O que é Data Lake?

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A informação é hoje um verdadeiro ativo para as empresas. Com a transformação digital pela qual o mercado está passando, podemos gerar valor para os negócios por meio do uso inteligente dos dados que temos em mãos. Foi nesse contexto que o Data Lake se tornou uma tendência ainda mais relevante.

Mas, afinal, você sabe o que significa esse conceito? Quais são os benefícios que isso traz? Existe alguma diferença entre Data Lake e Data Warehouse?

Se quer as respostas para essas e outras perguntas, você está no lugar certo. Então, aproveite a leitura!

Data Lake: o que é?

Podemos definir o Data Lake como um grande repositório de dados no qual esse material é armazenado em seu formato mais puro. Isso significa, em outras palavras, um banco de dados não refinados. Esse repositório oferece a matéria-prima mais básica para diversos tipos de análise e aplicação.

Dizemos que os dados não foram refinados porque eles ainda não passaram por qualquer processo de filtragem. Em geral, isso precisa ser feito para que as análises sejam mais confiáveis e produtivas. Ainda assim, todo refinamento pressupõe que já estabelecemos alguns objetivos.

O que as empresas estão fazendo é manter um Data Lake para ter acesso à forma bruta dos dados, caso queiram processá-los visando um objetivo novo. Afinal, quem atua com ciência de dados sabe que as possibilidades são tantas que é muito interessante ter acesso ao material sem tratamento.

O termo Data Lake foi criado por James Dixon, o CTO da Pentaho. Traduzido livremente como “lago de dados”, o termo faz uma analogia com um grande repositório no qual o material seria mantido em sua forma natural, sem tratamento ou filtragem.

Afinal, qual a importância do Data Lake?

Os Data Lakes permitem que o usuário manuseie os dados sem precisar transferi-los para outro ambiente. Além disso, como explicamos acima, o material ainda não foi filtrado visando um objetivo específico, algo que poderia comprometer uma análise que tem outra finalidade.

Dessa forma, os cientistas de dados podem recorrer a esse material bruto para realizar um novo trabalho, sondar alguma informação, verificar eventuais correlações entre dados etc. Isso se torna fundamental em um mercado cada vez mais influenciado por análises complexas e pelo uso da Inteligência Artificial (IA).

O ponto é que o Data Lake pode ser útil hoje, amanhã ou num futuro distante. Quando o momento chega, a falta de dados brutos pode significar a perda de uma oportunidade de mercado, enquanto a concorrência sai na frente.

Vale destacar que a lógica é a mesma entre cientistas e pesquisadores, por exemplo. No trabalho realizado em instituições de pesquisas, o armazenamento de informações é crucial. São muito comuns os momentos em que uma pesquisa alcança um determinado ponto e o cientista descobre um novo tipo de dado que precisa analisar.

Por isso, é melhor tê-los à disposição em vez de descartá-los, mesmo que ainda não seja visível o valor daquele conjunto de dados. Ainda assim, é preciso dedicar tempo à gestão e manutenção dos Data Lakes, evitando que eles se tornem “lixões eletrônicos” com dados pesados e inacessíveis — os chamados “data swamps”, ou “pântanos de dados”.

Data Lake x Data Warehouse: quais as diferenças?

Apesar de serem ambos repositórios de Big Data, existem diferenças importantes entre Data Lake e Data Warehouse. Não é à toa, por exemplo, que muitas empresas optam por tirar proveito de ambos no seu dia a dia, cada um com sua finalidade.

O Data Warehouse tem como finalidade principal manter alguns dados estruturados para facilitar a geração de relatórios e análises. Isso é crucial para quem busca tomar decisões rápidas com base em informações relevantes e confiáveis.

Já o Data Lake, como detalhamos, mantém os dados brutos e não filtrados; sua finalidade, então, não é pré-determinada. Vale destacar que os Data Warehouses costumam ser mais custosos, pois exigem uma infraestrutura própria para serem mantidos, além de uma rotina de acesso facilitada.

Quais os benefícios dos Data Lakes?

Os Data Lakes têm benefícios que vão além do armazenamento de dados brutos. Veja alguns dos principais.

Redução de custos

Ao manter armazenados os dados brutos, sua empresa tem acesso a um material mais rico para análises futuras. Isso reduz gastos com novas coletas de informação para objetivos específicos.

O marketing é um bom exemplo disso. Com um Data Lake para manter tudo o que sua empresa já coletou, estudos futuros podem ser feitos sobre o mesmo repositório, sem a necessidade de investir alto em uma nova amostragem.

Mais velocidade

Com todos os dados centralizados em um único ambiente e podendo acessá-los diretamente lá, o processo de análise se torna muito mais rápido. Isso permite que sua empresa faça análises prévias para gerar pequenos insights que levem a estudos mais aprofundados.

