar entre US$ 100 mil a US$ 1 milhão, dependendo de quantos minutos o sistema fica parado. 

Conheça as principais causas causadoras de Downtime em Data Center 

As causas de downtime em data center variam bastante: às vezes, é culpa da empresa que o administra, às vezes de quem utiliza o serviço (no caso de colocation ou cloud) ou simplesmente por razões incontroláveis, como desastres naturais

De acordo com uma pesquisa da Uptime de 2018, quase um terço dos data centers em todo mundo sofreram com algum tipo de downtime. 

Entre as três principais causas, destacam-se: falhas de energia (33%), falhas de rede (30%) e erros de TI ou software (28%). 

Que tal conferir outras delas? Separamos uma lista para você: 

Falha no controle de acesso 

Pessoas ou usuários desautorizados com facilidade de acessar seu data center podem ocasionar falhas no sistema — muitas vezes sem malícia, apenas por não entenderem como funciona. 

Por isso, realizar um controle de acesso adequado é essencial. 

No entanto, o ambiente de sua infraestrutura de data center precisa ser cuidado a todo momento, contando com segurança suficiente para permitir que apenas profissionais autorizados acessem os equipamentos. 

Manutenção deficitária e falta de testes 

O data center é um ambiente extremamente complexo, que exige atualizações constantes, rotinas de manutenção preditiva e preventiva, bem como aplicação de testes para conferir a estabilidade dos ambientes. 

Estabelecer uma cultura presente dos técnicos no seu ambiente — que seja proativo no sentido de cuidar do ecossistema, é o ideal! 

Falhas no sistema de resfriamento 

Embora o downtime em data center por conta de falhas no resfriamento não seja um dos principais problemas, todo cuidado é pouco! 

De acordo com relatório mais recente da Uptime, de 2021, o sistema de resfriamento representou apenas 3% das falhas nos data centers analisados. 

No entanto, você sabe: o Brasil é um país tropical e que já sofre com alguns efeitos do aquecimento global. 

Ou seja, essa é uma ameaça significativa. 

Procurar alternativas para tornar o data center sustentável é ideal. 

Ausência de redundância 

Se você quer um data center realmente eficiente e estável, é preciso investir em redundância

Ou seja, a capacidade de repetição da infraestrutura, de modo a proporcionar maior segurança dos sistemas que comportam a carga crítica do Data Center. 

Simplificamos: quanto maior a redundância de um data center, menor seu downtime possível, pois a infraestrutura conta com equipamentos que servem de backup e podem substituir aqueles que são afetados por algum problema. 

Hardware desatualizado 

Desde que as empresas passaram a depender de infraestruturas mais virtuais, não é surpresa que falhas de software também contribuam para o downtime em data center. 

Um software desatualizado pode criar brechas de segurança perigosas. 

Bugs de software, falhas não corrigidas, faltas de testes e muito mais ameaçam a estabilidade de qualquer data center que utilize uma infraestrutura de software. 

Semelhante aos problemas de hardware, a manutenção e o monitoramento de rotina desempenham um papel crucial na longevidade e na limitação de interrupções devido a falhas de software. 

Fique atento aos testes e atualizações regulares e esteja ciente de como uma falha no reconhecimento de possíveis falhas pode resultar em um tempo de inatividade perigoso. 

Falhas no sistema eletricidade 

Conforme mencionamos nos dados anteriores, quedas de energia e falhas relacionadas ao sistema de alimentação podem ocasionar o downtime. 

Muito mais do que garantir que seu data center seja de primeira, é necessário contar com total fidelidade e estabilidade da estrutura elétrica. 

Manutenções não planejadas 

As manutenções não planejadas podem interromper o fluxo operacional do data center e, diante de qualquer problema, ocasionar problemas como o downtime. 

O ideal é estipular, junto com o time de especialistas, uma agenda de manutenções e vistorias predefinidas, de modo que as potenciais paradas sejam realizadas em momentos oportunos e que não prejudiquem a continuidade do seu negócio! 

E você, gostou de aprender mais sobre as causas de downtime em data center e por que é importante conhecê-las, a fim de evitá-las? 

Para seguir aprendendo sobre o tema, bem como compreender tudo que envolve data centers, colocation e conectividade para o seu negócio, siga de olho em nosso blog! 

O que você precisa saber sobre o Data Center Virtual

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Na era da transformação digital, as empresas precisam ficar sintonizadas nas principais tendências de TI, de modo a modernizar sua operação. O data center virtual é uma dessas inovações capaz de potencializar seus processos e melhorar os resultados.

E você, já ouviu falar de data center virtual e sabe do que se trata essa tendência de TI?

O data center já se tornou uma realidade e um dos pilares infraestruturais de empresas que visam otimizar processos.

No entanto, há uma diferença entre o data center físico e o virtual. Neste conteúdo, vamos te explicar a diferença e contar também sobre as vantagens do data center virtual.

Que tal seguir a leitura para aprender mais?

O que é um Data Center Virtual?

O data center virtual é, basicamente, uma infraestrutura de TI totalmente virtualizada — ou seja, um IaaS. Ele oferece todas as possibilidades de um banco de dados tradicional, mas com recursos baseados na nuvem.

Desse modo, permite que a empresa possua maior liberdade de controle e personalização da sua infraestrutura — sem que, para isso, necessite adquirir, implantar, configurar e manter dispositivos físicos.

Assim, as empresas podem aproveitar de toda flexibilidade, escalabilidade e economia de custos que o cloud computing oferece.

No geral, com essa solução, uma empresa ganha:

  • Virtualização completa da infraestrutura de TI;
  • Vantagens interligadas aos servidores físicos, aprimorando a modernização, transformação e gerando valor ao ambiente virtual;
  • Parque tecnológico que integra setores e aprimora o manuseio das informações do negócio.

Quais são as vantagens do Data Center virtual?

Mas afinal, vale mesmo a pena investir em um data center virtual em detrimento de uma opção mais tradicional, como o data center físico?

A resposta é que sim, pois se trata de uma solução que dinamiza sua operação e a torna mais flexível para lidar com as demandas atuais que costumam ser muito voláteis.

Separamos alguns benefícios da tecnologia para exemplificar, confira:

  • Tecnologia avançada: O data center virtual leva o seu negócio para outro patamar da transformação digital.
  • Redução dos custos: Como o banco de dados é completamente virtual, sua empresa não precisa gastar na aquisição, instalação e manutenção de recursos e hardwares físicos.
  • Manutenção qualificada: Em um data center virtual, o provedor é responsável pela manutenção da infraestrutura. E como o provedor precisa seguir diretrizes e certificações, esse trabalho é muito mais qualificado.
  • Segurança: Com um data center virtual, toda a infraestrutura é hospedada na nuvem. Ou seja, sua empresa pode escolher soluções de segurança personalizadas para se proteger contra ameaças cibernéticas. No caso da infraestrutura em si, por ser mantida pelo provedor, ela provavelmente já segue padrões de segurança que possibilitam que apenas pessoas autorizadas acessem o ambiente de dados para realizar manutenções.
  • Conexão com redes 5G: Um dos grandes diferenciais de contar com um data center virtual é que sua empresa pode trabalhar com tecnologia avançada. Um caso emblemático é das redes 5G, que em pouco tempo se tornarão realidade no Brasil. Isso porque, a infraestrutura é atualizada pelo provedor!
  • Escalabilidade: Flexibilidade e escalabilidade são os principais pontos fortes de qualquer solução na nuvem e com o data center virtual não seria diferente. Ele maximiza a capacidade de dimensionamento de uma empresa para atender às crescentes demandas, possibilitando alocação em tempo real de largura de banda, capacidade de armazenamento e outros recursos de TI.

Data Center Virtual x Físico: quais as principais diferenças? 

Mas afinal, qual a diferença entre esses dois modelos? Bom, é fácil apontar: a primeira é 100% virtual, entregue como um serviço, já a segunda é on-premise, construída com recursos e hardwares físicos.

Como mencionamos anteriormente, o data center virtual é basicamente um IaaS (Infraestrutura como Serviço).

É um serviço que a sua empresa contrata e é baseada na nuvem — que pode ser tanto privada, pública ou híbrida.

Um dos grandes benefícios é o alto potencial de personalização, já que a empresa contrata o data center conforme suas necessidades de processamento, armazenamento e conectividade.

Já no caso de um data center físico, trata-se de uma solução que a empresa aloca dentro da organização (on-premise) ou opta pela terceirização (colocation).

Se a empresa monta seu próprio data center físico, cabe a ela escolher, adquirir, manter e atualizar os softwares, hardwares e demais equipamentos.

Vale dizer que, nesta opção, é dever da empresa manter um ambiente propício para seu data center com temperatura controlada, protocolos de segurança e Disaster Recovery.

Existe também a opção do colocation, em que sua empresa contrata um provedor para alugar o local e dependendo da necessidade, a infraestrutura em si.

Vale dizer que as duas opções são muito úteis — o que vai definir sua aplicação são as necessidades da empresa.

Existem negócios que necessitam de total controle sobre a sua infraestrutura, como instituições financeiras, e por isso normalmente optam pelo data center físico (ou uma mistura entre ambas as infraestruturas).

De fato, o data center físico pode ser mais custoso — o que facilita para que empresas de menor porte ou em momentos de crescimento da operação optem pela solução virtualizada.

Quem deve decidir é você, junto com os líderes do negócio e especialistas no assunto!

As tendências para 2022

E então, gostou de aprender mais sobre o data center virtual?

Não existe uma opção melhor que a outra, mas a mais adequada para um negócio.

Empresas que experimentam um momento de escala, com grande crescimento, podem se aproveitar muito de uma infraestrutura virtualizada.

E no seu negócio, qual tipo de data center mais se encaixa? Esperamos que o nosso conteúdo ajude você a decidir!

Agora, que tal conferir as 7 principais tendências em data center para 2022? Lançamos um blog post em que contamos tudo para você!

Por fim, siga de olho nas novidades do nosso blog e aprenda tudo sobre data centers e infraestrutura de TI com a Ascenty.

 

Como aumentar a produtividade no home office com o auxílio das soluções Ascenty

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Com a ascensão do trabalho remoto, várias empresas se viram obrigadas a adotar metodologias, ferramentas e até mesmo rotinas diferentes. Passado o tempo, os líderes já se acostumaram à nova realidade. Ainda assim, resta uma dúvida: como aumentar a produtividade no home office?

Após o mundo corporativo ser tomado pela necessidade de descentralizar suas operações e continuar produzindo — só que de casa — muita coisa mudou.

E apesar do começo lento, é fato que a maioria das empresas conseguiu se adaptar ao novo modelo.

Porém, mesmo que já tenham voltado ao escritório, o home office se tornou uma realidade muito boa para ser ignorada — o que ampliou a adoção do conceito de trabalho híbrido.

No entanto, manter a produtividade no home office ainda é um desafio nas organizações. Há obstáculos a se superar, como a microgestão, as questões infraestruturais e a conectividade que pode variar de casa para casa.

Dessa maneira, como conquistar o máximo de produtividade no home office? É o que vamos explicar neste conteúdo — mostrando também quais soluções da Ascenty são perfeitas para atender sua empresa e funcionários.

Siga a leitura para continuar aprendendo.

O Home Office é uma tendência que veio para ficar

Até alguns anos atrás, o home office era o modelo preferido de empresas totalmente inovadoras — normalmente, startups e agências, ambientes que respiram inovação. Porém, após a pandemia, o trabalho remoto se tornou obrigação.

No entanto, passados os piores tempos e agora, em que a volta ao normal parece há poucos passos de se concretizar, o home office continua de pé em boa parte das organizações e deverá continuar assim daqui pra frente

De acordo com dados divulgados pela Agência Brasil, o número de postos de trabalho com modelo remoto aumentou mais de 300%.

Além disso, conforme pesquisa da McKinsey com 287 executivos das principais empresas do mundo, a maioria afirmou que planeja reduzir seu escritório físico em até 30%, com isso gerando uma alta economia de recursos.

Em outro levantamento, desta vez divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, viu-se que a maioria dos trabalhadores em 29 países adotou o home office com mais facilidade do que se imaginava.

E para o futuro? De acordo com matéria da revista Valor Econômico, grandes empresas brasileiras já instauraram o trabalho remoto como padrão (junto com o escritório físico), como é o caso da XP e da OLX Brasil.

E nós aqui na Ascenty já começamos a sentir essa movimentação do home office nas empresas.

É por isso que trabalhamos em soluções ideais para suprir suas necessidades — mas esse é um assunto para logo mais. Continue a leitura!

Como a Tecnologia é uma poderosa aliada para garantir produtividade no home office de seus colaboradores

Afinal, como melhorar a produtividade no home office? A resposta é fácil: com tecnologia! Soluções tecnológicas como sistemas, aplicativos e recursos de conectividade podem transformar a rotina do seu negócio.

Mas como a tecnologia pode impactar tanto o dia a dia operacional e a gestão de pessoas e processos? Explicamos a seguir, veja só:

A tecnologia garante acesso a dados e ao armazenamento seguro de informações

Para se manter informado e cumprir as tarefas de trabalho com sucesso, os funcionários remotos precisam de acesso seguro aos dados e ferramentas da empresa.

Tudo isso pode ser alcançado com a ajuda da computação em nuvem.

Redes e recursos (SaaS, PaaS e IaaS) baseadas em nuvem proporcionam o armazenamento seguro e organizado de documentos e dados, ajudando os funcionários a acessar o conteúdo da empresa a qualquer momento e de qualquer dispositivo.

A tecnologia facilita a comunicação e a colaboração

Para os funcionários que trabalham remotamente, é importante ter recursos mais diversificados para falar com seus colegas.

Com a tecnologia é possível aproveitar de outros canais além do e-mail, agilizando as rotinas operacionais.

A tecnologia ajuda a gerenciar a produtividade

A gestão do tempo para os funcionários em home office é talvez um dos importantes desafios deste modelo de trabalho.

Sem as ferramentas adequadas, é fácil que líderes percam muito do seu precioso tempo realizando a microgestão.

Porém, existem ferramentas de controle de tempo que podem ajudá-los a monitorar a produtividade enquanto asseguram que os funcionários se mantenham responsáveis ​​e produtivos.

A tecnologia apoia a cultura organizacional

Devido à falta de comunicação informal, característica inerente à vida no escritório, os funcionários que trabalham em casa podem se sentir desengajados e estressados, o que afetará negativamente a sua produtividade.

Nessa situação, a tecnologia também pode ajudar a incentivar o convívio com os colegas para aumentar o engajamento dos funcionários e fazê-los se sentirem mais conectados.

Conheça as soluções da Ascenty ideais para elevar a produtividade no home office

A Ascenty é a líder em data centers em toda América Latina e, por conta de sua expertise e da enorme infraestrutura que possui tem as soluções certas para potencializar a produtividade no home office da sua empresa.

Você sabia que há anos desenvolvemos soluções e serviços indicados para empresas digitalmente transformadas?

É por isso que vários de nossos clientes encontraram em nosso portfólio de serviços, as soluções adequadas para que suas operações continuassem estáveis — mesmo naquelas organizações onde o trabalho remoto era uma novidade!

Se você busca mais produtividade no home office, confira as principais soluções e serviços da Ascenty:

  • Cloud Connect: e se a sua empresa pudesse entrar em contato com as nuvens dos principais provedores, data centers e operadoras de telecom do mercado? O tráfego é garantido por nossa rede de fibra óptica de alta velocidade e sua organização pode acessar as principais soluções do mercado, sem depender de integração.

Confira o guia sobre o Cloud Connect!

  • Ecossistema de Conectividade: um portfólio específico de serviços voltados para a conectividade, de modo a suprir toda e qualquer necessidade corporativa atual.

Confira nossa entrevista para entender  sobre!

  • Colocation e Soluções Complementares: a Ascenty proporciona uma infraestrutura de ponta, totalmente alinhada com certificações como a ISO 14001, para que sua empresa possa aproveitar os benefícios do serviço de colocation nos seus moldes — contando com soluções complementares para personalizar, ainda mais, o atendimento.

Confira mais sobre esse serviço!

Que tal dar um passo além na modernização da sua rotina de trabalho e aumentar a produtividade no home office?

Conte com as soluções Ascenty!

Se ficou interessado (a) em alguma delas ou quer aprender sobre o potencial delas para sua operação, entre em contato conosco!

Empresa remota: quais as ferramentas para se chegar lá?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Tornar-se uma empresa remota não foi uma questão de escolha, mas de sobrevivência para a maior parte das organizações em 2020, com o início da pandemia. Dois anos depois, no entanto, vários negócios ainda sofrem com o trabalho remoto. Afinal, como se tornar uma verdadeira empresa remota?

Se até 2020 o trabalho remoto era uma característica de empresas inerentemente tecnológicas e inovadoras, como startups, após a pandemia o cenário se tornou outro e as empresas tiveram que se adaptar.

A necessidade de distanciamento social para preservar a saúde dos funcionários, descentralizou os escritórios, obrigando que todos executassem suas funções direto de casa.

A grande surpresa veio nos resultados: foram constatados muito mais pontos positivos do que negativos.

É por isso que, hoje, conforme dados divulgados pela revista Exame, 74% das organizações brasileiras admitem que o home office será definitivo.

No entanto, ainda há muito a se aprender sobre esse novo modelo de trabalho. Afinal, como garantir os melhores resultados para a empresa, mesmo com uma dinâmica de trabalho remoto para a maioria dos funcionários?

É o que vamos explorar neste conteúdo, siga a leitura para aprender mais!

Empresa remota: as ferramentas ideais para o sucesso

Mas afinal, o que caracteriza uma empresa remota? Hoje, existem vários exemplos que podem se encaixar no conceito — que é mais flexível do que você imagina.

Uma empresa remota é uma organização que tem um modelo de trabalho descentralizado. Ou seja, suas operações diárias não são restritas a um escritório ou a sedes fixas, que reúnem todos os funcionários.

Isso quer dizer que uma empresa remota pode ser tanto aquela que aderiu a um modelo híbrido (que mescla as idas ao escritório com o home office), como aquela 100% remota.

Agora, fica a dúvida: o que é necessário para que uma empresa se torne remota?

Diferentemente do que se pensa, o home office é um desafio também infraestrutural — do ponto de vista de rede, conectividade, dados e outros desafios e não apenas a localização física das pessoas.

A organização precisa contar com diferentes ferramentas que permitam que os funcionários sejam produtivos no dia a dia e de onde quer que estejam.

E claro, que essa produtividade seja constante e, especialmente, assegurando a integridade dos dados da organização.

Ferramentas que contribuem para a qualidade de uma empresa remota:

Uma empresa remota depende de ferramentas e recursos tecnológicos que apoiem a descentralização das atividades.

É necessário não apenas fornecer a base para que um negócio opere em sua plena capacidade, mas que se mantenha integrado, seguro, disponível e unido.

Por isso, é preciso pensar nos mais diferentes aspectos da convivência e gestão de pessoas, além da gestão de processos.

Entre as principais ferramentas, podemos mencionar:

  • Cultura organizacional: sistemas de gestão de pessoas que eliminam a necessidade dos líderes se preocuparem com a microgestão são essenciais para fornecer dados sobre a cultura da empresa, a produtividade dos funcionários e o desempenho geral.
  • Segurança dos dados: investir em antivírus para os dispositivos remotos fornecidos aos funcionários, bem como camadas extras de proteção aos seus dados, por exemplo, é essencial para garantir a integridade de todas as informações do seu negócio.
  • Plataformas de comunicação: os líderes, funcionários e stakeholders precisam conversar, mesmo no home office. Plataformas que simplificam a comunicação são essenciais e podem contar com recursos que enriquecem a experiência.
  • Socialização em meio ao virtual: soluções de intranet permitem que os funcionários e líderes socializem para além das calls, criando e fortalecendo o senso de equipe.
  • Data Center: por fim, a tecnologia que torna o trabalho remoto possível e possibilita a utilização de todas as ferramentas citadas anteriormente.

Contar com um bom parceiro de data center é um dos pontos centrais de uma estratégia de home office bem-sucedida.

Por que? É o seu data center que determina a disponibilidade e o desempenho da nuvem de sua empresa, permitindo que os funcionários realizem suas atividades de maneira produtiva.

Empresa remota: conexão e potência

A empresa remota, em termos infraestruturais, precisa de algumas coisas para que possa trilhar um caminho de sucesso. Entre elas, o poder da conectividade e a possibilidade de integrar tantas pessoas, processos e entregas descentralizadas.

Contar com uma solução de rede e dados que possibilite que todos os envolvidos se conectem ao longo de sua cadeia de valor é, portanto, essencial.

Hoje, a globalização obriga que as organizações possam se integrar com diferentes players em qualquer lugar do mundo — especialmente se falamos de uma empresa remota.

Para isso, é essencial aderir a plataformas, sistemas e ferramentas que capacitem seu negócio, modernizando sua operação e potencializando a produtividade.

Conclusão

Tornar-se uma empresa remota, para muitas organizações ao longo dos últimos dois anos, foi praticamente uma obrigação para garantir a sobrevivência do negócio e a saúde dos colaboradores.

No entanto, conforme o tempo passou, as empresas viram que o modelo de trabalho remoto não apenas funcionou, como apresentou melhorias em vários aspectos do negócio e da gestão.

Especialmente no que diz respeito à produtividade, redução de custos (como o aluguel do espaço do escritório e suas despesas) e, também, em tarefas como a atração e seleção de talentos.

Afinal, contar com um modelo de trabalho flexível é um imã para a maior parte dos principais talentos hoje em dia.

E a sua empresa, já se encontra nesse patamar e opera perfeitamente como uma empresa remota?

Caso ainda encontre dificuldades, que tal contar com ajuda especializada?

 A Ascenty, líder em Data Centers e interconexões na América Latina, pode ajudar seu negócio a encontrar o caminho para o sucesso em uma realidade de transformação digital.

Entre em contato conosco!

O que é computação quântica?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Apesar de soar como ficção científica, a computação quântica é uma realidade hoje em dia — e, principalmente, uma tendência que pode mudar a rotina das pessoas e dos negócios.

Muito vinculado ao termo “física quântica”, a computação quântica não é o mesmo que a complicada disciplina dominada por grandes estudiosos como Albert Einstein.

Ainda assim, apesar de ser um tema importante para hoje e para o futuro, é complexo.

Por isso, para ajudar a entendê-lo, preparamos um artigo sobre o assunto. Aqui, vamos explicar o que é, como funciona e quais benefícios que a computação quântica traz para os negócios.

E então, vamos lá? É só seguir a leitura!

Computação quântica: o que é?

A computação quântica representa uma transformação no modo de processar informações — isso porque aplica regras da mecânica quântica à computação. Assim, pode realizar incontáveis cálculos simultaneamente, enquanto computadores tradicionais não conseguem.

O que isso significa é que a computação quântica é muito (mas muito) mais rápida do que a computação tradicional.

Embora a computação quântica seja realidade há décadas, ela era só uma teoria.

Foi em 2019 que a IBM construiu o primeiro computador quântico — o IBM Q System One.

Esse sistema possui 20 qubits (bits quânticos), combinando peças tradicionais com peças de computação quântica. Porém, ele é praticamente um protótipo ainda — não sendo aplicável para operações comerciais.

Como funciona a computação quântica

Entender como a computação quântica funciona pode ser um pouco complicado — afinal, é um conceito de tecnologia extremamente avançado.

Para simplificar, vamos partir da computação tradicional. Como ela funciona?

A computação que conhecemos hoje utiliza longas sequências de bits que codificam ou 0 ou 1 — ou seja, um processamento binário.

Computadores são completamente lógicos, funcionando de acordo com os caminhos oferecidos em um sistema binário (0 ou 1, sim ou não, abrir ou fechar, executar ou não executar etc.).

Já um computador quântico usa qubits, os bits quânticos.

Esses qubits codificam o 0 e o 1 em dois estados quânticos distinguíveis.

Mas a grande diferença é que a superposição e o emaranhamento podem ocorrer com partículas quânticas.

Isso significa que as partículas quânticas podem estar em vários estados ao mesmo tempo e que podem ser ligadas em perfeito uníssono, mesmo que estejam distantes umas das outras.

Sabemos que é um pouco difícil de entender, mas continue conosco:

Como resultado da superposição e do emaranhamento, os computadores quânticos podem processar um número incrível de cálculos ao mesmo tempo, enquanto os computadores tradicionais não podem processar cálculos simultaneamente.

O que isso significa essencialmente é que a computação quântica é muito mais rápida que a computação tradicional.

E você sabe, na computação, quanto mais rápido, melhor para usuários e empresas.

Além de mais rápida, a computação quântica também permite cálculos mais complexos.

Na prática, isso permite que esses dispositivos sejam utilizados no processamento de enormes quantidades de dados, oferecendo contornos mais realistas (e comerciais) ao uso do big data.

Mas é justamente esse potencial que torna a computação quântica um desafio interessante.

Você já viu os computadores antigos, da década de 1960 e 1970 — o quão enormes eram? O tamanho representava o pouco nível de otimização destes sistemas, pois pouco se sabia sobre eles e a tecnologia para fabricá-los (em tamanhos menores e com melhores recursos) ainda não era realidade.

É mais ou menos o passo que estamos hoje em relação à computação quântica: os computadores são muito grandes e os circuitos supercondutores precisam ser mantidos em temperaturas abaixo de zero para operar.

Como a computação quântica é capaz de trazer benefícios para a sua empresa

E afinal, se aplicado às operações comerciais, como a computação quântica pode ajudar empresas a superar os desafios de seu dia a dia?

Separamos algumas das aplicações para contextualizar melhor, veja só:

Cibersegurança

A criptografia é um elemento central da segurança das informações — no entanto, ela depende de cálculos matemáticos e algoritmos avançados.

Se alguma pessoa maliciosa consegue criar um programa que decifre a chave da criptografia, ela perde a razão de ser.

A computação quântica permite a criação de fórmulas matemáticas que, em tese, levariam milhares de anos para serem resolvidas.

Ou seja, desse modo, é possível criar sistemas criptográficos tão complexos que seria, praticamente, impossível quebrá-los.

Análise de Big Data

A análise de grandes conjuntos de dados exige enorme poder computacional — e muito embora as redes atuais sejam suficientes, tudo tendo a evoluir com a implementação do 5G.

Esse tipo de computação fornece novas maneiras de analisar dados e pode realizar certos cálculos quase instantaneamente.

Embora os computadores tradicionais continuem a desempenhar um papel valioso, as empresas precisarão aproveitar esses novos avanços para potencializar ao máximo seu processamento de dados.

Inteligência artificial

A computação quântica promete revolucionar a inteligência artificial.

Os avanços da IA ​​têm sido enormes há vários anos, mas prometem dar um salto com a computação quântica.

Afinal, a IA baseia-se em cálculos e algoritmos complexos, amparados por recursos como machine learning e IoT.

Com a computação quântica, será possível evoluir completamente as aplicações de inteligência artificial, conquistando novos espaços e criando soluções ainda melhores.

Otimização de processos logísticos e de fabricação

Algoritmos quânticos, entre outras coisas, podem lidar com problemas reais (e atuais) de otimização, como planejamento de processos de fabricação, carregamento de contêineres e roteirização de veículos de entrega.

A capacidade de um computador quântico de considerar todos os cenários prováveis ao calcular alguma variável cabe muito bem a empresas de todos os tipos.

E claro, do mesmo jeito, a tecnologia quântica também permite a otimização dos processos de produção, encontrando soluções criativas para melhorar as entregas do chão de fábrica.

E então, gostou de aprender mais sobre esse tema, como funciona e quais os benefícios para os negócios?

Para conhecer mais sobre as novidades tecnológicas que vão revolucionar a computação — e claro, sua empresa — continue de olho em nosso blog!

Aqui, postamos conteúdos completos sobre as principais tendências da tecnologia. Confira os outros posts!

7 motivos para se adotar a tecnologia na educação

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Afinal, vale mesmo a pena investir em tecnologia na educação? Bom, a história mostra que sim e que a inovação está por trás de grandes avanços no modo como as pessoas, independente da idade e do objetivo, aceleram e melhoram seu aprendizado.

Hoje, a transformação digital é um dos pontos centrais das estratégias das empresas.

E o mesmo pode ser dito de instituições de ensino, que já começam a se aproveitar da tecnologia para aprimorar sua cultura educacional.

Ao longo dos anos, a tecnologia na educação é a capacitadora de várias revoluções — e não se engane, elas já acontecem há séculos:

  • 1500: Foi apenas alguns anos após o descobrimento do Brasil que o lápis foi inventado, simplificando a aprendizagem, a escrita e a popularização dos registros escritos.
  • 1890: Logo na época em que a Revolução Industrial já se consolidava, as instituições de ensino começaram a utilizar a lousa e o giz. Prático, simples e dinâmico, foi fruto da inovação nas salas de aula.
  • 1950: Com a corrida tecnológica e os avanços pós-Segunda Guerra Mundial, novos dispositivos foram integrados à sala de aula, como projetores e mimeógrafos.
  • 2000: Computadores pessoais, Internet e a digitalização do conteúdo revolucionaram a forma dos alunos e docentes interagirem com os materiais e entre si.
  • 2010: Com os avanços tecnológicos, foi possível introduzir a gamificação às salas de aula, tornando o ensino mais engajador e eficiente.
  • 2020: Para a próxima década, a perspectiva do 5G, metaverso e hiperescala prometem revolucionar não apenas a forma, mas o alcance da educação em todo o mundo.

Seja para o ensino superior ou para outros modelos de aprendizagem, a tecnologia na educação é uma adição essencial à sala de aula.

Que tal entender mais sobre o assunto e por que é necessário adotar a tecnologia na sua instituição de ensino? É só seguir a leitura!

Tecnologia na educação: 7 motivos para adotar

Para uma instituição de ensino, adotar a tecnologia na educação é um avanço considerável. Afinal, falamos de um meio tradicional nos métodos e recursos.

No entanto, há vários benefícios atrelados, especialmente na aplicação de novas metodologias de ensino — e na melhoria da gestão do negócio!

A seguir, separamos os principais motivos para sua empresa investir em tecnologia na educação. Confira:

1# Segurança das informações pessoais

Instituições de ensino, especialmente profissionalizante ou superior, costumam lidar com várias informações pessoais e sensíveis de seus alunos.

Proteger esses dados é uma necessidade, hoje em dia, em vista dos possíveis ataques cibernéticos.

Para os criminosos online, os dados são o principal alvo, pois podem revelar muito sobre as pessoas.

É por isso que as instituições devem investir em sistemas de gestão e bancos de dados capazes de assegurar a integridade das informações.

Essa é uma obrigação das empresas do ramo, especialmente diante de leis como a LGPD e a Secretaria Digital, uma obrigação das instituições de ensino de acordo com a Portaria 315 do MEC.

2# Engajamento dentro e fora da sala

Um dos grandes desafios da educação atual é conquistar a atenção dos alunos. Há tantos estímulos externos que fica difícil ser eficaz no modelo tradicional de ensino, onde o aluno é um mero espectador.

Com a tecnologia na educação, é possível tornar o processo de aprendizagem mais engajador — seja dentro ou fora da sala.

A gamificação é um exemplo: ela permite que as instituições se aproveitem de recursos como a Realidade Virtual e storytelling para criar ambientes de aprendizagem lúdicos e envolventes.

E apesar de parecer, essa não é uma inovação que só cabe ao ensino básico, mas a todas as camadas de aprendizagem tanto para crianças quanto adultos.

3# Redução de custo e melhor benefício

E se ao investir na tecnologia na educação, você pudesse reduzir os custos do seu negócio?

Soluções modernas permitem que qualquer líder de negócio avalie sua operação com base em resultados — dados concretos sobre o dia a dia.

O mesmo pode se dizer em respeito à área da educação.

