A disponibilidade da infraestrutura é um dos fatores que mais influenciam a continuidade das operações digitais. Em ambientes corporativos, qualquer falha de conectividade, lentidão ou indisponibilidade pode afetar sistemas críticos, comprometer processos e gerar impactos financeiros relevantes.
Para reduzir esses riscos, empresas que operam aplicações sensíveis dependem de estruturas capazes de acompanhar a infraestrutura em tempo real, identificar comportamentos fora do padrão e agir rapidamente diante de incidentes. É nesse ponto que o NOC se torna parte importante da estratégia operacional dos Data Centers.
Ao longo deste conteúdo, você vai entender o que é NOC, como funciona esse conceito e por que o monitoramento contínuo contribui diretamente para a segurança, disponibilidade e estabilidade em ambientes críticos de TI.
O que é NOC e qual sua função
NOC é a sigla para Network Operations Center, ou Centro de Operações de Rede. Trata-se de uma estrutura responsável pelo monitoramento contínuo da infraestrutura de Tecnologia da Informação, acompanhando redes, equipamentos, conexões, serviços e indicadores operacionais para garantir o funcionamento adequado dos ambientes.
Dentro de um Data Center, o NOC atua como um ponto central de supervisão. Equipes técnicas acompanham eventos em tempo real, identificam falhas, analisam alertas e executam procedimentos para evitar que pequenos incidentes evoluam para indisponibilidades que afetem os negócios.
Como funciona um NOC na prática
O funcionamento de um NOC envolve o monitoramento permanente de redes, links, servidores, dispositivos e recursos críticos da infraestrutura. Esse acompanhamento ocorre 24 horas por dia, permitindo visibilidade constante sobre o comportamento operacional do ambiente.
Quando algum desvio é identificado, como aumento de latência, queda de conectividade, sobrecarga ou falha em equipamentos, o time técnico consegue agir rapidamente para investigar a origem do problema e iniciar medidas corretivas antes que o impacto alcance usuários ou aplicações.
Além da resposta a incidentes, o NOC também acompanha indicadores de desempenho e disponibilidade. Isso permite identificar tendências, antecipar gargalos e manter maior controle sobre a capacidade operacional da infraestrutura, algo fundamental para operações que dependem de estabilidade contínua.
NOC e monitoramento 24/7: qual a importância em Data Centers?
Data Centers sustentam operações que precisam permanecer disponíveis continuamente, mesmo diante de oscilações, falhas ou picos de demanda. Em empresas que dependem de aplicações críticas, interrupções podem afetar sistemas internos, comprometer transações e gerar impactos operacionais, financeiros e reputacionais.
Por isso, o NOC exerce uma função estratégica dentro da infraestrutura de TI. A capacidade de acompanhar eventos em tempo real aumenta a agilidade na resposta a incidentes e permite maior controle sobre desempenho, conectividade e estabilidade operacional.
Além da resposta imediata a falhas, o monitoramento 24/7 contribui para tornar a operação mais previsível. Com o acompanhamento constante da infraestrutura, equipes técnicas conseguem identificar tendências, antecipar gargalos e reduzir riscos que poderiam comprometer a continuidade dos serviços.
Em ambientes de alta criticidade, esse monitoramento também pode envolver elementos da infraestrutura física do Data Center, incluindo sistemas de energia, climatização e suporte operacional. Nesse processo, ferramentas como o Building Management System (BMS) ajudam a ampliar a visibilidade sobre as condições do ambiente e contribuem para maior estabilidade da operação.
Principais benefícios do NOC
A combinação entre monitoramento contínuo, resposta rápida a incidentes e maior visibilidade operacional faz com que o NOC contribua diretamente para a estabilidade dos ambientes críticos. Na prática, isso gera benefícios importantes para empresas que dependem de alta disponibilidade e continuidade operacional.
Prevenção de falhas: alertas automáticos e análise contínua permitem detectar degradações de desempenho, instabilidades e sobrecargas antes que elas provoquem indisponibilidades mais graves.
Redução do tempo de resposta e recuperação: a atuação rápida do NOC reduz o tempo necessário para diagnóstico e correção de incidentes, minimizando impactos sobre aplicações e serviços críticos.
Maior previsibilidade operacional: o acompanhamento dos indicadores da infraestrutura fornece informações importantes para planejamento de capacidade, expansão de ambientes e tomada de decisão técnica.
Mais segurança para operações críticas: a supervisão contínua da operação ajuda a reduzir vulnerabilidades operacionais e aumenta a confiabilidade dos ambientes que suportam sistemas essenciais para o negócio.
Como a Ascenty fortalece a segurança operacional com NOC 24h
Empresas que operam aplicações críticas precisam de infraestrutura preparada para manter a estabilidade mesmo diante de falhas, picos de demanda ou incidentes inesperados. Por isso, contar com serviços especializados de monitoramento contínuo e resposta rápida faz diferença para reduzir riscos e preservar a disponibilidade dos serviços.
A Ascenty possui infraestrutura voltada para ambientes corporativos de alta criticidade, com NOC 24h e acompanhamento contínuo da operação. A integração entre centros de dados, conectividade e nuvem permite maior controle sobre desempenho, segurança e continuidade dos ambientes de TI.
Com rede própria de fibra óptica, integração com os principais provedores de cloud do mercado e infraestrutura carrier neutral, oferecemos soluções em Data Center preparadas para arquiteturas híbridas e operações distribuídas.
Além disso, as soluções da Ascenty também contribuem para estratégias de redundância e continuidade de negócios, incluindo ambientes preparados para Disaster Recovery e operações que exigem alta disponibilidade.
FAQ — dúvidas frequentes sobre NOC
O monitoramento de infraestrutura ainda gera muitas dúvidas, principalmente em operações que dependem de alta disponibilidade. Abaixo, respondemos algumas das perguntas mais comuns sobre NOC.
O que faz o NOC em um Data Center?
O NOC é responsável por acompanhar o funcionamento da infraestrutura de TI em tempo real, monitorando conexões, servidores, equipamentos e serviços críticos. A equipe técnica atua na identificação de incidentes, análise de alertas e suporte à estabilidade da operação.
Qual a importância do NOC em Data Centers?
O NOC ajuda a reduzir riscos operacionais e aumentar a disponibilidade dos ambientes críticos. Com monitoramento contínuo e resposta rápida a incidentes, empresas conseguem minimizar indisponibilidades, preservar a continuidade dos serviços e manter maior previsibilidade operacional.
Quais problemas um NOC consegue identificar?
O NOC consegue detectar falhas de conectividade, indisponibilidades, aumento de latência, degradação de desempenho, sobrecarga de equipamentos e comportamentos fora do padrão operacional.
Quais empresas precisam de um NOC?
Empresas que dependem de aplicações críticas, alta disponibilidade e operação contínua se beneficiam da atuação de um NOC. Isso inclui setores como financeiro, varejo, tecnologia, indústria e serviços digitais.
Como o NOC contribui para a segurança de dados?
Ao acompanhar continuamente a infraestrutura, o NOC ajuda a identificar instabilidades que podem afetar aplicações, serviços e fluxos de informação, contribuindo para ambientes mais seguros e confiáveis.
Data Center Tier 3: quais as vantagens para sua empresa?
A continuidade de sistemas digitais depende diretamente da forma como a infraestrutura de TI é projetada. Em ambientes corporativos, qualquer interrupção pode afetar operações críticas, transações e serviços essenciais, com impacto imediato no funcionamento do negócio.
Esse risco se torna ainda mais relevante quando a operação exige manutenção de sistemas de energia, refrigeração e conectividade. Em estruturas menos robustas, essas intervenções podem exigir paradas programadas, comprometendo a disponibilidade dos serviços.
É nesse ponto que o Data Center Tier 3 se diferencia. Sua estrutura é baseada em requisitos de redundância e arquitetura que permitem a continuidade das operações mesmo durante intervenções programadas.
Mas o que exatamente diferencia esse modelo dos demais e por que ele é considerado uma das opções mais seguras para ambientes corporativos críticos? A seguir, explicamos os principais atributos do Data Center Tier 3 e seu papel na estratégia de infraestrutura das empresas.
O que é o Data Center Tier 3?
O Data Center Tier 3 é uma classificação aplicada a infraestruturas de data centers projetadas para operar com alta disponibilidade e suportar manutenção planejada sem interrupção dos serviços.
Isso é possível porque o ambiente é construído com sistemas redundantes de energia, refrigeração e conectividade, permitindo que cada componente possa ser isolado e mantido sem afetar a operação como um todo.
Na prática, esse modelo segue padrões técnicos rigorosos de engenharia e operação que garantem que a infraestrutura suporte ambientes corporativos com alta exigência de estabilidade e continuidade, mesmo em cenários de manutenção ou falhas pontuais.
Diferenças entre Data Center Tier 1, Tier 2, Tier 3 e Tier 4
A classificação em Tiers organiza os data centers de acordo com o nível de disponibilidade e de estrutura de redundância. Cada nível representa um estágio diferente de maturidade da infraestrutura, com impacto direto na continuidade das operações e na tolerância a falhas.
Essa divisão ajuda empresas a entender o quanto a operação pode depender daquele ambiente e qual nível de risco está associado a interrupções ou manutenções.
Nível de disponibilidade e redundância em cada Tier
A principal diferença entre Tier 1, 2, 3 e 4 está na capacidade de cada modelo. O Tier 1 é o mais básico, com infraestrutura sem redundância completa, o que pode exigir paradas programadas para manutenção e apresenta maior risco de indisponibilidade.
O Tier 2 adiciona componentes de suporte, mas ainda não elimina a necessidade de interrupções em determinadas manutenções, mantendo uma dependência maior de janelas operacionais.
O Tier 3 já opera com redundância suficiente para permitir manutenção sem impacto nos serviços, garantindo continuidade mesmo durante intervenções técnicas.
No Tier 4, essa estrutura é ainda mais rigorosa, com múltiplos caminhos totalmente independentes e maior tolerância a falhas simultâneas.
Por que o Tier 3 é o modelo mais adotado por empresas
O Tier 3 se consolidou como o modelo mais adotado porque atende à maioria dos cenários corporativos que exigem alta disponibilidade sem depender de uma infraestrutura excessivamente complexa. Além de oferecer um alto nível de redundância em ambientes críticos, ele mantém uma estrutura mais viável em termos de implantação e operação quando comparado ao Tier 4.
Esse equilíbrio faz com que seja a escolha mais frequente em empresas que precisam reduzir riscos de indisponibilidade, mas ainda buscam eficiência na gestão de custos e escalabilidade da infraestrutura.
Principais características de um Data Center Tier 3
Para suportar operações contínuas com alta confiabilidade, a estrutura técnica de um Data Center Tier 3 é projetada para garantir operação contínua mesmo em cenários de manutenção ou falhas pontuais.
A partir dessa base, alguns elementos ajudam a entender como essa estrutura se sustenta na prática.
Redundância de sistemas
A redundância em energia, refrigeração e rede garante caminhos alternativos de operação caso algum componente precise de manutenção ou apresente falha. Em vez de depender de uma única via de funcionamento, o ambiente conta com estruturas paralelas que assumem a carga automaticamente, mantendo o fluxo das operações.
Manutenção sem interrupção das operações
A arquitetura permite isolar componentes individualmente, o que viabiliza manutenções programadas sem impacto nos serviços em execução. Isso inclui substituições, ajustes ou inspeções técnicas realizadas em partes específicas da infraestrutura, enquanto o restante do ambiente segue ativo normalmente.
Infraestrutura resiliente com arquitetura N+1
A configuração N+1 adiciona componentes de suporte aos sistemas essenciais, garantindo capacidade de operação mesmo em cenários de falha ou sobrecarga. Isso significa que cada elemento crítico do ambiente conta com pelo menos uma unidade extra pronta para assumir sua função, evitando dependência direta de um único equipamento.
Vantagens do Data Center Tier 3 para empresas
O modelo Tier 3 impacta diretamente a previsibilidade da operação e a continuidade de sistemas críticos, especialmente em ambientes que dependem de alta disponibilidade e integração com arquiteturas híbridas e cloud.
À medida que as empresas ampliam sua dependência de sistemas digitais, a estabilidade da infraestrutura se torna um fator essencial para desempenho e competitividade, refletindo diretamente nas principais vantagens desse modelo.
Alta disponibilidade operacional: a disponibilidade próxima de 99,982% garante que os sistemas permaneçam ativos na maior parte do tempo, reduzindo interrupções e contribuindo para a continuidade de operações críticas.
Redução de riscos e maior estabilidade de TI: a redundância de sistemas e a arquitetura estruturada reduzem a exposição a falhas, o que proporciona um ambiente mais estável e previsível para equipes de tecnologia.
Mais segurança para aplicações críticas: ambientes como fintechs, e-commerces e sistemas corporativos exigem operação contínua, e o Tier 3 oferece suporte adequado para esse nível de exigência.
Previsibilidade e controle do ambiente: a estrutura organizada permite maior controle sobre manutenção e operação, reduzindo o risco de incidentes inesperados e facilitando o planejamento de TI.
Certificação reconhecida internacionalmente: a certificação Tier III é amplamente validada no mercado global, o que reforça a confiabilidade da infraestrutura e sua aderência a padrões internacionais.
Para quais empresas o Data Center Tier 3 é indicado?
O Data Center Tier 3 atende empresas que operam com alta dependência de sistemas digitais e que não podem lidar com interrupções frequentes. Esse perfil inclui organizações que precisam manter serviços ativos continuamente.
Ambientes críticos com operação 24×7 são os primeiros a se beneficiar desse modelo, já que qualquer instabilidade pode gerar impactos diretos na operação. Setores como fintechs, e-commerces e empresas digitais também encontram no Tier 3 uma base sólida para suportar crescimento e escalabilidade.
Além disso, empresas em expansão e processos de transformação digital utilizam essa infraestrutura como forma de garantir estabilidade durante mudanças estruturais em sua TI.
Data Center Tier 3 da Ascenty
Em operações digitais, qualquer instabilidade pode afetar diretamente custos, reputação e continuidade dos serviços. Por isso, a infraestrutura que sustenta esses ambientes precisa oferecer previsibilidade operacional e confiança em cada etapa da operação.
A Ascenty é uma das principais provedoras de infraestrutura digital da América Latina, com presença regional e foco em ambientes corporativos de alta complexidade. O portfólio conta com Data Centers dedicados e modelos com certificação Tier III, projetados para sustentar operações críticas com alta disponibilidade, mesmo em cenários de manutenção planejada.
Se a sua operação convive com riscos de indisponibilidade e precisa de uma base sólida para sustentar o crescimento digital, conheça as soluções de Data Center Ascenty e estruture um ambiente preparado para alta disponibilidade, conectividade e continuidade operacional com mais segurança e desempenho.
FAQ — Perguntas frequentes sobre Data Center Tier 3
Confira a seguir as respostas para algumas das perguntas mais comuns sobre o Data Center Tier 3 e suas funcionalidades.
O que é um Data Center Tier 3?
Um Data Center Tier 3 é uma classificação que indica uma infraestrutura projetada para operar com alta disponibilidade, mesmo durante manutenções planejadas. Isso é possível graças à existência de sistemas redundantes de energia, refrigeração e conectividade, que permitem manter o ambiente em funcionamento sem interrupções nos serviços.
Qual a diferença entre Tier 2 e Tier 3?
O Tier 2 possui componentes de redundância, mas ainda pode exigir paradas em manutenções. Já o Tier 3 é uma evolução que permite intervenções técnicas sem interromper os serviços em operação.
O Data Center Tier 3 é indicado para empresas pequenas?
Sim, desde que a operação dependa de alta disponibilidade. O modelo é mais comum em empresas com sistemas críticos, independentemente do porte.
Qual o nível de disponibilidade de um Data Center Tier 3?
Em média, o Tier 3 oferece disponibilidade de 99,982%, com infraestrutura preparada para reduzir interrupções não planejadas.
O Tier 3 é suficiente para aplicações críticas?
Sim. Ele é amplamente utilizado para aplicações que exigem continuidade operacional, como sistemas financeiros, e-commerce e ambientes corporativos de missão crítica.
A EVEO é uma provedora de infraestrutura como serviço com foco em nuvem privada e reconhecida como a maior empresa de servidores dedicados do Brasil.
Ascenty anuncia novos contratos de IA com recorde de 150 MW e investimentos de US$ 1,2 bilhão para expansão
Em meio a crescimento, empresa anuncia múltiplos contratos no Brasil com líderes globais de tecnologia e a construção de quatro novos data centers na região de São Paulo
A Ascenty, joint venture entre Digital Realty e Brookfield Infrastructure e líder em data centers e conectividade na América Latina, anuncia hoje a construção de quatro novos data centers preparados para IA. Juntos, os data centers já estão totalmente pré-locados e somam 150 MW. Os novos investimentos da Ascenty somam US$ 1,2 bilhão para acelerar a expansão de sua infraestrutura voltada à inteligência artificial no Brasil.
O aporte é impulsionado por contratos recentemente firmados com empresas globais de tecnologia, com o objetivo de atender à crescente demanda por soluções de IA e cloud de próxima geração na região. A potência em MW anunciada equivale a mais de 40% de toda a capacidade construída ao longo dos 15 anos de história da companhia, evidenciando a forte aceleração da demanda por infraestrutura de IA de alta densidade.
O primeiro data center será em Sumaré (SP), no campus da cidade, que já conta com dois prédios em operação, e será a primeira unidade na América Latina projetada desde a concepção para suportar cargas de trabalho em larga escala de inteligência artificial. Além disso, a Ascenty está construindo sua terceira instalação de grande porte em Vinhedo e anuncia mais dois data centers em desenvolvimento no mesmo campus. Todas essas novas unidades foram projetadas para atender clientes globais de tecnologia, com alta densidade de potência, sistemas de resfriamento líquido e desempenho computacional avançado.
“O mercado passou por uma mudança estrutural com a inteligência artificial, e a Ascenty está na linha de frente dessa nova onda”, afirma Chris Torto, CEO da Ascenty. “Estamos construindo a infraestrutura que vai impulsionar a próxima geração de IA no mundo.”
Sumaré 3: o primeiro data center da região concebido para IA desde a origem
A Ascenty está construindo o Sumaré 3, uma instalação de nova geração projetada desde o início para suportar cargas de trabalho de IA em larga escala.
O projeto terá 90 MW de capacidade inicial, com previsão de expansão de mais 90 MW, e contará com 48 mil m² de área construída em um campus já consolidado, com energia e terreno assegurados para futuras expansões. As obras começaram em março de 2026 e a entrega está prevista para o terceiro trimestre de 2027.
O Sumaré 3 foi desenvolvido para estabelecer um novo padrão regional de infraestrutura de alta densidade, com resfriamento líquido direto no chip em nível de rack, arquitetura de resfriamento em circuito fechado para reduzir significativamente ou eliminar o consumo de água na operação e infraestrutura preparada para altíssimas densidades de potência e ambientes de computação avançada.
O projeto deve gerar cerca de 600 empregos no pico das obras e 120 postos permanentes após a conclusão.
Vinhedo: campus estratégico amplia relevância em cloud e IA
Em operação desde 2019, o campus de Vinhedo consolidou-se como um dos ativos mais estratégicos da Ascenty para projetos hyperscale e corporativos. O complexo passa por um amplo ciclo de expansão, que inclui a ampliação do Vinhedo 2, a construção do Vinhedo 3 e o desenvolvimento dos projetos Vinhedo 4 e Vinhedo 5.
O projeto de expansão prevê o aumento da capacidade do Vinhedo 2 de 50 MW para 80 MW, além da entrega do Vinhedo 3, uma nova unidade com 90 MW de capacidade, totalmente dedicada a cargas de trabalho de inteligência artificial. Os investimentos reforçam o papel de Vinhedo como um hub central de computação de alto desempenho no país.
Com a evolução dos projetos, o campus passará a contar com cinco data centers de grande porte, ampliando significativamente a capacidade instalada e a relevância estratégica da região no ecossistema digital brasileiro.
Juntos, Sumaré e Vinhedo formam um corredor digital de alta capacidade na região de Campinas, um dos principais polos tecnológicos do Brasil, reunindo alta disponibilidade de energia, conectividade densa por fibra óptica e proximidade com a demanda corporativa e de cloud da cidade de São Paulo.
São Paulo: expansão reforça posicionamento estratégico
A Ascenty também anunciou recentemente a construção do seu sexto data center na cidade de São Paulo. A nova unidade irá adicionar 20 MW de capacidade para atender à crescente demanda por cloud e IA de clientes hyperscale e corporativos na região.
Infraestrutura de IA em escala global com liderança regional
Com este anúncio, a Ascenty reforça sua estratégia de expansão de infraestrutura digital e de inteligência artificial no Brasil e na América Latina. A empresa opera ou tem em construção 40 data centers no Brasil, Chile, México e Colômbia, interligados por uma rede proprietária de fibra óptica de 4.000 km.
“O Brasil se consolida como um dos principais polos globais para desenvolvimento e operação de data centers, sendo o mercado mais maduro da América Latina. Esta expansão reforça a importância estratégica do país para o nosso negócio”, afirma Torto.
Alta densidade de potência com eficiência e compromisso ambiental
Com o avanço da inteligência artificial, eficiência energética e sustentabilidade passaram a ser fatores centrais para a infraestrutura digital. A Ascenty desenvolveu sua operação para atender a essas demandas, com operações certificadas como carbono neutro, WUE zero por meio de sistemas de resfriamento em circuito fechado e projetos avançados capazes de combinar alta densidade computacional e eficiência energética.
“Nosso objetivo é oferecer infraestrutura de IA de alto desempenho sem comprometer a sustentabilidade. Esse é um requisito fundamental para a próxima geração de infraestrutura digital”, conclui Torto.
Ascenty amplia campus de 60 MW na região de São Paulo com início de operação do SPO05 e construção do SPO06
Nova unidade entra em operação com investimento de R$ 300 milhões, enquanto projeto adjacente prevê R$ 600 milhões adicionais e expansão da capacidade para atender aplicações de alta densidade, incluindo IA
A Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure e a maior provedora de serviços de data center e conectividade da América Latina, anuncia o início da operação do data center SPO05, localizado na Grande São Paulo, e da construção do SPO06, no mesmo Campus. O SPO05 foi anunciado em julho de 2025 e é resultado de investimentos de R$ 300 milhões. Já o SPO06 está previsto para ser inaugurado em maio de 2027, com investimento aproximado de R$ 600 milhões. Juntos, os data centers somam 26 MW.
As novas unidades foram projetadas para atender desde cargas corporativas tradicionais até ambientes de alta densidade voltados à computação avançada, incluindo aplicações de Inteligência Artificial. Os projetos seguem a estratégia da companhia de expandir sua infraestrutura com foco em escalabilidade, eficiência operacional e suporte a novas demandas digitais.
“Esse movimento amplia a capacidade do nosso campus em São Paulo e reforça nossa visão de longo prazo para o Brasil, oferecendo infraestrutura robusta, conectada e preparada para suportar aplicações de próxima geração, como a inteligência artificial”, afirma Marcos Siqueira, CRO e Head de Estratégia da Ascenty.
O avanço do campus integra um ciclo contínuo de investimentos da Ascenty ao longo de seus quase 16 anos de operação no Brasil. Nesse período, a companhia já investiu mais de R$ 8 bilhões no país e atualmente conta com 38 data centers, sendo 26 em operação e 12 em construção e/ou desenvolvimento.
Toda a infraestrutura da Ascenty é interligada por uma rede própria de 4 mil km de fibra óptica, conectando diretamente seus data centers aos principais cabos submarinos da América Latina. A companhia é carrier neutral, permitindo conexão com qualquer operadora, e oferece ainda a plataforma de orquestração ServiceFabric®, da Digital Realty, que interconecta seus data centers a mais de 500 unidades globais, próprias e de terceiros.
Na frente ambiental, os novos data centers seguem as diretrizes de sustentabilidade da Ascenty, compromisso presente desde sua fundação. As unidades utilizam sistemas de resfriamento em circuito fechado, que não consomem água no processo de refrigeração; o uso de água é restrito apenas a áreas de apoio, como banheiros e copas.
Essa abordagem garante maior eficiência operacional e evita desperdícios. A Ascenty também é certificada como carbono neutra, opera com índice médio de PUE abaixo da média do mercado, e mantém WUE igual a zero, indicador que mede o uso de água em data centers.
“A Ascenty conta com energia 100% renovável em todos os seus data centers. E fechamos, recentemente, com a Casa dos Ventos o maior contrato de energia renovável em modelo de autoprodução para data centers da América Latina. O acordo, de mais de meio bilhão de dólares, prevê o fornecimento de 110 megawatts médios. E tanto os projetos de SPO05 quanto de SPO06 seguem rigidamente esses padrões”, conclui Siqueira.
A HUNTI atua como parceira estratégica de empresas que dependem de performance, segurança e continuidade digital. Especialista em Datacenter, Cloud e Infraestrutura Crítica, a HUNTI entrega ambientes robustos, escaláveis e sob medida para operações que não podem parar. Seu compromisso com excelência operacional, alta disponibilidade e governança tecnológica sustenta projetos em diferentes verticais, apoiando empresas de diversos setores e lideranças na evolução segura de seus negócios. A HUNTI opera com visão de longo prazo, tecnologia de ponta e foco absoluto em resultados.
Soluções:
Nuvem Privada;
Datacenter virtual;
Servidores Dedicados;
Serviços Gerenciados;
Colocation.
Ascenty anuncia novo ambiente para testes avançados de IA em seu data center de Vinhedo
Infraestrutura dedicada permite que empresas realizem POCs e POVs de Inteligência Artificial com segurança, agilidade e suporte de tecnologias de ponta
A Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure e a maior provedora de serviços de data center e conectividade da América Latina, apresenta um ambiente dedicado para experimentação de soluções de Inteligência Artificial, instalado dentro de seu Data Center, em Vinhedo. O espaço foi desenvolvido em colaboração com a Dell, para que clientes e prospects possam realizar Provas de Conceito (POCs) e Provas de Valor (POVs) com alto desempenho, neutralidade e uso de dados sintéticos, garantindo confidencialidade, segurança e resultados confiáveis.
O ambiente Dell AI Factory with NVIDIA reúne recursos de última geração, incluindo servidores Dell PowerEdge XE7745 e GPU NVIDIA RTX PRO 6000 Blackwell Server Edition 96GB PCIe. As ferramentas oferecem uma capacidade de processamento superior para aplicações como Computer Vision (análise de imagem), Code Generation (geração automática de códigos), Digital Assistants (assistentes virtuais), Guardrails (segurança e controle em IA) e chatbots. Todo o processo é gratuito para clientes da Dell Technologies, permitindo validar projetos de inteligência artificial antes de qualquer investimento, acelerar a jornada tecnológica e ampliar a precisão das decisões estratégicas.
Segundo Vinícius Minetto, diretor de vendas da Ascenty, o lançamento marca um avanço importante na oferta voltada à inovação: “Ficamos orgulhosos de sermos o primeiro data center da América Latina a ter uma Dell AI Factory instalada. A criação desse ambiente reforça nosso compromisso de entregar soluções que antecipam necessidades reais do mercado”.
A iniciativa também fortalece o posicionamento da Ascenty como protagonista na transformação digital e referência em infraestrutura para projetos de IA, ampliando sua diferenciação competitiva e abrindo caminho para novos desenvolvimentos no setor.
“Ao disponibilizar uma estrutura robusta e pronta para testes avançados de IA, podemos proporcionar aos clientes uma experiência segura, confiável e orientada a resultados, exatamente o que se espera de um data center líder em tecnologia como a Ascenty”, finaliza o executivo.
Ascenty cresce mais de 30% em receita enterprise em 2025 e acelera expansão com U$$ 1 bilhão em investimento
Performance robusta em 2025 apoia ciclo de expansão com US$ 1 bilhão já aprovado.
A Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure e a maior provedora de serviços de data center e conectividade da América Latina encerrou 2025 com um avanço expressivo em suas operações. A companhia registrou crescimento de 30% na receita enterprise, além de 26% de aumento em capacidade vendida em MW. No acumulado, a meta para enterprise foi superada em 22%, com a entrada de 149 novos clientes.
O desempenho por setor também reforça o panorama de expansão da empresa. O segmento de TI/Cloud respondeu por 48,45% da demanda, seguido de telecom (32,99%), bancos/fintechs/seguros (9,28%), saúde (6,19%), educação (2,06%) e logística (1,03%).
Além das vendas distribuídas entre os data centers no Brasil (São Paulo Capital, região metropolitana de Campinas e Fortaleza), Chile e México, os produtos de conectividade também se destacaram. O ServiceFabric® – plataforma global de orquestração e conectividade da Digital Realty comercializada pela Ascenty na América Latina – registrou crescimento de 1300% na receita mensal, além de dezenas de novas adesões em 2025.
Já os serviços de interconexão apresentaram crescimento de 50% em receita na comparação com 2024, impulsionados pela crescente demanda por redes privadas, baixa latência e infraestrutura neutra.
Segundo Marcos Siqueira, CRO e Head de estratégia da Ascenty, os números refletem a maturidade do setor e a necessidade crescente de infraestrutura crítica:
“Vemos um mercado em forte expansão, que demanda infraestrutura resiliente e escalável para acompanhar o aumento do tráfego e a sofisticação das necessidades trazidas pela evolução tecnológica e pelo comportamento da sociedade.”
Para sustentar esse ritmo, a empresa tem investimento aprovado de US$ 1 bilhão para 2026 no Brasil, México e Chile, países em que já opera 25 data centers. Entre os outros 13 projetos em desenvolvimento já anunciados, está o SPO05, na Grande São Paulo, com aporte de aproximadamente R$ 300 milhões, capacidade total de 47 MW no campus e área construída de cerca de 40 mil m². A companhia também avança com o SPO06 e com o SLC04, quarto data center no Chile.
“Além de operarmos com energia 100% renovável em todos os nossos data centers, somos carbono neutro e utilizamos sistemas de resfriamento em circuito fechado, sem consumir água em nossas operações. Nosso compromisso é continuar construindo uma infraestrutura eficiente e sempre muito alinhada às melhores práticas ESG do mercado”, afirma Siqueira.
Enquanto muitos discutem o 6G e o metaverso como se fossem prioridades, o mercado de telecom enfrenta uma pressão muito mais concreta: como escalar a rede com controle, rentabilidade e eficiência operacional.
Este guia é para quem já opera, já sente o peso da expansão e sabe que escalar não é uma questão de mais fibra, mas de mais estratégia. Crescer sem planejamento é cavar um buraco maior para o próprio suporte técnico, para o financeiro e para a reputação da operação.
Você quer escala? Então vamos direto ao ponto.
1. Por que tantos falham ao tentar escalar?
A expansão mal planejada é um dos maiores vilões dos ISPs e operadoras regionais. Veja onde muitos tropeçam:
Infraestruturas inchadas, mal otimizadas e com baixa automação.
Energia sem redundância, um gerador não testado não é segurança, é risco.
Redes dependentes exclusivamente de internet pública, sem SLA, sem isolamento ou controle fim a fim.
NOC com baixa visibilidade, suporte reativo e ferramentas desconectadas.
Falta de integração entre sistemas e redes após a compra de outros provedores, algo comum em ISPs que crescem adquirindo concorrentes.
Escalar significa suportar mais clientes, mais aplicações e mais tráfego sem perder performance, SLA e controle operacional.
2. O que separa quem escala de quem colapsa?
Redes escaláveis não são necessariamente maiores, elas são mais inteligentes. Os pilares são:
Arquitetura híbrida: unindo MPLS, SD-WAN e internet dedicada, conforme a criticidade.
Energia duplicada e testada: rotas independentes, UPS em paralelo e geradores sob contrato.
Orquestração de rede e serviços: menos intervenção manual, mais agilidade com menos erros.
Topologias robustas (malha ou anel): tolerância a falhas com caminhos alternativos.
Segmentação e isolamento: VLANs, VRFs, L2/L3 VPNs, quem controla o tráfego, controla o risco.
Monitoramento em tempo real com ação proativa: dashboards únicos, alertas automáticos, equipes 24×7.
3. Crescimento B2B: a virada que está em curso
Os provedores que ainda olham apenas para o varejo estão ficando para trás. O salto de receita, margem e relevância vem do mercado corporativo:
Empresas querem SLA garantido, redundância, Wi-Fi gerenciado, IP fixo, integração com sistemas e suporte que atende.
Não compram “mais mega”, compram operação confiável.
Quem consegue entregar redes corporativas personalizadas (com baixa latência, segurança e visibilidade) vira parte da arquitetura de TI do cliente.
O desafio? Escalar a infraestrutura para atender esse cliente. E é aí que a maioria trava.
4. A combinação de tecnologias que viabiliza a escala
Não existe bala de prata, mas existe um mix testado por quem está crescendo de verdade:
DWDM: alta capacidade por fibra, latência mínima e escalabilidade.
MPLS com QoS: performance garantida em redes críticas multiponto.
L2/L3 VPNs conectividade privada entre unidades, sem expor tráfego à internet.
SD-WAN: inteligência, automação e gestão centralizada.
Fibra Apagada: total autonomia operacional para ISPs com estrutura.
Redes privadas corporativas (5G ou LTE): atendimento de missão crítica com segurança e throughput.
5. Edge e baixa latência: o novo diferencial
A qualidade da rede não se mede só em velocidade, mas em latência. Isso impacta:
IoT industrial e automação remota.
Operações agrícolas com sensores conectados.
Videochamadas críticas, aplicações em nuvem e IA.
O modelo de processamento está migrando para a borda (edge computing). E isso exige proximidade, roteamento inteligente e topologias resilientes.
ISPs preparados ocupam esse espaço antes dos grandes.
6. Rede neutra: o atalho para escalar sem quebrar
Construir tudo do zero, em cada cidade, é caro e lento. Redes neutras mudaram isso:
Infra compartilhada, capilaridade ampliada.
Time-to-market mais curto.
Foco em operação, e não em obra civil.
ISPs que aderem a redes neutras conseguem testar novos mercados sem comprometer caixa.
7. Escalabilidade exige operação profissional
O provedor que quer crescer precisa deixar de ser um fornecedor de link e virar provedor de solução. Isso exige:
Portal de atendimento eficiente.
SLA formalizado e acompanhado.
Monitoramento centralizado e visibilidade em tempo real.
Suporte 24×7 com NOC especializado.
Redes escaláveis exigem gente, processos e ferramentas no mesmo nível da ambição.
8. Checklist rápido: sua rede está pronta para escalar?
Possui topologia com rotas redundantes?
Conta com energia duplicada e testada regularmente?
O tráfego corporativo trafega em redes privadas e isoladas?
Suporte técnico atua proativamente, 24×7?
Conectado a IX.br, clouds e cabos submarinos?
Usa SD-WAN, MPLS ou DWDM de forma estratégica?
Está pronto para atender demandas com latência mínima?
Por que a Ascenty é a parceira certa para escalar redes de telecom?
Se a sua estratégia é escalar com performance, controle e disponibilidade, a Ascenty entrega a base ideal para isso:
Rede própria de fibra óptica, com presença em +30 cidades.
Soluções de DWDM, MPLS, L2/L3 VPNs, SD-WAN e Fibra Apagada prontas para ativação.
Integração direta com os principais cloud providers, IX.br, PTTs e cabos submarinos.
Carrier Neutralidade, com liberdade para operar com múltiplas operadoras.
SLA de 100% de disponibilidade de infraestrutura, com energia redundante e suporte 24×7.
Portal do Cliente com visibilidade e orquestração em tempo real.
A Ascenty oferece infraestrutura de classe mundial, com suporte local e mindset técnico, para quem não quer apenas crescer, quer escalar com eficiência.
Os Data Centers consomem energia equivalente a pequenas cidades. Grande parte disso vai para o resfriamento dos servidores. Mas… e se existisse uma forma mais inteligente de fazer isso? O liquid cooling é a resposta para esse desafio! A tecnologia usa líquidos para dissipar o calor gerado pelos equipamentos de TI de forma muito mais eficiente que o ar-condicionado tradicional.
Neste conteúdo, queremos te mostrar como o modelo funciona e por que ela está transformando a infraestrutura dos melhores Data Centers do mercado.
O que é Liquid Cooling?
Liquid cooling é uma tecnologia de resfriamento que usa líquidos para absorver e transferir o calor gerado por servidores e equipamentos de TI. Ou seja, no lugar do ar-condicionado, há a circulação de fluidos nos componentes a serem resfriados.
Na prática, o modelo proporciona uma dissipação térmica muito mais eficiente, pois a capacidade de condução de calor dos líquidos é muito superior ao ar. Para Data Centers modernos, isso faz toda a diferença.
Com a densidade de servidores aumentando exponencialmente e o uso intenso de recursos de Inteligência Artificial e a própria computação de alto desempenho (HPC), temos picos de consumo de energia (e consequentemente geração de calor), que sistemas tradicionais não conseguem gerenciar.
Como funciona o Liquid Cooling: principais métodos
Existem diferentes formas de implementar liquid cooling em Data Centers, e cada método tem suas particularidades e aplicações específicas. A seguir, te explicamos de forma prática como funcionam os três principais métodos:
1. Direct-to-chip.
2. Immersion cooling
3. Rear-door heat exchangers.
Direct-to-chip (ou Cold Plate Cooling)
Neste método, há a instalação de placas de resfriamento diretamente nos componentes que geram mais calor. Assim, CPUs e GPUs recebem essas cold plates que circulam líquido refrigerante em contato térmico direto com os chips.
O calor é transferido do processador para o fluido com eficiência muito superior ao ar. Por esse motivo, é um modelo interessante para ambientes de computação de alto desempenho (HPC).
Vale destacar que o direct-to-chip costuma funcionar em sistema híbrido. O líquido resfria os componentes críticos, enquanto o ar-condicionado cuida do calor residual, o que otimiza o consumo energético final.
Immersion Cooling
No immersion cooling, servidores inteiros são submersos em tanques com fluido dielétrico. Esse líquido não conduz eletricidade, o que permite que os componentes eletrônicos operem totalmente imersos.
Trata-se de um modelo com vantagens interessantes, visto que o calor é dissipado de forma uniforme por toda a superfície dos equipamentos. Além disso, não é necessário usar ventiladores, reduzindo consumo energético e pontos de falha mecânica.
Para empresas que atuam com processamento de dados para IA, a segurança térmica é essencial.
Rear-door heat exchangers
Os rear-door heat exchangers são painéis refrigerados instalados na parte traseira dos racks. Dessa forma, funcionam como uma porta equipada com serpentinas por onde circula líquido refrigerante.
Em síntese, ao sair dos servidores, o ar quente passa pelo painel que absorve seu calor antes que entre no ambiente. Assim, o modelo é capaz de capturar o calor gerado pelos equipamentos, mantendo o ambiente em temperatura adequada.
O grande diferencial do modelo é sua facilidade de implementação, o que o torna uma excelente alternativa retrofit de Data Centers que já estão em operação.
Os benefícios do Liquid Cooling para Data Centers
Conseguiu entender o funcionamento do liquid cooling? Embora o sistema tenha suas complexidades, é interessante dizer que ela não é apenas uma tendência tecnológica.
Na verdade, estamos falando de uma mudança na infraestrutura de Data Centers que faz a diferença para uma operação eficiente, segura e sustentável. Por isso, os benefícios vão muito além da simples refrigeração dos equipamentos. Entenda!
Eficiência energética e custos reduzidos
O líquido é capaz de absorver até 3.000 vezes mais calor do que o ar. E isso promove uma considerável eficiência energética dentro dos Data centers.
Em resumo, a redução na necessidade de ar-condicionado intensivo impacta diretamente a conta de energia. Isso representa economia para todos os envolvidos: provedores, empresas e sociedade.
Suporte a cargas de AI e HPC
Racks refrigerados a ar enfrentam limitações físicas entre 20 e 35 kW de densidade térmica. Com liquid cooling, é possível suportar cargas acima de 150kW por rack.
Essa diferença é decisiva para infraestruturas de Inteligência Artificial e computação de alto desempenho. Afinal, o liquid cooling mantém os chips na temperatura ideal de operação.
Maior vida útil dos equipamentos
A manutenção de uma temperatura estável e adequada promove a longevidade dos equipamentos de TI, reduzindo o desgaste de processadores, memória e placas.
Além disso, menos falhas representam a menor necessidade de substituição de hardware, o que também promove uma menor downtime e manutenções corretivas.
Sustentabilidade e reaproveitamento de calor
Por fim, a pegada de carbono de um Data Center refrigerado a líquido é significativamente menor. Com isso, as empresas podem reduzir seu impacto ao meio ambiente, o que é indispensável para o alcance de metas ESG.
É interessante mencionar que o calor capturado pelos sistemas de liquid cooling também pode ser reutilizado para aquecer prédios comerciais, residenciais ou processos industriais próximos.
Desafios na adoção do Liquid Cooling
Apesar dos benefícios acima, é necessário enfatizar que a transição para o liquid cooling pode ser desafiadora. Conhecer os obstáculos é o primeiro passo para o sucesso do modelo. Confira!
1. Custos iniciais: em alguns casos, é necessário a realização de um investimento elevado em infraestrutura, bombas, tubulações e retrofit de instalações existentes.
2. Complexidade técnica: a implementação e operação pode exigir expertise em design, dimensionamento e manutenção especializada de sistemas hidráulicos, além de equipes treinadas e monitoramento em tempo real.
3. Riscos de vazamento: há a possibilidade de vazamento de fluido próximo a equipamentos eletrônicos, o que pode ser prevenido com o uso de sensores de detecção e componentes de alta qualidade.
4. Compatibilidade de hardware: nem todos os servidores suportam liquid cooling. Assim, em certos casos, é necessário substituir equipamentos legados.
Liquid Cooling x Air Cooling: qual escolher?
Em dúvidas entre o Liquid Cooling e o Air Cooling? Cada tecnologia tem seu espaço dependendo da densidade térmica, tipo de workload e demanda do Data Center.
Figura 1: Em um sistema de resfriamento a ar tradicional a máquina de ar-condicionado (fancoil) recebe água gelada no circuito fechado do chiller, que passa por uma serpentina. Ventiladores insuflam ar por dentro dessa serpentina, que sai gelado e chega até os servidores.
Figura 2: No sistema de liquid cooling a água gelada do circuito fechado do chiller troca calor com o fluído interno, que é direcionado para os equipamentos. Esse método é muito mais eficiente, pois o fluído possui uma densidade 1000x maior do que o ar.
A seguir, preparamos uma tabela comparativa que ajuda a definir quando usar cada abordagem e otimizar a performance da infraestrutura. Acompanhe:
Critério
Air Cooling
Liquid Cooling
Densidade térmica suportada
Até 20-35 kW por rack.
Acima de 100kW, podendo chegar a 150 kW por rack.
Eficiência energética
Menor.
Maior.
Workloads ideais
Cargas leves a médias, servidores tradicionais, aplicações corporativas.
AI, HPC, treinamento de modelos, Big Data, GPUs de alta performance.
Custo inicial (CAPEX)
Menor investimento inicial.
Maior investimento inicial
Custo operacional (OPEX)
Maior consumo energético contínuo.
Redução nos custos de energia.
Complexidade de manutenção
Simples e com equipes convencionais.
Requer equipe com expertise.
Risco operacional
Baixo (tecnologia madura).
Moderado (requer monitoramento de vazamentos).
Sustentabilidade
Maior pegada de carbono.
Menor emissão, possibilidade de reuso de calor.
A tendência: modelo híbrido
Os Data Centers mais modernos estão abandonando a ideia de escolher entre um e outro modelo e combinando o melhor de cada um. Assim, eles adotam um modelo híbrido que traz excelentes resultados.
Enquanto o air cooling fica responsável pela refrigeração de componentes de baixa densidade e infraestrutura auxiliar, o liquid cooling é usado de forma estratégica em racks críticos com GPUs, processadores de AI e HPC.
FAQ – Liquid Cooling
O que é o Liquid Cooling e por que ele está ganhando espaço nos Data Centers?
O liquid cooling é um método de resfriamento que utiliza líquidos (em vez de ar) para dissipar o calor dos equipamentos de TI. Ele vem ganhando espaço porque permite suportar cargas de IA e HPC, com eficiência energética até 30% maior e densidades acima de 100 kW por rack, impossíveis de alcançar apenas com ar-condicionado
O liquid cooling substitui completamente o ar-condicionado?
Não necessariamente. Muitos Data Centers, como os da Ascenty, adotam modelos híbridos, o líquido refrigera componentes críticos (CPUs, GPUs), enquanto o ar é usado para o calor residual. Essa combinação otimiza o PUE e reduz o consumo total de energia.
Quais aplicações se beneficiam mais do Liquid Cooling?
Treinamento de modelos generativos e Big Data Analytics. Essas cargas geram calor intenso, exigindo sistemas de refrigeração de alta performance.
O Liquid Cooling contribui para a sustentabilidade dos Data Centers?
Sim, e esse é um dos maiores diferenciais. O uso de líquidos reduz o consumo energético, melhora o PUE, permite o reaproveitamento do calor para outros fins (como aquecimento de prédios) e, em sistemas avançados, reduz drasticamente o uso de água. Isso se alinha diretamente aos compromissos ESG da Ascenty, que opera com energia 100% renovável e emissão de carbono neutra.
Como a Ascenty está se preparando para o futuro do Liquid Cooling?
Com uma infraestrutura Carrier Neutral, energia 100% renovável e PUE médio de 1,42, a Ascenty já está pronta para atender às demandas de IA e HPC. Seus Data Centers são projetados para suportar sistemas híbridos de resfriamento, garantindo máxima eficiência térmica e sustentabilidade, com SLA de 100% de disponibilidade.
Como a Ascenty se prepara para o futuro do Liquid Cooling?
A Ascenty tem orgulho de estar sempre um passo à frente quando o assunto é inovação em Data Centers na América Latina. Além de uma infraestrutura robusta, está pronta para suportar as demandas crescentes de resfriamento inteligente.
E nossa preparação vai além da tecnologia. Ela envolve atenção especial à sustentabilidade, eficiência operacional e expertise técnica especializada!
Infraestrutura de classe mundial: os Data Centers Carrier Neutral garantem conectividade e interconexão global, fundamental para operações que exigem baixa latência e alta disponibilidade, como as de IA e HPC;
energia 100% renovável: esse diferencial faz da Ascenty a parceira ideal para empresas com metas ESG ambiciosas. Afinal, a combinação de liquid cooling e energia limpa maximiza a redução da pegada de carbono;
eficiência operacional comprovada: oSLA de 100% demonstra a confiabilidade da operação, o que é fundamental para cargas críticas de processamento em que cada segundo é decisivo;
PUE médio de 1,42: os números de eficiência falam por si e colocam os Data Centers da Ascenty entre os mais eficientes do mercado global;
compromisso constante com sustentabilidade: projetos como oCarbono Zero da Ascenty, alinham tecnologia e responsabilidade ambiental.
Entenda como o Liquid Cooling conecta-se ao avanço da IA Generativa e às demandas de futuro dos negócios?Confira no nosso material rico sobre IA Generativa em Data Centers!
O maior Data Center do Brasil e América Latina é de Vinhedo
Está sem tempo para ler? Aperte o play abaixo ou baixe o áudio e ouça quando quiser!
Os dados estão por toda parte, subsidiando decisões e operações em diferentes níveis: doméstico e empresarial. Mas isso só é possível graças a modernos Data Centers, como o “Vinhedo 1” — o maior Data Center do Brasil e da América Latina.
Essa robusta instalação faz parte da grande infraestrutura da Ascenty. A empresa é líder da América Latina no segmento de Data Centers e em conectividade, figurando como uma das maiores organizações do mundo.
A seguir, preparamos um conteúdo completo com uma série de informações e curiosidades sobre esse gigante da Era Digital. Confira seu papel para a evolução do mercado. Acompanhe!
Vinhedo: o maior Data Center do Brasil é da Ascenty!
O maior Data Center Center do Brasil é o Vinhedo, da Ascenty. Ele foi inaugurado em 2020 e segue como o líder em tamanho e infraestrutura digital no país e na América Latina.
O projeto audacioso e de grande porte foi um marco para o desenvolvimento das empresas nacionais. Afinal, o mercado de Data Centers estava em crescimento e exigia adaptações com a chegada do 5G.
Nesse sentido, Vinhedo 2 foi idealizado para suportar as demandas presentes e futuras de Transformação Digital das empresas. Para isso, oferece o que há de mais moderno e eficiente em termos de infraestrutura de dados.
De acordo com o último relatório da consultoria Arizton, o Brasil é o maior mercado de Data Centers da América Latina e responde por 50% da oferta total da região. Certamente, esse resultado é impulsionado pelo funcionamento eficiente desse gigante do mercado.
Continue a leitura e confira algumas curiosidades e informações sobre a instalação!
Localização
O maior Data Center do Brasil fica localizado na cidade de Vinhedo/SP, a apenas 70km da capital paulista. Sua posição é estratégica, pois além de estar próximo dos maiores centros econômicos do país, dispõe de diversas rotas de acesso às principais rodovias e aeroportos da região.
Investimento
A execução desse audacioso projeto demandou um alto investimento. Para a primeira fase de construção, o aporte foi de R$ 500 milhões, dedicados a uma instalação total de 40 mil m² de área e 27 MW de energia total, distribuídos em cinco infraestruturas. Já para Vinhedo 02, inaugurado em 2020, foram investidos US$ 150 milhões, completando 36 MW de energia.
Mesmo finalizado e em operação, Vinhedo segue recebendo investimentos constantes em modernização, manutenção e pessoal. Afinal, para garantir a disponibilidade, segurança e eficiência das atividades, o aprimoramento da infraestrutura deve ser contínuo.
Área total e quantidade de racks
O Campus Vinhedo conta com dois grandes Data Centers. O Vinhedo 1 está em funcionamento desde 2019 e conta com uma área total de 21.000 m², onde estão alocados 3.300 racks.
Já Vinhedo 2 opera desde 2020 e é ainda maior. Com uma área total de 25.000 m², comporta 4.000 racks.
O maior Data Center do Brasil fica localizado na cidade de Vinhedo/SP, a apenas 70km da capital paulista. Sua posição é estratégica, pois além de estar próximo dos maiores centros econômicos do país, dispõe de diversas rotas de acesso às principais rodovias e aeroportos da região.
Investimento
A execução desse audacioso projeto demandou um alto investimento. Para a primeira fase de construção, o aporte foi de R$ 500 milhões, dedicados a uma instalação total de 40 mil m² de área e 40 MVA de energia total, distribuídos em cinco infraestruturas.
No entanto, mesmo finalizado e em operação, Vinhedo segue recebendo investimentos constantes em modernização, manutenção e pessoal. Afinal, para garantir a disponibilidade, segurança e eficiência das atividades, o aprimoramento da infraestrutura deve ser contínuo.
Área total e quantidade de racks
O Campus Vinhedo conta com dois grandes Data Centers. O Vinhedo 1 está em funcionamento desde 2019 e conta com uma área total de 21.000 m², onde estão alocados 3.300 racks.
Já Vinhedo 2 opera desde 2020 e é ainda maior. Com uma área total de 25.000 m², comporta 4.000 racks.
Certificações
A Ascenty trabalha diariamente para assegurar a continuidade das operações de clientes e parceiros com total qualidade, confiabilidade e disponibilidade. Assim, além de nossa credibilidade e expertise já comprovadas, somos reconhecidos e certificados por órgãos internacionais de renome.
Assim, entre as certificações obtidas, destacam-se:
Tier III Design;
Tier III Facility;
TR3;
SOC 1, 2 e 3 para segurança física e processos;
ISO 14001, como foco no meio ambiente;
ISSO 50001 de gestão de energia;
Carbono Neutro.
Demanda energética
Manter o maior Data Center da América Latina em operação contínua é um desafio. Aliás, por ser um projeto de larga escala, em uma extensa área, há uma grande demanda energética para abastecer os sistemas de refrigeração do ambiente, redes e todos os ativos de TI nele alocados.
Por isso, Vinhedo dispõe de uma subestação própria redundante Tri-bus, com três linhas de energia abastecendo cada módulo, e um sistema auxiliar de geração a diesel, com autonomia de 48 horas sem reabastecimento.
Além disso, é importante ressaltar a Ascenty se preocupa com questões ambientes e investe cada vez na construção e operação de data centers verdes — mais sustentáveis e eficientes.
Tecnologia Verde:
Tecnologia Verde:
Diferenciais de segurança
Do ponto de vista da segurança, o maior Data Center da América Latina conta modernos recursos de proteção, como:
monitoramento 24×7;
câmeras de CFTV com detecção de movimento;
gravação e armazenamento digital;
controle de acesso com dupla autenticação: biometria e cartão magnético.
Entendemos o valor dos dados no mundo atual e reforçarmos a segurança de nossas instalações para que sua empresa cresça com segurança. Aliás, esse é um dos benefícios da migração de Data Center e implementação do Colocation.
Diferenciais de conectividade
Além da alta qualidade dos equipamentos empregados e a redundância da infraestrutura, o Data Center oferece excelência em conectividade, baixa latência e resiliência. Isso porque, o ambiente é interligado com uma rede de fibra óptica própria, unindo-o aos maiores provedores de nuvem do mundo.