Informações no volume ideal

O Data Lake é um repositório mais amplo. Isso significa que você não precisa escolher entre armazenar um ou outro conjunto de dados, pois ambos ficam à disposição.

Facilidade de acesso

Um bom fornecedor de serviços de Colocation oferece uma infraestrutura que facilita seu acesso ao Data Lake. Assim, mais de uma pessoa pode acessá-los ao mesmo tempo, o que agiliza bastante o trabalho da TI.

Em geral, esse repositório se torna uma conexão entre diferentes soluções de usos de dados. A dica é contar com um provedor de Colocation que ofereça alto desempenho e segurança no acesso.

A Ascenty é um grande exemplo disso. Referência em serviços de Colocation, a empresa oferece um ambiente que facilita o acesso aos dados, mesmo que eles estejam organizados em esquemas complexos, frameworks estruturados e BLOBs.

Com uma infraestrutura robusta, a Ascenty está pronta para receber seus dados em nuvens que atendem às demandas específicas da sua empresa, reduzindo custos e aumentando sua performance. Isso inclui, por exemplo, diferentes modelos de cloud (pública, privada ou híbrida) e uma equipe dedicada de suporte e manutenção.

Como você pôde ver, o Data Lake é uma ferramenta poderosa para organizações dos mais variados tamanhos e setores de atuação. Então, coloque-a para trabalhar ao seu favor com o apoio de quem mais entende do assunto!

Se quer entender melhor como isso pode ser feito, entre em contato com a Ascenty e fale com nossos especialistas!

Por que você precisa pensar na redundância de Data Centers na hora de escolher um parceiro de colocation?

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A transformação digital fez da TI um setor estratégico para qualquer empresa. Nesse contexto, a infraestrutura tecnológica é hoje uma fonte capaz de gerar valor para os negócios. Contudo, alguns cuidados são fundamentais para tirar o máximo proveito do ambiente virtual.

A redundância de Data Centers é um grande exemplo disso. Sem ela, a instabilidade e o risco de queda podem comprometer as atividades da empresa. Com ela, caso uma falha ocorra em um dos componentes da infraestrutura, um segundo estará disponível para cumprir a função até o restabelecimento dos processos.

Ainda assim, nem todo mundo leva isso em consideração na hora de buscar um parceiro de colocation para migrar seus dados — um erro que pode custar caro (literalmente). Pensando nisso, criamos este conteúdo especial sobre redundância para mostrar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

Os tipos de redundância

A infraestrutura de TI inclui tanto os ativos físicos (hardware), quanto os digitais (software). Um erro comum é pensar a redundância como algo que se resume ao segundo aspecto do sistema. Então, para começar deixando de lado algumas dúvidas, veja os tipos de redundância que sua empresa pode estabelecer.

Redundância do sistema elétrico

Se uma falha no fornecimento de energia elétrica afeta diretamente a infraestrutura de TI, é crucial que haja uma redundância nesse abastecimento. Como o serviço costuma ser prestado por uma concessionária — o que limita a previsão de falhas por parte da empresa —, a estratégia costuma ser feita com o uso de dois equipamentos.

O primeiro é a fonte de alimentação ininterrupta (UPS), também conhecida como no-break. Já o segundo é o gerador tradicional, que pode ser dimensionado exclusivamente para os serviços críticos de TI.

Redundância no sistema de climatização

A temperatura também é um fator essencial do funcionamento dos Data Centers, pois um pico de calor pode afetar ou mesmo interromper o desempenho de alguns equipamentos. É claro que todo ar-condicionado também está sujeito a falhas. Por isso, é importante contar com dois sistemas, para que um esteja sempre à disposição.

Redundância de dados

Um ambiente hospedado em um Data Center e sem backup é algo simplesmente impensável para uma empresa que depende de um ambiente digital para operar. A redundância, aqui, protege não só contra a instabilidade do sistema, mas de eventuais quedas de energia ou outras falhas que corrompam ou tornem indisponíveis os dados.

Vale destacar que essa também é uma medida fundamental para a cibersegurança da organização. Basta lembrar do prejuízo bilionário dos sequestros de dados por meio do ransomware WannaCry, em 2017, que afetaram diversas instituições (públicas e privadas) em todo o mundo.

Redundância de rede

Se é preciso proteger os dados, esse cuidado também se aplica aos canais de acesso a eles. Seja uma conexão com a internet, seja uma rede interna, todos os links precisam de uma segunda via de acesso para evitar o isolamento do Data Center durante uma falha.

Algumas empresas optam por contratar serviços que já oferecem uma rede duplicada, enquanto outras preferem contar com dois provedores diferentes.

Os níveis de redundância de Data Centers

Além dos diferentes tipos de redundância, é importante estabelecer ainda o nível mais adequado para sua infraestrutura. Em geral, isso depende das características de cada empresa. Entenda a diferença entre os níveis.