Com o auxílio de data centers, por exemplo, é possível digitalizar todos os materiais, documentos e setores administrativos.

Desse modo, além de mais eficiente e integrado, a instituição reduz custos de impressão e armazenamento de documentos e aumenta o nível de segurança para os documentos sensíveis.

4# Digitalização dos arquivos e sustentabilidade

Outro ponto relacionado à digitalização de arquivos e de todo acervo acadêmico de uma IES é sua possibilidade de se tornar mais sustentável.

Afinal, falamos da redução do uso de papel — uma prática mais do que comum em IES de todo país.

Na verdade, além disso, é uma obrigação para instituições de ensino superior públicas e privadas.

De acordo com a Portaria 325 do MEC, é necessário virtualizar todo acervo acadêmico, de modo que a instituição possa digitalizar sua gestão.

5# Avanço no conhecimento e aprendizado

Com a tecnologia na educação, os alunos podem estudar da maneira que melhor se adequar às suas necessidades.

Desse modo, é possível que cada plano de ensino seja personalizado para melhorar o desempenho de acordo com as aptidões e dificuldades de cada pessoa.

É uma realidade que ainda precisa ser trabalhada, mas perfeitamente possível — especialmente para instituições com cursos EAD, por exemplo.

6# Produtividade e agilidade nos processos

Digitalizar e implementar sistemas de gestão acadêmica possibilita que a instituição de ensino aja mais como um negócio — ao menos, é claro, na parte administrativa da sua operação.

Isto é, com uso de data center capacitados e sistemas integrados, você automatiza várias tarefas, bem como otimiza o atendimento ao aluno.

Quer um exemplo?

Com a tecnologia na educação, não há necessidade do aluno requisitar pessoalmente sua matrícula na secretaria.

Basta acessar o portal e, com poucos cliques, ter o comprovante em seu dispositivo móvel e pronto para ser utilizado.!

7# Feedbacks e interações imediatas

Outra maneira que a tecnologia na educação transforma a operação é a capacidade de promover interações imediatas.

Desse modo, a gestão do negócio e os próprios educadores podem compreender em detalhes o avanço de cada aluno nos temas estudados.

É o que permite personalizar a jornada de aprendizagem de cada um.

O acesso a feedbacks baseados em dados (e atualizados em tempo real) é um dos avanços que quebra uma das clássicas barreiras de comunicação entre alunos e àqueles que o ensinam.

Conclusão

A tecnologia na educação pode ser transformadora, revolucionando métodos, fórmulas, qualidade e tipo de ensinamento — bem como impactando na gestão do negócio e melhorando sua eficiência.

E não é uma mera afirmação: trata-se de um movimento atestado por empresas de todos os segmentos!

E você, gostou do nosso conteúdo? Então siga de olho em nosso blog para mais novidades!

Preparamos um artigo que pode te interessar, veja só: Hiperconvergência: saiba o que é e como ela é capaz de impactar as empresas 

Entenda como o Data Center é importante para a digitalização nas empresas

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Muito mais do que uma tendência, a digitalização nas empresas é uma necessidade. Hoje, organizações que miram o sucesso no futuro devem pensar na forma de transformar seus processos e digitalizar ao máximo sua atuação.

Mas, você sabia que o data center tem um papel central nessa revolução —  e que ele pode ser determinante para que as organizações se digitalizem?

Isso porque o data center corresponde à infraestrutura de dados de um negócio — que pode ser tanto on-premise quanto colocation.

É o data center que proporciona as bases para que uma empresa estabeleça processos e mecanismos de segurança de dados, por exemplo.

Isso é essencial para que sua empresa possa continuar se aproveitando do potencial dos dados, enquanto obedece às diretrizes de leis — como a LGPD.

Que tal aprender mais? Ao longo deste conteúdo, vamos te explicar o conceito de digitalização nas empresas, como esse movimento se relaciona com data centers e muito mais. Continue a leitura!

Digitalização nas empresas: o impacto e suas oportunidades

Pode até não parecer, mas há lugar para a digitalização em todas as empresas. O que prova isso são os dados do setor. De acordo com a pesquisa da PTC de 2019, cerca de 70% das empresas já possuíam uma estratégia de transformação digital. 

Além disso, de acordo com a consultoria Gartner, 91% das empresas estão engajadas em alguma forma de iniciativa digital e 87% dos líderes dizem que a digitalização é uma prioridade.

Mas afinal, na prática, o que a digitalização nas empresas significa? Basicamente, encontrar na tecnologia digital as ferramentas para otimizar e modernizar suas entregas.

Dessa maneira, trata de um novo olhar sobre seus processos, que agora voltam-se para a experiência do cliente — que, por si só, está cada vez mais imerso no mundo digital.

É por isso que a digitalização nas empresas é um conceito com tantas perspectivas: ela impacta tanto na maneira como um negócio é gerenciado, como também na forma de lidar com os clientes.

Entre seus principais benefícios, podemos mencionar:

  • Possibilidade de criar novos modelos de negócio;
  • Gestão otimizada e automatizada de vários processos;
  • Mais facilidade para atingir, engajar e fidelizar clientes;
  • Adoção de novos modelos de trabalho, como o work from home ou anywhere office.

Um dos eventos que acelerou a adoção de tecnologias digitais foi a pandemia. De acordo com dados publicados pela Exame, durante o primeiro ano da pandemia, 60% das empresas aceleraram a sua digitalização.

Afinal, quanto mais isoladas as pessoas ficavam, maior era o esforço das empresas em atingi-las.

É por isso que houve tanto crescimento em alguns nichos digitais, como o e-commerce e o delivery, por exemplo.

Além disso, essa necessidade de digitalização criou a demanda por maior capacidade nas empresas: era necessário aprimorar sua conectividade, bem como sua capacidade de armazenar e processar dados.

Vale lembrar que tudo isso está inserido em uma cultura de trabalho remoto e home office — algo novo para muitas organizações, o que também as incentivou a investir em soluções.

O que é um Data Center?

Mas afinal, o que é data center e qual o seu papel na digitalização nas empresas? Bom, vamos partir do princípio: data center é uma edificação que conta com uma infraestrutura que funciona como uma (ou mais) rede de computadores. 

Na prática, é uma instalação que abriga diferentes equipamentos (como servidores, storages, equipamentos de redes etc.), que vão compor a infraestrutura de dados de uma empresa.

É no data center que as informações corporativas são armazenadas e processadas.

Como mencionamos anteriormente, o data center pode ser on-premise (mantido 100% pela empresa) ou colocation (terceirizado com uma provedora especializada).

É por isso que o data center tem enorme papel na transformação digital, pois é o que serve de base para uma tecnologia extremamente popular: a nuvem ou cloud computing!

Digitalização nas empresas: Data Center e sustentabilidade

Outro tema essencial — e urgente — atualmente é a sustentabilidade. Quando falamos da digitalização nas empresas, é difícil não pensar em como esse movimento pode impactar não apenas a produtividade, mas também as formas que uma organização pode contribuir para o meio ambiente.

Ao escolher opções modernas de data center, como o serviço de colocation de um provedor especializado e com certificados como o ISO 14001, sua empresa dá um passo além na direção da sustentabilidade.

Esse é um dos benefícios da modernidade e de movimentos que chegam na esteira da transformação digital, como a TI Verde.

Através dela, é possível que empresas de tecnologia criem processos mais sustentáveis, como a reutilização de energia e o investimento em painéis solares para aumentar a eficiência de abastecimento elétrico e operacional.

Já no caso da sua empresa, ao contar com um data center de qualidade, trata-se de uma tecnologia que permite, por exemplo, digitalizar com total segurança arquivos e documentos.

No fim das contas, é uma maneira de reduzir custos e potencializar sua produtividade, não importando o setor do seu negócio.

Conclusão

E aí, gostou de aprender mais sobre a digitalização nas empresas e como o data center pode ser um potencializador para o seu negócio?

Hoje, para que um negócio se posicione como referência e saía na frente dos seus concorrentes, é essencial não apenas entregar um produto ou serviço de qualidade, mas contar com meios de otimizar sua gestão.

É preciso ser rápido para atender à volátil demanda dos consumidores, respondendo de maneira ágil e eficiente a qualquer um de seus problemas.

Além disso, é essencial contar com recursos que permitam a sua empresa estar em todos os canais, proporcionando maior conveniência no atendimento.

A fórmula para isso você aprendeu: um bom data center possibilita a digitalização dos seus processos!

Que tal maximizar seus conhecimentos no assunto? Preparamos um e-book completo sobre gestão de data center, com tudo o que você precisa saber. Baixe agora!

E para seguir de olho em nosso blog, que tal entender como a pandemia acelerou os processos de transformação digital? Vale a leitura!

Como a tecnologia contribui para a criação de uma empresa disruptiva

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Se você já assistiu alguma série na Netflix, utilizou um tênis da Nike ou acessou uma rede social, já aproveitou de soluções de uma empresa disruptiva. Promover a disrupção é uma forma de negócio inovador para sair na frente da concorrência.

Na prática, uma empresa disruptiva tem um potencial enorme não apenas para crescer, mas para transformar a vida de seus clientes e, também, revolucionar seu próprio mercado.

Por vezes, uma empresa disruptiva pode ser a responsável por um mercado acabar — e por outro lado, criar mercados totalmente novos.

Mas como um negócio — a sua organização — pode se tornar disruptiva? É parte de um processo ou não? E quais os principais exemplos de disrupção hoje?

Neste conteúdo, explicamos esses pontos em detalhes. Não perca, siga a leitura para aprender mais!

Entenda o que significa ser uma empresa disruptiva

Uma empresa disruptiva é toda organização que, com o uso da inovação, muda radicalmente a forma que um mercado (ou vários deles) opera.

A “disrupção”, como termo, foi cunhado pelo consultor corporativo Clayton Christensen em artigo da Escola de Negócios da Harvard.

Quando se trata de estratégia de negócios, a “disrupção” refere-se a um processo no qual uma empresa adentra um mercado com um modelo de negócio (seja um produto, serviço ou mesmo processo) não convencional.

No início, muitas vezes, essa aparente novidade pode parecer algo de baixo desempenho, mas na verdade, ao longo do tempo, desafia e eventualmente substitui as soluções ou métodos convencionais.

São empresas que exploram cantos negligenciados de um mercado, oferecendo soluções diferentes (seja no design, funcionalidades, simplicidade, otimização, entre outros) e que sejam mais acessíveis, convenientes e com novas abordagens.

Conheça os principais exemplos de empresas disruptivas

Provavelmente, ao entender o que é uma empresa disruptiva e o que ela faz, vários exemplos vieram à sua cabeça, certo?

Um grande expoente da inovação disruptiva foi a Apple — ao longo de toda sua história, não apenas com dispositivos como o iPhone.

Foi a Apple que aperfeiçoou o conceito e o produto que hoje é conhecido como PC (Personal Computer), revolucionou o mundo da música com o lançamento do iPod e movimentou o mercado de smartphones introduzindo o iPhone em 2007.

Que tal conferir outros exemplos? Temos certeza que vai gostar, veja só:

Netflix

A Netflix e todos os outros serviços de streaming estão em processo de disrupção contínua na indústria do entretenimento. Eles influenciaram a extinção das videolocadoras e, atualmente, estremece o mercado de TV por assinatura

Opções como a Netflix ou o Prime Vídeo, por exemplo, são consideradas alternativas de baixo custo às assinaturas de TV convencionais oferecendo conteúdo exclusivo, inovações, indicação de filmes e séries baseados em algoritmos e muito mais.

Os Streamings foram responsáveis por fazer todo um mercado de consumidores repensar a forma como consumem entretenimento.

Airbnb

O Airbnb foi uma revolução no mercado de hotéis, oferecendo uma plataforma moderna para que qualquer pessoa no mundo disponibilize sua casa ou quarto para alugar.

Atualmente, o Airbnb é conhecido como a “maior rede hoteleira do mundo” sem sequer possuir um imóvel como propriedade.

Foi algo que também permitiu que pessoas comuns utilizassem os espaços inutilizados de sua casa como fonte de renda extra.

Quando entrou na bolsa americana, no fim de 2020, a Airbnb fez sua popularidade alcançar o  valor de mercado de US$ 100 bilhões.

Nubank

Outro exemplo de empresa disruptiva, mas dessa vez brasileira, o Nubank revolucionou a forma que bancos digitais são encarados pela população.

Com uma proposta de simplificar o trato da pessoa física com o seu dinheiro, eliminando burocracias e taxas comuns aos bancos mais tradicionais, o Nubank ganhou a confiança de milhões de brasileiros.

Recentemente, a Nubank estreou na bolsa americana, conquistando um valuation de US$ 54 bilhões.

Entre os bancos da América Latina, a época, era o mais valioso — e no ranking de empresas brasileiras, ficou atrás apenas da Vale e Petrobrás.

Skype

O Skype e as plataformas de conversação via vídeo, como o Google Meet e o Zoom, são exemplos de empresas disruptivas.

Embora esses tipos de plataformas já existam há anos, sua criação foi produto de ideias inovadoras.

Basicamente, o Skype e outros introduziram uma nova maneira das pessoas se comunicarem — de qualquer lugar do mundo!

Com essas plataformas, qualquer um pode conversar por áudio e vídeo, bastando apenas uma conexão à Internet e um dispositivo adequado.

Isso não apenas revolucionou a comunicação pessoal, como também criou uma opção para que pessoas em viagens se comunicassem com seus familiares — e claro, sem falar no mercado corporativo.

No auge da pandemia, por exemplo, as reuniões virtuais e a necessidade das equipes se manterem conectadas fez a contagem de usuários diária do Skype pular para 40 milhões.

Para muitos, essas inovações disruptivas substituíram quase inteiramente as principais formas de comunicação.

Conheça as principais tecnologias que contribuem para uma empresa ser disruptiva 

Já deu para perceber que uma empresa disruptiva, hoje, tem uma característica em comum. Sabe nos dizer qual é? A gente facilita: o uso da tecnologia!

Essas organizações entenderam que para se destacar das grandes e tradicionais corporações, precisam criar soluções realmente diferenciadas — e a tecnologia é a base para tal.

Que tal conferir as principais delas?

Machine Learning

O machine learning, ou aprendizado de máquina, é um dos recursos essenciais para que as empresas possam criar soluções disruptivas.

Na prática, o machine learning trata-se dos métodos utilizados para analisar dados e, a partir desse insight tirar conclusões que sejam viáveis ao negócio.

Um exemplo da sua aplicação é um aplicativo de chatbot que aprende com as perguntas dos clientes para entregar melhores respostas.

Cloud Computing

A computação em nuvem consiste na forma de contratar recursos computacionais, armazenamento, gerenciamento e processamento de dados de servidores remotos e ou aplicações como serviço, é a base para a disrupção hoje em dia.

Mas só para citar um exemplo: sem a nuvem seria difícil existir plataformas de streamings ou repositórios de armazenamento online.

Afinal, é preciso hospedar os arquivos de conteúdo em um único servidor — acessado por todos os clientes da plataforma!

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é o uso de tecnologias voltadas para simular capacidades humanas, como a inteligência para analisar dados, entender contextos e tomar decisões.

São incontáveis, os exemplos de soluções disruptivas que utilizam a IA: sistemas de gestão o fazem com intuito de automatizar tarefas, por exemplo.

IOT

A Internet das Coisas trata-se de dispositivos conectados em rede e a Internet que geram dados e podem servir para vários objetivos.

Um exemplo da sua aplicação é na consolidação da tecnologia 5G, possibilitando que a alta capacidade de conexão seja atingida — sem precisar instalar grandes antenas em muitos locais.

Blockchain

O blockchain é uma tecnologia teoricamente simples: funciona como um livro-caixa, onde transações são registradas e ficam seguras por camadas de criptografia.

Seu uso mais proeminente é no estabelecimento de mercados de criptomoedas e ativos digitais que tem o potencial de revolucionar o mercado monetário.

Quais as vantagens de implementar essas tecnologias e se tornar uma empresa disruptiva?

Dessa maneira, como o seu negócio pode ser disruptivo e inovador de modo a impactar consumidores e, quem sabe, todo o seu mercado?

Para isso, uma empresa precisa:

  • Um modelo de negócio inovador;
  • A criação de um networking valioso (clientes engajados, fornecedores competentes e supply chain eficiente);
  • Tecnologia que capacite a sua operação, de modo que permita a criação de soluções ou processos disruptivos e que agreguem valor ao cliente final.

Mas lembre-se, ser disruptivo é um movimento arriscado. Por isso, deve ser muito bem planejado.

E a sua empresa, já está preparada para se tornar disruptiva?

Esperamos que esse conteúdo ajude seu negócio.

Para mais dicas de gestão e tendências tecnológicas do mercado, continue de olho nas novidades do nosso blog!

Por que a latência baixa é essencial para a sua empresa?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Para muitas empresas, hoje em dia, grande parte das relações estabelecidas com seus colaboradores, parceiros e consumidores se dá por meio da Internet. E para que essa interação ocorra de forma eficiente e satisfatória, a latência baixa de acesso aos  serviços remotos é um requisito fundamental.

Diante disso, cada vez mais os departamentos de TI têm se empenhado para atingir esse objetivo. Seja por meio do investimento em equipamentos modernos ou pela otimização dos recursos disponíveis, é consenso que os esforços nesse sentido, certamente, valem a pena.

Mas, você saberia dizer o porquê? A seguir, vamos explicar melhor o conceito de latência baixa e porque sua empresa deve se preocupar com ela. Continue a leitura! 

O que é latência baixa?

Por estar inserida no contexto de TI, muitas pessoas consideram a latência como um dos conceitos complexos que fazem parte da área. No entanto, esse termo se refere a algo relativamente simples, mas que faz toda a diferença na utilização de sistemas na Internet, que é o tempo necessário para que uma requisição vá de um ponto a outro em uma rede.

Um bom exemplo para entender essa situação é pensar em uma partida de jogo online com vários jogadores simultâneos. Cada comando realizado por eles sai de seus respectivos dispositivos e vai até o servidor que os conecta. Lá, as requisições são processadas e o resultado é enviado para os participantes para ser exibido em suas telas.

Percebe como grandes intervalos entre a execução de um comando e o seu retorno pode ser prejudicial nesse caso? É exatamente a esse atraso que damos o nome de latência.

Dessa forma, podemos definir a latência baixa como o menor tempo possível entre a saída de um pacote de dados, de um ponto da rede, até o envio da resposta pelo servidor de destino. O ideal é que esse intervalo seja controlado para que não haja reflexos negativos na utilização de qualquer sistema interligado.

Existe uma série de aspectos que podem influenciar na latência, como a tecnologia da estrutura física de conexão — se utiliza fibra óptica e wi-fi — e a distância até o servidor. A quantidade de dispositivos que compartilham a rede, o tamanho dos arquivos requisitados e ainda programas e protocolos que existam no caminho também podem tornar esse atraso indesejado maior.

A latência baixa e a sua importância para as empresas

Para além da aplicação em jogos online, a latência baixa deve ser um objetivo para qualquer empresa que baseia suas atividades nas redes. Afinal, qualquer tarefa realizada online é afetada pela latência, ainda que em alguns casos, ela seja imperceptível.

Sendo assim, ela está presente até mesmo quando um cliente em potencial acessa o seu site ou blog. E é claro que quanto mais rápido o conteúdo de suas páginas for carregado, maiores serão as chances de reter esse visitante por mais tempo.

No caso de aplicativos e softwares hospedados em nuvem, os atrasos podem afetar consideravelmente o seu desempenho, prejudicando a usabilidade. Ainda que a diferença seja de milissegundos, esse é um fator fundamental para que a sua aplicação se destaque dos concorrentes e se torne a opção preferida dos usuários.

E não é apenas na relação com os consumidores e usuários que a latência baixa faz a diferença na rotina de uma empresa. Conforme as atividades operacionais migram em número, cada vez maior, para o ambiente virtual, mais a demora na comunicação com o servidor pode impactar na produtividade de todos os seus setores.

Atualmente, as empresas dependem de uma conexão rápida e estável para demandas, como por exemplo na criação de documentos e planilhas, gerenciamento de e-mails, armazenamento de arquivos e acesso a sistemas de ERP. A latência também pode ser um empecilho para a realização de reuniões remotas, seja por vídeo ou VoIP, que se tornou um recurso indispensável nos espaços corporativos.

Na prática, todos os sistemas que realizam comunicações com o servidor de destino se beneficiam de uma latência baixa na rede. Por isso, reduzir esse tempo de comunicação com os servidores da empresa é uma demanda que está entre as mais importantes para qualquer equipe de TI.

Como prover latência baixa em uma empresa?

Como vimos anteriormente neste artigo, a latência em uma rede pode ter diversas causas. Um plano de ação com o objetivo de reduzir esse tempo deve começar por uma análise, a fim de identificar os fatores que mais têm impactado no atraso das requisições.

Para isso, é uma boa iniciativa realizar um diagnóstico da sua própria infraestrutura de rede. É preciso se certificar de que o uso de cabos e roteadores está dimensionado de forma adequada e que os equipamentos e materiais utilizados são capazes de garantir que a informação seja processada de forma ágil.

Uma das principais melhorias nesse sentido é a substituição dos antigos cabos coaxiais por uma rede de fibra óptica. Essa é uma tecnologia que faz com que os dados sejam transferidos em altíssima velocidade e sem sofrer interferências externas, como de campos magnéticos e de eletricidade.

Se os servidores de rede utilizados pela empresa estiverem muito distantes, vale considerar a migração dos dados para um que esteja geograficamente mais próximo ao seu data center. Ainda que a diferença pareça pequena quando analisada em milissegundos, a verdade é que ela pode causar um grande impacto quando se considera todo o fluxo de informações que será trocado em larga escala.

Para uma experiência melhor por parte dos usuários, uma boa prática é manter os conteúdos de suas páginas e sistemas sempre otimizados para um carregamento rápido. Isso inclui a disponibilização de imagens com dimensões adequadas e formatos mais leves. O uso de CDNs e armazenamento em cache também é recomendável para que os conteúdos da empresa sejam carregados rapidamente por qualquer usuário.

Latência baixa: a solução ideal com a Ascenty

Com tantos aspectos a serem observados para garantir uma latência baixa, a melhor opção é contar com um parceiro de Data Center e interconexão que esteja orientado a apoiar estrategicamente o posicionamento e crescimento da sua empresa, posicionamento que faz parte do DNA da Ascenty.

O fato de se posicionar como um Data Center Carrier neutral impulsiona de forma relevante a presença das principais operadoras de Telecomunicações e dos provedores de internet, que são alavancados por um amplo ecossistema de interconexões com as principais nuvens públicas do mercado e com os principais OTT’s, quebrando as principais barreiras de acesso ao conteúdo e reduzindo de forma expressiva a latência entre os clientes e os dados por eles acessados.   

Por meio de uma conexão sem intermediários entre os pontos de rede, as soluções de conectividade ofertadas pela Ascenty são capazes de garantir uma latência baixa para que o transporte de qualquer tipo de arquivo e a replicação de dados ocorra da melhor forma possível.

5G x 4G entenda as diferenças dessas tecnologias

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Que o assunto 5G x 4G já toma conta do mercado não é novidade. A quinta geração da conexão móvel vai chegar para transformar o mercado — uma disrupção tanto para empresas quanto para consumidores.

No entanto, você sabe quais as diferenças entre as gerações e porque essa mudança é tão importante?

Sobre o panorama do 5G no Brasil já mencionamos em outros artigos:

Após o leilão das torres de transmissão de frequência no fim de 2021, tudo indica que a infraestrutura começará a ser montada ainda em 2022.

Uma vez que o 5G esteja ativo e funcionando nos dispositivos habilitados e nas empresas, o que esperar? Afinal, como entender as diferenças 5G x 4G?

É o que vamos explicar neste conteúdo, confira!

Você sabe o que significa o G do 5G e 4G?

Primeiro, antes de mergulhar no assunto 5G x 4G, há um elefante no meio da sala que gostaríamos de tratar: afinal, o que significa o ‘G’ de 3G, 4G e 5G?

É bem fácil: o G refere-se à Generation ou, em português, Geração.

Quando falamos que o 5G é a quinta geração da conexão móvel, não é apenas uma expressão da moda — é literalmente seu nome técnico!

Talvez você se pergunte: e a primeira e segunda gerações — 1G e 2G, respectivamente? No caso delas, sua criação é mais antiga e a transmissão de dados era extremamente limitada.

A conexão 1G possibilitava apenas a existência do serviço de voz, com protocolos totalmente manuais.

Já a conexão 2G foi uma evolução da primeira, ainda projetada para voz, mas com maior capacidade e maior área de cobertura.

A partir da conexão 3G que as coisas mudaram: não apenas texto, a tecnologia passou a aceitar serviços de Internet e troca de dados multimídia.

4G e 4G+

As tecnologias 4G e 4G+ tratam-se da quarta geração da rede de conexão móvel. Tecnicamente, a conexão foi batizada de Long Term Evolution (LTE), que normalmente aparece nos dispositivos quando conectados.

No caso do 4G+ (conhecido também como 4.5G), trata-se de uma versão mais moderna da conexão, que oferece melhores resultados, com a conexão LTE-Advanced ou LTE-Advanced-Pro.

Uma conexão dessa geração, teoricamente, pode oferecer velocidades de download de 150 (4G) a 450 mbps (4G+).

O 4G+ possui uma diferença bem importante e que já é vista em grandes centros urbanos: essa conexão aumenta a capacidade de transferência entre os dispositivos e a antena que emite o sinal.

No Brasil, utilizam-se antenas com frequências 4G de 2600 MHz, 1800 MHz e 700 MHz.

5G

O 5G é a quinta e mais recente geração de redes de conexão móvel. É uma tecnologia extremamente avançada, que revoluciona a conexão móvel em níveis jamais alcançados anteriormente.

Com o 5G, o objetivo das empresas de telecomunicações é entregar velocidades de conexão de até 10 Gbps, latência ultrabaixa, uma rede mais resiliente, maior capacidade de rede (capaz de conectar milhões de dispositivos) e maior disponibilidade.

Desse modo, o 5G promete revolucionar a forma que pessoas e organizações utilizam a Internet, sendo essencial para uma série de processos.

Um deles é a popularização da Internet das Coisas e dos dispositivos IoT, que geram dados e estão conectados em rede.

No 5G, a capacidade desses dispositivos de gerar e transferir dados para a nuvem ou para o Edge Computing será catapultada, bem como a capacidade de conectá-los em rede.

Sem limitações, o 5G vai transformar a forma que as empresas utilizam a Internet.

5G x 4G: entenda as diferenças:

Mas, na prática, quais as diferenças entre 5G x 4G? Mostramos em detalhes a seguir, confira:

Infraestrutura

O 5G vai exigir uma transformação estrutural — por isso, no Brasil, a adoção será gradual.

O motivo é que será necessário um maior número de antenas por região, que terão que contar com diferentes tecnologias, como o componente RAN e a tecnologia MIMO (multiple input, multiple output).

Além disso, as pessoas e empresas precisarão de novos dispositivos — sejam computadores ou smartphones. Afinal, boa parte dos dispositivos atuais não é projetada para suportar o sinal 5G (alguns sim, mas a maioria dos mais recentes apenas aceita 4G+).

Banda

Outro ponto técnico é a largura de banda do sinal.

O 4G utiliza, como mencionamos, pedaços de bandas de 600 MHz até, em alguns poucos lugares, 2.5 GHz.

Já o 5G vai utilizar 3 bandas combinadas, com frequências e velocidades próprias.

Com isso, diferentes tipos de dispositivos e aplicações poderão ser conectados de maneira simultânea, o que significa maior capacidade de conexão. 

Cobertura

Agora indo para o lado mais prático, o sinal de 5G será emitido por um tipo de onda mais curta (mas muito mais forte). 

Com isso, a cobertura tende a diminuir. Estima-se que levarão alguns anos para que o 5G tenha o mesmo alcance que o 4G atualmente.

Latência

Você sabe o que é latência? É a medida de tempo que leva para um dado viajar de um ponto A para um ponto B.

Na conexão 4G, a latência mínima é de 50 milissegundos — no entanto, dependendo do local, pode demorar muito mais!

Já na conexão 5g, estima-se que a latência mínima será de 1 milissegundo. Ou seja, praticamente instantânea!

Velocidade

Por fim, a velocidade de conexão talvez seja a diferença mais impressionante:

Enquanto a tecnologia de 4G+ mais avançada alcança até 450 Mbps em alguns locais específicos (e em média apenas 100 Mpbs), o 5G promete entregar de 10 a 20 Gbps.

Até 10 vezes mais rápido que a média do 4G atual!

5G x 4G: tabela comparativa

E então, gostou de aprender tudo sobre as diferenças 5G x 4G? Esperamos que esse conteúdo ajude você a entender os detalhes sobre ambas as tecnologias!

E se quiser seguir aprendendo sobre as novidades de conexão, bem como tudo sobre 5G e sua influência na conectividade das empresas, é só seguir de olho em nosso blog!

Qual o papel do Data Center com a adoção do 5G no Brasil?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

O 5G no Brasil deixou de ser um desejo para se tornar um projeto concreto no fim de 2021 com o leilão dos blocos de frequência de transmissão. No entanto, a chegada da tecnologia significa que as empresas precisarão de maior capacidade de processamento de dados.

No fim das contas, falamos de uma inovação que não apenas vai transformar a forma que os consumidores finais lidam com a Internet, mas as empresas como um todo.

Afinal, o 5G no Brasil vai com toda certeza proporcionar mudanças e criar oportunidades incríveis — no entanto, será necessário se adequar.

Mas como exatamente? E qual o papel dos data centers na implementação do 5G? É o que vamos mostrar neste conteúdo, contando tudo sobre a quinta geração da conexão móvel. Vamos lá?

Como será feita implementação do 5G no Brasil

A chegada do 5G no Brasil demorou um pouco mais do que o esperado para se concretizar, mas aconteceu. O leilão dos blocos de transmissão foi realizado e já se sabe quais empresas poderão oferecer o 5G e se responsabilizarão pela infraestrutura. Entre elas, grandes companhias de telecomunicação como a Vivo e a TIM adquiriram os direitos dos blocos de transmissão de frequência nacionais.

Sobre datas, ainda há certa indefinição — o que se espera é que ainda em 2022, alguns pontos das capitais brasileiras já possuam a cobertura 5G.

Mas e como a implementação será feita?

Bom, vale dizer que a infraestrutura necessária para transmissão precisará ser repensada, especialmente no que diz respeito à rede e suporte. O ecossistema inteiro vai mudar.

Vamos ao básico:

Qualquer sistema de comunicação sem fio utiliza frequências de rádio. É o caso do 5G — que por sua vez usa frequências de rádio mais altas e menos desorganizadas, conhecidas como mmWave.

Isso permite que o 5G carregue mais informações mais rapidamente. No entanto, esse tipo de onda é facilmente bloqueado por obstáculos físicos.

Para contornar esse problema, o 5G no Brasil vai exigir um número muito maior de antenas de entrada e saída, de modo a aumentar a força da frequência de transmissão e aumentar a capacidade da rede.

O 5G também vai utilizar transmissores menores — e não apenas grandes antenas em mastros, muito comuns em locais específicos ao longo das cidades.

Por que o 5G vai demandar Data Centers de ponta?

Um dos principais benefícios do 5G no Brasil é a velocidade de banda, que pode chegar a até 10 Gbps. É um avanço considerável, que vai impactar o mercado, gerando novas oportunidades e modelos de negócios.

Com o 5G, o uso de tecnologias como realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR) em dispositivos móveis aumentará exponencialmente. Falamos essencialmente de mais conteúdo sendo gerado e consumido. Assim, será necessário proporcionar mais capacidade de armazenamento e a nuvem será tão essencial quanto é atualmente.