Além disso, a infraestrutura tem conexão com as operadoras do mercado, o que reforça a disponibilidade da rede e garante a continuidade dos serviços e processos dos mais diferentes perfis de clientes.
Qual é o maior Data Center do Brasil?
O maior Data Center do Brasil é o de Vinhedo 2 da Ascenty. Localizado em Vinhedo (SP), ele conta com uma infraestrutura de 25.000 m² e abriga 4.000 racks. Junto com o Vinhedo 1, que soma mais 21.000 m² e 3.300 racks, forma o maior campus de Data Centers da América Latina.
O Brasil tem Data Centers?
Sim. O Brasil é um grande mercado de Data Centers na América Latina, concentrando cerca de 50% da capacidade instalada da região, segundo relatório da consultoria Arizton. Empresas como a Ascenty lideram esse setor, com dezenas de unidades espalhadas por diferentes estados do país.
O que é um Data Center?
Um Data Center é uma infraestrutura física projetada para abrigar servidores, sistemas de armazenamento e equipamentos de rede essenciais para o processamento e armazenamento de dados. Esses ambientes são altamente seguros, climatizados e monitorados 24×7, garantindo disponibilidade, conectividade e performance para aplicações corporativas, serviços de nuvem, e muito mais.
Qual é o maior Data Center da América Latina?
O maior Data Center da América Latina também é o Vinhedo 2, da Ascenty. Com uma estrutura de classe mundial, conectividade robusta e certificações internacionais, esse Data Center se destaca como referência em infraestrutura digital em toda a região.
Ascenty: a maior provedora de serviços de Data Centers e conectividade da América Latina
Fundada em 2010, a Ascenty oferece inúmeros serviços de data center ao mercado. Atendemos os maiores provedores de serviços de nuvem e tecnologia do mundo e clientes de diferentes segmentos: varejo, financeiro, saúde, indústria e integradoras de serviços.
Reforçando ainda mais o compromisso com a inovação e a Transformação Digital, temos o apoio de grandes parceiros e acionistas. Aliás, fazemos parte do grupo da Digital Realty — a maior empresa de data centers do mundo, com mais 300 unidades espalhadas por todo o globo
Outro grande diferencial da Ascenty é ter o olhar no futuro e a missão de contribuir com a evolução de nossas empresas hoje e amanhã. Por isso, já temos 38 Data Centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile, Colômbia e México e o número não para de crescer!
Além do maior Data Center do Brasil e da América Latina, reafirmamos diariamente o compromisso de oferecer soluções de qualidade, com segurança e confiabilidade. Afinal, somos parceiros estratégicos e não apenas como fornecedor de infraestrutura.
Empresa do Ano em Data Centers na América Latina – Frost & Sullivan.
Environmental Impact Award – DCD Awards 2025.
Energia 100% renovável e empresa Carbono Neutro.
Refrigeração com consumo zero de água.
91,72% dos resíduos desviados de aterros.
Certificações ISO 14001 (Gestão Ambiental) e ISO 50001 (Eficiência Energética).
8 anos consecutivos na zona de excelência do NPS.
SLA cumprido com excelência e atendimento proativo.
Entre em contato com nosso time e veja como podemos ajudar sua empresa a crescer com mais conectividade e infraestrutura digital de ponta!
Em 2025, violações de dados expuseram mais 345 milhões de registros no mundo. No Brasil, a LGPD já aplicou multas que ultrapassam R$ 30 milhões. Diante disso, fica a pergunta: sua empresa consegue proteger dados sensíveis?
O impacto de incidentes assim é expressivo. Perdas financeiras, reputações abaladas, perda de confiança dos clientes e até parceiros reconsiderando novos contratos.
E no contexto atual, toda empresa pode ser alvo de ataques. O que faz a diferença é ter uma infraestrutura de TI pronta para o pior cenário. Bom… líderes estratégicos já entendem que conformidade e segurança não são custos, mas sim investimentos.
Continue conosco e entenda!
O que são dados sensíveis e por que exigem atenção máxima?
Segundo a LGPD, dados sensíveis são informações pessoais de cunho íntimo, como origem racial, convicção religiosa e de saúde. Eles revelam aspectos íntimos da vida das pessoas e sua exposição pode gerar risco de discriminação e constrangimento.
Enquanto a exposição de dados pessoais comuns, como nome e e-mail, traz riscos moderados, a de dados sensíveis abre portas para prejuízos graves. Um simples vazamento pode resultar em perseguição, extorsão ou exclusão social.
Exatamente por isso, a lei adota mecanismos de controle mais rigorosos. Aqui, não há margem para descuido e as consequências de falhas são severas.
Quais são as consequências do vazamento de dados sensíveis?
Os números são alarmantes: apenas em 2024, mais de 16 bilhões de credenciais de gigantes como Google, Apple e Facebook foram expostas em ataques hackers. Assim, fica evidente que nenhuma organização está imune a esse tipo de incidente.
Mas quais os impactos do descuido? A LGPD estabelece penalidades severas para empresas que não protegem adequadamente os dados pessoais sob sua guarda:
multas que podem chegar a 2% do faturamento anual e até R$50 milhões por infração;
bloqueio ou exclusão dos dados comprometidos;
em casos extremos, a suspensão parcial ou total das atividades.
Contudo, o impacto vai muito além das penalidades legais. Os danos reputacionais causados por um vazamento destroem a confiança construída ao longo de anos, o que provoca:
queda expressiva no valor de marca, com perda de posicionamento competitivo no mercado;
perda de clientes e parceiros comerciais, que migram para concorrentes mais seguros;
aumento de auditorias e exposição a riscos jurídicos, incluindo ações coletivas e processos individuais.
Portanto, proteger dados sensíveis não é apenas uma obrigação legal. É uma questão de sobrevivência empresarial.
Como proteger dados sensíveis dentro da sua empresa?
A proteção de dados sensíveis exige uma estratégia integrada que combina tecnologia, processos e cultura organizacional. Assim, as empresas precisam ir além de soluções pontuais e construir um ecossistema robusto de segurança. Entenda!
Tenha uma política corporativa para dados sensíveis
Podemos dizer que ter uma política corporativa específica para esse fim é a sua primeira linha de defesa. E, claro, ela deve vir acompanhada de controles efetivos de segurança, treinamentos e campanhas de conscientização.
Invista em gestão de identidades e acessos
Outro fator importante é a ter gestão de identidades e acessos. É ela que garantirá que apenas pessoas autorizadas acessem e manipulem informações críticas, o que reduz as os riscos de acessos não autorizados e a probabilidade de exposição acidental ou maliciosa de dados, além de contribuir com a conformidade regulatória.
Além disso, a combinação da gestão de identidade e acessos com autenticação multifator adiciona uma camada extra de proteção.
Implemente a criptografia de dados
A criptografia transforma dados em informações ilegíveis para terceiros não autorizados. Porém, ela deve ser combinada com monitoramento contínuo para identificação de comportamentos suspeitos em tempo real.
Faça auditorias periódicas
Auditorias periódicas ajudam a identificar vulnerabilidades antes que elas sejam exploradas. Nesse sentido, é indispensável manter planos de resposta a incidentes atualizados.
A ideia é reduzir o tempo de reação e minimizar danos em caso de ataques.
Reforce sua infraestrutura de TI: o pilar da proteção de dados sensíveis
A infraestrutura física e lógica constitui é a base de todas as camadas de segurança apontadas. Por isso, você deve escolher com atenção onde hospedar seus sistemas e dados.
os Data Centers da Ascenty oferecem segurança física 24×7 com controles de acesso biométricos, vigilância contínua e perímetros protegidos;
nossos sistemas de energia e refrigeração garantem a redundância e a disponibilidade dos seus dados;
a conectividade privada da Ascenty dá ao seu negócio a segurança de conexões diretas e isoladas com provedores de nuvem e parceiros;
nossa rede própria de fibra óptica também interconecta os Data Centers com baixa latência e máxima segurança;
nossas certificações internacionais comprovam o compromisso com padrões rigorosos de segurança e privacidade da informação, como ISO 27001 e ISO 27701;
Além de tudo isso, a Ascenty é parceira dos líderes globais de tecnologia, o que complementa esse ecossistema de segurança e dá aos nossos clientes tranquilidade para crescer sem expor dados sensíveis.
Como líderes empresariais podem evitar riscos e fortalecer a confiança?
Líderes que tratam a proteção de dados como prioridade já têm um olhar estratégico sobre os dados. Assim, de forma ordenada, tiram a segurança do campo do discurso e a transformam em vantagem competitiva para a construção de uma sólida reputação no mercado.
Sem dúvidas, CIOs e CISOs desempenham um papel decisivo nessa jornada. Isso porque, suas decisões sobre infraestrutura e políticas de segurança estão diretamente ligadas à resiliência organizacional.
A escolha de provedores confiáveis é um grande passo. Afinal, é preciso ter tranquilidade para delegar operações críticas sem perder o controle ou a visibilidade sobre os dados.
É exatamente isso que a Ascenty oferece. Somos líderes da América Latina em ofertar infraestrutura de classe mundial, que segue os mais rigorosos padrões de segurança e conformidade.
A proteção de dados sensíveis começa com decisões estratégicas
Proteger dados sensíveis deixou de ser responsabilidade apenas técnica para se tornar um pilar de negócio. Como vimos, essa proteção pode representar um investimento direto em reputação, competitividade e posicionamento de mercado.
As decisões tomadas hoje definem a resiliência da sua empresa amanhã. E contar com infraestrutura de classe mundial pode fazer a diferença entre vulnerabilidade e tranquilidade operacional.
Acordo de mais de meio bilhão de dólares e110 megawatts médios potencializa a união entre tecnologia e sustentabilidade
A Casa dos Ventos, referência em energias renováveis e protagonista da transformação energética no Brasil, e a Ascenty, maior empresa de data centers da América Latina, acabam de fechar o maior contrato de energia renovável em modelo de autoprodução para data centers da América Latina. O acordo de mais de meio bilhão de dólaresprevê o fornecimento de 110 megawatts médios (MWm).
O modelo contratual estabelece a participação societária da Ascenty em dois empreendimentos da Casa dos Ventos. Ambos estão em desenvolvimento, com previsão de entrada em operação em 2027. Juntos, os empreendimentos somam uma potência instalada de mais de 1,5 GW.
Para a Casa dos Ventos, a parceria reforça o avanço da companhia no segmento de data centers, um mercado que cresce em ritmo acelerado e exige soluções de energia limpa, estável e de longo prazo. O acordo consolida a presença da empresa como fornecedor de energia líder para esse setor e fortalece seu papel na transformação energética brasileira.
“A Ascenty atua em um setor que está no centro da transformação digital. Fornecer energia renovável através deste acordo evidencia o papel da Casa dos Ventos no suporte às novas demandas de infraestrutura e inovação no País. A nossa parceria foi pautada na complementaridade de fontes de energia renovável, robustez de fornecimento e visão de longo prazo.”, destaca Lucas Araripe, diretor-executivo da Casa dos Ventos.
A configuração do vínculo, com diferentes fontes renováveis, amplia a flexibilidade operacional e contribui para um planejamento energético mais robusto da Ascenty ao longo do tempo de contrato. A parceria com a Casa dos Ventos possibilitará que a empresa evite a emissão de aproximadamente 5 milhões de toneladas de CO2 nos próximos anos.
“Essa iniciativa representa o fortalecimento da nossa estratégia de descarbonização. A combinação das fontes de energia renovável e a segurança de um fornecimento de longo prazo oferecem maior previsibilidade para o crescimento das nossas operações em toda a América Latina”, diz Christopher Torto, CEO da Ascenty, que contou com a assessoria da Clean Energy Latin America (CELA) neste projeto. “Para nós, trabalhar com energia limpa e renovável é habilitar novas capacidades digitais. Ao alinhar eficiência energética com inovação tecnológica, criamos as bases para que nossos data centers suportem de forma escalável o potencial da inteligência artificial, impulsionando soluções avançadas para clientes e setores estratégicos da região”, finaliza o executivo.
Baixa latência é o que separa empresas ágeis de negócios que ficam para trás. Numa época onde milissegundos fazem diferença, esperar por uma resposta da rede pode custar produtividade, vendas ou a confiança do cliente.
Quando combinada com alta disponibilidade, ela se torna uma poderosa aliada para manter sistemas no ar, processos contínuos e experiências impecáveis.
Imagine acessar um sistema e ele responder instantaneamente, sem travamentos, interrupções ou falhas. Agora imagine o oposto: lentidão, instabilidade e usuários frustrados. A diferença está na infraestrutura.
Se sua empresa depende de dados em tempo real, aplicações críticas ou serviços digitais, entender o impacto da baixa latência e da alta disponibilidade é estratégico.
Neste artigo, mostramos como esses dois pilares impactam diretamente o desempenho da sua operação e por que um data center de qualidade faz toda a diferença.
O que é baixa latência?
Baixa latência refere-se ao tempo mínimo necessário para que os dados percorram de um ponto a outro em uma rede. Em termos práticos, é a velocidade com que uma resposta é recebida após uma solicitação.
Quanto menor esse tempo (medido em milissegundos), mais fluida e eficiente é a comunicação — o que impacta diretamente a experiência do usuário e o desempenho das aplicações.
Esse conceito é muito importante para ambientes como Data Centers, aplicações em nuvem, jogos online, videoconferências, streaming ao vivo e sistemas de missão crítica, onde cada milissegundo pode significar perda de desempenho ou até de receita.
A relação entre baixa latência e a performance digital
Por exemplo, quando solicitamos uma informação de um Data Center, o tempo que leva para ele responder é chamado de latência. Sendo assim, o melhor é que ocorra uma baixa latência, pois os dados serão enviados rapidamente para quem os está requisitando.
Esses dois conceitos são muito importantes quando falamos sobre Data Denter e redes, pois quando há alta disponibilidade e baixa latência, significa que as respostas serão rápidas, e que ambos os recursos de TI estarão funcionando sempre que precisar.
Mas não é só isso! Confira a seguir os principais benefícios da alta disponibilidade e baixa latência para o seu data center.
Os benefícios da baixa latência
Uma conexão de baixa latência depende muito da rede, de roteadores e firewalls, por exemplo. Porém, quando ela ocorre, costuma proporcionar benefícios, principalmente quando envolve os data centers.
Imagine que sua empresa ofereça um serviço online educacional para o Brasil, por exemplo. Quando os usuários vão acessá-lo, eles querem rapidez, seja para entrar no sistema ou para responder às questões das disciplinas. Sendo assim, a baixa latência vai proporcionar essa agilidade que o serviço tanto necessita.
Sites como o Google priorizam a baixa latência, pois eles sabem que se houver demora na resposta após um clique, o usuário não vai mais querer acessar aquele site. Então, este é um fator muito importante para manter os usuários satisfeitos e ter uma boa indexação nas buscas.
A baixa latência também é importante para desenvolvedores, pois eles precisam que os servidores respondam rapidamente aos seus comandos. Além disso, ela é essencial para as empresas em geral, já que elas precisam acessar documentos, aplicações e sistemas no menor tempo possível para garantir a produtividade de seus colaboradores.
Exemplos de aplicações que exigem baixa latência:
jogos online e apostas em tempo real: para evitar delays e garantir uma experiência fluida;
videoconferências e VoIP: para que a comunicação aconteça sem atrasos ou sobreposições de fala;
processos de automação industrial e IoT: onde respostas imediatas são críticas para o funcionamento seguro;
streaming de vídeo ao vivo: em que o delay precisa ser mínimo para manter a sincronia com o evento real;
integrações com APIs: em plataformas de reservas ou e-commerces, onde qualquer milissegundo pode ser decisivo para a experiência do usuário.
O que causa latência?
Latência pode ser causada por diversos fatores como:
meio de transmissão: redes de fibra óptica oferecem menor latência do que redes sem fio;
distância física: quanto maior a distância entre o servidor e o cliente, maior a latência;
número de saltos: cada roteador ou switch pelo qual o pacote passa adiciona milissegundos à latência;
capacidade do servidor: servidores com alta carga ou mal configurados aumentam o tempo de resposta;
congestionamento de rede: quando muitos dados circulam simultaneamente, a latência aumenta.
Como reduzir a latência em um Data Center?
Empresas podem tomar diversas medidas para garantir uma baixa latência, como:
hospedar aplicações em Data Centers estrategicamente localizados;
utilizar conectividade direta via Cross Connect com parceiros e provedores de nuvem;
implementar arquiteturas com Edge Computing para processamento mais próximo do usuário final;
monitorar continuamente a latência com ferramentas de diagnóstico e absorvibilidade de rede.
Os benefícios da alta disponibilidade
Já a alta disponibilidade traz outros benefícios muito importantes, tanto para os usuários como para os desenvolvedores. Digamos que um sistema de aluguel de carros tem uma alta disponibilidade, isso quer dizer que ele quase nunca falha ou fica fora do ar.
Isso é fundamental, pois a alta disponibilidade proporciona mais credibilidade para os sites e sistemas de empresas. Além disso, evita que dados sejam perdidos durante um processo, por exemplo.
Já por parte da equipe de desenvolvimento, proporciona maior produtividade. Imagine um time de colaboradores ficar parado durante uma parte do dia porque o servidor ou serviço está indisponível. Com certeza não é nada produtivo para o negócio.
A importância da baixa latência e da alta disponibilidade para a contratação de um Data Center
Como se pode ver, a alta disponibilidade e baixa latência são importantes para qualquer empresa ou departamento de Tecnologia da Informação (TI). Afinal, quando esses dois fatores ocorrem, os sistemas não ficam fora do ar, os usuários ficam satisfeitos e a equipe de TI tem maior produtividade.
Com essas informações em mente, é muito importante analisar bem os benefícios oferecidos ao contratar um data center. É nele que serão armazenados e processados os dados do sistema ou softwares oferecidos por qualquer empresa.
Além disso, como já percebemos, as informações devem estar sempre disponíveis e acessíveis com rapidez.
Além disso, o Data Center deve ter o suporte de gerador de energia, múltiplos links de internet e conectividade redundante via fibra óptica.
Como a Ascenty garante baixa latência e alta disponibilidade?
No Brasil, nós somos o líder em serviços de data center, além de oferecermos soluções de conectividade de baixa latência e alta disponibilidade.
Por termos mais de 35 Data Centers espalhados porregiões estratégicas no Brasil, Chile, México e Colômbia — como São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Santiago, Querétaro e Bogotá — as empresas podem escolher aquele que fica em uma localização mais próxima de seus usuários ou operações, garantindo latência mínima.
Com uma infraestrutura de classe mundial e conectividade de ponta, a Ascenty permite que as empresas operem com resiliência, velocidade e continuidade, mesmo em cenários críticos.
É hora de acelerar sua operação. Baixa latência, alta disponibilidade e conectividade de verdade — tudo isso começa com a Ascenty. Fale com nosso time comercial e coloque sua empresa na rota da performance máxima.
Os 15 tipos de ataques cibernéticos mais perigosos para sua empresa
Os ataques cibernéticos são uma preocupação constante das empresas. Afinal, os impactos são devastadores e não se resumem a perdas financeiras.
Ser vítima de uma ação criminosa virtual pode expor seus dados e de seus clientes, abalar sua reputação e até interromper sua operação. Por isso, investir em segurança de dados é questão de sobrevivência na era digital.
Essa não é uma batalha simples de vencer, mas sua primeira missão é conhecer e entender os métodos do inimigo. A seguir, reunimos os 10 ataques mais perigosos da atualidade. Acompanhe!
O que são ataques cibernéticos?
Ataques cibernéticos são tentativas de cibercriminosos e hackers de obter acesso indevido a uma rede ou sistema de computadores para modificar, roubar, destruir ou expor dados.
Este tipo de incidente virtual pode atingir todo tipo de vítima, de pessoas físicas a empresas e organizações governamentais. Os efeitos são preocupantes, principalmente porque estamos falando de informações confidenciais e valiosas, como propriedade intelectual e dados pessoais e bancários.
E o que são ataques cibernéticos em empresas?
Ataques cibernéticos em empresas são ações maliciosas executadas por indivíduos ou grupos com o objetivo de comprometer a confidencialidade, integridade ou disponibilidade de dados, sistemas e redes.
Em outras palavras, é a tentativa intencional de explorar vulnerabilidades na infraestrutura tecnológica de uma organização para obter algum tipo de benefício, seja ele financeiro (roubo de dados bancários), estratégico (espionagem industrial) ou destrutivo (paralisação de serviços).
Nesse sentido, a complexidade desses ataques é crescente. No passado, os mais comuns eram relativamente simples, como a propagação de malwares básicos. Hoje, porém, os criminosos utilizam ferramentas avançadas, como inteligência artificial, para aumentar a escala e a sofisticação das ameaças.
Isso porque, para um criminoso, uma empresa representa um alvo de alto valor, repleto de informações sensíveis de clientes, propriedade intelectual e poder financeiro.
Por exemplo, imagine um ataque de ransomware que criptografa todos os servidores de uma indústria. A empresa fica impedida de acessar seu sistema de produção, estoque e vendas.
Além disso, o criminoso exige um resgate em criptomoeda para liberar os dados. Esse tipo de interrupção, além do prejuízo direto do resgate, gera perdas na cadeia produtiva e danifica a imagem da marca. Essa complexidade nos leva a detalhar os principais riscos e as ameaças específicas que sua empresa enfrenta.
Principais riscos e impactos
Ataques bem-sucedidos trazem consequências que vão muito além dos problemas técnicos. O impacto é sistêmico e afeta todas as áreas do negócio, como por exemplo:
Danos à reputação
A confiança é o ativo mais valioso de uma empresa. Um vazamento de dados de clientes, por exemplo, gera manchetes negativas, afastando o público e destruindo a credibilidade que levou anos para ser construída.
Em outras palavras, o custo de recuperar a reputação pode ser maior do que o custo de corrigir a falha técnica.
Prejuízos financeiros
Os custos financeiros são imediatos e variados. Eles incluem o pagamento de resgates (ransomware), o custo de investigação forense, a contratação de equipes de recuperação de dados, além da perda de receita devido à interrupção das operações.
Riscos judiciais e sanções da LGPD
No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabeleceu penalidades severas para empresas que não protegem adequadamente os dados pessoais de seus clientes e colaboradores.
Um ataque cibernético que resulta em vazamento pode levar a multas que chegam a 2% do faturamento da empresa no ano anterior, limitadas a R$ 50 milhões por infração, além de ações judiciais movidas pelas vítimas.
Interrupção das operações
Em um ataque de negação de serviço (DoS) ou após a ação de um ransomware, a infraestrutura crítica da empresa pode ficar total ou parcialmente paralisada.
Para grandes empresas e até mesmo indústrias, isso significa a suspensão da linha de produção; para o setor de serviços, a incapacidade de atender clientes ou processar transações. Essa paralisação afeta a produtividade e a saúde financeira de forma imediata.
Quais os ataques cibernéticos mais famosos da história?
Antes de falarmos dos tipos de ataques cibernéticos, o que acha de fazer uma viagem ao passado e conhecer os incidentes mais famosos da história?
Conhecê-los pode te ajudar a entender o potencial dessas ações criminosas, além de ajudá-lo a se preparar e identificar atitudes suspeitas. Separamos uma lista para você conferir:
Yahoo! | 2013 e 2014
As violações sofridas pelo Yahoo! Ficaram na história. Nos anos de 2013 e 2014, a empresa foi hackeada duas vezes, afetando cerca de 3 bilhões de contas de usuários.
O caso só veio a público anos depois, em 2016, após a venda da empresa para a Verizon. Mas sabemos que várias listas de dados foram vendidas na dark web, com informações pessoais precisas e até perguntas e respostas de segurança.
Sony | 2011 e 2014
Após um ataque de DDoS, cerca de 77 milhões de usuários da Playstation Network (um serviço online da Sony) tiveram seus dados expostos. Além de danos financeiros, a empresa teve problemas operacionais e ficou quase 1 mês indisponível.
Em 2014, a empresa também foi alvo do ataque cibernético de um grupo chamado “Guardians of Peace” (Guardiões da Paz, traduzindo). Na época, foram roubados cerca de 100 terabytes de dados confidenciais da divisão de filmes, a Sony Pictures.
Ebay | 2014
Em 2014, um dos principais marketplaces do mundo, o eBay, sofreu um ataque cibernético que comprometeu os dados de mais de 140 milhões de usuários, incluindo endereços de e-mail e senhas.
Quais os 15 tipos de ataques cibernéticos mais perigosos da atualidade?
Estudos apontam que o Brasil é o país mais vulnerável a ataques cibernéticos da América Latina. O dado alarmante demonstra o tamanho do desafio das empresas brasileiras no que se refere à segurança de dados.
Alguns setores são ainda mais prejudicados, como o financeiro. Nesse caso, um incidente pode ameaçar a estabilidade financeira e econômica do negócio, além de afetar a confiança do consumidor na marca e gerar multas da LGPD.
Mas quais são as ameaças cibernéticas mais perigosas da atualidade? Confira o top 10 dessa lista perigosa!
1. Malwares
Malwares, ou softwares maliciosos, é um programa ou código criado para comprometer a confidencialidade, integridade e disponibilidade de dados. Assim, podem causar danos a um computador, rede ou servidor.
Um exemplo clássico de malware é o vírus Trojan. Ele pode ser baixado de várias formas, como em sites duvidosos, links maliciosos, e-mails de spam e conexão com dispositivos infectados.
Vale dizer que o termo malware é amplo e engloba vários tipos de ameaças, como:
Ransonware
Spyware;
Worms;
Keyloggers.
Outra ameaça do tipo são os spywares que, como o nome indica, têm o objetivo de violar a privacidade de pessoas e empresas.
2. Ransomware
O ransomware é um arquivo malicioso (um tipo de malware específico) que sequestra dados do seu computador e os criptografa. Para liberá-los, os criminosos pedem um valor de resgate, normalmente via pagamento online não-rastreável, como por criptomoeda.
Ao contrário de outros malwares, essa chave de criptografia permanece no servidor do criminoso, e só ele poderá acessá-la e liberar as informações.
3. Ataque de Negação de Serviço
O ataque de negação de serviços (em inglês DoS – Denial of Service) é um tipo de ataque cibernético que inunda um computador ou rede online, impedindo que ele responda às solicitações e gera o downtime.
O que acontece é que o tempo de resposta do site ou aplicativo diminui muito ou fica totalmente indisponível. Assim, é impossível acessar e realizar até mesmo tarefas simples. No caso de e-commerce, por exemplo, o ataque deixa o site lento ou indisponível, impedindo novas compras.
É importante dizer que o ataque de negação de serviço nem sempre é o maior problema. Na verdade, em vários casos, os hackers utilizam da técnica para distrair ou abrir uma brecha para executar outras fraudes.
Quando o ataque é originado de diversas fontes ou endereçado a diversos destinos de um mesmo cliente, este é chamado Ataque Distribuído de Negação de Serviço, ou em Inglês Distributed Denial of Service – DDoS.
4. Phishing
Phishing é um tipo de ataque de engenharia social, que visa obter informações confidenciais de uma pessoa ou empresa.
Em geral, o criminoso finge ser uma pessoa ou empresa confiável e envia um e-mail ou mensagem solicitando dados pessoais. Normalmente há o envio de um link que direciona para um ambiente falso, induzindo o usuário ao erro.
Essa é uma das ameaças que mais crescem no Brasil e o mundo. Os criminosos estão se especializando cada vez mais, direcionando suas ações para altos executivos e gestores com acessos privilegiados.
O phishing, além de roubar informações pessoais ou financeiras, muitas vezes também instala de forma discreta softwares maliciosos (malware) que depois permite ao criminoso, o sequestro de informações (ransonware).
5. Cavalo de Tróia
O Cavalo de Tróia é um vírus de computador, também classificado como um malware. O grande objetivo dele é abrir uma brecha no sistema para que outros arquivos e programas maliciosos infectem um computador.
Atualmente, existem vários tipos de Cavalos de Tróia. Entretanto, o objetivo é sempre o mesmo: comprometer a segurança das informações de seu dispositivo.
6. Spoofing
O spoofing é um ataque de engenharia social relacionado ao phishing, em que o cibercriminoso finge ser alguém ou ser um representante de uma entidade, afetando a segurança corporativa.
Em resumo, o spoofing é um meio para a aplicação do phishing. Isso porque, a falsificação pode acontecer de diferentes meios, como:
Falsificação de domínio;
Falsificação de e-mail;
Falsificação de endereços IP.
7. Port Scanning Attack
O port scanning é um tipo de ataque cibernético amplo, que testa as proteções de um computador ou rede (ou seja, suas portas), para encontrar alguma brecha.
Assim, é possível identificar pontos fracos (ou vulnerabilidades) para cometer outros tipos de delitos digitais.
8. Crypto Jacking
Criptomoedas são ativos digitais que devem ser “minerados”, o que obriga a utilização de grande capacidade computacional. O crypto jacking é, basicamente, o roubo da capacidade de computadores alheios.
Ou seja, é um tipo de ataque que infecta um computador com mineradores de criptomoedas, o que ocupa seu poder de processamento em prol da mineração de um ativo para o criminoso.
9. Ataques De Força Bruta
Esse tipo de ameaça se aproveita de ferramentas que realizam um ataque contínuo a sistemas criptografados, em busca da sua senha.
Funciona por tentativa e erro, onde o hacker utiliza programas que o auxiliam a descobrir uma senha ou chave de criptografia.
10. Ataque Man-in-the-Middle (MITM)
O Man-in-the-Middle é um tipo de ataque cibernético em que o invasor escuta uma conversa entre dois alvos para coletar dados pessoais, senhas ou dados bancários.
Em alguns casos, ele também tenta convencer a vítima a realizar alguma ação, como mudar suas senhas de acesso, realizar uma transação ou transferir valores.
No universo corporativo, esse incidente pode ter efeitos devastadores quando as vítimas fazem transação de informações sigilosas. Este tipo de ataque é bastante comum quando se utiliza redes públicas de WiFi.
11. Ameaças internas
Ameaças internas são funcionários atuais ou antigos com acesso direto à rede da empresa, dados confidenciais e propriedade intelectual, bem como conhecimento dos processos de negócios, políticas da empresa ou outras informações.
Essas pessoas podem ser motivadas por ganhos financeiros e/ou coerção emocional. Porém, há casos em que as ameaças internas são provocadas por falta de conhecimento ou negligência dos funcionários.
Por esse motivo, é indispensável que toda organização moderna tenha um plano de educação e conscientização de seus talentos sobre segurança da informação.
12. Ataques baseados em IoT
Um ataque IoT nada mais é que um ataque cibernético com foco em atingir um dispositivo ou rede de Internet das Coisas (IoT). Com a propagação desses dispositivos nas empresas, é uma preocupação cada vez maior.
Ao atingir seu objetivo, o hacker assume o controle do dispositivo, rouba dados ou usa os dispositivos afetados para deixar o ataque de DDoS mais robusto.
13. Ataques de Supply Chain (Cadeia de Suprimentos)
Ameaças que visam softwares ou serviços de terceiros confiáveis (fornecedores) para, através deles, invadir o sistema da empresa-alvo. Isso porque a segurança de uma empresa é tão forte quanto o seu elo mais fraco. Um comprometimento em um fornecedor de software pode dar acesso a centenas de clientes, incluindo sua empresa.
14. Ataques Zero-Day
Exploração de uma vulnerabilidade recém-descoberta em um software para a qual o desenvolvedor ainda não lançou um patch de correção. Por exemplo, antes que a vulnerabilidade seja pública ou que a correção seja aplicada, o hacker já está explorando a falha, o que torna a defesa extremamente difícil.
15. Ataques baseados em IA e Deepfakes
Uso de inteligência artificial generativa para criar códigos maliciosos mais eficazes, ou a criação de áudios e vídeos falsos (deepfakes) altamente convincentes. Nesse sentido, os deepfakes podem ser usados em ataques de phishing de alto nível (spear phishing), simulando a voz de um CEO para autorizar transferências bancárias, o que representa um salto de sofisticação nas ameaças.
Dicas de proteção para empresas
A proteção contra ataques cibernéticos deve ser uma estratégia de defesa em profundidade, que combina pessoas, processos e tecnologia.
Assim, temos:
Treinamento e atualização interna
A falha humana é o ponto de entrada para a maioria dos ataques, como o phishing. Além disso, é crucial investir em treinamentos contínuos para que os colaboradores saibam identificar e reportar ameaças, manter senhas fortes e entender os riscos de clicar em links suspeitos.
Elaboração de Governança de Dados
Sua empresa deve ter políticas claras sobre como os dados são coletados, armazenados, acessados e descartados. Isso inclui a implementação de políticas de Acesso de Mínimo Privilégio (Least Privilege), garantindo que cada usuário acesse apenas os dados estritamente necessários para sua função.
Obter seguro cibernético
Embora não evite o ataque, um seguro cibernético pode ser fundamental para mitigar o prejuízo financeiro após uma violação. Ele pode cobrir custos de investigação, notificação de clientes afetados e até mesmo perdas por interrupção de negócios.
Uso de medidas técnicas avançadas
A defesa técnica é o alicerce da segurança. Isso inclui a adoção de:
Softwares de antivírus e EDR (Endpoint Detection and Response): Para monitorar e responder a ameaças em tempo real nos dispositivos finais.
Firewalls e WAF (Web Application Firewall): Para controlar e filtrar o tráfego de rede malicioso.
Backups: Estratégia de backup em múltiplos locais (3-2-1) e com isolamento de rede, garantindo a recuperação rápida dos dados após um ransomware.
Segurança na Nuvem e Colocation: Utilizar a nuvem e data centers de alta segurança para infraestruturas críticas.
Tendências de ataques cibernéticos para ficar atento
E o que esperar para os próximos anos no cenário da cibersegurança? Ano após anos, o mercado vê um aumento expressivo das ações dos hackers, mas podemos apontar algumas tendências que precisam ser acompanhadas de perto. Confira!
Uso de IA na segurança cibernética
2023 foi o ano da Inteligência Artificial, que dominou diversos setores, incluindo a cibersegurança. Para os próximos anos, veremos ainda mais aplicações da IA Generativa nesse setor — para a proteção ou não.
Criminosos podem usar a tecnologia para ampliar a qualidade dos ataques de engenharia social e desenvolver novos malwares. Por outro lado, as empresas também podem recorrer ao recurso para otimizarem suas ações e sistemas de prevenção.
Hacktivismo
O hacktivismo engloba os ataques cibernéticos com motivações políticas. Nos últimos anos, percebemos um aumento expressivo desses incidentes e a tendência é que isso aumente ainda mais.
É bem comum o uso de ataques de DDoS para interromper as operações em organizações de um determinado estado-nação. Um exemplo recente foi o ataque do grupo Anonymous Sudan à Scandinavian Airlines, organizações de saúde dos EUA e a Microsoft.
Ataques a dispositivos móveis
O uso de dispositivos móveis é uma tendência nas empresas, principalmente com a propagação do BYOD (bring your own device ou traga seu próprio dispositivo). Acontece que é preciso cuidado, visto que a prática pode expor o negócio a riscos.
Os cibercriminosos concentram seus esforços para infectar estes dispositivos e acessar os sistemas e servidores da empresa.
Aumente sua proteção contra ataques cibernéticos com os Cages da Ascenty
Enfrentar a sofisticação dos ataques cibernéticos exige que a base da sua infraestrutura seja impenetrável. Os ambientes de Colocation em Cages da Ascenty oferecem o nível máximo de segurança física e lógica para proteger seus ativos mais críticos.
Nossos cages (gaiolas dedicadas dentro do data center) garantem o isolamento completo do seu hardware, com controle de acesso biométrico exclusivo e monitoramento 24×7.
Além disso, a infraestrutura Tier III da Ascenty oferece redundância e estabilidade inigualáveis, minimizando o risco de interrupções operacionais.
Com os cages da Ascenty, sua empresa concentra esforços na proteção lógica, enquanto garantimos a segurança e o poder de processamento de que você precisa para rodar suas soluções de segurança mais avançadas.
A Internet é essencial para o cotidiano empresarial, mas poucas pessoas sabem como ela realmente funciona. E é por isso que precisamos falar sobre o IX (Internet Exchange)!
Para começar, diferentemente do que muitos pensam, a web não é uma rede única, que funciona de forma centralizada. Pelo contrário, a internet é um conjunto de redes que se interligam de forma autônoma.
O IX (antigo ponto de troca de tráfego) é a solução responsável por fazer essas ligações e garantir o tráfego de dados online. Continue conosco para entender melhor como ele funciona!
O que é IX?
O IX (Internet Exchange) é um local físico onde as empresas de infraestrutura da internet, como provedores de serviços de Internet (ISPs) e empresas com AS (Autonomous System), se conectem umas com as outras.
Os IX estão na “ponta” de diferentes redes e permitem que os provedores de serviços na Internet compartilhem o tráfego fora de sua própria rede, por exemplo.
Ou seja, ao ter uma presença dentro do IX, as empresas encurtam o caminho para o trânsito proveniente de outras redes participantes dessa solução. Assim:
A estratégica do IX: por que a conexão direta é importante?
O IX é um mecanismo de otimização de rota, ou seja, sem ele, o tráfego entre dois provedores na mesma cidade teria que viajar por longas distâncias, muitas vezes passando por outros países, apenas para retornar ao seu destino local. Essa rota ineficiente é chamada de trânsito IP.
No entanto, o IX resolve isso, permitindo que as redes troquem tráfego de forma direta e local, um processo conhecido como peering. Isso garante que a maior parte do tráfego brasileiro permaneça no Brasil, resultando em uma internet mais rápida, mais barata e mais robusta para o usuário final.
De PTT para IX: entenda a mudança de nomenclatura
Recentemente, o termo PTT (Ponto de Troca de Tráfego) foi substituído por IX (Internet Exchange). O objetivo dessa mudança foi padronizar a nomenclatura brasileira para que ela ficasse de acordo com os padrões internacionais.
No país, a coordenação do IX é realizada pelo CGIbr. Já a operação é feita por organizações sem fins lucrativos habilitadas tecnicamente, que estabelecem os requisitos necessários de arquiteturas e gerência das interconexões.
Como funciona um IX?
Como dissemos, a Internet funciona como uma interconexão de várias redes e o IX tem o papel de conectar os provedores, integrando um ecossistema digital. Ou seja, além de estar localizado em um ambiente físico, ele é um recurso interessante para tornar a interconexão mais eficaz.
O IX também funciona como uma espécie de HUB, nos qual os provedores de serviços de internet conectam os seus ambientes. Assim, o tráfego de dados se torna mais rápido e com menos custos de Internet.
Quanto mais bem estruturado for o IX, maior será a velocidade e quantidade de dados transferidos na rede. Portanto, ele é valioso para a eficiência da conexão dos dispositivos conectados.
No IX, a conexão pode variar de poucos Megabits por segundo a muitos Terabits por segundo. Independentemente do tamanho, o objetivo principal do IX é garantir que muitos roteadores de redes estejam conectados de maneira rápida e eficiente.
Qual a importância do IX (Internet Exchange)?
Investir no IX é uma decisão estratégica para os provedores. Em um cenário de alta competitividade e uma demanda cada vez maior por uma Internet rápida e estável, ele pode ser um diferencial. Entre os principais benefícios do IX podemos destacar:
redução de custos;
economia de banda;
maior velocidade de tráfego.
Além disso, os provedores podem ofertar conexões para outros provedores de acesso, facilitando a conexão de empresas que estão localizadas longe do IX. Dessa maneira, ele funciona como um excelente recurso para aumentar o desempenho da conexão de Internet no país inteiro, bem como aumentar o ROI dos provedores de acesso.
Vale a pena lembrar que para conseguirem acessar o IX, os provedores de Internet precisam de uma empresa que ofereça um Data Center com IX (ponto de interconexão), como é o caso da Ascenty, por exemplo.
Requisitos e princípios fundamentais de um IX?
Nem todo Data Center conta com um IX.br. A implementação desse ponto de troca de tráfego é um processo sério, que verifica alguns requisitos. Conheça-os:
Neutralidade — não deve haver limitações para provedores;
Qualidade — a troca de tráfego deve ser eficiente e confiável;
Baixo custo das alternativas, com alta disponibilidade;
Matriz de troca de tráfego regional única.
Sobre esses pontos, é interessante ressaltar que todos os Data centers da Ascenty são Carrier Neutral. Ou seja, sua empresa tem liberdade para escolher seu provedor de nuvem e Internet sem se preocupar com o tráfego de dados entre eles.
O princípio da resiliência e confiabilidade
Um dos benefícios mais subestimados do IX é a resiliência. Ao descentralizar o tráfego e criar múltiplas rotas de interconexão local, o IX torna a rede mais robusta. Se um link de trânsito internacional falhar, o tráfego local continua fluindo sem interrupções, garantindo maior confiabilidade e disponibilidade para o usuário final.
FAQ – Perguntas frequentes sobre IX (Internet Exchange)
Qual é a definição de IX (Internet Exchange)?
O IX (Internet Exchange) é uma infraestrutura física neutra que serve como um ponto de encontro para que diferentes redes de internet (como ISPs, redes de conteúdo e operadoras) troquem tráfego de dados diretamente entre si. Seu principal objetivo é manter o tráfego local, reduzindo a latência, melhorando o desempenho e diminuindo os custos operacionais ao evitar rotas longas e desnecessárias.
Qual a diferença entre IX e PTT?
Funcionalmente, não há diferença. PTT (Ponto de Troca de Tráfego) é o termo historicamente utilizado no Brasil para designar o Internet Exchange. A mudança para IX foi uma iniciativa de padronização internacional, mas o termo PTT ainda é amplamente usado no contexto brasileiro, especialmente pelo IX.br (a iniciativa que opera os pontos de troca de tráfego no país).
Como funciona o processo de troca de tráfego em um IX?
A troca de tráfego ocorre por meio de acordos de peering entre os participantes (Sistemas Autônomos – AS). As redes se conectam fisicamente ao IX (que atua como um grande switch) e utilizam o protocolo BGP (Border Gateway Protocol) para anunciar as rotas que desejam trocar. Muitos IXs utilizam Servidores de Rotas (Route Servers) para simplificar o processo, permitindo que uma rede estabeleça peering com dezenas de outras redes simultaneamente.
Quais são as principais vantagens de uma empresa se conectar a um IX?
As principais vantagens são:
Redução de Custos: Diminui a dependência de links de trânsito IP caros.
Menor Latência: O tráfego local percorre um caminho mais curto e direto.
Melhor Desempenho: Aumenta a velocidade de transferência de dados.
Maior Resiliência: Cria rotas alternativas, tornando a rede mais confiável contra falhas.
Conheça o IX da Ascenty
A Ascenty é a líder em Data Centers e conectividade da América Latina e essa posição é fruto de investimentos constantes na qualidade de sua infraestrutura digital. Assim, além de infraestrutura de classe mundial, garantimos máxima conectividade de dados.
A Ascenty é um IX.BR em São Paulo, Campinas e Fortaleza. Esses pontos de troca de tráfego fornecem um vínculo direto entre as redes dos principais ISPs e empresas com AS, facilitando a troca de informações entre elas.
A conexão Ascenty junto ao IX é mais um diferencial e solução para nossos clientes. Desse modo, além de contarem com mais de 4.000 km de fibra óptica própria para otimizar o tráfego de dados e o NAP, eles têm mais esse diferencial de conectividade e vantagens competitivas importantes. Confira!
Economia e agilidade
Menos gastos com infraestrutura de telecomunicações e franquia de dados;
Maior velocidade na conexão direta entre várias operadoras;
Menor latência com todas as operadoras na troca de tráfego.
Alta conectividade
Conexão direta e independente com os principais provedores;
Links de dados com múltiplas velocidades, conectados diretamente a Pontos de Troca de Tráfego com as principais operadoras;
Qualidade de conexão entre as empresas;
Conexão direta de alta qualidade e independente de provedores comerciais;
Produto de interconexão estadual.
Flexibilidade e praticidade
Compra rápida de tráfego sem precisar instalar equipamentos;
Troca de tráfego “local-metropolitano”.
Solução escalável, que acompanha as demandas do negócio.
Excelência e controle
Tráfego entre várias operadoras ágil e sem complicações;
Troca de dados segura, que impulsiona a experiência do usuário final.
Ficou interessado nesses benefícios? Nossos especialistas estão prontos para te atender, tirar dúvidas e apresentar os impactos positivos do IX em sua operação.
Entre em contato com a Ascenty agora mesmo e melhore o seu tráfego de dados com a confiabilidade, qualidade e excelência da uma líder de mercado!
A Cibersegurança deixou de ser “algo para depois”, hoje, seja no escritório, em casa ou no modelo híbrido, as empresas sabem que cada clique conta, e que uma brecha pode significar paralisação, prejuízo ou perda de reputação.
Em 2025, segunda o Fortinet Report, mais de 47% das organizações na América Latina sofreram pelo menos uma violação cibernética no último ano, e as tentativas automatizadas de ataque explodiram, com mais de 36.000 varreduras maliciosas por segundo registradas globalmente.
Diante desse cenário, onde redes corporativas, dispositivos móveis, nuvens e trabalho remoto convergem, a cibersegurança se torna prioridade estratégica, não apenas para quem está em home office, mas para toda empresa que depende da tecnologia para sobreviver e crescer.
Neste artigo, vamos explorar 9 práticas essenciais de cibersegurança que sua organização pode adotar hoje para fortalecer a proteção dos seus dados, minimizar riscos operacionais e garantir continuidade no negócio.
O que é cibersegurança e como funciona nas empresas?
Imagine acordar e descobrir que todos os seus sistemas estão fora do ar. Seu ERP, seu CRM, sua nuvem, seu faturamento. Tudo. A empresa inteira paralisada porque um clique desatento abriu a porta para um ataque.
Cibersegurança não é mais um diferencial. É a linha entre a operação e o caos. Trata-se do conjunto de tecnologias, processos e comportamentos que protegem dados, redes e sistemas contra ataques digitais.
Dentro de uma empresa, ela funciona como um escudo invisível, mas vital: firewalls, criptografia, autenticação múltipla, VPN, monitoramento, plano de resposta a incidentes. Tudo isso para uma única finalidade: manter sua empresa de pé.
Qual a importância da cibersegurança para empresas hoje?
Porque dados são os novos ativos, a imagem da sua marca é frágil, a LGPD não perdoa vazamentos, no Brasil, o ransomware já fez empresas fecharem as portas e porque o prejuízo vai muito além do financeiro.
Investir em cibersegurança é proteger não apenas sistemas, mas a confiança dos seus clientes, a continuidade das operações, a reputação que levou anos para construir. É proteger o intangível.
Quais são os principais riscos e ameaças cibernéticas corporativas?
Antes de falar em soluções, é preciso encarar os riscos de frente. As ameaças digitais evoluíram e hoje elas não batem à porta, elas entram pela rede, pelo e-mail, pelo clique desavisado. O cenário da cibersegurança nas empresas é mais complexo e estratégico do que nunca.
Conheça os principais tipos de ataques que podem comprometer seus dados:
Ransomware: seus arquivos sequestrados. Para reaver, só pagando.
Phishing: aquele e-mail que parecia do financeiro… não era.
DDoS: seu site, sua aplicação ou seu portal do cliente fora do ar por sobrecarga intencional.
Spyware, malware e cavalos de troia: como ladrões que entram sem arrombar.
Engenharia social: manipulam pessoas para invadir sistemas.
A pergunta não é “se” sua empresa vai ser atacada. A pergunta é: “você vai estar pronto quando acontecer?”
Durante o Fortinet Cybersecurity Summit, Rui Mella Junior – Gerente de Segurança da Informação e Infraestrutura de TI da Ascenty – participou de um podcast onde falou sobre como a Ascenty tem trabalhado:
Governança e certificações
Proteção contra ataques de e-mail corporativo
Visibilidade para decisões rápidas
Eficiência sem renunciar à segurança
Dê o play e acompanhe essa conversa:
Como implementar a cibersegurança na prática?
Colocar a cibersegurança em ação exige mais do que boas intenções, exige estratégia, cultura e processos. Do comportamento dos colaboradores à arquitetura de rede, tudo influencia. E quanto mais conectada sua empresa for, mais blindada ela precisa estar.
Confira abaixo as práticas fundamentais para começar ou reforçar sua estratégia de proteção.
Cibersegurança: 9 dicas valiosas para a segurança da informação nas empresas
Como citamos, as organizações podem sofrer inúmeros ataques cibernéticos que são facilitados pelo trabalho remoto, como os spywares, ransonwares, hijack e DDoS. Então, pensando em ajudá-las a garantir a segurança de seus dados e aplicações, listamos 9 dicas de como promover a cibersegurança tanto no presente quanto no futuro. Confira:
1. Criar políticas e conscientizar colaboradores
Os primeiros passos para garantir que as medidas de segurança da informação tenham sucesso é estabelecer políticas claras e conscientizar colaboradores sobre a importância de segui-las.
Além disso, é preciso treinar continuamente as equipes a respeito das ameaças que podem prejudicar o andamento dos processos e quais os cuidados para se proteger de cada uma delas, além de mostrar de forma clara e direta o quão prejudicial pode ser para o colaborador e para a empresa as ameaças cibernéticas.
2. Investir em criptografia
As soluções de criptografia para e-mails e arquivos pode auxiliar de forma significativa na cibersegurança. A vantagem é que sua implementação é simplificada e não depende de altos investimentos por parte das empresas.
Para quem não sabe, a prática se refere à construção e análise de protocolos que impedem usuários mal-intencionados de lerem mensagens privadas.
3. Instalar uma VPN
A instalação de uma Rede Virtual Privada (VPN) que, como o nome sugere, cria redes de comunicações entre computadores e dispositivos com acesso restrito, também é uma boa estratégia para a proteção de dados no trabalho remoto.
Para isso, é possível utilizar a infraestrutura já existente em sistemas operacionais ou soluções abertas.
4. Utilizar soluções de autenticação
A autenticação de dois fatores, ou de duas etapas, consiste na inserção de senha pelo usuário, seguida de um código fornecido por SMS, tokens ou outros recursos. Como os códigos se alteram constantemente, os cibercriminosos não conseguem o acesso à sistemas e dados.
5. Instalar um bom antivírus
É comum que durante o período de home office os funcionários se utilizem do próprio computador e de outros dispositivos para trabalhar.
Desse modo, é fundamental que sejam incentivados a instalar um antivírus caso ainda não o tenham feito, além de monitorar as atualizações do antivírus e das novas assinaturas, garantindo desta forma o correto funcionamento.
Por mais que não garantam proteção absoluta contra os cibercrimes, esses sistemas já impedem uma boa parte deles ou, ainda, notificam a presença de atividades suspeitas, como malwares, cavalos de troia, worms e possíveis alterações no registro e sistema de arquivos dos sistemas operacionais por exemplo.
6. Implementar softwares de rastreamento
Outra situação que pode comprometer a cibersegurança das organizações é a perda ou roubo de dispositivos fornecidos aos colaboradores. Para evitar esse tipo de situação é indicado instalar ferramentas de rastreamento que localizem cada dispositivo e excluam os dados remotamente.
7. Continuar a realização de backups
Mesmo com o modelo home office é importante manter a rotina de backups (cópias de segurança) para minimizar imprevistos. portanto, uma alternativa interessante para as empresas é investir na contratação de data centers na nuvem, que garantam eficiência e proteção e facilitam o acesso remoto aos seus dados.
8. Manter sistemas e softwares atualizados
Outra ação que deve ser realizada para promover a cibersegurança das empresas é manter os sistemas operacionais e softwares sempre atualizados. Com isso, muitas atualizações já trazem consigo melhorias de segurança, além de novas ferramentas e funcionalidades que podem facilitar o dia a dia corporativo.
9. Atentar a criminosos que se passem por colegas
Vale frisar que, junto às práticas que otimizam a cibersegurança da organização, é preciso preservar a integridade física das máquinas e dispositivos utilizados para o trabalho. Para isso, os profissionais devem manter os equipamentos sempre armazenados em locais seguros, mesmo dentro de casa.
Por mais que nesse momento o contato entre pessoas esteja restrito, minimizando a movimentação de estranhos nas residências, se evita qualquer dano que possa tomar tempo ou custar caro para a empresa.
Além disso, é importante que as equipes de TI levem em conta o erro humano no momento de implementar soluções de cibersegurança. O motivo é que, por mais que os treinamentos auxiliem em condutas assertivas, nunca se está totalmente livre da ação de criminosos.
Ascenty: Confiança reconhecida no mercado de TI
A Ascenty não vende soluções de cibersegurança. Mas entrega o que muitas vezes falta para elas funcionarem: uma infraestrutura de Data Center verdadeiramente segura, estável e auditada.
É essa base sólida que garante que suas ferramentas de proteção funcionem sem interrupções, com baixa latência, alto desempenho e segurança física e digital no mais alto padrão.
Destaques da infraestrutura segura da Ascenty:
CertificaçõesTier III Design e Facility, TR3 TUV Rheinland, ANSI/TIA-942-C.