Nível N

O Nível N é o mais básico. A redundância de Data Center praticamente não existe, pois considera que a infraestrutura atua sempre em condições ideais. É fácil perceber o quanto isso é arriscado, mas é um cenário muito comum entre pequenas empresas.

Redundância N+1

Um Data Center de redundância N+1 tem ao menos um equipamento extra disponível. Um bom exemplo é um servidor refrigerado por um único ar-condicionado, mas que conta com um segundo para cobrir eventuais falhas.

Redundância N+2

Como o próprio nome sugere, esse nível de redundância prevê dois equipamentos sobressalentes. A estratégia de contar com um backup do backup, por exemplo, caracteriza um Data Center N+2.

Redundância Nível 2N

No modelo 2N toda a infraestrutura é duplicada. Isso significa dois hardwares, alimentação elétrica de emergência, um segundo caminho de acesso, backups dos dados etc.

Redundância Nível 2 (N+1)

Já o nível mais alto de redundância adota um cuidado extra para sistemas críticos, que passam a ter o dobro da quantidade de equipamentos e um módulo extra para cada N.

Exemplificando: Se você necessita comprar um lanche para 2 crianças, compra os dois lanches em duas padarias diferentes, além de mais um extra em cada uma delas, como precaução.

A classificação TIER e sua relação com a redundância de Data Centers

A classificação TIER é uma certificação de desempenho e confiabilidade de servidores. Criado há mais de 25 anos pela Uptime, o sistema é utilizado globalmente para demonstrar a eficiência dos Data Centers de qualquer instituição.

Como você pode imaginar, ela leva em consideração os níveis de redundância. Detalhamos a seguir os níveis de classificação.

TIER I

O primeiro nível atesta os critérios básicos de conformidade com as normas de referência da TIER (NBR 5410, NBR 15247, NBR 11515, NBR 27002, entre outras). Isso significa ter climatização e subsistemas de distribuição elétrica, mas não uma estratégia de redundância.

TIER II

Uma infraestrutura TIER II é parcialmente redundante. Em geral, é o caso de pequenas empresas que não operam 24 horas por dia.

TIER III

Além dos requisitos acima, uma empresa classificada como TIER III é totalmente redundante.

TIER IV

Já a empresa TIER IV atende os requisitos da TIER III e ainda conta com uma redundância robusta. Mesmo diante de falhas, seus sistemas são capazes de continuar operando. É o caso de multinacionais, que geralmente precisam funcionar ininterruptamente e com diversas plataformas de uso contínuo.

Como a Ascenty se preocupa com a questão de redundância de Data Centers

A Ascenty oferece um serviço de colocation com nível TIER III para empresas que buscam alto nível de disponibilidade, segurança e acessibilidade para sua infraestrutura. Não é à toa que estamos falando da maior empresa de Data Centers da América Latina.

Segundo o próprio Uptime Institute, o nível de disponibilidade dos Data Centers classificados como TIER III é de 99.982%, mas a Ascenty não se limita a este indicador e oferece um nível de disponibilidade que é superior. Isso envolve um grande esforço interno para colocar os melhores especialistas para trabalhar em ambientes de infraestrutura robusta e confiável.

Como você pôde ver, a redundância de Data Centers é uma questão estratégica que não pode ser ignorada. Quem busca otimizar o uso dos seus recursos de TI para gerar valor deve estar atento a essa questão. Se quer migrar seus dados e ter máximo desempenho, leve isso em consideração na hora da escolha!

Quer entender como isso pode ser feito no ambiente específico da sua TI? Então, entre em contato conosco e agende uma reunião para tirar suas dúvidas com quem mais entende do assunto!

Conheça quais são os diferenciais do Colocation no setor financeiro

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Quando se trata de transações financeiras, cada milissegundo conta. É por isso que, cada vez mais, as instituições financeiras, bancos e fintechs contam com o colocation. Afinal, para se manterem competitivas e lucrativas, essas instituições dependem de dados rápidos e que não ocorram erros com eles.

Os mercados de investimentos flutuam sem aviso e as decisões que controlam bilhões de reais, dólares e euros são tomadas várias vezes por dia. Os dados em que essas decisões se baseiam não podem ser antigos, e cada milissegundo conta. É por isso que bolsas de valores e instituições financeiras exigem e precisam de redes com mínima latência.

O grande desafio é assegurar essa característica — sem que se gaste todo orçamento da empresa em data centers próprios.

É por isso que a solução de colocation é tão indicada e vem transformando negócios do setor. Que tal conhecer mais? Nesse conteúdo, vamos te explicar um pouco mais sobre os benefícios do colocation para o setor financeiro.