Em específico, a computação na borda (edge computing), que é uma tecnologia de geração, armazenamento e processamento de dados no local em que é coletado (ou o mais próximo possível dele).

Assim, aplicações que exigem baixa latência e alta estabilidade de rede podem aproveitar da computação na borda — como é o caso de dispositivos IoT, como biossensores médicos ou mesmo carros autônomos.

O motivo é simples: esse tipo de aplicação ou dispositivo gera um enorme volume de dados e para que sejam correta e eficientemente processados, eles precisam da computação na borda. Afinal, o edge computing requer data centers interconectados e mais próximos, de modo a operar com eficiência.

Como o Data Center Colocation é capaz de auxiliar na implementação do 5G no Brasil

O ponto acerca do 5G no Brasil e as tecnologias que virão na sua esteira, como o edge computing e a IoT, é que elas serão capazes de proporcionar melhor desempenho e uma experiência de usuário elevada.

Tanto para empresas, em seus processos internos, como para usuários finais, em sua rotina.

Agora, qual o papel do colocation nessa questão?

Como mencionamos, o 5G vai impactar pesadamente a infraestrutura dos data centers. Para que novas aplicações, sistemas e dispositivos sejam utilizados, será necessário dobrar, triplicar ou quadruplicar a capacidade de armazenamento e processamento de dados.

Uma boa notícia é que o edge computing serve justamente para resolver esse problema — mas ainda assim, data centers serão necessários.

É aqui que o colocation entra em questão. Sua contratação pelas empresas será capaz de diversificar o ambiente de dados delas.

Assim, dependendo do provedor — preferencialmente, aquele com infraestrutura robusta, como a Ascenty, líder no segmento em toda América Latina — será possível descentralizar os ambientes de armazenamento e processamento de dados.

Tudo isso contando com as vantagens do modelo colocation — no qual a sua empresa terceiriza a infraestrutura do data center.

E se for possível aproveitar ainda maiores diferenciais no serviço de colocation? A Ascenty oferece uma gama de soluções relacionadas ao serviço.

Muito além de terceirizar sua infraestrutura e contar com todo suporte de uma equipe de ponta, a Ascenty possibilita diferentes tipos de contratação do colocation.

Um deles é a solução Racks, na qual a sua empresa aluga um espaço com energia e refrigeração necessárias para a instalação dos seus servidores, — com toda segurança que os principais protocolos exigem.

Além disso, você pode escolher a modalidade Cage, uma opção em que sua infraestrutura é separada por um gradil em uma zona de segurança dentro do Data Hall da Ascenty, aumentando a proteção e privacidade do ambiente de TI.

E claro, ainda há a alternativa das Áreas Dedicadas: zonas totalmente personalizáveis, onde você pode montar sua infraestrutura utilizando um grande espaço exclusivo, bem como gerenciar toda a segurança do ambiente.

E aí, que tal modernizar seu ambiente de dados e aproveitar de todo potencial do 5G no Brasil para revolucionar seu modelo de negócios, não deixando nenhuma oportunidade passar?

Então marque uma reunião com a Ascenty e descubra como as soluções da líder em data centers na América Latina podem ajudar o seu negócio!

5G: o que você precisa saber sobre essa nova tecnologia

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O 5G está rapidamente deixando de ser a tecnologia do futuro para ser a tecnologia do agora. Na prática, estamos falando de uma inovação que vai muito além de uma melhor conexão móvel para o seu celular. É uma revolução no modo como a própria Internet funciona e nos serviços a serem disponibilizados.

No caso das empresas, o 5G promete muito: maior capacidade de conexão, novas oportunidades de negócio e uma evolução no modo como se lida com dispositivos móveis.

Que tal entender mais? Preparamos um guia básico sobre o 5G, explicando tudo sobre a tecnologia, suas vantagens e o panorama do Brasil em relação à implementação do 5G. Vamos lá?

O que é o 5G?

O 5G é a próxima geração de conexão móvel. É um novo padrão mundial, que sucede as redes 1G, 2G, 3G e a última, a 4G. Essa rede é muito mais robusta e flexível e com maior alcance (pode conectar praticamente todas as máquinas, objetos inteligentes e dispositivos móveis).

Mas afinal, como funciona o 5G? Uma vez implementada, esta rede vai contar com 2 componentes indispensáveis: a Radio Access Network (RAN) e a Core Network (o Core).

A RAN é o que possibilita a alta conectividade e alcance das ondas 5G. Esse componente é uma rede de hardware composta por uma variedade de dispositivos- de pequenas células a torres de controle.

Ela dispara ondas milimétricas (mmWave), também conhecidas como frequência extremamente alta (EHF) e frequência muito alta (VHF).

As mmWaves têm comprimentos de onda curtos que variam de 10 milímetros a 1 milímetro, o que as torna úteis onde o alcance é muito curto.

Além disso, as antenas de 5H utilizam tecnologia MIMO (multiple input, multiple output), que multiplicam a capacidade de vários sinais transmitindo-os por várias antenas.

O uso de vários elementos ou conexões possibilita enviar e receber mais dados simultaneamente. Assim, mais pessoas podem se conectar à rede ao mesmo tempo e manter um alto rendimento.

Outra mudança do 5G em relação a outras gerações de rede é que, antes, no 3G e 4G, as conexões tinham como foco a troca de dados para manter serviços para celulares.

O 5G trata da integração com a Internet e serviços baseados em nuvem e inclui servidores distribuídos em toda a rede, o que reduz ainda mais a latência.

Esses servidores, inclusive, têm relação com a computação de borda (edge computing) e a Internet das Coisas.

Quais as vantagens do 5G?

As vantagens do 5G são bastante evidentes uma vez que você entende a tecnologia. Ela foi projetada para oferecer maior capacidade conectiva e possibilitar experiências do usuário de última geração, assim como fornecer novos serviços.

Com altas velocidades, maior confiabilidade e latência superbaixa, o 5G expandirá o ecossistema móvel para novos domínios.

Na prática, falamos de uma tecnologia que vai impactar absolutamente todos os setores, tornando o transporte mais seguro, capacitando a assistência médica remota, melhorando a agricultura de precisão, aprimorando e digitalizando a logística, entre muitos outros benefícios.

Para você entender o impacto do 5G, preparamos uma lista. Veja só:

Velocidade

O 5G não é apenas rápido. É muito rápido. O suficiente para permitir que um usuário baixe um filme completo em seu smartphone em segundos.

A relação de velocidades é a seguinte:

  • 3G: download de 3 Mbps;
  • 4G: downloads de 100 Mbps;
  • 5G: downloads de 10 Gbps — 10 vezes mais rápido que a 4G.

Latência

O 5G também reduz significativamente o tempo de resposta. Ao reduzir o “lag”, o 5G vai revolucionar os jogos online, bem como vai melhorar o controle a dispositivos médicos móveis e carros autônomos.

  • 3G: tempos de resposta de cerca de 100 milissegundos;
  • 4G: tempos de resposta de cerca de 30 milissegundos;
  • 5G: tempo de resposta estimado a 1 milissegundo ou menor — basicamente, instantâneo.

Atualmente, essa ainda é uma tecnologia em fases finais de desenvolvimento — por isso, nenhum país o implementou completamente.

Hoje em dia, os países mais avançados na questão são a China, Coreia do Sul e Estados Unidos.

5G: o que você precisa saber sobre essa nova tecnologia

Qual a situação do 5G no Brasil atualmente?

No Brasil, a implementação do 5G depende de uma série de burocracias que já estão sendo elaboradas e estudadas há muitos anos. A oficialização das operadoras, porém, dependia de um leilão dos blocos de frequência de transmissão.

Organizado pelo governo — e após alguns adiamentos e indefinições — o leilão do 5G no Brasil ocorreu no dia 05/11, ainda em 2021.

O saldo foi de R$ 46,7 bilhões e várias operadoras de telecomunicações, como as famosas Vivo, Claro e TIM, arremataram os direitos de construir suas infraestruturas 5G pelo país.

Não há uma definição sobre quando o 5G passará a ser realidade em todo o território brasileiro, mas conforme apurado em matéria da CNN Brasil, a expectativa é de que ainda em 2022 todas as capitais do país contem com cobertura 5G em pontos de interesse.

Porém, vale a pena ficar de olho nas novidades sobre o assunto para descobrir o andamento da implementação — e você pode contar com a Ascenty para isso!

Para o cliente final, como pessoas físicas, aproveitar o 5G vai significar algumas adequações. Por exemplo, a maioria dos smartphones atuais não suportam a conexão 5G.

Portanto, será necessário atualizar seus dispositivos e contar com modelos mais modernos de smartphones, smartwatches e demais dispositivos inteligentes.

Gostou de aprender tudo sobre o assunto? Saiba que essa tecnologia tem o poder de revolucionar o mercado e as operações. Muito além de atingir os consumidores finais e as pessoas físicas, essa tecnologia vai transformar o mercado corporativo e capacitar as empresas e sua oferta de produtos e serviços.

Que tal seguir de olho em novidades e tendências do mercado de tecnologia? É só continuar de olho no blog da Ascenty!

Entenda a importância da Edge Computing para o Metaverso

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Atualmente, existem diferentes conceitos flutuando na mente dos gestores do Brasil e de todo mundo: edge computing e metaverso. Na hora de compreender cada um deles, é essencial também entender como os dois serão integrados no futuro não tão distante.

Afinal, na prática, para que o metaverso possa realmente funcionar do modo que as propagandas mais criativas mostram, o poder de processamento na nuvem terá que ser 10, 100, mil vezes maior que o atual. E é justamente aí que o edge computing se destaca.

E então, que tal entender mais sobre esses dois conceitos e, por fim, compreender como o edge computing será essencial para o funcionamento do metaverso? Confira!

O que é edge computing?

O Edge Computing é um tipo de arquitetura de computação definida pela localização geográfica ou distribuição de recursos.

Basicamente, trata-se de uma estrutura descentralizada, capaz de processar dados e fazer análises avançadas em qualquer lugar.

Por “descentralizada”, entende-se próximo ou realmente no local onde os dados são gerados. Ou seja, na “borda” da rede convencional — daí vem o nome “edge computing” ou “computação de borda“.

Assim, esses dados não precisam ser enviados para um data center único, centralizado. Desse modo, não há instabilidade e alta latência durante o  processamento de dados.

Pelo contrário, ele é realizado por uma infraestrutura próxima (ou realmente no local) que os dados são gerados.

Não se destina a substituir o cloud computing (onde os recursos de rede estão localizados em todo o mundo), mas sim, procura adicionar a nuvem ao mesmo local da fonte de dados. É como uma evolução do conceito.

O principal objetivo é reduzir o tempo de retorno, especialmente em casos cruciais que precisam de resposta imediata ou emergencial, como carros autônomos e sistemas de alarme.

O que é metaverso?

O conceito de metaverso ganhou popularidade recentemente, com o rebranding do Facebook para “Meta” e a promessa de evoluir a experiência da rede social para um ambiente totalmente virtual e interativo.

Vale destacar que o metaverso não é necessariamente o Facebook 2.0 ou um produto de alguma empresa de Mark Zuckerberg. É uma ideia para as redes sociais no futuro.

Trata-se de um universo que mistura realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR) para criar um mundo completamente digital onde as pessoas possam entrar (com uso de dispositivos como VR headsets) para realizar diferentes atividades, como reuniões, compras, entretenimento — só que virtualmente!

Voltando a Mark Zuckerberg, conforme o próprio disse em entrevista ao The Verge, o metaverso é um tipo diferente de Internet, “onde em vez de simplesmente visualizar o conteúdo, você está nele“.

Ou seja, o próximo passo do Facebook (agora Meta) é se posicionar como uma empresa do metaverso. E sem dúvidas, o metaverso já vem movimentando as marcas e, especialmente, receitas.

A TIM, por exemplo, inaugurou uma loja no metaverso da Cryptovoxels, que é uma plataforma de construção de metaversos.

Afinal de contas, como edge computing e metaverso estão relacionados?

Bom, vamos lá: e como o edge computing pode ser essencial para o metaverso? Essencialmente, estamos falando de uma interface virtual que está enraizada em uma infraestrutura física — data centers, por exemplo.

Hoje, o edge computing já é essencial para melhores experiências AR/VR. Afinal, com a computação de borda, as imagens podem ser renderizadas muito mais próximas do usuário final (em comparação com a nuvem), aprimorando ainda mais a experiência. Para o AR/VR, latência baixa e uma alta largura de banda são cruciais.

Esses são basicamente os requisitos para experiências de metaverso:

  • alta conectividade;
  • baixa latência;
  • serviços de computação e armazenamento virtualizados.

A computação de borda oferece uma infraestrutura distribuída que é colocada em data centers próximos aos usuários e conectada por redes com e sem fio de alta velocidade (incluindo 5G).

Assim, os recursos de edge computing servirão como uma “extensão” da infraestrutura atual para suportar as interfaces ciber-físicas tão avançadas.

O blog da Protocol perguntou a alguns executivos de destaque no mundo da tecnologia justamente como o metaverso impacta o mercado, com foco específico na Internet das Coisas.

A resposta de William Stovall, VP de Enterprise, Mobility & IoT na AT&T chama a atenção. O executivo afirma que o metaverso vai permitir que os usuários experimentem um reino virtual totalmente diferente de hoje.

Mas ele diz que “para que o metaverso seja o mais ideal em termos de experiência possível, os dados de todas as diferentes tecnologias, incluindo a IoT, devem trabalhar juntos. Sensores especiais, alimentados pela conectividade IoT, permitirão que os usuários interajam de maneiras nunca antes vistas“.

As pessoas não querem ser limitadas por locais ou tempo para aproveitarem essas experiências tão intensas.

É por isso que o IoT — e, por si só, o edge computing — é tão importante. Stovall conclui:

“O metaverso também se torna ainda mais “meta” com mais dados, portanto, um aumento no número de pontos de coleta (IoT) pode aumentar a capacidade de aprimorar e obter mais das experiências. […] Adicione a computação de borda à mistura, que aproxima a computação distribuída e o poder de processamento de cada usuário, as experiências ideais do metaverso se tornarão ainda mais uma realidade”.

Na prática, falamos de uma relação real de dependência, já que o edge computing pode proporcionar uma conexão à web potente, minimizando o risco de vazamento de dados e aumentando o controle sobre a movimentação das informações.

Agora que você já compreendeu mais sobre a relação entre edge computing e o metaverso, já possui ideia de como integrar os dois conceitos em seu negócio?

Saiba que a conectividade será um ponto crucial para que as empresas possam explorar o metaverso em todo seu potencial. Por isso, investir em soluções do tipo é essencial!

Gostou desse conteúdo? Esperamos que ajude você a entender mais sobre o assunto.

Para seguir de olho em outras novidades do mercado, é só continuar lendo o nosso blog!

Escalabilidade de Data Centers: o diferencial para reduzir custos e ajudar na sustentabilidade do seu negócio

Se a sua empresa ainda não começou a se preparar para a escalabilidade de data centers, saiba que é o momento certo para se planejar em relação aos próximos passos da sua infraestrutura de TI.

Trazemos essa informação, pois, cada vez mais, a escalabilidade de data centers ganha importância.

Com o crescente movimento da transformação digital, mudanças de mercado e do comportamento do consumidor, as empresas precisam se adequar rapidamente — ou seja, escalar — para ter a infraestrutura necessária e capaz de atender ao crescente nível de demanda.

Essa é uma realidade tanto no armazenamento de dados, como no seu processamento, nas capacidades de rede e no potencial conectivo do negócio.

Além disso, é preciso encontrar respostas para uma realidade em que o mercado exige empresas que utilizem data centers sustentáveis.

Neste artigo, vamos mergulhar nesse tema, explorando a importância da escalabilidade de data centers e porque sua empresa deve se preparar para maximizar sua infraestrutura. Vamos lá?

Mas afinal, o que significa Escalabilidade de Data Centers?

A escalabilidade de data centers é um reflexo do mercado, visto que inovações como a Internet das Coisas, mídias sociais, streaming de conteúdo e a transformação digital em geral apenas ganham terreno.

Gerenciar esse crescimento em demanda e infraestrutura requer sistemas e estratégias que suportem a escala — tudo de maneira econômica, sustentável e ainda assim eficiente.

Na prática, quando falamos de escalabilidade de data centers, isso trata-se da capacidade da infraestrutura como um todo continuar funcionando bem quando é aprimorada e alterada em volume e tamanho. O princípio é simples: quanto maior o data center, melhor será.

Com maior potencial de escalabilidade, o data center se adapta às demandas voláteis do mercado, o que o torna mais eficiente no médio a longo prazo — tanto do aspecto financeiro, como energético.

Dentro do conceito de escalabilidade de data centers, inclusive, existe um termo que ganha a atenção: o data center em hiperescala ou hyperscale data center. Afinal, o que significa?

Vamos lá: você já sabe que um data center é um tipo de infraestrutura que hospeda equipamentos e servidores de TI de uma ou mais empresas. É o caso da Ascenty, com suas unidades espalhadas por todo Brasil, Chile e México.

A Ascenty oferece seus data centers de padrão internacional para empresas de todo o mundo, de modo que possam aproveitar seus recursos para basear suas operações digitais.

Os data centers em hiperescala são exatamente iguais, o que muda é o seu tamanho e desempenho. Eles possuem, no mínimo, área para hospedar 5 mil servidores e infraestrutura que cobre pelo menos 10 mil pés quadrados (o equivalente a cerca de 1 quilômetro quadrado).

A importância de se optar por um DataCenter Hyperscale

Mas e aí, vale a pena investir em data centers em hiperescala?

Bom, essa é uma questão que vai depender de alguns fatores organizacionais, como a demanda atual e a projeção de demanda para o médio e longo prazo. E claro, é preciso conciliar o investimento com seu orçamento.

O data center em hiperescala se destaca dos mais “comuns” por alguns aspectos — que podem muito bem interessar seu negócio. São eles:

Maior volume de dados

Buscando escalabilidade de data centers? Um data center em hiperescala pode proporcionar para o seu negócio — seja no armazenamento ou no processamento de informações.

Um estudo da Emulex observou que, para 93% das empresas de hiperescala, espera-se que as conexões de rede atinjam, no mínimo, 40 Gbps.

Esse, que é um dos principais desafios das empresas que precisam gerenciar grandes volumes de dados e dependem de grandes espaços e altos níveis de conectividade para suportar soluções de big data ou que proporcione o acesso de forma simplificada, pode ser solucionado ao optar por um data center em hiperescala.

O que distingue ainda mais os data centers em hiperescala é o volume de dados, computação, processamento e serviços de armazenamento que eles hospedam.

Em uma pesquisa, 93% das empresas de hiperescala esperam ter 40 GigaBytes por segundo (Gbps) ou conexões de rede mais rápidas. Na mesma pesquisa, 51% dos entrevistados relataram que a largura de banda necessária para gerenciar grandes volumes de dados é um desafio crescente.

Maior eficiência energética

Ao comparar as métricas de Eficiência no Uso de Energia (PUE), boa parte dos data centers on-premise e os considerados “corporativos”, registram uma taxa PUE média de 1,67 a 1,8.

Porém, para efeito de comparação, os data centers em hiperescala do Google, por exemplo, registram PUE médio de 1,1.

Veja bem, dentro da escala de medidas de eficiência energética, 1,0 significa praticamente a perfeição. É quase como comparar um carro de alguns anos atrás, movido puramente à gasolina, e um carro elétrico com zero emissões.

Atende às demandas com rapidez nunca vista

A hiperescala é um termo que incorpora a capacidade de um sistema de escalar para atender a uma determinada demanda.

Data centers em hiperescala são especialmente úteis em situações de escalabilidade imediata, possuindo capacidade de aumentar e diminuir conforme for necessário, de modo que atendam a qualquer demanda de espaço, energia elétrica e conectividade.

Como a escalabilidade de Data Center é capaz de reduzir custos e garantir a sustentabilidade

Empresas que buscam por eficiência no armazenamento e processamento de dados, bem como que anseiam por uma infraestrutura mais sustentável, devem encarar os data centers em hiperescala como uma oportunidade.

Afinal, essas infraestruturas super-potentes podem fazer muito pela sua produtividade, bem como servirem de matriz para suas ações em busca de maior eficiência energética.

Como explicamos, data centers em hiperescala possuem melhores sistemas de refrigeração, que atuam de maneira inteligente nos servidores mais exigentes.

Assim, para o resto da infraestrutura, há toda uma arquitetura voltada para a TI verde, com uso e reutilização dos fluxos de ar, de modo que o provedor gaste menos energia para manter o sistema.

Com um design influenciado pela hiperescala, a infraestrutura também responde de maneira mais inteligente na alocação de energia elétrica aos racks de colocation.

E claro, falamos de um tipo de infraestrutura diferente de tudo que sua empresa já experimentou, capaz de potencializar sua produtividade e sua conectividade, colocando sua operação na frente da concorrência — seja no Brasil ou no resto do mundo.

Que tal conferir os benefícios da escalabilidade de data centers e como esse movimento pode impactar positivamente nos seus resultados? Converse com um especialista da Ascenty e entenda quais soluções nós, a maior empresa de Data Centers da América Latina, podemos providenciar para o seu negócio!

Como o AICX é capaz de fazer a sua empresa ter mais eficiência na conexão com a internet, aumentar a resiliência e trazer economia de custos

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

O Ascenty Internet Connectivity Exchange (AICX) pode transformar a forma que a sua empresa consome banda, bem como diversos conteúdos e inúmeros serviços por meio da Internet. Se a conectividade é o pilar de uma operação bem-sucedida, com o AICX sua organização dá um passo além na consolidação do seu negócio.

A solução da Ascenty pode ser muito estratégica para sua empresa, colocando-a em outro patamar de conectividade, ao mesmo tempo em que contribui para o aumento da resiliência da conectividade e para uma redução significativa dos custos com banda.

Neste conteúdo, vamos te explicar tudo sobre a AICX do ponto de vista do cliente: o que você ganharia com a solução da Ascenty? Vamos te explicar o que é o AICX, como funciona e seus benefícios.

Que tal entender mais? Confira!

AICX: entenda essa solução desenvolvida pela Ascenty

O Ascenty Internet Connectivity Exchange (AICX) é uma plataforma de alta capacidade conectiva, que oferece uma conexão mais resiliente, econômica e altamente escalável para as empresas. O AICX conecta diretamente os clientes aos maiores provedores de conteúdo do mercado.

Como? Com uma única porta de conexão, proporcionando trânsito premium, específico e direcionado, aos principais provedores de conteúdo — sem utilizar a Internet.

É que o AICX é uma plataforma que se conecta a esses players e foi desenvolvida como uma solução de auxiliar os ISPs (Internet Services Providers) e operadoras de Telecom, bem como clientes diversos, a obterem maior resiliência, disponibilidade e continuidade para suas operações.

Aqui no blog, já explicamos sobre o funcionamento de um IX ou Internet Exchange — antigamente conhecido como o PTT ou Ponto de Troca de Tráfego.

Trata-se de um local físico no qual empresas como ISPs e organizações com Autonomous Systems conectam-se umas às outras. Eles servem de “ponte” entre diferentes redes, permitindo que os provedores compartilhem o tráfego externamente à sua rede.

É um tipo de hub de provedores de serviços na Internet — já o AICX é caracterizado por ser uma plataforma que proporciona acesso somente aos principais e melhores provedores de conteúdo do mercado e não a outros participantes.

Além da acessibilidade, destaca-se também o potencial da infraestrutura, capaz de encurtar o caminho entre o cliente e os provedores, reduzindo a latência e a quantidade de redes / prefixos recebidos, melhorando o tráfego de dados e reduzindo custos operacionais.

Ou seja, trata-se de uma solução essencial na construção de um ecossistema de conectividade robusto.

Para qual tipo de empresa o AICX é indicada?

O AICX é uma solução ideal para ISPs e empresas do segmento de conectividade que buscam maior confiabilidade, estabilidade e menor latência para oferecer seus serviços em suas áreas de atuação, principalmente os que buscam uma conexão que aumente a disponibilidade dos serviços de internet.

Isso acontece porque o AICX oferece acesso direto e específico aos seus clientes ao conteúdo que eles querem.

O que acesso direto e trânsito premium significam? Trata-se de uma conexão única entre sua empresa e o portfólio de diversos provedores de conteúdo.

Voltando alguns passos, o tráfego convencional é conhecido como conexão ATM (ou Asynchronous Transfer Mode).

Essa tecnologia de rede permite que um dado seja transferido de um ponto A para o ponto B, mas para isso é necessário que esse dado seja dividido em pequenos pacotes de dados.

Ou seja, cada vez que a sua empresa necessita de um serviço de um provedor pela Internet, ele é desfragmentado e enviado pela rede.

O mesmo acontece quando você envia uma foto ou áudio para algum contato por meio da Internet (como no WhatsApp, por exemplo). Cada arquivo é desfragmentado em vários pequenos pacotes e, só então, enviados.

Os pacotes viajam de maneira aleatória pela rede, atravessando diversos pontos de troca de tráfego.

É um modelo eficaz — tanto que é utilizado até hoje — mas passível de maior latência, além da quantidade elevada de redes que são recebidas, bem como necessitando de maior banda para que os dados vençam as distâncias para chegar ao destino.

O AICX elimina esse fator de risco, criando uma conexão direta entre a Ascenty, sua empresa e o provedor de conteúdos. Assim, tudo que sua empresa necessitar do provedor, será acessado de forma direta.

Mas afinal, como o AICX é capaz de reduzir a necessidade de banda e economizar custos?

Como mencionamos, o AICX proporciona uma conexão direta entre a sua empresa e os diversos conteúdos dos principais provedores do mercado.

Ou seja, lembra da questão da conexão ATM, que fragmenta os dados para então enviá-los pela rede? Com o AICX é um pouco diferente . Ou seja, trata-se basicamente de uma conexão direcionada somente aos conteúdos efetivos e não a uma infinidade de participantes.

Na prática, quer dizer que o AICX reduz a necessidade de banda pelo simples fato de conectar diretamente o cliente com o conteúdo do provedor.

Assim, não é necessário desfragmentar o conteúdo e enviá-lo por uma rede vasta, para viajar por diversos pontos de troca. Com o AICX, o conteúdo vai diretamente para a sua empresa, de modo a tornar essa troca muito mais assertiva e eficiente.

Desse modo, você gasta menos com a conta de Internet, o que permite alocar esse capital de maneira estratégica em outras áreas da empresa.

Além disso, o AICX é uma plataforma completamente escalável, capaz de acompanhar o nível de demanda do seu negócio.

Você é um ISP pequeno e precisa oferecer serviços capazes de competir em qualidade e preço com os grandes players desse mercado tão concorrido? Com o AICX, é possível!

A plataforma é uma alternativa de redundância aos meios convencionais de conexão, mas com 3 pontos positivos difíceis de se encontrar no mercado: é acessível, é seguro e extremamente eficaz.

Gostou de aprender mais sobre o AICX? Entenda o valor que a plataforma pode agregar ao seu negócio, melhorando suas entregas aos clientes! Como?

É só agendar uma reunião com a Ascenty para entender mais sobre o AICX!

7 erros que comprometem a segurança de dados na sua empresa

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Podemos dizer que uma empresa não investir em segurança de dados é o mesmo que um cidadão comum deixar o portão da residência o dia inteiro aberto para a entrada de invasores. A comparação pode parecer exagerada em um primeiro momento, mas uma análise da conjuntura atual nos leva a perceber que essa analogia tem bastante sentido.

Um dos motivos é que os cibercriminosos estão adotando procedimentos cada vez mais sofisticados para invadir redes corporativas, bloquear acessos e, inclusive, roubar informações além de pedir dinheiro para resgatar as mesmas para as vítimas. E isso tem causado prejuízos para companhias de diferentes segmentos e tamanhos, comprovando a audácia e a eficiência dos ataques.

Neste artigo, vamos abordar 7 falhas que afetam negativamente a capacidade de uma organização manter os dados devidamente protegidos. Confira!

Afinal, por que a segurança de dados é tão importante atualmente?

A transformação digital modificou, de maneira significativa, os hábitos dos consumidores e das companhias. Uma boa prova disso é que as transações pela internet cresceram bastante nos últimos anos, exigindo um maior cuidado com a disponibilização dos serviços digitais e informações pessoais.

À medida que uma empresa fica com o site indisponível por erro na defesa contra os ataques cibernéticos, maiores são as perdas de dinheiro e de credibilidade. Isso porque as vendas deixam de ser realizadas, e os clientes acabam, em muitos casos, passando a procurar a concorrência.

Além dos fatores comerciais e de imagem, a segurança da informação precisa ser valorizada em virtude da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que prevê multas de R$ 50 milhões ou de até 2% do faturamento bruto nos casos envolvendo o roubo ou vazamento de dados. Esse aspecto mostra como respeitar a legislação impacta na capacidade de uma organização se manter competitiva.

Com o objetivo de ajudar o seu negócio a exercer boas práticas de segurança de dados, vamos destacar 7 equívocos que devem ser evitados ao máximo, quando o assunto é proteger sistemas e informações institucionais e pessoais. Acompanhe!

1.Não definir uma política interna de segurança de dados

O primeiro passo para implantar bons procedimentos para minimizar os riscos de um ataque virtual consiste no estabelecimento de uma política de segurança da informação.

Se uma empresa não adotar essa prática, vai dificultar muito o trabalho da equipe de TI na proteção de dados. Isso acontece porque os demais colaboradores não terão uma referência interna para combater as ameaças digitais com eficiência.

Vale lembrar que muitos ataques cibernéticos atingem as metas por causa de falta de atenção e de conhecimento dos funcionários. Essa situação pode ser perfeitamente evitada com orientações e campanhas com foco na proteção dos dados.

2.Pensar que a segurança de dados é apenas um assunto da TI

Por mais que o setor de Tecnologia da Informação seja o responsável pela segurança de dados, é um erro grave considerar que apenas essa área pode evitar que os cibercriminosos afetem as atividades organizacionais.

Em razão da relevância que tem na conjuntura atual, a proteção das informações é uma tarefa que precisa envolver todos os membros de uma empresa. Essa postura se torna ainda mais importante por causa do nível de digitalização da sociedade, em que diversas ações cotidianas podem ser feitas rapidamente pela internet ou até mesmo no telefone celular.

Tanto um órgão público quanto a iniciativa privada cometem uma falha grave se deixarem a segurança digital a cargo apenas do setor de TI. Afinal, qualquer funcionário pode abrir brechas para a presença de ciberataques nocivos para uma organização.

3.Manter máquinas e softwares desatualizados

Inegavelmente, é muito bom investir em recursos de Tecnologia da Informação de ponta e que podem agregar valor ao negócio. Por outro lado, ignorar a necessidade de atualizar os ativos de TI é uma falha lamentável e que revela um amadorismo com relação à segurança de dados.

Para reduzir os riscos de uma rede ser invadida, um bom caminho é optar pela atualização periódica dos equipamentos e dos sistemas utilizados pela companhia. Embora isso pareça óbvio, é válido ter bastante cuidado e controle para manter os recursos tecnológicos dentro das melhores práticas do segmento de TI.

4.Descuidar da manutenção das máquinas

É compreensível que uma empresa tenha como meta a redução de custos para atingir um desempenho cada vez mais expressivo. Entretanto, essa postura não pode comprometer, de forma alguma, a segurança de dados institucionais.

Ao planejar o orçamento, é essencial que haja um olhar atento para a manutenção dos equipamentos de TI. Se essa ação não for adotada, os recursos poderão ter falhas que não vão apenas prejudicar a disponibilidade dos serviços digitais, mas também abrir brechas para ataques virtuais causarem danos de imagem e financeiros consideráveis.