ISO 27001 (Segurança da Informação), ISO 27701 (Privacidade), ISO 22301 (Continuidade dos Negócios).
Estrutura Carrier Neutral com conectividade direta com clouds, ISPs e IX.br.
Conformidade total com LGPD, com governança, processos, accountability e segurança de ponta.
A Ascenty é o alicerce confiável por trás da segurança digital das principais empresas da América Latina.
A pergunta que você precisa responder hoje
Se um ataque acontecesse agora, você saberia como reagir? A Ascenty está pronta para proteger sua empresa da instabilidade, dos riscos e da interrupção. Com tecnologia de ponta, segurança validada e um ecossistema robusto, transformamos vulnerabilidades em continuidade.
A popularização acelerada da Inteligência Artificial (IA) e da Internet das Coisas (IoT) não apenas transformou o mercado: ela deu origem à AIoT, a Inteligência Artificial das Coisas.
Trata-se de uma evolução silenciosa, mas poderosa, que já impacta decisões estratégicas, cria eficiências invisíveis e redesenha a forma como empresas e pessoas interagem com a tecnologia.
Mas, afinal, o que você realmente sabe sobre isso?
Ao unir a capacidade de percepção da IoT com o poder de decisão da IA, a AIoT está pavimentando um novo caminho onde os dados deixam de ser apenas registros e passam a ser inteligência aplicada em tempo real.
Em um mundo cada vez mais exigente por agilidade, segurança e personalização, compreender essa tecnologia é essencial para quem deseja liderar em vez de apenas acompanhar.
O que significa AIoT?
AIoT é a sigla para Artificial Intelligence of Things (Inteligência Artificial das Coisas). Na prática, é a combinação entre os dispositivos conectados da IoT e os algoritmos inteligentes da IA. Enquanto a IoT capta dados do mundo real (temperatura, movimento, localização, etc.), a IA analisa essas informações para gerar respostas, prever falhas, automatizar tarefas e tomar decisões com mínima ou nenhuma intervenção humana.
É como dar olhos, ouvidos e um cérebro às máquinas. A IoT percebe. A IA compreende. Juntas, elas atuam.
O que é AIoT?
AIoT é uma tecnologia que visa coletar os dados gerados por dispositivos IoT e analisar as informações com apoio da Inteligência Artificial.
Sensores de IoT recebem um grande volume de dados. Com a aplicação da IA, é possível analisar imediatamente padrões, fenômenos e tendências, tornando as operações mais eficientes e dando ao gestor relatórios completos e transparentes de forma mais fácil e rápida.
Esse cenário é especialmente relevante para o 5G, e propagação do Blockchain, Realidade Aumentada e Computação em borda. Afinal, a união desses conceitos é a base para o desenvolvimento de soluções mais inteligentes e sensíveis em vários ramos, como:
Fique atento: investimentos em AIoT não param de crescer!
Saiba que AIoT não é um conceito distante, mas uma realidade cujo investimento está aumentando a cada ano.
Pesquisas mostram que o mercado global de AIoT vai crescer 39,1% até 2027, alcançando US$ 83,6 bilhões. Quanto ao mercado de soluções IoT, seu valor atingirá US$ 9,13 bilhões até 2027.
Outro dado relevante é que as empresas que produzem análises detalhadas, relatórios gerenciais e infográficos também expandiram os investimentos em IoT em 82% nos últimos anos.
Por que unir IA e IoT? As vantagens da AIoT
O ditado “a união faz a força” resume bem a importância da junção ente IA e IoT. Isso porque, a tecnologia pode ser aplicada em todos os setores para auxiliar na resolução de problemas reais das empresas.
Em resumo, processos ineficientes e repletos de gargalos estão sendo otimizados com a AIoT. E não para por aí. Confira as vantagens de investir nesse recurso!
Mais eficiência operacional
Com a AIoT, seu negócio pode chegar ao tão sonhado nível ideal de eficiência operacional. O motivo? Máquinas alimentadas por AIoT conseguem gerar e analisar dados, reconhecer padrões e tomar decisões estratégicas.
No dia a dia de uma indústria, por exemplo, isso significa identificar e corrigir problemas que afetariam a linha de produção. Além disso, a própria automação de processos representa um ganho importante de eficiência.
Monitoramento em tempo real
Com uma tecnologia tão poderosa em mãos, fica mais fácil monitorar processos em tempo real e evitar interrupções da operação.
Isso acontece graças ao olhar constante sobre o sistema com o foco em detectar problemas, prever falhas e tomar decisões de forma preventiva. Assim, temos uma menor intervenção humana e processos mais precisos e inteligentes.
Um bom exemplo disso é o uso de câmeras para detecção de vazamentos, comuns em plataformas de petróleo e gás. Consegue imaginar o quanto isso é importante?
Redução de custos
Sistemas AIoT são grandes aliados das empresas quando o assunto é redução de custos, principalmente por promoverem o uso inteligente dos recursos. É o que acontece, por exemplo, com a presença de sensores que controlam a luz e temperatura quando não existem pessoas no ambiente.
Outro ponto de destaque é seu papel na manutenção preventiva de equipamentos. Nesse caso, os sensores e câmeras podem verificar as condições das peças e prever o momento ideal para a substituição.
AIoT na prática: 6 exemplos de utilização no mundo real
Falar de AIoT pode parecer pouco palpável, mas a verdade é que existem grandes exemplos de como a tecnologia pode ser integrada à vida humana.
A seguir, selecionamos caso práticos, da vida real, que valem a pena conhecer e se inspirar!
1. Casas inteligentes
Já pensou uma casa inteligente, cada vez mais autônoma, segura e sustentável? A AIoT pode aprender com as interações e respostas humanas, assim automatiza vários processos para torar a rotina das pessoas mais simples e prática.
Um bom exemplo é a presença de termostatos que ajustam a temperatura do ambiente automaticamente, conforme preferência dos moradores. E câmeras de monitoramento capazes de identificar a presença de intrusos e reconhecer pessoas autorizadas e animais, por exemplo.
2. Câmeras de reconhecimento facial
Câmeras com IA habilitada podem ser instaladas para detectar automaticamente eventuais perdas, reconhecer o rosto de suspeitos e notificar a empresa imediatamente caso eles saiam do estabelecimento sem escaneá-lo.
Essa prática já foi implementada em diversos estabelecimentos para aumentar a segurança e minimizar perdas e está se popularizando cada vez mais no mercado.
3. Sensores de análise de comportamento
Sensores podem monitorar o comportamento de clientes para encontrar o que chama sua atenção, horários que realizam mais compras, aspectos visuais que chamam mais atenção etc.
A partir dessas informações, empresas são capazes gerenciar suas rotinas para melhor atender as necessidades dos clientes e maximizar suas vendas.
4. Aprimoramento de veículos guiados autônomos
Veículos Guiados Autônomos (AGVs ou Automared Guided Vehicles) são usados para transportar itens em armazéns, centros de distribuição (CD) e outros ambientes industriais. No entanto, eles não tinham autonomia para decidir diante de obstáculos.
Com a aplicação da AIoT, os robôs coletamdados do ambiente, analisam as informações e tomam as melhores decisões por conta própria, maximizando a eficiência, as operações e os resultados do negócio.
5. Edge Computing
Com a AIoT, um computador pode desviar uma parte de seus requisitos de processamento para outro computador que está na mesma rede. Dessa forma, é possível minimizar a latência, elevar a segurança de dados e ainda acelerar decisões, diferenciais da Edge Computing.
6. Monitoramento de tráfego urbano
Uma aplicação muito útil da AIoT é no monitoramento do tráfego urbano em tempo real. Sistemas inteligentes, apoiados por câmeras, drones e sensores podem avaliar o nível de um congestionamento e fazer análises sobre os possíveis motivos.
Resumindo, é possível identificar acidentes, infrações de trânsito, animais na pista e diversas intercorrências sem a intervenção humana.
AIoT e a evolução do papel do gestor
Sem dúvidas, a AIoT é uma das tecnologias mais importantes da atualidade. Além de promover eficiência e produtividade, ajuda a aumentar o lucro das empresas e otimizar processos que prejudicavam sua competitividade.
Mas é importante dizer que o gestor moderno precisa estar pronto para lidar com esse avanço. Isso porque, ele está apenas coordenando equipes, mas ajuda a tomar decisões e se reúne com lideranças de forma constante.
Faz parte do escopo deste cargo ter contato com fornecedores e clientes, decidir sobre orçamentos, mensurar resultados técnicos, cumprir metas e entregar resultados, entre outras atividades administrativas.
Esta nova abordagem é apoiada por facilidades proporcionadas pela própria tecnologia, como a cloud computing, big data e soluções mobile. Se, antes, era preciso ir ao escritório para operar sistemas e trabalhar, agora o gestor pode trabalhar de onde desejar.
Sendo assim, temos uma tecnologia poderosa, mas que também lança novos desafios. Aproveitar as oportunidades depende de assumir as responsabilidades e tomar os devidos cuidados que tanta mobilidade e agilidade proporcionam.
Riscos: quando a segurança não acompanha a inovação
A AIoT também traz vulnerabilidades. Portanto, é importante mencionar a questão da segurança. Isso porque, um ataque virtual pode colocar tudo em risco.
Uma brecha em um sensor conectado pode ser a porta de entrada para ataques graves. Por isso, a gestão de riscos e a educação digital dos colaboradores se tornam prioridades inadiáveis.
Vale dizer que, mesmo com o uso de ferramentas de proteção, como antivírus, firewalls e outrassoluções de segurança, é possível enfrentar incidentes. É papel do gestor prevenir ameaças e analisar ataques. Seu trabalho deve ser realizado com excelência para evitar que surjam brechas a serem exploradas por hackers e crackers.
Além disso, é uma boa prática “catequizar” os colaboradores sobre a Política de Segurança da Informação da empresa. Assim, todos devem saber que utilizar dispositivos não autorizados pode danificar o sistema, por exemplo.
FAQ
O que seria uma IoT?
A Internet das Coisas (IoT) é uma rede de dispositivos físicos conectados entre si e com a internet, capazes de coletar e trocar dados. De geladeiras que monitoram estoques até sensores industriais que acompanham o desempenho de turbinas, a IoT transforma objetos comuns em geradores de informações.
Como funciona o AIoT?
Sensores de IoT geram um grande volume de dados brutos. AInteligência Artificialentra em cena para:
Identificar padrões em tempo real;
Detectar anomalias (como superaquecimento de máquinas);
Prever falhas antes que ocorram;
Reagir automaticamente a eventos.
Qual a diferença entre IA e IoT?
Enquanto a IoT foca na coleta e transmissão de dados, a IA se dedica a interpretar e agir sobre essas informações. A IoT observa. A IA entende. A AIoT une essas duas pontas, criando sistemas capazes de perceber e reagir com eficiência e autonomia.
Quais os 4 tipos de IA?
IA reativa: responde a estímulos, sem memória (ex: xadrez);
IA com memória limitada: aprende com experiências (ex: carros autônomos);
IA da teoria da mente: entende emoções e intenções humanas (em desenvolvimento);
IA autoconsciente: ainda hipotética, teria consciência própria.
Qual o impacto da AIoT no dia a dia das pessoas?
A AIoT transforma rotinas comuns em experiências automatizadas e inteligentes. Em casa, ela ajusta luzes e temperatura com base nos hábitos dos moradores. No trânsito, torna os veículos mais seguros e responsivos. Na saúde, acelera diagnósticos e otimiza atendimentos. Ao conectar máquinas à inteligência, ela torna o cotidiano mais fluido, prático e eficiente.
AIoT já é realidade?
Sim, e em rápida expansão. De fábricas automatizadas a dispositivos domésticos inteligentes, seus impactos já são percebidos em diversos setores. O que antes parecia futurista, hoje é estratégico. Empresas que investem em AIoT ganham vantagem competitiva, enquanto as que ignoram essa evolução correm o risco de ficar para trás.
E o futuro da AIoT?
Com vimos, a AIoT combina o que há de melhor na IA e na IoT. Assim, é um recurso importante para solucionar problemas de forma rápida, segura e inteligente.
Soluções alimentadas por essa tecnologia estão se propagando no varejo, manufatura, saúde, segurança, bancos e diversos outros setores. Nesse cenário, não é difícil prever que o futuro será ainda mais surpreendente, com os dados sendo usados de forma muito mais ampla e estratégica.
Seu negócio está pronto para essa nova fase? Ignorar a evolução pode ser um risco. Entenda melhor em nosso conteúdo sobre a disrupção digital!
A jornada de digitalização dos negócios impulsionou um tema que se tornou uma exigência em termos de modernização: a conectividade empresarial. Afinal, apenas “ter internet” já se tornou ultrapassado.
Uma conectividade fraca é o gargalo que limita o crescimento, a produtividade e até a retenção de talentos.
Neste artigo, vamos explorar a fundo o conceito de conectividade empresarial, seus pilares fundamentais e como ela se relaciona diretamente com a performance, flexibilidade e capacidade de inovação do seu negócio, culminando no papel vital dos data centers neste cenário.
Continue a leitura e descubra como otimizar esse elemento tão crucial para sua empresa!
O que significa conectividade empresarial?
A conectividade empresarial é o ecossistema digital integrado que permite a fluidez e a segurança da comunicação, do tráfego de dados e da interação entre pessoas, sistemas e tecnologias dentro e fora da organização. Em sua essência, ela garante que todos os ativos digitais e humanos de uma empresa estejam harmoniosamente interligados e acessíveis.
Isso porque uma organização moderna depende de uma rede complexa de interações.
Por exemplo, imagine uma grande rede de varejo que utiliza um sistema de gestão em nuvem para controlar o estoque em diversas filiais simultaneamente.
Se a conectividade falha em uma loja, o vendedor não consegue checar a disponibilidade de um produto ou realizar uma transação, paralisando a operação e frustrando o cliente.
Além disso, a conectividade empresarial abrange a comunicação unificada (como voz, vídeo e chat), o acesso a sistemas de CRM e ERP, a utilização de serviços de cloud computing e até mesmo a interligação de dispositivos de IoT (Internet of Things) para monitoramento de ativos.
Isso demonstra que ela é o alicerce invisível que sustenta a produtividade, a capacidade de resposta ao mercado e, fundamentalmente, a inovação.
Conectividade: como ela é essencial
Tente listar quais atividades na sua empresa podem ser finalizadas sem precisar da internet ou de rede interna em nenhuma etapa. Agora, liste quantas atividades precisam da conexão. O segundo grupo provavelmente é muito maior, não é mesmo?
Em casa e no trabalho, a troca de dados por meio de uma conexão se tornou tão essencial quanto outros itens muito mais antigos, como telefone, meios de transporte ou energia elétrica.
Em uma empresa, a velocidade e qualidade da conexão influenciam as vendas, o atendimento ao cliente, a realização de pedidos, a geração de documentos e muitas outras áreas diretamente relacionadas aos resultados da companhia.
Com uma conexão rápida e confiável, os funcionários podem realizar suas tarefas sem interrupções. Com a popularização do cloud computing, a conectividade ganhou ainda mais destaque.
Os problemas que uma conexão ruim pode acarretar na sua empresa
Em uma conexão ruim, lentidão, quedas e instabilidades são comuns. A latência é o termo utilizado para descrever o tempo que leva para uma informação sair do computador ou servidor original e chegar até o destino.
Alguns centésimos de segundo podem parecer pouco tempo, mas se você multiplicar pela quantidade de dados que são enviados e recebidos por todos os usuários diariamente, verá que a latência é um fator importante para a produtividade.
Além do atraso na execução de atividades rotineiras, a conexão ruim pode gerar problemas ainda maiores. Qualquer falha na conexão gera paradas na operação da empresa, perda de dados e informações, falhas de comunicação, atrasos na logística e muitos outros problemas que podem resultar em grandes prejuízos financeiros.
Os 4 elementos da conectividade empresarial
Para que o conceito de conectividade empresarial seja funcional e traga resultados palpáveis, ele precisa ser sustentado por quatro pilares essenciais.
Estes elementos, quando trabalhados em conjunto, criam uma rede robusta, eficiente e pronta para suportar o crescimento do negócio.
Vamos conhece-los?
Integração
Este elemento foca na capacidade de diferentes sistemas, aplicações e plataformas de “conversarem” entre si de forma coesa.
Dessa maneira, a integração de dados e processos elimina a necessidade de retrabalho, reduz a chance de erros humanos e permite uma visão unificada da operação.
Imagine, por exemplo, o sistema de vendas (CRM) integrado ao sistema de estoque e ao financeiro (ERP). A venda é registrada, o estoque é automaticamente baixado e a fatura é emitida, tudo sem intervenção manual em cada etapa. Essa fluidez é essencial para otimizar o workflow e acelerar o ciclo de negócios.
Comunicação
Este pilar engloba todas as formas de interação: comunicação unificada (como videoconferências de alta definição e telefonia IP), colaboração em tempo real (documentos compartilhados) e, crucialmente, a comunicação segura entre equipes remotas, parceiros e clientes.
Uma boa conectividade garante que uma reunião importante não será interrompida por quedas de sinal e que dados confidenciais sejam transmitidos por canais criptografados e confiáveis.
Sistemas de Gestão e Tecnologias
Representa as ferramentas digitais de ponta que dependem diretamente da conectividade para funcionar em sua capacidade máxima.
Isso inclui a adoção de Inteligência Artificial (IA) para análise de dados, Machine Learning para automação de processos, migração completa ou híbrida para a nuvem (Cloud Computing) e o uso de sistemas de gestão (ERP, CRM, SCM).
Infraestrutura
É a base física e lógica de tudo. Este pilar engloba os data centers (soluções que você encontra em nosso portfólio, por exemplo), a rede de fibra ótica, os links dedicados de internet, o hardware de rede (roteadores, switches), as políticas de segurança cibernética e os planos de recuperação de desastres.
Isso porque uma infraestrutura de qualidade deve ser escalável para acompanhar o crescimento da demanda de dados, ter redundância para evitar downtime e contar com alta performance para garantir baixa latência (atraso na transmissão).
Portanto é a garantia de que o negócio nunca para por falha técnica de base.
Benefícios que fazem a diferença
Investir na conectividade de alto nível é um movimento estratégico que gera retornos significativos em diversas áreas do negócio.
Confira os principais benefícios:
Aumento da eficiência e produtividade
Com sistemas integrados e conexões rápidas e estáveis, o tempo gasto em tarefas operacionais é drasticamente reduzido. Assim, colaboradores conseguem acessar arquivos grandes, rodar aplicações complexas e colaborar em projetos sem interrupções, permitindo que se concentrem em atividades de maior valor estratégico.
Flexibilidade no modelo de trabalho
A conectividade robusta é o pilar que sustenta o trabalho híbrido e remoto com sucesso. Uma conexão segura e de alta velocidade permite que colaboradores acessem com segurança todos os recursos da empresa (servidores, sistemas e aplicações) fora do escritório, sem comprometer a segurança dos dadosou a qualidade do desempenho, tornando a empresa mais resiliente a eventos externos e atraente para o capital humano.
Maior chance de manter talentos, especialistas e profissionais sêniors
Profissionais de alto nível valorizam a capacidade de trabalhar com as melhores tecnologias e em ambientes sem barreiras técnicas. A conectividade empresarial garante que a empresa possa contratar talentos em qualquer lugar do mundo e fornecer a eles as ferramentas digitais necessárias.
Melhoria na tomada de decisões
O acesso instantâneo a dados precisos e atualizados é o que possibilita decisões mais rápidas e bem informadas. Uma conectividade eficiente permite que os painéis de Business Intelligence (BI) e dashboards em tempo real sejam acessados por executivos e gestores a qualquer momento, transformando dados brutos em insights acionáveis no momento exato em que o mercado exige.
Base para a transformação digital
Tecnologias emergentes como Inteligência Artificial, Big Data e 5G exigem uma infraestrutura que suporte um volume massivo de dados com baixíssima latência.
O futuro da conectividade dos data centers
Em um mundo corporativo dominado pela tendência da computação em nuvem (cloud computing) e pela explosão de dados gerados por cada interação, é natural que a conectividade empresarial se torne o tema mais urgente da pauta executiva.
Afinal, quando dados, serviços e aplicações precisam ser acessados de forma remota, segura e, sobretudo, instantânea, ter uma infraestrutura de conexão de ponta é primordial.
Nesse contexto, os Data Centers, sejam eles próprios, de colocation ou cloud, precisam se adaptar e evoluir. Ou seja, o futuro da conectividade está intrinsicamente ligado à capacidade dos data centers de agirem como verdadeiros hubs de interconexão.
Isso sublinha a demanda crescente por caminhos de dados dedicados e de altíssima performance.
Para atender a essa demanda e garantir a conectividade empresarial do futuro, os data centers devem focar em três pilares:
Interconexão de alta densidade (Carrier-Neutrality)
Tecnologia de ponta e baixa latência
Segurança e estabilidade
Soluções para a conectividade
Diversos métodos podem ser empregados para conectar dispositivos e servidores à internet e entre si. Conheça a seguir os principais.
Lan to Lan
A comunicação lan to lan baseada em MPLS (Multiprotocol Label Switching) é um serviço de comunicação que direciona os dados de um ponto para outros pontos com base no melhor caminho. Ao utilizar o MPLS, a rede ganha em performance, estabilidade, capilaridade e alto desempenho de forma simplificada.
DWDM
A Dense Wavelength Division Multiplexing, ou DWDM, é usada para interconectar a rede ponto a ponto sem intermediários e por meio de fibra ótica. A solução utiliza feixes de luz em diferentes comprimentos de onda para gerar uma conexão com baixíssima latência e alta capacidade, permitindo que grandes volumes de dados sejam transmitidos e um curto espaço de tempo.
Link IP
O Link IP é responsável por entregar a conexão com a internet nas estruturas remotas, seja em escritórios, Data Centers ou qualquer outro local desejado. A infraestrutura do Link IP funciona por meio de backbone de conectividade, uma espécie de espinha dorsal da internet, onde existe uma concentração de diversas operadoras que são responsáveis pela troca de informações através da internet.
Se uma das operadoras falhar, os dados passam automaticamente a serem transferidos por outra operadora. Assim, seu sistema fica menos sujeito a eventuais indisponibilidades das operadoras.
IX
Ao utilizar provedores de acesso para compartilhar conteúdos, nem sempre é possível estabelecer uma conexão direta entre todos eles. Nesses casos, o IX pode ser utilizado para fazer a ligação direta entre as empresas e os principais Pontos de Troca de Tráfego.
As operadoras e provedores de conteúdo trocam dados para centralizar informações e facilitar o intercâmbio, de forma que o usuário final possa se conectar rapidamente e com segurança. O IX funciona como um ponto de interconexão dentro de toda essa estrutura, facilitando o acesso aos dados em diversos provedores.
Cross Connect
Cross Connect é o nome dado à conexão entre os diversos ambientes dentro de um Data Center. Pode ser usado, por exemplo, para conectar equipamentos de diferentes operadoras com o ambiente da empresa ou para interconectar ambientes internos do rack dentro do mesmo Data Center.
A interligação de equipamentos sem intermediários dentro do próprio Data Center garante um ambiente mais controlado e vantagens para o negócio, como mais confiabilidade, redundância, melhor desempenho e baixa latência.
Complementando esse portfólio, a Ascenty disponibiliza ainda soluções estratégicas que ampliam as possibilidades de conectividade e controle para empresas em crescimento:
Dark Fiber
Ideal para empresas que demandam controle total sobre sua infraestrutura de rede, a fibra apagada (Dark Fiber) permite a criação de links dedicados, seguros e com altíssima capacidade de transmissão. Com rotas exclusivas e redundantes, essa solução oferece:
Controle completo da operação e gerenciamento.
Escalabilidade conforme a demanda de tráfego.
Baixíssima latência e alta disponibilidade.
Banda IP
O serviço de Banda IP da Ascenty entrega conectividade direta à internet com links dedicados, utilizando sua rede própria de fibra óptica e interconexões com diversos carriers. Ideal para garantir:
Alta performance e estabilidade.
Conectividade com múltiplas operadoras.
Monitoramento e gerenciamento 24×7.
ServiceFabric®
A plataforma de orquestração de conectividade da Digital Realty, integrada aos data centers da Ascenty, o ServiceFabric® é uma solução inovadora para interconexão segura e automatizada com nuvens, SaaS, parceiros e ecossistemas digitais. Seus diferenciais incluem:
Conectividade global sob demanda.
Segurança avançada com redes privadas e segmentadas.
Provisão ágil e flexível de conectividade entre múltiplas localidades.
Integração via portal ou APIs, com alta escalabilidade.
FAQ – Perguntas frequentas sobre Conectividade Empresarial
O que é conectividade empresarial e por que ela é importante?
Conectividade empresarial é a interligação de sistemas, dispositivos e pessoas para garantir comunicação eficiente, uso otimizado da nuvem e segurança de dados. Ela é essencial para escalar operações e manter a competitividade.
Como funciona a conectividade empresarial dentro de uma empresa moderna?
Envolve integração de sistemas, colaboração entre equipes, uso de cloud computing e uma rede segura. Isso tudo é viabilizado por tecnologias como Wi-Fi 7, internet multigiga, links IP, MPLS e outros.
Quais são as principais tecnologias usadas para garantir conectividade empresarial?
As principais tecnologias incluem:
Wi-Fi 7 para maior velocidade e estabilidade;
Internet Multigiga para aumentar capacidade de rede sem trocar cabeamento;
Links IP e MPLS (ponto a ponto) para conexões dedicadas e seguras;
Soluções como ServiceFabric® para orquestração e interconexão global;
Conectividade Social ICP V2, usada para integração eletrônica com órgãos como a CAIXA (FGTS).
Quais são os principais benefícios da conectividade empresarial?
Eficiência operacional: mais produtividade com processos interconectados.
Inovação: viabiliza adoção de tecnologias emergentes.
Escalabilidade: adapta a infraestrutura à demanda.
Redução de custos: otimiza recursos com cloud e links dedicados.
Quais são os 3 tipos principais de conexão empresarial?
Conexão via Link IP (internet dedicada)
MPLS (Lan-to-Lan) — para conectar múltiplas unidades
Conectividade em nuvem (com provedores como AWS, Azure, GCP)
O que significa “conectividade” no contexto corporativo? É a capacidade de manter comunicação e troca de dados fluida, segura e ininterrupta entre diferentes pontos da empresa — desde dispositivos internos até conexões com parceiros, clientes e nuvens públicas.
Conectividade empresarial com a Ascenty
A conectividade empresarial de excelência exige um parceiro que não apenas armazene seus dados, mas que atue como um facilitador de interconexão.
Ao escolher a Ascenty, sua empresa garante acesso direto a uma ampla rede de cloud providers globais e regionais, além da flexibilidade de interconexão com diversos parceiros e players de mercado em um ambiente seguro e de baixíssima latência.
Transforme a sua conectividade empresarial em um verdadeiro motor de crescimento.
Entre em contato com nossos especialistas e descubra as soluções de data center e conectividade que levarão a sua empresa para o próximo nível de eficiência e inovação.
O que é ESG: pilares, importância e benefícios para empresas
Entender o que é o ESG é tão relevante quanto acompanhar as tendências tecnológicas. Afinal, a sociedade mudou e tem demandas que não podem ser ignoradas.
A história de desenvolvimento da humanidade já passou por inúmeras fases. Durante séculos, crescer e ganhar novos mercados eram os únicos objetivos das empresas. Do outro lado, pessoas e governos tinham suas próprias demandas e expectativas.
Porém, as últimas décadas marcaram uma mudança de paradigma. Assim, começamos a perceber um movimento em prol de um futuro mais justo, igualitário, ético e sustentável. Agora, todos estão alinhados e engajados com esses objetivos; e é por isso que é tão importante falarmos sobre ESG.
Este conteúdo tem como missão te apresentar os pilares da sociedade moderna. Continue conosco e entenda como essas três letras estão influenciando a tomada de decisão em todos os setores!
Afinal, o que é o ESG?
ESG é um conceito amplo que engloba ações e boas práticas nas áreas ambientais, sociais e de governança. A sigla é originária da língua inglesa (Environmental, Social and Governance) e pode ser resumida como uma jornada de transformação para um mundo mais ético, inclusivo e sustentável.
Porém, sabemos que o alcance dessa meta depende da disponibilidade e empenho das empresas, governos e da própria população em criar e implementar práticas que garantam a harmonia entre lucro, propósito e transparência.
Vale a pena dizer que um estudo da Nielsenconcluiu que 74% dos consumidores preferem produtos e serviços de empresas sustentáveis. Ou seja, o próprio mercado mostra que é preciso se adaptar a essa nova realidade.
Qual a origem do ESG?
O termo ESG está entre os mais pesquisados do momento e é assunto em todo o mundo. Mas de onde ele surgiu?
Em primeiro lugar, vale dizer que ele é bem recente. Em 2004, foi citado pela primeira vez em relatório da ONU, chamado de Who Cares Wins (Ganha quem se importa), voltado para empresas com o foco em promover o engajamento em torno de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção.
Na oportunidade, o secretário-geral da ONU convocou as grandes instituições financeiras sobre como implementar ações ambientais, sociais e de governança às suas rotinas.
De lá para cá, a sigla começou a ser difundida em fóruns, seminários e relatórios. Hoje, é uma tendência a nível global, influenciando a tomada de decisão de gestores, governantes e consumidores.
Por que o ESG é importante para empresas e investidores?
O ESG deixou de ser apenas um diferencial e se tornou um requisito para a competitividade. Empresas que adotam práticas sustentáveis e responsáveis conquistam maior confiança do mercado, reduzem riscos e ampliam oportunidades de crescimento.
Entre os principais motivos que tornam o ESG indispensável, podemos destacar:
Atração de investimentos: fundos e investidores priorizam empresas com boas práticas ESG.
Melhoria da reputação: organizações alinhadas a valores ambientais e sociais ganham maior credibilidade.
Redução de riscos legais e financeiros: diminui a probabilidade de multas, processos ou danos à imagem.
Engajamento de talentos: profissionais buscam cada vez mais trabalhar em empresas alinhadas a valores sustentáveis.
Quais são os benefícios do ESG na prática?
Os benefícios do ESG vão além da imagem positiva no mercado. A implementação consistente desses critérios traz ganhos mensuráveis para os negócios:
Eficiência operacional: processos mais sustentáveis resultam em redução de custos e melhor aproveitamento de recursos.
Vantagem competitiva: empresas alinhadas ao ESG têm mais chances de conquistar clientes e parceiros estratégicos.
Sustentabilidade de longo prazo: organizações responsáveis tendem a ser mais resilientes em crises.
Inovação contínua: práticas sustentáveis estimulam soluções criativas e tecnológicas para reduzir impactos ambientais e sociais.
Quais são os desafios para implementar ESG?
Embora seja uma tendência global, a implementação do ESG exige esforço e adaptação. Entre os principais desafios enfrentados pelas empresas, estão:
Custos iniciais elevados: investimentos emenergia limpa, reciclagem e compliance podem ser altos no início.
Falta de indicadores claros: muitas empresas têm dificuldade em mensurar resultados ESG.
Mudança cultural: adaptar a mentalidade de gestores e colaboradores pode ser um processo longo.
Pressão regulatória: diferentes legislações exigem conformidade em vários níveis.
Superar esses desafios é importante para que a agenda ESG se consolide como parte estratégica das empresas.
ESG e sustentabilidade: qual a diferença?
Embora os dois conceitos estejam relacionados, ESG e sustentabilidade não são sinônimos.
Sustentabilidade é um princípio amplo que busca equilibrar aspectos ambientais, sociais e econômicos para garantir um futuro viável.
ESG é a forma prática de aplicar e medir a sustentabilidade dentro das empresas, por meio de indicadores e critérios específicos.
Portanto, a sustentabilidade é o objetivo, e o ESG é o caminho para alcançá-lo.
ESG: desvendando os três pilares da sociedade moderna
Como vimos, a agenda ESG gira em torno de três pilares. Eles estão relacionados com uma mudança de perfil e prioridades em todo o mundo, em que o desenvolvimento não existe de forma justa, ética e ambientalmente responsável.
Sem dúvidas, esse é um tema que merece ser discutido em todos os níveis. Afinal, todos nós somos impactados de alguma forma. Assim, governos, empresas e pessoas precisam reavaliar suas ações e adequá-las a esse novo padrão.
Veja como cada pilar do ESG transforma a forma de fazer negócios.
Pilar Ambiental do ESG
O Meio Ambiente vem figurando entre as principais preocupações da humanidade há muitos anos. Porém, nunca tivemos um engajamento tão grande em torno do assunto como agora.
Nesse sentido, vale destacar aresolução histórica da ONUsobre justiça climática, que visa responsabilizar legalmente as nações que causam danos ao sistema climático. A decisão é recente e demonstra a urgência em agir em favor da natureza.
Dentro do manifesto ESG, esse é um pilar que engloba exigências e atividades diversas, como:
Gestão de resíduos;
Redução do desmatamento;
Uso de fontes de energia renováveis;
Pilar Social do ESG
No eixo social, temos uma série de ações importantes que visam assegurar um desenvolvimento responsável por parte das empresas, preservando seus funcionários e a sociedade em que está inserida.
A ideia aqui é garantir que o mundo não se esqueça do ser humano enquanto busca o lucro. Afinal, o crescimento a qualquer custo não é mais aceitável.
Desse modo, todos estão mais atentos à forma com que as organizações lidam com essas questões, verificando uma série de indicadores e situações importantes, como:
Combate ao assédio moral nas empresas;
Políticas de igualdade de sexo, idade, religião, orientação sexual e outras;
Política salarial justa e compatível com o mercado;
Ações de valorização e incentivo à comunidade.
Combate ao trabalho infantil e escravo.
Pilar de Governança do ESG
Com foco emgovernança, as práticas ESG concentram-se em determinar e alinhar a forma com que as empresas são gerenciadas pelos seus gestores. Assim, buscamos responder a uma dúvida principal: a administração da empresa atende aos interesses dos funcionários, acionistas e clientes?
Dentro disso, podemos listar alguns pontos relevantes, como:
Ações para ampliar a transparência financeira e contábil;
Política de Governança de Dados;
Proteção de dados pessoais de clientes, parceiros e funcionários;
Política de remuneração dos acionistas.
O futuro do ESG: o que esperar para os próximos anos?
Entender o que é o ESG nos dá uma visão ampla sobre como o mundo deve se posicionar nos próximos anos. Afinal, já ficou claro que essa não é uma tendência passageira.
Mas o que esperar para o futuro? A expectativa é que questões ambientais, sociais e de governa ganhem ainda mais espaço nas mesas dos líderes e gestores mundiais.
Na América Latina, o ESG está sendo institucionalizado. Por exemplo, no México entraram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2025 os padrões obrigatórios de reporte de sustentabilidade (NIS A‑1 e B‑1).
Ao mesmo tempo, no setor de Data Centers, um relatórioindica que no Chile a demanda até 2032 poderá atingir ~2.360 MW, oito vezes o nível atual, o que reforça os desafios ambientais, energéticos e de governança que se colocam para a infraestrutura digital da região.
E no âmbito corporativo, a OECD aponta que “sustentabilidade e resiliência” já se tornaram parte central da agenda de governança das companhias latino‑americanas.
Por fim, o mundo deve presenciar a difusão de regulamentos e a padronização de metodologias e parâmetros para verificar a evolução das empresas na agenda ESG. Afinal, a sociedade está cada vez mais atenta a quem se preocupa com esses pilares.
ESG na prática: o exemplo da Ascenty
A Ascenty aplica o ESG de forma concreta em suas operações de Data Centers, unindo sustentabilidade, impacto social e governança ética. Confira os principais destaques:
Programas de capacitação tecnológica em parceria com o SENAI.
Iniciativas de inclusão digital para jovens e comunidades locais.
Comitês de Diversidade, Equidade e Inclusão, com treinamentos internos.
Certificação ISO 37001 (anticorrupção e antissuborno).
Fornecedores avaliados com processos de due diligence.
Canal de denúncias seguro e anônimo para colaboradores e parceiros.
“A sustentabilidade faz parte do nosso negócio bem antes mesmo da sigla ESG ganhar atenção. É uma prioridade que permeia toda a cultura da companhia.” — Marcos Alves, Gerente Executivo de Operações da Ascenty
Em entrevista, o executivo destacou que a Ascenty já alcançou 100% de energia renovável certificada pelo I-REC, neutralizou os Escopos 1, 2 e 3 de emissões e implementou programas como Aterro Zero, que desviou mais de 91% dos resíduos de aterros sanitários. Além disso, a empresa segue investindo em inclusão social, capacitação tecnológica e equidade de gênero.
FAQ ESG
O que é o conceito ESG?
ESG significaEnvironmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança). É um conjunto de critérios que avaliam o desempenho de empresas em sustentabilidade, responsabilidade social e ética na gestão.
O que são práticas ESG?
São ações voltadas para sustentabilidade, responsabilidade social e governança. Exemplos: reduzir emissões de carbono, implementar diversidade no ambiente de trabalho e adotar políticas de compliance.
O que é ESG Compliance?
ESG compliance é o alinhamento das práticas ambientais, sociais e de governança às normas legais e regulatórias, garantindo transparência, ética e conformidade com padrões globais.
O que é ESG nas empresas?
ESG nas empresas é a adoção de políticas e práticas que reduzem impactos ambientais, valorizam pessoas e asseguram governança ética e transparente.
Quais são os pilares ESG?
E de Environmental (Ambiental): práticas de energia limpa, gestão de resíduos, emissões de carbono.
S de Social: diversidade, direitos trabalhistas, impacto na comunidade.
G de Governança: ética, transparência, conselhos independentes, compliance.
Do que trata o pilar Ambiental do ESG?
O pilar ambiental aborda iniciativas como uso de energia renovável, gestão de resíduos, combate ao desmatamento e redução de emissões de carbono.
Do que trata o pilar Social do ESG?
O pilar social envolve diversidade, igualdade de oportunidades, respeito aos direitos humanos e investimentos em comunidades.
Do que trata o Pilar de Governança do ESG?
Esse pilar foca em transparência, ética nos negócios, conselhos independentes, auditorias e políticas de compliance.
Boas decisões garantem um futuro mais justo, ético e sustentável
Conseguiu entender o que é ESG? A sigla é muito mais do que uma tendência: trata-se de um caminho essencial para empresas que querem crescer de forma responsável, transparente e sustentável.
Por isso, cada escolha importa, da definição de fornecedores até a expansão de operações. Negócios que integram critérios ESG desde o planejamento estão mais preparados para reduzir riscos, conquistar investidores e construir uma reputação sólida.
E é justamente aqui que entra a inovação: a tecnologia pode ser uma grande aliada na construção de operações etecnologias mais sustentáveis, eficientes e éticas.
Quando ESG e transformação digital caminham juntos, surgem soluções capazes de reduzir impactos, otimizar recursos e gerar valor de longo prazo.
A rede privada separa empresas resilientes das que vivem apagando incêndios digitais. Em plena era da inteligência artificial, depender exclusivamente da internet pública é como tentar conduzir um trem-bala em um trilho improvisado: instável, arriscado e nada confiável.
Quem já tentou rodar aplicações críticas em rede pública sabe: cada queda é um mini-apocalipse. E se falhar custa caro, ou expõe dados, não dá para confiar no improviso.
Ao mesmo tempo, modelos de IA devoram informações em milissegundos, organizações precisam de algo maior do que conectividade: precisam de velocidade dedicada, segurança extrema e controle absoluto. É nesse ponto que a rede privada entra, pois além de estar conectado, é preciso estar do jeito certo.
Neste artigo, vamos desvendar não apenas o que é uma rede privada, mas também mostrar por que ela é a fundação de operações críticas. Continue aqui!
O que é uma rede privada?
Uma rede privada é uma rede de comunicação acessível apenas a usuários ou dispositivos autorizados. Ao contrário da internet pública, ela é fechada, segura e controlada pela própria organização.
Essa arquitetura garante que informações estratégicas não fiquem expostas a tráfego externo, reduzindo riscos de ataques, espionagem e perda de desempenho.
Quais são as características de uma rede privada?
Antes de decidir se esse modelo faz sentido para o seu negócio, vale entender os atributos centrais que diferenciam uma rede privada de qualquer rede pública:
Segurança reforçada: apenas usuários e dispositivos autorizados podem acessar.
Controle total: a organização define políticas de tráfego e configuração.
Desempenho previsível: tráfego dedicado, com baixa latência e alta disponibilidade.
Endereçamento IP privado: não roteável pela internet, reduzindo riscos de exposição.
Em resumo: uma rede privada é sinônimo de exclusividade e confiabilidade.
Quais são as vantagens e desvantagens de uma rede privada?
Toda escolha estratégica vem com ganhos e renúncias. Com a rede privada, não é diferente.
Custo mais elevado, já que exige infraestrutura própria.
Complexidade de gestão, demandando especialistas.
Ainda assim, em setores que não podem falhar, financeiro, saúde, indústria e serviços digitais, o investimento compensa.
Tipos e exemplos de redes privadas
Existem diferentes tipos de rede privada, cada uma adaptada a necessidades específicas. As principais são: Rede Local (LAN), Rede Privada Virtual (VPN), Rede 5G Privativa e Redes Privadas Corporativas (WAN) Veja como cada uma funciona:
Rede Local (LAN): conecta dispositivos em escritórios ou residências.
Rede Privada Virtual (VPN): cria túneis criptografados sobre a internet pública.
Rede 5G Privativa: ideal para IoT, automação industrial e cidades inteligentes.
Redes Privadas Corporativas (WAN): rede dedicada e de alta performance, como as fornecidas pela Ascenty voltadas à interconexão de sites, Clouds e Data Centers.
Cada modelo tem seu espaço, mas a lógica é a mesma: exclusividade de tráfego e segurança reforçada.
Qual a diferença entre rede pública e privada?
Característica
Rede Pública
Rede Privada
Acesso
Aberto a qualquer usuário
Restrito e autenticado
Segurança
Mais vulnerável a ataques
Criptografia e controle dedicado
Desempenho
Sujeito a congestionamentos
Baixa latência, tráfego dedicado
Controle
Limitado ao provedor
Total, definido pela empresa
Custo
Menor investimento inicial
Investimento maior, mas estratégico
Como entrar em uma rede privada?
Não existe atalho: o acesso a uma rede privada é sempre controlado e intencional. Em ambientes corporativos, esse acesso pode ocorrer de duas formas:
Conexões dedicadas: quando a empresa possui circuitos físicos ou lógicos provisionados por meio de provedores de rede privada (como a Ascenty), com portas exclusivas e VLANs isoladas para cada cliente.
Acesso remoto seguro: para colaboradores externos, o acesso é realizado por VPNs corporativas, credenciais autenticadas ou certificados digitais, garantindo que apenas usuários autorizados acessem dados estratégicos.
Esse modelo assegura isolamento de tráfego, previsibilidade de desempenho e controle absoluto sobre quem e o que transita pela rede.
Onde as redes privadas são usadas?
Elas aparecem sempre onde falhar não é opção:
Intranets corporativas: colaboração interna com alta segurança.
Indústrias e fábricas inteligentes: automação em tempo real.
Setor de energia e utilities: monitoramento de smart grids.
Cidades inteligentes: transporte, agricultura e gestão urbana digital.
Em todos os casos, a lógica é a mesma: não dá para depender de uma rede pública quando a operação não pode falhar.
Rede privada na era da inteligência artificial
Agora pense em IA. Modelos que processam terabytes em segundos, decisões que não podem travar, aplicações que exigem latência mínima. Essas demandas não são plenamente atendidas pela internet pública.
Segundo o Gartner, os desafios mais críticos para adoção de IA nas empresas estão diretamente ligados a segurança, gestão e custos. Ou seja, investir em rede privada é pré-requisito para suportar cargas de trabalho de IA com confiabilidade.
Por que confiar na Ascenty com sua rede privada?
Uma rede privada sozinha já é poderosa. Mas a rede privada da Ascenty não é apenas uma ilha isolada de conectividade: ela faz parte de um ecossistema interconectado, orquestrado pelo ServiceFabric®, que conecta Data Centers, nuvens, provedores e empresas em uma única malha digital.
E por que isso importa? Porque quando falamos de inteligência artificial, indústrias 4.0, bancos digitais e cidades inteligentes, não existe espaço para improviso.
Latência mata performance. Segurança não é opcional. E o preço da indisponibilidade é sempre maior que qualquer investimento.
É exatamente nesse ponto que a Ascenty se diferencia:
Rede própria de fibra óptica
Elas interligam Data Centers e parceiros, garantindo tráfego dedicado, estável e independente da rede pública.
ServiceFabric®
A plataforma que transforma a rede privada em algo maior: uma malha orquestrada que conecta nuvens, empresas e aplicações em um único ecossistema digital.
Data Centers Tier III e TUV Rheinland
Infraestruturas certificadas internacionalmente, com 100% de SLA de disponibilidade, garantindo que sua rede privada esteja sempre ativa.
Energia 100% renovável
Porque inovação sem responsabilidade não faz sentido. Toda a operação é movida por energia limpa, com compromisso Carbono Zero.
Carrier Neutral
Na Ascenty, a escolha é sua. A infraestrutura é carrier neutral, o que significa liberdade total para definir os provedores que farão parte da sua rede privada.
O maior Data Center da América Latina
Com Data Centers no Brasil, Chile, México e Colômbia, a Ascenty conecta negócios em escala continental, criando pontes digitais que ampliam a resiliência e a competitividade.
FAQ – Rede privada
O que é uma rede privada?
É uma rede de comunicação restrita a usuários autorizados, mais segura e confiável que redes públicas.
O que é rede pública e privada?
A rede pública é aberta a todos, como a internet. A privada é exclusiva de uma organização, com tráfego controlado e protegido.
Como entrar em uma rede privada?
Por meio de autenticação segura, geralmente com credenciais, certificados digitais ou VPNs.
Rede privada é futuro e a Ascenty já está lá
Uma rede privada é a infraestrutura que permite que dados estratégicos circulem sem ruídos, com segurança, baixa latência e previsibilidade.
E quando essa rede é apoiada por ServiceFabric® e pela rede própria de fibra óptica da Ascenty, ela se transforma em um diferencial competitivo.
Continue a leitura aqui para entender em detalhes como essa plataforma redefine a conectividade privada.
Fast connection failover: sua rede preparada para falhas
Quando a conexão é o elo vital do seu negócio, cada segundo de indisponibilidade custa, e caro. Fast connection failover é a capacidade crítica de uma rede ou sistema redirecionar o tráfego rapidamente para uma rota alternativa em caso de falhas.
E mais do que uma funcionalidade técnica, é o que separa empresas resilientes das que ficam fora do ar.
Onde aplicações não podem parar, é fundamental contar com uma infraestrutura projetada para garantir respostas imediatas a qualquer interrupção, com múltiplos caminhos de tráfego, independência de operadoras e rotas sempre disponíveis.
Aqui neste artigo, você vai entender como o fast connection failover funciona, onde ele é indispensável e o que uma infraestrutura precisa oferecer para garantir essa resiliência de forma real. Confira!
O que é fast connection failover?
Fast connection failover é um mecanismo de alta disponibilidade que permite que aplicações e redes redirecionem o tráfego automaticamente para uma rota funcional quando ocorre uma falha em algum ponto da conexão.
Esse redirecionamento é quase instantâneo, evitando quedas no serviço ou perda de dados.
Por que isso importa?
Reduz interrupções de serviço;
Garante continuidade de operações críticas;
Minimiza impacto em aplicações em tempo real.
No contexto de banco de dados, como nas soluções Oracle, o fast connection failover detecta falhas, fecha conexões inválidas e redistribui o tráfego entre instâncias ativas — tudo automaticamente.
Como funciona o fast connection failover na prática?
O mecanismo funciona com monitoramento contínuo e eventos automáticos de failover, redirecionando requisições para rotas ou instâncias ativas assim que uma falha for detectada.
Principais componentes e etapas do processo:
Detecção de falhas em tempo real;
Encerramento imediato de conexões inválidas;
Distribuição inteligente de novas conexões;
Balanceamento de carga em tempo real;
”Retentativa” de conexões e replay de transações.
Ambientes onde o failover rápido é indispensável:
Plataformas financeiras e bancárias;
Ambientes hospitalares;
Operações logísticas e e-commerces.
Por que a infraestrutura da Ascenty é ideal para fast connection failover?
Não basta a aplicação estar preparada, a infraestrutura precisa ser resiliente. E nisso, a Ascenty é referência na América Latina.
A infraestrutura da Ascenty entrega:
Rotas redundantes em todos os Data Centers;
Backbone próprio de fibra óptica;
Conectividade direta com IX.br e clouds como AWS, Oracle, Azure e Google Cloud;
Interconexões em Cable Landing Stations, possibilitando alcance global;
Perguntas frequentes sobre fast connection failover (FAQ)
O que é fast connection failover?
Fast connection failover é um recurso que redireciona conexões automaticamente para rotas ou instâncias alternativas quando ocorre uma falha, garantindo continuidade.
Quais tecnologias usam fast connection failover?
É comum em ambientes com Oracle RAC, Active Data Guard, Universal Connection Pool (UCP) e soluções que integram ONS (Oracle Notification Service).
Qual a diferença entre TAF e fast connection failover?
O TAF atua na camada de rede com reconexão automática. Já o fast connection failover é orientado por eventos, mais eficiente, e integrado com caches de conexão e balanceamento.
O que é necessário para implementar fast connection failover?
Infraestrutura robusta, múltiplas rotas e suporte a tecnologias de failover no nível de aplicação e rede. A Ascenty oferece todos esses elementos em sua arquitetura.
Sua rede pronta para falhas é uma rede preparada para o futuro
Fast connection failover é uma estratégia importante para garantir resiliência, performance e continuidade em ambientes corporativos.
A Ascenty oferece a base certa para isso: com estrutura redundante, interconexões diretas e disponibilidade garantida, sua empresa está pronta para crescer sem interrupções.
Sua empresa está pronta para crescer sem interrupções. Vamos conversar sobre como sua rede pode evoluir com total segurança? Agende uma conversa com nossos especialistas e prepare a sua empresa.
Black Friday: como preparar sua infraestrutura digital
Criada nos Estados Unidos, a Black Friday consolidou-se como a maior campanha de vendas do Brasil. Na última sexta-feira de novembro, os consumidores encontram descontos em todas as categorias de produtos.
Além de garantir boas promoções, é preciso garantir que o ambiente digital esteja preparado para picos de demanda. Afinal, lentidão ou indisponibilidade do site significam carrinhos abandonados, perda de receita e frustração do cliente.
É preciso estar preparado para tanto sucesso! Pensando nisso, fizemos este artigo que aborda os pilares de infraestrutura digital que sustentam um e-commerce de alta performance durante a Black Friday.
A Black Friday de 2025 promete grandes números
Um sucesso que cresce a cada ano: em 2024, o e-commerce brasileiro faturou R$ 9,38 bilhões, com cerca de 18,2 milhões de pedidos realizados, representando um crescimento de mais de 10% em relação a 2023. O ticket médio ficou em R$ 515,66, segundo dados do Ecommerce Brasil.
Com a digitalização cada vez mais acelerada, a expectativa é que em 2025 esses números sejam ainda maiores, ampliando a pressão sobre os e-commerces que precisam garantir performance, estabilidade e escalabilidade para atender seus clientes.
Quais são as estratégias para Black Friday?
Para ter sucesso na maior data do varejo online, é preciso estruturar todo o ecossistema do e-commerce, desde a infraestrutura tecnológica, que sustenta o tráfego elevado, até a estratégia digital e operacional, que garante uma jornada de compra fluida e eficiente.
A seguir, veja os cinco pilares de infraestrutura que garantem uma Black Friday de alta performance:
1. Planejamento de TI com base sólida
A preparação para a Black Friday começa muito antes do evento. É fundamental que os e-commerces testem sua capacidade de atendimento e contem com um ambiente de TI dimensionado para crescer sem riscos.
Com os serviços de Colocation da Ascenty, sua empresa hospeda servidores em Data Centers altamente seguros, escaláveis e estrategicamente localizados, garantindo energia redundante, refrigeração eficiente e disponibilidade contínua.
💡 Dica extra: além da infraestrutura, alinhe sua estratégia digital. Defina objetivos claros, estude os dados de campanhas anteriores e crie um cronograma detalhado para marketing, logística e atendimento. A base tecnológica dá suporte para que tudo isso funcione.
2. Alta disponibilidade para não perder vendas
Durante a Black Friday, cada segundo importa. Estudos mostram que 70% dos consumidores desistem da compra após duas tentativas frustradas de acesso.
Os Data Centers da Ascenty oferecem 100% de SLA de disponibilidade de infraestrutura, energia de altíssima resiliência e monitoramento 24×7. Isso significa que seu ambiente de e-commerce estará sempre ativo, mesmo nos momentos de maior sobrecarga.
3. Escalabilidade e conectividade sob medida
Não basta apenas estar no ar. É preciso que a experiência seja fluida, com baixa latência e conectividade robusta.
Com soluções como o ServiceFabric®, a Ascenty conecta sua operação diretamente aos maiores provedores de nuvem (AWS, Google Cloud, Microsoft Azure, Oracle, entre outros) e pontos de troca de tráfego (IX.br, cabos submarinos, operadoras globais).