Em busca de mais performance e escalabilidade, ao mesmo tempo que você reduz custos? Então essa é uma leitura para você!

Como o setor financeiro demanda por soluções robustas de Data Center Colocation

A necessidade do setor financeiro pelas possibilidades do serviço de Data Center Colocation tem tudo a ver com o mercado em que atuam. Negociações financeiras, seja de pessoas realizando transações ou investidores comprando e vendendo ações, acontecem em alto volume e frequência.

Garantir que tudo ocorra de forma impecável é um desafio, já que processar tamanho número de transações e ações em apenas frações de segundo é complexo.

No caso do mercado financeiro de ações, o problema é ainda maior. Algoritmos precisam analisar vários mercados ao mesmo tempo, além de executar ordens com base em cálculos incrivelmente rápidos, capitalizando em cima de mudanças mínimas no vai-e-vem do mercado.

Ou seja, quanto mais rápida for a velocidade de execução, mais lucrativas serão as transações.

Analisar os desenvolvimentos do mercado, executando ações estratégicas um milissegundo mais cedo do que outros negociantes dá às empresas financeiras uma enorme vantagem competitiva distinta.

Acontece que alimentar esse sistema — que constantemente cresce e se desenvolve — é complexo do ponto de vista estrutural.

Data centers internos podem ser muito caros e complexos de gerenciar, ainda mais quando é a empresa que administra toda estrutura. É por isso que o Data Center Colocation é a solução ideal, pois livra a empresa desta responsabilidade.

O serviço consiste na terceirização de data centers em um provedor especializado. Porém, além da infraestrutura, a empresa aluga o espaço, o atendimento, o suporte especializado e outros serviços.

Endriu, pensei nessa imagem para ilustrar o meio do artigo.

Quais são os diferenciais do Colocation no setor financeiro

Agora, como o serviço de Colocation pode ajudar empresas do setor financeiro, na prática? Afinal, uma coisa é falar sobre o Colocation como solução ideal, outra é mostrar sua eficiência e como efetivamente o serviço auxilia as empresas do setor a um melhor desempenho.

A seguir, elencamos alguns dos principais diferenciais do Colocation no setor financeiro. Confira:

Traz mais segurança

Segurança é uma das principais necessidades das empresas, especialmente no setor financeiro. Dados sensíveis de todo tipo viajam de um ponto a outro no mundo e é responsabilidade das organizações garantir sua proteção.

O Data Centers Colocation oferece esse diferencial, já que o provedor deve seguir normas e diretrizes internacionais para manter o banco de dados ativo, como no caso da Ascenty. São padrões de segurança robustos, que garantem o mais alto nível de proteção.

Oferece excelente conectividade

Agora, como o Data Center Colocation pode aprimorar sua conectividade? Simples: no caso da Ascenty, por exemplo, uma empresa não apenas contrata o serviço de colocation. Na verdade, ela passa a fazer parte de um ecossistema de conectividade.

Assim, quando ela passa a fazer parte da infraestrutura da Ascenty, ela tem acesso a uma variedade enorme de provedores de serviços e operadoras com serviços diferenciados.

Tudo isso apenas por contar com um provedor especializado, que possui uma vasta e robusta estrutura de interconexão.

Possibilidade de Escalabilidade

O colocation permite que as empresas financeiras aproveitem os acessos diretos a quase todos os provedores de nuvem de que precisam. Lembra do ecossistema de conectividade da Ascenty que mencionamos acima? A lógica é a mesma.

Isso lhes dá maior escalabilidade e flexibilidade, ao mesmo tempo em que dá suporte a um crescimento sustentável e econômico.

Suporte 24×7

Ao contar com o serviço de Data Center Colocation, a empresa tem mais autonomia para focar no core business. Afinal, questões relativas ao suporte, como dúvidas ou problemas, ficam sob responsabilidade do time técnico do provedor.

Ao contar com uma empresa especializada, esse suporte é constante: 24 horas por dia, 7 dias na semana. Com isso, o tempo de resposta às solicitações é muito menor, o que garante mais estabilidade para suas operações.

Redundância de Data Center

O Data Center Colocation é localizado geograficamente próximo ao cliente. Esse é um dos segredos para a latência zero que essas empresas financeiras exigem. Além disso, as organizações contam com interconexão direta com uma variedade de provedores de serviços de rede, nuvem e TI.

Ao se conectar geograficamente perto de sua localização, as empresas financeiras podem minimizar a latência, reduzindo a distância que os dados precisam percorrer e permitindo o processamento de dados na extremidade (o edge computing).

Tudo isso contribui para uma maior redundância de rede.

Ascenty: especialista em Colocation e em soluções para o setor Financeiro

Ficou claro que o setor financeiro tem muito a ganhar com o serviço de Data Center Colocation, certo? Uma boa notícia para sua empresa é que essas soluções não estão longe.