5.Não se preocupar com patches de correção

Outro equívoco lamentável é ignorar a necessidade de corrigir os sistemas, quando a orientação do desenvolvedor aponta para esse caminho. Os patches de correção são essenciais para eliminar vulnerabilidades que podem ser exploradas por cibercriminosos de maneira estratégica em busca de informações institucionais.

Esse fator já justifica um trabalho voltado para atualizar eventuais falhas em softwares. Quanto mais ágil forem implementadas as correções necessárias, menores serão os riscos de uma empresa ser vítima de um ataque cibernético de graves proporções.

6.Não limitar o uso de dispositivos pessoais

É cada vez mais comum os funcionários utilizarem os próprios dispositivos móveis (smartphones, tablets, entre outros) para exercer as atividades profissionais. Essa tendência se tornou ainda mais forte com a expansão do home office, uma das principais consequências da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Por essa razão, é indispensável adotar uma política que estabeleça regras claras para a utilização de dispositivos pessoais em uma empresa. Caso essa iniciativa não seja realizada, os riscos de ataques virtuais serem bem-sucedidos vão crescer de forma considerável.

7.Não manter uma política de disaster recovery e backups

Mesmo que haja um grande investimento na proteção das informações institucionais, é recomendado haver soluções relacionadas com o disaster recorvery e backups, porque são suas práticas vitais para reaver dados em situações atípicas.

Ao eliminar erros que prejudicam a segurança de dados, menores são as possibilidades de uma organização ser vítima de ações promovidas por cibercriminosos. Por isso, é muito importante que todos os colaboradores tenham consciência da responsabilidade em prevenir o roubo ou o vazamento de informações.

Se pretende aumentar o nível de proteção dos dados do seu negócio com o auxílio do Disaster Recovery, por exemplo, entre em contato conosco agora mesmo! Queremos te ajudar a conquistar mais respeito e credibilidade perante os stakeholders.

TI híbrida: porque a sua empresa precisa apostar nesse conceito

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Acompanhar o avanço tecnológico tem se tornado uma tarefa cada vez mais complexa. Um dos fatores responsáveis por essa tendência é a transformação digital, que tem modificado a maneira de as instituições gerenciarem os dados e os serviços. Esse cenário tem reforçado a necessidade de se investir na TI híbrida.

Afinal, aprimorar a infraestrutura tecnológica por conta própria requer muito planejamento e recursos financeiros. Em uma conjuntura de instabilidade econômica, é bastante arriscado fazer investimentos robustos com o risco de não ter um retorno de acordo com as expectativas.

Neste artigo, vamos apresentar diversos detalhes sobre essa modalidade de tecnologia que tem sido adotada por muitas instituições no Brasil e no resto do mundo. Confira!

O que é TI híbrida?

Consiste na combinação de uma infraestrutura tecnológica própria com o auxílio dos recursos de um provedor de nuvem. Dessa maneira, uma empresa pode ter mais tranquilidade para gerenciar os ativos de TI, porque terá uma maior flexibilidade na utilização das ferramentas disponíveis no momento.

Ficar dependente de recursos próprios é uma situação muito complicada, porque uma companhia pode não ter condições de suprir a demanda do público-alvo em busca de serviços digitais. Além disso, há a possibilidade de uma falha nos equipamentos ou um ataque cibernético paralisarem as atividades por um longo período, acarretando prejuízos financeiros e de imagem.

A importância da TI híbrida e a sua correta implementação

Manter os sistemas corporativos disponíveis e seguros é um fator crucial para as empresas proporcionarem condições adequadas para os funcionários. Isso se tornou ainda mais relevante com o trabalho remoto, em que os colaboradores necessitam ter acesso aos recursos fora do escritório.

Com a implementação da TI híbrida, é viável fazer com que os empregados sejam mais produtivos, mesmo não atuando na sede institucional. Esse é um ponto que não pode ser ignorado pelos gestores em hipótese alguma.

Outro fator importante é avaliar como utilizar a combinação de recursos tecnológicos internos com os dos provedores de serviços de cloud. Nesse caso, o mais indicado é analisar quais os dados podem ficar sob a responsabilidade da empresa terceirizada. Afinal, é primordial usar a tecnologia e as informações de forma estratégica, para uma corporação ser mais competitiva. 

Também é válido analisar de que forma o provedor de computação em nuvem pode expandir a capacidade de armazenar e processar os dados com segurança. Assim, fica mais simples dimensionar os recursos e verificar os momentos em que será positivo contar com um reforço dos serviços de outsourcing da infraestrutura de TI.

Quais as vantagens que a TI híbrida pode trazer para a sua empresa?

Há muitos benefícios de aproveitar os recursos tecnológicos internos em conjunto com um parceiro qualificado no segmento de Tecnologia da Informação. Para isso ficar bastante claro, vamos apontar as principais vantagens de implantar a TI híbrida, de acordo com as melhores práticas do mercado. Acompanhe!

Diminui custos

A redução de despesas é, sem dúvida, um dos grandes objetivos das companhias atualmente. Isso é uma das principais razões que têm estimulado um maior investimento em serviços terceirizados de TI.

Está cada vez mais complicado investir em equipamentos de ponta e em soluções diferenciadas que aumentam o nível de proteção dos dados. Por isso, contar com um suporte qualificado se tornou uma estratégia inteligente para diminuir despesas com a aquisição de ativos e a manutenção da infraestrutura tecnológica.

Ao diminuir custos sem perder a qualidade dos serviços, uma empresa ganha mais eficiência e competitividade. E isso proporciona mais condições de gerenciar o orçamento e de utilizar os recursos financeiros de forma estratégica.

Possibilita a escalabilidade

A melhoria contínua é uma das posturas mais relevantes para as organizações. Afinal, não acompanhar as principais tendências do mercado é sinal de vulnerabilidade, algo que mais cedo ou mais tarde será devidamente aproveitado pela concorrência.

Em razão disso, a implementação da TI híbrida é uma alternativa muito interessante para adotar a escalabilidade. O motivo é que essa ação propicia gerenciar os recursos tecnológicos e os dados, com base no aumento da demanda.

Uma rede de farmácias, por exemplo, abre novas unidades. Nesse caso, é recomendado contar com uma infraestrutura tecnológica mais robusta para armazenar e disponibilizar as informações. Assim, são menores os riscos de instabilidade nos serviços e de gerar insatisfação nos clientes.  

Garante mobilidade

A computação em nuvem tem como um dos aspectos mais marcantes proporcionar uma grande mobilidade para a equipe. E isso se tornou ainda mais estratégico com a expansão do trabalho remoto.

À medida que os funcionários têm mais condições de exercer as tarefas em locais fora do escritório, maior será a capacidade de cumprir as demandas de acordo com a necessidade da instituição.

Além disso, os empregados terão um ambiente mais favorável para prestar um atendimento de alto nível. Isso porque poderão oferecer respostas mais rápidas, pois terão acesso aos dados em qualquer lugar com conexão à internet. Esse conjunto de fatores mostra como a TI híbrida é peça-chave para expandir a mobilidade corporativa.

Propicia uma infraestrutura flexível

Nem sempre é necessário manter um site com uma grande capacidade de receber visitas durante um período (por exemplo durante a madrugada). Nesse caso, o consumo dos ativos de TI pode ser reduzido de maneira considerável, o que ajuda a reduzir despesas.

A recomendação é fazer com o provedor de cloud computing um contrato que permita flexibilizar o uso da infraestrutura tecnológica. Dessa forma, será mais simples otimizar os recursos e manter os sistemas e informações com alto nível de disponibilidade, segurança e escalabilidade.

Automatiza processos

Para automatizar processos, é necessário contar com um suporte tecnológico eficiente. Por isso, é recomendado adotar a TI híbrida para expandir o uso de soluções que ajudem a realizar tarefas com mais agilidade e eficiência.

Com um bom mapeamento e o uso estratégico da Tecnologia da Informação, é perfeitamente possível atingir um alto grau de automação dos serviços. Assim, uma empresa pode aperfeiçoar os processos, cortar gastos e ser mais competitiva.

Conte com a Ascenty pode te ajudar a otimizar a estrutura de TI híbrida da sua empresa

Reconhecer o papel do avanço tecnológico é uma postura válida para qualquer negócio. Porém, é imprescindível contar com um parceiro qualificado para implantar a TI híbrida corretamente. Nesse sentido, a Ascenty contribui com o uso inteligente dos recursos, pois tem experiência nos segmentos de conectividade, colocation, cloud colocation, entre outras soluções.

Se pretende tornar a infraestrutura tecnológica mais dinâmica, entre em contato conosco agora mesmo!  Queremos ajudar a sua empresa a alcançar uma performance diferenciada no mercado!

Saiba por que a sua empresa não deve manter um Data Center Interno

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Como o ambiente de Tecnologia da Informação (TI) de uma empresa está se tornando cada vez mais estratégico e relevante, os gestores devem tornar a área mais eficiente e otimizada. Um aspecto que gera dúvidas nas organizações é saber se é mais vantajoso manter um Data Center interno ou contratar uma empresa especializada, que disponibilize um ambiente físico para manter esse centro de processamento de dados, serviço que é chamado de Colocation.

Para solucionar essa questão e fazer com que você tome a melhor decisão, é necessário saber quais são os pontos negativos e positivos de ter um Data Center interno, informações que serão apresentadas durante a leitura deste conteúdo!

Quais são os pontos negativos em manter um Data Center interno?

Aspectos negativos impactam o negócio de diferentes formas, podendo aumentar o risco da organização, prejudicar sua eficiência e reduzir sua competitividade. Entenda-os melhor abaixo.

Riscos de segurança

Data Center internos estão instalados nas dependências da empresa, por isso são bastante sujeitos a interferências físicas, como incêndios, acidentes, desastres naturais (como enchentes), entre outros. Por exemplo, um eventual incêndio pode fazer com que servidores, computadores, discos rígidos, redes e outros equipamentos sejam queimados e todos os dados do negócio sejam perdidos.

Além disso, optar pelo Data Center interno exige que o negócio tenha muitos computadores e equipamentos, o que aumenta as chances de que ocorram acidentes ou incidentes internos, que podem colocar em risco a integridade física dos colaboradores.

Aumento de custos

Há vários custos que precisam ser arcados pela empresa quando ela opta pelo Data Center interno. Um deles é o grande consumo energético, que será bastante elevado e crescerá conforme a organização se desenvolve, já que ela precisará de máquinas cada vez mais robustas.

Nesse aspecto, também é importante considerar a questão ambiental, pois o negócio não conseguirá garantir a sustentabilidade e preservar o meio ambiente, pois precisará gastar cada vez mais energia e água para manter o ambiente de TI em funcionamento.

A entidade também necessitará construir uma sala altamente equipada, com geradores, refrigeração constante para deixá-la na temperatura ideal e garantir que o ambiente esteja em excelentes condições, seguro, entre outros.

Além disso, há gastos amplos com a atualização dos aparelhos, já que como os equipamentos se tornarão obsoletos com o passar do tempo e precisarão ser trocados por outros com maior capacidade de armazenamento, de processamento e que têm recursos mais modernos. Com o rápido avanço da tecnologia e desenvolvimento atualmente, o gestor deve ter em mente que terá um gasto bastante elevado com atualizações.

Por fim, outro gasto impactante diz respeito à manutenção dos equipamentos, pois o funcionamento desses computadores e equipamentos precisarão ser periodicamente revisados para assegurar que eles estejam em pleno funcionamento.

Saiba que a empresa não arcará apenas com os hardwares (peças físicas dos computadores), mas também com colaboradores que estarão designados especialmente para realizar a atualização e manutenção do ambiente de TI.

No entanto, profissionais especializados e experientes na área são mais difíceis de encontrar, além de terem altos salários. Por essa razão, manter todas essas atividades é excepcionalmente custoso, especialmente para pequenas e médias empresas (PMEs).

Como o Colocation surge como a melhor alternativa ao Data Center Interno

O Colocation é a melhor solução para corrigir os problemas listados anteriormente e evitar danos à empresa, fazendo com que ela se torne mais segura, otimizada e eficiente. Entenda melhor as vantagens desta alternativa a seguir.

Segurança otimizada

Os equipamentos estão sob responsabilidade da empresa contratada quando você opta pelo Colocation. Por isso, geralmente, as empresas equipam os ambientes para assegurar a máxima proteção dos eletrônicos. Elas investem em prevenção a incêndios, segurança 24 horas, entrada somente de pessoas autorizadas às salas dos computadores, pontos de checagem, entre outros.

Como a empresa se tornará mais enxuta ao contratar uma empresa de data centers, ela pode minimizar o perigo ao ambiente físico da empresa e à integridade física dos colaboradores.

Outro aspecto relacionado à segurança trata das ferramentas que protegem os sistemas e as informações do negócio, como firewalls, antivírus, sistemas de acesso ao usuário, criptografia de dados, entre outros.

Normalmente uma empresa de Colocation tem robustos sistemas e softwares que diminuem as chances de que cibercriminosos invadam a empresa e subtraiam suas informações.

Diminuição de custos gerais

Migrar os dados para o Colocation elimina os gastos relacionados à infraestrutura do negócio. De forma, geral, a organização não arcará com manutenções, atualizações, monitoramento dos bens, climatização do ambiente, entre outros. Gastos com energia elétrica também serão minimizados, pois o Data Center estará localizado no ambiente da empresa contratada.

Ainda sobre atualizações e manutenções, essas atividades serão delegadas para as empresas de Colocation, que geralmente têm parcerias com os principais fabricantes de equipamentos ou fornecedores na área, o que significa que eles conseguem equipamentos de ponta por preços mais acessíveis.

Uma empresa de Colocation também conta com quadro de colaboradores altamente especializados, que conseguirão realizar uma manutenção eficiente e de qualidade, minimizando o tempo de indisponibilidade do sistema.

Maior possibilidade de escalabilidade

Contar com o apoio de uma empresa de Colocation possibilita que uma organização expanda suas atividades sem arcar com os mesmos custos. Primeiramente, você poderá aproveitar de uma tecnologia de ponta de forma mais econômica e de profissionais especializados sem precisar contratá-los.

Além disso, a organização poderá facilmente alterar a capacidade do processamento do Data Center contratado de acordo com as necessidades do negócio. Por exemplo, em um momento de altas vendas do negócio, pode-se entrar em contato com a empresa contratada e solicitar planos mais robustos.

Por outro lado, é possível firmar planos mais econômicos quando a empresa precisa reduzir suas atividades, evitando que seus equipamentos gerem custos enquanto ociosos.

Melhor suporte

Uma empresa competente oferece um atendimento de qualidade, rápido e que soluciona problemas no primeiro contato. Com um bom suporte à sua disposição, os colaboradores da sua empresa poderão se concentrar em atividades mais estratégicas e relevantes em vez de lidar com manutenções ou atualizações.

O Colocation também engloba a realização de backups constantes e automáticos para que dados perdidos sejam facilmente recuperados, o que facilita ainda mais a rotina da organização.

Você pode contar com o apoio da Ascenty para garantir um Data Center de qualidade, já que ela é líder no serviço de Colocation, sendo a maior empresa em infraestrutura de Data Centers na América Latina. Todos os Data Centers estão em locais estratégicos e são interligados por uma rede própria, com 100% fibra ótica e nova.

Adotar o Data Center Interno prejudica diretamente as operações do negócio, já que isso aumenta consideravelmente seus custos e riscos. Portanto, a melhor solução para potencializar o desenvolvimento da empresa é contratando uma empresa especializada.

Quer saber como a Ascenty ajuda a potencializar o desenvolvimento do seu negócio? Entre já em contato conosco e marque uma reunião!

Entenda a importância de se contar com um parceiro com a Certificação ISO 14.001

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Hoje, é essencial para as empresas estarem em completa conformidade com a certificação ISO 14.001. Os efeitos positivos que isso pode ter no meio ambiente são enormes. No entanto, muito mais do que a sua empresa, você deve garantir que seus fornecedores também estejam em conformidade.

Afinal, esses efeitos podem ser anulados se os seus parceiros comerciais — ou melhor, todo seu supply chain — não seguir as boas práticas ou não estiverem habilitados com a certificação ISO 14.001.

Neste conteúdo, vamos explicar mais sobre o assunto, explicando o que é essa certificação, quais os benefícios dela para sua empresa, porque seu parceiro deve ser certificado e mais. Confira!

Certificação ISO 14.001: conheça mais sobre o assunto

A certificação ISO 14.001 é uma norma reconhecida internacionalmente que define às empresas os requisitos necessários para consolidar um sistema de gestão ambiental.

Esse sistema, também chamado de EMS ou Environmental Management System, permite que uma empresa minimize seu impacto no meio ambiente, otimizando seus resultados ambientais por meio de uma estrutura que ajuda a identificar riscos ambientais, bem como áreas em que uma organização pode consolidar seus esforços para se tornar mais ecologicamente correta.O certificado ISO é desenvolvido pela Organização Internacional de Padronização (ISO), a maior desenvolvedora mundial de Padrões Internacionais voluntários.

Suas normas oferecem boas práticas e soluções para quase todos os tipos de negócios, ajudando empresas e organizações a aumentar o desempenho enquanto protegem os consumidores e o planeta.

Seus padrões são extremamente populares, como o ISO 9001 de qualidade e o ISO 27001 de segurança da informação — muito embora não seja essa organização que ofereça os certificados, mas as instituições habilitadas para isto.

Esses certificados visam quebrar as barreiras ao comércio internacional.

Quais são os objetivos da ISO 14.001?

Na prática, no entanto, a intenção da certificação ISO 14.001 é definir as bases para que as empresas forneçam evidências objetivas que mostrem como elas estão em compliance com os objetivos, diretrizes, normas e leis ambientais.

O objetivo da ISO 14.001 é criar um sistema de gestão ambiental capaz de:

  • Melhorar continuamente seu desempenho ambiental;
  • Identificar e controlar o impacto ambiental de suas atividades, produtos e serviços;
  • Implementar uma abordagem sistemática para definir objetivos e metas ambientais, bem como para alcançar esses objetivos e para demonstrar que foram alcançados.

Vale também lembrar que o padrão ISO 14.001 exige que uma organização implemente uma série de práticas e procedimentos que resultam em um sistema de gestão ambiental eficaz.

Ou seja, o ISO 14.001 não é uma norma técnica e não substitui os requisitos especificados por leis ou regulamentos, mas um padrão comercial internacionalmente reconhecido.

Esse é um dos motivos pelos quais o ISO 14.001 está se tornando ainda mais importante, especialmente em uma época em que as preocupações ambientais só aumentam.

Por isso, o objetivo da certificação ISO 14.001 é adequar as empresas a essas demandas. É necessário se ambientar às novas necessidades, bem como às expectativas dos seus clientes e às novas regras dos órgãos reguladores.

Hoje, as empresas devem se mostrar sustentáveis e ambientalmente conscientes, de modo que suas atividades — e as daqueles com as quais sua empresa negocia — não prejudiquem o meio ambiente.

Entenda os benefícios dessa certificação para a sua empresa

Certificar as operações de uma empresa com o ISO 14.001 mostra aos seus clientes, fornecedores e partes interessadas que você está comprometido em ser uma organização ambientalmente sustentável.

Isso, é claro, se repete ao longo de sua cadeia de suprimentos: ou seja, não concerne apenas seu negócio, mas os negócios com os quais você fecha parcerias e, por fim, seus clientes!

Adequar-se à certificação ISO 14.001 pode inspirar o aumento das vendas e permitir que seu negócio entre em compliance com as mais complexas normas regulatórias.

Na prática, falamos de benefícios como:

  • Entrar em conformidade com os requisitos legais e regulamentares atuais (e futuros);
  • Atingir objetivos estratégicos, incorporando questões ambientais à gestão empresarial;
  • Melhorar a reputação da empresa e a confiança dos parceiros comerciais por meio de comunicação estratégica;
  • Aumentar o envolvimento da liderança e o engajamento dos funcionários nas ações e projetos em prol da sustentabilidade;
  • Fornecer uma vantagem competitiva e financeira por meio de uma gestão de processos energeticamente eficiente, bem como custos reduzidos;
  • Incentivar um melhor desempenho ambiental não apenas da sua empresa, mas de seus fornecedores, integrando-os às boas práticas implementadas.

A importância de se contar com um parceiro certificado 

Contar com um sistema de gestão ambiente é crucial para o seu negócio, mas negociar com fornecedores certificados pode significar o próximo passo para o seu negócio.

Primeiro, pois é uma forma de incentivar e contribuir com o desenvolvimento sustentável não apenas da sua empresa ou de seus parceiros comerciais, mas de toda supply chain da organização.

Trata-se de uma exigência que modifica toda uma cultura operacional e estratégica, que passa a olhar para o meio ambiente com outros olhos.

Além disso, é uma forma de reduzir custos (como com o uso de energia renovável e/ou economia na utilização de água), entrar em compliance com as normas e legislações relacionadas e de maximizar as chances de investimento.

Isto é, hoje, esse é um dos princípios ESG (Environmental, Social and Governance), que guia as decisões de investidores e fundos de investimento que buscam por empresas comprometidas com causas além das metas financeiras.

Um exemplo é a Ascenty e seu investimento em tecnologia sustentável. Além de possuir a certificação 14.001, a Ascenty investe pesado em sustentabilidade em sua operação — seja para manter seus data centers, como para transformar a cultura operacional do negócio.

Além disso, a Ascenty conta com a certificação ISO 50.001, que atesta sua eficiência em gestão energética.

Gostou de aprender mais sobre a certificação ISO 14.001 e sua importância, bem como por que você deve encontrar parceiros certificados? Entenda tudo que a Ascenty, certificada no ISO 14.001, pode oferecer à sua empresa, converse com nossos especialistas!

6 principais acertos que fazem a sua empresa reduzir o consumo de energia com TI

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Fazer uma empresa crescer saudável passa diretamente pela redução de custos. Contudo, o consumo de energia de TI nem sempre recebe a atenção que merece. O fato é que o uso dos equipamentos e a própria rotina da equipe impactam significativamente nas despesas da organização.

Nesse sentido, uma boa gestão traz benefícios que vão além da redução de custos. Afinal, a sustentabilidade é um tema amplamente discutido atualmente. Além de assumir uma postura de responsabilidade ambiental, uma empresa que consome menos, constrói uma imagem melhor no mercado, criando oportunidades de negócio.

Não é à toa que algumas organizações — sobretudo multinacionais — valorizam esse quesito na hora de contratar um fornecedor ou terceirizar um serviço. Então, confira a seguir 6 dicas que separamos para ajudar você a reduzir o consumo de energia com TI!

1. Adote a TI verde

O conceito de TI verde (Green IT) surge de um movimento global que tem como objetivo minimizar o impacto que o uso das tecnologias tem nos ecossistemas. Isso envolve toda a cadeia produtiva e exige a aplicação de algumas práticas específicas. Um dos benefícios é justamente o impacto positivo na redução de despesas com consumo energético.

O armazenamento em nuvem é um bom exemplo disso. Com menos hardware dentro da empresa, o consumo de energia elétrica é menor. Já do ponto de vista global, há também uma otimização do uso de hardware, já que o provedor do serviço tira proveito dos equipamentos para atender à demanda de diversas empresas. Isso tem relação direta com uma segunda iniciativa que você pode tomar: a modernização dos equipamentos.

2. Adquira dispositivos mais econômicos

Preocupados com a pauta da sustentabilidade e com o próprio consumo energético, os fabricantes de equipamentos têm desenvolvido produtos cada vez mais econômicos. Nesse ponto, a TI deve estar atenta a um ponto fundamental: quando falamos de reduzir o consumo, não se trata apenas dos servidores e computadores.

Equipamentos como o ar-condicionado e a própria iluminação da empresa influenciam em diferentes níveis o gasto geral. Por isso, é importante investir na modernização da infraestrutura. Quanto mais antigos forem seus dispositivos, maior o consumo tende a ser.

Lembre-se que servidores locais também exigem uma sala refrigerada e toda uma infraestrutura para funcionamento. Então, tecnologias como a nuvem podem ajudar sua empresa a reduzir o uso do ar-condicionado e de outros dispositivos, como sistemas de segurança, nobreaks etc.

3. Otimize o uso do ar-condicionado

E por falar no controle de temperatura, tenha em mente que reduzir o consumo de energia com TI não significa necessariamente renunciar a eles. Um estudo para otimizar o uso do ar-condicionado pode levar a um projeto mais econômico para a empresa.

Vale a pena, por exemplo, desligar um sistema e reduzir a refrigeração do escritório fora do horário de trabalho. Controlar a temperatura por meio de um sistema automatizado também ajuda a evitar desperdício sem renunciar ao conforto e bem-estar dos colaboradores.

No ambiente dos servidores, é possível ainda elaborar um layout de corredores quentes e frios, a fim de direcionar o ar frio para as áreas essenciais.

4. Conscientize seus colaboradores

Toda mudança desse tipo exige engajamento coletivo das equipes. Afinal, o consumo energético não é fruto apenas da presença dos equipamentos, mas também da forma como eles são usados.

Oferecer treinamentos para explicar o impacto dessas ações é um ponto fundamental. Todos devem entender não apenas o que deve ser feito, mas os motivos e as melhores práticas a serem adotadas. 

Configurar o desligamento automático dos computadores ao final do expediente é um bom exemplo de ação automatizada. Porém, vale a pena orientar os colaboradores a desligarem os monitores no horário de almoço ou ao saírem de suas mesas, por exemplo.

Isso nos leva à próxima dica.

5. Crie metas de redução de consumo

É importante que todos tenham metas a serem alcançadas. Isso se aplica aos colaboradores e à equipe de TI como um todo. Definir um cronograma de migração para a nuvem pode ajudar, por exemplo. Porém, é fundamental ter algumas metas que ajudem os colaboradores a entenderem onde a empresa quer chegar.

Somado a isso, adote indicadores que permitam monitorar a redução do consumo de energia. Detalhar o uso de eletricidade em cada área ou por conjuntos de equipamentos pode ser um bom exemplo.

Além disso, lembre-se: o consumo de outros recursos, como a água, também gera despesas e, em alguns casos, estão atrelados ao uso de eletricidade. Então, a economia não deve ser limitada à energia elétrica.

6. Conte com uma solução de colocation

O termo colocation — também conhecido como housing — se refere a uma estratégia de terceirização de data centers. Na prática, sua empresa pode transferir para um provedor do serviço o uso de servidores, que ficam armazenados nas dependências desse parceiro comercial.

Um dos principais benefícios é justamente a redução do consumo energético da empresa. Contudo, o colocation também reduz a demanda por manutenção interna, do uso de hardwares antigos e da própria infraestrutura de refrigeração.

O ambiente virtual destinado à sua empresa é totalmente separado de outros sistemas do fornecedor. Assim, sua TI conta com um espaço dedicado para usar o armazenamento com a máxima eficiência e o nível de segurança dos dados que você precisa.

Uma dica importante é contar com um parceiro comercial que ofereça um serviço com alto nível de desempenho e segurança. A Ascenty é um bom exemplo disso. Líder do mercado de colocation na América Latina, a empresa brasileira entende como ninguém as demandas específicas do território nacional.

Com uma infraestrutura robusta e equipes altamente qualificadas à disposição, a Ascenty promove melhorias significativas para seus clientes, como a redução de custos e um maior controle sobre o ambiente. O serviço inclui, por exemplo, gerenciamento completo das máquinas, além de um alto nível de segurança.

Como você pôde ver, existem formas simples de reduzir o consumo de energia com TI — e esse é um objetivo do qual nenhum de nós pode abrir mão. Então, coloque essas dicas em prática e conquiste resultados cada vez melhores para sua empresa!


Se quer entender como o colocation pode funcionar com eficiência no ambiente específico da sua TI, entre em contato com a Ascenty agora mesmo e tire suas dúvidas!

Conheça as soluções Ascenty que tornam a TI sustentável

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A Ascenty é uma empresa que preza pela TI sustentável, atualizando-se e investindo em iniciativas, ações e programas que estimulem o cuidado com o meio ambiente. Entre as principais preocupações da Ascenty, destaca-se a eficiência energética em data center.

Somos uma empresa ciente do quão necessária é a tecnologia do data center para o mercado corporativo — seja hoje, como também no futuro. No entanto, a demanda gera a necessidade de uma infraestrutura mais adequada às diretrizes da TI sustentável.

Afinal, sem isso, os data centers podem se tornar um dos focos de consumo exacerbado de energia. Para combater esse problema, a Ascenty já investe nas estruturas que melhor desempenham em relação à climatização, desempenho, organização e gestão.

Além disso, já se destaca como uma empresa alinhada com padrões mundiais de avaliação, com várias certificações. Que tal conferir mais sobre as soluções da Ascenty, bem como as iniciativas da empresa, que mais contribuem com a TI sustentável?

TI sustentável: como a Ascenty se preocupa com o meio ambiente?

A Ascenty é uma empresa engajada com ações sustentáveis, cujo trabalho é pautado pelos princípios ESG – Environmental, Social and Governance ou ASG – Ambiental, Social e Governança.

Na prática, o ESG é um conjunto de padrões adotados por investidores e fundos para avaliar a viabilidade de investimento em uma empresa. De acordo com os princípios do ESG, uma empresa deve ser sustentável, socialmente consciente e contar com uma gestão correta e assertiva.

Através do ESG, os investidores e fundos podem analisar uma empresa para além das métricas financeiras, entendendo sua capacidade (bem como a sua vontade) de impactar positivamente a sociedade, sua comunidade, bem como contribuir com o meio ambiente.

Para se alinhar aos critérios do ESG, a Ascenty criou e implementou o programa “Ascenty cuidando do meio ambiente”. Que tal conhecer as iniciativas?

  • Contratação de empresas especializadas para realizar o descarte correto dos resíduos;
  • Instalação de coletores específicos para papel, metal, vidro, plástico, pilhas e baterias;
  • Treinamento para todos os colaboradores para conscientizar sobre a correta reciclagem de resíduos;
  • Estímulo de uma cultura de redução do consumo (apagar as luzes ao sair de uma sala, uso correto das torneiras e descargas e manutenção periódica para evitar vazamentos);
  • Todos os colaboradores são incentivados a reduzir o uso de copos plásticos. Para isso, a Ascenty fornece um kit sustentável com caneca e uma garrafa de água squeeze.

A conquista do “selo de empresa carbono neutro”

Outra das principais iniciativas da Ascenty foi a conquista do Selo de Empresa Carbono Neutro, seguindo o Programa Brasileiro GHG Protocol.

Com isso, a Ascenty completou 100% das compensações de crédito de carbono de 27 unidades em operação. Desse modo, a empresa neutralizou suas emissões de gases de efeito estufa. Relacionado ao ano-base de 2020, a Ascenty investiu cerca de R$ 500 mil nesse esforço.

O selo foi o resultado de uma iniciativa da área de ESG da Ascenty, que elaborou um relatório com inventário de emissões GEE da empresa, que levou 4 meses para ser concluído e que contém uma análise quantitativa e qualitativa da situação.

Ao todo, foram 3 escopos:

  • O primeiro: emissões diretas, provenientes de bens próprios da companhia, como automóveis e geradores proprietários.
  • O segundo: emissões indiretas resultantes de insumos da companhia, originadas na íntegra pela geração de energia elétrica consumida pela empresa (que correspondeu a 84,6% das emissões GEE da empresa).
  • O terceiro: emissões indiretas sem controle da empresa, como aquelas resultantes de fontes particulares de funcionários, parceiros e clientes.

Além disso, em 2020, cerca de 90% da energia consumida pela Ascenty foi de origem limpa e negociada no mercado livre de forma incentivada, com rastreabilidade de comprovação das fontes renováveis.

E os 10% restantes? Nesse caso, a Ascenty firmou compensações de carbono diretamente em ações de incentivo e valorização da produção de energia limpa. Entre eles, projetos de construção de usinas hidrelétricas, eólica, solar e de biomassa.