Assim, seu e-commerce pode escalar recursos digitais de acordo com a demanda, sem gargalos e sem depender de rotas públicas da internet.
💡 Dica extra: além da infraestrutura digital, garanta que sua plataforma de e-commerce esteja otimizada (SEO, responsividade, checkout simplificado). A conectividade Ascenty garante a estabilidade, mas a experiência do usuário precisa estar pronta para converter.
4. Flexibilidade e otimização de custos
Ao invés de investir em infraestrutura própria que ficaria ociosa na maior parte do ano, o Colocation e os serviços de interconexão da Ascenty permitem que sua empresa pague apenas pelo que realmente usa.
Isso garante eficiência financeira e flexibilidade operacional, viabilizando investimentos estratégicos em áreas que realmente diferenciam o negócio.
5. Suporte especializado 24×7
Na Black Friday, cada minuto de instabilidade pode custar milhares em vendas. Por isso, a Ascenty oferece suporte técnico 24 horas por dia, 7 dias por semana, com equipes especializadas e serviços como Smart Hands, que dão suporte imediato no ambiente físico do Data Center.
Infraestrutura escalável é essencial para aumentar as vendas
A Black Friday é a principal oportunidade de vendas do ano, e em 2024 a ABComm estimou faturamento de R$ 7,93 bilhões no e-commerce durante o período até a Cyber Monday.
Para sustentar esse crescimento, é indispensável contar com uma infraestrutura robusta e escalável, capaz de evitar quedas e instabilidades em momentos críticos.
Um exemplo é a Riachuelo, que adotou soluções de Colocation, Disaster Recovery e conexão com múltiplas nuvens da Ascenty para garantir flexibilidade e disponibilidade durante os picos de vendas.
Como resume Ney Santos, Diretor Executivo de Tecnologia e Inovação da Riachuelo:
“Com alguns cliques é possível escalonar a conexão e atender melhor às necessidades dos clientes durante este período estratégico. A Ascenty é um dos nossos parceiros focados em nos apoiar para levar uma experiência de qualidade.”
FAQ: infraestrutura digital para e-commerce na Black Friday
Qual a diferença entre Colocation e Cloud?
O Colocation é a hospedagem dos seus servidores em um Data Center de classe mundial, garantindo segurança física, energia redundante, refrigeração eficiente e conectividade robusta. Já a Cloud Computing é a contratação de recursos virtuais sob demanda.
A Ascenty não oferece cloud diretamente, mas fornece a base física e a conectividade que permitem que você utilize qualquer provedor de nuvem com máxima performance.
Como evitar que meu site caia durante a Black Friday?
O segredo está em contar com infraestrutura de alta disponibilidade. Os Data Centers da Ascenty oferecem 100% de SLA de disponibilidade de infraestrutura, energia de altíssima resiliência e monitoramento 24×7. Isso garante que seu e-commerce esteja no ar mesmo nos momentos de pico.
A infraestrutura da Ascenty ajuda a reduzir a lentidão do site?
Sim. A conectividade direta com provedores de nuvem, IX.br, cabos submarinos e operadoras globais reduz a latência e melhora a experiência do cliente. Na prática, isso significa carregamentos mais rápidos e maior taxa de conversão.
Posso escalar minha infraestrutura apenas para a Black Friday?
Sim. Com Colocation e serviços de interconexão como o ServiceFabric®, é possível escalar recursos digitais de forma flexível, pagando apenas pelo que for necessário. Assim, você não precisa manter uma estrutura superdimensionada o ano inteiro.
E se houver algum problema durante a Black Friday?
A Ascenty oferece suporte técnico especializado 24×7 e serviços como o Smart Hands, que atuam diretamente no ambiente físico do Data Center. Isso garante resposta imediata a qualquer eventualidade, minimizando riscos de interrupções.
A base da sua Black Friday está na infraestrutura digital
Mais do que Cloud Computing, o que garante o sucesso do seu e-commerce é a infraestrutura que sustenta a nuvem e os sistemas críticos de vendas.
Com os Data Centers e o ecossistema de conectividade da Ascenty, sua empresa terá segurança, escalabilidade e desempenho para aproveitar todo o potencial da Black Friday, e de qualquer outra campanha de alto tráfego digital.
A computação em nuvem revolucionou o acesso à tecnologia. Em vez de investir em servidores físicos e infraestrutura local, empresas agora podem consumir recursos sob demanda, como armazenamento, processamento, banco de dados e softwares com mais flexibilidade, escalabilidade e menor custo inicial.
Mas apesar das promessas, o futuro da nuvem não será apenas sobre benefícios. Segundo o Gartner, 25% das empresas estarão insatisfeitas com a nuvem até 2029, devido a custos descontrolados, implementações falhas e expectativas irreais.
Neste artigo, você entenderá:
O que é computação em nuvem e como funciona;
Quais os principais modelos e benefícios;
Porque tantas empresas estão enfrentando desafios com a nuvem;
E como uma infraestrutura sólida, como a da Ascenty, pode evitar esses riscos.
O que é computação em nuvem — e por que ela virou o “alvo número 1” das estratégias digitais?
A computação em nuvem é a entrega de recursos de TI sob demanda via internet. Isso inclui servidores, armazenamento, banco de dados e softwares — todos acessíveis sem que você compre ou mantenha infraestrutura local.
O modelo é simples de entender: você paga apenas pelo que usa, escala quando precisa, e libera seu time de TI para focar em inovação em vez de manutenção.
Mas o que parece simples no papel, vira caos quando falta preparo. Principalmente quando empresas ignoram que por trás da nuvem, existe uma infraestrutura física que precisa ser robusta, interconectada e confiável.
Quais os principais tipos de computação em nuvem?
Antes de mergulhar nas tendências, vale entender as três camadas da nuvem. Todas têm benefícios, mas também armadilhas se mal geridas.
IaaS (Infraestrutura como Serviço): Ideal para quem quer flexibilidade. Você “aluga” servidores, redes, armazenamento. Mas o controle também traz responsabilidade: quem gerencia os recursos é você.
PaaS (Plataforma como Serviço): Menos sobre hardware, mais sobre agilidade no desenvolvimento. A infraestrutura vem pronta, mas seu foco está em criar e escalar aplicações.
SaaS (Software como Serviço): O usuário consome aplicativos prontos pela internet. Tudo é gerenciado pelo provedor. É o modelo mais comum para e-mail, CRM e colaboração.
Cada camada atende a um estágio de maturidade. E cada uma exige um nível diferente de conectividade, segurança e suporte físico.
Quais são os benefícios da computação em nuvem que encantam — e os desafios que assustam?
Vamos falar a real. A nuvem encanta pelo que promete:
Redução de custos com servidores e manutenção;
Escalabilidade imediata;
Menos tempo para lançar produtos;
Acesso global aos dados;
Segurança de ponta.
Mas ela assusta quando:
A conta estoura no final do mês;
Você não sabe onde estão os dados críticos;
A integração entre nuvens vira um pesadelo;
Falta suporte físico para cargas de trabalho críticas;
A conectividade se transforma no gargalo.
E é aí que entra o alerta do Gartner: a falta de estratégia transforma a nuvem em armadilha.
Por que tantas empresas estão insatisfeitas com a nuvem?
Segundo o Gartner, até 2029, 1 em cada 4 empresas vai se arrepender da forma como adotou a computação em nuvem.
Desalinhamento com requisitos regulatórios e de soberania;
Infraestrutura fraca para suportar o modelo cloud-native.
E o mais grave: empresas pulam etapas essenciais, como planejar a conectividade privada ou escolher parceiros com backbone local robusto.
Quais são as tendências que vão moldar a computação em nuvem até 2029?
O Gartner mapeou 6 forças que vão redefinir o futuro da computação em nuvem. Spoiler: nenhuma delas é trivial.
1. Insatisfação com a nuvem
Implementações abaixo do ideal e expectativas infladas vão gerar frustração.
2. Explosão da demanda por IA e Machine Learning
Até 2029, 50% da nuvem será consumida por cargas de IA. Isso exige muito mais energia, conectividade e poder computacional.
3. Complexidade do multicloud e cross cloud
Empresas que achavam que usar vários provedores daria liberdade, agora enfrentam desafios de integração,latênciae governança.
4. Pressão por soberania digital
Regulamentações, como LGPD, exigem que dados estejam sob controle nacional. Isso implica escolher infraestruturas alinhadas às leis locais.
5. Sustentabilidade como critério decisivo
A pressão por ESG chegou à TI. Empresas terão que mostrar eficiência energética e neutralidade de carbono na infraestrutura digital.
6. Soluções específicas por setor
Clouds verticais vão crescer, mas exigem infraestrutura personalizada, com baixa latência e alta disponibilidade.
Como a Ascenty evita que sua empresa entre nas estatísticas da insatisfação?
A Ascenty oferece a base que garante que sua nuvem funcione de verdade. Veja como!
Data Centers Carrier Neutral: Interconectados, certificados, com subestações próprias.
Cloud Connect com os principais players: AWS, Azure, Google Cloud, Oracle e mais, com conexão privada, segura e estável.
ServiceFabric®: Uma plataforma de interconexão e orquestração para integrar cloud, aplicações, pessoas e dados. Automação e visibilidade ponta a ponta.
Ecossistema completo de conectividade: Rede de fibra própria, acesso ao IX.br, AICX e cabos submarinos.
Soluções de Colocation e Cages dedicados: Flexibilidade para ambientes híbridos, com suporte técnico 24×7, refrigeração dimensionada e infraestrutura modular.
Como evitar a insatisfação com a computação em nuvem?
Não comece pela nuvem. Comece pela base.
Avalie se sua estrutura atual dá conta das cargas de trabalho que vêm por aí.
Revise sua conectividade, pública ou privada.
Mapeie onde estão os dados críticos e como proteger sua soberania.
Pense em escalabilidade com controle, e não só em “crescer rápido”.
A Ascenty ajuda empresas em toda a América Latina a construírem estratégias de nuvem que funcionam. Sem promessas exageradas e com infraestrutura real.
Computação em nuvem exige estratégia — e isso começa no chão (do Data Center)
Ninguém escala o digital começando pelo topo. A computação em nuvem começa pela fundação. E para chegar a 2029 com segurança, performance e controle, você precisa mais do que boas ideias.
Você precisa de base sólida, conectividade de verdade, e parceiros que entregam infraestrutura de classe mundial.
A Ascenty está pronta para te ajudar a estruturar sua nuvem com a robustez, flexibilidade e escalabilidade que os próximos anos vão exigir. Marque uma reunião com nossos especialistas e construa uma base que não te decepcione em 2029 nem nos anos seguintes.
A Cloud Computing veio para ficar. Pode haver quem questione, mas há um consenso entre especialistas: esse modelo já se consolidou e não é apenas uma tendência passageira, e sim uma tecnologia que continuará crescendo nos próximos anos.
Muitos empresários ainda têm dúvidas sobre migrar o núcleo da sua infraestrutura para a nuvem, mas uma análise cuidadosa mostra que os benefícios superam as preocupações.
E não estamos falando apenas de vantagens amplamente conhecidas, como a facilidade de colaboração e o acesso a sistemas e dados de qualquer lugar. O grande diferencial está na possibilidade de disponibilizar servidores e recursos críticos pela internet, com escalabilidade, segurança e gestão especializada.
O que é Cloud Computing?
A computação em nuvem, ou cloud computing, é o fornecimento de recursos de TI sob demanda pela internet — como servidores, armazenamento, bancos de dados, redes, software e análise de dados — permitindo que empresas e indivíduos acessem esses recursos de forma escalável e pagando apenas pelo uso.
Isso elimina a necessidade de manter servidores e infraestrutura física próprios, transferindo a gestão para provedores especializados como AWS, Microsoft Azure, Google Cloud e outros.
Quais são os tipos de Cloud Computing?
Existem 3 principais modelos de nuvem, cada um com suas características:
Tipo de Nuvem
Descrição
Principais Vantagens
Nuvem Pública
Infraestrutura compartilhada entre vários clientes, gerenciada por um provedor externo.
Escalabilidade, custo reduzido, manutenção a cargo do provedor.
Nuvem Privada
Infraestrutura dedicada a uma única empresa, podendo estar em data center próprio ou terceirizado.
Maior controle, segurança personalizada, compliance.
Nuvem Híbrida
Combinação de nuvem pública e privada, com transferência de dados entre ambas.
Flexibilidade, otimização de custos e segurança balanceada.
Cinco provas de que a Cloud Computing veio para ficar
A seguir, apresentamos 5 razões concretas que comprovam a relevância e a permanência do Cloud Computing como modelo dominante para empresas de todos os portes e segmentos.
1. Especialização e foco no negócio
As empresas que utilizam o serviço têm a possibilidade de manter o foco no seu verdadeiro negócio, sem precisar criar especialistas e mobilizar equipes para lidar com o aspecto operacional.
O mesmo pode ser dito da empresa que presta os serviços: essa não só cria verdadeiros especialistas em virtualização e redes, mas em todos os aspectos que envolvem a continuidade dos serviços: gerência de riscos, alta disponibilidade, segurança da informação, entre muitos outros.
Exemplo: um e-commerce que usa IaaS (Infraestrutura como Serviço) pode lançar novas campanhas sem se preocupar com a capacidade de servidores, pois o provedor ajusta os recursos automaticamente.
2. Continuidade do negócio
A continuidade do negócio é justamente um dos pontos mais fortes da Cloud Computing.
Com garantia de execução de backups, além de outros mecanismos de disponibilidade, e todos os aspectos de recuperação de desastres tratados nos Data Centers que movem a nuvem, a continuidade do negócio é garantida em um nível que dificilmente ocorreria com manutenção própria de servidores.
Isso inclui redundância geográfica, replicação de dados em tempo real e acordos de SLA (Service Level Agreement) que asseguram disponibilidade acima de 99,9%.
3. Expansão da infraestrutura
Desde os tempos da virtualização, a alocação de recursos de forma apropriada às necessidades computacionais passou a ser gerenciada de forma mais madura.
Porém, com a centralização desses recursos em prestadores de serviços, que os alocam entre dezenas de clientes, a facilidade de expansão da infraestrutura se tornou ainda maior com resultados ainda mais imediatos.
Esse é o conceito deelasticidade: aumentar ou reduzir recursos de forma instantânea, algo essencial em picos de demanda como datas sazonais ou lançamentos de produto.
4. Sustentabilidade ambiental
Com a otimização de ambientes de Data Centers centralizados, a utilização energética atinge seu melhor nível de aproveitamento com um grande foco na gestão de recursos, que são importantes para a lucratividade do modelo.
Grandes provedores aplicam métricas como PUE (Power Usage Effectiveness) e WUE (Water Usage Effectiveness) para monitorar e reduzir consumo de energia e água, contribuindo para metas ESG (Environmental, Social and Governance).
A manutenção de servidores próprios, entretanto, dificilmente dará tanto foco e atenção a essa questão, gerando desperdício de energia e recursos naturais.
5. Economia de escala
Todos os motivos anteriores, embora de grande relevância, parecem pequenos perto do que assegura a total sustentabilidade do modelo Cloud Computing: a economia de escala.
Em última análise, esse é o grande “pulo do gato”, pois os custos possíveis com o modelo são significativamente inferiores aos que as empresas poderiam obter de forma individual.
Na prática: ao compartilhar recursos entre diversos clientes, os provedores reduzem o custo unitário de processamento e armazenamento, tornando acessível tecnologia de ponta que, isoladamente, seria muito cara.
Modelos de Serviço em Cloud ComputingParte superior do formulário
Além dos tipos de nuvem, existem 3 modelos principais de serviço:
IaaS (Infraestrutura como Serviço) – recursos básicos como servidores virtuais, redes e armazenamento.
PaaS (Plataforma como Serviço) – ambiente completo para desenvolvimento e implantação de aplicações.
SaaS (Software como Serviço) – softwares prontos, acessados via internet, sem necessidade de instalação local.
Casos de uso reais da Cloud Computing
A computação em nuvem já é utilizada de forma estratégica em diversos setores, oferecendo flexibilidade, segurança e desempenho para diferentes demandas.
Saúde: armazenamento seguro de prontuários eletrônicos e análise de dados para tratamentos personalizados.
Finanças: detecção de fraudes em tempo real usando inteligência artificial hospedada na nuvem.
Varejo: escalonamento de infraestrutura para campanhas como Black Friday.
Educação: plataformas de ensino a distância com alta disponibilidade.
FAQ – Perguntas frequentes sobre Cloud Computing
O que é cloud computing em termos simples?
É o uso da internet para acessar e gerenciar recursos de TI, como servidores, armazenamento e aplicativos, sem precisar manter uma infraestrutura física própria.
Quais são as características da computação em nuvem?
Sob demanda: recursos disponíveis quando necessário, sem compra ou manutenção própria.
Escalabilidade: aumento ou redução de recursos conforme a demanda.
Elasticidade: adaptação rápida a picos de uso sem interrupção.
Economia: redução de custos com infraestrutura e equipe especializada.
Flexibilidade: acesso de qualquer lugar com internet.
Inovação: permite que as empresas foquem no negócio e deixem a infraestrutura com especialistas.
Quais são os tipos de Cloud Computing?
Nuvem pública: infraestrutura compartilhada entre vários clientes, gerenciada por provedor externo.
Nuvem privada: dedicada a uma única empresa, hospedada localmente ou em data center terceirizado.
Nuvem híbrida: combina nuvem pública e privada, permitindo transferência de dados e aplicações entre ambas.
Quais são os desafios da computação em nuvem?
Dependência da internet: falhas de conexão podem afetar o acesso.
Segurança: exige escolher um provedor confiável e aplicar boas práticas.
Controle e gerenciamento: é preciso monitorar o uso e o armazenamento de dados.
Interoperabilidade: pode haver necessidade de adaptar aplicações durante a migração.
Quais são as vantagens da Cloud Computing?
Redução de custos: elimina investimentos em servidores próprios e manutenção.
Eficiência: libera a equipe para focar nas atividades principais.
Alta disponibilidade: garantida por SLAs e infraestrutura redundante.
Segurança: provedores investem em tecnologias avançadas de proteção.
Acesso remoto: dados e sistemas disponíveis em qualquer lugar.
Qual é a diferença entre IaaS, PaaS e SaaS?
IaaS fornece infraestrutura básica, PaaS oferece um ambiente para desenvolvimento e implantação, e SaaS entrega softwares prontos para uso.
Cloud Computing como base para o futuro híbrido
O Cloud Computing, com sua combinação de especialização, continuidade, escalabilidade, sustentabilidade e economia de escala garante às empresas mais competitividade, eficiência e segurança.
Mas, à medida que as necessidades corporativas evoluem, surge um novo desafio: integrar o melhor da nuvem pública e da nuvem privada de forma estratégica.
É aí que entra a Hybrid Cloud, que oferece a flexibilidade e a economia da nuvem pública com o controle e a segurança da nuvem privada, permitindo que cada aplicação e dado estejam no ambiente mais adequado.
Portanto, se você quer entender como funciona a Hybrid Cloud, quais são suas vantagens, desafios e por que ela já é considerada a próxima etapa natural para empresas que adotam a nuvem, continue sua leitura aqui: Hybrid Cloud é o modelo do futuro. Entenda vantagens e desafios!
Plano de Continuidade de Negócios: guia em 4 passos
Na rotina das empresas, os imprevistos surgem sem aviso prévio. Nesse contexto, o Plano de Continuidade de Negócios (PCN) se tornou uma ferramenta poderosa e necessária, pois traz consigo uma série de benefícios para a segurança da organização.
Isso envolve, é claro, o uso estratégico da tecnologia. Um Data Center sólido, por exemplo, é crucial para garantir que a empresa consiga voltar a operar em caso de incidentes cibernéticos, problemas internos ou falha nos servidores ou aplicações.
Mas, afinal, o que é o PCN e quais seus benefícios? As respostas para essas e outras perguntas você encontra a seguir. Confira!
O que é um Plano de Continuidade dos Negócios?
Em sua essência, um Plano de Continuidade de Negócios (PCN) é a bússola que guia as organizações através de tempestades empresariais. Conforme a definição do próprio Gartner, um Business Continuity Plan (BCP) é “uma abordagem ampla de recuperação de desastres na qual as empresas planejam a recuperação de todo o processo de negócios”.
Em outras palavras, trata-se de um conjunto estratégico de procedimentos e políticas que visa assegurar a resiliência operacional diante de crises imprevistas. Assim, seu propósito transcende a mera reação a desastres; um PCN proativo visa garantir a continuidade das operações, minimizando os impactos financeiros e reputacionais.
Um bom plano incorpora protocolos específicos para lidar com falhas sistêmicas, desastres naturais, ou mesmo ciberataques. Logo, o PCN não apenas preserva a estabilidade, mas também impulsiona a capacidade de adaptação da empresa.
Segundo um levantamento do Ponemon Institute/IBM, o custo médio de uma interrupção não planejada chega a US$ 9.000 por minuto. Isso reforça que um PCN vai muito além de um documento: ele é uma ferramenta estratégica de sobrevivência empresarial.
Além disso, normas internacionais como a ISO 22301 (Gestão da Continuidade de Negócios) estabelecem boas práticas que ajudam as organizações a estruturar e testar seus planos de forma consistente.
Sua eficácia repousa na preparação meticulosa para o inesperado, tornando a gestão de riscos uma ferramenta estratégica para o sucesso empresarial.
Quais as vantagens de um Plano de Continuidade dos Negócios?
Num mundo onde a interrupção dos negócios é um risco real — e cheio de complicações —um Plano de Continuidade de Negócios (PCN) se tornou insubstituível. Diante de eventos como apagões, interrupções de serviços online, desastres naturais, greves, distúrbios civis ou falhas em parceiros logísticos, a capacidade de resposta do PCN é nossa principal linha de defesa contra a inoperabilidade.
Eventos marcantes, como desastres provocados por rompimentos de barragens e ataques de ransomware, reforçam a necessidade vital de um PCN robusto. Nesse sentido, investir em continuidade de negócios não apenas minimiza os impactos de paralisações, mas também agiliza a recuperação de dados e sistemas em prazos curtos.
Estudos apontam que empresas com um PCN bem estruturado reduzem em até 40% o tempo de inatividade após incidentes críticos, protegendo não só suas operações, mas também sua reputação.
Além disso, o PCN ajuda a garantir a conformidade legal e estatutária da empresa, elevando a confiança nos serviços prestados. É preciso ter em mente que a resiliência é hoje um diferencial competitivo valioso. Consequentemente, a implementação estratégica de um PCN vai além da preparação dos profissionais para emergências.
Na prática, ela otimiza as operações da organização, tornando-a mais eficiente em um mercado tão disputado.
O que deve incluir um Plano de Continuidade de Negócios?
Um PCN só alcança sua máxima eficácia quando é construído sobre uma base sólida de preparação e infraestrutura confiável. A questão é simples: de pouco adianta ter um plano muito bem elaborado se as ferramentas disponíveis não permitem executá-lo com sucesso em um momento de crise.
Essencialmente, o PCN deve abranger políticas e procedimentos específicos para diversos cenários, incluindo cibersegurança, perda de dados, quedas de energia e outros imprevistos.
Para ser eficaz, um Plano de Contingência de Negócios deve conter alguns componentes:
identificação de riscos: avaliação de falhas de energia, ciberataques, desastres naturais e erros humanos;
análise de Impacto nos Negócios (BIA): determina processos críticos e seus impactos em caso de falha;
estratégias de recuperação: define como restabelecer operações essenciais;
recuperação de TI: planos de backup e redundância em Data Centers;
gestão de crises e comunicação: protocolos para comunicação interna e externa durante emergências;
planos de fornecedores: avaliação da dependência de parceiros terceirizados e suas garantias de continuidade.
É aqui que a importância de um Data Center robusto se destaca. Ele atua como o núcleo seguro para armazenamento e recuperação de dados. Isso significa estar pronto para tirar a empresa de uma situação de emergência e recolocar a operação nos trilhos.
Naturalmente, algumas dúvidas podem surgir. Afinal, preciso investir pesado em um time e ferramentas voltadas à segurança do Data Center para garantir sua eficiência? A boa notícia é que não, pois você pode economizar tempo, dinheiro e recursos contando com um parceiro especialista no assunto.
A Ascenty, por exemplo, é líder em segurança de Data Centers. A empresa desponta como referência nesse aspecto, oferecendo uma base sólida para quem busca a excelência na continuidade operacional.
Contar com parceiros especialistas como a Ascenty não apenas simplifica a implementação do PCN, mas também proporciona uma estrutura certificada na ISO 22301 – gestão de continuidade do negócio, escalável e segura.
A expertise de um especialista aprimora a resiliência do PCN e oferece insights valiosos para a construção de um plano adaptável às necessidades em constante evolução.
Lembre-se: integrar um Data Center confiável e colaborar com especialistas em continuidade de negócios não é apenas uma escolha sensata, mas um passo crucial para enfrentar com confiança desafios inesperados.
Quais os 4 passos para criar um Plano de Continuidade de Negócios?
Agora que você já conhece melhor o funcionamento e os benefícios do Plano de Continuidade dos Negócios, é hora de abordarmos os caminhos para sua implementação. Se quer eficiência e agilidade, esses quatro passos vão ajudar!
1. Mapeie os riscos e defina quais dados são prioritários
O primeiro passo crítico na construção de um PCN robusto é uma análise meticulosa dos riscos. Identificar ameaças potenciais e priorizar dados essenciais estabelece as bases para a resiliência operacional.
Esse processo estratégico deve incluir uma BIA (Business Impact Analysis), que avalia:
quais processos são vitais para a operação;
qual o tempo máximo de indisponibilidade aceitável (RTO);
qual a perda máxima de dados tolerada (RPO).
2. Elabore um plano de Disaster Recovery
Em seguida, elabore um plano de recuperação de desastres abrangente. Isso inclui procedimentos detalhados para restaurar sistemas, dados e operações essenciais após eventos adversos.
Um plano de Disaster Recovery realmente bom não apenas acelera a recuperação, mas também minimiza perdas durante interrupções, garantindo a retomada eficiente das atividades.
3. Conte com um parceiro estratégico
A terceira etapa destaca a importância de parcerias estratégicas na garantia da infraestrutura essencial para a continuidade operacional. Aqui, é crucial reconhecer que um Data Center interno nem sempre é a opção mais segura.
Além dos altos custos associados à construção e gestão interna, a dependência exclusiva de recursos internos pode comprometer a continuidade do negócio. Naturalmente, optar por uma empresa especializada em Data Centers resolve esse dilema.
Na prática, ela fornece ambientes seguros, escaláveis e prontos para enfrentar situações imprevistas. Além disso, soluções como o ServiceFabric® permite interconexão com nuvens públicas e parceiros estratégicos, garantindo baixa latência e alta disponibilidade mesmo em cenários de crise.
4. Promova a capacitação de colaboradores
O último passo vital para um Plano de Continuidade de Negócios eficiente é a capacitação contínua dos colaboradores. Educar a equipe sobre os procedimentos do plano, promover testes e simulações de crises e garantir que todos compreendam seus papéis durante eventos disruptivos são elementos-chave para fortalecer a resiliência organizacional.
Pesquisas indicam que 95% das falhas de continuidade estão ligadas a erros humanos. Por isso, empresas de alta performance realizam ao menos dois testes de PCN por ano, ajustando os procedimentos a partir das vulnerabilidades identificadas
Perguntas frequentes sobre Plano de Continuidade de Negócios (FAQ)
O que é um Plano de Continuidade de Negócios (PCN)?
É um conjunto de estratégias e procedimentos que garante que uma empresa consiga manter ou retomar suas operações críticas em caso de crises, como falhas de energia, ciberataques ou desastres naturais.
Qual a diferença entre Plano de Continuidade de Negócios e Plano de Recuperação de Desastres (DRP)?
O PCN abrange toda a operação da empresa, enquanto o DRP é focado apenas em restaurar a infraestrutura de TI e os sistemas. Um complementa o outro.
Quais são os principais componentes de um Plano de Continuidade de Negócios?
Entre os principais estão: identificação de riscos, análise de impacto nos negócios (BIA), estratégias de recuperação, plano de TI, comunicação de crises e gestão de fornecedores.
Como implementar um Plano de Continuidade de Negócios passo a passo?
O processo inclui: identificar riscos, realizar uma BIA, definir processos críticos, criar estratégias de recuperação, documentar e treinar a equipe, além de revisar e testar regularmente o plano.
Por que o Plano de Continuidade de Negócios é importante para empresas?
Porque reduz o tempo de inatividade, protege a reputação, assegura a conformidade regulatória e aumenta a confiança de clientes e colaboradores.
Com que frequência um Plano de Continuidade de Negócios deve ser atualizado?
Recomenda-se revisar o plano pelo menos uma vez ao ano ou sempre que houver mudanças significativas na estrutura da empresa, tecnologia ou legislação.
Quando a crise chega, o que sustenta o seu negócio?
Uma pane nos servidores. Um ataque cibernético que paralisa sistemas inteiros. Um apagão inesperado. Situações assim não pedem licença — elas simplesmente acontecem. E, quando acontecem, só existe uma diferença entre parar de vez ou seguir em frente: ter ou não um Plano de Continuidade de Negócios.
Um PCN bem desenhado não é só um manual guardado em uma gaveta. Ele é a linha que separa horas de desespero de uma retomada organizada. É a garantia de que clientes continuam confiando, de que a reputação não desmorona e de que sua operação segue viva, mesmo em meio ao caos.
Mas há um ponto decisivo: nenhum plano funciona se a infraestrutura não acompanha. É aí que contar com a Ascenty deixa de ser uma escolha e passa a ser um diferencial estratégico.
Data Centers de padrão internacional, certificações que atestam a resiliência e um ecossistema de conectividade que coloca sua empresa em vantagem mesmo nos piores cenários.
Você já parou para pensar que a tecnologia que conecta o mundo também pode ser a mesma que ajuda a salvá-lo? Sim, tecnologia e sustentabilidade não só podem andar juntas, como precisam.
Porque não dá mais para crescer deixando rastros. Não dá mais para falar em inovação sem olhar para o impacto. E quem vive no universo digital sabe disso melhor que ninguém.
O futuro não é sobre escolher entre performance e responsabilidade. É sobre integrar. Otimizar. Transformar. É sobre colocar inteligência e consciência em cada byte, em cada megawatt, cada decisão.
Neste artigo, vamos te mostrar como isso já está acontecendo na prática. E porque quem lidera a transformação digital, como a Ascenty, também precisa liderar o caminho verde.
Qual é a relação entre tecnologia e sustentabilidade?
A tecnologia e sustentabilidade têm papel importante na promoção de práticas sustentáveis, permitindo que empresas otimizem recursos, reduzam emissões e adotem modelos de negócios mais responsáveis.
Soluções como sensores inteligentes, IoT, inteligência artificial, mobilidade elétrica e agricultura de precisão vêm mudando a forma como produzimos, consumimos e preservamos o meio ambiente.
A sustentabilidade, exige que a inovação tecnológica leve em consideração os impactos ambientais e sociais de curto e longo prazo.
A tecnologia promove a sustentabilidade. A decisão é do seu negócio!
A tecnologia é uma grande impulsionadora do desenvolvimento da humanidade. Aliás, é difícil imaginar como seria nossa vida sem certos recursos e ferramentas.
Nesse sentido, não há dúvidas de que as inovações tecnológicas nos ajudam a solucionar as mais variadas demandas da sociedade. Então, por que não as aproveitar para promover a sustentabilidade?
Nos últimos anos, percebemos o quanto a transformação digital impulsiona o desenvolvimento econômico em todo o planeta. Agora, precisamos refinar nosso olhar e entender esse processo como uma ferramenta para proteger o meio ambiente.
E essa não é uma tarefa difícil! Muitas empresas já estão investindo no uso responsável e sustentável dos recursos naturais; e fazem isso com a ajuda da inovação e novas tecnologias.
Obviamente, existem inúmeras ações a serem implementadas. Do básico ao avançado, faça a sua parte, dentro da sua realidade!
Quais são os 4 tipos de tecnologia sustentável?
Para tornar o conceito mais claro, podemos agrupar as tecnologias sustentáveis em quatro grandes categorias:
eficiência energética: como iluminação LED, sensores inteligentes e energia solar;
gestão de recursos naturais: incluindo o reaproveitamento de água, agricultura de precisão e dessalinização;
mobilidade e logística verde: como carros elétricos, transporte público limpo e logística reversa;
reciclagem e economia circular: que envolvem compostagem, reaproveitamento de materiais e impressão 3D.
Cadeia de Valor Sustentável: a mudança começa aqui!
Um estudo do Ibope, em parceria com a Universidade Yale, dos EUA, concluiu que 77% dos brasileiros entendem que proteger o meio ambiente é uma demanda urgente. Além disso, 95% da população afirma que o aquecimento global é visível e pode prejudicar a geração atual e as futuras.
Essa tendência, no entanto, não é uma exclusividade brasileira. Na realidade, estamos diante de um movimento global que reforça a necessidade de as marcas repensarem seus processos com foco na implementação de cadeias de valor cada vez mais eficientes e sustentáveis.
Nesse sentido, é preciso ficar atento a diversos pontos e avaliar todos os negócios com os quais sua empresa interage ou tem parceria. Afinal, é essencial que todos os processos e atividades estejam em conformidade com as pautas ambientais, incluindo:
logística;
operações;
serviços;
vendas;
marketing;
infraestrutura.
Como conciliar tecnologia e sustentabilidade?
Conciliar inovação tecnológica com preservação ambiental exige uma abordagem integrada. É fundamental avaliar o ciclo de vida das soluções tecnológicas e seus impactos desde a produção até o descarte.
Práticas como o uso de energia renovável, automação para redução de desperdício, e implementação de tecnologias de monitoramento ambiental permitem equilibrar produtividade com responsabilidade.
A tecnologia também deve ser usada para fomentar a inclusão, gerar empregos verdes e estimular a educação para sustentabilidade.
Tecnologia e Sustentabilidade: 4 lições da Ascenty que se destacam na promoção de um futuro verde e conectado
Como líder em infraestrutura de Data Center e Conectividade da América Latina, a Ascenty não poderia deixar de contribuir para a promoção de um futuro verde e conectado. Por isso, levamos o tema a sério e temos inúmeras iniciativas sustentáveis.
Nossa missão é cuidar dos dados que movem o mundo, mas fazemos isso com todo o cuidado que o meio ambiente merece. Nesse sentido, selecionamos alguns exemplos de como é possível conciliar tecnologia e sustentabilidade de maneira eficiente e totalmente responsável. Confira!
1. Data Centers operando com 100% de energia limpa
Desde 2020, todos os Data Centers da Ascenty operam com 100% de energia renovável, garantida por IREC (International Renewable Energy Certificate). Vale lembrar que o uso de fontes renováveis, como energia hídrica e solar, reduz as emissões de gases de efeito estufa e o impacto ambiental.
Além disso, todos os Data Centers da Ascenty possuem certificação ISO 14001, que estabelece diretrizes para a excelência do sistema de gestão ambiental.
2. 100% da iluminação em LED nos Data Centers
A Ascenty adotou iluminação 100% LED em todos os seus Data Centers, reduzindo significativamente o consumo energético e contribuindo para uma infraestrutura mais sustentável. Essa decisão impacta diretamente o índice PUE (Power Usage Effectiveness), parâmetro internacional que mede a eficiência energética em Data Centers.
Prova disso é o indicador médio de eficiência energética da Ascenty, que ficou em 1,42 em 2024, bem abaixo da média do mercado, que é de 1,6. No Chile, o PUE atingiu 1,44; no México, 1,36; e no Brasil, 1,42 — resultados que reforçam o compromisso da empresa com a performance operacional e o uso inteligente de energia.
Além disso, o indicador WUE (Water Usage Effectiveness) chegou a 0, refletindo excelência também na gestão da água — um diferencial fundamental em um cenário de crescente escassez hídrica.
3. Selo Carbono Zero
Reforçando seu compromisso em neutralizar suas emissões de carbono, a Ascenty possui o selo Carbono Zero. A empresa realiza ações estratégicas para mensurar, reduzir e compensar suas emissões, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas.
Só em 2024, foram implementadas 118 melhorias voltadas à eficiência energética, gerando ganhos expressivos em consumo consciente e redução da pegada ambiental.
A neutralidade em carbono é motivo de orgulho, pois demonstra que nossos esforços estão sendo produtivos. Temos ciência do impacto ambiental de todo o segmento de tecnologia e estamos fazendo a nossa parte.
4. Aproveitamento da água nos sistemas de refrigeração dos Data Centers
Em conjunto com as demais iniciativas, a Ascenty também adota um controle efetivo do uso de água em seus Data Centers, tudo para garantir um consumo consciente e responsável desse importante recurso.
Como exemplo, as centrais de água gelada dos sistemas de refrigeração operam em circuito fechado, o que reduz consideravelmente o consumo sem afetar a qualidade e efetividade do processo.
Quais são os impactos da tecnologia e sustentabilidade no Brasil?
O Brasil vive um momento estratégico de transição energética e digital. Programas como o PBIA (Plano Brasileiro de Inteligência Artificial) estão prevendo investimentos robustos em Data Centers verdes, conectando sustentabilidade, inovação e desenvolvimento econômico.
De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o programa Pró-Infra IA Sustentável destinará R$ 500 milhões para projetos que priorizem energia renovável, tecnologias de resfriamento eficientes e equipamentos otimizados para IA. O objetivo é reduzir a pegada de carbono e tornar a infraestrutura digital mais acessível, inovadora e alinhada com a agenda ESG.
Essas iniciativas reforçam a importância de ecossistemas digitais sustentáveis, onde empresas como a Ascenty têm papel protagonista ao já adotarem práticas que o governo agora busca fomentar nacionalmente.
Construa um futuro verde também!
Como vimos, a união entre tecnologia e sustentabilidade é a chave para garantir um futuro mais verde e conectado. Nesse contexto, as boas práticas apresentadas comprovam que essas duas áreas podem caminhar lado a lado.
Por isso, além de implementar ações que reduzem o impacto ambiental, é importante se unir a parceiros comprometidos com a agenda ESG, garantindo uma cadeia de valor sustentável.
Saiba mais sobre nossas práticas e resultados em prol de um futuro mais justo, sustentável e ético. Baixe agora o Relatório ESG da Ascentye inspire-se para construir um futuro verde também!
Empresa anuncia expansão no país com ampliação de infraestrutura dedicada a grandes operações digitais
O novo data center da Ascenty, joint-venture entre Digital Realty e Brookfield Infrastructure, localiza-se em Santiago, no Chile, e recebeu um investimento total de R$ 615,6 milhões para proporcionar uma capacidade total de 16 MW. Denominado SCL03, o data center ocupa 8 mil m² dentro de um terreno de 22 mil m², na comuna de Quilicura. Este é o terceiro data center no país, que se junta ao SCL01 e SCL02. Em totalidade, os três data centers passam a oferecer uma capacidade de 42 MW, distribuídos em uma área de 51 mil m².
Na mesma região metropolitana, a Ascenty ainda anuncia o início dos projetos para SCL04 e SCL05, que somam investimentos de R$5,52 bilhões. Ambos alcançarão juntos uma capacidade de 150 MW, ocuparão uma área de 60,2 mil m² e terão 17 data halls.
“Falar em expansão é falar em novas capacidades e a América Latina tem se destacado globalmente como um novo polo tecnológico para desenvolvimento e operação de data centers. O mercado chileno, assim como o brasileiro, é o foco principal da Ascenty nesse momento em que os nossos clientes cada vez mais demandam por capacidade de atendimento na região latino-americana”, diz Marcos Siqueira, VP de Estratégia e CRO da Ascenty.
Com a inauguração de um novo data center em Santiago, a Ascenty expande sua operação no Chile, reforçando seu compromisso com a conectividade neutra e de alta performance. A parceria com o PIT Chile (ponto de troca de tráfego) e a integração com o Google Cloud Interconnect permitem conexões diretas e seguras à nuvem, com baixa latência e sem depender da internet pública. Essa iniciativa fortalece o ecossistema de conectividade oferecido aos clientes, viabilizando o acesso direto a provedores de nuvem e telecomunicações.
Eficiência com responsabilidade ambiental
Nos últimos anos, a busca por fontes de energia limpa e renovável ganhou destaque no setor, tornando-se um diferencial e uma exigência de mercado. Essa mudança, que acontece globalmente, também traz uma necessidade cada vez maior de ações mais sustentáveis no setor de tecnologia.
A Ascenty se antecipou a isso e desde sua fundação, há 15 anos, se compromete com metas de ESG. A empresa mantém zero emissões de carbono, e possui índice médio de PUE (Power Usage Effectiveness) muito inferior a média de mercado, bem como, tem índice WUE (Water Usage Effectiveness) igual a zero.
“Operamos com energia 100% renovável em todos os nossos data centers, além disso, somos carbono neutro e temos um gasto de água comparável a um escritório comum, devido aos nossos sistemas de resfriamento em circuito fechado. Temos um compromisso social e ambiental em construir uma infraestrutura cada vez mais eficiente e preparada para operar em conformidade com as melhores práticas de ESG do mercado, criando um ambiente atrativo para novos players que buscam crescimento sustentável e alta performance localmente”, afirma o Siqueira.
Comemoração pelos 15 anos de trajetória
A empresa também investiu recentemente no mercado brasileiro com o anúncio da construção do quinto data center na região de Osasco, em São Paulo. O investimento foi de aproximadamente R$300 milhões e representa mais um passo estratégico no plano de expansão da Ascenty, que agora soma 38 unidades, sendo 25 em operação e 13 em construção.
Com uma trajetória marcada por crescimento e inovação, a Ascenty segue ampliando sua presença e infraestrutura para entregar ainda mais conectividade, resiliência e performance aos seus mais de 600 clientes em toda a América Latina. A empresa conta com 4 mil km de fibra óptica própria conectadas diretamente aos principais cabos submarinos da América Latina, além de ser carrier neutral, e portanto, acessível a qualquer operadora que precise conectar-se a seus data centers. Além disso, a Ascenty, desde 2024, oferece aos seus clientes a plataforma de orquestração de serviços ServiceFabric®, da Digital Realty, que é responsável por interconectar os data centers da Ascenty com outros mais de 500 da companhia norte-americana e de terceiros globalmente.
“Em nossos 15 anos de trajetória, expandimos continuamente, construindo uma base sólida, com foco na América Latina. Oferecemos aos nossos clientes conectividade de alta performance e operações sem interrupções, que fortalecem a nossa segurança e presença no mercado, além dos investimentos cada vez mais alinhados a uma visão de expansão a nível global”, afirma Siqueira.
Rodando OpenStack com mais performance e segurança
OpenStack não é apenas uma plataforma de código aberto para construir nuvens privadas ou públicas. Para muitas empresas, ele representa autonomia, flexibilidade e a possibilidade de fugir da dependência de gigantes proprietários.
Mas transformar essa promessa em realidade não depende apenas do software. O verdadeiro desafio está em garantir que a base por trás dele seja inabalável, uma estrutura preparada para lidar com cargas intensas, com segurança, conectividade ágil e energia ininterrupta.
Neste artigo, vamos explorar como essa tecnologia funciona, seus principais componentes e os fatores que determinam se ela vai entregar apenas teoria ou, de fato, um ambiente de nuvem de alto desempenho.
O que é o OpenStack?
O OpenStack é um conjunto de projetos open source que juntos permitem criar e gerenciar ambientes de nuvem privada ou pública. É a porta de entrada para quem deseja controle sobre seus dados e personalização da infraestrutura.
Essa plataforma nasceu para democratizar o acesso à nuvem. Enquanto AWS, Azure e Google Cloud oferecem serviços proprietários, essa solução de código aberto coloca a decisão de arquitetura nas mãos das empresas. Com ela, e possível construir e operar nuvens escaláveis, escolhendo como lidar com computação, rede, armazenamento e identidade.
Quais são os principais componentes do OpenStack?
O poder do OpenStack está em sua modularidade. Cada componente cumpre uma função específica, formando uma engrenagem que pode ser ajustada às necessidades da empresa.
Nova (Compute): cria e gerencia instâncias virtuais.
Neutron (Networking): orquestra redes virtuais e sub-redes.
Cinder (Block Storage): fornece volumes persistentes de armazenamento em bloco.
Swift (Object Storage): permite armazenar grandes volumes de dados não estruturados.
Keystone (Identity): gerencia autenticação e permissões.
Glance (Image Service): mantém imagens de máquinas virtuais.
Horizon (Dashboard): interface gráfica para controlar tudo isso.
Essa flexibilidade é o que torna o OpenStack tão poderoso — e, ao mesmo tempo, tão dependente de uma infraestrutura sólida para funcionar sem gargalos.
Por que rodar OpenStack não é só sobre software?
Sem a base correta, o OpenStack deixa de ser uma solução estratégica e se torna um desafio de disponibilidade.
Implementar OpenStack não se limita a instalar pacotes de software. Para sustentar um ambiente com centenas de instâncias, tráfego massivo de dados e múltiplos acessos simultâneos, é preciso mais do que código:
energia redundante e estável, para que os serviços nunca parem;
conectividade de baixa latência, para que a rede acompanhe o ritmo da operação;
segurança física e lógica, blindando o ambiente contra falhas e ameaças.
É nesse ponto que a Ascenty entra como parceira estratégica.
Como a Ascenty potencializa ambientes OpenStack?
A Ascenty oferece Colocation, conectividade e resiliência para rodar OpenStack em larga escala com performance e confiança. Executar essa plataforma dentro de um Data Center significa dar ao seu projeto o que ele precisa para escalar:
colocation seguro e resiliente: infraestrutura de classe mundial, certificada e monitorada 24×7;
alta densidade energética: até 495 MW distribuídos em mais de 35 Data Centers, preparados para cargas intensivas;
conectividade ilimitada: rede própria de fibra óptica, interconexão com IX.br, Google Cloud Interconnect, AWS Direct Connect, além do ServiceFabric® para integrar múltiplas nuvens;
ambientes híbridos: possibilidade de integrar com clouds públicas, criando cenários flexíveis de nuvem híbrida;
compliance e sustentabilidade: certificações internacionais, energia 100% renovável e neutralidade de carbono.
Na prática: você se concentra em orquestrar OpenStack, enquanto a Ascenty garante que nada comprometa a operação.
Quais são os benefícios do OpenStack rodando em um ecossistema preparado?
A soma do OpenStack com a infraestrutura Ascenty traduz-se em flexibilidade sem abrir mão de performance.
Mais controle: personalize sua nuvem sem depender de restrições proprietárias.
Escalabilidade real: cresça sua infraestrutura sem medo de gargalos físicos.
Redução de riscos: segurança patrimonial, compliance e certificações garantem continuidade.
Interconexão estratégica: conecte o OpenStack diretamente a clouds públicas e provedores globais.
Eficiência operacional: ambientes preparados para demandas críticas e workloads intensivos.
FAQ – Perguntas frequentes sobre OpenStack
OpenStack é uma alternativa à AWS e ao Azure?
Sim. O OpenStack oferece uma alternativa open source para construir nuvens privadas ou híbridas, dando às empresas autonomia e personalização que provedores proprietários muitas vezes não permitem.
O OpenStack é adequado para pequenas empresas?
Sim, desde que a infraestrutura seja dimensionada corretamente. Ele pode ser usado tanto em pequenos ambientes quanto em operações de escala global.
Como a Ascenty pode ajudar empresas que usam OpenStack?
A Ascenty não fornece o OpenStack em si, mas oferece Colocation, conectividade e energia redundante, criando a base perfeita para rodar a plataforma com máxima performance e segurança.
Posso integrar o OpenStack com clouds públicas?
Sim. Esse é um dos grandes diferenciais. Com a infraestrutura da Ascenty e soluções como o Cloud Connect e o ServiceFabric™, é possível criar cenários híbridos altamente escaláveis.
OpenStack só atinge o máximo em uma base sólida
O OpenStack continua sendo uma das soluções mais flexíveis e robustas para quem deseja controlar sua própria nuvem. Mas só alcança o verdadeiro potencial quando sustentado por uma infraestrutura de alto nível.
É aqui que a Ascenty faz a diferença: com Data Centers Carrier Neutral, rede própria de fibra óptica, certificações internacionais e conectividade com os maiores players globais, criamos o ambiente perfeito para que o OpenStack rode com segurança, performance e escalabilidade.
Se a sua empresa busca liberdade tecnológica sem abrir mão de confiabilidade, a resposta é clara: rodar seu ambiente em um ecossistema Ascenty é a base para crescer.
Agora, entenda melhor como esse modelo é o melhor para sua estratégia digital. Confira o artigo O que é Colocation Data Center: como funciona e por que sua empresa precisa.
Sem dúvidas, o Cloud Vendor Lock In é um desafio cada vez mais comum no mercado de computação em nuvem. Embora a nuvem traga inúmeros benefícios, além de um alívio financeiro para as empresas, é uma forma de turbinar o desempenho corporativo. Mais segurança e mais dinamismo no ambiente digital.
No entanto, algumas provedoras podem se desviar desse caminho e oferecer um serviço que restringe a liberdade do cliente, resultando no chamado Cloud Vendor Lock In.
Diante do tema, é importante que as organizações se preparem e estejam informadas para evitar entrar em enrascadas contratuais.
Em tempos onde a TI Híbrida e estratégias Multicloud são protagonistas, entender tudo sobre o tema é uma necessidade para não pagar caro em caso de necessidade de migração de serviços.
Neste conteúdo, vamos explorar o problema do Cloud Vendor Lock In, como ele impacta os negócios e formas de evitá-lo.
Cloud Vendor Lock In: o que é?
O Cloud Vendor Lock In ocorre quando um provedor de serviços em nuvem limita a liberdade de seus clientes, dificultando ou tornando caro migrar para outro provedor. Isso acontece por meio de cláusulas contratuais ou tecnologias exclusivas que criam barreiras técnicas e financeiras.
Hoje, o mercado de Software como Serviço (SaaS) está em rápida expansão. Segundo o Gartner, o gasto global com SaaS deve atingir US$ 247,2 bilhões em 2024 e quase US$ 300 bilhões em 2025.
Apesar de ser amplamente adotado, o SaaS e outras soluções, como Platform as a Service (PaaS), podem criar dependências de tecnologias proprietárias, dificultando a migração e impactando a agilidade e a estratégia das empresas.
Quais são os tipos de Cloud Lock-In e por que isso afeta sua empresa?
O lock-in pode surgir de várias formas, não apenas no nível de fornecedor. Veja os principais tipos.
Vendor Lock-In: dependência direta de um único provedor de nuvem.
Product Lock-In: uso de tecnologias ou produtos não portáveis.
Platform Lock-In: plataformas all-in-one que dificultam separação de funcionalidades.
Version Lock-In: dependência de versões específicas de software.
Legal Lock-In: amarras contratuais ou jurídicas.
Skills Lock-In: falta de capacitação interna para operar outras soluções.
Mental Lock-In: resistência cultural à mudança tecnológica.
Esses fatores limitam a inovação, dificultam a escalabilidade e aumentam os custos a longo prazo.
Como saber se sua empresa já está em Cloud Lock-In?
Alguns sinais de alerta incluem:
Impossibilidade de migrar workloads para outro provedor sem reescrever o código
Contratos com penalidades severas para rescisão ou migração
Dificuldade para replicar ambientes em outras nuvens
Falta de conhecimento técnico interno sobre outras plataformas
Identificar esses sintomas cedo permite que a empresa atue com planejamento e evite impactos maiores.
Como evitar o Cloud Vendor Lock in na sua empresa
E então, como enfrentar esse problema? A boa notícia é que o Cloud Vendor Lock In não é um padrão do mercado. É possível escapar dessa condição, porém, isso exige certo comprometimento em estudar algumas questões.
Portanto, para facilitar, listamos alguns dos pontos principais a serem levados em conta. Preparado para fugir do Cloud Vendor Lock In? Confira 3 dicas abaixo:
1. Fuja do Cloud Vendor Lock In a qualquer custo
Uma obviedade, certo? Mas ainda assim, o primeiro passo para essa jornada.
Verifique a flexibilidade do seu provedor: é possível transportar seu aplicativo para outras nuvens, ou migrar o serviço de outro provedor, caso necessário? Se não, o provedor define condições nas quais isso é possível (como falhas)?
Além disso, se você precisar criar aplicativos que exijam uma customização complexa, garanta um plano de backup. Melhor ainda, se puder arcar com os custos, seria uma nuvem alternativa para executar seu código como backup.
2. Conheça os diferentes PaaS’s
Uma alternativa é dividir o risco. Ou seja, utilizar recursos de vários provedores de PaaS.
Caso eles não estejam dependentes de uma única nuvem para fornecer seus aplicativos e negócios, você pode partir para uma exploração das opções dos PaaS que você controla.
Esse conhecimento vem através do interesse, então faça perguntas aos provedores e entenda como o PaaS é executado e como funciona sua gestão de riscos (especialmente no caso de uma grande nuvem centralizadora).