A Ascenty é líder em Colocation no Brasil, com a maior infraestrutura de data centers de toda América Latina!

Tamanho alcance e qualidade foram reconhecidos pelas empresas de auditoria especializadas. Por isso, a Ascenty figura como líder do quadrante de Colocation do ISG Provider Lens 2020 no Brasil!

É uma prova da qualidade, segurança e eficiência na prestação de serviços!

E então, que tal contar com os serviços especializados da melhor provedora de Colocation no Brasil, colocando sua empresa em um novo patamar de entrega?

Fale com um de nossos especialistas agora mesmo!

A tecnologia no setor financeiro e as soluções Ascenty

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Nos últimos anos, o mercado financeiro não parou de evoluir, e a aplicação de tecnologia neste setor teve papel determinante para essa transformação. Transações que antes só eram possíveis por meio de visitas pessoais às instituições financeiras, agora podem ser concluídas com apenas alguns toques na tela do celular.

Se, no passado, a pessoa precisava entregar o dinheiro físico ou cheque em mãos para sanar uma dívida, agora basta transferir o valor via aplicativo ou internet banking — de forma instantânea, com o PIX, por exemplo.

Essas mudanças vieram graças à implementação da tecnologia no setor financeiro. Tais avanços mudaram a forma como o mundo funciona e o segmento precisou responder à altura.

Agora, falar de tecnologia no setor financeiro é “chover no molhado”.

O grande debate é: para onde as empresas devem direcionar seus esforços e investimentos? Neste conteúdo, vamos mergulhar no assunto, passando um panorama atual da tecnologia no setor financeiro e as principais tendências do mercado.

Continue a leitura para aprender mais!

Setor Financeiro tem investido cada vez mais em tecnologia

Por muito tempo, o setor financeiro relutou em atualizar seus sistemas. Isso resultou na utilização de sistemas isolados e legados, que serviam de infraestrutura para uma complexa rede de serviços, como transações, poupanças, investimentos e empréstimos.

No entanto, com os avanços e a implementação da tecnologia no setor financeiro, o cenário mudou. Fintechs e Banks as a Service entraram no jogo — se não para modernizar o mercado, mas também para se posicionar como concorrentes dos antigos bancos.

Assim, bancos e outros provedores de serviços financeiros tradicionais tiveram que responder com uma série de iniciativas de digitalização e inovação.

Essas iniciativas empregam tecnologias de ponta para garantir uma perspectiva centrada no cliente, em vez do foco tradicional em produtos, bem como integração inteligente de dados em tempo real, em vez de análises lentas realizadas após o fato e com base em plataforma aberta.

E essa evolução vem motivada justamente por conta da entrada de novos players no mercado. De acordo com dados divulgados na Fortunly, 88% das instituições financeiras acreditam que uma parte de seus negócios será perdida para fintechs nos próximos cinco anos.

Porém, isso significou também uma mudança de comportamento deste segmento tão tradicional do setor financeiro: entre essas organizações, de acordo com a PwC, 82% planejam aumentar a colaboração com empresas fintech nos próximos três a cinco anos.

Dados são o insumo da transformação no setor financeiro 

E o que é considerado como base dessa onda de inovação no setor financeiro? Os dados!

O big data — junto com a inteligência artificial que ajuda a processar, armazenar e gerar insights a partir dos dados — permite que a personalização seja possível em uma escala nunca antes vista.

Os bancos agora têm informações sobre o comportamento de seus clientes, o histórico social e de navegação.

A IA e o machine learning permitem a integração multicanal em tempo real desses insights para fornecer uma experiência de marketing personalizada para seus clientes quando as informações são mais relevantes e úteis (por exemplo, um empréstimo ou cartão de crédito).

Mas selecionar os dados certos, estruturados e não estruturados, em busca de informações úteis não é uma tarefa fácil. Isso requer uma tecnologia de análise de dados poderosa para que as instituições colham recompensas.

É justamente nesse ponto que a IA e o machine learning se destacam. Ambas as tecnologias têm a capacidade de resolver um amplo espectro de problemas complexos por meio de algoritmos que permitem que os bancos filtrem, avaliem e aproveitem milhões de pontos de dados com precisão.

Assim, por meio de análises precisas fornecidas por IA e Machine Learning, as instituições financeiras podem automatizar processos, avaliar e gerenciar riscos e detectar e prevenir fraudes.

As principais tendências da tecnologia no setor financeiro para o futuro

Agora, o que esperar do futuro da tecnologia no setor financeiro? Essa é uma pergunta interessante e que já entra em pauta nas empresas mais atentas.

Colocar-se à frente da concorrência é uma forma de investir em soluções assertivas que, cada vez mais, promovem a transformação digital no setor financeiro.