Quais as soluções da Ascenty que auxiliam na TI sustentável?

Na prática, a Ascenty atua de forma ativa no incentivo à TI sustentável. Entre suas principais ações, está o compliance e conquista do certificado ISO 50001, sobre a implementação dos sistemas de gestão de energia.

Com isso, a Ascenty trabalha com foco na utilização eficiente da energia elétrica em seus mais de 20 data centers. Assim, há um esforço constante no treinamento e qualificação dos responsáveis técnicos, de modo que assegurem seus processos, prezando pela eficiência e melhor desempenho ecológico.

Outro certificado da Ascenty relacionado à TI sustentável foi o ISO 14001, que estabelece os requisitos para a correta implantação e operação de um sistema de gestão ambiental sustentável.

Desse modo, a Ascenty garante que sua operação esteja sempre em conformidade com as mais rígidas leis e normas internacionais relacionadas ao meio ambiente.

Tudo isso, claro, em meio a uma seleção exclusiva de serviços e produtos relacionados à cloud computing, uma das tecnologias mais sustentáveis da era da transformação digital.

Por isso, a Ascenty continua investindo em ações como:

  • Maior eficiência nos seus ambientes, maximizando a capacidade de fornecimento e reduzindo o consumo energético não crítico;
  • Redução da energia ociosa, de modo que o cliente possa escolher configuração perfeitamente adequadas para o seu ambiente e infraestrutura;
  • Redundância mais precisa, de modo a reduzir os consumos energéticos de maneira considerável;
  • Gestão e monitoramento contínuo dos ambientes para aprimorar a eficiência energética.

A Ascenty é parceira das iniciativas de TI sustentável, sendo uma das empresas que mais se preocupa com a propagação dos critérios da TI Verde.

Gostou de aprender mais sobre o assunto e sobre as ações da Ascenty para se adequar à TI sustentável? Então siga lendo o nosso blog para aprender mais!

E você, ficou interessado em fechar uma parceria de sucesso para o seu negócio, contando com os melhores serviços de cloud computing e soluções de data center? Converse com a Ascenty!

Otimize custos com a adoção de um Data Center sustentável

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Utilizar os recursos naturais de maneira inteligente é uma prática cada vez mais valorizada no mundo corporativo. Além de preservar o meio ambiente, essa iniciativa colabora para otimizar custos e manter a empresa mais competitiva e capaz de seguir as tendências da transformação digital. Esse cenário tem estimulado as companhias a apostarem em um data center sustentável.

Em virtude de contar com um elevado número de equipamentos, esse ambiente tem como uma das principais características o alto consumo de energia, fator que expande consideravelmente as despesas. Por isso, é fundamental que haja a adoção de mecanismos que permitam diminuir, ao máximo, a utilização de energia elétrica para infraestrutura de TI continuar em funcionamento.

Neste artigo, vamos destacar como a sustentabilidade pode ser aplicada no segmento de Data Centers de maneira eficiente e estratégica. Confira!

Sustentabilidade: uma tendência cada vez maior!

A consciência de que os recursos naturais estão cada vez mais escassos está mais presente não apenas nas corporações, mas também no dia a dia das pessoas. O consumo consciente tem sido bastante valorizado, porque minimiza o desperdício, combate a poluição e contribui para a qualidade de vida.

Fazer com que as intervenções humanas no meio ambiente sejam menos lesivas ao planeta é uma prioridade muito evidente. E isso não pode ser mais ignorado pelas organizações independentemente do tamanho e segmento de atuação.

Não há dúvidas de que a sustentabilidade deixou de ser um modismo e passou a ser imprescindível para a sobrevivência das corporações. O setor de Tecnologia da Informação também está se adaptando a essa nova conjuntura, tanto que está investindo na adoção do Data Center sustentável.

Afinal, é necessário usar as soluções tecnológicas a favor do meio ambiente e do aumento da eficiência. Ao otimizar o uso de equipamentos e da energia, uma empresa vai reduzir custos com manutenções, aquisição de novos ativos e gestão de funcionários.

Também vale destacar que a preocupação ambiental é uma forma de uma instituição estar mais próxima dos anseios dos stakeholders. Esse comportamento é muito importante para fortalecer a imagem e criar um vínculo mais forte com diversos segmentos (clientes, fornecedores, funcionários, entre outros).

Por fatores sociais, econômicos, comerciais e tecnológicos, a sustentabilidade tem se mostrado uma alternativa primordial para as empresas evoluírem de maneira contínua e consistente. Não levar em consideração essa tendência é um erro grave e que pode inviabilizar a existência do negócio no futuro.

Como a adoção de um Data Center sustentável é capaz de otimizar os custos da sua empresa

Mesmo que haja um investimento robusto em equipamentos de tecnologia mais avançada, o data center sustentável se mostra capaz de reduzir as despesas de uma corporação de forma inquestionável.

Um dos fatores que reforça essa tendência abrange a virtualização. Ou seja, a capacidade de utilizar um servidor para fazer a função de diversas máquinas por meio de softwares que viabilizam a divisão da infraestrutura tecnológica existente.

Essa iniciativa, com certeza, permite a consolidação de um data center sustentável. Um dos motivos é que ajuda a aproveitar melhor o espaço físico para acomodar os equipamentos. Afinal, ampliar o tamanho do local, onde ficam as máquinas, é algo complexo e que demanda muitos recursos financeiros para ser viabilizado, em razão da necessidade de expandir a rede.

Apostar em tecnologias sustentáveis também é uma maneira de evitar trocas constantes de equipamentos. Assim, uma empresa evita gastos desnecessários para manter a infraestrutura tecnológica funcionando dentro das expectativas do momento.

Outro ponto positivo de escolher ativos de TI, capazes de agregar valor ao negócio, contempla as manutenções. À medida que são instaladas máquinas avançadas com um cronograma de reparos preventivos estabelecido, menores são os riscos de haver consertos emergenciais, que são, em geral, bastante custosos e oneram o orçamento.

As manutenções periódicas têm como característica marcante aumentar a vida útil dos equipamentos, o que é valioso para otimizar os custos de um Data Center sustentável. Inegavelmente, aplicar recursos financeiros em novas máquinas é um custo bastante elevado na maioria dos casos.

Com um bom gerenciamento da infraestrutura tecnológica a partir de práticas sustentáveis, é possível atingir uma maior eficiência energética. Com uma gestão estratégica dos recursos tecnológicos, é viável reduzir os custos com energia elétrica consideravelmente, o que colabora para administrar o orçamento e minimizar os impactos ambientais.

Ao contar com um Data Center sustentável, uma organização terá uma gestão dos ativos de TI mais qualificada, além de soluções avançadas para o monitoramento do ambiente. Isso vai propiciar uma administração mais eficiente da mão de obra, o que é imprescindível para a redução de despesas.

Um bom aproveitamento dos recursos humanos ajuda uma corporação a alcançar uma produtividade elevada e a conseguir resultados mais expressivos em termos comerciais e financeiros. Isso é fundamental para um negócio continuar sendo sustentável e capaz de acompanhar as novas tendências do mercado.

Conheça o diferencial da Ascenty em relação à sustentabilidade de Data Centers

É crucial contar com um fornecedor de soluções de TI que adote práticas sustentáveis, priorizando o uso racional dos recursos disponíveis. Com foco nesse objetivo, a Ascenty se especializou na gestão e construção de Data Centers que seguem as melhores práticas com relação ao desempenho energético e de todos os elementos da infraestrutura tecnológica.

Desde 2010, a Ascenty tem investido na construção de ambientes seguros e que mostram preocupação com o meio ambiente. Em 2020, a empresa atingiu a marca de 22 Data Centers com a certificação Tier III, uma das mais importantes do segmento de TI e que mostra o compromisso com o alto nível de proteção de dados e de disponibilidade das informações.

Com tecnologia de ponta, a Ascenty se tornou especialista na construção de Data Center sustentável. Uma prova disso é que a companhia alcançou a liderança no Quadrante de Serviços de Colocation no Brasil do ISG Provider Lenms™ 2020, de acordo com estudo da Information Services Group (ISG), companhia global com grande destaque em consultoria e pesquisa no setor tecnológico.

Se está em busca de um melhor desempenho da infraestrutura de TI, vale a pena acompanhar os conteúdos do nosso blog. Com certeza, o conhecimento é peça-chave para promover mudanças e práticas sustentáveis!

TI verde: conheça esse conceito de sustentabilidade tecnológica

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A Green IT ou TI Verde é um conceito novo, que prega pelo uso sustentável dos recursos no setor de Tecnologia e Informação — seja nos setores das empresas, como nas empresas que desenvolvem, produzem e comercializam tecnologias, dispositivos e sistemas tecnológicos.

Ou seja, a TI Verde trata-se de um esforço consciente de empresas para utilizar a tecnologia de maneira ambientalmente correta no local de trabalho.

Assim, ele incentiva as empresas a reduzir o consumo de energia, limitar o desperdício de papel e usar mais serviços e aplicativos baseados em nuvem.

Que tal explorar mais a fundo o conceito de TI Verde, como funciona e sua importância no mercado corporativo de hoje? Então siga nosso conteúdo!

O que é TI Verde?

TI Verde refere-se ao conjunto de ações e táticas de um uso consciente e ambientalmente responsável de computadores e recursos de TI no ambiente de trabalho.

Em outras palavras, a TI Verde é o estudo, engenharia, fabricação, uso e descarte de dispositivos de tecnologias e dispositivos de computação de forma a reduzir seu impacto ambiental.

Hoje, não é segredo que tudo que envolve a computação consome muitos recursos naturais: das matérias-primas necessárias para fabricá-los até a energia usada para operá-los — sem esquecer os problemas para descartá-los.

Para você ter noção, de acordo com dados de uma pesquisa da Perillon, 25% das empresas americanas admitiram estar trabalhando em mudanças em suas operações com foco em sustentabilidade, com foco em novas tecnologias eco-friendly.

Quais vantagens de adotar a TI verde na sua empresa?

Um dos grandes diferenciais da TI Verde é que ela não apenas traz benefícios para o meio ambiente, mas impacta positivamente nos negócios e na experiência de seus clientes. Ou seja, um ciclo completo de vantagens.

Mas… Quais seriam elas? Sabemos que pode ser difícil descrevê-las ao olhar para o conceito de TI Verde de longe.

Então, aproximamos a perspectiva e escolhemos alguns dos principais benefícios desse conceito para você conferir, veja só:

Ajuda o meio ambiente

A TI Verde ajuda as empresas a contribuir com a questão ambiente de múltiplas formas, sendo:

  • Redução do uso de água: Torneiras aeradas, vasos sanitários eficientes e sistemas de cronometragem externos podem reduzir significativamente o uso de água. Uma solução já comum são as torneiras com sensor de movimento que desligam automaticamente.
  • Redução do uso de papel: Uma empresa paperless é amiga do meio ambiente, pois elimina uma grande parte dos resíduos mais comuns do local de trabalho. É algo que reduz custos com armazenamento e descarte.
  • Redução do uso de energia elétrica: Pequenas mudanças, como o uso de iluminação LED, podem economizar muito dinheiro todo mês.

Melhora a imagem da empresa em relação ao mercado

Hoje, cada vez mais consumidores são ambientalmente conscientes e preocupados.

Na verdade, de acordo com dados da INC., 73% dos millennials estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis, bem como fazer negócios com empresas que são ecologicamente corretas.

Ao anunciar (e mostrar) sua empresa para o público em geral como verde, você pode ver um aumento significativo nas vendas e leads.

É claro, você precisará de um bom marketing, mas as ações internas de TI Verde conversam com uma boa parcela de clientes, atraindo sua atenção.

Melhora o desempenho dos colaboradores

Afinal, como pode a TI Verde impactar na produtividade? Veja só:

É muito mais fácil encontrar documentos na nuvem do que vasculhar um arquivo físico!

Com a TI Verde, você é obrigado a investir em soluções digitais para solucionar problemas e ajudar nas tarefas corporativas do dia a dia.

Falamos tanto de soluções na nuvem, como já citamos, como também o uso de dispositivos móveis.

Na verdade, algumas organizações podem ter melhorias de até 25% na produtividade, apenas por mudar para uma plataforma digital de operação.

Assim, sua empresa pode até mesmo conquistar receitas adicionais e desenvolver novos modelos de negócio.

Outro ponto é que a TI Verde pode também ser responsável por melhorar a qualidade do ambiente de trabalho.

Isso se dá com uso de soluções tecnológicas que controlam a qualidade do ar, a temperatura e mesmo a umidade do ambiente.

Diminui os custos da empresa

Com a TI Verde, você pode eliminar (ou reduzir) vários centros de custo da sua operação. Um exemplo é com os materiais de escritório!

Os gastos com canetas, clips, marcadores e muito mais podem ser reduzidos com uso de sistemas, softwares e soluções baseadas na nuvem.

Veja bem: quanto sua empresa gasta com tinta de impressora, manutenção e substituições? Apostamos que esse valor é bem alto!

Com a migração para uma operação digital, apoiada na TI Verde, é possível reduzir todos esses gastos.

Como começar a implementar a TI verde no seu negócio?

Agora, tornar sua operação mais verde é um desafio. Há várias etapas relacionadas a essa transformação. No entanto, você sabe como começar a implementar a TI Verde? A seguir, te mostramos os principais passos, confira!

Invista em soluções na nuvem

Seu principal amigo na jornada pela TI Verde é o cloud computing.

Com a nuvem, você digitaliza sua operação — parcial ou completamente — e pode aproveitar de soluções terceirizadas (SaaS, PaaS e IaaS) para maximizar sua produtividade e, claro, reduzir custos.

Além disso, dependendo do provedor que você escolher, pode aproveitar de recursos diferenciados e todo um ecossistema de conectividade capaz de melhorar sua operação.

Opte por soluções paperless

Um grande primeiro passo para tornar sua TI Verde é investir em soluções paperless. Lembra do SaaS, PaaS e IaaS que mencionamos? São boas alternativas para você reduzir o uso de papéis (bem como reduzir a necessidade de armazená-los).

Oriente a sua equipe

Treinamento, qualificação e orientação são necessários para que sua equipe não apenas entenda o que é, mas porque é importante aplicar os preceitos da TI Verde.

Opte por parceiros preocupados com essa questão

E claro, lembre-se que a TI Verde é o resultado de todo um ecossistema de empresas investidas nessa ideia.

Por isso, procure fazer negócios com fornecedores preocupados com o meio ambiente, adeptos da TI Verde.

Uma forma de garantir isso é fazendo negócio com parceiros comerciais com certificados reconhecidos, que sigam padrões mundiais de avaliação.

A Ascenty, por exemplo, possui vários certificados. Relacionados à sustentabilidade de forma direta, são dois:

  • ISO 14001 (Meio Ambiente): A certificação ISO 14001 garante que a Ascenty opere em conformidade com as leis vigentes e com total respeito ao meio ambiente, contribuindo dessa forma para uma qualidade socioambiental correta e adequada ao planeta.
  • ISO 50001 (Gestão Energética): A energia é o principal insumo para o bom funcionamento de um Data Center. Com base nisso, a Ascenty, que possui mais de 20 Data Centers de alta capacidade energética, trabalha com foco na utilização eficiente da energia elétrica em seus sistemas. A empresa direciona esforços para treinar e qualificar os times técnicos para garantir a melhoria contínua dos seus processos, seguindo sempre a legislação vigente.

E então, gostou de aprender mais sobre a TI Verde? Esse é um conceito importante que nós da Ascenty acreditamos e investimos cada vez mais!

E agora, que tal seguir aprendendo sobre gestão de TI e soluções que melhorem sua infraestrutura de dados? É só continuar de olho em nosso blog!

Entenda a relação entre o Data Center e a tecnologia sustentável

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Os data centers se tornaram algo extremamente valioso: são fundamentais para e-commerces, computação em nuvem e trabalho remoto de forma geral. No entanto, além de impactar na economia global, eles têm total relação com a tecnologia sustentável.

A digitalização pode levar a operações mais simplificadas e eficientes, bem como pode ser uma opção mais sustentável para as empresas, pois diminuem sua dependência de recursos limitados e eliminam o desperdício.

Mas a equação sobre a digitalização e sustentabilidade nem sempre é a mais equilibrada. Afinal, os data centers contribuem com a tecnologia sustentável? É isso que vamos conferir neste conteúdo, explorando a relação entre data center e a sustentabilidade e conceitos como o TI Verde. Vamos lá?

Mas afinal, como funciona a tecnologia sustentável?

A tecnologia sustentável é a aplicação de todas as ciências em busca de inovações tecnológicas que estimulem a uma melhor relação entre sociedade e meio ambiente. O objetivo é criar e adaptar tecnologias para reduzir as agressões e a poluição ao meio ambiente.

Os data centers são fatores decisivos quando o assunto é tecnologia sustentável.

Primeiro, porque são um meio para que as empresas centralizem sua infraestrutura de TI de forma “remota” (no caso, quando falamos de colocation, na nuvem).

Além disso, os principais e mais confiáveis provedores de colocation precisam seguir protocolos de gestão que, em seu cerne, incluem certificados ambientais de ponta.

Isso garante mais conformidade em relação à aplicação de tecnologia sustentável no ambiente corporativo, reduzindo sua pegada de carbono, bem como o uso de recursos de maneira desnecessária.

Como a tecnologia sustentável pode ser vantajosa para o meio ambiente e a sua empresa ao mesmo tempo?

A tecnologia sustentável é um tópico cada vez mais presente na rotina executiva das empresas — e o motivo é simples: essa relação traz enormes benefícios para o seu negócio e para o meio ambiente.

Esse novo modelo de desenvolvimento permite uma melhor evolução tecnológica, totalmente integrada à sustentabilidade. Entre os benefícios que podemos citar, destacamos:

  • Redução do uso de papel;
  • Maior satisfação dos funcionários;
  • Melhor imagem perante os clientes;
  • Melhores possibilidades de investimentos;

Trata-se de um movimento que vai de encontro com outro, o TI Verde ou Green IT.

Data Centers eficientes: reduzem o consumo energético e contribuem para a sustentabilidade

A transformação digital está abrindo novas oportunidades em todos os setores para reduzir o consumo energético e melhorar a eficiência por meio de soluções inovadores.

Os data centers desempenham um papel fundamental nessa transformação, pois fornecem a infraestrutura de TI necessária para que as empresas se interconectem, migrem para a nuvem e digitalizem seus processos e serviços.

Veja bem: a demanda por maior poder de computação e conectividade só aumentou após a pandemia, acelerando ainda mais o crescimento do setor de data center.

No futuro, o data center não se trata apenas de armazenamento e disponibilidade, mas de eficiência, inovação e confiabilidade para todas as partes envolvidas em sua operação.

Mais do que nunca, as empresas desejam migrar para uma infraestrutura digital, contando com os serviços de fornecedores sustentáveis, capazes de ajudá-los a cumprir suas próprias metas de sustentabilidade.

Agora, na prática, você sabe como as novas tecnologias podem influenciar na criação de um data center mais sustentável?

Afinal, à medida que os workloads cada vez mais pesam, aumentar ainda mais a eficiência do data center exigirá um uso ainda mais eficiente de todos os recursos.

Para isso, algumas inovações podem ser utilizadas, como:

  • Inteligência Artificial;
  • Ferramentas de gestão de recursos em tempo real;
  • Suporte à integração do smart grid, com medição e previsão;
  • Machine learning para identificar, em tempo real, oportunidades de melhoria em toda infraestrutura de data center.

Data Center Colocation: a saída para melhorar a sustentabilidade na sua empresa

Você sabia que o data center colocation é a melhor solução para empresas que buscam investir em saídas para renovar sua relação com a sustentabilidade?

Isso tem muito a ver com as iniciativas que os próprios fornecedores de Colocation estão tomando nos últimos anos.

Data centers, por sua natureza, consomem uma quantidade considerável de energia. Ou seja, mesmo sendo uma solução mais sustentável para o mercado do que cada empresa comprar sua infraestrutura on-premise, é uma indústria que trabalha incansavelmente em busca de melhores índices de sustentabilidade.

Afinal, impacta positivamente o seu negócio e ajuda seus clientes (nesse caso, a sua empresa!) a se manter alinhada com as principais boas práticas amigáveis de tecnologia.

É uma ação que ocorre de várias formas, como por exemplo:

  • Uso de fonte de energia mais verdes e reutilizáveis;
  • Novas maneiras de armazenar energia, evitando a poluição;
  • Utilização de Concreto sustentável para construir suas estruturas modernas e climaticamente eficientes;
  • Aplicação de princípios de economia circular.

Um exemplo deste último ponto pode ser visto em instalações estrangeiras: devido ao calor gerado pelos data centers, as empresas estão cada vez mais conseguindo canalizá-lo para reutilização em outras tarefas, como nos próprios edifícios corporativos.

A Ascenty é um exemplo brasileiro de Data Center de Colocation altamente engajada com ações sustentáveis que visam proteger o meio ambiente. Afinal, seu trabalho tem relação direta com os princípios ESG (Environmental, Social and Governance).

Entre os fatores ambientais, a Ascenty busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa (CO2, gás metano), e aumentar a eficiência energética, através de uma melhor gestão de resíduos e efluentes. Para tanto, direciona uma grande parcela de recursos para o controle de poluição (reduzindo as emissões para o ar, na água e de resíduos sólidos).

Uma das ações é o investimento contínuo (de quase R$ 1 milhão até hoje) em recursos em prol da sustentabilidade, como reciclagem de materiais de todos os tipos.

Além disso, a Ascenty opta pela utilização de energia renovável — e hoje, 90% da energia elétrica utilizada em nossos data centers são de fontes renováveis! Para 2024, a previsão é que possamos atingir os 100%! E claro, não podemos esquecer: a companhia ainda conta com a certificação de meio ambiente ISO 14001 e de gestão energética ISO 500001.

E então, que tal começar sua jornada em direção ao uso de tecnologia sustentável com auxílio de uma empresa focada no meio ambiente e na construção do melhor ecossistema de conectividade?

Confira mais sobre a infraestrutura, a qualidade dos serviços e todos os benefícios que a Ascenty oferece! Agende uma reunião conosco!

Qual o papel do Data Center na Indústria 5.0?

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Se os dados já eram importantes em movimentos como a Transformação Digital e a Indústria 4.0, eles se tornam protagonistas quando o assunto é a Indústria 5.0.

Na quinta revolução industrial, os data centers serão base para a consolidação de uma economia produtiva sustentável, 100% personalizada e movida por IA e Big Data. Mas afinal, você sabe o que é a Indústria 5.0 e como os data centers serão providenciais para sua efetividade?

Com tecnologias desempenhando 100% do papel operacional e com a inteligência humana servindo de guia estratégico, os data centers serão pilares para a nova Era da produção industrial.

Nesse artigo, vamos mergulhar no assunto, introduzindo o conceito de Indústria 5.0 e sua relação com Data Centers. Vamos lá?

Indústria 5.0: o que é?

A Indústria 5.0 é a quinta revolução industrial, que prega o trabalho conjunto de humanos com robôs e dispositivos smart. Ou seja, trata-se de usar os robôs como ferramentas para tornar o trabalho dos humanos melhor, mais rápido e eficiente.

Tudo isso com uso de tecnologias como IoT, Inteligência Artificial, Big Data, Dark Analytics, Edge Computing, sustentado por Data Centers de última geração.

Hoje, no ambiente industrial, os robôs já realizam trabalhos perigosos, monótonos ou fisicamente exigentes, como soldagem, pinturas e carregamento e descarregamento de materiais pesados em depósitos.

À medida que as máquinas e dispositivos smart se tornam mais inteligentes e conectados, a Indústria 5.0 busca combinar essas capacidades de computação cognitiva com inteligência humana em operações colaborativas.

A Indústria 5.0 é um movimento novo, ainda em desenvolvimento — já é uma realidade em países mais avançados, e uma novidade em outros, nos quais a Indústria 4.0 ainda é o objetivo.

Conheça os principais benefícios que a Indústria 5.0 é capaz de trazer

Bom, e o que a Indústria 5.0 pode trazer de vantagens para o seu negócio? Essa é uma pergunta importante para quem trabalha no setor industrial.

A resposta, é claro, pode ser dividida de várias maneiras.

Primeiro, podemos estabelecer que a Indústria 5.0 não chegou para substituir tudo o que foi (e ainda será) conquistado na Indústria 4.0, mas sim para ser uma evolução do conceito.

Na prática, isso traz vários benefícios, confira:

Diminuição de custos

Com utilização mais assertiva dos dados coletados por dispositivos inteligentes e ultraconectados, você pode otimizar os processos produtivos ao máximo.

Ou seja, vai potencializar o uso de automação de processos, aproveitando de toda inteligência cognitiva dos funcionários para direcionar a cadeia de produção.

Mais participação humana

Veja bem: a Indústria 5.0 não visa substituir os humanos por robôs, mas integrá-los de maneira mais eficiente.

Ou seja, na nova realidade, os humanos têm uma função ainda mais importante na realização estratégica da cadeia produtiva (como na interpretação de dados para personalização de produtos), enquanto as máquinas e robôs lidam com o operacional e o trabalho pesado.

Automatização

Além disso, a Indústria 5.0 visa providenciar o “próximo passo” para automatização de processos.

Ou seja, com uso de Inteligência Artificial e Machine Learning, os computadores poderão processar experiências de maneira mais eficaz e aprofundada. Assim, aplicarão melhorias imediatas na cadeia produtiva, poupando custos e otimizando o tempo de adequação da empresa.

Mais sustentabilidade

Com a Indústria 5.0, é possível conceber novas políticas sustentáveis, com foco na geração mínima de resíduos, bem como na criação de uma economia circular.

Isso permite que as empresas da indústria alinhem sua cadeia produtiva às novas tendências e exigências do consumidor.

Data Center: essencial para o sucesso da Indústria 5.0

Mas afinal, como a Indústria 5.0 utilizará os data centers? Bom, de uma coisa você já sabe: o movimento será baseado — mais do que hoje — em dados.

E para armazenar, organizar e processar dados, é necessário contar com data centers capazes de lidar com a demanda. Cada vez mais, um dos principais centros de custos das indústrias será a sua infraestrutura de dados. E essa não é uma má notícia, mas sim uma previsão do que virá no futuro.

Os dados serão o “novo petróleo” para as indústrias, que deverão se adequar a uma realidade na qual a manufatura será escalável e personalizada. Afinal, a customização é um dos pilares da manufatura do futuro. Em vez de fazer produtos em massa, as indústrias terão a capacidade de desenvolver produtos sob medida para uma grande quantidade de clientes.

E não pense que isso é impossível, visto que existem empresas hoje em dia que já fazem isso.

Um exemplo? A Tesla Motors, que fabrica seus veículos elétricos conforme a demanda e de acordo com as especificações do cliente — que pode personalizar praticamente tudo que quiser.

Mas como os data centers serão utilizados? Bom, como eles são utilizados hoje, mas de maneira mais ampla durante a cadeia produtiva e estratégica.

Por exemplo, na agricultura, empresas já utilizam técnicas de ciência de dados, data lakes e machine learning. Assim, é possível melhorar a performance de fazendas de baixo desempenho.

Tudo isso de acordo com uma pesquisa capitaneada pelo MIT.

Na prática, significa que os data centers serão os pilares para a Indústria 5.0, servindo de base para a organização e processamento aprofundado dos dados de produção e do mercado.

Além de melhorias operacionais, sua empresa verá resultados positivos no mapeamento de insights valiosos para atingir mais clientes.

Gostou de aprender o que é a Indústria 5.0 e como os data centers vão cumprir um papel de destaque nesse movimento? 

Então comece sua transformação agora: a Ascenty possui a maior infraestrutura de Data Centers da América Latica, com 21 unidades em operação ou construção.

Que tal conferir como podemos ajudar seu negócio a entrar de vez na Indústria 5.0? Marque uma reunião com nossos especialistas!

Eficiência Energética em Data Center: o que você precisa saber!

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Quem trabalha na área de TI sabe que a eficiência energética é um assunto que tem se tornado cada vez mais importante. Em um mundo que tem debatido tão intensamente as mudanças climáticas, investir nesse aspecto pode ser decisivo para o futuro do negócio.

Por serem ambientes críticos que não podem parar de funcionar, é fundamental promover a eficiência energética dos data centers. Afinal, esse investimento vai trazer a diminuição de custos operacionais e de impactos ambientais.

Portanto, os profissionais da área devem estar por dentro do que pode ser feito para a otimização do funcionamento dos data centers. Confira!

Eficiência energética em data center: uma tendência para os próximos anos?

A tendência para os próximos anos é o aumento acelerado da produção e do tráfego digital de dados. O ponto é que o desenvolvimento de novas tecnologias faz com que a demanda energética também cresça, acompanhando esse movimento. 

Segundo uma pesquisa da consultoria IDC, o volume de dados digitais aumentará de aproximadamente 40 zetabytes, em 2019, para 175 zpbs por volta de 2025. A tecnologia 5G e produtos que utilizam inteligência artificial, por exemplo, causarão um impacto enorme no tráfego de dados mundial. 

Dessa forma, fica evidente que as empresas precisam dar atenção a essa nova demanda. Fatores como investimento em infraestrutura mecânica e elétrica, em design e equipamentos, além da otimização da gestão e de processos, auxiliam na obtenção de ganhos em eficiência energética.

As projeções sobre o futuro dos data centers indicam que as suas construções devem ser feitas, por exemplo, em lugares como o alto mar. Nesse sentido, a captação de ventos marítimos será um investimento importante.  Outra tendência é o uso de sistema de boias que possam transformar em energia o movimento das ondas.

Por que a sua empresa deve se preocupar com um data center eficiente energeticamente?

Os data centers precisam ser eficientes energeticamente para não se tornarem focos de problemas em termos de consumo de energia. Afinal, isso também implica em grandes despesas para a empresa — sem falar do desgaste ambiental.

Em geral, por volta de 50% do consumo elétrico médio de um data center diz respeito à climatização. Outra porcentagem alta desse consumo está relacionada às cargas críticas de TI que atingem a marca de 36%.

Nesse sentido, outro dado do estudo evidencia a necessidade de se investir em eficiência energética nos data centers, já que quase metade do consumo de energia elétrica relacionado aos serviços críticos de um Data Center é utilizado para refrigeração.

São dados que mostram com clareza como o assunto tem potencial para reduzir custos e otimizar o funcionamento dos data centers de qualquer empresa. Vejamos, então, algumas práticas para alcançar esses objetivos.

Como obter a tão desejada eficiência energética em data center?

Para implementar melhorias nesse sentido, existem alguns pontos que merecem atenção e que podem ser trabalhados. Veja alguns exemplos. 

Sistemas de refrigeração

Uma boa gestão do fluxo de ar evita o overcooling e o desperdício de energia. Além disso, priorize o uso de equipamentos mais novos, com tecnologias mais modernas, para melhorar o consumo energético.

Indicadores de desempenho

O Power Usage Effectiveness (PUE) é um índice que mede a eficiência energética e leva em consideração o gasto energético de todo o Data Center e o consumo de energia dos aparelhos de TI. Recomenda-se que o seu resultado seja próximo a 1,0.

Organização

A boa disposição dos racks permite a criação de corredores de ar quente e de ar frio, dinâmica essa que colabora com a refrigeração. Os data centers modulares também são uma opção mais econômica, pois utilizam sistemas de refrigeração mais compactos, como o close-coupled.

Softwares de gerenciamento

Invista em softwares para gerenciamento de infraestrutura de data centers (DCIM), que atuam coletando e interpretando informações. Eles permitem que os profissionais de TI avaliem dados relevantes em tempo real para otimizar o uso dos recursos tecnológicos. 

Que ações estratégicas podem ajudar?

Em resumo, cada vez mais o futuro do setor de TI envolve investimentos em tecnologias verdes. Nesse sentido, a utilização de energias limpas tem se mostrado fundamental para esse ramo. 