3. Faça perguntas sobre a redundância e a arquitetura do sistema
Junto de seu provedor de nuvem, procure compreender totalmente sua arquitetura de software e a redundância do sistema. Esse entendimento lhe dará mais autonomia para poder negociar com o provedor.
No entanto, uma boa olhada em diagramas de arquitetura do ambiente de nuvem pode lhe dar informações aprofundadas sobre a confiabilidade do sistema — e se é possível ou não escapar do Cloud Vendor Lock In.
ServiceFabric™: um poderoso aliado contra o Cloud Vendor Lock In
Para empresas que buscam flexibilidade e resiliência, a Ascenty apresenta o ServiceFabric™, uma solução inovadora em parceria com a Digital Realty. Essa plataforma elimina as barreiras de conectividade, interconectando diferentes nuvens públicas e ambientes híbridos de forma segura e escalável.
Benefícios:
conexões Globais: mais de 110 regiões de nuvem e 215 network on-ramps, conectando sua infraestrutura a uma rede global de parceiros;
flexibilidade e escalabilidade: ajuste a largura de banda sob demanda e elimine a necessidade de compromissos de longo prazo;
automação e orquestração: gerencie todas as conexões em uma única interface, incorporando inteligência ao fluxo de trabalho;
modelo de consumo simplificado: pague conforme o uso, otimizando custos;
conexão privada e segura: proporciona resiliência com hardware redundante e elimina dependência de conexões inseguras pela internet pública.
A importância da conectividade Carrier Neutral
A Ascenty opera com infraestrutura 100% Carrier Neutral, o que significa que o cliente pode se conectar com qualquer operadora, nuvem pública ou PTT — de forma direta, estratégica e sem dependência.
Com isso, sua empresa pode:
Reduzir custos de banda e latência
Ter redundância de rede e alta disponibilidade
Conectar-se a +40 operadoras, cabos submarinos e IX.br
Escalar ambientes sem limitações técnicas
Ou seja, essa liberdade é fundamental para evitar o lock-in e manter sua infraestrutura preparada para o futuro.
Ganhe liberdade na nuvem!
O Cloud Vendor Lock In pode ser um desafio enorme para qualquer empresa, mas não precisa ser um problema para a sua. Com as estratégias certas e uma solução poderosa como o ServiceFabric™, você pode superar essas barreiras e abrir caminho para uma operação mais flexível, segura e conectada.
Quer dar o próximo passo? Converse com um especialista da Ascenty e veja como podemos ajudar você a construir uma estratégia de TI sem amarras, pronta para enfrentar os desafios de hoje e de amanhã.
Instalação ajudará clientes a projetar, arquitetar e validar soluções Oracle Cloud
A Ascenty, parceira da Oracle que oferece serviços de data center e conectividade na América Latina, anunciou hoje a implantação do primeiro Oracle Solution Center (OSC) satellite site da região como parte do Oracle Customer Success Services. Hospedada em seu data center em Vinhedo, São Paulo, a instalação do OSC permitirá que clientes projetem, arquitem e validem suas soluções Oracle Cloud em um ambiente seguro, escalável e interoperável. A Ascenty é uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure, e esta iniciativa reforça o compromisso da empresa em apoiar ambientes híbridos de alto desempenho, com foco em inovação, integração e proximidade com o cliente.
Como parte do Oracle Customer Success Services, o satellite site do OSC foi projetado para ajudar os clientes a validar rapidamente a arquitetura e aprimorar o desempenho de cargas de trabalho que abrangem ambientes on-premises, híbridos e em nuvem. Ele funciona como uma extensão das unidades do OSC em São Paulo e na Cidade do México, possibilitando testes e demonstrações com menor latência e mais alinhados aos ambientes dos clientes.
“Nosso objetivo com esta iniciativa é contribuir com aquilo que a Ascenty faz de melhor: oferecer baixa latência, alta disponibilidade, infraestrutura de alta qualidade e um serviço excepcional para manter a continuidade dos negócios”, afirma João Walter, diretor de Produtos, Soluções e Estratégias Edge da Ascenty. “Temos o compromisso de fornecer uma infraestrutura conectada que possa responder rapidamente às demandas em constante evolução dos clientes.”
A infraestrutura do local inclui o Oracle Exadata Cloud@Customer, que oferece a automação e o modelo de consumo em nuvem do Exadata Database Service, e o Oracle Autonomous Database totalmente gerenciado no Oracle Cloud Infrastructure (OCI) dentro dos data centers de uma organização. Também incorpora otimizações exclusivas que permitem que cargas de trabalho do Oracle Database sejam executadas mais rapidamente, com menos gerenciamento e custos reduzidos, possibilitando que as organizações extraiam mais valor de seus dados.
Nos próximos meses, espera-se que a instalação seja expandida para incluir o Oracle Compute Cloud@Customer, uma plataforma de nuvem distribuída totalmente gerenciada, em escala de rack, que permite às organizações executar aplicações, máquinas virtuais e contêineres on-premises com a mesma experiência da nuvem pública da Oracle. Também está prevista a adição do GPU expansion rack, projetado para dar suporte a cargas de trabalho de alto desempenho, como inteligência artificial, machine learning e análise de dados. Essa infraestrutura permitirá a implantação de cargas aceleradas em larga escala, diretamente dentro de data centers locais.
Conectividade simplificada via ServiceFabric®
Toda a comunicação entre ambientes on-premises e o OCI é habilitada por meio do ServiceFabric®, a plataforma global de orquestração da Digital Realty, entregue no Brasil pela Ascenty. A solução oferece conectividade segura, de baixa latência e alta disponibilidade para múltiplos provedores de nuvem e operadoras de telecomunicações, em um modelo totalmente carrier-neutral.
“Os Oracle Solution Centers contam com uma ampla gama de especialistas e competências para ajudar os clientes a reduzir a complexidade, incorporar as melhores práticas do setor e dar suporte a todos os modelos de implantação e cargas de trabalho”, afirma João Paulo Lunardelli, Head de LAD, Oracle Solution Center, Customer Success Services. “Nossos serviços são voltados para encurtar o ciclo de decisão dos clientes, reduzir o tempo de lançamento no mercado e acelerar decisões de arquitetura e go-live. Ao nos associarmos à Ascenty neste satellite site, podemos ajudar os clientes a simplificar sua jornada para a nuvem.” O projeto faz parte da estratégia mais ampla de expansão regional da Oracle, com novos satellite sites planejados para Argentina, Chile, Colômbia e Costa Rica.
Ascenty, investida da Brookfield, fecha projetos até 2028 com busca sem precedentes por data centers
Maior operadora da América Latina investe R$ 1,3 bi por ano para atender explosão de IA e computação em nuvem
A Ascenty, maior operadora de data centers da América Latina, já tem obras e contratos que garantem novos empreendimentos até 2028 e mantém um plano bilionário de expansão. Em 2025, destinará cerca de R$ 1,5 bilhão para novos projetos em São Paulo e reforço das operações já existentes no interior do estado.
Controlada pela americana Digital Realty e pelo fundo canadense Brookfield, a companhia responde a uma demanda inédita por capacidade, puxada por inteligência artificial, migração de dados para a nuvem e clientes corporativos que não podem esperar.
“O segundo trimestre foi o melhor da nossa história. A demanda por IA e nuvem está contratada e só cresce”, diz Marcos Siqueira, CRO e chefe de estratégia da Ascenty.
O plano é sustentado por um investimento anual médio próximo de R$ 1,3 bilhão, que contempla novas unidades e modernizações. Parte relevante do financiamento vem do mercado de capitais, com emissões de debêntures para refinanciar dívidas e financiar a expansão, acrescenta o executivo.
Novos projetos
Em São Paulo, a Ascenty ergue quatro empreendimentos. O mais adiantado, o SP5, prevê cerca de R$ 300 milhões e deverá entrar em operação no primeiro trimestre de 2026. O projeto combina soluções hyperscale — para grandes clientes, como big techs —, enterprise e módulos “LiquidCube”, tecnologia própria que acelera a entrega de capacidade.
Embora ainda faltem meses para a inauguração, 5% da capacidade já foi vendida. Clientes que operam no mesmo campus têm direito de preferência sobre 50% da área — prerrogativa que, segundo a empresa, costuma ser integralmente exercida.
A sequência de obras inclui o SP6, com início de construção previsto para 2026, e vai ocupar a última área disponível no campus de Osasco. Já outros dois novos projetos, o SP7 e SP8 vão ser instalados em um terreno recém-adquirido do outro lado da rodovia Raposo Tavares, a apenas um quilômetro do campus atual.
Essas duas unidades terão, somadas, 47 mil metros quadrados e 40 MW de capacidade instalada, uma energia suficiente para abastecer aproximadamente 120 mil residências. O início da operação está programada para 2027 e 2028, respectivamente.
Em paralelo, há ampliações em curso nas unidades de Vinhedo e Hortolândia, no interior do estado. Hoje, a Ascenty opera 24 dos 36 data centers “oficiais” do portfólio; 11 estão em construção ou pré-construção. No Chile, o Santiago 3 está perto de ser inaugurado.
A companhia monitora novas áreas para aquisição em 6 a 12 meses. Também estuda expansão em outras regiões do país, como no Nordeste, com prioridade para pontos conectados a cabos submarinos, que garantem conexões de internet de baixa latência.
Incentivos
No campo regulatório, a Medida Provisória 1.307/2025, assinada em julho pelo governo federal, abriu as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) para prestadores de serviço como data centers, desde que haja vínculo contratual com empresas industriais já instaladas.
A norma também impôs a “regra de adicionalidade”, obrigando o uso de energia renovável apenas de usinas inauguradas após a publicação da MP. Segundo um estudo feito pela Energisa, essa exigência pode elevar o custo da energia em 10% a 20% nos primeiros contratos e reduzir o número de fornecedores.
O desenho difere de países que disputam grandes investimentos — a exemplo de Estados Unidos, Irlanda e Singapura —, que combinam metas de renováveis com flexibilidade para contratar energia firme (como de termelétricas) e compensar essas emissões.
Na avaliação da Ascenty, o modelo brasileiro tem duas limitações: amarra a localização à geografia das ZPEs – hoje distante dos principais polos de conectividade – e não enfrenta o principal gargalo, o custo de importação dos equipamentos.
“O impacto real de um regime especial estaria na compra de equipamentos. A obra civil é a parte menor da conta; o hardware pode custar sete ou oito vezes mais”, diz Siqueira. “Quem dita onde nasce um data center é o cliente. Conectividade e latência são determinantes. Benefício fiscal é bem-vindo, mas vem depois.”
Por isso, o setor aposta no Redata, regime fiscal específico para data centers em discussão no governo e no Congresso, que prevê isenções ou reduções de tributos sobre bens de capital e importações, permitindo instalar projetos onde há demanda — e não onde há benefício fiscal. O decreto segue em discussão, sem data para publicação.
A segurança da informação e a disponibilidade dos dados são dois fatores que as empresas devem ter um grande cuidado na conjuntura atual. Um Colocation Data Center é uma forma eficiente de garantir ambos, oferecendo infraestrutura robusta e confiável em um ambiente terceirizado.
Assim, sua empresa estará mais preparada para os desafios da transformação digital, garantindo segurança, desempenho e escalabilidade.
Uma noção sobre como deve ser montada a infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI) é um passo muito importante para evitar problemas relacionados com a indisponibilidade do site corporativo em virtude do grande número de acessos em um determinado período, por exemplo.
Neste artigo que preparamos para você, vamos abordar diversos fatores sobre como uma companhia pode adotar o Colocation para gerenciar as informações. Confira!
O que é Colocation?
Também denominado como housing, o Colocation é considerado uma maneira de terceirizar Data Centers. Em outras palavras, uma companhia destina os servidores comprados para o armazenamento e processamento de dados nas dependências do fornecedor.
É possível contratar o Colocation em várias modalidades, como:
Colocation Retail: aluguel de um rack ou parte dele;
Colocation Wholesale: locação de espaços maiores com maior capacidade de energia e refrigeração;
Colocation Híbrido: combinação entre infraestrutura própria e espaço alugado, permitindo integração com soluções de cloud.
Esse procedimento é feito com bastante cuidado, para que os clientes tenham um espaço totalmente dedicado à demanda relacionada com o armazenamento e a segurança dos dados.
Esse espaço pode variar desde um rack individual até cages dedicados, com acesso controlado e segurança reforçada.
Como funciona o Colocation?
Para ajudar a entender o que é Colocation, vale mencionar que esse modelo de estrutura permite que as empresas instalem seus equipamentos em Data Centers de terceiros com infraestrutura de ponta. A Ascenty por exemplo oferece:
localização estratégica e acesso a pontos de troca de tráfego;
suporte técnico especializado e consultoria para migração.
Qual é a função dos Data Centers de Colocation?
A função principal é garantir um ambiente de alta disponibilidade, segurança física e lógica, escalabilidade e conectividade robusta para que as empresas possam manter suas operações críticas ativas e com alto desempenho.
Investir em uma infraestrutura de TI de ponta exige altos custos com conexão, eletricidade, climatização e segurança. Portanto, o Colocation permite o compartilhamento desses recursos com outros clientes, diluindo os custos operacionais.
2. Segurança física e digital
Colocation Data Centers contam com protocolos rigorosos de segurança, como controle de acesso biométrico, CFTV com gravação 24×7 e proteção contra incêndio e inundações. Além disso, oferecem proteção de rede com firewalls, anti-DDoS e segmentação.
3. Escalabilidade
Com o crescimento dos negócios, é possível aumentar a capacidade de TI com facilidade. O Colocation permite que sua empresa expanda conforme a necessidade, pagando apenas pelo que utiliza.
4. Conectividade e interconexão
Data Centers Carrier Neutral permitem conectividade com diversas operadoras, provedores de cloud e IX (Internet Exchange), como o IX.br. Isso garante menor latência, maior velocidade e redundância.
5. Continuidade dos negócios
Com infraestrutura redundante e suporte 24×7, os Data Centers de Colocation garantem alta disponibilidade mesmo em casos de falha elétrica ou desastres naturais. Sendo assim, a recuperação de desastres (Disaster Recovery) é facilitada por essa estrutura.
Colocation como ponte para a Cloud
O Colocation pode ser uma etapa estratégica para empresas que desejam migrar para ambientes híbridos ou multicloud. Então, através de soluções como o ServiceFabric™, é possível conectar-se diretamente a provedores de nuvem com segurança e baixa latência.
Colocation vs Cloud: quais as diferenças?
Enquanto o Colocation permite que empresas mantenham seus próprios equipamentos em uma infraestrutura terceirizada, garantindo controle total sobre os servidores, o modelo de Cloud Computing transfere esse controle para o provedor.
No Colocation, a empresa é dona do hardware. Na nuvem, a infraestrutura é compartilhada e escalável, mas sem visibilidade física.
Ambas podem coexistir em um modelo híbrido, onde o Colocation serve como ponte para integrações com múltiplas nuvens públicas por meio de conexões privadas e seguras.
Benefícios do Colocation Data Center
Contar com uma infraestrutura adequada de TI é um dos fatores que colaboram para as organizações estarem mais preparadas, veja todos os benefícios:
infraestrutura em um Colocation Data Center moderno;
Uma infraestrutura de TI exige também um grande esforço para ser implantada e gerenciada. Sendo assim, é um serviço que deve ser realizado por profissionais altamente capacitados e atentos às principais demandas do mercado.
Nem sempre, as companhias têm condições de contar com recursos (equipamentos, pessoal etc.) de alto nível para adotar as melhores práticas de tecnologia da informação. Isso deve ser levado em consideração ao constatar que a terceirização dos serviços de TI é uma alternativa plenamente viável e necessária.
Para tomar uma decisão adequada sobre um bom fornecedor, é recomendado que haja uma noção sobre o que é Colocation. Dessa forma, podem ser mapeadas, de maneira mais estratégica e inteligente, as necessidades de infraestrutura.
É uma ação que deve ser feita com muito cuidado, porque permite uma gestão mais profissional dos recursos tecnológicos.
E você, deseja saber mais sobre como um Colocation Data Center pode mudar a infraestrutura da sua empresa? Fale com um de nossos consultores.
Os Data Centers se tornaram algo extremamente valioso: são fundamentais para e-commerces,computação em nuvem e trabalho remoto de forma geral. No entanto, além de impactar na economia global, eles têm total relação com a tecnologia sustentável.
A digitalização pode levar a operações mais simplificadas e eficientes, bem como pode ser uma opção mais sustentável para as empresas, pois diminuem sua dependência de recursos limitados e eliminam o desperdício.
Mas a equação sobre a digitalização e sustentabilidade nem sempre é a mais equilibrada. Afinal, os data centers contribuem com a tecnologia sustentável? É isso que vamos conferir neste conteúdo, explorando a relação entre data center e a sustentabilidade e conceitos como o TI Verde. Vamos lá?
O que é tecnologia sustentável?
A tecnologia sustentável, também chamada de tecnologia verde, refere-se à criação e aplicação de soluções que minimizam os impactos ambientais e promovem o uso eficiente de recursos naturais.
Essa abordagem abrange desde a geração de energia renovável até a redução de resíduos e o desenvolvimento de sistemas mais limpos e inteligentes.
Na prática, trata-se de um conjunto de técnicas, processos e ferramentas que viabilizam o crescimento econômico e social sem comprometer a capacidade do planeta de sustentar as futuras gerações. Ao integrar sustentabilidade à infraestrutura digital, como nos Data Centers modernos, é possível garantir eficiência, escalabilidade e responsabilidade ambiental ao mesmo tempo.
Mas afinal, como funciona a tecnologia sustentável?
A tecnologia sustentável é a aplicação de todas as ciências em busca de inovações tecnológicas que estimulem a uma melhor relação entre sociedade e meio ambiente. O objetivo é criar e adaptar tecnologias para reduzir as agressões e a poluição ao meio ambiente.
Os Data Centerssão fatores decisivos quando o assunto é tecnologia sustentável.
Primeiro, porque são um meio para que as empresas centralizem sua infraestrutura de TI de forma “remota” (no caso, quando falamos de colocation, na nuvem).
Além disso, os principais e mais confiáveisprovedores de colocation precisam seguir protocolos de gestão que, em seu cerne, incluem certificados ambientais de ponta.
Isso garante mais conformidade em relação à aplicação de tecnologia sustentável no ambiente corporativo, reduzindo sua pegada de carbono, bem como o uso de recursos de maneira desnecessária.
Quais são as tecnologias sustentáveis?
As tecnologias sustentáveis podem ser aplicadas em diversas áreas, da geração de energia ao uso consciente da água. Veja os principais exemplos:
energias renováveis: como solar, eólica, hidrelétrica e biomassa;
construções verdes: que usam materiais de baixo impacto e sistemas de reaproveitamento;
transporte sustentável: como veículos elétricos, bicicletas e transporte público eficiente;
gestão de resíduos: com soluções de reciclagem, compostagem e economia circular;
agricultura de precisão: com sensores e automação para reduzir uso de água e fertilizantes;
TI Verde (Green IT): práticas e infraestruturas que reduzem o consumo energético e a emissão de carbono em ambientes de TI.
Os Data Centers sustentáveis fazem parte dessa lista ao integrar automação, refrigeração inteligente, fontes renováveis e arquitetura de alta eficiência energética.
Prova disso é o indicador médio de eficiência energética (PUE) da Ascenty, que ficou em 1,42 em 2024, abaixo da média do mercado de 1,6. No Chile, o índice foi 1,44, no México 1,36, e no Brasil também 1,42, evidenciando o compromisso contínuo com a performance energética.
Além disso, o indicador WUE (Water Usage Effectiveness) atingiu 0, demonstrando excelência também na gestão sustentável da água.
Como a tecnologia sustentável pode ser vantajosa para o meio ambiente e a sua empresa ao mesmo tempo?
Esse é um tópico cada vez mais presente na rotina executiva das empresas — e o motivo é simples: essa relação traz enormes benefícios para o seu negócio e para o meio ambiente.
Esse novo modelo de desenvolvimento permite uma melhor evolução tecnológica, totalmente integrada à sustentabilidade. Entre os benefícios que podemos citar, destacamos:
redução do uso de papel;
maior satisfação dos funcionários;
melhor imagem perante os clientes;
melhores possibilidades de investimentos.
Trata-se de um movimento que vai ao encontro de outro, o TI Verde ou Green IT.
Quais impactos a tecnologia sustentável traz para nós?
A tecnologia sustentável gera benefícios diretos tanto para o meio ambiente quanto para o desenvolvimento econômico e social. Os principais impactos incluem:
redução da poluição e das emissões de gases de efeito estufa;
diminuição do uso de recursos finitos, como água e combustíveis fósseis;
estímulo à inovação com foco em soluções limpas e eficientes;
geração de empregos verdes e novos modelos de negócio sustentáveis;
melhoria da qualidade de vida, especialmente em centros urbanos com tecnologias que reduzem o ruído, melhoram a mobilidade e aumentam a eficiência dos serviços.
No ambiente corporativo, empresas que adotam práticas sustentáveis também fortalecem sua reputação ESG, conquistam investidores e parceiros mais exigentes e se destacam em mercados cada vez mais regulamentados.
Data Centers eficientes: reduzem o consumo energético e contribuem para a sustentabilidade
A transformação digital está abrindo novas oportunidades em todos os setores para reduzir o consumo energético e melhorar a eficiência por meio de soluções inovadores.
Os data centers desempenham um papel fundamental nessa transformação, pois fornecem a infraestrutura de TI necessária para que as empresas se interconectem, migrem para a nuvem e digitalizem seus processos e serviços.
Veja bem: a demanda por maior poder de computação econectividade só aumentou após a pandemia, acelerando ainda mais o crescimento do setor de data center.
O data center não se trata apenas de armazenamento e disponibilidade, mas de eficiência, inovação e confiabilidade para todas as partes envolvidas em sua operação.
Mais do que nunca, as empresas desejam migrar para uma infraestrutura digital, contando com os serviços de fornecedores sustentáveis, capazes de ajudá-los a cumprir suas próprias metas de sustentabilidade.
Inovações tecnológicas que tornam o data center mais sustentável
À medida que os workloads cada vez mais pesam, aumentar ainda mais a eficiência do data center exigirá um uso ainda mais otimizado de todos os recursos. Para isso, algumas inovações podem ser utilizadas, como:
suporte à integração do smart grid, com medição e previsão;
machine Learning para identificar, em tempo real, oportunidades de melhoria em toda infraestrutura de data center.
Data Center Colocation: a saída para melhorar a sustentabilidade na sua empresa
Você sabia que o data center colocation é a melhor solução para empresas que buscam investir em saídas para renovar sua relação com a sustentabilidade?
Isso tem muito a ver com as iniciativas que os próprios fornecedores de Colocation estão tomando nos últimos anos.
Data centers, por sua natureza, consomem uma quantidade considerável de energia. Ou seja, mesmo sendo uma solução mais sustentável para o mercado do que cada empresa comprar suainfraestrutura on-premise, é uma indústria que trabalha incansavelmente em busca de melhores índices de sustentabilidade.
Afinal, impacta positivamente o seu negócio e ajuda seus clientes (nesse caso, a sua empresa!) a se manter alinhada com as principais boas práticas amigáveis de tecnologia.
É uma ação que ocorre de várias formas, como por exemplo:
uso de fonte de energia mais verdes e reutilizáveis;
novas maneiras de armazenar energia, evitando a poluição;
utilização de concreto sustentável para construir suas estruturas modernas e climaticamente eficientes;
aplicação de princípios de economia circular.
Um exemplo deste último ponto pode ser visto em instalações estrangeiras: devido ao calor gerado pelos data centers, as empresas estão cada vez mais conseguindo canalizá-lo para reutilização em outras tarefas, como nos próprios edifícios corporativos.
A atuação da Ascenty com foco em sustentabilidade
A Ascenty é um exemplo brasileiro de Data Center de Colocation altamente engajada com ações sustentáveis que visam proteger o meio ambiente. Afinal, seu trabalho tem relação direta com os princípios ESG (Environmental, Social and Governance).
Entre os fatores ambientais, a Ascenty busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa (CO2, gás metano) e aumentar a eficiência energética.
Em 2024, foram implementadas 118 melhorias voltadas à eficiência energética em suas operações, resultando em ganhos expressivos de consumo consciente e redução de pegada ambiental. Além disso, 100% da energia utilizada pela empresa é proveniente de fontes renováveis e 100% das emissões de carbono são compensadas, o que posiciona a Ascenty como uma empresa carbono neutro.
Uma das ações é o investimento contínuo (de quase R$ 1 milhão até hoje) em recursos em prol da sustentabilidade, como reciclagem de materiais de todos os tipos.
Além disso, a Ascenty opta pela utilização de energia renovável — e hoje, 100% da energia elétrica utilizada em nossos data centers são de fontes renováveis!
E claro, não podemos esquecer: a companhia ainda conta com a certificação de meio ambiente ISO 14001 e de gestão energética ISO 500001.
Tecnologia sustentável e infraestrutura digital: o futuro é agora
Com o avanço das tecnologias verdes, a transformação digital não precisa mais significar aumento do impacto ambiental. Data centers modernos, como os da Ascenty, mostram que é possível crescer com responsabilidade.
Ao unir conectividade, eficiência energética — com PUE médio de 1,42 e WUE de 0 —, uso de fontes100% renováveis e certificações ambientais rigorosas, a Ascenty se posiciona como líder em infraestrutura crítica sustentável, atendendo às demandas das empresas que buscam alto desempenho sem comprometer o planeta.
Energia limpa.
Compromisso ESG.
Conectividade inteligente.
Impacto ambiental reduzido.
Esses são os pilares da tecnologia sustentável aplicada à infraestrutura digital.
Conduza sua operação por um caminho mais inteligente, conectado e sustentável. Fale com um especialistada Ascenty e avance com a infraestrutura ideal para o seu negócio.
A IA para análise de dados deixou de ser promessa e virou realidade presente em diagnósticos médicos, detecção de fraudes, previsão de demanda e até na recomendação de filmes.
Mas existe uma pergunta que ainda paira no ar: até onde essa inteligência pode ir sem comprometer o planeta?
No ritmo atual de crescimento, Data Centers e algoritmos de IA correm o risco de se tornarem vilões energéticos. Só que isso não precisa ser verdade. Com uma infraestrutura alinhada à sustentabilidade, é possível fazer diferente: otimizar operações de IA, reduzir custos e proteger o futuro.
Como a IA para análise de dados impacta o meio ambiente?
O brilho da IA esconde um bastidor barulhento: servidores processando bilhões de dados, refrigerados por sistemas potentes, consumindo energia em ritmo acelerado.
Mas o maior impacto nem sempre está onde imaginamos.
Grande parte da pegada ecológica da IA vem da geração de energia necessária para abastecer os Data Centers.
Em países com matrizes energéticas baseadas em combustíveis fósseis, cada consulta à IA pode significar litros de água e toneladas de CO₂ emitidas.
A resfriamento dos servidores também exige recursos, mas nem todo consumo de água é igual, como vamos mostrar.
A IA pode caminhar lado a lado com a sustentabilidade?
Sim – desde que exista estrutura para isso. Na Ascenty, a resposta à alta demanda de IA veio com investimento em tecnologia, eficiência energética e um compromisso real com o meio ambiente.
Uso de sistemas de resfriamento em circuito fechado, que não desperdiçam água após o primeiro uso.
Monitoramento avançado com PUE em tempo real via sistema BMS.
Subestações próprias, sistema Tri-bus e resiliência energética de ponta.
“Hoje, um único Data Center de IA pode consumir o equivalente a uma cidade de 200 mil habitantes. Mas a eficiência é possível e necessária.” Marcela Martins, Diretora de Gestão Energética da Ascenty
À medida que os avanços em IA aumentam a complexidade e o consumo das operações digitais, cresce também a responsabilidade por soluções sustentáveis. Data Centers dedicados a workloads de IA podem atingir demandas de até 150 MW.
Esse dado impressiona, mas reforça a importância da eficiência energética como prioridade.
Quais são os avanços da IA que ajudam na sustentabilidade dos Data Centers?
A IA não é só usuária de energia, ela também é parte da solução. Tecnologias de IA podem ser aplicadas na gestão da própria infraestrutura dos Data Centers com foco em tornar o consumo energético mais eficiente e sustentável.
Na prática, algoritmos preditivos ajudam a antecipar picos de demanda, otimizando a distribuição de carga elétrica em tempo real. Além disso, a climatização, um dos maiores consumidores de energia, é ajustada automaticamente com base em dados de temperatura e uso.
É um exemplo claro de como a IA para análise de dados pode ser usada de forma estratégica para apoiar a transição dos Data Centers para modelos energéticos mais inteligentes e responsáveis.
O uso de IA para ESG é uma tendência real?
Sim, e urgente. A inteligência artificial vem sendo aplicada nas frentes do ESG, desde a coleta até a análise preditiva de dados:
identificação de anomalias ambientais e sociais em tempo real;
geração de relatórios automáticos para conformidade com normas como a CSRD;
cruzamento de dados para antecipar riscos ambientais e reputacionais.
IA com propósito é IA que melhora a sociedade e protege o futuro. A Ascenty já caminha nessa direção, sendo signatária do Pacto Global da ONU e empresa carbono neutro.
IA precisa sempre consumir tantos recursos?
Não. Com o ambiente certo, ela pode consumir muito menos.Segundo Rafael Astuto, Gerente Executivo de Engenharia de Vendas da Ascenty, o consumo hídrico da IA está mais relacionado à forma como geramos energia, do que ao processo da IA em si.
E no Brasil, há uma vantagem estratégica:
mais de 85% da matriz energética é renovável;
a água usada em circuitos fechados não é descartada, apenas recirculada;
nada é perdido, nada é poluído. Apenas se troca calor de forma inteligente.
Leia a matéria completa sobre IA, consumo de água e sustentabilidade nos Data Centers aqui.
Benefícios de combinar IA com infraestrutura sustentável
Uma operação de IA eficiente não precisa escolher entre performance e meio ambiente. Com a estrutura da Ascenty, é possível:
reduzir custos operacionais;
ter dados em tempo real para decisões mais estratégicas;
operar com alta densidade de processamento, sem perder eficiência;
estar em conformidade com regulamentos ambientais cada vez mais exigentes.
Tudo isso com uma infraestrutura de 34 Data Centers, subestações próprias e integração com o ecossistema de conectividade da América Latina.
IA para análise de dados e sustentabilidade podem e devem andar juntas
A IA para análise de dados não precisa ser um paradoxo ambiental. Pelo contrário, quando combinada com uma estrutura de Data Center eficiente e verde como a da Ascenty, ela se torna uma força positiva para a inovação e para o planeta.
Ao adotar práticas sustentáveis e investir em tecnologia inteligente, empresas conseguem ser mais competitivas, eficientes e responsáveis. E para quem já opera com Computação de Alto Desempenho, a pressão ESG é uma realidade crescente. A boa notícia?
Se essa carga computacional roda dentro de uma infraestrutura que já nasce preparada para eficiência energética e responsabilidade ambiental, você não só responde à pressão — como sai na frente.
Portanto, continue sua leitura com um artigo sobre Computação de Alto Desempenho e o ServiceFabric™. Prepare sua empresa para esse novo cenário.
O uso de tecnologia na indústria é um dos principais impulsionadores da economia. O setor está em plena transformação digital, e se apoia cada vez mais em recursos, como 5G, IoT e Inteligência Artificial.
Fábricas inteligentes estão em alta e fazem parte de uma nova fase: aIndústria 5.0. Integrando o talento humano e tecnologias avançadas, elas estão criando produtos personalizados em menos tempo e com muito mais eficiência.
E no centro de tudo isso, temos um elemento essencial: os dados. Eles são os responsáveis por orientar a produção e garantir o sucesso dos negócios.
Neste conteúdo, você entende melhor esse cenário e pode se preparar para essa nova realidade de mercado. Continue a leitura!
O que é tecnologia na indústria?
Tecnologia na indústria diz respeito a um conjunto de recursos tecnológicos aplicados no cotidiano industrial com o foco em otimizar a produção. Aqui, temos o uso de softwares, hardwares e recursos que ajudam a garantir a hiperautomação.
Entre as principais tecnologias, podemos destacar:
Qual o impacto da conectividade 5G nas fábricas inteligentes?
Operar fábricas inteligentes está entre os objetivos de muitos gestores do setor. Porém, essa meta depende da tecnologia na indústria, especialmente de dados econectividade 5G.
Em geral, esses ambientes necessitam de uma troca massiva dedados em tempo real. Afinal, a comunicação máquina-a-máquina não pode ser afetada por uma alta latência.
Assim, a tecnologia 5G chega para impulsionar operações críticas e apoiar a implementação de uma gestão baseada em dados. Toda a fábrica está interconectada e a informação flui com agilidade e segurança.
E essa não é uma mera tendência; já é realidade. NaChina, foram construídas 1.200 fábricas inteligentes avançadas, além da instalação de 4 milhões de bases 5G. O país, que é referência em transformação digital na indústria, mostra o caminho para o mercado mundial.
Fábricas inteligentes precisam de gestão de dados em escala
As fábricas inteligentes estão se tornando populares em todo o mundo. No entanto, sua operação pode gerar terabytes de dados todos os dias, o que exige um esforço relevante no armazenamento, processamento e proteção dessas informações.
Em síntese, é importante investir em:
infraestruturas computacionais de alto desempenho (HPC);
redes com baixa latência;
integração com provedores de nuvem e IA;
compliance e certificações de segurança.
A importância da infraestrutura digital na aplicação de tecnologia na indústria
É simples: alta conectividade e processamento de dados em tempo só existem com uma infraestrutura digital moderna, escalável e eficiente.
Toda indústria que deseja chegar ao próximo nível de digitalização deve avaliar seu ambiente digital atual e mapear gargalos e pontos de fricção. Esse é o primeiro passo para aplicar a tecnologia na indústria de forma inteligente e realmente eficiente.
No cenário atual, é possível observar que essa ainda não é a realidade da maior parte das empresas. Muitas ainda estão presas a processos manuais e infraestruturas digitais frágeis e que freiam seu crescimento.
Por outro lado, as grandes indústrias mundiais apostam em recursos inteligentes e que agregam valor à produção, como:
conexão direta com operadoras, cloud providers e pontos de troca de tráfego;
plataformas de orquestração e conectividade de dados;
cloud Computing;
soluções de Colocation.
Recursos assim ajudam a conectar a indústria aos dados, impulsionando a produtividade, sustentabilidade e qualidade dos itens. Ou seja, a infraestrutura digital é a base para se manter competitivo e eliminar desafios comuns no setor industrial.
Como o 5G acelera a tecnologia na indústria brasileira?
Embora alguns países já estejam mais avançados na implementação do 5G, podemos dizer que o Brasil tem dado bons passos nessa jornada. O processo, que se iniciou em 2022, avançou bastante e muitos municípios já contam com sinal ativo.
Mas qual o impacto disso na indústria brasileira? Como vimos, a tecnologia é um pilar importante para o funcionamento de ambientes conectados e permite a implementação de soluções avançadas de IoT, IA e ML.
Portanto, a tecnologia 5G é essencial para amaior automação e eficiência industrial.
Além disso, é importante destacar que 60% da população brasileira já conta com o recurso, que está presente em redes privadas industriais fundamentais para o monitoramento das operações de máquinas inteligentes.
E mais: o Brasil está no Top 3 das redes 5G mais rápidas do mundo. Oestudointernacional evidencia o potencial da tecnologia no país, que perde apenas para a China em quantidade de antenas instaladas.
Infraestrutura e conectividade: os pilares da tecnologia na indústria
A aplicação de tecnologia na indústria é indispensável para a evolução do setor, preparando-o para atender às novas demandas do consumidor moderno. Portanto, infraestrutura digital e conectividade caminham juntos com as fábricas inteligentes.
Ou seja, onde há tecnologia, há dados. Onde há dados, há conectividade. Portanto, invista nos recursos certos e garanta um ambiente interconectado para tomar decisões estratégicas em tempo real e crescer.
Embora a IA tenha sua origem na década de 1940, podemos dizer que a tecnologia explodiu de verdade nos últimos anos. E isso fica evidente quando observamos o crescimento do mercado e o surgimento de novas empresas de inteligência artificial.
Entretanto, para operar em sua máxima performance, aIA exige uma infraestrutura robusta. Isto é, servidores, Data Centers, hardwares e softwares que suportem a demanda por escalabilidade.
Sem uma base confiável, essas empresas correm riscos e perdem competitividade em um momento em que deveriam estar aproveitando as oportunidades para crescer!
Continue a leitura e veja como evoluir nesse mercado com estratégia e eficiência!
O boom das empresas de inteligência artificial no mundo e no Brasil
As empresas de inteligência artificial estão ganhando mercado. O setor é um dos que mais crescem no Brasil e no mundo, com aplicações em diferentes segmentos.
Segundoestudosrecentes, o número de domínios registrados com “.ai” cresceu 1200% entre 2021 3 2025. No Brasil, a quantidade de empresas de IA na marca aumentou 857% entre 2023 e 2025.
Os números não deixam dúvidas de que estamos diante de uma forte tendência de mercado. E é claro que isso tem relação com as próprias demandas da sociedade moderna e com as novas possibilidades de automação que a IA desencadeou.
A IA é a tecnologia do momento e recebe bilhões em investimentos. Aliás, não é só as grandes marcas, como OpenAI, Stability AI e Runway que estão prosperando. Novas empresas chegam ao mercado com soluções disruptivas e com grande potencial de crescimento.
Crescer em IA exige mais do que bons algoritmos
O crescimento acelerado e expressivo de empresas de IA não é sinônimo de maturidade. Na prática, esses negócios precisam lidar com diversos desafios para sobreviverem quando o “hype” em torno da tecnologia passar.
Em síntese, é preciso muito mais do que bons algoritmos para alcançar resultados consistentes e duradouros. Entenda melhor!
Latência, segurança e escalabilidade importam — e muito!
Crescer com performance é um desafio considerável na rotina de uma empresa de inteligência artificial. Isso porque, o usuário está em busca de experiências fluidas e rápidas, o que só é alcançado com uma baixa latência.
Muito se fala sobre IA em tempo real. E para entregar isso ao mercado, os negócios devem reforçar investimentos em disponibilidade, segurança e escalabilidade.
A infraestrutura que sustenta a inovação
Outro pilar do mercado de IA é a conectividade. Sem ela, os dados que movem a tecnologia, tornando-a mais eficiente, ágil e estratégica não se comunicam e a IA não evolui.
Ter uma infraestrutura digital interconectada nunca foi tão importante como atualmente. Neste contexto, diferenciais da Ascenty, como conexão direta com as nuvens e Data Centers Carrier Neutral são grandes aliados da inovação.
Como os Data Centers suportam a evolução das empresas de IA?
A Inteligência Artificial depende dos dados para operar, aprender e evoluir. Porém, a demanda por esses dados é enorme e cresce a cada instante.
É neste cenário que osData Centersda Ascenty mostram sua importância. Responsáveis pelo armazenamento seguro e conectado dessas informações, eles garantem que a IA não pare de processar e analisar informações e ofereça sempre a melhor resposta ao usuário.
Isso ocorre porque as infraestruturas estão prontas para o alto volume de dados e processamento, com GPU e CPU otimizadas. Além disso, os Data Centers contam com:
ecossistema de conectividade, que integra nuvens, provedores e operadoras;
segurança física e lógica, com centenas de certificações e controle de acesso;
conectividade privada e baixa latência com ServiceFabric™.
Escalabilidade inteligente: o que as empresas de IA devem buscar em um parceiro de infraestrutura
Se a sua empresa de inteligência artificial já entendeu a importância de uma infraestrutura digital robusta, é hora de dar esse passo e ir em busca de um bom parceiro.
A Ascenty é a líder em Data Centers e Conectividade da América Latina e cumpre todos os requisitos necessários para guardar seus dados e impulsionar seu negócio:
localização estratégica;
interconexão com nuvens públicas;
infraestrutura Carrier Neutral;
suporte 24×7;
expansão sob demanda.
Nossas soluções já estão impulsionando grandes marcas do mercado de IA, de forma segura e confiável. Com mais de 35Data Centers próprios espalhados pelo Brasil, Chile, México e Colômbia e conexão com o ecossistema da Digital Realty, sua empresa conseguirá evoluir e inovar na velocidade que o consumidor exige.
IA no centro, infraestrutura na base
O interesse e uso da IA vem crescendo de forma acentuada, e as empresas de inteligência artificial têm grandes oportunidades pela frente. Entretanto, como vimos, o sucesso depende de uma infraestrutura digital que suporte o crescimento.
Ou seja, com mais investimentos e demanda, é necessário garantir armazenamento escalável e conectado para os dados. E a Ascenty é a parceira ideal para o seu negócio!
Fale com umespecialista e conheça nossas soluções para empresas de IA!
Hoje, a Computação em Nuvem, ouCloud Computing, tem se tornado cada vez mais comum em nosso vocabulário digital.
Com a promessa de transformar a forma como acessamos dados e aplicações, muitas empresas e usuários estão começando a entender melhor suas funcionalidades e como ela pode ser aplicada no dia a dia.
Mas, afinal, o que exatamente ela é? Confira no post de hoje!
O que é Cloud Computing?
Cloud Computing refere-se ao fornecimento de serviços de computação através da internet. Em vez de depender de servidores físicos e dispositivos de armazenamento, empresas e usuários podem acessar recursos como: servidores, armazenamento de dados, bancos de dados, softwares e redes. Tudo através da internet, pagando apenas pelo que utilizam.
Isso elimina a necessidade de manutenção de infraestrutura própria e oferece flexibilidade e escalabilidade.
Em virtude da necessidade do homem moderno em tornar as soluções tecnológicas cada vez mais versáteis (e portáteis) foi criada esta tecnologia.
Ou seja, a computação em nuvem permite que bancos de dados, que podem conter até milhões de arquivos, fiquem armazenados online, o que elimina a necessidade de armazenamento em espaço físico, como: HDs, pendrives ou CDs.
O termo Computação em Nuvem é utilizado por causa da forma remota como a tecnologia funciona.
Como e quando surgiu o seu conceito?
Comercialmente falando, a computação em nuvem ou Cloud Computing passou a ser oferecida à venda para o público em 2008, mas só começou a ser aceita e se popularizou no mundo todo (principalmente no meio corporativo), em 2013.
Entretanto, o termo Cloud Computing foi mencionado, pela primeira vez, em uma palestra acadêmica, há quase 20 anos, por John Mccarthy, criador da linguagem de programação LISP e pioneiro na tecnologia de Inteligência Artificial.
O nível de aceitação da Cloud Computing foi tão grande que, hoje, a tecnologia tem sido tratada da mesma forma como um serviço de fornecimento de eletricidade, no qual só se paga pelo que é consumido.
Quais são os tipos de Cloud Computing?
Existem três principais modelos de serviços em nuvem, cada um atendendo a diferentes necessidades de negócios:
SaaS (Software as a Service): acesso a softwares hospedados na nuvem sem necessidade de instalação local. Exemplos: Gmail, Office 365.
PaaS (Platform as a Service): fornece plataformas completas para desenvolvimento, sem necessidade de gerenciar infraestrutura subjacente. Exemplos: Google App Engine, Microsoft Azure.
IaaS (Infrastructure as a Service): oferece a infraestrutura necessária para construir e gerenciar recursos de TI, como servidores e armazenamento. Exemplos: Amazon Web Services (AWS), Google Compute Engine.
Além dos modelos tradicionais, muitas empresas agora estão adotando nuvem híbrida(combinando nuvens públicas e privadas) e multicloud (usando múltiplos provedores de nuvem), que assim, permitem maior flexibilidade e resiliência na arquitetura de TI.
Quais são as vantagens do Cloud Computing?
As vantagens vão desde a flexibilidade no acesso a dados e serviços até a redução de custos e a melhoria de desempenho. A seguir, listamos as principais.
Portabilidade: a nuvem pode ser acessada de qualquer lugar, a qualquer momento, usando apenas um dispositivo conectado à internet. Isso garante flexibilidade para indivíduos e empresas.
Sustentabilidade: a nuvem reduz o uso de energia e elimina a necessidade de dispositivos físicos, como pendrives, HDs e CDs, contribuindo para a diminuição da pegada de carbono.
Economia: reduz a necessidade de infraestrutura física e custos operacionais, com pagamento apenas pelo uso, sem investimentos iniciais pesados.
Escalabilidade e elasticidade: empresas podem aumentar ou diminuir seus recursos conforme necessário, adaptando-se facilmente a mudanças de demanda.
Segurança avançada: provedores de nuvem oferecem protocolos de segurança de ponta, mais robustos do que a maioria dos sistemas locais, com monitoramento constante e proteção contra ameaças cibernéticas.
Desempenho otimizado: a proximidade dos centros de dados aos usuários finais reduz a latência, melhorando a experiência de navegação e acessibilidade.
Quando utilizar a Computação em Nuvem?
A computação em nuvem está presente no cotidiano, muitas vezes sem que percebamos. Desde o envio de um e-mail até o acesso a redes sociais, estamos constantemente utilizando a nuvem.
Em termos de utilidade comercial a Cloud Computing é utilizada para que você armazene todo o banco de dados de sua empresa prevenindo-se de qualquer imprevisto que possa acontecer, assim você não perde documentos e arquivos importantes.
Então, a sua empresa também pode utilizar a Cloud Computing para acessar o seu software de administração, eliminando a necessidade de computadores potentes que possam suportar a instalação de programas pesados e que exigem um desempenho avançado da máquina.
Exemplos de usos de serviços em nuvem
Armazenamento de dados: sabe aquele arquivo importante que você acessa de qualquer lugar? Isso acontece graças à nuvem. Serviços como Google Drive, Dropbox e OneDrive permitem que você armazene e acesse documentos de qualquer dispositivo, sem se preocupar com o espaço no HD.
Inteligência Artificial e Machine Learning: para empresas que querem entrar no mundo da inteligência artificial sem precisar investir em grandes estruturas, a nuvem oferece uma solução.
Desenvolvimento e teste de software: se você trabalha com tecnologia, sabe como é importante testar novas ideias rapidamente. Os desenvolvedores podem criar e testar novos aplicativos sem se preocupar com a infraestrutura.
Backup e Disaster Recovery: ninguém quer perder dados importantes, certo? A nuvem garante que, se algo der errado, você pode recuperar tudo rapidamente.
Streaming de mídia e entretenimento: toda vez que você assiste a um filme no Netflix ou escuta uma música no Spotify, você está usando a nuvem. Essas plataformas usam a tecnologia para entregar conteúdo de forma rápida.
Quem pode utilizar Cloud Computing?
A computação em nuvem é acessível para qualquer pessoa, independentemente de sua área de atuação ou da tecnologia disponível. Crianças jogando online, acadêmicos armazenando material de estudo ou empresas acessando documentos vitais estão todos utilizando a nuvem, seja de forma individual ou corporativa.
E o impacto dessa tecnologia cresce: o mercado global foi avaliado em US$ 752,44 bilhõesem 2024 e espera-se que atinja US$ 2,39 trilhões até 2030, com uma taxa de crescimento anual de 20,4%.
Entretanto, com esse crescimento, a Ascenty traz um diferencial para seus clientes e parceiros. Por meio de seu Marketplace, a Ascenty conecta as melhores empresas de TI e serviços de tecnologia em uma plataforma que facilita a inovação e a evolução tecnológica.
Portanto, este Marketplace é um ecossistema digital aberto, permitindo que empresas de diferentes setores encontrem soluções, desde serviços de Cloud Computing até cybersegurançae desenvolvimento de aplicativos.
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A transformação da Cloud Computing com Multicloud e Nuvem Híbrida
À medida que a Cloud Computing continua a crescer, os modelos de multicloud e nuvem híbrida estão se destacando como soluções poderosas para atender às necessidades dinâmicas e escaláveis do mercado.
Com o multicloud, empresas podem aproveitar o melhor de diferentes provedores de nuvem, otimizando custos e desempenho, enquanto a nuvem híbrida permite uma integração flexível entre nuvens públicas e privadas, garantindo maior controle, segurança e agilidade nos processos de TI.
Sendo assim, esses conceitos abrem novas possibilidades para empresas que buscam a escalabilidade, segurança e a continuidade dos negócios de forma eficiente.
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Com investimento de R$ 300 milhões, empreendimento fará parte de complexo tecnológico de 40 mil m2 da empresa na Grande São Paulo
Em 21 de junho, a Ascenty, joint-venture entre Digital Realty e Brookfield Infrastructure, completa 15 anos como líder no mercado latino-americano. A empresa comemora essa história anunciando a construção de um novo data center na região de São Paulo. Com um investimento de aproximadamente R$ 300 milhões, o SPO05 é o quinto data center da empresa na Região Metropolitana de São Paulo, em um campus que totaliza 47 MW e aproximadamente 40 mil m² de área total. O novo data center está preparado para atender clientes enterprise e hyperscale, com soluções em cloud e inteligência artificial – que demandam infraestrutura robusta para alto volume de processamento e transmissão de dados.
Como parte desse movimento, a empresa também anuncia o início do desenvolvimento das unidades SPO07 e SPO08, que passam a ser oficialmente estruturadas. O projeto reúne 40 MW de potência e tem investimento aproximado de R$ 1.5 bilhão para construção. Estes dois novos data centers serão implantados em um terreno de 47.430,16 m² adquirido em 2023, localizado em São Paulo. A iniciativa integra o plano de expansão da companhia, que agora passa a contar com 36 data centers – sendo 24 em operação e 12 em construção e/ou desenvolvimento.
“Temos visto clientes ávidos por espaço em nossos data centers para atender a demanda crescente por conectividade e infraestrutura, com a evolução tecnológica dos serviços digitais oferecidos à sociedade e a necessidade de conectividade robusta, de alta disponibilidade, atendimento de excelência e baixíssima latência”, explica Chris Torto, fundador e CEO da empresa.
A companhia inaugurará em breve também a operação de sua terceira unidade no Chile, o SCL03, reforçando ainda mais sua presença já estabelecida no mercado latino-americano.
15 anos de história
Fundada em 2010, a Ascenty completa 15 anos no mercado de data centers em junho de 2025. Desde 2018, é uma joint-venture da Digital Realty com a Brookfield Infrastructure. Com isso, reforçou seu capital para crescimento e se tornou a maior empresa de data centers e conectividade da América Latina. Os dados de 2024 comprovam isso: a empresa obteve um aumento de 54% de vendas enterprise, em comparação com o ano anterior, e incorporou 119 novos clientes, atendendo mais de 600 empresas de diferentes segmentos e tamanho. Este ano, para fortalecer ainda mais a operação na América Latina, a Ascenty realizou oito emissões de debêntures levantando um total de US$ 860 milhões.
“Como investidora de longo prazo, a Brookfield tem acompanhado de perto a evolução da Ascenty ao longo destes 15 anos, testemunhando sua transformação na maior empresa de data centers da América Latina. Nossa filosofia de investimentos, focada em ativos de infraestrutura essencial, com elevadas barreiras de entrada, fluxos de caixa estáveis e potencial de crescimento sustentável, encontra na Ascenty um exemplo claro de como a inovação e a excelência operacional se traduzem em criação de valor duradouro”, afirma Marcos Almeida, Head de Infraestrutura da Brookfield para a América do Sul.
A empresa atua de forma consolidada no mercado brasileiro e latino-americano, com uma operação robusta de data centers e conectividade carrier neutral – permitindo a interconexão com qualquer operadora ou uso de seus mais de 5 mil km de fibra óptica própria, idealizados e construídos desde a sua fundação para apoiar a conectividade de seus clientes.
Hoje, a Ascenty também oferece no Brasil o ServiceFabric®, plataforma de orquestração da Digital Realty, que apoia na conexão com outros mais de 500 data centers pelo mundo e atende às necessidades dos clientes por 100% de disponibilidade, baixa latência e descentralização da conectividade para apoiar sua resiliência de dados, garantindo que estejam sempre conectadas.
“Temos muito orgulho de ser parceiros da Ascenty e estamos confiantes em seu crescimento contínuo e na sua liderança cada vez mais consolidada como a principal plataforma de data centers da América Latina, afirma Andy Power, presidente e CEO da Digital Realty.
Líder no mercado brasileiro, a Ascenty possui data centers na Região Metropolitana de São Paulo (SP) e nos municípios de Campinas (SP), Jundiaí (SP), Paulínia (SP), Hortolândia (SP), Sumaré (SP), Vinhedo (SP), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ). Além disso, a empresa tem forte presença na América Latina, com operações locais em Santiago (Chile) e Querétaro (México), além de projetos em construção em Bogotá (Colômbia). Nestes mais de 245.000 m² no total da Região, atende empresas de diversos segmentos, como varejo (Grupo GPA, Magalu, Marabraz, Renner e Riachuelo), setor automotivo (DPaschoal), alimentício (Madero, Vigor, Gomes da Costa), financeiro (Nubank, Stone, Sicoob), serviços de TI (Kyndryl, CI&T), conectividade (Vivo, Claro, Cirion, Starlink), provedores de nuvem (Nuv, CDN Star) e muitos outros.