Você sabia que, apesar de todos os investimentos, apenas 12% das empresas do segmento afirmam ser 100% digitalizadas? Foi o que descobriu a Gartner.

Para ajudar você a direcionar seu planejamento e escolher os melhores investimentos para o futuro do seu negócio, separamos 3 tendências que valem a pena ficar de olho. Veja só!

Aumento de segurança

Alinhado com os avanços da tecnologia no setor financeiro, os riscos cibernéticos também se transformam em grande velocidade. Isso torna obsoletas as abordagens tradicionais de gerenciamento de risco.

É cada vez mais difícil para as organizações eliminar todas as possíveis ameaças cibernéticas. Por isso, limitar os ataques, identificando as brechas o mais cedo possível, é a melhor maneira de lidar com eles.

Com mudanças legislativas como a LGPD no Brasil ou a GDPR na Europa, as empresas do setor financeiro terão que ser ágeis na maneira como abordam a segurança cibernética.

Como? Através de análises avançadas, monitoramento em tempo real e IA para detectar ameaças e impedir que elas prejudiquem seus sistemas. 

O uso de técnicas de análise de big data para obter uma visibilidade antecipada das ameaças e agir para impedi-las antes que aconteçam é chamado de segurança prescritiva, uma das tendências para o futuro do setor financeiro!

Multicloud

Em um ambiente de alta demanda como o setor financeiro, as empresas não podem ficar presas nas limitações de seus provedores na nuvem. Por isso, o investimento em multicloud é outra das tendências de organizações do tipo.

Com o multicloud, sua empresa tem acesso a um ambiente diverso, no qual vários provedores de serviços e de conteúdos na nuvem se encontram.

Essa interconexão de redes é importante pois permite que sua organização acesse diferentes serviços, de diferentes fornecedores, de modo a construir um ecossistema personalizado para as necessidades de seus consumidores!

Terceirização de Data Center

Hoje, as empresas do setor financeiro devem focar nos clientes e em suas dores. Preocupar-se com sua infraestrutura é algo que ocupa muito da capacidade operacional dos funcionários da organização, o que impede avanços estratégicos.

Por isso, terceirizar data centers de modo a contar com todo suporte especializado para gerenciar sua infraestrutura de dados é o movimento mais adequado para o setor financeiro!

E agora que você conheceu mais sobre a aplicação da tecnologia no setor financeiro, que tal entender como as soluções da Ascenty podem contribuir para a sua empresa?

Podemos agir para aumentar a segurança da sua infraestrutura, oferecendo soluções multicloud e até mesmo terceirizando seus data centers!

Fale com um de nossos especialistas e entenda como nós podemos ajudar sua empresa!

Entenda a importância da conectividade para os novos procedimentos financeiros

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No mundo altamente competitivo do setor financeiro, sanar as dores e ultrapassar as expectativas dos clientes é a única forma de ser bem-sucedido. Para isso, investir em conectividade é essencial. Afinal, o cliente e suas necessidades são o foco principal dessas organizações.

Cada vez mais, os bancos e demais empresas do setor financeiro precisam ser capazes de fornecer resultados de maneira rápida, ao mesmo tempo em que ficam de olho em como podem inovar na área.

E em uma indústria em ritmo acelerado, a conectividade cumpre papel fundamental, já que o sucesso das empresas deste setor depende da tomada de decisões instantâneas.

Um exemplo é o pregão das bolsas. Com uma maior capacidade de transmissão de dados, a velocidade de negociação nesse setor foi aumentada. Mas essa é só uma das vantagens da conectividade no setor financeiro.

Que tal aprender mais sobre a relação dos investimentos em conectividade com o sucesso neste setor tão importante e competitivo? Continue a leitura!

A área financeira na Era Digital

Na Era Digital, a área financeira precisou se modernizar como nunca.

O foco na conveniência e na utilização de dados teve efeito direto e indireto, fazendo com que bancos reavaliassem seus modelos de negócios. Nesse meio tempo, surgiram as fintechs e as empresas de Bank as a Service.

Essa nova geração virou o setor financeiro de ponta-cabeça — criando serviços digitais poderosos, feitos sob medida para as demandas dos consumidores de hoje. Eles mudaram a indústria e agora não há mais volta.

A utilização de dados proporcionou uma melhor capacidade de inovação e transformou toda estratégia de TI, otimizando a experiência do cliente. Em muitos aspectos, o setor financeiro foi o alvo perfeito para a ruptura digital. Em especial, porque as empresas mais tradicionais deste setor contavam com tecnologias legadas e complexos processos burocráticos.

Esse cenário abriu a porta para um novo tipo de empresa inovadora, capacitada por novas ferramentas e capacidades técnicas, livre de “métodos antigos” e, muitas vezes, sem nenhum histórico formal no setor financeiro.