Em resumo, cada vez mais o futuro do setor de TI envolve investimentos em tecnologias verdes. Nesse sentido, a utilização de energias limpas tem se mostrado fundamental para esse ramo. 

A tendência é que a construção de data centers ocorra em lugares com baixas temperaturas e menor custo de eletricidade. Tendo isso em vista, listamos também três estratégias a serem adotadas futuramente para melhorar o funcionamento dos data centers:

  • Investimento na eficiência de servidores: trabalhe sempre com equipamentos que tenham maior capacidade de processamento e menor consumo energético;
  • Eliminar a “energia ociosa”: escolha servidores comuma configuração adequada ao seu ambiente, evitando ociosidade dos recursos computacionais;
  • Redundância precisa: tenha uma estratégia de redundância bem elaborada, pois isso ajuda a reduzir o consumo energético do data center em até 90%;
  • Gestão e monitoramento: a gestão e o monitoramento são muito importantes para a melhoria contínua da eficiência energética dos data centers.

Quer mais facilidade para começar esse trabalho? Nada melhor do que uma norma que trata justamente dessa questão.

Quais os diferenciais do certificado ISO 50001 para a eficiência energética de data centers?

A norma ISO 50001 diz respeito à implementação de sistemas de gestão de energia. Ela estabelece diretrizes e práticas que ajudam a reduzir o consumo total, os custos, a emissão de gases do efeito estufa e outros impactos ambientais. 

Além disso, essa norma apresenta diretrizes sobre segurança, desempenho e eficiência energética. Seus parâmetros internacionais estão relacionados ao fornecimento, uso e consumo de energia na indústria, no comércio e em e outras instituições.

A dica é contar com um parceiro que forneça uma infraestrutura tecnológica poderosa, confiável e que atenda a essas normas. A Ascenty, por exemplo, é certificada com a ISO 50001 e tem como foco a utilização eficiente de energia elétrica em seus sistemas. 

A empresa possui mais de 20 data centers robustos e que funcionam com alta capacidade energética. Os times técnicos, por sua vez, trabalham continuamente no monitoramento dessa infraestrutura, garantindo a disponibilidade, acessibilidade, integridade e confiabilidade da rede. 

Quer um alto nível de desempenho e eficiência energética no uso dos seus data centers? Então, entre em contato com um especialista da Ascenty e veja como isso pode se tornar realidade na sua TI!

Entenda o papel do Data Center na Transformação Digital

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A transformação digital está mudando a forma como as organizações buscam oportunidades de crescimento e melhora a eficiência operacional. E a infraestrutura de TI tem importância fundamental nessa mudança. Você sabe qual o papel do data center na transformação digital?

É exatamente isso que buscamos te explicar nesse conteúdo. Afinal, a transformação digital é uma revolução que, já há alguns anos, é considerada uma das grandes prioridades das organizações.

Cada vez mais, as empresas apostam em iniciativas digitais capazes de impulsionar a inovação, aumentando a eficiência e melhorando o envolvimento do cliente.

Tudo isso começa, claro, na capacidade tecnológica da empresa. É aí que entra o data center na transformação digital. Que tal conferir mais? Preparamos um conteúdo completo sobre o assunto para você. Vamos lá?

A importância do Data Center na transformação Digital

Não é de hoje que o setor de TI é a porta de entrada para a tecnologia no mundo dos negócios. Os líderes sempre procuravam seus CIOs com um objetivo ou problema, com a esperança de que a TI implementaria uma solução tecnológica para resolvê-lo.

Porém, com o tempo, a necessidade de maior volume e velocidade ultrapassou os recursos de TI. E claro, os modelos tradicionais e legados de TI (e especialmente, infraestrutura) simplesmente não são incapazes de reagir às mudanças do mercado com rapidez suficiente.

É aí que surge o data center na transformação digital. Afinal, uma infraestrutura datada, ou mesmo um data center “velho”, não possui a capacidade de escalabilidade que o mundo dos negócios de hoje exige.

É preciso suportar demandas que mudam rapidamente, o que impacta não apenas em performance no escritório, mas também em questões técnicas fora dele. É o caso dos custos de manutenção do data center.

Com um data center moderno e robusto à disposição, as organizações podem transformar sua operação, entregando verdadeiros benefícios ao seu negócio — e aos novos modelos criados.

Novas infraestruturas devem ser projetadas para permitir que o negócio faça o que precisa, quando precisa, em qualquer lugar do mundo. Aqui, falamos de operações mais rápidas, interconectadas, estáveis e com custos operacionais menores.

Afinal, hoje, existem diferentes alternativas (inclusive de data centers terceirizados) para empresas que necessitam de um data center, sabia?

É o que soluções inovadoras relacionadas proporcionam, como a interconexão de data centers. Você sabe o que é? A Ascenty oferece, trata-se do Cloud Connect!

Trata-se de uma conexão direta da infraestrutura da sua empresa com as nuvens de vários dos principais provedores, data centers e operadoras de telecomunicações do mercado. Ou seja, uma vantagem e tanto para empresas que buscam experimentar todos os benefícios de um ecossistema de conectividade, certo?

Como o Data Center é capaz de apoiar a Transformação Digital na sua empresa

O data center na transformação digital tem um papel essencial como base de um movimento tecnológico que capacitou o mercado corporativo. A modernização da tecnologia trouxe incontáveis benefícios às empresas.

Com o data center moderno, as empresas podem integrar dispositivos móveis, atender às expectativas do consumidor a serviços personalizados (mesmo em segmentos tão voláteis, como o setor financeiro) e oferecer suporte a processos de desenvolvimento ágil para serem mais competitivos e centrados no cliente.

Hoje, o cloud computing forma a base da transformação digital nas empresas — e é uma característica indispensável dos data centers atuais.

Entre os benefícios do data center na transformação digital, podemos citar:

Reduz custos

Quando uma empresa aposta em um data center na transformação digital, está no caminho da economia. Isso porque, apesar de ser comum hoje em dia, a migração para a nuvem pode ser muito custosa a partir de certo ponto. É algo que, rapidamente, pode desestabilizar a operação da empresa.

Contar com um servidor dedicado pode ser não apenas uma vantagem no quesito desempenho, mas em custos. Afinal, o uso de data centers locais é diferente: você aposta em uma tecnologia pronta para receber sua infraestrutura de TI, atualizada por profissionais e uma equipe capacitada. Assim, não necessita arcar com custos de atualização.

Se optar por um data center carrier neutral, inclusive, tem a chance de encontrar provedores e operadoras diretamente no seu data center, tendo acesso a serviços únicos para seu negócio!

Permite automatização de processos

Já ouviu falar na virtualização dos seus processos? É tudo parte da automatização que o data center na transformação digital possibilita.

Mas como assim?

Com uma infraestrutura de dados robusta, você pode adicionar ferramentas que contribuem com a produtividade dos funcionários ao seu backoffice. Um data center robusto, flexível e moderno possibilita isso, automatizando o armazenamento de dados, sem que seu time precise lidar com a carga operacional.

Desse modo, apenas precisa controlar os recursos de análises de ferramentas como ERPs, CRMs, entre outros.

Em geral, data centers modernos podem fornecer acesso mais rápido aos recursos, evitar interrupções, permitir aplicação de metodologias inovadoras (como DevOps, no caso de desenvolvedoras de software), bem como apoiar a inovação.

Mais controle sobre dados

Não é novidade que quando falamos do papel do data center na transformação digital, também falamos da segurança de dados.

Hoje, qual o nível de controle que você tem sobre as informações que entram e saem do seu negócio? Existe uma política de compliance com a LGPD, por exemplo?  São respostas essenciais para a continuidade da sua operação — e que um data center ajuda a responder.

Contar com o serviço de uma provedora de colocation experiente garante, por exemplo, total cobertura contra desastres, com diretrizes atualizadas de disaster recovery.

Além disso, com o controle da sua própria infraestrutura, você e os responsáveis pela TI do negócio podem facilmente definir níveis de acesso e uma hierarquização que proteja os dados mais sensíveis. Desse modo, é possível evoluir sua operação enquanto fortalece a blindagem às informações de negócio.

É essencial para a colaboração dos profissionais

Como engajar seus colaboradores para além da cultura organizacional do negócio? Com uma plataforma promissora para que seu trabalho flua e gere frutos à empresa.

É isso que o data center na transformação digital proporciona.

Com a virtualização, você pode levar todo seu backoffice para a nuvem e permitir que os funcionários trabalhem remotamente, produzindo de onde quer que estejam.

É claro, isso exige uma atenção especial em alguns fatores, como a computação de borda ou edge computing, mas nada que um bom provedor de data center não resolva!

Data Center no Brasil é com a Ascenty!

Sabia que a Ascenty é líder em data centers em toda América Latina? Possuímos uma infraestrutura robusta de bancos de dados, com 27 unidades em operação ou em construção pelo Brasil, México e Chile.

Além disso, a Ascenty consegue alimentar seus clientes com conexão de alta qualidade. Como? Através da nossa própria rede de fibra óptica, com mais de 5 mil km de extensão!

Nossos data centers são carrier neutral. Ou seja: se você é nosso cliente, pode se conectar aos serviços dos principais provedores de nuvem e operadoras de telecomunicações do mundo.

Entre nossas soluções em data centers, oferecemos:

  • Colocation;
  • Work Areas;
  • Smart Hands;
  • Disaster Recovery;
  • Soluções de Implementação.

E aí, que tal conhecer mais sobre nossa infraestrutura e nossos serviços? Então conte com os serviços da empresa líder do Quadrante de Serviços de Colocation no Brasil do ISG Provider Lens 2020™!

Agende uma reunião conosco agora mesmo!

Por que a sua empresa precisa de uma solução de interconexão de Data Center com a nuvem?

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A conectividade corporativa evoluiu de acordo com as constantes mudanças dos últimos anos. Hoje, não apenas por conta da Transformação Digital, mas também pela adoção em massa do trabalho remoto, soluções de conectividade são mais do que uma necessidade. É aí que a interconexão de data centers se destaca.

Atualmente, é comum que empresas se conectem aos data centers e às nuvens pela internet. Porém, para oferecer um serviço de excelência, os data centers, provedores de nuvem e outros precisam de mais do que conexões simples. Ou seja, eles precisam da interconexão de data centers.

Essa solução, no entanto, é também utilizada por empresas que buscam mais qualidade, estabilidade e menor latência na conectividade através de toda sua infraestrutura.

Para muitas organizações, como do setor financeiro, por exemplo, a “internet convencional” não é rápida e confiável o suficiente para acompanhar seu tráfego e seu nível de demanda.

É por isso que ter a estratégia de interconexão de data centers certa é fundamental. Que tal entender mais sobre o assunto e esclarecer de vez a dúvida: por que sua empresa precisa da interconexão de data centers? Siga lendo para descobrir.

Mas afinal, o que é e como funciona a solução de interconexão de Data Centers?

A interconexão de data centers é uma conexão privada entre sua infraestrutura dedicada e seu provedor de nuvem. É normalmente uma conexão cruzada e direta, dentro de um data center colocation.

Esse assunto não é novo aqui no blog. Já falamos sobre as interconexões diretas na nuvem e seus benefícios algumas vezes.

Acontece que sua popularidade — houve um aumento de 600% no uso de interconexões pelas empresas em apenas dois anos (2017-2019), de acordo com a Gartner — vem chamando a atenção.

Cada vez mais, as empresas adotam redes de nuvens híbridas em suas infraestruturas tecnológicas. Essa adoção não é problemática. Porém, a nuvem híbrida por si só obriga que as empresas criem uma série de “nós” de conectividade.

Ao dividir os workloads entre nuvens privadas, públicas e híbridas, sejam em infraestruturas internas ou externas, a qualidade do tráfego de informações, dados e, ultimamente, do conteúdo, é menor.

E com a conexão via internet convencional, cada “pedacinho” de dado é fragmentado pela rede, cruzando vários data centers, provedores de nuvem, diferentes nuvens até chegar aos usuários.

A interconexão de data centers elimina esse problema, pois permite que as empresas conectem suas infraestruturas diretamente aos data centers. Essa interconexão possibilita que as empresas otimizem o compartilhamento de dados e recursos de várias fontes, incluindo poder de processamento, armazenamento e arquivos de dados.

O que a sua empresa ganha com uma solução de interconexão de Data Center com a nuvem?

E afinal, quais as vantagens práticas de investir na interconexão de data centers? Bom, em geral, a empresa pode otimizar seu desempenho conectivo. Ou seja, torna as operações digitais — por toda sua infraestrutura — mais eficientes.

No entanto, é possível ser mais direto, explicando com objetividade o que uma empresa ganha ao investir nessa inovação. Vamos lá?

Baixa latência e alta disponibilidade

A interconexão de data centers fornece conexões de baixa latência e alta disponibilidade que permitem às empresas transferir dados de maneira confiável.

Aliás, nuvens híbridas, a interconexão de data centers garante que você distribua workloads por toda sua infraestrutura. Lembra que falamos de “nós” conectivos? Bom, com a interconexão, você não tem nós, mas sim uma malha integrada e resiliente de conexão.

Potencializa a eficiência no trabalho remoto

Hoje, o trabalho remoto já é uma realidade e quanto mais funcionários usam uma rede virtual privada (VPN) para entrar na rede da empresa, mais ela se sobrecarrega.

Em outras palavras, a maior parte do tráfego de rede agora é originado de fora do escritório e precisa viajar para o data center corporativo e depois voltar para a borda (locais remotos de trabalho) novamente.

Isso não apenas aumenta a demanda por acessibilidade de borda — onde agora é necessária mais capacidade — mas também aumenta a carga nas redes privadas.

A interconexão elimina essas dificuldades e permite que você dimensione a largura de banda da rede para acomodar os novos padrões de trabalho.

Além disso, a interconexão de data centers permite que sua empresa utilize o Cloud Connect para se conectar diretamente às principais plataformas de nuvem e seus serviços, como Amazon Web Services e Microsoft Azure.

Reduz custos

Desempenho, disponibilidade e segurança para se adequar aos novos modelos de trabalho. O que falta para a interconexão de redes? Ser econômico — o que felizmente é o caso.

E o motivo é bem simples: ao assinar um serviço de internet convencional, você paga basicamente pela capacidade de banda a que sua empresa tem direito. Como a conexão não é otimizada, você trafega menos dados com eficiência e tem maiores custos por isso.

A interconexão de data centers permite que você se conecte diretamente ao provedor de nuvem (com sua infraestrutura, clientes e parceiros), sem “desfragmentar” os dados em pedacinhos e perder a eficiência conectiva.

Tudo é direto, muito mais rápido, estável e econômico.

Conheça os diferenciais da Ascenty para ajudar a sua empresa com a solução de interconexão de Data Center

A Ascenty pode ajudar sua empresa fornecendo as melhores soluções de interconexão de data centers do mercado. Afinal, possuímos a maior infraestrutura de data centers da América Latina, totalmente carrier neutral, cobrindo os principais pontos estratégicos do país e mais de 100 operadoras de Telecomunicações e provedores integrados.

Ou seja, a Ascenty está pronta para fornecer toda capacidade de interconexão de data centers para sua empresa, bem como outros serviços complementares.

Um deles é o Cross Connect, um serviço inovador que conecta sua empresa aos serviços e soluções dos diferentes provedores localizados dentro da infraestrutura da Ascenty.

Assim, você fica lado a lado com os principais players do mercado, podendo acessar as melhores soluções tecnológicas para o seu negócio em uma conexão robusta e estável.

E aí, pronto para descobrir todo o potencial de interconexão de data centers em sua empresa? Então agende sua reunião com um de nossos especialistas!

O que é TI híbrida e como usá-la na sua empresa corretamente

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Buscar estratégias para tornar mais eficiente a equipe de TI e a empresa como um todo é parte fundamental da rotina de qualquer gestor. A boa notícia é que a transformação digital e os avanços da tecnologia trazem cada vez mais ferramentas para auxiliar nesse processo. Um bom exemplo disso é o conceito de TI híbrida.

Cada vez mais empresas adotam esse modelo como caminho para impulsionar os resultados do negócio, tirando proveito da tecnologia. Ainda assim, algumas dúvidas costumam surgir. Afinal, você conhece com profundidade o assunto?

Não se preocupe. Criamos este post especial com tudo o que você precisa saber a respeito. Então, vamos lá!

O que é TI híbrida?

O conceito de TI híbrida se refere a uma mistura do melhor de dois mundos: a infraestrutura local e a externa (nuvem). Da mesma forma que a cloud computing evoluiu a ponto de permitir que as empresas migrem seus recursos digitais para outro ambiente, diversos processos podem ser transferidos para lá.

Contudo, é natural que a empresa tenha um conjunto de dados específico que considere sensíveis, ou mesmo uma infraestrutura poderosa que prefere manter operando localmente. É isso que costuma motivar a decisão de elaborar uma TI híbrida: alguns recursos são mantidos internamente, outros vão para a nuvem.

A tendência veio para ficar. Alguns servidores internos podem ser administrados mais de perto, enquanto outros ficam alocados em um fornecedor seguro e eficiente. As vantagens, como você pode ver a seguir, são muitas.

Quais as vantagens que a TI híbrida pode trazer para sua empresa?

Toda mudança estratégica desse tipo só pode ser feita depois de uma análise detalhada do impacto financeiro. Nesse caso, o resultado é positivo — o que nos leva ao primeiro grande benefício.

Reduz custos

Ao transferir parte da infraestrutura para a nuvem, a TI adquire um serviço personalizado, que atende às suas demandas por um custo mais justo. Isso significa deixar de lado a necessidade de investir alto em hardware, na segurança e na manutenção desses equipamentos. Afinal, isso fica por conta do fornecedor.

Promove escalabilidade

A combinação dos servidores internos com os recursos na nuvem facilita a expansão da infraestrutura, caso seja necessário. Em tempos de transformação digital, é importante estar pronto para aumentar sua capacidade operacional com agilidade, caso a demanda exija isso. 

A vantagem da nuvem é justamente proporcionar essa flexibilidade. Vale lembrar que isso é acompanhado de um custo proporcional, ou seja, você pode adquirir um tipo de contrato no qual você só paga por aquilo que está usando.

Oferece mobilidade

Uma TI híbrida facilita o acesso aos recursos estando fora da empresa. Em tempos de home office, por exemplo, isso é fundamental para facilitar a transição dos funcionários para o trabalho em casa.

O core do negócio fica hospedado na sua empresa, mas o acesso pode ser feito a qualquer hora, de qualquer lugar. O resultado é um negócio mais dinâmico, com liberdade para crescer e operar de diferentes formas.

Aumenta a flexibilidade

Outro benefício interessante é o aumento da flexibilidade. Com um data center próprio e outro na nuvem, é possível configurar essa combinação de diferentes formas para otimizar o uso da tecnologia de acordo com o core business da empresa.

Automatiza processos

A estratégia de negócios se torna mais eficiente conforme a infraestrutura automatiza uma série de processos no dia a dia da empresa. O monitoramento de acesso, a atualização de softwares e o backup são alguns exemplos de atividades que podem ser executadas de forma automática.

Qual a importância da TI híbrida e da sua correta implementação?

Mostramos que os benefícios são muitos. Ainda assim, é preciso garantir que a implementação seja realizada da maneira correta para que eles sejam alcançados. Alguns desafios incluem a integração de sistemas diferentes, a gestão dos ativos e o treinamento das equipes.

A dica é começar por esse último ponto. É fundamental contar com uma equipe capacitada para lidar com uma TI híbrida, pois eles devem conhecer tanto da arquitetura interna, quanto das particularidades de um servidor na nuvem.

Outro ponto importante é realizar um planejamento detalhado antes da migração. Faça um mapeamento das etapas, levante os riscos existentes e faça testes nos mais variados cenários. Em toda migração, precisamos saber exatamente onde estamos pisando.

Lembre-se que o planejamento envolve ainda duas questões essenciais: o uso de indicadores para mensurar os avanços e uma estratégia de monitoramento. Afinal, é preciso acompanhar de perto o processo e ter em mãos KPIs para que a análise seja mais precisa.

O monitoramento, por sua vez, cumpre um papel ainda mais importante. Ele mostra que pontos estão dentro da expectativa, quais os problemas a serem solucionados e onde estão as oportunidades de melhoria.

Por fim, uma dica valiosa que está relacionada com todas as outras é: conte com o apoio de um especialista no assunto durante toda essa jornada.

Como a Ascenty pode te ajudar a otimizar a estrutura de TI híbrida da sua empresa?

A Ascenty é especialista na implementação de soluções tecnológicas de alto desempenho para impulsionar a transformação digital nas empresas. Estamos falando da maior empresa em infraestrutura de Data Centers da América Latina, com 27 unidades em operação ou construção no Brasil, Chile e México.

A distribuição estratégica desses recursos está conectada por uma rede própria 100% fibra óptica. São mais de 5.000 km de extensão de cabos interligando locais estratégicos ao longo do continente.

Além de Data Centers conectados aos principais Cloud Providers do mundo, a Ascenty garante no contrato 100% de SLA de infraestrutura. O atendimento aos clientes é de excelência, um diferencial importante para quem quer ter tranquilidade ao estruturar sua TI híbrida.

Como você pôde ver, esse modelo veio para ficar. Então, faça uma análise da sua infraestrutura e veja como a nuvem pode ajudar a torná-la mais eficiente, flexível e segura. Em pouco tempo, sua empresa pode contar com uma TI híbrida que traz resultados ainda melhores que os atuais!

Se quer entender como isso pode se tornar realidade no seu ambiente específico, entre em contato com a Ascenty e tire suas dúvidas falando com quem é referência no assunto!

Entenda como a Ascenty garante um Data Center Seguro para os seus clientes

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A segurança da informação passou a ter um papel cada vez mais estratégico para as empresas. E isso se tornou ainda mais imprescindível com a transformação digital, fenômeno que mudou a forma de relacionamento entre os cidadãos e as organizações. Essa conjuntura torna obrigatório um investimento em um data center seguro, principalmente, para instituições de médio e grande porte.

Não ter uma infraestrutura de TI robusta e capaz de suprir a demanda do público-alvo é um erro grave e que deve ser eliminado o mais rápido possível. Felizmente, isso tem sido observado por muitos gestores, que têm adotado a terceirização dos serviços de TI como alternativa para manter o negócio competitivo e escalável.

Neste artigo, vamos destacar fatores ligados à segurança dos data centers no modelo colocation e os diferenciais da Ascenty no fornecimento desse serviço. Confira!

A importância de se contar com um Data Center seguro atualmente

Manter os dados altamente protegidos contra os ataques virtuais deve ser uma das prioridades das organizações no cenário atual. Um vazamento de informações, por exemplo, é capaz de causar prejuízos financeiros e de imagem que podem se tornar irreversíveis.

Essa situação se torna ainda mais evidente com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que, a partir de agosto de 2021, aplica penalizações às empresas e aos órgãos públicos que desrespeitarem os procedimentos estabelecidos para armazenar os dados dos cidadãos.

Um ambiente seguro também é vital para evitar que ameaças virtuais prejudiquem o andamento dos trabalhos. Companhias de grande porte e órgãos públicos, como o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), tiveram os serviços comprometidos por causa de ransomware, por exemplo.

Evitar transtornos para os funcionários, clientes e demais segmentos do público-alvo em virtude de incidentes de segurança se torna uma tarefa menos complexa com a adoção de um data center seguro no modelo colocation.

Como garantir um data Center seguro

Há diversos pontos que devem ser levados em consideração para contar com uma infraestrutura tecnológica, capaz de proporcionar um elevado nível de proteção aos dados institucionais. Para você visualizar isso com mais facilidade, vamos apontar alguns desses fatores. Acompanhe!

Fique atento ao local físico

É muito importante que a região, onde será instalado o data center seguro, tenha condições de abrigar um ambiente com tecnologia de ponta. Deve ser avaliada a questão da capacidade de geração de energia da localidade.  Afinal, trata-se de um ambiente em que o consumo de eletricidade é bastante alto. 

A sala segura

Para a montagem de um projeto de data center seguro é fundamental que haja uma sala com condições ideais para proteger os equipamentos e consequentemente os dados dos clientes. O ideal é contar com uma infraestrutura com mecanismos que previnem problemas, como incêndios, inundações e pequenos desmoronamentos.

O controle de acesso

Outro fator primordial para um data center seguro ser uma realidade consiste na criação de um controle de acesso eficiente. Em outras palavras, é preciso ter procedimentos que garantam apenas às pessoas devidamente autorizadas e habilitadas a frequentar o ambiente, quando for necessário. Essa medida é uma maneira também de preservar a integridade e o bom funcionamento dos ativos de TI.

A questão da temperatura

Uma das maiores preocupações dos gestores de Tecnologia da Informação abrange a temperatura do ambiente onde ficam os equipamentos. Afinal, isso tem uma grande influência na performance dos recursos tecnológicos. Ao adotar mecanismos para a temperatura do Data Center estar dentro das melhores práticas do mercado de TI, uma empresa terá um maior retorno do investimento.

A importância da redundância da Data Center

O alto grau de disponibilidade das informações é um dos aspectos que justificam apostar em um data center seguro. Para isso ser concretizado, é essencial que haja uma redundância de equipamentos para evitar quedas de energia e facilitar o acesso aos dados, mesmo quando algum ativo precisar de manutenção.

Os diferenciais da Ascenty para oferecer um Data Center seguro

Os investimentos em tecnologia da informação devem ser realizados com bastante planejamento e pesquisa de mercado. A escolha do provedor de serviços de TI tem cada vez mais impacto na capacidade de uma organização suprir as demandas do público-alvo com eficiência.

Ao investir em um data center seguro, um procedimento adequado é optar por uma empresa especializada, experiente e com um suporte diferenciado. Em virtude disso, é válido conhecer os diferenciais da Ascenty que proporcionam aos clientes um ambiente altamente protegido contra as ameaças virtuais.

Com o objetivo de ajudá-lo a fazer uma boa escolha, vamos destacar aspectos que mostram como os serviços da Ascenty são uma excelente alternativa para o seu empreendimento. Veja!

Adoção de câmeras de segurança

A circulação de pessoas e de ativos merece um monitoramento eficiente. Isso justifica o uso de câmeras de segurança que ajudem a acompanhar o fluxo de pessoas e de equipamentos, além de identificar os indivíduos que entram em um Data Center.

Uso de biometria

Para minimizar as possibilidades de pessoas não autorizadas a frequentarem o ambiente em que ficam os ativos de TI, é necessário investir na biometria. Esse recurso permite identificar, com extrema exatidão, os funcionários que podem estar no Data Center Colocation, de acordo com a demanda da empresa.

Definição de regras de segurança

A proteção dos dados, sem dúvida, deve estar em primeiro lugar em um Data Center seguro. Em razão disso, é muito importante que sejam estabelecidos alguns procedimentos, como proibir a entrada de dispositivos (pendrives, smartphones, entre outros).

Também é muito importante que os clientes tenham acesso somente ao próprio Data Center. A Ascenty adota esse procedimento, porque sabe como é fundamental garantir que os dados corporativos estejam com uma proteção diferenciada e de acordo com as normas contratuais.

Ela também opta pelo uso de grades que, do chão ao teto, impedem o acesso ao ambiente dos Data Centers. Outro ponto relevante é que os serviços de manutenção são feitos por um corredor externo, evitando que haja um contato direto com o ambiente onde ficam os equipamentos.

Por causa desses mecanismos, a Ascenty se caracteriza por disponibilizar um Data Center seguro para companhias de diversos segmentos. O foco na proteção dos dados tem contribuído para a empresa ter uma participação cada vez mais expressiva no mercado nacional de TI.

Se está em busca de um ambiente extremamente seguro, entre em contato conosco agora mesmo! Estamos à disposição para ajudar o seu negócio a estar mais protegido contra as ameaças digitais!

Como saber se a sua empresa está gastando muito com a infraestrutura de TI?

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A transformação digital e a pandemia do Coronavírus (Covid-19) contribuíram para a expansão do trabalho remoto e da computação em nuvem. Hoje, as companhias necessitam de mobilidade e mais segurança para atingirem uma maior produtividade. Esse cenário forçou um maior investimento na infraestrutura de TI.

De acordo com o Gartner, os gastos mundiais no segmento de tecnologia corporativa vão chegar a US$ 4,2 trilhões em 2021, o que aponta um crescimento de 8,6% em relação ao ano anterior. Esse resultado indica como as organizações estão buscando acompanhar o avanço tecnológico para serem mais competitivas.

Neste artigo, vamos abordar diversos pontos sobre como as companhias devem gerenciar os investimentos em infraestrutura tecnológica com foco em eficiência e proteção dos dados. Confira!

Os principais sinais que a sua empresa gasta muito com a infraestrutura de TI

Não há dúvidas de que uma análise sobre como a instituição administra os ativos de Tecnologia da Informação é necessária para a otimização dos recursos. Com o objetivo de mostrar isso de maneira mais clara, vamos apontar elementos cruciais para uma avaliação mais precisa sobre os gastos com infraestrutura. Acompanhe!

Estrutura robusta para pouca demanda 

O primeiro passo para verificar se o investimento em Tecnologia da Informação está sendo aplicado com eficiência consiste em verificar se a estrutura utilizada está de acordo com a demanda prevista.

Em alguns casos, uma empresa, por falta de experiência e planejamento, opta por adotar uma infraestrutura de TI muito acima das necessidades do momento. Essa situação gera o uso inadequado de equipamentos, além de desperdício de dinheiro.

Em uma conjuntura de elevada concorrência, as ferramentas tecnológicas devem ser utilizadas com extrema inteligência. Por isso, é inadmissível investir em uma estrutura robusta, caso a companhia não tenha uma demanda expressiva para gerenciar o fluxo e o armazenamento de dados.

Para a otimização da infraestrutura de TI, é necessário um estudo que faça uma estimativa realista da necessidade dos recursos tecnológicos mais apropriados para a gestão do fluxo de dados e dos serviços digitais.

Dessa forma, as chances de utilizar os ativos tecnológicos na medida certa aumentam de forma considerável. Independentemente do momento financeiro do negócio, o desperdício de dinheiro é uma prática que atrapalha os investimentos em inovação e na melhoria contínua.

Muitos custos extras

É comum uma empresa ter momentos em que a demanda oscila de maneira considerável. Essa situação envolve, principalmente, o setor de comércio eletrônico em que a procura dos consumidores cresce de forma vertiginosa em ocasiões especiais, como Natal, Dia das Crianças, Dia das Mães, Dia dos Pais etc.

Em razão desse cenário, é válido contar com um provedor que seja capaz de oferecer um serviço de colocation de forma escalável e flexível. Por outro lado, também é preciso ter uma dimensão mais precisa da demanda extra para evitar que os custos adicionais consumam o orçamento de TI de maneira expressiva.

O recomendado é optar por uma gestão que estime a necessidade de administrar os dados ao longo do ano, com base em um planejamento devidamente elaborado. Essa medida é crucial para que a infraestrutura de TI seja otimizada, fazendo com que os gastos adicionais sejam reduzidos ao máximo.

Alto consumo de energia e de refrigeração

 Administrar um ambiente de TI é uma tarefa que exige observação e bom senso. Afinal, a infraestrutura tecnológica tem um peso cada vez mais relevante no desempenho. E isso ficou ainda mais evidente com a mudança de hábitos no mundo corporativo, em que é cada vez mais comum a adesão ao trabalho remoto.

Se uma organização busca ter uma excelente performance, precisa também estar preocupada com o consumo de energia e de refrigeração no Data Center. Esses fatores têm uma ligação direta com a eficiência dos equipamentos. Além disso, podem indicar que os ativos estejam precisando de uma manutenção preventiva.