Futuro com Inteligência Artificial
Para os próximos anos, o CEO da Ascenty reforça seu posicionamento otimista com relação ao desenvolvimento da empresa e das regiões nas quais a Ascenty atua. “Quando comecei minha carreira, lá em 1982, a internet já existia, mas ninguém falava dela. Só quando surgiram os browsers gráficos é que a internet decolou. Com a Inteligência Artificial é a mesma coisa, ela está há muitos anos presente no mercado, mas com o surgimento da nova forma de interagir que a Gen IA nos trouxe, houve uma explosão da IA. Isso é o futuro”.
O executivo acredita que IA vai modificar ainda mais a sociedade nos próximos anos. “Eu sei que vai, e a Ascenty está preparada para oferecer a infraestrutura adequada para que estas aplicações aconteçam, com data centers maiores, com viabilização da energia necessária e refrigeração adequada para apoiar a potência de um rack de IA, que é quase 10x o que o mercado está acostumado. Isso vai requerer muitos investimentos de nossa parte. E estamos preparados”, finaliza Torto.
Companhia investe mais de 125 milhões de dólares em infraestrutura, mantém excelência em serviços e avança em metas ambientais e sociais.
A Ascenty, joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure, anuncia a publicação do Relatório ESG 2024, destacando avanços consistentes em suas práticas ambientais, sociais e de governança. A empresa foi eleita “Empresa do Ano” pela consultoria Frost & Sullivan e manteve sua posição na zona de excelência do NPS pelo sétimo ano consecutivo.
“O ano de 2024 foi marcante para a Ascenty. Reafirmamos nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, ético e responsável. Investimos em tecnologias que melhoraram a eficiência energética, priorizamos o uso de fontes renováveis certificadas e mantivemos excelentes resultados em indicadores de eficiência energética e uso de água. Tudo isso reforça a nossa atuação responsável e o empenho em utilizar as melhores práticas de mercado”, comemora Chris Torto, CEO da Ascenty.
Fatores ambientais
No contexto ambiental, a Ascenty, mais uma vez, reforçou o compromisso com zerar as emissões de Escopo 2 no Brasil, Chile, e agora também no México. Isso significa que 100% das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) nos data centers nesses países foram neutralizadas pela aquisição de iRECs (International Renewable Energy Certificate). A atuação da empresa incluiu também a compensação anual total das emissões dos Escopos 1 e 3 por meio da compra de créditos de carbono.
A empresa também se destacou com um índice médio de PUE de 1,42 — inferior à média global de 1,56 — e índices WUE e CUE iguais a zero, graças a sistemas de resfriamento com circuito fechado e à neutralização total das emissões de carbono. Em gestão de resíduos, superou a meta do Programa Aterro Zero, destinando 91,7% dos resíduos para reciclagem, um aumento de 42% em relação ao ano anterior.
Fatores sociais
Como parte de seu compromisso com a formação de jovens talentos nas regiões onde atua, a Ascenty contratou Jovens Aprendizes para diversas áreas ao longo de 2024. O programa interno foi reconhecido nacionalmente com o Prêmio Ser Humano RH, no qual a empresa conquistou o 1º lugar na categoria Jovem Talento, concedido pela ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional São Paulo). Desde 2013, 127 jovens já foram integrados ao setor de tecnologia por meio da iniciativa.
A Ascenty segue investindo no desenvolvimento de seus profissionais por meio da Universidade Ascenty, que ofereceu mais de 848 cursos ao longo de 2024, um crescimento de 41% em relação a 2023. Esse avanço também se refletiu na carga horária média de treinamentos por colaborador, que aumentou 52% no mesmo período. A Ascenty também avança em suas práticas de inclusão e equidade. Atualmente, mulheres representam 31% da força de trabalho. Para fortalecer esse compromisso, a empresa mantém iniciativas estruturadas voltadas à valorização da pluralidade, como os comitês Elas por Elas, PCD, Identidade de Gênero e Orientação Sexual, e Etnia e Diversidade Cultural.
Fatores de Governança
Em governança, a companhia aderiu ao Pacto Empresarial do Instituto Ethos, avaliou 100% de suas operações quanto a riscos de corrupção e manteve todos os colaboradores e parceiros alinhados às diretrizes anticorrupção. Certificada nas normas ISO de Gestão de Compliance e Antissuborno, a Ascenty reafirma sua atuação ética e responsável, refletida também nos mais de 125 milhões de dólares investidos em infraestrutura e serviços no último ano.
“O relatório reflete nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, ético e transparente. Como líderes em data centers na América Latina, temos a responsabilidade de impulsionar uma transformação positiva na sociedade e no planeta”, afirma Torto.
Para acessar o Relatório de Sustentabilidade 2024 completo, clique aqui
Se sua empresa ainda vive no passado, está na hora do upgrade. A modernização de infraestrutura digital é o passo que separa líderes de obsoletos. Confira!
Com o crescimento exponencial dos dados nas empresas, a demanda por soluções eficazes de armazenamento de dados nunca foi tão urgente. Equipamentos internos, que antes davam conta do recado, hoje muitas vezes se tornam gargalos de segurança, escalabilidade e desempenho.
Neste artigo, você vai entender quando sua estrutura atual deixou de ser suficiente e o que considerar para dar um salto na maturidade da sua TI. Descubra 5 sinais críticos e conheça alternativas corporativas. Vamos la!
O que é armazenamento de dados?
Armazenamento de dados é o processo de registrar, organizar e proteger informações digitais para acesso e uso posterior. Esses dados podem estar em dispositivos físicos, como discos rígidos e SSDs, ou em infraestruturas especializadas, como Data Centers e ambientes virtualizados.
Empresas utilizam soluções de armazenamento para garantir a disponibilidade de informações críticas, continuidade dos negócios e conformidade com normas como a LGPD.
Quais são os tipos de armazenamento de dados?
Os tipos de armazenamento de dados variam de acordo com a estrutura dos dados, a performance necessária e o ambiente de uso. Eles podem ser utilizados tanto em ambientes locais (on-premises) quanto em infraestruturas profissionais, como Data Centers.
Veja os principais tipos:
armazenamento de arquivos: dados em estrutura hierárquica (pastas e subpastas);
armazenamento em blocos: alta performance, ideal para bancos de dados e sistemas transacionais;
armazenamento de objetos: excelente para dados não estruturados como vídeos, imagens e backups;
colocation: solução onde a empresa aloja seus equipamentos em Data Centers especializados, com suporte, segurança e conectividade avançada.
Qual a melhor forma de armazenamento?
A melhor forma depende da realidade da empresa, mas para operações críticas e escaláveis, o certo é investir em infraestruturas híbridas ou terceirizadas em Data Centers. Elas garantem:
alto desempenho;
segurança física e lógica;
conformidade regulatória;
suporte técnico 24×7.
Tendência em alta: IA e o crescimento exponencial do volume de dados
A ascensão da Inteligência Artificial (IA), especialmente da IA generativa, está provocando uma transformação profunda na forma como as empresas lidam com o armazenamento e gerenciamento de dados.
Segundo a Gartner, as organizações precisarão lidar com volumes cada vez maiores de dados não estruturados, como textos, imagens e vídeos, exigindo infraestruturas preparadas para alto desempenho, baixa latência e segurança robusta.
Sendo assim, a consultoria também prevê que a IA generativa se tornará uma prioridade estratégica nas empresas, aumentando a necessidade de ambientes escaláveis e interoperáveis para suportar cargas intensas de processamento e análise de dados.
Ou seja, empresas que já utilizam IA, analytics e machine learning precisarão garantir uma base sólida de TI — como os Data Centers da Ascenty — para sustentar esse crescimento com alta disponibilidade, conformidade e eficiência operacional.
5 sinais de alerta para insuficiência no armazenamento de dados
Antes de optar por uma mudança de infraestrutura, é importante reconhecer os sinais de que sua estrutura atual não está mais dando conta. Veja os principais:
1. Necessidade de comprar novos equipamentos
Se a empresa está sempre adquirindo novos servidores ou storages para armazenamento dados, é sinal de que a infraestrutura interna perdeu sua atratividade econômica e estratégica.
Além do investimento alto em hardware, há os custos com instalação, espaço físico, climatização e, muitas vezes, contratação de profissionais adicionais para suporte e manutenção.
Portanto, essa solução deixa de ser escalável e flexível, abrindo espaço para alternativas mais sustentáveis, como ambientes profissionais de Colocation em Data Centers.
2. Perda de eficiência e segurança
Não é só a falta de espaço para o armazenamento de dados que gera desafios para o gerenciamento de TI. Muitos servidores, quando se aproximam do limite de sua capacidade atingem também um limite operacional tornando os processos instáveis.
Alguns sinais de falha são as quedas frequentes do sistema, lentidão operacional e falhas de configuração. Tudo isso pode representar um grande risco para a empresa, uma vez que a segurança dos dados fica comprometida.
3. Necessidade de atualizações constantes
As exigências de segurança crescem na mesma velocidade em que os hackers se atualizam. Já manter um servidor atualizado, apesar de necessário, pode sair muito caro para a empresa.
Outra situação que pode exigir atualizações para versões mais completas é a necessidade da integração de dados para o acesso por meio de dispositivos móveis.
Ou seja, os equipamentos de TI possuem um ciclo de vida curto devido ao rápido avanço tecnológico demandando atualizações para versões cada vez mais completas e flexíveis.
4. Necessidade de contratar profissionais especializados
Gerenciar uma rede de armazenamento de dados exige conhecimento técnico avançado.
Se sua empresa depende de um time reduzido ou generalista para operar equipamentos complexos, o custo com contratações ou consultorias especializadas pode ultrapassar o valor de uma solução profissional externalizada.
Ao migrar para uma infraestrutura terceirizada em Data Centers especializados, sua empresa ganha, além disso, acesso a ambientes com monitoramento 24×7, redundância, segurança física e lógica, sem precisar arcar com toda a operação.
5. A conformidade regulatória se torna um obstáculo
A necessidade de adequação à LGPD e outras normas de proteção de dados é uma realidade que exige infraestrutura segura, segmentada e auditável.
Porém, quando manter esse nível de conformidade passa a exigir altos recursos, a operação interna deixa de ser viável. Por isso, em ambientes profissionais, como os Data Centers da Ascenty, sua empresa conta com infraestrutura certificada, garantindo conformidade e confiança junto aos seus stakeholders.
Alternativa inteligente: infraestrutura de TI terceirizada
Ao reconhecer esses sinais, o próximo passo é considerar soluções de infraestrutura profissional.
Cada vez mais, empresas de diferentes portes têm optado por Data Centers de classe mundial, como os da Ascenty, que oferecem ambientes prontos para escalar operações, com alto desempenho, segurança, redundância e conectividade direta com os principais pontos de troca de tráfego (PTTs).
Além disso, o modelo Carrier Neutral da Ascenty oferece liberdade de escolha entre provedores, com suporte técnico especializado e disponibilidade garantida por SLA de 100%.
Armazenamento de dados eficiente é aquele que é estratégico para o seu crescimento
Armazenamento de dados não precisa ser um gargalo para a sua operação — nem acabar com seu orçamento (ou o planeta!).
No entanto, quando a infraestrutura interna começa a dar sinais de esgotamento — como lentidão, altos custos de atualização ou riscos à conformidade — é hora de agir.
Caso contrário, ignorar esses sinais pode comprometer a performance da operação, aumentar a exposição a riscos cibernéticos e impedir que a empresa acompanhe as transformações digitais.
Por isso, continue sua leitura para ver como otimizar sua operação com mais eficiência, sustentabilidade e visão estratégica.
A Selbetti Tecnologia é a maior One-Stop-Tech do Brasil, oferecendo um ecossistema completo de soluções para acelerar a transformação digital das empresas. Com quase 50 anos de história e cerca de 2,2 mil profissionais, atuamos como um hub de tecnologia para potencializar a eficiência e o crescimento dos negócios.
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A tecnologia 6G está aí! Como ela impacta os negócios?
Dados viajam à velocidade do pensamento, onde a conexão entre máquinas, pessoas e ambientes é tão perfeita que o digital e o físico se tornam um só, vamos ver o que a Tecnologia 6G traz para os próximos anos.
Primeiramente, a sexta geração de conectividade promete muito mais do que redes rápidas. Ela marca o início de uma nova arquitetura de mundo e não estamos falando de ficção. O 6G é a próxima revolução, pronta para redefinir como os negócios inovam, se conectam e competem.
Isso significa uma transformação radical entre processos, produtos, decisões e relacionamentos. Vamos entender o que está por vir!
O que é a Tecnologia 6G?
A Tecnologia 6G é a sexta geração de redes móveis, projetada para superar todas as limitações do 5G. Estamos falando de velocidades de até 1 Tbps, latência em microssegundos e uma capacidade quase infinita de conectar dispositivos em tempo real.
Antes mesmo da consolidação plena do 5G, o 6G já desponta em laboratórios de pesquisa na China, Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos. As primeiras redes comerciais já estão sendo esperadas e a corrida pela supremacia digital já começou.
Quais são as grandes mudanças que a tecnologia 6G trará?
Com a chegada do 6G, o conceito de “conexão” ganha uma nova dimensão. Não se trata apenas de mais velocidade, mas de uma nova arquitetura de mundo.
Entre as principais transformações, destacam-se:
velocidades absurdamente altas: downloads que hoje levam minutos serão feitos em milissegundos;
latência ultrabaixa: a comunicação entre dispositivos acontecerá quase que instantaneamente;
habilitação de novas realidades: realidade aumentada, virtual, mista e holografias para uso cotidiano;
conexão sensorial: sentir texturas ou temperaturas em interações digitais será possível;
computação no limite: integração com computação quântica e Inteligência Artificial de forma nativa.
O 6G é, essencialmente, o “oxigênio” da sociedade hiperconectada.
Quando o 6G vai chegar ao mercado?
A tecnologia 6G chegará no mercado a partir de 2030. Mas o futuro está sendo construído agora. Testes avançados, como o lançamento do primeiro satélite 6Gpela China Mobile, indicam que a infraestrutura está sendo erguida de forma acelerada.
O Brasil, através de iniciativas como o Projeto Brasil 6G do Inatel, também está na corrida para definir padrões e desenvolver aplicações.
Qual será o impacto da tecnologia 6G nos negócios?
A Tecnologia 6G vai mudar a lógica do mercado. Em vez de adaptarmos nossos processos à tecnologia, será a tecnologia que se moldará ao ritmo dos negócios.
Assim, quando chegarmos nessa realidade, onde dados fluem com a mesma velocidade dos seus pensamentos, onde decisões são tomadas antes mesmo de uma oportunidade bater à porta, essa nova arena vai inaugurar: ambientes empresariais mais rápidos, mais inteligentes e infinitamente mais conectados.
As principais mudanças que as empresas viverão incluem:
automatização extrema de processos com Inteligência Artificial hiperconectada;
cirurgias remotas com precisão total e latência zero;
veículos autônomos em redes urbanas inteligentes;
fábricas autônomas, onde robôs trocam informações sensoriais em tempo real;
cidades inteligentes integradas à infraestrutura de telecomunicações e energia;
experiências imersivas no varejo, educação e entretenimento.
Negócios que não se adaptarem à nova realidade digital serão ultrapassados em velocidade 6G.
Qual é a diferença entre o 5G e o 6G?
Se o 5G acelerou o mundo, o 6G vai mudar a forma como existimos dentro dele. Enquanto o 5G nos trouxe velocidade e conectividade global, o 6G vai nos integrar a um mundo que pensa, sente e reage em tempo real.
As diferenças mais marcantes entre o 5G e o 6G segunda a Superinteressante e CNN Brasil são:
Velocidade: O 5G já impressiona com até 20 Gbps, mas o 6G quer ir além — mirando 1 Tbps, pronto para experiências digitais em tempo real que hoje ainda desafiam a imaginação.
Latência: Se o 5G nos permitiu quase zerar o tempo de espera, o 6G vai praticamente eliminar qualquer atraso, colocando a resposta das máquinas no compasso do nosso pensamento.
Arquitetura de rede: O 5G ainda se apoia em torres fixas. O 6G vai construir malhas dinâmicas entre céu e terra, com satélites em órbita baixa ajudando a cobrir cada espaço vazio
Experiência digital: O 5G abriu a porta para o streaming e a mobilidade fluida. O 6G vai derrubar paredes, trazendo interações táteis, holografias persistentes e mundos digitais integrados ao nosso cotidiano.
Cobertura e alcance: Redes terrestres somadas a satélites permitirão que o 6G costure continentes, oceanos e lugares antes inalcançáveis numa mesma rede viva.
O que é preciso para estar pronto para tecnologia 6G?
Estar preparado para a era do 6G não significa apenas trocar dispositivos ou instalar novas redes. Significa reimaginar a infraestrutura de negócios.
Esses serão os pilares:
Data Centers hiperconectados: com latência zero e inteligência adaptativa;
orquestração de dados: integração fluida entre nuvens, bordas e dispositivos;
segurança de dados de nova geração: baseadas em IA e blockchain;
capacidade de escalar com computação quântica e IA distribuída.
A sobrevivência será de quem construir fundações sólidas para o futuro.
Como a Ascenty está se preparando para o 6G?
Na Ascenty, o futuro é construído hoje. Nossa infraestrutura de 34 Data Centers, conectados por 5.000 km de fibra óptica própria, está sendo expandida para atender à demanda da próxima geração de conectividade.
Sabemos que, na era da tecnologia 6G, a resiliência, a baixa latência e a capacidade de escalar serão mais importantes do que nunca.
A Ascenty é mais que infraestrutura. Somos o ecossistema onde dados, dispositivos e empresasque se encontram para criar o futuro, além de termos a confiança e respeito que falam por si só:
+ de 6 anos consecutivos na zona de excelência de NPS;
temos mais de 200 operadoras conectadas ao nosso ecossistema;
interconexão global: acesso direto as principais nuvens públicas globais e ao ecossistema da Digital Realty, conectando você ao que há de mais moderno no mundo digital;
serviços reconhecidos por instituições como Frost & Sullivan e Gartner Peer Insights.
A era da tecnologia 6G exige novos protagonistas
A Tecnologia 6G inaugura uma era onde a conectividade se tornará parte invisível e essencial de todas as estratégias de negócio.
Empresas que enxergarem além da velocidade e entenderem o real poder do 6G — a capacidade de criar, antecipar e transformar em tempo real — serão as novas líderes do mercado.
Mas, para atravessar essa fronteira, não basta estar conectado. É preciso contar com uma infraestrutura que ofereça computação em alta escala, baixa latência e capacidade extrema de processamento — fundamentos para suportar aplicações avançadas de Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Computação Quântica.
É aqui que começa a preparação para o futuro.
Portanto, ao lado da Ascenty, sua empresa terá as bases necessárias para aproveitar tudo o que o 6G vai desbloquear — e construir o que ainda nem foi imaginado. Continue sua leitura para aprender mais sobre Computação de Alto Desempenho e esteja pronto para a revolução.
Infraestrutura abrange quatro data centers nas regiões Sudeste e Nordeste do Brasil e conectividade por Banda IP
Para apoiar a digitalização do varejo nacional, a plataforma de serviços de computação em nuvem Magalu Cloud contrata a infraestrutura de data centers e conectividade da Ascenty. A parceria apoia a empresa na duplicação da banda de tráfego de internet e no aumento de sua capacidade computacional em 2,5 vezes.
“É um orgulho para a gente poder atender a Magalu Cloud. Hoje eles são a maior nuvem brasileira, uma empresa que está despontando, crescendo demais, e isso agrega muito valor às nossas operações e nos dá respaldo, mostra o quanto que estamos preparados para sustentar grandes operações”, diz Pablo Neves, gerente executivo de vendas da Ascenty.
Com 26 centros de distribuição no país, atendendo a uma rede de mais de 1.300 lojas em 21 estados, incluindo as lojas próprias da Magalu e quiosques em lojas franqueadas, a Magalu Cloud buscava um parceiro confiável para atender à crescente demanda de infraestrutura robusta e de alta performance para sua nuvem pública brasileira, que permitisse a rápida expansão.
“A escolha pela empresa se deu pela capacidade de oferecer infraestrutura modular e escalável, suporte técnico proativo, conexões de alta capacidade, certificações de segurança reconhecidas e um compromisso com a sustentabilidade, alinhando-se aos valores e à estratégia de expansão da Magalu Cloud”, explica Marcelo Corbani, Head de Tecnologia da Magalu Cloud.
A empresa iniciou a parceria com a Ascenty em 2021, com um cage que apoiava a validação de conceitos da implantação do projeto. O passo seguinte foi a implementação de uma arquitetura multi zonas, com outros três cages, em mais três data centers da Ascenty. Essa ampliação dos serviços ocorreu simultaneamente à expansão da nuvem pública no mercado brasileiro, com um aumento em sua base de clientes de mais de 300 empresas e três períodos de lançamentos de produtos.
“A Ascenty possui uma infraestrutura que facilita a escalabilidade dos serviços para atender à demanda rápida e crescente de grandes empresas, como é o caso da Magalu Cloud”, salienta Neves.
A conectividade é outro ponto no qual a Ascenty apoia a empresa, que possui links de Banda IP interconectando todos os data centers e conexões com o PoP do IX.BR para peering. Por meio dessas conexões, é possível assegurar uma melhoria de performance aliada à baixa latência para aplicações críticas e alta disponibilidade para atender padrões de SLA rígidos. Estes aspectos apoiam a manutenção da qualidade do serviço ofertado e o alto nível de confiabilidade ao qual a Magalu Cloud se propõe a oferecer.
ESG e soberania de dados
A Magalu estabeleceu um compromisso em 2022 de que todas as suas unidades seriam abastecidas por energia renovável, o que também colaborou para a contratação da Ascenty. “Os clientes da Ascenty muitas vezes nos buscam, entre outros motivos, por conta de nosso alinhamento com suas iniciativas de ESG. A Ascenty é uma empresa carbono neutro, com energia 100% renovável certificada e os data centers não consomem água, utilizando centrais de água gelada em circuito fechado”, reforça Neves.
A Ascenty também oferece uma infraestrutura de classe mundial, localizada no Brasil, o que permite à Magalu manter-se em conformidade com a soberania de dados. “A soberania, aliada à responsabilidade socioambiental, está no centro da estratégia do Magalu – e esses valores são compartilhados por ambas as empresas”, explica o executivo da Magalu Cloud.
Planos de expansão
A Magalu Cloud prevê uma expansão modular de sua infraestrutura e contará com o apoio da Ascenty para isso. “Além disso, sempre consideramos a Ascenty em outras oportunidades, pois julgamos que a empresa está preparada para agregar valor aos nossos projetos”, diz Corbani.
A Ascenty pretende continuar apoiando a Magalu Cloud em seus planos de digitalizar o varejo nacional, sustentando assim o seu crescimento exponencial. “Em conjunto, nos preparamos e projetamos as necessidades futuras que a Magalu Cloud terá”, finaliza Neves.
A Harbor IT é uma empresa de tecnologia focada na entrega de serviços com equipe técnica altamente qualificada e na implementação de projetos em diversos segmentos, incluindo rede LAN, WAN, WLAN, Segmentação e Autenticação, Segurança de TI, Colaboração envolvendo voz e vídeo, através dos principais players de mercado. Os serviços de gerenciamento, monitoramento e suporte de rede podem ser realizados em diferentes níveis, desde o atendimento pontual até a atuação corretiva e preventiva do ambiente da empresa. A análise e consultoria é uma atividade voltada para as melhores práticas, levantamento de eventuais problemas e correção dos mesmos e busca constante de um ambiente estável.
Soluções:
Equipamentos
Segurança
Serviços gerenciados
Software
Ascenty fornece infraestrutura e conectividade para o Oracle Innovation Center
Novo hub de inovação da Oracle apoia desenvolvimento da indústria com poder da IA usando a solução de conectividade ServiceFabric™
A Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure, foi a parceira escolhida pela Oracle para fazer toda a conexão da Oracle Cloud Infrastructure (OCI) com a infraestrutura do Oracle Innovation Center, inaugurado em março, na cidade de São Paulo. No hub de inovação, a Oracle faz uso do ServiceFabric™, plataforma de orquestração de serviços, fornecido no Brasil pela Ascenty, que entrega alta disponibilidade e baixa latência para otimizar ainda mais a experiência do visitante.
De acordo com Marcelo Pivovar, CTO da Oracle na América Latina, a Ascenty tem um papel fundamental ao entregar a conectividade do ambiente com a OCI e a Internet. “Foi um grande desafio colocar este mundo heterogêneo de TI, vindo de parceiros distintos da Oracle, para trabalhar com as diversas soluções que temos em nossa nuvem. E a Ascenty veio como facilitadora desta interconexão. A rede do Innovation Center está conectada também ao Oracle Solution Center, tendo acesso a diversas soluções de infraestrutura, como equipamentos Cloud at Customer, nossa mais moderna versão de Exadata, Hybrid & Edge Computing, Multicloud, além de GPUs para o processamento de AI”, diz.
A conexão com a nuvem é feita por meio do ServiceFabric™ que, além de orquestrar serviços, conecta o hub de inovação a dois links FastConnect, totalmente independentes e redundantes, entre o Oracle Innovation Center e a OCI, além de um link de saída de internet, para otimizar ainda mais a experiência dos visitantes. “Isso permite que as aplicações trabalhem com taxas de transferência e latência necessárias entregar a melhor performance para os usuários. A latência fornecida pelos links, diretamente do escritório da Oracle até a nuvem, é uma das mais baixas do mercado, ficando em torno de 1-2 milissegundos”, comemora Pivovar.
Além de trazer alta disponibilidade e baixa latência para o hub de inovação, a Ascenty também entrega integração – ao tornar viável a conexão dentro dos data centers da Ascenty e com qualquer nuvem no mundo – e a neutralidade – possibilitando a interconexão entre várias operadoras de telecomunicações, quando necessário.
Para João Walter Razori, diretor de soluções e estratégias de Edge da Ascenty, o fator mais importante deste projeto é a possibilidade de agregar valor à Oracle e ao ecossistema de tecnologia.
“Entendemos que a importância do crescimento da Oracle vai muito além da relação Ascenty-Oracle, envolvendo o mercado de tecnologia como um todo e estimulando a economia nacional. Vimos o potencial do Oracle Innovation Center em integrar diversos parceiros e criar uma experiência diferenciada. No Centro de Inovação é possível ter contato com tecnologias avançadas e experimentar todo o potencial que a conectividade da Ascenty pode trazer”, salienta.
FastConnect também para clientes
A parceria entre Ascenty e Oracle vem de longa data. Já que a empresa de data centers a seus clientes o acesso dedicado e privado à OCI por meio da Oracle Cloud Infrastructure FastConnect. Com a parceria, os clientes da Ascenty têm acesso a dados e aplicativos em nuvem, com maior desempenho, controle avançado, flexibilidade e escalabilidade.
“Existe proximidade e integração, além de um alinhamento na forma de trabalhar entre as equipes internas da Oracle e da Ascenty. Todos estão juntos em prol do desenvolvimento tecnológico do país e essa parceria só se fortaleceu ao longo dos últimos anos”, comemora João Walter.
A Internet descentralizada é o que sua infraestrutura precisa para sobreviver. A centralização da rede, como você bem sabe, deixa sua empresa vulnerável. Imagine: um único ponto de falha, e tudo desmorona.
Uma queda de conectividade, um ataque cibernético bem-sucedido, e sua operação pode ser paralisada. O tempo para reagir já passou. Hoje, o que está em jogo não é só a continuidade do negócio, mas a própria confiança em sua rede.
Aqui você vai entender tudo sobre o assunto além de ver oferecer soluções para os desafios que sua infraestrutura enfrenta todos os dias. Vamos lá!
O que é a Internet descentralizada e qual a sua importância?
A Internet descentralizada é uma forma de rede que distribui o tráfego de dados por múltiplos pontos ao invés de concentrá-los em um único lugar. Em um cenário centralizado, tudo depende de hubs que, se falharem, podem paralisar grandes partes da rede, afetando muitas empresas de uma vez, o que pode resultar em prejuízos consideráveis de qualquer operação.
Por que você precisa dela? Porque ela oferece mais segurança, resiliência e flexibilidade para sua empresa. Imagine ter dados fluindo por diversos caminhos, o que garante que, mesmo diante de imprevistos, sua rede continue funcionando.
Como a descentralização pode reduzir riscos de conectividade?
Ao distribuir seus dados por múltiplos pontos de presença (PoPs) interconectados, você cria uma malha que dificulta qualquer tentativa de interrupção. Veja os benefícios abaixo:
Redução de pontos de falha
Quando sua rede está distribuída, um único erro ou falha não coloca toda a operação em risco. Assim, como os diversos Data Centers interconectados da Ascenty, que garantem maior resiliência e continuidade dos serviços, sua empresa não coloca todos os “ovos” na mesma cesta, você os espalha por diferentes locais.
Redundância inteligente
A redundância não é apenas ter backups, é sobre distribuir e otimizar a conectividade para garantir que a comunicação entre diferentes ambientes seja contínua e rápida. Então, com a Ascenty, seus dados são conectados através de uma malha de fibra óptica própria, sem depender de pontos vulneráveis.
Escalabilidade
Com a internet descentralizada, sua rede se adapta às suas necessidades. Ou seja, à medida que sua empresa cresce, os recursos podem ser escalados e sem riscos de congestionamento ou sobrecarga em pontos únicos.
Segurança robusta
Ao espalhar o tráfego por diferentes localizações, a exposição a problemas é reduzida. O sistema de conectividade privado da Ascenty protege sua operação contra vulnerabilidades.
Baixa latência
Quando você espalha seus dados e serviços por pontos interconectados, a distância entre os sistemas diminui, o que resulta em uma experiência mais rápida para os usuários e um desempenho otimizado para suas operações.
Como a Ascenty otimiza a conectividade e a descentralização?
A Ascenty, com sua rede de 5.000 km de fibra óptica própria, interconecta os principais Data Centers, criando um ecossistema globalmente interconectado.
Essa estrutura não só garante redundância, como também oferece à sua empresa a flexibilidade necessária para se conectar diretamente com provedores de nuvem, plataformas de SaaS e outros serviços essenciais para o seu crescimento.
Soluções como o ServiceFabric™, oferecem uma rede privada e segmentada, que evita o tráfego pela internet pública, garantindo que suas informações sejam mantidas longe de olhares indesejados.
Além disso, ela se destaca pela flexibilidade. Não há compromissos rígidos ou multas por mudanças nos requisitos do seu negócio. Você pode adaptar e escalar sua conectividade de acordo com suas necessidades.
Internet descentralizada: por que esperar quando você pode inovar agora?
Quando falamos sobre Internet descentralizada, não estamos apenas discutindo mais segurança ou flexibilidade. Estamos falando de transformar sua rede em algo mais robusto, resiliente e ágil, pronto para crescer sem limites. E é aí que a Ascenty entra.
Por que escolher a Ascenty? Porque ela vai além do básico. Ela oferece:
infraestrutura avançada e escalável: sua rede cresce com o seu negócio, sem limitações, e se adapta ao futuro;
conectividade excepcional: mais de 200 operadoras conectadas ao ecossistema Ascenty e a rede de fibra óptica própria que garante a resiliência da conectividade e desempenho sem igual;
segurança física e digital: certificações internacionais e monitoramento 24/7 para manter seus dados seguros, sem falhas;
alta disponibilidade: com subestações próprias e um projeto robusto, a Ascenty garante que sua operação continue funcionando ininterruptamente em caso de apagão;
interconexão global: acesso direto as principais nuvens públicas Globais e ao ecossistema da Digital Realty, conectando você ao que há de mais moderno no mundo digital.
Em um mercado onde a conectividade não pode falhar, a Ascenty oferece 100% de disponibilidade, com qualidade comprovada e um serviço reconhecido por instituições como Frost & Sullivan e Gartner Peer Insights.
Portanto, não deixe sua empresa à mercê das limitações do passado. Está na hora de conectar-se ao futuro com a Ascenty. Continue o assunto por aqui para entender como a orquestração de dados é uma boa estratégia para integrar e automatizar operações.
Pelo 4° ano consecutivo, empresa se destaca por oferecer soluções de infraestrutura de classe mundial, consolidando sua posição de liderança no mercado
A Frost & Sullivan, após uma análise do setor de serviços de data center, concedeu à Ascenty o prêmio Latin American Company of the Year 2024. A empresa é a maior provedora de serviços de conectividade e data center da América Latina, operando 34 data centers em operação e construção no Brasil, Chile, México e Colômbia, todos interligados por uma rede própria de fibra óptica de 5.000 km. A Ascenty projeta e gerencia instalações de última geração para os principais provedores globais de tecnologia e nuvem, além de atender clientes nacionais e internacionais de diversos setores. Seu crescimento é respaldado pela Brookfield Infrastructure Partners, uma gestora de ativos canadense, e pela Digital Realty, a maior operadora de data centers do mundo, com mais de 300 unidades na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e Austrália.
Essas parcerias posicionam a Ascenty como uma das principais plataformas de data center da América Latina, com foco em sustentabilidade, infraestrutura e excelência no atendimento ao cliente. Além disso, possibilitam que empresas latino-americanas se conectem a mais de 500 data centers ao redor do mundo. Seu ambiente neutro oferece acesso simplificado a dados e aplicações, transformando-os em informações estratégicas para o sucesso do mercado. Empresas globais, provedores de conteúdo e operadoras de conectividade confiam na Ascenty para fornecer soluções de alto nível, alinhadas às demandas do futuro impulsionado por IA, IoT e Big Data.
Liderança no mercado de data centers e conectividade
Os serviços de colocation, soluções de conectividade e a plataforma ServiceFabric™ reforçam a posição da Ascenty no mercado de infraestrutura digital.
Colocation: A Ascenty oferece soluções flexíveis e personalizadas, desde um único rack até um data center inteiro. Suas instalações contam com cages, racks e data centers dedicados, garantindo máxima segurança para dados críticos.
Conectividade: A empresa possui uma robusta rede de fibra óptica que interliga seus próprios data centers e também se conecta a data centers de concorrentes e estações de cabos submarinos no Brasil, oferecendo alternativas mais econômicas e eficientes para empresas locais e globais.
ServiceFabric™: A plataforma amplia o alcance global da Ascenty, permitindo que seus clientes acessem serviços digitais, nuvens e data centers ao redor do mundo com alta velocidade e baixa latência.
Segundo Manuel Albornoz, analista da Frost & Sullivan, “A Ascenty se destaca ao oferecer uma infraestrutura segura, escalável e de baixa latência, permitindo que empresas de todos os setores prosperem na era digital. Com um ecossistema completo de serviços, a empresa garante a infraestrutura digital avançada necessária para crescimento, inovação e evolução tecnológica.”
Infraestrutura de ponta, sustentabilidade e excelência operacional
A Ascenty investe constantemente em infraestrutura de última geração, incluindo data centers equipados com resfriamento líquido e racks de alta densidade, que podem atingir uma potência média de 100 kW por rack. Além disso, sua estratégia de expansão é impulsionada pela disponibilidade de terrenos estratégicos e energia, permitindo crescimento rápido e escalável conforme a demanda dos clientes.
Para garantir alta performance e mínima latência, a empresa posiciona clientes corporativos próximos a nós hyperscale dentro de seus data centers, utilizando cross-connects de alto desempenho. Desde 2021, a Ascenty opera com 100% de energia renovável e neutraliza suas emissões de carbono por meio de Certificados Internacionais de Energia Renovável e otimização da eficiência energética.
A empresa se destaca pelo compromisso com a segurança da informação, suporte 24/7 e excelência no atendimento ao cliente, sendo um parceiro confiável para negócios que operam na economia digital. Sua expansão regional fortalece ainda mais sua posição como um dos principais players da infraestrutura digital na América Latina, consolidando um crescimento sustentável e de longo prazo.
Reconhecimento internacional e compromisso com o futuro
Segundo Abhishek Paul Choudhury, analista sênior da Frost & Sullivan, “O compromisso da Ascenty com cibersegurança e sustentabilidade a posiciona como uma líder visionária no setor de data centers, garantindo confiabilidade, transparência e excelência operacional para seus clientes. Sua abordagem proativa para infraestrutura digital sustentável, conectividade e relacionamento com clientes, aliada à forte governança ESG, reforça sua reputação como a maior referência em serviços de data center na América Latina.”
Com um desempenho excepcional, a Ascenty recebe o prêmio Latin American Company of the Year 2024 da Frost & Sullivan, consolidando sua liderança no setor.
Sobre os prêmios da Frost & Sullivan
Anualmente, a Frost & Sullivan concede o prêmio Empresa do Ano à organização que demonstra excelência em estratégia de crescimento e execução no seu setor. O reconhecimento é baseado em inovação tecnológica, liderança no mercado e alto valor agregado para os clientes.
Os prêmios Best Practices da Frost & Sullivan destacam empresas que demonstram desempenho superior em liderança, inovação, atendimento ao cliente e desenvolvimento estratégico de produtos. Para isso, analistas do setor realizam entrevistas aprofundadas, pesquisas detalhadas e comparações de mercado para identificar as melhores práticas da indústria.
Aperte o Play e absorva as informações de forma prática.
Toda empresa de sucesso opera com base em dados. Este é um dos grandes motivos para a computação de alto desempenho ser um dos assuntos mais discutidos do momento.
Diariamente, geramos um volume considerável de dados. Eles estão em todos os setores, com diferentes formatos e finalidades. Mas se todos os negócios têm dados, por que algumas empresas conseguem aproveitá-los mais do que outras?
A resposta pode estar na capacidade de processamento dessas informações. Neste artigo, queremos te mostrar como isso afeta seus resultados e o papel doServiceFabric® neste novo cenário.Acompanhe!
O que é computação de alto desempenho?
Computação de alto desempenho (HPC), ou supercomputação, é a capacidade de processar grandes volumes de dados e análises complexas em pouco tempo.
No entanto, em uma explicação mais técnica, podemos dizer que o conceito se refere à prática de unificar recursos de computação para atingir uma performance superior ao de uma estação de trabalho, servidor ou computador comum.
Como funciona o HPC?
A HPC tem três componentes (computação, armazenamento e rede) e pode ser operada por meio de supercomputadores ou grupos de computadores (clusters). Assim, agregam recursos para resolver demandas que computadores comuns não conseguiriam.
Ela pode ser executada localmente, na nuvem ou em um formato híbrido. Além disso, tem um modelo de funcionamento bem interessante:
Cada computador de um cluster é chamado de “nó”. E este “nó” lida com uma tarefa específica;
Os “nós” do cluster controlador coordenam os processos e trabalhados entre os demais “nós”.
Além deles, existem “nós de trabalho”, que são responsáveis pelos cálculos.
É importante destacar que os algoritmos e o software são executados em paralelo em cada nó do cluster, ajudando a processar a tarefa com mais rapidez.
O desafio da conectividade de alta latência na computação de alto desempenho
A latência é um desafio já conhecido das empresas. No contexto atual, ela é um grande obstáculo para a performance dos negócios, atrasando não apenas o acesso à informação, mas a própria tomada de decisão.
É claro que tudo isso está relacionado à baixa capacidade de conectividade. Quanto mais precário é o ecossistema de conectividade da empresa, mais dificuldades para acessar e processar e transmitir seus dados ela terá.
Em um mercado em que a eficiência, a produtividade e dados em tempo real são palavras de ordem, não há como evoluir com a latência elevada ou acima do que é preciso para performar . Em outras palavras, para se efetivar uma computação de alto desempenho, a empresa precisará de soluções de conectividade avançadas.
Quem está rodando no limite? Entenda como o ServiceFabric®quebra barreiras
A Ascenty tem a confiança de dizer que tem a solução ideal para a correta implementação da computação de alto desempenho: oServiceFabric®, da Digital Realty.
A plataforma está redefinindo o conceito de conectividade em todo o mundo e já faz parte da rotina de grandes organizações. Presente em mais de 50 regiões metropolitanas da Ásia-Pacífico, EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e América do Norte, agora está no Brasil, nosData Centers de São Paulo da Ascenty.
Ou seja, nossos clientes passam a ter acesso direto às principais plataformas de nuvem de qualquer localização privada do mundo. Isso porque, o ServiceFabric® quebra barreiras de conectividade, interligando seu negócio a mais de 500 Data Centers espalhados globalmente, incluindo de concorrentes.
Marcos Siqueira, nosso COO, destaca que a plataforma “habilita o cliente a, por meio de um portal e em poucos minutos, fazer uma configuração de, por exemplo, conexão de um serviço da Microsoft na zona de disponibilidade que está em São Paulo ou nos Estados Unidos. Nós somos o canal de comunicação que vai possibilitar isso”, ou como dizem alguns clientes, somos o passaporte para o mundo.
👉 Aproveite para ver a matéria da teletime na íntegra, onde Marcos fala sobre a Ascenty e o fortalecimento global de Data Centers.
Entenda como a Ascenty impulsiona a HPC
Além da plataforma de orquestração ServiceFabric™, a Ascenty tem soluções e diferenciais indispensáveis para empresas que buscam avançar no universo da computação de alto desempenho e daInteligência Artificial:
Data Centers Carrier Neutral — conexão com qualquer operadora e provedor;
Pontos de conexão com todos os data centers do mercado, inclusive dos concorrentes;
NPS na zona de excelência há 7 anos, demonstrando a qualidade do serviço.
Dê boas-vindas à computação de alto desempenho sem limites
Com o ServiceFabric®, a Ascenty reafirma seu compromisso de impulsionar a conectividade e a transformação digital na América Latina. Investimos mais de U$2 milhões para a implantação do serviço e já estamos pensando em sua expansão.
Acreditamos no potencial do nosso mercado e queremos garantir que nossos clientes tenham acesso ao que há de mais inovador no mundo. Assim, eliminamos os obstáculos da latência e baixa conectividade que impedem a computação de alto desempenho de avançar.
A orquestração de dados é uma das técnicas mais discutidas da atualidade. O motivo? Ela ajuda a solucionar grandes desafios das empresas que precisam de informações organizadas e centralizadas para operar.
Certamente, uma boa plataforma de orquestração te dará confiabilidade de dados, e sua equipe saberá que o fluxo de informações acontece na hora certa, da forma certa e para onde deve.
Ainda tem dúvidas sobre o conceito? Neste artigo, vamos explicar melhor o processo e sua relação com a conectividade e crescimento empresarial. Acompanhe!
O que é orquestração de dados?
A orquestração de dados é um processo automatizado que coordena o fluxo de trabalho com dados. Em geral, os dados são movidos com apoio de ferramentas e plataformas que podem ser executadas em qualquer infraestrutura.
Em outras palavras, estamos falando da técnica de mover dados isolados e armazenados em vários locais para um repositório centralizado. Lá, é possível combiná-los, classificá-los e usá-los para a tomada de decisão.
Por que as empresas precisam da orquestração de dados?
Se a sua empresa deseja trabalhar com base em dados completos, precisos e atualizados, deve considerar a orquestração de dados. Isso porque, ela ajuda a automatizar o tráfego das informações entre ferramentas e sistemas.
Ou seja, por meio do processo, o negócio pode centralizar todos os tipos de dados, independentemente da origem, como API, fontes de dados externas e bancos de dados internos.
Percebeu o quanto isso é importante no contexto atual? A orquestração é um elemento essencial para a análise de dados, especialmente com o avanço da Inteligência Artificial.
Mas isso não é tudo. Veja mais alguns motivos para investir no processo:
Fortalece a proteção de dados
A LGPD e outras leis de privacidade de dados têm regras rígidas sobre a coleta, o uso e armazenamento de dados pessoais. Porém, quando a empresa não tem controle sobre onde os dados estão armazenados e quem os acessa, é difícil atuar em conformidade.
A orquestração melhora a visibilidade e controle sobre todo o ciclo de vida dos dados. Assim, fortalece a proteção da informação e evita sanções legais.
Acelera o acesso aos dados
Sem a orquestração de dados, empresas com diversos ambientes e plataformas de armazenamento podem ter atrasos na consulta de informações e tomada de decisão.
Com o processo bem implementado, o acesso é rápido. Além disso, os dados são padronizados, o que traz maior confiabilidade e qualidade para os insights coletados.
Fomenta a governança de dados
Alcançar a governança de dados é um desafio para empresas que armazenam suas informações em diversos ambientes. Isso porque, a visão sobre o ciclo de vida dos dados pode gerar vulnerabilidades e falhas.
Portanto, a orquestração de dados confere transparência para a gestão de dados. Isso, inclusive, ajuda a evitar que informações incorretas e dados “sujos” afetem relatórios e decisões.
👉 Veja a matéria completa feita pelo Rodrigo Radaieski, Vice-Presidente de Operações da Ascenty para a Dynamics: Ver matéria.
Infraestrutura e conectividade: as chaves para um ambiente bem orquestrado
Garantir uma gestão de dados unificada, ágil e simples é uma meta complexa para a maioria das empresas. Principalmente com o aumento e evolução das pilhas de tecnologia, pode ser difícil acompanhar tantas integrações e plataformas.
Vale dizer que este não é o único desafio. Quanto maior o volume de informações e mais avançada digitalmente é a empresa, maiores são os obstáculos encontrados:
Com mais tráfego de dados, há a necessidade de conexões de fibra de alta densidade;
Com diversos provedores de nuvem, conteúdo e parceiros de tecnologia, há a necessidade por mais controle e gestão;
Com sistemas e tecnologias avançadas, há a necessidade de automação eficaz e segura.
Tudo isso mostra que a orquestração de dados — e a própria evolução digital das empresas — depende de infraestrutura e conectividade.
PaaS e automação: um passo a mais em direção à conectividade de alto desempenho
Empresas em crescimento e grandes organizações não podem operar sem automação. Isso porque, a dependência de processos manuais freia o desenvolvimento e gera inúmeros gargalos e transtornos na rotina dos funcionários e do cliente final.
Neste cenário, o PaaS (Platform as a Service) em conjunto com processos automatizados garantem a perfeita integração de dados em ambientes híbridos.
Aqui, destacamos a automação de rede como um passo importante para a conectividade. O processo não só reduz custos, como eleva a performance da gestão de dados, garantindo informações acessíveis em tempo real.
ServiceFabric™: a perfeita orquestração de dados para seu negócio
Com tudo o que foi dito, ficou claro que a orquestração de dados é um pilar para a evolução digital das empresas. Se o seu negócio quer se tornar mais estratégico, precisa de dados; e então você precisa organizá-los e gerenciá-los com agilidade e segurança.
O ServiceFabric™ é a solução ideal para solucionar estas e diversas demandas de conectividade. A plataforma de orquestração da Digital Realty — maior empresa de Data Centers do mundo — otimiza a interconexão de dados, independentemente de onde estão.
Com ele, empresas que operam com ambiente híbridos e multi-nuvem têm a tranquilidade de contar com um fluxo de informações ágil e seguro entre diversas plataformas e locais.
Além disso, existem diferenciais estratégicos importantes, como:
integração global com os melhores parceiros e empresas de tecnologia do mercado;
suporte para a inovação e transformação digital;
simplificação da gestão de TI;
redução de custos operacionais;
alta performance e baixa latência;
escalabilidade e flexibilidade.
A Ascenty tem o orgulho de proporcionar tudo isso ao mercado brasileiro. Acreditamos que a orquestração de dados é uma evolução importante para nossas empresas e podemos te ajudar a colocá-la em prática.
Investir em soluções de TI escaláveis é essencial para o desempenho das operações
A resiliência operacional é fundamental para as empresas que enfrentam alta competitividade e precisam se adaptar rapidamente às mudanças do mercado. Falhas de conectividade, vulnerabilidades de segurança e uma recuperação lenta após incidentes podem impactar diretamente na produtividade, segurança e reputação da empresa, tornando ainda mais urgente a necessidade de uma rede resiliente. De acordo com uma pesquisa da Accenture, o número de executivos planejando aumentar o foco no design para resiliência vai saltar de 17% para 63% nos próximos três anos.
Para apoiar a estratégia de resiliência das empresas, a Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure e provedora de serviços de Data Center e conectividade da América Latina, elaborou alguns conselhos sobre como as empresas podem garantir a resiliência de suas operações, assegurando alta disponibilidade, conexões de baixa latência, com segurança e flexibilidade.
Opte por um Data Center de certificado A classificação por Tiers de um Data Center é um dos principais critérios para avaliar os padrões de disponibilidade, redundância e a confiabilidade de sua infraestrutura. João Walter Bio Razori da Silva, diretor de produtos, soluções e estratégias de Edge da Ascenty, explica que o alto grau de disponibilidade também pode ser mensurado por algumas certificações, como as do TUV, que determinam o Tier no qual um data center se insere, com quatro níveis possíveis. “Por exemplo, um Data Center de Tier 3 ou TR3, um dos mais altos graus de classificação e mais utilizados em Data Centers comerciais, precisa ter uma disponibilidade de 99,982%, podendo ficar poucos minutos por ano inoperante. Essa classificação avalia a disponibilidade, redundância e desempenho das infraestruturas, ajudando as empresas a escolherem provedores robustos e seguros”, detalha.
Alcance escalabilidade sem grandes investimentos As empresas que fornecem infraestrutura de Data Center Colocation desempenham um papel importante na escalabilidade das operações empresariais. Eles permitem expandir recursos conforme a demanda de maneira eficiente, sem a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura própria. Dessa forma, as empresas conseguem se adaptar rapidamente às mudanças do mercado sem comprometer a performance ou a segurança, garantindo a resposta rápida a qualquer demanda e redundância nas operações.
Busque empresas certificadas para garantir a segurança física É importante contar com parceiros que possuam certificações como SOC, ISO27001, ISO27701 e ANSI/TIA942-C Rated 3 Design para gestão de continuidade de negócios e segurança. Também é interessante que o parceiro possua uma equipe própria para monitorar os ambientes 24 horas por dia, sete dias por semana. Isso oferece eficiência e redução de custos, pois as empresas deixam de arcar com gastos de auditoria.
Adote soluções de TI híbridas As soluções de TI híbridas, que integram Nuvens privadas, públicas e sistemas locais, oferecem flexibilidade para garantir a resiliência operacional. Elas permitem que as empresas aproveitem o melhor de cada ambiente, com redundância, adaptando-se rapidamente às demandas do mercado e assegurando a continuidade das operações, mesmo diante de mudanças.
“Na Ascenty, por exemplo, oferecemos aos clientes o ServiceFabric, plataforma de orquestração e conectividade global, que contribui para a estabilidade operacional dos nossos clientes. Independentemente da plataforma escolhida, esse é um olhar necessário para evitar falhas de sistema e garantir um tráfego de dados rápido, seguro e estável”, explica o executivo.
O apoio destas plataformas pode facilitar a integração entre Nuvens (pública e privada) com os Data Centers, e ainda, aumentar a resiliência e bem como o leque de opções de Nuvens a serem acessadas em um único lugar.
“Para atender as demandas, em um cenário de alta competitividade, é necessário buscar por soluções inovadoras e de fácil gestão, com maior segurança e eficiência. E são as empresas mais resilientes, focadas em investir nas capacidades certas, que alcançam os melhores resultados de negócios”, finaliza o diretor.
Nos dias de hoje, os data centers estão se transformando em operações cada vez mais sustentáveis, e o Mercado Livre de Energia desempenha um papel fundamental nesse processo.
Essa modalidade de mercado permite que essas infraestruturas digitais funcionem de forma eficiente, sem comprometer a oferta energética das regiões onde estão localizadas.
Com mais de 34 data centers distribuídos pelo Brasil, Chile, México e Colômbia, a Ascenty tem um compromisso sério com suas metas de ESG (Ambiental, Social e Governança). Estamos sempre investindo em estratégias e equipamentos de baixo consumo, com o objetivo de proteger tanto os dados quanto o planeta.
Neste artigo, vamos explorar a importância das fontes renováveis de energia no setor, especialmente em um cenário marcado pelo avanço da inteligência artificial (IA) e pelo crescimento exponencial do volume de dados.
O que é Mercado Livre de Energia elétrica?
O Mercado Livre de Energia é um ambiente onde consumidores podem negociar e contratar energia elétrica, escolhendo seu fornecedor, a quantidade de energia e a fonte de suprimento. O termo “livre” refere-se à autonomia que as partes têm para negociar os detalhes do contrato, o que é um dos principais fatores para a sua rápida expansão.
Como funciona o Mercado Livre de Energia?
No Mercado Livre de Energia, o consumidor tem total liberdade para adquirir energia do fornecedor de sua escolha. Por isso, ele pode negociar preço, condições de pagamento e duração do contrato. Nesse modelo, a empresa contratante possui dois contratos em vigor:
Um com a distribuidora, pelo uso da infraestrutura de distribuição;
Outro com a geradora ou comercializadora, responsável pela venda da energia.
Os benefícios de aderir a esse modelo são diversos, destacando-se:
Incentivo ao uso de fontes renováveis de energia;
Redução de custos;
Aumento da competitividade.
Data Centers e fontes renováveis de energia: um novo padrão
É importante ressaltar que o consumo energético dos Data Centers cresce em média 10% ao ano. Portanto, esse dado evidencia a necessidade urgente de o setor se comprometer com metas sustentáveis. Desde sua criação, a Ascenty tem essa preocupação como prioridade. Anualmente, firmamos compromissos com a sociedade e trabalhamos para garantir operações mais limpas e verdes.