Sem dúvida, as ideias inovadoras têm sido o maior trunfo do novo setor financeiro, inundado por fintechs e BaaS. Uma dessas ideias, que ganhou tração na crescente tecnológica e inovadora do setor financeiro, foi o Pix no Brasil!

O modelo de pagamentos instantâneos apenas é possível graças ao potencial conectivo que as empresas financeiras possuem acesso. Assim, é possível processar pagamentos em questão de segundos, tornando o controle da vida financeira mais simples e imediato.

Toda essa transformação do setor simplesmente não teria sido possível sem os avanços recentes em tecnologia de nuvem e conectividade.

A importância da conectividade para o setor financeiro

É a conectividade que capacita o setor financeiro para lidar com o nível de demanda atual — que cada vez mais cresce. Hoje, as empresas executam milhares de negociações online a cada hora.

Na verdade, o setor financeiro sempre lidou com grandes quantidades de dados. O problema era sua utilização em tempo real.

E para oferecer uma experiência verdadeiramente excepcional aos clientes, essas empresas precisam integrar os sistemas operacionais e analíticos a fim de permitir uma melhor análise, melhorias de eficiência e um tempo de ação mais rápido aos consumidores.

Afinal, nenhuma empresa do setor financeiro pode se dar ao luxo de inatividade ou falhas de segurança se quer construir uma marca valiosa no segmento. Nesse ambiente, minimizar a latência da rede é essencial. Frações de segundo podem ser a diferença entre a identificação de uma oportunidade e o fracasso em aproveitá-la.

E cada vez mais, as empresas podem aproveitar para se envolver em negociações de alta frequência. Porém, os processos em todo o setor financeiro também estão sendo influenciados pelo desenvolvimento rápido e constante de recursos de transmissão de dados e velocidades de rede aumentadas.

E veja bem: em empresas mais atentas às inovações e com uma gestão de ponta, a mudança não foi simplesmente reativa. Em vez disso, houve esforços proativos para aprimorar o uso da tecnologia.

Novas soluções foram desenvolvidas para transformar fluxos infinitos de dados que se movem através de sistemas em inteligência de negócios acionáveis.

Ecossistema de conectividade: conheça a solução oferecida pela Ascenty para o setor financeiro

Você sabia que o ecossistema de conectividade da Ascenty pode solucionar os problemas das empresas do setor financeiro?

Para que sua organização atinja níveis inéditos de competitividade, é preciso apostar em inovação. Mas, mesmo com potencial de investimento, onde encontrar as melhores soluções?

No ecossistema de conectividade, sua empresa entra em contato direto com os principais provedores de nuvem, serviços e conteúdos do mercado global.

Ao criar um ponto de conexão no Ecossistema de Conectividade, sua empresa conecta-se a diferentes provedores de internet, Data Centers e operadoras de telecomunicações.

Além disso, aproveita de uma variedade de serviços da própria Ascenty, como o Cloud Exchange, Novo NAP Brasil (além de muitos outros) e toda a capacidade dos 27 data centers próprios da principal empresa do setor na América Latina.

O melhor é que tudo isso é garantido por uma rede de fibra óptica da Ascenty, com mais de 4.500 km de extensão!

O Ecossistema de Conectividade capacita as empresas a prover e aproveitar o melhor conteúdo para suas operações e para o seu planejamento estratégico.

Com data centers de padrão mundial, sua empresa pode encontrar o espaço e as ferramentas para crescer e disponibilizar os melhores serviços para os clientes.

É uma forma de não apenas se destacar no mercado, mas de consolidar-se com soluções inovadoras, com uma infraestrutura tecnológica de apoio inédita.

Que tal entender mais sobre o Ecossistema de Conectividade e como ele pode ajudar sua empresa a se destacar no mercado, em especial no setor financeiro?

Converse com nossos especialistas e agende uma reunião!

Relatório: Ascenty é novamente líder no quadrante de Colocation do relatório ISG Provider Lens™

Assim como 2020, em 2021 a Ascenty apareceu como líder no quadrante de Colocation do relatório ISG Provider Lens™, ratificando que a empresa oferece data centers de classe mundial para os mais exigentes mercados.


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Entenda como o Cloud Connect para o setor financeiro funciona como um diferencial para essa área

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Cada vez mais, o setor de financeiro se moderniza. Para aguentar o nível de demanda e digitalizar ainda mais o trabalho, o Cloud Connect para o setor financeiro é a melhor escolha.

Atualmente, o Brasil é um terreno fértil para que empresas inovadoras do setor financeiro cresçam e se desenvolvam. De acordo com dados do Fintech Report 2020, feito pela consultoria DISTRITO, de 2019 para 2020 houve um salto de 34% no número de fintechs brasileiras, o que totaliza cerca de 742.