Manter a temperatura do ambiente tecnológico nos padrões indicados pelos fabricantes é uma medida necessária para os ativos de TI terem as condições ideais para apresentarem um rendimento dentro ou acima das expectativas. Isso também é importante para evitar que o consumo de energia cresça demasiadamente.

Os gastos com energia elétrica são um dos fatores que devem ser observados pelos gestores de TI com bastante atenção. Além da questão financeira, eles podem apontar que os equipamentos podem precisar de um reparo específico ou serem substituídos em curto prazo.

Altos gastos com novos equipamentos

Com certeza, as organizações precisam estar preocupadas em acompanhar o avanço tecnológico para oferecer serviços digitais de ponta aos clientes e proporcionar condições de trabalho para os colaboradores serem mais produtivos. Apesar disso, o bom senso deve estar em primeiro lugar quando o assunto é compras no segmento de TI.

A aquisição de equipamentos deve levar em consideração a demanda atual e futura. Além disso, deve ser feita com base em uma pesquisa abrangente para escolher uma solução que represente o melhor custo-benefício.

Não adianta, por exemplo, investir em ativos robustos e de ponta, caso a empresa não os utilize de forma plena. Caso seja necessário aperfeiçoar a infraestrutura de TI, é válido avaliar a condição orçamentária da empresa para evitar o endividamento e a capacidade de investir na melhoria de outras áreas.

Por mais que isso pareça óbvio é um cuidado que não deve ser ignorado em hipótese alguma. Em virtude disso, a aquisição de equipamentos novos no segmento de Tecnologia da Informação passou a ser uma atividade estratégica e vital para a competitividade.

Como o Colocation é capaz de auxiliar a sua empresa a otimizar os gastos com a infraestrutura de TI

Uma gestão inteligente dos recursos tecnológicos e financeiros é fundamental para atingir um desempenho notável. Para atingir essa meta, uma excelente alternativa é contar com parceiros que ajudem a usar a Tecnologia da Informação de maneira estratégica, como a Ascenty, especialista em serviços de colocation.

Com um suporte qualificado, uma empresa pode contar com uma infraestrutura de TI que evite situações, como gastos excessivos com equipamentos, problemas com eficiência energética, utilização inadequada dos recursos tecnológicos e dificuldades com gastos adicionais.

A Ascenty também se diferencia por disponibilizar vantagens como o aumento da proteção dos dados corporativos, a reposição ágil de hardwares, a redundância de infraestrutura de TI, o suporte 24×7 e a adoção de equipamentos atualizados.

Se deseja utilizar a tecnologia de maneira mais inteligente, entre em contato conosco agora mesmo! Estamos à disposição para te ajudar a alcançar o crescimento sustentável!

O que é Data Lake?

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A informação é hoje um verdadeiro ativo para as empresas. Com a transformação digital pela qual o mercado está passando, podemos gerar valor para os negócios por meio do uso inteligente dos dados que temos em mãos. Foi nesse contexto que o Data Lake se tornou uma tendência ainda mais relevante.

Mas, afinal, você sabe o que significa esse conceito? Quais são os benefícios que isso traz? Existe alguma diferença entre Data Lake e Data Warehouse?

Se quer as respostas para essas e outras perguntas, você está no lugar certo. Então, aproveite a leitura!

Data Lake: o que é?

Podemos definir o Data Lake como um grande repositório de dados no qual esse material é armazenado em seu formato mais puro. Isso significa, em outras palavras, um banco de dados não refinados. Esse repositório oferece a matéria-prima mais básica para diversos tipos de análise e aplicação.

Dizemos que os dados não foram refinados porque eles ainda não passaram por qualquer processo de filtragem. Em geral, isso precisa ser feito para que as análises sejam mais confiáveis e produtivas. Ainda assim, todo refinamento pressupõe que já estabelecemos alguns objetivos.

O que as empresas estão fazendo é manter um Data Lake para ter acesso à forma bruta dos dados, caso queiram processá-los visando um objetivo novo. Afinal, quem atua com ciência de dados sabe que as possibilidades são tantas que é muito interessante ter acesso ao material sem tratamento.

O termo Data Lake foi criado por James Dixon, o CTO da Pentaho. Traduzido livremente como “lago de dados”, o termo faz uma analogia com um grande repositório no qual o material seria mantido em sua forma natural, sem tratamento ou filtragem.

Afinal, qual a importância do Data Lake?

Os Data Lakes permitem que o usuário manuseie os dados sem precisar transferi-los para outro ambiente. Além disso, como explicamos acima, o material ainda não foi filtrado visando um objetivo específico, algo que poderia comprometer uma análise que tem outra finalidade.

Dessa forma, os cientistas de dados podem recorrer a esse material bruto para realizar um novo trabalho, sondar alguma informação, verificar eventuais correlações entre dados etc. Isso se torna fundamental em um mercado cada vez mais influenciado por análises complexas e pelo uso da Inteligência Artificial (IA).

O ponto é que o Data Lake pode ser útil hoje, amanhã ou num futuro distante. Quando o momento chega, a falta de dados brutos pode significar a perda de uma oportunidade de mercado, enquanto a concorrência sai na frente.

Vale destacar que a lógica é a mesma entre cientistas e pesquisadores, por exemplo. No trabalho realizado em instituições de pesquisas, o armazenamento de informações é crucial. São muito comuns os momentos em que uma pesquisa alcança um determinado ponto e o cientista descobre um novo tipo de dado que precisa analisar.

Por isso, é melhor tê-los à disposição em vez de descartá-los, mesmo que ainda não seja visível o valor daquele conjunto de dados. Ainda assim, é preciso dedicar tempo à gestão e manutenção dos Data Lakes, evitando que eles se tornem “lixões eletrônicos” com dados pesados e inacessíveis — os chamados “data swamps”, ou “pântanos de dados”.

Data Lake x Data Warehouse: quais as diferenças?

Apesar de serem ambos repositórios de Big Data, existem diferenças importantes entre Data Lake e Data Warehouse. Não é à toa, por exemplo, que muitas empresas optam por tirar proveito de ambos no seu dia a dia, cada um com sua finalidade.

O Data Warehouse tem como finalidade principal manter alguns dados estruturados para facilitar a geração de relatórios e análises. Isso é crucial para quem busca tomar decisões rápidas com base em informações relevantes e confiáveis.

Já o Data Lake, como detalhamos, mantém os dados brutos e não filtrados; sua finalidade, então, não é pré-determinada. Vale destacar que os Data Warehouses costumam ser mais custosos, pois exigem uma infraestrutura própria para serem mantidos, além de uma rotina de acesso facilitada.

Quais os benefícios dos Data Lakes?

Os Data Lakes têm benefícios que vão além do armazenamento de dados brutos. Veja alguns dos principais.

Redução de custos

Ao manter armazenados os dados brutos, sua empresa tem acesso a um material mais rico para análises futuras. Isso reduz gastos com novas coletas de informação para objetivos específicos.

O marketing é um bom exemplo disso. Com um Data Lake para manter tudo o que sua empresa já coletou, estudos futuros podem ser feitos sobre o mesmo repositório, sem a necessidade de investir alto em uma nova amostragem.

Mais velocidade

Com todos os dados centralizados em um único ambiente e podendo acessá-los diretamente lá, o processo de análise se torna muito mais rápido. Isso permite que sua empresa faça análises prévias para gerar pequenos insights que levem a estudos mais aprofundados.

Informações no volume ideal

O Data Lake é um repositório mais amplo. Isso significa que você não precisa escolher entre armazenar um ou outro conjunto de dados, pois ambos ficam à disposição.

Facilidade de acesso

Um bom fornecedor de serviços de Colocation oferece uma infraestrutura que facilita seu acesso ao Data Lake. Assim, mais de uma pessoa pode acessá-los ao mesmo tempo, o que agiliza bastante o trabalho da TI.

Em geral, esse repositório se torna uma conexão entre diferentes soluções de usos de dados. A dica é contar com um provedor de Colocation que ofereça alto desempenho e segurança no acesso.

A Ascenty é um grande exemplo disso. Referência em serviços de Colocation, a empresa oferece um ambiente que facilita o acesso aos dados, mesmo que eles estejam organizados em esquemas complexos, frameworks estruturados e BLOBs.

Com uma infraestrutura robusta, a Ascenty está pronta para receber seus dados em nuvens que atendem às demandas específicas da sua empresa, reduzindo custos e aumentando sua performance. Isso inclui, por exemplo, diferentes modelos de cloud (pública, privada ou híbrida) e uma equipe dedicada de suporte e manutenção.

Como você pôde ver, o Data Lake é uma ferramenta poderosa para organizações dos mais variados tamanhos e setores de atuação. Então, coloque-a para trabalhar ao seu favor com o apoio de quem mais entende do assunto!

Se quer entender melhor como isso pode ser feito, entre em contato com a Ascenty e fale com nossos especialistas!

Por que você precisa pensar na redundância de Data Centers na hora de escolher um parceiro de colocation?

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A transformação digital fez da TI um setor estratégico para qualquer empresa. Nesse contexto, a infraestrutura tecnológica é hoje uma fonte capaz de gerar valor para os negócios. Contudo, alguns cuidados são fundamentais para tirar o máximo proveito do ambiente virtual.

A redundância de Data Centers é um grande exemplo disso. Sem ela, a instabilidade e o risco de queda podem comprometer as atividades da empresa. Com ela, caso uma falha ocorra em um dos componentes da infraestrutura, um segundo estará disponível para cumprir a função até o restabelecimento dos processos.

Ainda assim, nem todo mundo leva isso em consideração na hora de buscar um parceiro de colocation para migrar seus dados — um erro que pode custar caro (literalmente). Pensando nisso, criamos este conteúdo especial sobre redundância para mostrar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

Os tipos de redundância

A infraestrutura de TI inclui tanto os ativos físicos (hardware), quanto os digitais (software). Um erro comum é pensar a redundância como algo que se resume ao segundo aspecto do sistema. Então, para começar deixando de lado algumas dúvidas, veja os tipos de redundância que sua empresa pode estabelecer.

Redundância do sistema elétrico

Se uma falha no fornecimento de energia elétrica afeta diretamente a infraestrutura de TI, é crucial que haja uma redundância nesse abastecimento. Como o serviço costuma ser prestado por uma concessionária — o que limita a previsão de falhas por parte da empresa —, a estratégia costuma ser feita com o uso de dois equipamentos.

O primeiro é a fonte de alimentação ininterrupta (UPS), também conhecida como no-break. Já o segundo é o gerador tradicional, que pode ser dimensionado exclusivamente para os serviços críticos de TI.

Redundância no sistema de climatização

A temperatura também é um fator essencial do funcionamento dos Data Centers, pois um pico de calor pode afetar ou mesmo interromper o desempenho de alguns equipamentos. É claro que todo ar-condicionado também está sujeito a falhas. Por isso, é importante contar com dois sistemas, para que um esteja sempre à disposição.

Redundância de dados

Um ambiente hospedado em um Data Center e sem backup é algo simplesmente impensável para uma empresa que depende de um ambiente digital para operar. A redundância, aqui, protege não só contra a instabilidade do sistema, mas de eventuais quedas de energia ou outras falhas que corrompam ou tornem indisponíveis os dados.

Vale destacar que essa também é uma medida fundamental para a cibersegurança da organização. Basta lembrar do prejuízo bilionário dos sequestros de dados por meio do ransomware WannaCry, em 2017, que afetaram diversas instituições (públicas e privadas) em todo o mundo.

Redundância de rede

Se é preciso proteger os dados, esse cuidado também se aplica aos canais de acesso a eles. Seja uma conexão com a internet, seja uma rede interna, todos os links precisam de uma segunda via de acesso para evitar o isolamento do Data Center durante uma falha.

Algumas empresas optam por contratar serviços que já oferecem uma rede duplicada, enquanto outras preferem contar com dois provedores diferentes.

Os níveis de redundância de Data Centers

Além dos diferentes tipos de redundância, é importante estabelecer ainda o nível mais adequado para sua infraestrutura. Em geral, isso depende das características de cada empresa. Entenda a diferença entre os níveis.

Nível N

O Nível N é o mais básico. A redundância de Data Center praticamente não existe, pois considera que a infraestrutura atua sempre em condições ideais. É fácil perceber o quanto isso é arriscado, mas é um cenário muito comum entre pequenas empresas.

Redundância N+1

Um Data Center de redundância N+1 tem ao menos um equipamento extra disponível. Um bom exemplo é um servidor refrigerado por um único ar-condicionado, mas que conta com um segundo para cobrir eventuais falhas.

Redundância N+2

Como o próprio nome sugere, esse nível de redundância prevê dois equipamentos sobressalentes. A estratégia de contar com um backup do backup, por exemplo, caracteriza um Data Center N+2.

Redundância Nível 2N

No modelo 2N toda a infraestrutura é duplicada. Isso significa dois hardwares, alimentação elétrica de emergência, um segundo caminho de acesso, backups dos dados etc.

Redundância Nível 2 (N+1)

Já o nível mais alto de redundância adota um cuidado extra para sistemas críticos, que passam a ter o dobro da quantidade de equipamentos e um módulo extra para cada N.

Exemplificando: Se você necessita comprar um lanche para 2 crianças, compra os dois lanches em duas padarias diferentes, além de mais um extra em cada uma delas, como precaução.

A classificação TIER e sua relação com a redundância de Data Centers

A classificação TIER é uma certificação de desempenho e confiabilidade de servidores. Criado há mais de 25 anos pela Uptime, o sistema é utilizado globalmente para demonstrar a eficiência dos Data Centers de qualquer instituição.

Como você pode imaginar, ela leva em consideração os níveis de redundância. Detalhamos a seguir os níveis de classificação.

TIER I

O primeiro nível atesta os critérios básicos de conformidade com as normas de referência da TIER (NBR 5410, NBR 15247, NBR 11515, NBR 27002, entre outras). Isso significa ter climatização e subsistemas de distribuição elétrica, mas não uma estratégia de redundância.

TIER II

Uma infraestrutura TIER II é parcialmente redundante. Em geral, é o caso de pequenas empresas que não operam 24 horas por dia.

TIER III

Além dos requisitos acima, uma empresa classificada como TIER III é totalmente redundante.

TIER IV

Já a empresa TIER IV atende os requisitos da TIER III e ainda conta com uma redundância robusta. Mesmo diante de falhas, seus sistemas são capazes de continuar operando. É o caso de multinacionais, que geralmente precisam funcionar ininterruptamente e com diversas plataformas de uso contínuo.

Como a Ascenty se preocupa com a questão de redundância de Data Centers

A Ascenty oferece um serviço de colocation com nível TIER III para empresas que buscam alto nível de disponibilidade, segurança e acessibilidade para sua infraestrutura. Não é à toa que estamos falando da maior empresa de Data Centers da América Latina.

Segundo o próprio Uptime Institute, o nível de disponibilidade dos Data Centers classificados como TIER III é de 99.982%, mas a Ascenty não se limita a este indicador e oferece um nível de disponibilidade que é superior. Isso envolve um grande esforço interno para colocar os melhores especialistas para trabalhar em ambientes de infraestrutura robusta e confiável.

Como você pôde ver, a redundância de Data Centers é uma questão estratégica que não pode ser ignorada. Quem busca otimizar o uso dos seus recursos de TI para gerar valor deve estar atento a essa questão. Se quer migrar seus dados e ter máximo desempenho, leve isso em consideração na hora da escolha!

Quer entender como isso pode ser feito no ambiente específico da sua TI? Então, entre em contato conosco e agende uma reunião para tirar suas dúvidas com quem mais entende do assunto!

Conheça quais são os diferenciais do Colocation no setor financeiro

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Quando se trata de transações financeiras, cada milissegundo conta. É por isso que, cada vez mais, as instituições financeiras, bancos e fintechs contam com o colocation. Afinal, para se manterem competitivas e lucrativas, essas instituições dependem de dados rápidos e que não ocorram erros com eles.

Os mercados de investimentos flutuam sem aviso e as decisões que controlam bilhões de reais, dólares e euros são tomadas várias vezes por dia. Os dados em que essas decisões se baseiam não podem ser antigos, e cada milissegundo conta. É por isso que bolsas de valores e instituições financeiras exigem e precisam de redes com mínima latência.

O grande desafio é assegurar essa característica — sem que se gaste todo orçamento da empresa em data centers próprios.

É por isso que a solução de colocation é tão indicada e vem transformando negócios do setor. Que tal conhecer mais? Nesse conteúdo, vamos te explicar um pouco mais sobre os benefícios do colocation para o setor financeiro.

Em busca de mais performance e escalabilidade, ao mesmo tempo que você reduz custos? Então essa é uma leitura para você!

Como o setor financeiro demanda por soluções robustas de Data Center Colocation

A necessidade do setor financeiro pelas possibilidades do serviço de Data Center Colocation tem tudo a ver com o mercado em que atuam. Negociações financeiras, seja de pessoas realizando transações ou investidores comprando e vendendo ações, acontecem em alto volume e frequência.

Garantir que tudo ocorra de forma impecável é um desafio, já que processar tamanho número de transações e ações em apenas frações de segundo é complexo.

No caso do mercado financeiro de ações, o problema é ainda maior. Algoritmos precisam analisar vários mercados ao mesmo tempo, além de executar ordens com base em cálculos incrivelmente rápidos, capitalizando em cima de mudanças mínimas no vai-e-vem do mercado.

Ou seja, quanto mais rápida for a velocidade de execução, mais lucrativas serão as transações.

Analisar os desenvolvimentos do mercado, executando ações estratégicas um milissegundo mais cedo do que outros negociantes dá às empresas financeiras uma enorme vantagem competitiva distinta.

Acontece que alimentar esse sistema — que constantemente cresce e se desenvolve — é complexo do ponto de vista estrutural.

Data centers internos podem ser muito caros e complexos de gerenciar, ainda mais quando é a empresa que administra toda estrutura. É por isso que o Data Center Colocation é a solução ideal, pois livra a empresa desta responsabilidade.

O serviço consiste na terceirização de data centers em um provedor especializado. Porém, além da infraestrutura, a empresa aluga o espaço, o atendimento, o suporte especializado e outros serviços.

Endriu, pensei nessa imagem para ilustrar o meio do artigo.

Quais são os diferenciais do Colocation no setor financeiro

Agora, como o serviço de Colocation pode ajudar empresas do setor financeiro, na prática? Afinal, uma coisa é falar sobre o Colocation como solução ideal, outra é mostrar sua eficiência e como efetivamente o serviço auxilia as empresas do setor a um melhor desempenho.

A seguir, elencamos alguns dos principais diferenciais do Colocation no setor financeiro. Confira:

Traz mais segurança

Segurança é uma das principais necessidades das empresas, especialmente no setor financeiro. Dados sensíveis de todo tipo viajam de um ponto a outro no mundo e é responsabilidade das organizações garantir sua proteção.

O Data Centers Colocation oferece esse diferencial, já que o provedor deve seguir normas e diretrizes internacionais para manter o banco de dados ativo, como no caso da Ascenty. São padrões de segurança robustos, que garantem o mais alto nível de proteção.

Oferece excelente conectividade

Agora, como o Data Center Colocation pode aprimorar sua conectividade? Simples: no caso da Ascenty, por exemplo, uma empresa não apenas contrata o serviço de colocation. Na verdade, ela passa a fazer parte de um ecossistema de conectividade.

Assim, quando ela passa a fazer parte da infraestrutura da Ascenty, ela tem acesso a uma variedade enorme de provedores de serviços e operadoras com serviços diferenciados.

Tudo isso apenas por contar com um provedor especializado, que possui uma vasta e robusta estrutura de interconexão.

Possibilidade de Escalabilidade

O colocation permite que as empresas financeiras aproveitem os acessos diretos a quase todos os provedores de nuvem de que precisam. Lembra do ecossistema de conectividade da Ascenty que mencionamos acima? A lógica é a mesma.

Isso lhes dá maior escalabilidade e flexibilidade, ao mesmo tempo em que dá suporte a um crescimento sustentável e econômico.

Suporte 24×7

Ao contar com o serviço de Data Center Colocation, a empresa tem mais autonomia para focar no core business. Afinal, questões relativas ao suporte, como dúvidas ou problemas, ficam sob responsabilidade do time técnico do provedor.

Ao contar com uma empresa especializada, esse suporte é constante: 24 horas por dia, 7 dias na semana. Com isso, o tempo de resposta às solicitações é muito menor, o que garante mais estabilidade para suas operações.

Redundância de Data Center

O Data Center Colocation é localizado geograficamente próximo ao cliente. Esse é um dos segredos para a latência zero que essas empresas financeiras exigem. Além disso, as organizações contam com interconexão direta com uma variedade de provedores de serviços de rede, nuvem e TI.

Ao se conectar geograficamente perto de sua localização, as empresas financeiras podem minimizar a latência, reduzindo a distância que os dados precisam percorrer e permitindo o processamento de dados na extremidade (o edge computing).

Tudo isso contribui para uma maior redundância de rede.

Ascenty: especialista em Colocation e em soluções para o setor Financeiro

Ficou claro que o setor financeiro tem muito a ganhar com o serviço de Data Center Colocation, certo? Uma boa notícia para sua empresa é que essas soluções não estão longe.

A Ascenty é líder em Colocation no Brasil, com a maior infraestrutura de data centers de toda América Latina!

Tamanho alcance e qualidade foram reconhecidos pelas empresas de auditoria especializadas. Por isso, a Ascenty figura como líder do quadrante de Colocation do ISG Provider Lens 2020 no Brasil!

É uma prova da qualidade, segurança e eficiência na prestação de serviços!

E então, que tal contar com os serviços especializados da melhor provedora de Colocation no Brasil, colocando sua empresa em um novo patamar de entrega?

Fale com um de nossos especialistas agora mesmo!

A tecnologia no setor financeiro e as soluções Ascenty

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Nos últimos anos, o mercado financeiro não parou de evoluir, e a aplicação de tecnologia neste setor teve papel determinante para essa transformação. Transações que antes só eram possíveis por meio de visitas pessoais às instituições financeiras, agora podem ser concluídas com apenas alguns toques na tela do celular.

Se, no passado, a pessoa precisava entregar o dinheiro físico ou cheque em mãos para sanar uma dívida, agora basta transferir o valor via aplicativo ou internet banking — de forma instantânea, com o PIX, por exemplo.

Essas mudanças vieram graças à implementação da tecnologia no setor financeiro. Tais avanços mudaram a forma como o mundo funciona e o segmento precisou responder à altura.

Agora, falar de tecnologia no setor financeiro é “chover no molhado”.

O grande debate é: para onde as empresas devem direcionar seus esforços e investimentos? Neste conteúdo, vamos mergulhar no assunto, passando um panorama atual da tecnologia no setor financeiro e as principais tendências do mercado.

Continue a leitura para aprender mais!

Setor Financeiro tem investido cada vez mais em tecnologia

Por muito tempo, o setor financeiro relutou em atualizar seus sistemas. Isso resultou na utilização de sistemas isolados e legados, que serviam de infraestrutura para uma complexa rede de serviços, como transações, poupanças, investimentos e empréstimos.

No entanto, com os avanços e a implementação da tecnologia no setor financeiro, o cenário mudou. Fintechs e Banks as a Service entraram no jogo — se não para modernizar o mercado, mas também para se posicionar como concorrentes dos antigos bancos.

Assim, bancos e outros provedores de serviços financeiros tradicionais tiveram que responder com uma série de iniciativas de digitalização e inovação.

Essas iniciativas empregam tecnologias de ponta para garantir uma perspectiva centrada no cliente, em vez do foco tradicional em produtos, bem como integração inteligente de dados em tempo real, em vez de análises lentas realizadas após o fato e com base em plataforma aberta.

E essa evolução vem motivada justamente por conta da entrada de novos players no mercado. De acordo com dados divulgados na Fortunly, 88% das instituições financeiras acreditam que uma parte de seus negócios será perdida para fintechs nos próximos cinco anos.

Porém, isso significou também uma mudança de comportamento deste segmento tão tradicional do setor financeiro: entre essas organizações, de acordo com a PwC, 82% planejam aumentar a colaboração com empresas fintech nos próximos três a cinco anos.

Dados são o insumo da transformação no setor financeiro 

E o que é considerado como base dessa onda de inovação no setor financeiro? Os dados!

O big data — junto com a inteligência artificial que ajuda a processar, armazenar e gerar insights a partir dos dados — permite que a personalização seja possível em uma escala nunca antes vista.

Os bancos agora têm informações sobre o comportamento de seus clientes, o histórico social e de navegação.

A IA e o machine learning permitem a integração multicanal em tempo real desses insights para fornecer uma experiência de marketing personalizada para seus clientes quando as informações são mais relevantes e úteis (por exemplo, um empréstimo ou cartão de crédito).

Mas selecionar os dados certos, estruturados e não estruturados, em busca de informações úteis não é uma tarefa fácil. Isso requer uma tecnologia de análise de dados poderosa para que as instituições colham recompensas.

É justamente nesse ponto que a IA e o machine learning se destacam. Ambas as tecnologias têm a capacidade de resolver um amplo espectro de problemas complexos por meio de algoritmos que permitem que os bancos filtrem, avaliem e aproveitem milhões de pontos de dados com precisão.

Assim, por meio de análises precisas fornecidas por IA e Machine Learning, as instituições financeiras podem automatizar processos, avaliar e gerenciar riscos e detectar e prevenir fraudes.

As principais tendências da tecnologia no setor financeiro para o futuro

Agora, o que esperar do futuro da tecnologia no setor financeiro? Essa é uma pergunta interessante e que já entra em pauta nas empresas mais atentas.

Colocar-se à frente da concorrência é uma forma de investir em soluções assertivas que, cada vez mais, promovem a transformação digital no setor financeiro.

Você sabia que, apesar de todos os investimentos, apenas 12% das empresas do segmento afirmam ser 100% digitalizadas? Foi o que descobriu a Gartner.

Para ajudar você a direcionar seu planejamento e escolher os melhores investimentos para o futuro do seu negócio, separamos 3 tendências que valem a pena ficar de olho. Veja só!

Aumento de segurança

Alinhado com os avanços da tecnologia no setor financeiro, os riscos cibernéticos também se transformam em grande velocidade. Isso torna obsoletas as abordagens tradicionais de gerenciamento de risco.

É cada vez mais difícil para as organizações eliminar todas as possíveis ameaças cibernéticas. Por isso, limitar os ataques, identificando as brechas o mais cedo possível, é a melhor maneira de lidar com eles.

Com mudanças legislativas como a LGPD no Brasil ou a GDPR na Europa, as empresas do setor financeiro terão que ser ágeis na maneira como abordam a segurança cibernética.

Como? Através de análises avançadas, monitoramento em tempo real e IA para detectar ameaças e impedir que elas prejudiquem seus sistemas. 

O uso de técnicas de análise de big data para obter uma visibilidade antecipada das ameaças e agir para impedi-las antes que aconteçam é chamado de segurança prescritiva, uma das tendências para o futuro do setor financeiro!

Multicloud

Em um ambiente de alta demanda como o setor financeiro, as empresas não podem ficar presas nas limitações de seus provedores na nuvem. Por isso, o investimento em multicloud é outra das tendências de organizações do tipo.

Com o multicloud, sua empresa tem acesso a um ambiente diverso, no qual vários provedores de serviços e de conteúdos na nuvem se encontram.

Essa interconexão de redes é importante pois permite que sua organização acesse diferentes serviços, de diferentes fornecedores, de modo a construir um ecossistema personalizado para as necessidades de seus consumidores!

Terceirização de Data Center

Hoje, as empresas do setor financeiro devem focar nos clientes e em suas dores. Preocupar-se com sua infraestrutura é algo que ocupa muito da capacidade operacional dos funcionários da organização, o que impede avanços estratégicos.

Por isso, terceirizar data centers de modo a contar com todo suporte especializado para gerenciar sua infraestrutura de dados é o movimento mais adequado para o setor financeiro!

E agora que você conheceu mais sobre a aplicação da tecnologia no setor financeiro, que tal entender como as soluções da Ascenty podem contribuir para a sua empresa?

Podemos agir para aumentar a segurança da sua infraestrutura, oferecendo soluções multicloud e até mesmo terceirizando seus data centers!

Fale com um de nossos especialistas e entenda como nós podemos ajudar sua empresa!

Entenda a importância da conectividade para os novos procedimentos financeiros

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No mundo altamente competitivo do setor financeiro, sanar as dores e ultrapassar as expectativas dos clientes é a única forma de ser bem-sucedido. Para isso, investir em conectividade é essencial. Afinal, o cliente e suas necessidades são o foco principal dessas organizações.

Cada vez mais, os bancos e demais empresas do setor financeiro precisam ser capazes de fornecer resultados de maneira rápida, ao mesmo tempo em que ficam de olho em como podem inovar na área.

E em uma indústria em ritmo acelerado, a conectividade cumpre papel fundamental, já que o sucesso das empresas deste setor depende da tomada de decisões instantâneas.

Um exemplo é o pregão das bolsas. Com uma maior capacidade de transmissão de dados, a velocidade de negociação nesse setor foi aumentada. Mas essa é só uma das vantagens da conectividade no setor financeiro.

Que tal aprender mais sobre a relação dos investimentos em conectividade com o sucesso neste setor tão importante e competitivo? Continue a leitura!

A área financeira na Era Digital

Na Era Digital, a área financeira precisou se modernizar como nunca.

O foco na conveniência e na utilização de dados teve efeito direto e indireto, fazendo com que bancos reavaliassem seus modelos de negócios. Nesse meio tempo, surgiram as fintechs e as empresas de Bank as a Service.

Essa nova geração virou o setor financeiro de ponta-cabeça — criando serviços digitais poderosos, feitos sob medida para as demandas dos consumidores de hoje. Eles mudaram a indústria e agora não há mais volta.

A utilização de dados proporcionou uma melhor capacidade de inovação e transformou toda estratégia de TI, otimizando a experiência do cliente. Em muitos aspectos, o setor financeiro foi o alvo perfeito para a ruptura digital. Em especial, porque as empresas mais tradicionais deste setor contavam com tecnologias legadas e complexos processos burocráticos.

Esse cenário abriu a porta para um novo tipo de empresa inovadora, capacitada por novas ferramentas e capacidades técnicas, livre de “métodos antigos” e, muitas vezes, sem nenhum histórico formal no setor financeiro.

Sem dúvida, as ideias inovadoras têm sido o maior trunfo do novo setor financeiro, inundado por fintechs e BaaS. Uma dessas ideias, que ganhou tração na crescente tecnológica e inovadora do setor financeiro, foi o Pix no Brasil!

O modelo de pagamentos instantâneos apenas é possível graças ao potencial conectivo que as empresas financeiras possuem acesso. Assim, é possível processar pagamentos em questão de segundos, tornando o controle da vida financeira mais simples e imediato.

Toda essa transformação do setor simplesmente não teria sido possível sem os avanços recentes em tecnologia de nuvem e conectividade.

A importância da conectividade para o setor financeiro

É a conectividade que capacita o setor financeiro para lidar com o nível de demanda atual — que cada vez mais cresce. Hoje, as empresas executam milhares de negociações online a cada hora.

Na verdade, o setor financeiro sempre lidou com grandes quantidades de dados. O problema era sua utilização em tempo real.

E para oferecer uma experiência verdadeiramente excepcional aos clientes, essas empresas precisam integrar os sistemas operacionais e analíticos a fim de permitir uma melhor análise, melhorias de eficiência e um tempo de ação mais rápido aos consumidores.

Afinal, nenhuma empresa do setor financeiro pode se dar ao luxo de inatividade ou falhas de segurança se quer construir uma marca valiosa no segmento. Nesse ambiente, minimizar a latência da rede é essencial. Frações de segundo podem ser a diferença entre a identificação de uma oportunidade e o fracasso em aproveitá-la.