Data centers modernos não podem ignorar a eficiência energética. sendo assim, a medida que a demanda por armazenamento de dados aumenta, os recursos naturais se tornam limitados, e o planeta clama por soluções inovadoras. Ao priorizarmos o uso de energia renovável, conseguimos alcançar resultados significativos que garantem a evolução sustentável do setor:
Redução da emissão de gases de efeito estufa;
Diminuição da sobrecarga energética local;
Menor probabilidade de interrupções por apagões.
Na Ascenty, estamos prontos para liderar essa mudança, contribuindo para um futuro mais sustentável e eficiente para todos.
Iniciativas globais de sustentabilidade no mercado de Data Centers
De acordo com oGartner, 75% das organizações terão implementado um programa de sustentabilidade em suas infraestruturas até 2027, um aumento significativo em relação aos menos de 5% registrados em 2022.
De acordo com a CNN, no Brasil a tendência é igualmente forte. Contratos de longo prazo para fornecimento de energia renovável a Data Centers já somam 330 megawatts-médios, totalizando R$ 7,7 bilhões.
Além disso, o Cenário Energia mostra que a indústria de Data Centers no país cresceu 628% entre 2013 e 2023, consolidando o Brasil como um hub na América Latina.
A Ascenty está alinhada com essas tendências globais e regionais, garantindo que os cientes tenham acesso a serviços de alta qualidade sem comprometer o futuro do planeta.
Conheça as práticas sustentáveis da Ascenty
A Ascenty tem uma rede de Data Centers robusta e estrategicamente distribuída na América Latina. Garantir o pleno funcionamento desses ambientes é uma missão complexa e que demanda muita energia elétrica.
Entendendo o papel do armazenamento de dados na evolução da sociedade, sempre nos esforçamos para garantir que a escalabilidade estivesse acessível para mais empresas de uma forma sustentável.
Por isso, a Ascenty tem um compromisso com práticas ESG. Todas as nossas decisões levam em consideração os impactos ambientais que podem causar e temos o orgulho de apresentar grandes resultados e iniciativas:
100% Energia Renovável;
100% Carbono Zero.
A Ascenty é adepta ao Mercado Livre de Energia. Ou seja, compramos energia com certificado de procedência, garantindo umaoperação verde e que protege o futuro do planeta.
Além disso, investimos em equipamentos de alta performance e baixo consumo energético. O foco é garantir aos nossos clientes uma infraestrutura robusta, escalável, confiável e sustentável.
Como vimos, o Mercado Livre de Energia Elétrica é um ambiente em que diversas empresas negociam a compra de energia. Portanto, a Ascenty está sempre atenta às tendências e já investe nessa estratégia para assegurar uma operação sustentável.
Nossos clientes têm a melhor e maior infraestrutura digital à disposição e podem evoluir enquanto seus dados são armazenados em ambientes seguros, conectados e que protegem o meio ambiente.
A Hixis é uma empresa consolidada no mercado oferecendo produtos e serviços de alta qualidade. Estamos localizados em Hortolândia/SP, região metropolitana de Campinas, o qual é um grande polo tecnológico da América Latina.
Experiência e Inovação a Serviço dos Cartórios A R7ST nasceu da união de um especialista em direito notarial e registral imobiliário com mais de 20 anos de experiência e um analista de sistemas com duas décadas em tecnologia da informação. O sucesso na transformação do Cartório Zanatta em referência de inovação motivou a expansão das soluções para outros cartórios.
A trajetória da R7ST inclui a reestruturação de um projeto idealizado por registradores, resultando em um engine adaptável e inovador, amplamente aceito no setor. Hoje, a empresa oferece soluções personalizadas que otimizam processos e ajudam cartórios de todo o país a alcançarem novos níveis de eficiência e modernização.
Principais Soluções:
Consultoria em TI;
Locação de infraestrutura de TI (Servidores, Computadores, etc);
A Ferenz Networks é uma empresa do setor de Data Centers, atendendo clientes dos mais variados ramos, com produtos de infraestrutura, computação em nuvem e Gestão de infraestrutura computacional.
Se tornar uma empresa digital é investir em um modelo de atuação que usa a tecnologia e a inovação como impulso para crescer e se destacar. Com um mercado tão competitivo, este caminho pode transformar a história de qualquer marca.
No entanto, a digitalização de uma empresa não se resume a implementar softwares e automatizar processos. Vai muito além disso e, neste conteúdo, queremos te ajudar.
A seguir, vamos falar de diferentes aspectos que formam a base de uma empresa digital. Selecionamos dicas importantes e preparamos um glossário para que você tenha em mãos um verdadeiro guia para o sucesso. Aproveite!
O que é uma empresa digital?
Empresa digital é um modelo de negócio que sustenta sua operação com tecnologia. Ela usa diferentes recursos e ferramentas para otimizar resultados e se manter na vanguarda da inovação.
Este tipo de organização tem uma boa maturidade tecnológica e já encontrou o caminho da evolução digital. Assim, investe na otimização de processos e melhoria contínua de suas soluções e serviços.
É oportuno dizer que a digitalização acontece de forma ampla, não estando restrita a um único setor. Além disso, é possível se tornar uma empresa digital em qualquer segmento de mercado, como financeiro, entretenimento e tecnologia.
Por que se tornar uma empresa digital?
Não é difícil listar boas razões para investir em tecnologia e inovação. Pelo contrário, se tornar uma empresa digital é uma decisão estratégica, que deixa pouca margem de dúvidas sobre suas vantagens.
Em síntese, podemos destacar:
aumento de eficiência operacional;
redução de custos;
melhoria na tomada de decisões;
uso de dados de forma inteligente;
implementação de tecnologias inovadoras, como IA e ML;
crescimento escalável;
flexibilidade;
redução de erros e desperdícios;
melhoria do ROI de estratégias.
Qual o impacto da IA nas empresas digitais?
Um dos diferenciais das empresas digitais é estarem abertas ao novo. Com planejamento e mapeamento de mercado, elas aproveitam as oportunidades e conseguem crescer com mais agilidade.
Neste cenário, é interessante falar sobre o papel da Inteligência Artificial. A tecnologia avançou de forma surpreendente nos últimos meses e está se tornando um pilar da inovação.
Em pouco tempo, será difícil encontrar um negócio que não utilize alguma ferramenta com IA. Aliás, isso está mudando até mesmo a configuração do mercado de trabalho e a forma com que as empresas executam inúmeros processos.
Umrecente estudo da Deloitte apontou que 58% das grandes empresas brasileiras já usam Inteligência Artificial em seu dia a dia. E, além disso, 79% delas pretendem estender o uso da tecnologia para novas áreas.
De fato, esta é uma tendência que vale a pena ser incorporada aos processos. Aliás, a maioria das empresas digitais usa ou está pensando em formas de começar a aproveitar o potencial deste recurso.
Como iniciar a transformação e se tornar uma empresa digital?
Na era dos dados e da Inteligência Artificial, se tornar uma empresa digital é premissa para o sucesso. Mas essa transição requer um planejamento inteligente e, claro, decisões coerentes e alinhadas com seus objetivos de negócio.
A seguir, listamos dicas importantes para você iniciar essa transformação o quanto antes e se juntar ao grupo de empresas que ditam o ritmo do mercado. Confira!
Avalie o cenário atual
Antes de falar no futuro, é preciso ter clareza do presente. Sendo assim, é indispensável iniciar um estudo sobre o atual cenário do seu negócio, buscando encontrar processos e áreas que estão mais defasadas do ponto de vista tecnológico.
Nesta etapa, concentre-se nos seguintes aspectos:
identifique processos manuais e em papel: uma das primeiras fases da transformação digital é a redução de processos manuais e em papel. Isso porque, são lentos e repletos de riscos.
identifique gargalos e processos problemáticos: encontre as áreas e processos em que seu time mais perde tempo e que mais prejudicam a experiência de seus clientes, parceiros e colaboradores.
Defina seus objetivos
Conhecendo suas fraquezas, é hora de definir a direção. Ou seja, o propósito dessa evolução digital.
A definição dos objetivos ajuda a fazer escolhas e investimentos coerentes, que contribuem para o sucesso e a resiliência do seu negócio. Para isso, temos algumas dicas:
trabalhe com objetivos claros: seja preciso ao listar os processos que pretende automatizar, e crie metas que podem ser monitoradas e mensuradas ao longo do tempo.
pense no médio e longo prazo: ser uma empresa digital exige um olhar de médio e longo prazo. Por isso, tenha uma visão abrangente, mapeando ações que podem levar mais tempo e são investimentos para o futuro, como a migração de dados para um Data Center Colocation.
Invista em tecnologia e infraestrutura digital
Você precisará modernizar sua infraestrutura de negócio para explorar os verdadeiros benefícios da digitalização. Sendo assim, é preciso escolher com atenção as ferramentas e recursos que serão priorizados.
Aqui, gostaríamos de destacar a necessidade de pensar em uma arquitetura de dados pronta para o crescimento. Isso porque, a evolução do seu negócio caminhará conforme você gera, armazena, gerencia e processa as informações disponíveis.
Diante disso, sugerimos avaliar os seguintes recursos:
Cloud Computing;
Data Centers escaláveis;
Softwares de Gestão;
Inteligência Artificial;
Ferramentas de automação para áreas críticas, como financeiro.
Considere a integração e conexão das ferramentas
O segredo do sucesso de uma empresa digital é uma atuação coordenada entre todos os seus setores. Em outras palavras, é fundamental assegurar que os dados estejam disponíveis e que as ferramentas se comuniquem. Caso contrário, seus investimentos podem não gerar o retorno esperado.
Deste modo, garanta a perfeita integração dos seus ambientes, dados e sistemas atuais aos que ainda serão implementados. Isso assegurará a continuidade dos negócios e ajudará a otimizar processos.
É oportuno mencionar que uma plataforma de interconexão é útil para superar os desafios da gestão de uma TI híbrida. Em geral, com o avanço e implementação de inúmeros recursos, pode ser mais difícil organizar e controlar toda essa infraestrutura.
Trabalhe com base em dados
Não importa o tamanho ou setor em que seu negócio atua, comece a tomar decisões sempre baseada em dados. Abandone o hábito de gerenciar processos e áreas sem planejamento e use as informações para te guiar.
De um estudo de mercado e concorrentes, a análise de relatórios financeiros e até do relacionamento com o cliente… os dados sempre dizem o melhor caminho a seguir.
Se esforce para implementar uma cultura de inovação
A capacitação e mudança cultural também são fatores que te ajudarão a se tornar uma empresa digital. Isso porque, sua equipe precisa estar pronta para dar este salto operacional.
Em resumo, é fundamental manter todos engajados com este novo olhar para os processos. É assim que se garante um ciclo de inovação, em que problemas e gargalos são frequentemente identificados e neutralizados.
Monitore e sempre adapte o que for preciso
Por fim, a transformação digital é uma jornada que pode (e deve) exigir adaptações. Você precisará trabalhar com KPIs coerentes e monitorar de forma ativa os resultados para verificar se os investimentos fazem sentido.
Neste sentido, é plenamente possível que você precise trocar de fornecedores, adquirir novas ferramentas, reformular uma estratégia e até modificar sua infraestrutura atual. Qualquer que seja a escolha, faça isso depois de avaliar os dados, os riscos e os benefícios.
Glossário de Termos Importantes
Para complementar sua leitura, preparamos um glossário da empresa digital. A seguir, você encontra um breve resumo dos principais termos que pode encontrar ao longo dessa jornada:
Resiliência: capacidade de um sistema continuar operando mesmo após falhas.
Redundância: implementação de sistemas de backup para garantir disponibilidade ininterrupta.
Interconexão: conexão entre diferentes sistemas ou redes para troca de dados.
Ecossistema digital: ambiente formado por tecnologias, plataformas e parceiros digitais que suportam a transformação digital.
Recuperação de desastres: conjunto de processos e tecnologias para recuperar sistemas críticos após eventos adversos.
Continuidade de negócios: estratégias que garantem que os serviços da empresa continuem operando, mesmo diante de interrupções.
Baixa latência: tempo reduzido entre o envio de uma solicitação e a resposta recebida, crucial para interações em tempo real.
Alta disponibilidade: garantia de que sistemas e serviços estarão acessíveis na maior parte do tempo, muitas vezes 24/7.
Data Center: ambiente que sustenta as operações de TI e onde se encontram diversos equipamentos de processamento e armazenamento de dados, como servidores, roteadores, switches e firewalls.
Big Data: segmento que atua com o estudo, a coleta, a filtragem, o tratamento e a análise de um volume enorme de dados para gerar informações.
Peering: interconexão direta entre redes de ISPs e sistemas autônomos (ASN) de internet. Resumindo: um tráfego de dados eficiente, seguro e mais rápido.
NAP: O Network Access Point (NAP) é um ponto concentrador de interconexões, onde vários provedores de serviços e de internet se conectam para trocar tráfego e entregar o máximo de conectividade aos seus clientes.
Mude seu negócio com a transformação digital!
Neste artigo, falamos sobre a importância de se tornar uma empresa digital e de como essa jornada é ampla e vantajosa. Como vimos, não estamos falando de um simples esforço de modernização, mas de uma mudança de cultura e objetivos de negócio.
No cenário atual, a inovação e a evolução contínua são pilares de sobrevivência. Se você deseja crescer e se destacar, precisa fazer uma avaliação de seus processos atuais e começar a mudar o que não faz mais sentido para suas metas.
A Ascenty pode caminhar ao lado! Continue acompanhando nosso blog, baixe nossos materiais ricos e conte com o apoio de especialistas em Data Centers, Conectividade e Tecnologia.
Novo produto da empresa, o ServiceFabric™, foi contratado por 59 clientes em apenas seis meses. Para 2025, Ascenty segue investindo em infraestrutura e soluções de conectividade
A Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure e a maior provedora de serviços de data center e conectividade da América Latina, registrou um crescimento de 54% no valor de vendas em 2024, em comparação com o ano anterior, e conquistou 119 novos clientes. Com isso, a empresa passa a atender aproximadamente 600 companhias de diversos segmentos, como financeiro, tecnologia, serviços, varejo e indústria.
Para Marcos Siqueira, COO e head de vendas da Ascenty, os resultados positivos são reflexo de uma estratégia bem executada. “O ano de 2024 foi marcado por um aumento bastante expressivo em nossa base de clientes. Noto o mercado ávido por soluções de infraestrutura robustas, que apoiem as demandas cada vez mais complexas de armazenamento e tráfego de dados que novas tecnologias e novos hábitos da sociedade estão trazendo”, destaca.
A demanda por conectividade, inclusive, foi um dos pontos que marcou o ano para a Ascenty, resultando em um aumento de 62% de vendas do Cross Connect e 160% de aumento de vendas de banda IP. O Cross Connect permite a integração com prestadores de serviços e provedores de cloud, reduzindo custos e aumentando a redundância. O que reflete também em conexões diretas e de alto desempenho entre ambientes de data centers, melhorando a eficiência das redes empresariais.
Além disso, a Ascenty obteve um crescimento de tráfego expressivo em curto espaço de tempo. Foram registrados volumes de tráfego superiores a 1,3 Tbps no IX.SP e 200 Gbps no IX.Fortaleza, graças ao serviço de Internet Exchange, que possibilita a troca direta e eficiente de tráfego de dados entre diversas operadoras com alta conectividade. A Ascenty conta com parcerias como o IX.br e DE-CIX para proporcionar maior escalabilidade e reduzir a latência.
O ServiceFabric™, plataforma de orquestração e conectividade global da Digital Realty, foi habilitado por 59 clientes em apenas seis meses. A solução integra fluxos de trabalho, aplicativos e nuvens, e está disponível em mais de 50 regiões. Seu objetivo é beneficiar setores como finanças, indústria, varejo e tecnologia.
Para 2025, a Ascenty prevê expandir ainda mais sua infraestrutura robusta com novos data centers de classe mundial. “O setor continua em crescimento no Brasil e na América Latina. Vamos iniciar a operação do Santiago 03, nosso terceiro data center no Chile, com 16 MW, reafirmando nosso compromisso em atender à crescente demanda por infraestrutura de dados”, conclui Marcos Siqueira.
Além disso, a empresa fará investimentos em data centers no Brasil, com foco no interior de São Paulo, e em novas operações no México e na Colômbia. A estratégia levará em conta a eficiência energética, aproveitando a abundância de recursos naturais disponíveis.
Os dados estão no centro da tomada de decisão de negócios de todos os portes e segmentos. Mas você sabia que o Data Center Interconnect (DCI) é uma das soluções responsáveis pelo acesso rápido e seguro às suas informações?
A Ascenty é a maior provedora de Data Centers da América Latina e tem uma rede robusta, com 34 infraestruturas. Porém, muito além de espaço de armazenamento, nos preocupamos com a conectividade; e é sobre isso que falaremos neste artigo.
Continue a leitura para entender o que é DCI e como a interconexão pode fortalecer os resultados da sua empresa!
O que é Data Center Interconnect?
Data Center Interconnect (DCI) é a tecnologia que conecta dois ou mais Data Centers para compartilhar recursos e transferir dados. Lembrando queeles podem estar próximos ou em localizações geográficas distantes.
O recurso é fundamental para a infraestrutura digital moderna, pois ajuda a superar desafios comuns, como o aumento do volume de dados, a transição para a nuvem e a recuperação de desastres.
Quais os benefícios do Data Center Interconnect?
Os Data Centers são grandes repositórios de computação e dados e, em um mundo movido por dados, é essencial ter acesso a eles. É por isso que essas infraestruturas precisam se comunicar — independentemente de onde estejam.
A tecnologia é a responsável por permitir a troca de informações e ativos críticos entre os Data Centers. Isso pode ser feito por meio de conexões simples ponto a ponto, redes robustas e soluções de interconexão.
Sabendo disso, podemos dizer que seus principais benefícios são:
redução da latência: com a interconexão entre os Data Centers, a tráfego de dados é mais rápido;
suporte à escalabilidade: essa arquitetura permite que as empresas ampliem suas operações de forma ágil e segura, conforme o mercado evolui;
flexibilidade: é possível aumentar ou reduzir os recursos de acordo com a demanda por dados — o que é vital em um cenário de Inteligência Artificial;
segurança: com o Data Center Interconnect, é possível usar criptografia avançada e proteger o tráfego de dados críticos.
Conectividade e interconexão de dados: a base da transformação digital
Há alguns anos, a interconexão de dados era um elemento base para a continuidade dos negócios e o Disaster Recovery. Atualmente, além desses aspectos, ela ajuda a manter as operações diárias de uma empresa.
Sendo assim, não há como falar em evolução digital sem conectividade. Para que a empresa mantenha suas aplicações e serviços ativos, precisará dos dados e eles devem estar integrados e acessíveis.
Esses são alguns dos fatores que tornam o Data Center Interconnect tão valioso. O recurso conecta Data Centers e, assim, dá ao gestor a possibilidade de considerar vários dados, sistemas e aplicativos em seu dia a dia.
Lembrando que é possível construir essa interconexão por meio de Ethernet de alta velocidade ou fibra óptica. Além disso, o DCI requer um link WAN de alta velocidade, incluindo MPLS, Ethernet e serviço de LAN privada.
A interconexão nos Data Centers Ascenty
A Ascenty é o maior provedor de Data Centers da América Latina. Essa posição nos coloca na liderança da inovação e nos motiva a estar sempre um passo à frente, pois milhares de empresas e milhões de usuários finais dependem de nossas soluções.
Com uma rede de 34 Data Centers em operação no Brasil, Chile, México e Colômbia, a conectividade sempre foi um de nossos maiores diferenciais. Mas como os clientes Ascenty aproveitam tudo isso no dia a dia?
Data Centers Carrier Neutral
Todos os Data Centers da Ascenty são Carrier Neutral. Isso significa que as empresas têm total liberdade para fazer escolhas e combinações de provedores de nuvem. Seja qual for o parceiro escolhido, garantimos conexão aos dados.
Rede própria de fibra óptica
Outro grande diferencial da Ascenty é a rede própria de fibra óptica. São mais de 5 mil km de rede interligando nossos Data Centers de forma direta, rápida e segura. Ou seja, interconexão privada e confiável entre as infraestruturas.
Certificações de qualidade e segurança
A Ascenty também conta com mais de 200 certificações de qualidade, segurança e sustentabilidade. Este reconhecimento do mercado reafirma nosso compromisso em entregar sempre o melhor aos nossos clientes.
ServiceFabric™: mais conectividade e menos complexidade
Além de tudo isso, a Ascenty oferece ao mercado o ServiceFabric™.Considerado a revolução da interconexão, a plataforma da Digital Realty — maior empresa de Data Centers do mundo — garante flexibilidade, segurança e simplicidade no tráfego e gestão de dados.
Invista em uma infraestrutura robusta e interconectada!
Como vimos, o Data Center Interconnect é uma tecnologia indispensável para negócios que precisam de mais conectividade de dados. Levando em consideração o avanço da Inteligência Artificial e da complexidade das infraestruturas de TI, é algo que todas as empresas precisam considerar.
A Ascenty está pronta para armazenar e interconectar seus dados de forma segura, ágil e eficiente. Temos as soluções necessárias para sua evolução digital e um time de especialistas para te ajudar a tomar decisões estratégicas.
Descubra como a interconexão de tecnologias e sistemas está redefinindo os negócios. Explore nosso artigo sobre Ecossistema Digital: a interconexão que agrega valor ao seu negócio e veja como estar à frente nesse cenário.
A transição para Hybrid Cloud (nuvem híbrida) já é considerada o futuro da era digital. Mas será que essa iniciativa se aplica a todas as empresas?
Na era da TI híbrida, mesclar ambientes físicos e digitais com nuvem pública e privada é uma etapa importante para a otimização de processos e a redução de custos. Isso porque nenhum negócio quer ser totalmente dependente de um só provedor ou parceiro.
Pensando em organizações com dados críticos, uma arquitetura de nuvem híbrida traz diversas vantagens competitivas. Porém, revela desafios para os quais os gestores nem sempre estão preparados.
Neste artigo, queremos abordar melhor este cenário para que você se adapte para o futuro de forma segura e estratégica. Confira!
O que é Hybrid Cloud?
A Hybrid Cloud, ou nuvem híbrida, é uma estratégia de TI mista, em que dados e aplicações podem ser executados e armazenados em diferentes ambientes: nuvens públicas e privadas.
Este é um dos modelos mais usados atualmente, e o motivo é bem simples: nenhum negócio quer se tornar refém de apenas uma nuvem pública ou provedor.
Na prática, é possível migrar e gerenciar cargas de trabalho em vários ambientes.
Qual a diferença entre nuvem pública, privada e híbrida?
Existem diferenças claras entre os três modelos de nuvem: pública, privada e híbrida. Podemos resumi-las da seguinte maneira:
Nuvem pública: a infraestrutura é mantida por um provedor e compartilhada entre várias empresas.
Nuvem privada: a infraestrutura é mantida por um provedor, mas não é compartilhada. É exclusiva do cliente.
Nuvem híbrida: combina os dois modelos, reunindo a praticidade da nuvem pública com o controle da nuvem privada.
Essas são as diferenças básicas entre elas. A escolha da estratégia ideal depende das necessidades de cada negócio, mas a nuvem híbrida tem se tornado um padrão, principalmente por reunir as vantagens dos dois modelos.
Como funciona a Hybrid Cloud?
Embora inovadora, a Hybrid Cloud não é um modelo novo.Diversas organizações já investem na estratégia, que continua evoluindo.
Para elucidar seu funcionamento, vamos dividi-la em dois tipos: o tradicional e a moderna. Entenda!
A nuvem híbrida tradicional
Uma arquitetura de nuvem híbrida tradicional é aquela que transporta uma parte de um Data Center local para a nuvem privada. Na sequência, por meio de recursos de conectividade, interliga os dados a uma nuvem pública, como AWS e Google Cloud.
A nuvem híbrida moderna
A nuvem híbrida moderna, além da conectividade física dos dados, opera de forma integrada para que os dados fluam de forma segura. As cargas de trabalho são executadas em todos os ambientes de nuvem, conforme a necessidade do negócio.
A implementação da Cloud Computing é uma decisão estratégica e praticamente inevitável. Aliás, um relatório da NetAppdestacou que 98% das empresas estão em processo de migração para a nuvem.
Se o seu negócio já deu este passo ou está pensando em formas de otimizar ainda mais os resultados alcançados, é interessante conhecer as vantagens da Hybrid Cloud. Confira:
Segurança: com um modelo híbrido, é possível manter dadossensíveis na nuvem privada e os demais na nuvem pública.
Redução de custos: a personalização e a flexibilidade permitem dimensionar melhor os recursos e escolher os melhores provedores.
Controle e personalização: a empresa pode adaptar o ambiente conforme o que precisa, ampliando e reduzindo o ambiente com agilidade.
Compliance: a nuvem híbrida facilita a adequação a normas mais rígidas de proteção de dados sem perder eficiência.
Os desafios da Hybrid Cloud
Apesar dos inúmeros benefícios e diferenciais, a Hybrid Cloud tem desafios consideráveis. Diversas empresas esbarram nesses obstáculos e, com isso, deixam de aproveitar todo o potencial do formato. Entenda!
Interconexão e compatibilidade: conectar a nuvem pública e privada não é tão simples. Por isso, muitos negócios sofrem com uma alta latência.
Processamento seguro de dados: processos e ambientes errados podem gerar riscos de segurança e expor dados sensíveis.
Gerenciamento de acessos: diversas empresas têm problemas para gerenciar quem acessa, modifica e compartilha os dados e ambientes em nuvem.
Complexidade: muitas equipes de TI têm dificuldades para trabalhar com anuvem híbrida, o que pode gerar riscos e perda de eficiência.
O futuro da Hybrid Cloud: a perfeita interconexão!
O futuro da Hybrid Cloud depende da interconexão. Isso significa usar uma plataforma unificada, capaz de desburocratizar o que é complexo na nuvem híbrida.
Pensando nos desafios dos nossos clientes, a Ascenty trouxe para o Brasil o ServiceFabric™. A plataforma de orquestração global da Digital Realty foi desenvolvida para simplificar a gestão da TI híbrida e já está disponível.
E como isso pode beneficiar a sua empresa? Com o ServiceFabric™, você otimiza a gestão de seus dados e aplicações na nuvem, seja ela privada ou pública. E mais: consegue interconectar nuvem com Data Centers físicos.
Portanto, toda a sua infraestrutura de TI estará disponível e visível em um mesmo lugar. Isso reduz a latência, minimiza riscos de perda de dados, reduz custos, aumenta a resiliência e simplifica processos.
É curioso relacionar Data Centers a energia limpa. Mas você sabia que o consumo de eletricidade dessas infraestruturas representa cerca de 1% da demanda global? Com o “boom” da economia digital, os Data Centers são peças fundamentais nesse assunto.
Para o funcionamento da sociedade moderna, o consumo de energia é cada vez maior, sendo assim, é importante discutir o impacto significativo que isso gera no meio ambiente.
Neste artigo, vamos explorar o conceito de energia limpa e sua importância para o futuro, além de entender como ela pode impactar o setor de Data Centers. Acompanhe!
O que é energia limpa?
Energia limpa refere-se à eletricidade gerada a partir de fontes renováveis e sustentáveis, como solar, eólica, hídrica e biomassa. Essas fontes não emitem grandes quantidades de poluentes ou gases de efeito estufa e são a solução ideal para a redução do impacto ambiental.
Com a crescente preocupação global em torno das mudanças climáticas, a transição para fontes de energia limpa é uma prioridade. Afinal, todo negócio pode contribuir para a causa e até mesmo pequenas ações fazem a diferença.
Por que a energia limpa é importante?
Segundo aExame, os Data Centers consomem cerca de 1% da demanda global de eletricidade. Assim, respondem por 0,3% de todas as emissões globais de CO₂.
Isso acontece porque essas infraestruturas processam, armazenam e distribuem grandes volumes de dados 24 horas por dia, exigindo operações contínuas e intensivas em energia.
Alguns dos fatores que aumentam essa demanda de energia incluem:
crescimento de serviços de streaming e entretenimento digital.
À medida que o tráfego de dados na nuvem aumenta, a demanda por eletricidade também cresce, pressionando as operadoras a buscarem alternativas mais sustentáveis. Sendo assim, a adoção de energia limpa se destaca como uma solução eficaz para diminuir os impactos ambientais dessas operações.
Data Centers e energia limpa: América Latina em destaque
Sob crescente pressão para reduzir suas emissões de carbono, os Data Centers precisam avaliar urgentemente a adoção de energia limpa. A América Latina, por exemplo, é uma região promissora nesse contexto, devido à abundância de recursos.
De acordo com o Global Energy Monitor, a capacidade de produção de energia solar e eólica na região deve aumentar em 460% até 2030.
O Brasil, em particular, é um dos principais beneficiados pela transição. Essa facilidade de acesso aos recursos naturais torna o país um polo estratégico para a instalação de Data Centers mais sustentáveis.
O desafio da migração
Apesar das vantagens, a migração para energia limpa não é simples. A transição de fontes tradicionais exige investimentos significativos em infraestrutura. Por outro lado, o cenário político e econômico precisa ser favorável para atrair investimentos em novos projetos de energia limpa.
Entretanto, a longo prazo, essa mudança é importante para garantir a sustentabilidade e a continuidade das operações dos Data Centers. Veja algumas vantagens:
maior estabilidade;
redução de custos operacionais;
diminuição das emissões de carbono;
melhora da imagem corporativa;
acesso a incentivos governamentais.
Diferenciais sustentáveis da Ascenty
A Ascenty já implementa diversas práticas sustentáveis que a destacam no mercado. Confira os principais diferenciais:
O papel vital da energia limpa no futuro dos Data Centers
O uso de energia limpa é uma necessidade urgente para os Data Centers ao redor do mundo. Além de reduzir o impacto ambiental, a transição fortalece a resiliência das operações e oferece benefícios econômicos a longo prazo.
Empresas como a Ascenty mostram que é possível operar infraestruturas de alta performance utilizando 100% de energia renovável, estabelecendo novos padrões de sustentabilidade no setor de tecnologia.
Então, se você deseja saber mais sobre como a Ascenty está contribuindo para um futuro mais verde, acesse o artigo Eficiência energética em Data Centers.
Somos especialistas em migrações de data centers, entregamos soluções completas com logística própria e suporte de ponta a ponta. Garantimos segurança, agilidade e precisão em cada etapa do processo, minimizando riscos e downtime para que sua operação continue sem interrupções. Tenha uma migração segura, confiável e personalizada, alinhada às necessidades críticas do seu negócio.
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Soluções:
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PaaS
Serviços Gerenciados
Software
O que é eficiência energética e como a IA impacta os Data Centers
Com a inteligência artificial (IA) se expandindo rapidamente, surge uma questão crítica: O que é eficiência energética e por que é tão importante para equilibrar a crescente demanda por tecnologia, como a IA, nos Data Centers?
O Brasil, com sua abundância de energia renovável, tem se tornado um destino preferido para Data Centers treinarem algoritmos de IA, que são especialmente vorazes consumidores de eletricidade, no entanto a sustentabilidade no setor ainda é um desafio.
Neste artigo, vamos explorar o conceito de eficiência energética e como a IA influencia o consumo de energia nos Data Centers. Acompanhe!
O que é eficiência energética?
Eficiência energética refere-se ao uso otimizado da energia para realizar uma tarefa sem comprometer o desempenho. Trata-se de “fazer mais com menos”. Onde tecnologias avançadas exigem grandes volumes de energia, a eficiência energética se tornou uma prioridade, especialmente para os Data Centers.
Além de reduzir custos operacionais, a eficiência energética contribui para a preservação de recursos naturais e, claro, para a sustentabilidade. Com o aumento da demanda tecnológica, como o processamento de dados de IA, a necessidade de otimizar o consumo energético é primordial.
Eficiência energética e o desafio dos Data Centers
Data centers são infraestruturas que abrigam milhares de equipamentos de TI, consumindo energia tanto para operar quanto para resfriar os equipamentos.
A adoção de tecnologias como computação em nuvem e 5G fez o segmento crescer significativamente, com um aumento de mais de sete vezes (628%) no Brasil na última década,segundo a consultoria JLL, e a IA está acelerando ainda mais esse crescimento.
Mas o que torna os Data Centers tão dependentes de energia?
Refrigeração: manter a temperatura controlada nos equipamentos é essencial.
Processamento: a computação de IA exige grande capacidade de processamento, aumentando o consumo de energia.
O impacto da Inteligência Artificial na demanda energética
A IA está transformando diversos setores, mas também está criando uma pressão significativa sobre os recursos energéticos. Isso ocorre porque algoritmos de IA, especialmente os utilizados em modelos avançados, como IA generativa, necessitam de enorme poder computacional.
Estudos mostram que interações com chatbots de IA, como o ChatGPT, consomem cerca de 10 vezes mais energia do que uma simples busca no Google. Com a IA prevista para representar 0,5% do consumo global de eletricidade até 2027, o impacto será profundo.
Grandes empresas como Microsoft e OpenAI já estão investindo bilhões em novos Data Centers para suportar essa demanda.
👉 Clique aqui e confira nosso podcast sobre: Como os Data Centers impulsionam o futuro da IA generativa
Como a Ascenty lidera essa frente?
A Ascenty, maior provedora de Data Centers da América Latina, está na linha de frente da eficiência energética e sustentabilidade. Sendo assim, a seguir vamos explorar as práticas que colocam a empresa como referência no setor.
Tecnologia de refrigeração avançada
Os Data Centers da Ascenty utilizam tecnologias como liquid cooling e chillers a ar com água gelada. Portanto, isso reduz significativamente o consumo de energia com refrigeração.
Subestações próprias e redundância de energia
Outro diferencial é a infraestrutura elétrica, que inclui subestações próprias e um sistema de energia Tri-bus, garantindo um fornecimento estável, mesmo em picos de demanda. Assim, isso mantém a continuidade das operações sem comprometer a performance.
Fontes de energia limpa
Comprometida com a sustentabilidade, a Ascenty utiliza fontes de energia limpa nas unidades, isso contribui para a redução de emissões de carbono e coloca a empresa na liderança dos Data Centers verdes.
100% de energia limpa
Um dos menores índices de eficiência no uso da água do setor (WUE 0,03)
👉Aproveite para conferir nosso relatório ESG clicando aqui!
Certificações e conformidades
A Ascenty opera com os mais altos padrões do mercado, possuindo mais de 15 certificações que atestam sua excelência em diversas áreas como segurança, sustentabilidade e eficiência energética. Confira algumas:
A empresa não se destaca apenas por suas certificações, mas também pelo forte investimento em Conectividade., aspecto essencial para o sucesso de aplicações de IA que exigem respostas em tempo real.
Rede própria de 5.000 km de fibra óptica
Data Centers com baixa latência e alta performance
Carrier Neutral garantindo flexibilidade e otimização de Conectividade
Sua infraestrutura pronta para o futuro: IA e eficiência energética em ação!
À medida que a inteligência artificial continua a transformar setores e acelerar a inovação, entender o que é eficiência energética nos Data Centers se torna ainda mais essencial.
A Ascenty, com sua infraestrutura sustentável e conectividade robusta, está pronta para atender às crescentes demandas tecnológicas, garantindo que o futuro da IA seja apoiado por soluções escaláveis e eficientes.
Então, para saber mais sobre como preparar sua infraestrutura de dados e suportar essa evolução tecnológica, leia nosso artigo sobre infraestrutura de dados e entenda como garantir que seu negócio esteja pronto para o futuro da IA!
Parceria estratégica disponibiliza LLM Amazônia IA e outras soluções de IA via plataforma ServiceFabric™ da Ascenty
A Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure e a maior provedora de serviços de data center e conectividade da América Latina, anunciou uma parceria estratégica com a WideLabs, startup brasileira especializada em inteligência artificial aplicada. A colaboração tem como objetivo oferecer soluções de IA, incluindo o LLM (large language model) Amazônia IA, para clientes Ascenty em todo o mundo, por meio do marketplace da empresa, o Service Directory, dentro da plataforma ServiceFabric™, da Digital Realty.
“A colaboração com a Ascenty nos permite uma escalabilidade sem precedentes. Com o ServiceFabric™, teremos acesso a 500 datacenters e milhares de empresas ao redor do mundo, garantindo não apenas alcance global, mas também a confiabilidade e robustez que as empresas demandam”, diz Nelson Leoni, CEO da WideLabs.
Para Vinicius Minetto, diretor executivo de vendas da Ascenty, a parceria reforça o compromisso da empresa em impulsionar a inovação tecnológica. “Ao integrar o Amazônia IA à nossa plataforma, estamos oferecendo às empresas uma solução de IA de ponta, desenvolvida no Brasil e com um forte compromisso com a sustentabilidade”.
A parceria da Amazônia IA com a Ascenty oferece às empresas a oportunidade de explorar o potencial da inteligência artificial de forma mais rápida e eficiente. Com foco em privacidade, segurança e preocupação com o meio ambiente, a solução brasileira se destaca no cenário global, garantindo o cumprimento da LGPD e a adoção de medidas rigorosas de segurança para proteger os dados dos usuários. As empresas terão total visibilidade sobre o uso dos dados e poderão monitorar e auditar os processos de forma transparente. O Amazônia IA foi desenvolvido com foco em ética e responsabilidade social, minimizando vieses e discriminação.
Soluções sustentáveis e eficientes
Um dos diferenciais do Amazônia IA é sua operação com energia 100% limpa e renovável, alinhando inovação tecnológica a práticas sustentáveis. Leoni enfatizou: “Além de ser um marco tecnológico, o Amazônia IA é hoje o único LLM no mundo que opera exclusivamente com energia limpa, atendendo às demandas por soluções eficientes e ecológicas”.
A escolha pela Ascenty como parceira reforça a sinergia entre as empresas. “Em um cenário de crescente demanda por dados e conectividade, priorizamos a sustentabilidade em todas as etapas de nossa operação. Essa colaboração nos permite atender às necessidades do mercado com soluções de ponta e impacto ambiental reduzido”, concluiu Minetto.
A quantidade de dados criados em todo o mundo quase dobrou nos últimos anos. Com isso, as empresas estão em busca de estratégias de armazenamento escaláveis e flexíveis, como o banco de dados distribuídos.
Neste conteúdo, queremos apresentar melhor este conceito, seus benefícios e desafios. Além disso, vamos demonstrar como o ServiceFabric™ pode apoiar no gerenciamento das informações.
Em um universo de TI híbrida, esse tipo de discussão é essencial para preparar o negócio para uma evolução saudável e programada. Acompanhe!
O que é banco de dados distribuídos?
Um banco de dados distribuído nada mais é que um banco de dados que armazena e processa dados em vários locais, em vez de depender de apenas uma máquina.
Em geral, eles operam com dois ou mais servidores que se interconectam em uma rede de computadores. Assim, cada um dos ambientes é conhecido como “nó” ou “instância”, e podem estar geograficamente distantes, em computadores físicos ou virtuais.
Banco de dados distribuídos x banco de dados na nuvem
Apesar de serem confundidos com frequência, um banco de dados distribuídos e um banco de dados em nuvem não são a mesma coisa.
Em resumo, o primeiro se refere a um banco de dados dividido em várias instâncias, que podem ou não estar em um provedor de nuvem pública, como AWS e Azure. Ou seja, ele pode ser implementado localmente e até na nuvem híbrida.
Já o banco de dados em nuvem foi implementado na nuvem e pode ser executado com uma estratégia de única instância ou distribuída.
Quais as vantagens de usar um banco de dados distribuídos?
Segundo oStatista, o volume de dados global saltará de 120 zettabytes em 2023 para 181 zettabytes em 2025. Sem dúvidas, a Inteligência Artificial e o avanço de novas tecnologias estão impulsionando um crescimento jamais visto.
Este cenário faz com que as empresas se movimentem em busca de métodos mais eficientes e flexíveis de armazenamento de dados. Assim, ao lado do colocation, a estratégia de banco de dados distribuídos traz grandes vantagens:
Mais resiliência e menos riscos
Quando um banco de dados de única instância fica offline — por quedas de energia ou falhas no sistema —, todos os serviços que dependem dele param. Já no banco de dados distribuídos, é comum ter réplicas dos dados em várias instâncias para garantir a continuidade das operações.
Isso significa que o negócio enfrenta menos riscos de paralização e se torna mais resiliente para incidentes e, também, manutenções programadas.
Escalabilidade
O objetivo de todo negócio é crescer, mas a evolução exige mais dados e mais espaço de armazenamento. Com o uso de banco de dados distribuídos, é fácil acompanhar a demanda.
Em geral, basta acrescentar uma nova instância à infraestrutura. Ela não precisa sequer estar no mesmo local que as demais e, ainda assim, estará interconectada ao ambiente.
Mais eficiência
Como estamos falando de um banco de dados que distribui a carga de processamento para várias instâncias, temos um ambiente muito mais eficiente. As chances de enfrentar lentidão e sobrecarga são bem menores que no modelo tradicional.
Este é um benefício muito importante para empresas que precisam operar de forma ágil e constante 24 horas por dia, como organizações financeiras.
Baixa latência
Além disso, a distribuição dos bancos de dados em localidades diferentes pode ajudar a reduzir a latência. Isso porque, com uma estratégia bem desenhada, os dados podem ficar mais próximos do usuário final.
É válido destacar que a Ascenty tem 34 Data Centers com localizações estratégicas no Brasil, Chile, México e Colômbia. Com isso, nossos clientes podem definir onde armazenar seus dados com um olhar atento a este fator.
Os desafios da implementação e gestão do banco de dados distribuídos
Apesar dos benefícios expressivos, é importante avaliar os desafios que este modelo pode enfrentar. Em geral, tudo dependerá das configurações, requisitos e quantidade de dados a ser gerenciada. Confira!
Curva de aprendizado maior
Aqui, temos um obstáculo relacionado à cultura e “medo da mudança”. Trabalhar com banco de dados distribuídos exigirá adaptações e uma abertura para lidar com um novo fluxo de dados.
Dificuldade de gerenciamento
O maior desafio do banco de dados distribuídos é a gestão de toda essa infraestrutura. Grande parte das empresas tem dificuldades para organizar todos os ambientes e garantir a integração perfeita dos dados.
Falhas na comunicação
Problemas na comunicação entre os “nós” é um dos desafios que mais afetam as empresas que investem nesse modelo. Porém, é importante dizer que isso pode ser minimizado com um plano eficiente e o uso de soluções de interconexão avançadas.
Custo
Neste ponto, embora obanco de dados distribuídos pareça ser mais caro, já que opera em diversos ambientes, ele pode ser mais barato. Isso porque, devemos considerar os custos de uma interrupção nos serviços.
Instituições financeiras, por exemplo, não podem correr o risco de ficar um minuto sequer fora do ar. Os prejuízos ultrapassam as perdas financeiras e afeta sua reputação e relacionamento com os clientes.
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Como a Ascenty te ajuda a aproveitar essa tendência?
A Ascenty é a líder em Data Centers e Conectividade da América Latina. Como uma joint venture da Digital Realty, maior empresa de Data Centers do mundo, conseguimos oferecer a maior e a melhor infraestrutura digital do mercado.
Somos uma parceira de confiança, que atua para garantir que empresas de diversos segmentos consigam lidar com a expansão do volume de dados. Para isso, temos 34 Data Centers estrategicamente localizados no Brasil, Chile, México e Colômbia.
Isso significa que você poderá escolher onde armazenar seus bancos de dados, levando em consideração fatores estratégicos, econômicos e geográficos.
Para além do espaço de colocation, temos o ServiceFabric™. A solução é a revolução da interconexão e torna simples a gestão e a conectividade da TI híbrida.
conecte dados, parceiros e ambientes em um só lugar;
proteja sua infraestrutura com rígidos protocolos de segurança;
detecte, gerencie e se recupere de imprevistos com rapidez;
interconecte Data Centers e nuvem com arquitetura de sistemas distribuídos.
Se você tem dúvidas sobre como nossas soluções podem te apoiar na implementação e gestão do banco de dados distribuídos, não deixe de conversar com nossos especialistas.
Focamos em atendimentos consultivos e personalizados para garantir o sucesso de nossa parceria. Solicite agora mesmo uma reunião e dê boas-vindas ao futuro!
Veja como a infraestrutura da Ascenty reduziu 35% dos custos operacionais e melhorou em 40% a latência dos serviços da DKRLI, impulsionando seu crescimento!
Novos negócios gerados e redução na latência são outros resultados alcançados
A DKRLI, empresa referência em soluções de cloud privada e segurança, procurou a Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure, para atender à necessidade de uma infraestrutura robusta e escalável, visando expandir sua oferta de serviços. A parceria resultou em uma melhoraria de 40% na latência e na redução de 35% no tempo de resposta. Além disso, houve um crescimento de 20% nos novos negócios gerados.
“Com a solução de colocation de alta performance da Ascenty, a DKRLI pode oferecer um ambiente seguro e flexível de clouds para clientes como a Adaptiv Networks, permitindo hospedar seu ponto de presença (POP) e fortalecendo a distribuição de serviços de SD-WAN e SASE no Brasil”, afirmam Antonio Carlos Santos, diretor de Vendas e Marketing e Adriano Decarli, CEO e Founder da DKRLI.
Entre os resultados, destaca-se a redução de 35% nos custos operacionais com infraestrutura e uma diminuição de 20% nas horas de trabalho, graças à automação e resiliência do ambiente. Resultados qualitativos também foram notados, como o aumento da confiança e satisfação dos clientes, impulsionados pela significativa melhoria na performance.
Antes da parceria, a DKRLI enfrentava dificuldades para atender à crescente demanda dos clientes por maior disponibilidade e conectividade de baixa latência. Após uma pesquisa de mercado, a empresa identificou a Ascenty, que se destacou pela infraestrutura de ponta e suporte para escalabilidade rápida. A segurança física e lógica, aliada à escalabilidade do ambiente de colocation, foram fundamentais para o sucesso da parceria. A infraestrutura da Ascenty foi integrada à cloud privada da DKRLI, possibilitando a entrega eficiente dos serviços de SD-WAN e SASE da Adaptiv Networks.
De acordo com Vinícius Minetto, diretor de vendas da Ascenty, a parceria marcou o início de uma colaboração estratégica para oferecer serviços de cloud e segurança. “Esse projeto não só atendeu às necessidades imediatas, mas também preparou o caminho para um futuro promissor, evidenciando a importância de parcerias estratégicas em um mercado competitivo”, afirma o executivo.
Com o crescimento da demanda na Black Friday, a Ascenty, em parceria com a Riachuelo, se prepara para oferecer uma experiência de compra robusta e eficiente
A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) estima que a Black Friday de 2024 deve gerar um faturamento de R$7,93 bilhões ao e-commerce no período que se estende até a Cyber Monday – um crescimento de 10,18% com relação ao ano anterior. A data é a principal oportunidade de vendas do ano, e para atender ao aumento da demanda, o varejo online precisa se preparar para a data, com soluções tecnológicas que possam apoiar as vendas e evitar quedas ou instabilidades no site, apoiando desde a busca pelo produto até a finalização da compra.
Uma infraestrutura escalável e robusta em termos tanto de armazenamento como de conectividade e processamento dos dados é essencial para apoiar o comércio eletrônico em grandes períodos de compras. Pensando nestes aspectos, abaixo compartilhamos boas práticas para garantir as melhores escolhas tecnológicas para a data.
Eleição do parceiro
É recomendável ter cuidado na hora de escolher as tecnologias que podem apoiar as empresas varejistas nesse momento tão importante do ano. João Walter Bio Razori da Silva, diretor de produtos, soluções e estratégias de edge da Ascenty, explica que “primeiro, é preciso estudar o seu ambiente e aprender sobre ele. Após isso, é preciso definir um planejamento das capacidades necessárias e procurar parceiros preocupados com o aumento do seu volume de vendas e em deixar a sua estrutura muito bem assistida”.
É fundamental ter um parceiro proativo, que se preocupe em garantir que todos os recursos e plataformas necessárias estejam disponíveis para oferecer o suporte adequado.
Antecipação
Prepare-se ao longo do ano para um grande aumento de vendas em um período específico. É importante que tudo esteja testado e todos estejam treinados. Para isso, a equipe precisa realizar testes de capacidade e carga, ou seja, simular um ambiente com um grande volume de transações para entender como tudo vai se comportar.
“Os serviços web, os bancos de dados e toda a parte de segurança precisam estar prontos para receber esse aumento da melhor maneira possível. Afinal, durante períodos críticos, como a Black Friday, ninguém quer perder vendas. Cada minuto de indisponibilidade pode significar a perda de muitos clientes”, completa João Walter.
Colocation
É muito comum que os gestores das empresas acreditem que seus ambientes de data centers ficando sob seu próprio comando, on-premises, facilite a administração, no entanto, contratar este serviço de forma terceirizada e white label, por meio de colocation, pode otimizar a resposta ao crescimento das vendas. Um ambiente de colocation sob demanda permite a expansão flexível de racks e energia, conforme as necessidades dos usuários, com a inclusão de circuitos adicionais. Essa solução supera as limitações comuns dos ambientes on-premises, com infraestruturas elétricas eficientes e com maior disponibilidade do que as instalações domésticas.
Conectividade
Após a escolha de um data center, é importante ter uma rede de fibra óptica interconectando-os para viabilizar uma campanha como a Black Friday. É possível escalonar a rede, para garantir que o cliente conecte a capacidade necessária para se comunicar entre sites. Uma conexão robusta de internet é indispensável para manter um e-commerce ou qualquer outro site funcionando de maneira eficiente.
Nuvens públicas
Conexões com nuvens públicas possibilitam escalabilidade de maneira sazonal, ou seja, são contratados recursos computacionais dentro da nuvem, conectados com o data center, para processar os dados. “É possível conectar-se com nuvens públicas do mundo inteiro, com redundância, altíssima disponibilidade e SLA diferenciado”, completa João Walter. Desta maneira, os e-commerces podem desfrutar de interconexão com o que precisam para aumentar as vendas.
Integração para vendas
Escolha parceiros que ofereçam diversas aplicações integráveis de forma simples para otimizar o período de vendas. No caso da Riachuelo, cliente da Ascenty, foram adotadas soluções de colocation, plano de Disaster Recovery e conexão com múltiplas nuvens.
“Com alguns cliques é possível escalonar a conexão, de maneira funcional, e conseguir recursos necessários para atender melhor às necessidades dos clientes com maior facilidade durante este período estratégico de altas vendas, no qual precisamos estar preparados para um atendimento rápido e dinâmico ao nosso público final. E a Ascenty é um dos nossos parceiros focados em nos apoiar para levar uma experiência de qualidade”, conclui Ney Santos, Diretor Executivo de Tecnologia e Inovação da Riachuelo.
Com o crescimento da demanda na Black Friday, a Ascenty, em parceria com a Riachuelo, se prepara para oferecer uma experiência de compra robusta e eficiente
A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) estima que a Black Friday de 2024 deve gerar um faturamento de R$7,93 bilhões ao e-commerce no período que se estende até a Cyber Monday – um crescimento de 10,18% com relação ao ano anterior. A data é a principal oportunidade de vendas do ano, e para atender ao aumento da demanda, o varejo online precisa se preparar para a data, com soluções tecnológicas que possam apoiar as vendas e evitar quedas ou instabilidades no site, apoiando desde a busca pelo produto até a finalização da compra.
Uma infraestrutura escalável e robusta em termos tanto de armazenamento como de conectividade e processamento dos dados é essencial para apoiar o comércio eletrônico em grandes períodos de compras. Pensando nestes aspectos, abaixo compartilhamos boas práticas para garantir as melhores escolhas tecnológicas para a data.
Eleição do parceiro
É recomendável ter cuidado na hora de escolher as tecnologias que podem apoiar as empresas varejistas nesse momento tão importante do ano. João Walter Bio Razori da Silva, diretor de produtos, soluções e estratégias de edge da Ascenty, explica que “primeiro, é preciso estudar o seu ambiente e aprender sobre ele. Após isso, é preciso definir um planejamento das capacidades necessárias e procurar parceiros preocupados com o aumento do seu volume de vendas e em deixar a sua estrutura muito bem assistida”.
É fundamental ter um parceiro proativo, que se preocupe em garantir que todos os recursos e plataformas necessárias estejam disponíveis para oferecer o suporte adequado.
Antecipação
Prepare-se ao longo do ano para um grande aumento de vendas em um período específico. É importante que tudo esteja testado e todos estejam treinados. Para isso, a equipe precisa realizar testes de capacidade e carga, ou seja, simular um ambiente com um grande volume de transações para entender como tudo vai se comportar.
“Os serviços web, os bancos de dados e toda a parte de segurança precisam estar prontos para receber esse aumento da melhor maneira possível. Afinal, durante períodos críticos, como a Black Friday, ninguém quer perder vendas. Cada minuto de indisponibilidade pode significar a perda de muitos clientes”, completa João Walter.
Colocation
É muito comum que os gestores das empresas acreditem que seus ambientes de data centers ficando sob seu próprio comando, on-premises, facilite a administração, no entanto, contratar este serviço de forma terceirizada e white label, por meio de colocation, pode otimizar a resposta ao crescimento das vendas. Um ambiente de colocation sob demanda permite a expansão flexível de racks e energia, conforme as necessidades dos usuários, com a inclusão de circuitos adicionais. Essa solução supera as limitações comuns dos ambientes on-premises, com infraestruturas elétricas eficientes e com maior disponibilidade do que as instalações domésticas.
Conectividade
Após a escolha de um data center, é importante ter uma rede de fibra óptica interconectando-os para viabilizar uma campanha como a Black Friday. É possível escalonar a rede, para garantir que o cliente conecte a capacidade necessária para se comunicar entre sites. Uma conexão robusta de internet é indispensável para manter um e-commerce ou qualquer outro site funcionando de maneira eficiente.
Nuvens públicas
Conexões com nuvens públicas possibilitam escalabilidade de maneira sazonal, ou seja, são contratados recursos computacionais dentro da nuvem, conectados com o data center, para processar os dados. “É possível conectar-se com nuvens públicas do mundo inteiro, com redundância, altíssima disponibilidade e SLA diferenciado”, completa João Walter. Desta maneira, os e-commerces podem desfrutar de interconexão com o que precisam para aumentar as vendas.
Integração para vendas
Escolha parceiros que ofereçam diversas aplicações integráveis de forma simples para otimizar o período de vendas. No caso da Riachuelo, cliente da Ascenty, foram adotadas soluções de colocation, plano de Disaster Recovery e conexão com múltiplas nuvens.
“Com alguns cliques é possível escalonar a conexão, de maneira funcional, e conseguir recursos necessários para atender melhor às necessidades dos clientes com maior facilidade durante este período estratégico de altas vendas, no qual precisamos estar preparados para um atendimento rápido e dinâmico ao nosso público final. E a Ascenty é um dos nossos parceiros focados em nos apoiar para levar uma experiência de qualidade”, conclui Ney Santos, Diretor Executivo de Tecnologia e Inovação da Riachuelo.
A Conectividade é a base daeconomia digital, garantindo que os dados sejam usados de forma estratégica a qualquer hora e qualquer dia. No entanto, para isso acontecer, é essencial contar com soluções integradas.
Contar com plataformas inteligentes e conectadas ajuda a criar o cenário ideal para o crescimento empresarial, principalmente no mercado de tecnologia. Isso porque, elas favorecem a inovação, simplificam processos e abrem um novo leque de oportunidades.
Sem elas, a empresa fica presa a problemas operacionais e precisa lidar diariamente com os prejuízos e os riscos da falta de uma Conectividade real.
A seguir, mostraremos como uma empresa de tecnologia pode resolver seus desafios com o apoio de soluções integradas. Confira!
O que significa soluções integradas?
As soluções integradas são softwares e plataformas que interagem entre si, graças a um fluxo de dados seguro e ágil. A integração é um dos mais altos níveis de Conectividade, sendo fundamental para uma gestão unificada.
Dentro do universo da Tecnologia da Informação, as soluções integradas garantem visibilidade de dados e do próprio ambiente de TI. Desse modo, permitem que a empresa opere de forma eficiente, mesmo usando diferentes softwares, plataformas e provedores.
O que é Conectividade empresarial?
A Conectividade é o que garante a fluidez de uma operação empresarial. No cenário atual, o conceito está ligado ao fim das barreiras físicas e geográficas, permitindo que a informação vá de um canto ao outro, conforme as necessidades do negócio.
Nos dias de hoje, a Conectividade e as soluções integradas são o motor da transformação digital. Juntas, elas garantem que qualquer empresa use os dados a favor de tomada de decisões inteligentes e de alto impacto para o seu negócio.
Quais problemas de Conectividade as soluções integradas ajudam a resolver?
Sem Conectividade, uma empresa de tecnologia perde competitividade e capacidade de inovar. É por isso que nem sempre uma boa ideia e uma equipe talentosa é suficiente para gerar bons resultados e ganhar a lealdade dos clientes.
Em uma análise rápida, podemos dizer que a Conectividade está intimamente ligada à experiência do usuário final. Se você não investe nisso, está ficando para trás!
A boa notícia é que investir em soluções integradas pode solucionar desafios comuns no dia a dia da maioria das organizações atuais. Entenda melhor!
Baixa largura de banda e desempenho
Se você tem problemas com lentidão e limitação no envio e recebimento de dados, o investimento em umaplataforma de interconexão pode te ajudar. Em resumo, esse tipo de solução evita quedas na conexão e as dificuldades para carregar e sincronizar documentos.
Alta latência
Aalta latênciaé um desafio muito comum em negócios que operam com softwares e plataformas isoladas. Para reduzir o tempo de resposta, é interessante contar com uma plataforma de orquestração de dados, capaz de otimizar a gestão da TI híbrida.
Altos custos operacionais
Quanto menor é o nível de Conectividade de uma empresa, maiores serão seus custos operacionais. Isso acontece porque seus sistemas e banco de dados não conversam, gerando perda de tempo e recursos valiosos.
Problemas de eficiência operacional
Por fim, o uso de soluções integradas te ajudará a ganhareficiência operacional. O que para muitos negócios é uma meta complexa de ser alcançada, para quem investe em Conectividade acaba sendo uma consequência.
É importante enfatizar que, sem interconexão, suas chances de competir globalmente e de escalar o negócio são bem menores. Aliás, as maiores empresas do mundo investem na qualidade, eficiência eresiliência de sua infraestruturatecnológica.
ServiceFabric™: sua solução integrada de conectividade
Já pensou em contar com uma única plataforma capaz de solucionar todos os problemas de Conectividade apresentados acima e ainda promover uma transformação no seu modelo de gestão atual?
OServiceFabric™ é uma plataforma de orquestração de dados perfeita para as demandas de conectividade das empresas modernas. Trata-se de uma solução inteligente, que revoluciona a gestão de dados, provedores, ambientes e parceiros.
Com um conceito de “tudo em um só lugar”, a solução agrega valor à conectividade empresarial. Veja alguns de seus principais diferenciais:
Gestão simplificada da infraestrutura: aumente sua performance e reduza o tempo de inatividade de seus sistemas;
Plataforma robusta e intuitiva: pronta para lidar com grandes volumes de dados sem complicar processos;
Processamento de dados mais rápidos: com mais visibilidade, você toma decisões em menos tempo e com segurança;
Conecta Data Centers e nuvens: não importa onde seus dados estão, você consegue conectá-los para extrair todo o potencial da TI híbrida.
Fale com a Ascenty e evolua para o futuro da interconexão!
Como vimos, investir em Conectividade é muito mais do que um diferencial. A verdade é que sua empresa precisa disso tanto quanto de um serviço ou solução inovadora e bons profissionais.
E por que escolher o ServiceFabric™? A solução da Digital Realty está pronta para ajudar sua empresa a crescer por meio da rede da Ascenty, a maior empresa de Data Centers e Conectividade da América Latina.
A maioria dos seus parceiros de tecnologia, comoprovedores de nuvens públicas, empresas de telecomunicações e de SaaS, estão na Ascenty.
Isso significa que, ao trazer seus dados para a nossa infraestrutura, você garante conexão direta a todo esse ecossistema. Além dessa proximidade com seus dados e parceiros, com ServiceFabric™ a gestão de tudo isso deixa de ser um problema.
Este conjunto de benefícios faz com que milhares de empresas escolham a Ascenty em toda a América Latina. Chegou a sua vez de conhecer e participar do futuro da interconexão com soluções integradas de verdade.
A Telium, desde 2004, por meio de uma rede própria robusta e segura, tem conectado empresas às suas unidades, aos seus clientes e ao mundo. Com DNA Corporativo, viabilizamos a transformação digital através de soluções de Conectividade, Outsourcing e Segurança digital, impulsionando a competitividade de nossos clientes e a conexão entre pessoas. A Telium foi criada para atender você!
A Solve System, foi criada em 1996 com o principal objetivo de fornecer soluções e consultoria de tecnologia da informação. Trabalhamos com serviços de contrato e projetos. Monitoramento (NOC), SOC, backup, sustentação de ambientes, controle de descartes, gerenciamento de path, descobertas e correção de vulnerabilidades, banco de horas de especialistas de redes, servidores, segurança e infraestrutura. Projetos de migração de datacenters, moving, cloud públicas e privadas. Fornecimento de hardware, softwares e virtualização de ambientes.
A Tecnocomp é uma empresa renomada e focada em soluções de tecnologia para ambientes críticos – Data Centers. Oferecemos serviços de consultoria para ambientes de Cloud, On-premise, Hibrido, Instalação e suporte de Sistemas Operacionais, Bancos de Dados, Sistemas de Armazenamento de Dados e Backup, DRP, Cabeamento Óptico e Metálico para backbones, Data Center Moving e Gestão de Projetos. Tecnocomp is a renowned company focused on technology solutions for critical environments – Data Centers. We offer consulting services for Cloud, On-premise, Hybrid, Installation and support of Operating Systems, Databases, Data Storage and Backup Systems, DRP, Optical and Metal Cabling for backbones, Data Center Moving and Project Management.
Soluções:
Cloud
IaaS
PaaS
Segurança
Serviço Gerenciados
Data Centers no Brasil: as 4 melhores opções para empresas
Explore mais sobre o tema! Clique para ouvir o artigo agora.
Definir onde hospedar seus dados, é uma decisão essencial para qualquer empresa. E com tantos Data Centers no Brasil para escolher, é compreensível ter dúvidas.
A Ascenty é líder em Infraestrutura Digital e Conectividade na América Latina e entende como a escolha certa faz a diferença na evolução dos negócios. Afinal, é preciso considerar muito mais do que apenas a localização.
Neste conteúdo, listamos as 4 melhores opções de Data Centers no Brasil e destacamos seus diferenciais. Continue conosco e tome decisões estratégicas!
Data Centers no Brasil: uma visão geral do mercado
O mercado de Data Centers no Brasil está em expansão.Estudosapontam que o país responde por 40% do crescimento na América Latina, que deve ultrapassar US$7,8 bilhões em 2026.
Mas o que está por trás deste “boom”? Na prática, o cenário como um todo tem impulsionado a demanda por armazenamento e processamento de dados:
Aliás, é importante destacarmos que a América Latina se prepara cada vez mais para o futuro. Uma pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDP) mostrou que, em 2030, a IA deve responder por até 5,4% do PIB da região.
Com uma economia forte, grandes empresas e um perfil aberto à inovação, o mercado brasileiro logo se destaca. E, claro, os Data Centers entram em cena para garantir todo esse avanço de forma escalável e segura.
4 Data Centers no Brasil: encontrando a infraestrutura ideal
Apesar de a proximidade com a sede da empresa e dos clientes ser um fator importante para escolher um Data Center, existem inúmeros fatores a se avaliar. Entre eles, os requisitos de conectividade, baixa latência, confiabilidade e escalabilidade chamam a atenção.
A Ascenty tem uma rede de Data Centers ampla, espalhada por toda a América Latina. Só no Brasil, são 26 infraestruturas de classe mundial, equipadas com a mais alta tecnologia e integradas a um robusto ecossistema de conectividade.
Confira 4 Data Centers no Brasil que ajudarão seu negócio a crescer na era digital:
São Paulo
Vinhedo
Campinas
Fortaleza
1.Campus São Paulo
São Paulo é o maior centro financeiro e econômico do país, por isso é claro que um dos melhores campus de Data Centers no Brasil estão na capital.
A infraestrutura da Ascenty conta com 6 Data Centers com espaço de Colocation escalável, que já atende mais de 300 empresas de vários segmentos, comofinanceiro, tecnologia e varejo.
E tem mais: com o lançamento dos novos SPO07 e SPO08, a capacidade do campus foi ainda mais ampliada para acompanhar a crescente demanda por soluções em nuvem, inteligência artificial e transformação digital.
O Campus São Paulo da Ascenty é robusto e conta com diferenciais indispensáveis para as empresas atuais, como:
50.000 m² de área total;
47 MW de energia total já ativa, com adição de 40 MW com os novos lançamentos;
48 horas de autonomia sem fornecimento de energia elétrica.
2.Campus Vinhedo
A cidade de Vinhedo fica localizada a 70 km de São Paulo, e é onde foi instalado o maior Data Center da América Latina. Afinal, a cidade é responsável pelo terceiro maior PIB da região e tem grandes empresas.
O Campus Vinhedo da Ascenty tem atualmente 2 Data Centers com espaço de Colocation escalável. Veja os diferenciais que fazem dele uma ótima escolha para o seu negócio:
46.000 m² de área total;
61 MW de energia total;
7.300 racks;
conexão direta com cabos submarinos;
conexão direta com IX São Paulo e IX Campinas;
conexão direta a mais de 30 operadoras do mercado;
Se você está em busca de Data Centers no Brasil, o campus em Campinas da Ascenty é uma das alternativas mais vantajosas. Além de ser a 12º maior PIB do país, a cidade é referência em tecnologia, educação e pesquisa.
Além disso, tem uma localização estratégica, com uma logística simplificada graças ao aeroporto de Viracopos. O Data Center de Campinas tem a confiabilidade da Ascenty e vários diferenciais, como:
5.000 m² de área total;
6 MW de energia total;
800 racks;
conexão direta com cabos submarinos;
IX Campinas e conexão direta com IX São Paulo;
acesso ao ecossistema global da Digital Realty;
monitoramento 24×7;
48 horas de autonomia sem fornecimento de energia elétrica.
4.Campus Fortaleza
Para completar nossa lista de Data Centers no Brasil, gostaríamos de destacar uma infraestrutura essencial para empresas da região nordeste. OCampus de Fortaleza foi estrategicamente construído longe da salinidade, mas bem próximo à Praia do Futuro, onde estão localizados os cabos submarinos.
O Data Center de classe mundial é, sem dúvidas, um grande aliado para as empresas, impulsionando a transformação digital na região, que é uma das que mais crescem no país.
9.000 m² de área total;
10 MW de energia total;
1.900 racks;
acesso ao IX Fortaleza;
conexão direta com mais de 40 operadoras do mercado;
monitoramento 24×7;
48 horas de autonomia sem fornecimento de energia elétrica.
Os melhores Data Centers no Brasil são da Ascenty
Escolher um provedor de Data Centers é o tipo de decisão que pode definir o ritmo de crescimento de uma empresa. Afinal, os dados estão no centro da tomada de decisão.
Definir onde você armazenará e processará suas informações é vital para seu sucesso, por isso é importante contar com parceiros confiáveis e comprometidos com sua evolução.
A Ascenty é a maior empresa de Data Centers da América Latina, e este título não está relacionado apenas à sua enorme infraestrutura digital. A marca é referência em inovação, confiabilidade e foco no cliente e está sempre atenta ao que o mercado precisa.
Os melhores Data Centers no Brasil estão na rede da Ascenty, com localizações estratégicas ealto nível de Conectividade. Além de tudo isso, a empresa reúne uma lista de vantagens e diferenciais que comprovam sua superioridade:
+ de 5 anos consecutivos na zona de excelência da NPS;
+ de 200 certificações internacionais de segurança, qualidade, compliance e sustentabilidade.
Traga seus dados para a Ascenty!
Neste artigo, listamos 4 Data Centers no Brasil que podem impulsionar sua evolução digital. Todos eles fazem parte da rede da Ascenty, que se destaca na América Latina pelo seu nível de qualidade e Conectividade.
A tecnologia está evoluindo e sua empresa precisa acompanhar este movimento. Colocar os dados em um local seguro, mas facilmente acessível te ajudará a tomar decisões com agilidade, inovar e entregar uma melhor experiência aos seus clientes.
Por isso, gostaríamos de te convidar para uma conversa com nossos especialistas. Eles te ajudarão a identificar suas reais necessidades e a escolher a localização ideal do seu Data Center.Entre em contato agora!
Parceria entre Ascenty e DE-CIX amplia conectividade no mercado brasileiro
Operadora global de Internet Exchange traz experiência do mercado europeu para o Brasil
A Ascenty, uma joint venture entre a Digital Realty e a Brookfield Infrastructure e a maior provedora de serviços de data center e conectividade na América Latina, anuncia uma colaboração com a DE-CIX, uma das principais operadoras de Internet Exchange do mundo. Com sede na Alemanha, a plataforma transportou quase 59 exabytes de tráfego de dados em 2023 em quase 60 locais que opera mundialmente. No início de 2025, a empresa trará seus serviços de conectividade e troca de tráfego para o Data Center SPO04 da Ascenty em São Paulo, localizado em um complexo com outras três mega unidades.
Como todos os outros data centers da Ascenty, o SPO04 é carrier neutral em relação a operadoras e altamente conectado por meio de um amplo ecossistema, com uma conexão à rede de fibra óptica própria da empresa, que totaliza mais de 5 mil km. Por meio das conexões com nuvens públicas oferecidas pela DE-CIX e a proximidade entre redes, será possível expandir as possibilidades de conexão, reduzir a latência e, assim, melhorar a experiência do usuário final em serviços sensíveis à latência, como streaming e acesso em tempo real a conteúdos-chave. A DE-CIX oferecerá um conjunto completo de serviços de interconexão de nível empresarial, incluindo as capacidades de Cloud Exchange da DE-CIX, Cloud ROUTER e o Microsoft Azure Peering Service (MAPS), além de serviços de peering.
Para João Walter, diretor de produtos, soluções e estratégias edge da Ascenty, a parceria é uma oportunidade de fornecer conectividade a clientes, provedores de serviços e plataformas. “Isso amplia a diversidade do mercado”, explica. “Queremos que nossos clientes tenham opções de conexão. Entendemos que cada negócio é único e nosso papel como data center neutro é derrubar barreiras para que as empresas possam acessar o que precisam. Conectar tudo e todos, independentemente de onde a informação está localizada, está no nosso DNA. A Ascenty é um passaporte para acessar qualquer lugar do mundo e a DE-CIX ajudará a tornar isso possível”, afirma.
Ivo Ivanov, CEO da DE-CIX, destaca a pluralidade que a colaboração traz e explica que provedores de serviços de Internet (ISPs) e empresas poderão aproveitar oportunidades de interconexão local, regional e internacional, especialmente com os EUA e o sul da Europa, para alcançar redes de conteúdo, nuvem e outras redes que ainda não estão disponíveis no Brasil. “Este é um passo emocionante na evolução da transformação digital do Brasil e temos orgulho de fazer parte disso com nossa valiosa parceira, a Ascenty”, enfatiza.
Possibilidades de conectividade
A parceria eleva os níveis de conectividade ao integrar os países onde a DE-CIX já está presente com o ServiceFabric™ – plataforma de orquestração da Digital Realty. Recentemente trazida ao Brasil pela Ascenty, essa plataforma conecta aplicativos, inteligência artificial e cargas de trabalho de alto desempenho, nuvens e mais de 500 data centers ao redor do mundo. Isso permite que provedores de serviços se conectem com clientes a partir de um único data center.
Além da solução de interconexão, a parceria com a DE-CIX também pode ser fortalecida pela conexão direta entre o serviço de colocation da empresa, rede de telecomunicações e diferentes ambientes dentro do data center. “A Ascenty está comprometida em possibilitar acesso a plataformas que complementem estratégias de infraestrutura e colocation“, conclui João Walter.
As empresas propõem uma oferta conjunta que agrega os serviços da Ascenty, como o colocation, com o portfólio completo de soluções “as a service” da Dell Technologies, para os workloads de Computing, Storage e Data Protection. A Ascenty se torna, ainda, revendedora do Dell APEX Subscriptions, uma solução de consumo flexível, que permite ao cliente pagar apenas pelo uso real de recursos de TI.
“A colaboração visa apresentar novas alternativas para algumas das principais demandas de IaaS que o mercado traz, especialmente para quem utiliza ou está estudando usar nuvem pública”, diz Érico Ozzetti, gerente de Parcerias e Alianças da Ascenty. Algumas destas necessidades incluem: apoiar empresas que trabalham com computação de borda (edge computing) e que consideram os gastos em nuvem pública impeditivos, diminuir a latência de resposta nas interconexões e apoiar clientes que não podem ter dados sensíveis em nuvem fora do Brasil. “Muitas empresas precisam, por compliance, armazenar e trafegar informações sigilosas apenas dentro de território nacional, por isso, a contratação de serviços de data center, infraestrutura e nuvem precisam ser muito criteriosos, algo que a Ascenty e a Dell podem suprir”, complementa o executivo.
A solução conjunta pode apoiar também as empresas que estão empreendendo esforços para implementação do uso da Inteligência Artificial Generativa (GenIA) e que precisam de um ambiente de alta performance e escalabilidade, com uma previsibilidade de gastos.
A solução é uma ótima alternativa para empresas que precisam de ambientes de alta performance, segurança e confiabilidade, sem abrir mão da previsibilidade de custos nas demandas do dia a dia, ou demandas elásticas. É o caso, por exemplo, de grandes varejistas, que têm aumento de demanda de vendas nas datas festivas ou instituições de ensino, que possuem épocas para matrículas e vestibulares.
Outros aspectos suportados, nem sempre relacionados à nuvem pública, são a possibilidade de ter ambientes dedicados ao cliente, com atendimento 24×7 no Brasil e ponto de contato único, facilitando o suporte e a consultoria, um modelo flexível e com custos competitivos, previsíveis e de fácil entendimento.
Otimização de custos, escalabilidade de recursos, baixa latência e disponibilidade são algumas das vantagens que podem ser obtidas
Uma pesquisa de 2023 do Gartner aponta que 81% das empresas usam múltiplas nuvens para armazenar e processar dados de seus negócios. A adoção do ambiente multicloud é uma tendência em crescimento que consiste na implementação de vários serviços de nuvem diferentes no ambiente de TI, interconectados em um único painel.
Além de possibilitar que uma empresa possa aderir ao uso diversos provedores e, com isso, garantir que seus serviços sejam os melhores que cada um deles pode oferecer, o ambiente multicloud traz diversos outros benefícios aos negócios das grandes empresas.
Disponibilidade
Entre as principais vantagens de adotar uma interconexão de nuvens está a disponibilidade. As empresas podem mudar de provedor sem precisar reconstruir inteiramente sua infraestrutura ou aplicações e realizar acessos redundantes entre nuvem e público-alvo.
Customização
As vantagens, no entanto, não se limitam a isso. Conforme aponta João Walter, Diretor de Produtos, Soluções e estratégias de Edge da Ascenty, “a disponibilidade se soma a outro fator fundamental que é a possibilidade de adaptar e escalar o que for necessário aos clientes”, aponta.
Com um ambiente multicloud é possível customizar serviços de infraestrutura tecnológica para ter à disposição maior mobilidade e segurança no gerenciamento de sistemas e dados. As empresas podem selecionar as ferramentas e serviços que melhor atendem às suas necessidades, personalizar a velocidade de conexão e interconexão de nuvens. Estes fatores são importantes para auxiliar as empresas a adaptarem os serviços para uma necessidade específica dos clientes e destacar-se da concorrência.
Baixa latência
A baixa latência pode melhorar a experiência dos usuários. Deste modo, o acesso às informações é simplificado e rápido, eliminando riscos de usuários desistirem de uma compra, por uma página ou aplicativo demorar muito para carregar, por exemplo. Mesmo que por milisegundos, a baixa latência é essencial para manter a transmissão de dados com precisão.
Já quando se trata de IA generativa, a implantação de cargas de trabalho mais próximas do usuário final também auxilia no processamento e tempo de resposta – tão necessários para esta tecnologia.
Economia
A interconexão entre diferentes nuvens busca a otimização do ROI, com a possibilidade de selecionar parceiros com valores adequados ao orçamento. Com vários provedores de serviço à disposição, também é possível escolher um data center ou uma região mais próxima do público-alvo.
Outra estratégia para um melhor custo-benefício é a de ter escalabilidade conforme a demanda e, portanto, expandir a infraestrutura tecnológica de acordo com a necessidade daquele momento – investindo mais quando realmente é necessário.
Proteção de dados
Até 2026, as empresas que não utilizam estratégias de governança de dados para seus ambientes multicloud deverão ter um aumento de 25% em problemas de segurança de dados, de acordo com o Gartner. Além da obrigação em seguir as melhores práticas de proteção de dados, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), uma boa governança de múltiplos provedores de nuvem irá ocasionar em um controle mais rígido e coeso de todas as aplicações utilizadas.
Em um momento no qual os clientes se mostram cada vez menos propensos a aceitar falhas que resultam no vazamento ou roubo de dados, ter múltiplos serviços em nuvem de diferentes provedores também pode ajudar a garantir que os dados permaneçam seguros, mesmo no caso de indisponibilidade de serviço, pois podem ser transmitidos facilmente de um serviço a outro.
“A interconexão e orquestração bem-feitas de diferentes plataformas de nuvem proporcionam uma integração fluida e eficiente. A arquitetura multicloud permite que os sistemas dos clientes possam operar sem interrupções, com resposta rápida, de forma segura e altamente conectada”, diz João Walter. “A adoção de uma estratégia multicloud, quando bem implementada, é um pilar essencial para garantir que produtos e serviços estejam sempre disponíveis e conectados de forma otimizada”, finaliza.
Vale destacar que hoje os Data Centers da Ascenty são considerados um dos melhores meios para adoção de uma estratégia multicloud, onde os clientes contam com o ServiceFabric, plataforma Global que permite a integração e conexão do seu negócio com múltiplas nuvens e empresas que prestam os mais diversos serviços no mundo (um verdadeiro passaporte para o mundo), tudo isso através de uma única conexão e um único painel.
O mundo dos negócios está mudando rapidamente com a chegada da Inteligência Artificial (IA). Mas aqui vai a pergunta: sua infraestrutura de dados está preparada para acompanhar essa transformação?
Neste artigo, vamos explorar porque é tão importante ter uma infraestrutura de dados robusta para suportar as necessidades da IA, além dos riscos de ignorar este cenário.
Como líder em Data Centerse Conectividade da América Latina, a Ascenty tem investido com seriedade não apenas na ampliação de sua infraestrutura, mas em todos os aspectos que garantem o melhor aproveitamento dos dados para a IA.
Continue conosco se você quer preparar seu negócio para o futuro com segurança e eficiência!
O que é infraestrutura de dados?
A infraestrutura de dados é um conceito amplo, que combina arquitetura de dados, softwares, hardwares e ambientes que armazenam, coletam, processam e conectam as informações onde quer que estejam.
Antes de falarmos em como adequá-la à Inteligência Artificial, é fundamental compreender o quanto essa infraestrutura é vital para a sobrevivência de qualquer empresa — inclusive das que ainda não investiram em IA.
Sem uma infraestrutura de dados, o negócio opera “no escuro” e em desvantagem no mercado. Isso porque, não aproveita as informações que tem com eficiência, tomando decisões equivocadas e demorando a inovar.
Por que sua infraestrutura de dados para IA deve ser robusta?
No cenário atual, os dados são um verdadeiro ativo. Toda organização depende deles para operar e entregar uma melhor experiência aos seus clientes.
Com o “boom” da IA, nos deparamos com uma realidade incontestável: não dá para evoluir sem os dados. E o motivo é bem simples: eles são a fonte para a tecnologia funcionar e avançar.
Assim sendo, a uma infraestrutura de dados robusta é o alicerce para lidar com grandes volumes de dados. Afinal, do treinamento de modelos complexos à execução de soluções de IA em tempo real, existe uma infraestrutura garantindo que tudo isso aconteça.
Como você já deve saber, a tecnologia exige muito mais em termos de processamento e armazenamento. Assim, o armazenamento de dados dentro da empresa está se tornando cada vez mais insustentável.
É por isso que diversas empresas estão investindo em Data Centers terceirizados. A decisão confere mais escalabilidade e alto desempenho, especialmente para o futuro da IA Generativa.
3 sinais de que sua empresa precisa melhorar sua infraestrutura para Inteligência Artificial
Deixar de aproveitar o potencial da Inteligência Artificial não é uma decisão estratégica. Porém, para explorar a tecnologia é fundamental pensar no que está por trás de tudo isso.
Se você inicia um projeto de IA sem uma infraestrutura de dados adequada, corre o risco de fracassar e ter gastos bem acima do esperado. E como estamos falando de um investimento financeiro considerável, é indispensável estar pronto para esse passo.
Seguindo a ideia de que é preciso caminhar antes de correr, listamos 3 sinais de que você precisa se organizar e melhorar sua infraestrutura de dados antes de avançar. Confira!
1. Espaço para armazenamento de dados limitado
A IA é alimentada por dados. Por isso, o sucesso do seu projeto vai depender do tamanho e da qualidade do seu banco de dados.
Se você armazena dados internamente, provavelmente terá um grande desafio pela frente. Afinal, conforme a Inteligência Artificial evolui, mais dados são gerados e maior deverá ser sua capacidade de armazenamento e processamento.
O colocation surge como uma alternativa interessante, pois permite a ampliação rápida e segura do espaço de armazenamento. Além disso, você paga pelos recursos que precisa e pode avançar de forma planejada e sustentável.
Ter dados é uma das premissas para os processos de IA, mas é importante que essas informações estejam organizadas e acessíveis. Portanto, a existência de dados isolados e de baixa qualidade são um risco ao seu projeto.
Neste ponto, a infraestrutura de dados precisa ser pensada para minimizar os silos. Ou seja, os bancos de dados devem se interconectar, para que a informação percorra os caminhos necessários de forma simples, rápida e eficaz.
Na prática, seu data center não pode operar como uma ilha. A conectividade é um elemento essencial para a evolução das aplicações e sistemas com IA.
3. Infraestrutura de TI defasada
Você sabia que a multicloud híbrida deve crescer 12x até 2027? Esta foi a conclusão de um estudo recente feito com líderes de TI no Brasil e não é uma mera coincidência.
O mesmo levantamento trouxe que 90% dos entrevistados estão investindo em uma abordagem “cloud-smart” para sua estratégia de infraestrutura. Isso quer dizer aproveitar o melhor de cada ambiente (Data Center, nuvem, edge) para seus aplicativos.
A TI híbrida e a multicloudestão se tornando um padrão de infraestrutura de fato. Este movimento é uma consequência direta da IA, visto que mais de 80% das organizações afirmam que ambientes de TI híbridos são melhores para o gerenciamento de aplicativos e dados.
Se a sua infraestrutura ainda é engessada, é hora de pensar em modernização. Saiba que essa já uma prioridade para muitos gestores, sendo que 83% das empresas planejam aumentar seus investimentos em TI híbrida especificamente para apoiar a IA.
O sucesso com IA depende da computação em tempo real
Ao entender a necessidade de aprimorar a arquitetura e a infraestrutura de dados para a IA, o gestor se depara com novas decisões. É hora de identificar em que investir, o que internalizar e quais serviços e parceiros contratar.
Essas decisões não são meramente tecnológicas. Pelo contrário, impactam na estratégia da organização, afetando seu orçamento e seu futuro na era da Inteligência Artificial.
Sem dúvidas, este é um processo complexo e que exigirá muito estudo, planejamento e análises. Mudar, otimizar e, em muitos casos, criar uma boa infraestrutura digital envolve discussões conjuntas de diversos setores, lideranças e especialistas.
No entanto, este é um caminho inevitável. O sucesso com IA requer poder computacional e uma infraestrutura capaz de garantir o armazenamento, processamento, aprendizado e conectividade em tempo real.
Como a Ascenty pode apoiar seus projetos de IA?
A Ascenty é líder em soluções de Colocation na América Latina, oferecendo Data Centers de classe mundial com espaço de armazenamento escalável em locais estratégicos no Brasil, Chile, México e Colômbia.
Somos especialistas em infraestrutura de dados e, claro, não poderíamos deixar de apoiar o mercado nessa nova fase. Por isso, há alguns anos, a Ascenty vem investindo na modernização e ampliação dos Data Centers, garantindo não só espaço de armazenamento, mas a máxima conectividade.
Estamos prontos para a IA e podemos apoiar sua empresa a melhorar sua infraestrutura para explorar todo o potencial da tecnologia. Veja alguns de nossos diferenciais:
Colocation escalável e sustentável
Os Data Centers da Ascenty contam com espaço de armazenamento escalável e operam com 100% de energia limpa. Assim, suprimos o aumento da demanda que a Inteligência Artificial provoca sem comprometer o meio ambiente.
Vale destacar que nossas infraestruturas contam com sistemas de energia que garantemalta disponibilidade à operação, mesmo em caso de apagões — garantimos 48 horas de autonomia.
Conectividade elevada
Nossa infraestrutura entrega baixa latência, com conexão direta aos principais pontos de troca de tráfego e operadoras de conteúdo, telecomunicações e provedores de nuvem do mercado.
O ecossistema de conectividade da Ascenty é um dos mais avançados e completos do mundo. Além disso, é o único na América Latina conectado ao ecossistema daDigital Realty — a maior empresa de Data Centers do mundo.
Segurança de dados
A Ascenty tem mais de 200 certificaçõesde segurança, além de monitoramento 24×7 e um rígido protocolo de controles de acesso para manter seus dados sempre protegidos.
Outro destaque importante é o nosso Portal do Cliente, onde você consegue gerenciar todos os detalhes de acessos ao Data Center de forma simplificada.
Infraestrutura pronta para o futuro
A Ascenty está sempre se preparando para novas tecnologias, o que garante que seu negócio poderá continuar evoluindo com a IA com uma infraestrutura moderna, escalável e de alto desempenho.
Nossa infraestrutura já está preparada para a refrigeração líquida, mantendo a performance e a sustentabilidade no processamento de grandes volumes de dados.
Além disso, estamos prontos para lidar com a alta densidade. Isso significa que temos data centers eficientes para receber mais dados com uma performance acima da média e com aproveitamento de espaço e equipamentos.
Data Centers híbridos
A Ascenty também conta com Data Centers híbridos, prontos para as demandas complexas que surgem com a IA. Nossas infraestruturas permitem tanto o uso de hardwares e softwares para IA como de cloud.
ServiceFabric™
O ServiceFabric™é a plataforma de orquestração e conectividade da Digital Realty que redefine o conceito de interconexão. Com ela, sua empresa pode gerenciar tudo em um só lugar: nuvem, infraestrutura, aplicações e dados.
A solução é a resposta para a evolução da TI híbrida, pois elimina as barreiras de conectividade. Pensando em Inteligência Artificial, é uma aliada poderosa para acelerar a implementação e o uso da tecnologia, garantindo a total disponibilidade de dados.
Prepare sua infraestrutura de dados para IA com a Ascenty!
O mercado está evoluindo e a Inteligência Artificial não pode ser ignorada. Cada vez mais negócios investem na tecnologia, que tem o potencial de otimizar processos e transformar a rotina de profissionais, clientes e empresas.
Se você está avaliando dar mais um passo em direção ao futuro, precisa de uma infraestrutura de dados robusta, flexível e confiável. A Ascenty é sua parceria nessa jornada e tem as soluções e serviços que você precisa.
Converse com um de nossos especialistas. Queremos entender seus desafios e ajudá-lo a traçar uma estratégia de modernização capaz de elevar seus resultados.
Explore mais sobre o tema! Clique para ouvir o artigo agora.
Você sabia que o maior Data Center da América Latina está localizado no Brasil? É isso mesmo! Uma empresa brasileira é a responsável por esta infraestrutura digital que se destaca pelo tamanho, recursos e certificações internacionais.
Neste artigo, além de conhecer esse gigante, vamos te mostrar uma lista com os Data Centers da Ascenty que estão entre os maiores da América Latina!
Continue conosco e tire suas dúvidas!
Qual o maior Data Center da América Latina?
O Data Center de Vinhedo, da Ascenty, é o maior Data Center da América Latina. Localizado a 70 km de São Paulo (SP), o campus tem 46.000 m² de área total, 7.300 racks e capacidade energética de 61 MW.
Vinhedo é um dos protagonistas da era digital. Sua infraestrutura de classe mundial e alta conectividade é vital para a operação de grandes empresas brasileiras de diversos segmentos, incluindo:
empresas de tecnologia;
bancos e instituições financeiras;
empresas de mídia e entretenimento;
universidades e instituições educacionais.
É importante mencionar que o campus foi construído para atender às demandas atuais e futuras do mercado. Assim, se mantém como o maior Data Center da América Latina desde 2019.
https://youtu.be/SDqSSiqrjCo?si=TPylTpX_Z6N0cn8z
O que compõe o maior Data Center da América Latina?
Para ser reconhecido como o maior Data Center da América Latina, é necessário mais do que tamanho físico. Esse título envolve uma combinação de:
infraestrutura avançada;
capacidade escalável;
conectividade excepcional;
segurança física e digital;
certificações internacionais.
Vinhedo reúne todos esses requisitos, sendo um exemplo de infraestrutura não só no Brasil e América Latina, como em todo o mundo. Entenda melhor a seguir.
Infraestrutura avançada
Vinhedo tem uma infraestrutura de ponta, incluindo tecnologias avançadas de resfriamento com água gelada com chillers a ar, que mantêm tudo funcionando sem parar.
Além de layout estratégico, que permite a escalabilidade do armazenamento de dados de nossos clientes, o ambiente é automatizado e conta com as melhores tecnologias do mercado.
Por fim, o campus ainda conta com sistemas de gestão de energia robustos e redundantes. A subestação própria garante alta disponibilidade e capacidade de se manter operando mesmo em casos de apagão, por 48 horas.
Capacidade e escalabilidade
Um Data Center precisa estar pronto para crescer junto com a demanda. Neste aspecto, o maior Data Center da América Latina é um verdadeiro exemplo.
Além do espaço físico e infraestrutura em operação, o campus tem capacidade para crescer ainda mais. Este diferencial atrai a confiança de grandes empresas do país, que guardam seus dados de forma segura e conectada em racks e cages.
A conectividade é outro grande diferencial de Vinhedo. Neste ponto, temos muitos destaques que garantem não só o armazenamento de dados, mas a interconexão perfeita para suas informações:
conexão direta com mais de 30 operadoras do mercado;
acesso conexão direta com os principais provedores de nuvem sendo elas Oracle, Azure, Google Cloud, IBM Cloud e AWS;
interconexão com clientes, ISPs, parceiros e CDN’s com colocation na Ascenty;
acesso ao ecossistema global da Digital Realty.
Segurança e redundância de classe mundial
A Ascenty trabalha para que sua empresa não pare! Afinal, sabemos que uma breve paralisação no fluxo de dados pode causar grandes problemas. Por isso, oferecemos soluções de Disaster Recovery que protegem seus dados e ambiente de TI.
Além disso, o campus de Vinhedo conta com protocolos e diferenciais de segurança que merecem destaque, como:
monitoramento 24/7;
acesso físico com dupla autenticação — biométrica e cartão;
circuito CFTV com detecção de movimento, gravação e armazenamento digital;
equipe de monitoramento profissional.
Certificações e conformidade
Reconhecida no cenário mundial de Data Centers, a Ascenty é uma referência de confiança no mercado de TI.
Somos certificados com os mais altos padrões do mercado; e o maior Data Center da América Latina não poderia ficar de fora, tendo mais de 15 certificações. Confira algumas:
A sustentabilidade é prioridade na Ascenty. Por isso, nossa infraestrutura é 100% Carbono Neutro, e estamos comprometidos em operar de maneira que beneficie tanto nossos clientes quanto o planeta.
Além disso, somos 100% Energia Renovável e investimos de forma séria as práticas ESG. Desde 2023, a empresa integra o Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas) no Brasil, sendo a única empresa latino-americana de Data Centers com essa iniciativa.
Os maiores Data Centers da América Latina: conheça mais algumas infraestruturas de destaque!
Como vimos, o campus de Vinhedo é o maior da América Latina. Porém, a Ascenty, como líder em infraestrutura digital e colocation, tem outras infraestruturas que impressionam pelo tamanho e confiabilidade.
Atualmente, temos mais de 34 Data Centers em operação e/ou construção no Brasil, Chile, México e Colômbia. Mas selecionamos mais 3 gigantes para que você possa conhecer melhor. Confira!
Campus Santiago
Santiago é uma das capitais mais dinâmicas da América Latina e tem uma economia baseada no comércio exterior e setores como agropecuária, indústria e serviços.
O campus de Data Centers em Santiago tem uma localização extremamente estratégica, além de uma infraestrutura de classe mundial robusta. Confira:
42 MW de capacidade energética;
51.000 m² de área total;
4.100 racks.
Campus México
A cidade de Querétaro, no México, foi escolhida pela Ascenty para a construção de mais um gigante da era digital, especialmente por suas vantagens logísticas.
Ao todo, são três Data Centers, sendo que dois já estão em operação e apoiando o desenvolvimento de empresas de todos os portes e segmentos. Eles já impressionam pela sua robustez:
56 MW de capacidade energética;
44.000 m² de área total.
6.100 racks.
Campus São Paulo
São Paulo é o maior centro financeiro e corporativo da América do Sul, além de ser um polo de excelência tecnológica e berço de startups. Os Data Centers de São Paulo atendem à essa demanda com eficiência e conectividade.
Ao todo, são 6 data centers, sendo que 4 já estão em operação:
33 MW de energia total;
24.000 m²;
3.680 racks.
Ascenty: onde os dados se encontram e se interconectam
A Ascenty, maior provedora de serviços de Data Centers e Conectividade da América Latina, é uma joint venture da Digital Realty, maior empresa de Data Centers do mundo, junto à Brookfield , empresa canadense de gestão de ativos.
Essa posição não só consolida a marca no cenário mundial, como dá aos clientes brasileiros e da América Latina acesso direto a um universo de oportunidades.
A presença do maior Data Center da América Latina em sua rede é apenas um dos diferenciais que comprovam sua superioridade. A Ascenty tem a confiança e respeito dos seus clientes e números que falam por si só:
+ de 5 anos consecutivos na zona de excelência de NPS;
100% de disponibilidade de infraestrutura;
+ de 5.000 km de fibra óptica própria.
Sendo assim, se você está em busca de um Data Center escalável, seguro e interconectado para armazenar seus dados, fale com nossos especialistas!
Entenda como a união de dados e conectividade impulsionou o sucesso da Axon Focus. Entenda o poder de contar com uma infraestrutura de ponta e segura em seu negócio!
Se o cenário atual é de transformação digital e alta competitividade, a infraestrutura de rede desempenha um papel decisivo em qualquer empresa. Afinal, ela serve como a espinha dorsal que conecta sistemas, aplicações e dados, assegurando uma comunicação eficiente e segura.
Contudo, à medida que as empresas investem em tecnologia, a resiliência da infraestrutura de rede se torna ainda mais crítica. É fácil perceber como falhas e interrupções podem afetar diretamente as equipes e a própria reputação da organização.
Quer evitar que esse tipo de problema ocorra? Então, este artigo especial é para você. Aproveite a leitura!
O que é infraestrutura de rede?
Infraestrutura de rede é um conjunto de elementos físicos e digitais que promovem conectividade, comunicação e segurança em um ambiente de TI. Ela inclui hardware, software, protocolos, serviços e recursos que viabilizam o fluxo de dados entre dispositivos e sistemas.
Tendo isso em mente, alguns componentes merecem atenção especial. Veja quais são eles.
Hardware
O hardware é a base física da infraestrutura. Em geral, é composto por servidores, roteadores, switches, cabos e demais equipamentos. Na prática, esses dispositivos são responsáveis por garantir a transmissão de dados entre diferentes partes da rede.
Software
Aqui, estamos falando especificamente do software que gerencia e controla a infraestrutura. Isso inclui sistemas operacionais, aplicativos de segurança e ferramentas de monitoramento. Sua função é garantir o bom funcionamento e a segurança dos dados em trânsito.
Conectividade
A conectividade é um aspecto prático da infraestrutura de dados. Ela representa a comunicação entre dispositivos e redes, permitindo a troca de informações. Vale destacar que ela pode abranger as configurações de redes locais (LAN), redes de longa distância (WAN) e de conexões sem fio.
Tendo isso em mente, é hora de considerar os riscos envolvidos no dia a dia da TI ao gerenciar uma infraestrutura de dados.
Quais os riscos para a continuidade dos negócios sem uma rede resiliente?
A falta de uma rede resiliente pode comprometer gravemente a continuidade dos negócios. Ainda assim, é natural ter algumas dúvidas sobre como os problemas podem se manifestar na prática.
A interrupção na conectividade pode paralisar operações críticas, resultando em perda de produtividade e receita. Sem uma rede resiliente, qualquer falha, mesmo que momentânea, pode ter impactos prolongados, afetando a capacidade de resposta e atividades essenciais, como o atendimento ao cliente.
Vulnerabilidades de segurança
Uma rede frágil é um alvo fácil para ciberataques. A falta de resiliência pode expor dados sensíveis a riscos, comprometendo a integridade e a confidencialidade das informações da empresa.
É fácil perceber que isso aumenta a vulnerabilidade a ataques de negação de serviço (DDoS) e invasões.
Escalabilidade limitada
Sem uma rede resiliente, a capacidade de expandir operações é restrita. Em outras palavras, a infraestrutura não consegue suportar um crescimento ágil. O resultado é uma limitação significativa da capacidade da empresa de responder rapidamente às demandas do mercado — assim como de explorar novas oportunidades de negócio.
Tempo de recuperação lento
A recuperação após incidentes também tende a ser mais longa em uma infraestrutura frágil. Com isso, cresce também o risco de interrupções prolongadas nas operações.
A consequência é a perda de confiança por parte dos clientes — algo que pode impactar negativamente a reputação da empresa.
Falta de mobilidade
Em um mundo cada vez mais digital e móvel, uma rede sem resiliência compromete a mobilidade dos funcionários e a flexibilidade das operações. Se o objetivo da sua empresa é implementar estratégias de trabalho remoto e colaboração eficiente, é bom ter isso em mente.
Mas, afinal, se a TI é híbrida, por que a infraestrutura de rede continua tão importante? É o que veremos a seguir.
Por que a infraestrutura de rede é importante na era da TI híbrida?
Em uma empresa com essa característica, a integração entre ambientes locais e a nuvem é fundamental. É fácil entender o motivo: ela possibilita uma operação fluida e eficiente entre múltiplas plataformas, garantindo que a organização e seus parceiros comerciais possam aproveitar ao máximo suas ferramentas digitais.
O ponto é que, com a TI híbrida, a infraestrutura de rede se torna ainda mais importante. Afinal, ela sustenta a conectividade entre sistemas on-premises e ambientes de nuvem pública e privada.
Essa integração permite que as empresas escalem suas operações de maneira flexível. Além disso, a TI ajuda a organização a se adaptar rapidamente às mudanças de mercado sem comprometer a performance.
Vale lembrar que uma infraestrutura de rede bem gerenciada otimiza o uso de recursos, proporcionando uma mobilidade que é essencial para as necessidades atuais dos negócios. Assim, podemos ajustar nossos recursos para usá-los conforme o necessário.
Indo além, uma infraestrutura eficiente facilita a gestão de custos. Esse é um aspecto importante da gestão de TI, pois significa usar a nuvem estrategicamente para reduzir despesas operacionais.
Então, tenha em mente que essa capacidade de gerenciar e otimizar recursos é fundamental para que a empresa seja competitiva.
Como o ServiceFabric™ aumenta a resiliência da sua infraestrutura?
O ServiceFabric™ é uma plataforma que unifica a conectividade global da sua empresa, impulsionando a resiliência da sua infraestrutura digital. Ele integra diversos ambientes de TI, conectando dados, nuvens e locais em uma única interface.
Isso reduz a complexidade e fortalece a continuidade dos negócios. Na prática, ao utilizar o ServiceFabric™, sua empresa alcança uma interconexão segura e flexível, permitindo uma resposta mais ágil aos desafios do mercado.
Vale destacar que essa expansão ocorre sem comprometer a performance — uma questão valiosa para qualquer organização que busca ter sucesso no mercado hoje em dia.
Como fortalecer sua capacidade de resposta aos desafios do futuro?
Como você pôde ver, uma infraestrutura de rede robusta é aquela que combina resiliência e flexibilidade. Nesse sentido, é fundamental contar com ferramentas e métodos que fortalecem esse aspecto da sua TI.
Soluções como o ServiceFabric™ proporcionam conectividade unificada, gestão simplificada e segurança robusta. Com esse tipo de ferramenta poderosa em mãos, você automatiza processos, reduz custos e mantém a flexibilidade necessária para crescer sem comprometer a performance.
Estar preparado para o futuro significa contar com uma infraestrutura que suporta suas operações hoje e se adapta às demandas de amanhã. Por isso, o ServiceFabric™ fortalece a capacidade da sua empresa de integrar múltiplos ambientes de TI.
O objetivo é garantir que você esteja sempre à frente dos desafios tecnológicos. Então, leve essa filosofia para sua empresa e construa uma TI cada vez mais preparada para os desafios do futuro.
Embratel é um dos principais fornecedores de soluções digitais do Brasil. É uma habilitadora da transformação digital de empresas de todos os segmentos e líder em telecomunicações com sua infraestrutura de alto nível. A Embratel fornece soluções como Cloud Computing, Data Center, Segurança, Internet das Coisas, Professional Services, Conectividade e Colaboração, Omnichannel, Automação Robótica de Processos, transmissão de dados, vídeo, Internet, telefonia celular e fixa corporativa, longa distância nacional e internacional, além de uma série de outras soluções para apoiar o mercado empresarial na sua jornada de crescimento na nova economia digital. Atuando no desenvolvimento, implementação e gestão de soluções convergentes, a Embratel é amplamente reconhecida pela entrega de serviços de excelência com foco na experiência dos clientes. A Embratel faz parte da Claro e mais informações estão disponíveis no site www.embratel.com.br.
O PME Prime é uma plataforma de gestão e suporte corporativo desenvolvido no conceito all-in-one e adequado para micros, pequenas e médias empresas. Um sistema de gestão robusto, seguro e flexível que comporta altas cargas de trabalho de gestão corporativa de indústrias, distribuidores, revendedores abrangendo recursos de todas as áreas da empresa, do comercial ao financeiro, do recebimento à expedição, tudo de maneira prática e fluida. Conta com diversos recursos como multi unidades, multi moeda, controle e gerenciamento de processos (workflow) e toda uma gama de recursos para dar suporte para operação nacional, bem como envolvendo comércio exterior e relacionamento com outros países.
A Big Blue é a pioneira no mercado brasileiro em suporte técnico especializado para ambientes de TI de missão crítica. Há 34 anos, garantimos a satisfação e a tranquilidade do seu time de TI, com uma equipe altamente qualificada, permitindo que sua empresa foque no seu negócio principal.
É uma das poucas empresas no mercado que oferece uma gestão unificada de ambientes de TI heterogêneos e de forma personalizada, resultando em diminuição de custos e maior simplicidade na gestão dos seus contratos de TI.
E para que possa acompanhar o contrato e tomar decisões estratégicas, o time de pós-vendas garante uma gestão integrada entre o sua equipe e a Big Blue, com reuniões periódicas e relatórios contendo dashboards e métricas personalizadas para cada serviço.
Fundada em 2001, a Simpress, empresa do grupo HP, é pioneira em outsourcing de equipamentos de TI, como notebooks, smartphones, impressoras e coletores de dados. Líder de mercado no país, a companhia conta com 17 filiais nas principais cidades e faz a gestão de equipamentos de clientes espalhados pelo país, como Pague Menos, Ânima Educação, Yamaha e Harald.
A Simpress é a primeira empresa no seu segmento a oferecer a neutralização do carbono emitido pelo consumo de energia elétrica dos equipamentos utilizados pelos seus clientes. As soluções da Simpress oferecem mais eficiência, economia, flexibilidade e produtividade aos seus clientes.
A história da Lenovo sempre esteve associada ao desenvolvimento da inteligência informática para criar um mundo melhor. Com o maior portfólio do mundo de produtos tecnológicos, concretizamos a nossa visão de “Tecnologia mais inteligente para todos” através de produtos, soluções, software e serviços que as pessoas, as comunidades, as empresas e populações inteiras precisam para atingirem todo o seu potencial. Portfólio completo
Contamos com um portifólio completo de PCs e tablets, monitores, acessórios, smartphones, soluções de domótica e colaboração inteligente, realidade aumentada e virtual (RA/RV), Internet of Things (IoT) comercial, software, serviços e soluções inteligentes de datacenter e infraestrutura espalhadas pelo mundo. Desde 1995, expedimos mais de 500 milhões de PCs e fabricamos três dispositivos por segundo.
Compreendemos a transformação Tal como transformámos o nosso negócio ao longo de mais de três décadas, ajudámos inúmeras organizações dos setores da saúde, ensino, comércio, transformação, logística, serviços profissionais e muito mais, repensámos a forma como utilizam a tecnologia para revitalizar os seus negócios através de soluções mais inteligentes que tiram partido do hardware, do software e dos serviços.
Produção e escala globais Servimos mais de 180 mercados e somos proprietários da maioria das nossas instalações, o que nos dá uma escala, eficiência e controlo inigualáveis da nossa cadeia de fornecimento. A nossa produção a nível global permite criar ofertas adaptadas aos mercados regionais. Conta com mais de 30 instalações de produção, incluindo instalações próprias, em joint-venture, fabricante de projeto original (ODM) e fabricante por contrato na Argentina, Brasil, China, Alemanha, Hungria, Índia, Japão, México e EUA.