E cada vez mais, as empresas podem aproveitar para se envolver em negociações de alta frequência. Porém, os processos em todo o setor financeiro também estão sendo influenciados pelo desenvolvimento rápido e constante de recursos de transmissão de dados e velocidades de rede aumentadas.

E veja bem: em empresas mais atentas às inovações e com uma gestão de ponta, a mudança não foi simplesmente reativa. Em vez disso, houve esforços proativos para aprimorar o uso da tecnologia.

Novas soluções foram desenvolvidas para transformar fluxos infinitos de dados que se movem através de sistemas em inteligência de negócios acionáveis.

Ecossistema de conectividade: conheça a solução oferecida pela Ascenty para o setor financeiro

Você sabia que o ecossistema de conectividade da Ascenty pode solucionar os problemas das empresas do setor financeiro?

Para que sua organização atinja níveis inéditos de competitividade, é preciso apostar em inovação. Mas, mesmo com potencial de investimento, onde encontrar as melhores soluções?

No ecossistema de conectividade, sua empresa entra em contato direto com os principais provedores de nuvem, serviços e conteúdos do mercado global.

Ao criar um ponto de conexão no Ecossistema de Conectividade, sua empresa conecta-se a diferentes provedores de internet, Data Centers e operadoras de telecomunicações.

Além disso, aproveita de uma variedade de serviços da própria Ascenty, como o Cloud Exchange, Novo NAP Brasil (além de muitos outros) e toda a capacidade dos 27 data centers próprios da principal empresa do setor na América Latina.

O melhor é que tudo isso é garantido por uma rede de fibra óptica da Ascenty, com mais de 4.500 km de extensão!

O Ecossistema de Conectividade capacita as empresas a prover e aproveitar o melhor conteúdo para suas operações e para o seu planejamento estratégico.

Com data centers de padrão mundial, sua empresa pode encontrar o espaço e as ferramentas para crescer e disponibilizar os melhores serviços para os clientes.

É uma forma de não apenas se destacar no mercado, mas de consolidar-se com soluções inovadoras, com uma infraestrutura tecnológica de apoio inédita.

Que tal entender mais sobre o Ecossistema de Conectividade e como ele pode ajudar sua empresa a se destacar no mercado, em especial no setor financeiro?

Converse com nossos especialistas e agende uma reunião!

Entenda como o Cloud Connect para o setor financeiro funciona como um diferencial para essa área

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Cada vez mais, o setor de financeiro se moderniza. Para aguentar o nível de demanda e digitalizar ainda mais o trabalho, o Cloud Connect para o setor financeiro é a melhor escolha.

Atualmente, o Brasil é um terreno fértil para que empresas inovadoras do setor financeiro cresçam e se desenvolvam. De acordo com dados do Fintech Report 2020, feito pela consultoria DISTRITO, de 2019 para 2020 houve um salto de 34% no número de fintechs brasileiras, o que totaliza cerca de 742.

Nos últimos 5 anos, o setor registrou investimentos na casa dos US$ 2,4 bilhões.

Um dos modelos de negócio, além das fintechs, que mais ganharam tração no período foi o Bank as a Service. Com ele, é possível que qualquer empresa ofereça serviços financeiros aos seus clientes, por meio de uma plataforma BaaS desenvolvida por uma fintech — que até então, trabalhava com foco em soluções para o mercado financeiro apenas.

No entanto, para que as promessas de cada oferta de solução se mantenham de pé, é obrigação dessas empresas preparar a sua infraestrutura para melhor receber o cliente. Nesse ponto, o Cloud Connect para o setor financeiro é um verdadeiro diferencial.

Neste conteúdo, vamos falar mais sobre o assunto, explicando como a solução em nuvem da Ascenty, o Cloud Connect, é tão importante para as novas empresas do setor financeiro, como fintechs e Banks as a Service!

Afinal, por que as soluções na nuvem representam uma ótima oportunidade para o setor financeiro?

O uso de dados e a necessidade de as empresas armazená-los e processá-los alavancou o nível de importância de soluções em nuvem.

Com a cloud computing, essas empresas encontraram um vetor para a otimização do seu desempenho, a redução de custos e a possibilidade de operacionalizar seus processos de maneira mais flexível.

Nesse aspecto, a pandemia teve um papel crucial.

Conforme a economia volta seus olhares para o trabalho remoto e descentralizado, bem como para os serviços digitais, as fintechs e todo setor financeiro não podem ficar para trás.

Felizmente, as soluções da Cloud Connect podem ajudar o setor financeiro a se manter em sintonia com as inovações do mercado.

Por exemplo, a nuvem elimina a dor das instituições financeiras que precisam adquirir e manter seu próprio hardware, instalar e operar o software e empregar uma equipe dedicada para monitoramento 24 horas por dia, 7 dias por semana — um fator importante nestes tempos.

Além disso, a tecnologia de nuvem permite que essas empresas atualizem seus sistemas remotamente e regularmente, removendo os obstáculos físicos do gerenciamento local e garantindo atualizações mais rápidas e novos recursos.

Os benefícios adicionais incluem a redução de custos para manter esses sistemas. Desse modo, é mais fácil planejar investimentos para escalonar o negócio, de maneira que a fintech ou o BaaS foque primeiramente em desenvolver soluções e coloque o aspecto operacional da sua infraestrutura em segundo plano.

Como o Cloud Connect para o setor financeiro traz vantagens para a área

O Cloud Connect é uma solução ampla, mas traz algumas vantagens específicas para o setor financeiro, auxiliando na manutenção da operação de bancos, fintechs e BaaS. Além disso, o Cloud Connect é capaz de conectar sua empresa com as nuvens de múltiplos provedores, data centers e operadoras de telecomunicação.

Com uma conexão única, você posiciona sua empresa em um local estratégico em um ecossistema de conectividade nunca visto. Você consegue entender as possibilidades do Cloud Connect para o setor financeiro?

Com ele, a sua empresa pode acessar, de maneira ilimitada, diferentes soluções na nuvem de diferentes provedores, integrando todas as suas plataformas sem limitações.

É uma forma de potencializar sua eficiência operacional. Mas e na prática, você já sabe quais os benefícios do Cloud Connect para o setor financeiro? A gente explica:

Traz mais segurança

O Cloud Connect para o setor financeiro disponibiliza uma conexão segura entre a sua empresa e as nuvens públicas dos principais provedores do mercado.

Desse modo, por meio de uma rede de fibra óptica, sua fintech ou BaaS conecta-se de maneira 100% privada ao ecossistema de conectividade, um ambiente altamente protegido que segue padrões internacionais de segurança da informação.

Entenda como o Cloud Connect para o setor financeiro funciona como um diferencial para essa área

Oferece alto nível de disponibilidade

Como o ecossistema em que sua empresa vai se colocar é um ambiente de grande demanda, os serviços na nuvem são altamente disponíveis. Ou seja, não há barreiras digitais ou conectivas. O intuito é que o seu negócio possa migrar de solução para solução, provedor para provedor, sem ruídos ou instabilidades.

Permite a redução de custos

Já pensou que, ao utilizar serviços de múltiplos provedores, de forma descentralizada, você gasta muito mais? O principal motivo é que sua empresa gasta mais banda para acessar esses recursos, já que eles se localizam em diferentes locais.

Com o Cloud Connect para o setor financeiro, você tem todos os serviços em um mesmo local. Isso significa que sua empresa requer menos banda para acessá-los, utilizá-los e até mesmo transferir dados!

É uma solução de alto desempenho

O Cloud Connect para o setor financeiro é uma solução que centraliza outras soluções. Desse modo, permite que sua empresa experimente baixíssimos níveis de latência e melhor velocidade de conexão geral.

Assim, é possível capacitar uma operação ininterrupta, sem receio de perder capacidade operacional.

Permite a personalização do serviço

Com o Cloud Connect para o setor financeiro, você pode personalizar vários aspectos da sua conexão. Um deles é a velocidade, que pode ir de 50 Mbps a até 10 Gbps, e tudo isso pode ser aplicado a uma interconexão com múltiplas nuvens.

Dessa maneira, sua empresa potencializa o acesso aos serviços mais essenciais para sua operação.Isso impacta totalmente em como suas próprias soluções, seja sua empresa uma fintech ou BaaS, se portam diante das necessidades do cliente.

O Cloud Connect para o setor financeiro é um diferencial incrível para empresas que precisam de mais flexibilidade, mas que não podem deixar de lado o crescimento escalável.

Cada vez mais, destacar-se é uma questão de como sua empresa se posiciona para os clientes e para o mercado. Com o Cloud Connect, uma fintech ou BaaS dá um passo importante em direção aos melhores resultados. Que tal conhecer mais sobre o Cloud Connect e como ele pode ajudar sua empresa no setor financeiro? Converse com a Ascenty

Novo Normal e serviços na nuvem: qual é a relação

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Empresas de todos os portes precisam se preparar, pois o investimento em serviços na nuvem vai aumentar consideravelmente no novo normal. Sua organização está preparada para isso?

Provavelmente, essa é uma transformação que a sua empresa está passando no momento: A mudança de foco e o crescimento em serviços na nuvem, que viabiliza uma operação descentralizada e remota — e segura para todos.

Foram as condições que uma pandemia cruel, que durou praticamente 2020 inteiro e ainda se arrasta por 2021, impôs ao mercado.

E se ainda não há sinais disso em sua empresa, olhe para o mercado. Muita coisa mudou.

Um relatório da Snow Software observou que, para 91% dos 250 líderes de TI, uma das principais medidas para combater a crise é a reestruturação de sua estratégia de cloud computing.

Não à toa, já que de acordo com a Gartner, prevê-se um crescimento de 6,2% nos investimentos globais em TI — em números, falamos de algo perto de US$ 4 trilhões.

Neste artigo, comentamos a relação entre os impactos da pandemia e a necessidade cada vez maior das empresas por serviços na nuvem. Que tal entender o papel desse tipo de investimento em seu negócio e a vantagem de escolher uma boa provedora?

A Pandemia, a continuidade dos negócios e a mudança nos processos de trabalho

A pandemia mudou a forma como as organizações trabalham e operam.

Veja bem: boa parte das conversas sobre cloud computing no passado eram sobre a necessidade de uma infraestrutura mais moderna para realização de uma gestão da inovação mais ágil e otimização de custos.

No entanto, a pandemia trouxe novos fatores para a conversa:

  • alta disponibilidade;
  • recuperação de desastres;
  • retorno seguro ao local de trabalho;
  • capacidade de computação flexível;
  • gerenciamento da força de trabalho remota;
  • menor custo para backup e recuperação de desastres;
  • núcleo resiliente para processos de negócios e continuidade de negócios.

Hoje, o volume de funcionários trabalhando em casa que usam serviços de videoconferência, bem como outras soluções só aumenta.

Esse cenário serviu para criar verdadeiros novos modelos de negócio — no início, improvisados, mas que agora começam a tomar forma diante do tempo prolongado. No entanto, sem infraestrutura capaz, é impossível que a empresa mantenha a operação estável.

Desse modo, é comum ver organizações sofrendo com sobrecarga dos serviços de suporte de back-end, bem como com o aumento do tráfego nas redes que conectam os usuários aos serviços essenciais para sua função.

 Dessa forma, somente provedores com arquitetura robusta e abundante, capazes de oferecer uma experiência ininterrupta ao cliente, serão capazes de gerenciar o aumento da carga de trabalho.

Afinal, o home-office já é uma realidade, cuja tendência é continuar no “Novo Normal” — o período após a pandemia. Quem faz essa estimativa é a Agência Brasil.

Serviços na nuvem: a saída para o sucesso das empresas no Novo Normal

Com a pandemia, as empresas se viram diante de uma nova realidade, em que a necessidade maior era a redução de custos para conter os prejuízos de mercado.

No entanto, outra demanda — quase uma antítese — surgiu: a necessidade de apoiar sua força de trabalho que continuava a operar de casa.

Sem a centralização do trabalho, com operações alocadas em escritório, foi preciso voltar os olhos para os serviços na nuvem e suas possibilidades.

Mais notoriamente, para suas vantagens, como o custo menor e a possibilidade de descentralizar toda a operação.

Dados da Gartner divulgados em matéria do IT Channel mostram isso.

Conforme afirma a consultoria, cerca de 70% das empresas que já utilizavam serviços na nuvem pretendem aumentar a adoção, mesmo após a pandemia. Modelos como o PaaS (plataforma como serviço) possuem uma alta taxa de crescimento projetado, com 26%,6% apenas de 2020 para 2021.

A Gartner relaciona esse crescimento com a maior demanda originada pela força de trabalho remota, que precisa de acesso a infraestruturas escaláveis e de alto desempenho.

O motivo é simples: os serviços na nuvem são os braços direito das estratégias de reformulação operacional das empresas. É a nuvem que possibilita a completa descentralização do trabalho, apoiando todos os modelos de trabalho — do mais burocrático ao mais flexível de todos.

E esse investimento, não se engane, apenas tende a crescer nos próximos anos. Afinal, ao que tudo indica, cada vez mais as empresas vão investir em mobilidade e colaboração para apoiarem operações remotas.

E mesmo após a pandemia, as experiências compartilhadas deste período estabelecerão a nuvem como uma ferramenta estratégica. Ela servirá como plataforma ágil para desenvolver soluções com mais rapidez e menos custos.

A jornada para a nuvem é ainda mais importante para as empresas hoje, pois ainda há vários desafios operacionais sem precedentes deixados como herança pela pandemia de Covid-19.

Como uma boa conectividade é essencial para o sucesso da adoção de serviços na nuvem

No novo normal, a resiliência da sua infraestrutura será chave para entender sua capacidade de lidar com os desafios e as novas demandas que surgirão.

Nesse ponto, não basta apenas escolher a dedos os serviços na nuvem que sua empresa necessita, é preciso considerar o todo. Por isso, o nível de conectividade da sua organização também precisa acompanhar essa evolução.

Atualmente, você acha que tem uma boa conectividade e que extrai o melhor dos serviços na nuvem, com total entrega de tráfego de dados e estabilidade?

Se você não é cliente Ascenty, talvez a resposta a essa pergunta seja negativa.

A Ascenty é a maior empresa de data centers da América Latina e especialista em soluções de conectividade.

Não à toa, oferece aos clientes um Ecossistema de Conectividade, com serviços que visam modernizar e tornar a infraestrutura de dados mais resiliente, ágil e inteligente.

Além disso, a Ascenty possui um portfólio completo de serviços de Interconexão, com redes próprias em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, México e Chile. Veja:

  • Novo NAP Brasil;
  • IX.Br (PIX PTT);
  • Links de alta capacidade com backbone Ascenty;
  • Conexão com os pontos de chegada dos Cabos Submarinos;
  • Conexão com Digital Realty;
  • Provedores de Internet;
  • Operadoras de Telecom;
  • Conexão com as principais nuvens públicas globais;
  • Conexão com os principais provedores de conteúdo do mercado.

Quer entender mais sobre as soluções de conectividade da Ascenty e como a empresa pode ajudar sua organização a enfrentar os desafios do novo normal? 

Converse conosco!

Como garantir a segurança de dados em tempos de trabalho remoto

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O trabalho remoto era uma grande tendência para empresas tecnológicas até 2019. Entretanto, foi em 2020, com a chegada da pandemia por Covid-19 no Brasil, que essa modalidade foi acelerada e implementada nas empresas de maneira geral por aqui.

Segundo pesquisa da FIA (Fundação Instituto de Administração), 46% das empresas decidiram adotar o home office para evitar os riscos pelo novo coronavírus.

Com os bons resultados a partir do trabalho remoto, 30% das empresas desejam manter a opção, enquanto 50% dos brasileiros aprovam o home office como ótima alternativa para manter boa produtividade sem abrir mão do convívio com a família.

Mas apesar de tanto otimismo, existem muitos cuidados que precisam ser tomados. E a segurança dos dados está entre os principais. Sem as devidas precauções, os colaboradores podem ficar muito vulneráveis a ciberataques. E esse é o tema que abordaremos nesse artigo.

Siga conosco e confira!

Como garantir a segurança dos dados em tempos de trabalho remoto?

A segurança dos dados precisa pautar qualquer assunto corporativo. Não é exagero dizer que todas as empresas estão na mira dos ciberataques. E os números de 2020 comprovam isso.

Segundo pesquisa da Fortinet, o país passou por 8,4 bilhões de ataques cibernéticos ao longo de 2020.

As principais tentativas foram para acessar dados sensíveis através de tentativas de phishing – um link falso que, ao ser clicado, permite a invasão a dados dos dispositivos, como informações sobre a empresa, contas bancárias, entre outros dados sensíveis.

Com a adoção do trabalho remoto, toda a estrutura que a empresa oferecia localmente contra os mais diversos ataques precisou ser readaptada. Agora, é necessário recorrer a soluções como VPN, Cloud, VDIs, entre outras, que reforcem a segurança em ambiente remoto.

A LGPD como influência à cibersegurança

Outro ponto que redobrou os cuidados das empresas, foi a implementação da LGPD (Lei Geral de Proteção aos Dados), no fim de 2020. Com as novas diretrizes da Lei, as empresas precisam reforçar seus cuidados para que dados pessoais dos colaboradores, parceiros ou clientes, não sejam vazados.

Caso ocorram acidentes ou invasões que culminem no vazamento de informações sensíveis, a empresa pode arcar com uma multa que chega a 2% do faturamento, com o limite de R$ 50 milhões.

Como se preparar para essa nova realidade e garantir a segurança de dados da empresa?

De maneira geral, as principais vulnerabilidades de uma empresa com seus dados estão nos canais de comunicação utilizados, como e-mails e ferramentas de videoconferência, que podem ser interceptados.

E nesse contexto, a camada de colaboradores mais visada para os ataques, é a c-level, formada por gestores com maior poder de acesso aos dados sensíveis.

Uma das soluções é elaborar uma cultura interna para reforçar na memória dos colaboradores as medidas protetivas. Nesse sentido, é muito importante seguir estes pontos:

  • Envolver a participação direta do CEO, diretores e demais gestores nos temas de segurança de dados;
  • Criar materiais de conscientização para educar os colaboradores quanto aos principais riscos envolvidos em um possível desvio de dados;
  • Elaborar um roadmap de segurança que seja facilmente seguido e com visão para médio e longo prazo;
  • Estreitar o relacionamento das equipes de segurança com as demais áreas da empresa;
  • Desenhar uma arquitetura de segurança que esteja adaptada aos novos e próximos cenários corporativos do mercado;
  • Manter atualizadas as tecnologias de segurança, especialmente, nos pontos críticos do negócio;

Além disso, é necessário adequar antigas estruturas de segurança para o trabalho remoto:

  • Utilizar firewalls de última geração;
  • Implementar softwares antiphishing, que bloqueiam o acesso e sequestro de informações;
  • Criar sistemas que detectam e previnem tentativas de invasão;
  • Realizar testes de rede que simulam invasões nas mais diversas modalidades;
  • Aplicar monitoramento ativo integral 24×7 para analisar os tipos de tráfegos à rede, assim como possíveis vulnerabilidades.

As soluções tecnológicas que ajudarão a proteger a sua empresa

Agora que você entendeu as melhores práticas para proteger sua empresa, é hora de aprender sobre as principais soluções tecnológicas que reforçarão a blindagem contra invasões.

VPN

Uma conexão VPN utiliza meios criptografados para garantir a máxima segurança na troca de informações entre dispositivos remotos e o servidor principal. Isso acontece porque o IP do usuário é ocultado no processo, fazendo com que o dispositivo seja reconhecido como se estivesse no mesmo local do servidor.

Firewall

São camadas reforçadas de segurança que impedem o acesso de itens maliciosos. O uso dessa solução é imprescindível para profissionais que atuam remotamente, já que controla as conexões utilizando filtros de URL, controles de aplicações e acessos a arquivos.

Cloud Computing

A chamada “computação em nuvem” atua com a redução de custos e reforça a segurança no acesso a dados sensíveis por diferentes tipos de dispositivos. Além disso, é uma solução flexível que permite escalabilidade para acompanhar o crescimento dos negócios.

Backup

Os backups trabalham levando para o ambiente em nuvem, ou servidor físico, as principais informações presentes nos dispositivos.

Existem os modelos tradicionais de backups, que migram os dados para o servidor em horários nos quais os colaboradores já não estão na empresa (já que é um processo que pode deixar a rede lenta) e os backups que atuam continuamente salvando informações a cada alteração nos documentos, permitindo a recuperação por versionamento. 

Disaster Recovery

Essa solução atua em situações de imprevisibilidade, como desastres naturais, tentativas de invasão, erros humanos ou falhas tecnológicas que poderiam culminar na perda de dados. Com o Disaster Recovery é possível recuperar a versão de dados utilizada no momento da falha, evitando grandes prejuízos aos negócios.

Ascenty: ajudando a sua empresa a garantir a segurança de dados

A Ascenty é uma empresa especializada em Data Centers e Telecomunicações, que oferece 27 Data Centers com soluções sob medida para ajudar a proteger os dados da sua empresa – principalmente, aos colaboradores remotos.

Com o serviço Colocation, as empresas têm à disposição espaços altamente protegidos e disponíveis para hospedar seus servidores, storages e firewalls, além de conexões com as mais diversas operadoras, provedores de Cloud Computing e provedores de conteúdo da internet, garantindo total disponibilidade conforme as demandas e com a máxima proteção aos equipamentos e informações sensíveis.

Além disso, o serviço Colocation se mantém integralmente disponível com soluções de Disaster Recovery, o que resulta na redução de investimentos em Data Centers sem afetar a escalabilidade das organizações.

Acesse agora mesmo a página da Ascenty, conheça muito mais sobre as soluções disponíveis para os seus negócios e comece a proteger os dados sensíveis da sua empresa!

Novo Normal: Saiba como o colocation está sendo a saída em tempos de Covid

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No Novo Normal, o Colocation é um serviço essencial para a continuidade operacional das empresas. Apenas no país, de acordo com a Agência Brasil, 46% das empresas adotaram o home office. Em uma realidade como a nossa, de milhares de empresas ativas, essa porcentagem significa muito.

No entanto, possibilitar o home office não é uma tarefa simples. Não se trata apenas de pedir para o funcionário levar o notebook para casa. É preciso ter toda uma infraestrutura digital de dados que contribua para essa flexibilidade e dinamismo operacional. Pense bem: no escritório, toda operação funciona junta, de forma centralizada.

Falamos de uma banda, uma origem dos acessos, um ecossistema bem menos complexo. No home office tudo isso é multiplicado pelo número de funcionários afastados, trabalhando de casa.

Para potencializar tamanha operação, as empresas voltaram seus olhos para o Colocation.

Nesse conteúdo, vamos falar mais sobre o assunto, buscando compreender o importante papel do serviço de Colocation na otimização do uso de data centers e na capacitação do home office em escala global.

Confira!

A necessidade de um Bom data Center para apoiar o novo normal

Você sabe a importância de um bom Data Center na sua empresa, certo? Agora pense que, no novo normal ocasionado pela pandemia, esse fator é crucial para o seu sucesso.

De certo modo, é possível dizer que a pandemia engatilhou uma mudança relevante no mundo dos negócios, que passou a adotar o digital como ambiente principal.

Tudo isso impulsionado por outra mudança, mas interna, que colocou os funcionários em regime de home office.

Então, como lidar com a demanda operacional de uma empresa que se volta para o digital, além do fator home office?

A resposta você já sabe: com um bom Data Center.

A questão é que, por muito tempo, as empresas estavam com infraestruturas defasadas — por desconhecimento, preço, entre outros fatores.

No entanto, com a pandemia, a exigência dessa infraestrutura decolou. Isso serviu de brecha para que as empresas vissem o problema em que estavam metidas.

Podemos citar vários, como a dependência de sistemas legados e processos puramente manuais, ineficiências de conectividade e instabilidades que prejudicam o dia a dia de trabalho.

Para não ficar para trás, as empresas viram a necessidade de investir em capacidade de TI — e o Colocation é uma das melhores alternativas nesse campo.

Colocation: aliado das empresas em tempos de Covid

O Colocation pode atingir um crescimento global de quase 15% ao ano até 2030. Esses são dados levantados pela redação do Globe Newswire.

Mas você sabe o que é o Colocation?

De forma simples, veja só:

O Colocation é um serviço que permite à empresa alugar a infraestrutura de dados de um provedor especializado, bastando apenas migrar seus servidores para funcionar com todo potencial.

No novo normal, o colocation é uma solução ideal tanto no quesito estrutural como financeira. Um dos motivos é que bons provedores de Colocation possuem Data Centers carrier neutral — ou seja, que não estão atrelados a uma única operadora.

Ou seja, uma vez que o cliente acessa esse ecossistema, ele pode aproveitar de serviços diferentes de vários provedores — de acordo com suas necessidades e possibilidades.

Além disso, para oferecer o melhor serviço, provedoras especializadas investem em uma infraestrutura com alto potencial conectivo. 

Isso garante 100% de estabilidade para os servidores, sistemas, aplicações e operações das empresas que contrataram o Colocation.

Ou seja, a organização capacita toda operação home office pois conta com um bom serviço de Data Center, e reduz significativamente os custos operacionais.

Afinal, você otimiza a infraestrutura digital, elimina gastos com o banco de dados on premise como:

  • segurança do data center;
  • consumo de energia elétrica;
  • manutenção do local, bem como refrigeração;
  • pagamento do time de manutenção e limpeza;
  • updates de hardware, licenças de software e demais equipamentos para suportar todo ambiente;

Outro ponto é a escalabilidade:

Basta requisitar uma maior capacidade de conectividade ou armazenamento que o provedor especializado de Colocation irá liberar.

Ascenty: a melhor escolha de Colocation na América Latina

Sabia que a Ascenty é a melhor escolha de Colocation não apenas no Brasil, mas em toda América Latina? Além disso, o auxílio de uma equipe especializada, como a da Ascenty, vai agregar maior conhecimento à sua operação.

Afinal, a equipe certificada conhece a tecnologia de Data Centers e do Ecossistema de Conectividade como nenhuma outra, podendo auxiliar sua empresa quando, onde e como precisar.

No novo normal, isso é essencial, visto que a tendência, segundo o jornal alemão DW, é que o home office continue em alta mesmo após a pandemia.

E se 2020 já significou um baque operacional e de resultados para a sua empresa, temos certeza de que você não quer que os demais anos sejam de incertezas, certo?

Investir em Colocation pode posicionar a sua organização no topo da concorrência —  e a Ascenty tem o que é preciso para ajudar nessa jornada.

Além de ser a maior empresa de Data Centers da América Latina, possui mais de 22 bancos de dados espalhados pelo Brasil e uma rede de fibra óptica própria de mais de 4.500 quilômetros de extensão.

A Ascenty é referência em serviços de Infraestrutura de TI, como o Colocation, e pode ajudar sua empresa a se tornar mais flexível, capaz e resiliente.

Converse com um de nossos especialistas e entenda como a Ascenty pode ajudar o seu negócio a implementar o melhor Colocation do mercado!

E se você gostou desse conteúdo, que tal continuar lendo os artigos aqui do blog da Ascenty para aprender mais sobre gestão tecnológica, infraestrutura de TI, data centers e Colocation?

Esperamos que goste!

Os Benefícios da Edge Computing para o seu negócio

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Segundo a empresa de pesquisa Frost & Sullivan, a Edge Computing deverá ser usada por 90% das organizações industriais até 2022. Essa é apenas uma amostra sobre a importância desse modelo, derivado da computação em nuvem, o qual é uma tendência cada vez maior entre os negócios que estão passando pela transformação digital.

Edge Computing, também denominado como computação de borda, surgiu a partir da demanda corporativa em lidar com um volume cada vez maior de dados e informações. Para que você entenda melhor, no modelo tradicional, os dados são todos enviados para plataformas na internet, as quais processam e retornam a informação analisada para a ponta.

No entanto, isso pode se tornar inviável conforme a robustez do fluxo de dados e das informações. Assim, surgiu essa modelo de operação, o qual visa o processamento de solicitações urgentes na ponta, sem que seja necessário enviar tudo para a nuvem.

Saiba mais sobre as vantagens de adotar o conceito que pode otimizar sua operação no artigo que produzimos!

O que é a Edge Computing?

Pelo que mostramos até aqui, você viu que a Edge Computing é um modo de operação que veio para suprir uma demanda surgida com a transformação digital e a quantidade de dados que podem ser coletados, armazenados e analisados pelas empresas atuais.

Em linhas gerais, o recurso é um modo de utilizar o processamento das informações de forma distribuida. Isso porque aproxima os dados e a gestão de TI dos usuários e seus dispositivos.

A proposta por trás do conceito e modo operacional é que, em vez de levar todas as informações geradas até a nuvem para que ocorra o seu processamento, parte disso ocorre na borda da rede. Assim, os dados podem ser tratados localmente, sendo que, os utilizados com mais frequência, também são armazenados desse modo, evitando assim o uso excessivo do tráfego (Largura de banda). Consequentemente, as empresas obtêm uma série de vantagens que traremos a seguir.

Principais benefícios da Edge Computing

De acordo com a Gartner, a Edge Computing é uma das tecnologias estratégicas para os próximos anos, já que auxilia no combate aos problemas de comunicação e conectividade.

Somente por aí você pode avaliar como a tendência pode auxiliar os negócios desde já, bem como aos longos dos próximos anos, os quais exigirão cada vez mais otimização e agilidade. Veja agora os 7 principais benefícios para os negócios:

1.     Redução de custos com soluções de IoT

A Edge Computing permite a coleta, armazenamento e análise de dados críticos próximos da sua fonte, o que reduz a quantidade de fluxos de informações indo e vindo. Isso possibilita às empresas selecionarem os serviços que serão processados e quais serão enviados à nuvem, reduzindo as despesas com internet das coisas (IoT).

2.     Maior segurança

Com a computação de borda, os dados ficam armazenados em diferentes locais, o que auxilia diretamente em sua segurança e privacidade. Isso porque, além de filtrarem as informações críticas e processá-las localmente, enviando somente as não sensíveis, as organizações se adequam melhor às normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor no Brasil em 2020.

3.     Baixa latência

Baixa latência é essencial para o uso de várias aplicações. Por meio da Edge Computing é possível alcançar esse objetivo, já que elas são executadas localmente. Assim, o caminho que os dados percorrem é bem menor, tornando o tempo de resposta mais rápido.

4.     Redução de uso de rede

Outro benefício importante é a diminuição do uso de rede pelas empresas, melhorando a conectividade entre os sistemas e aplicações.

5.     Integração entre dispositivos novos e antigos

A Edge Computing possibilita que os sistemas legados se conectem com os equipamentos mais novos e com a nuvem, trazendo integração entre dispositivos e plataformas de IoT. Desse modo, as organizações não precisam fazer altos investimentos, na mesma medida em que conseguem obter importantes insights para a tomada de decisão.

6.     Escalabilidade

Certamente um dos aspectos mais importantes da ferramenta é a escalabilidade, já que o espaço de armazenamento de dados se amplia de forma significativa, promovendo crescimento sem a necessidade de onerar o orçamento.

7.     Versatilidade

A escalabilidade da Edge Computing também a torna extremamente versátil. Ao fazerem parcerias com Data Centers de ponta locais, as empresas podem atingir facilmente os mercados desejáveis sem precisarem investir em expansão de infraestrutura de rede.

Os Data Centers de borda impulsionam os negócios na realização de suas operações com pouca distância física ou latência, o que é especialmente valioso, por exemplo, para produtores e provedores de conteúdo streaming ininterrupto, serviços de atendimento à saúde, indústrias, varejo e mercado financeiro.

Como você pôde comprovar, a computação de borda é uma tendência que veio para ficar. Se a sua empresa ainda não conta com esse serviço, muito possivelmente chegue um momento em que será uma necessidade.

A Ascenty é líder na América Latina