Nos últimos 5 anos, o setor registrou investimentos na casa dos US$ 2,4 bilhões.

Um dos modelos de negócio, além das fintechs, que mais ganharam tração no período foi o Bank as a Service. Com ele, é possível que qualquer empresa ofereça serviços financeiros aos seus clientes, por meio de uma plataforma BaaS desenvolvida por uma fintech — que até então, trabalhava com foco em soluções para o mercado financeiro apenas.

No entanto, para que as promessas de cada oferta de solução se mantenham de pé, é obrigação dessas empresas preparar a sua infraestrutura para melhor receber o cliente. Nesse ponto, o Cloud Connect para o setor financeiro é um verdadeiro diferencial.

Neste conteúdo, vamos falar mais sobre o assunto, explicando como a solução em nuvem da Ascenty, o Cloud Connect, é tão importante para as novas empresas do setor financeiro, como fintechs e Banks as a Service!

Afinal, por que as soluções na nuvem representam uma ótima oportunidade para o setor financeiro?

O uso de dados e a necessidade de as empresas armazená-los e processá-los alavancou o nível de importância de soluções em nuvem.

Com a cloud computing, essas empresas encontraram um vetor para a otimização do seu desempenho, a redução de custos e a possibilidade de operacionalizar seus processos de maneira mais flexível.

Nesse aspecto, a pandemia teve um papel crucial.

Conforme a economia volta seus olhares para o trabalho remoto e descentralizado, bem como para os serviços digitais, as fintechs e todo setor financeiro não podem ficar para trás.

Felizmente, as soluções da Cloud Connect podem ajudar o setor financeiro a se manter em sintonia com as inovações do mercado.

Por exemplo, a nuvem elimina a dor das instituições financeiras que precisam adquirir e manter seu próprio hardware, instalar e operar o software e empregar uma equipe dedicada para monitoramento 24 horas por dia, 7 dias por semana — um fator importante nestes tempos.

Além disso, a tecnologia de nuvem permite que essas empresas atualizem seus sistemas remotamente e regularmente, removendo os obstáculos físicos do gerenciamento local e garantindo atualizações mais rápidas e novos recursos.

Os benefícios adicionais incluem a redução de custos para manter esses sistemas. Desse modo, é mais fácil planejar investimentos para escalonar o negócio, de maneira que a fintech ou o BaaS foque primeiramente em desenvolver soluções e coloque o aspecto operacional da sua infraestrutura em segundo plano.

Como o Cloud Connect para o setor financeiro traz vantagens para a área

O Cloud Connect é uma solução ampla, mas traz algumas vantagens específicas para o setor financeiro, auxiliando na manutenção da operação de bancos, fintechs e BaaS. Além disso, o Cloud Connect é capaz de conectar sua empresa com as nuvens de múltiplos provedores, data centers e operadoras de telecomunicação.

Com uma conexão única, você posiciona sua empresa em um local estratégico em um ecossistema de conectividade nunca visto. Você consegue entender as possibilidades do Cloud Connect para o setor financeiro?

Com ele, a sua empresa pode acessar, de maneira ilimitada, diferentes soluções na nuvem de diferentes provedores, integrando todas as suas plataformas sem limitações.

É uma forma de potencializar sua eficiência operacional. Mas e na prática, você já sabe quais os benefícios do Cloud Connect para o setor financeiro? A gente explica:

Traz mais segurança

O Cloud Connect para o setor financeiro disponibiliza uma conexão segura entre a sua empresa e as nuvens públicas dos principais provedores do mercado.

Desse modo, por meio de uma rede de fibra óptica, sua fintech ou BaaS conecta-se de maneira 100% privada ao ecossistema de conectividade, um ambiente altamente protegido que segue padrões internacionais de segurança da informação.

Entenda como o Cloud Connect para o setor financeiro funciona como um diferencial para essa área

Oferece alto nível de disponibilidade

Como o ecossistema em que sua empresa vai se colocar é um ambiente de grande demanda, os serviços na nuvem são altamente disponíveis. Ou seja, não há barreiras digitais ou conectivas. O intuito é que o seu negócio possa migrar de solução para solução, provedor para provedor, sem ruídos ou instabilidades.

Permite a redução de custos

Já pensou que, ao utilizar serviços de múltiplos provedores, de forma descentralizada, você gasta muito mais? O principal motivo é que sua empresa gasta mais banda para acessar esses recursos, já que eles se localizam em diferentes locais.

Com o Cloud Connect para o setor financeiro, você tem todos os serviços em um mesmo local. Isso significa que sua empresa requer menos banda para acessá-los, utilizá-los e até mesmo transferir dados!

É uma solução de alto desempenho

O Cloud Connect para o setor financeiro é uma solução que centraliza outras soluções. Desse modo, permite que sua empresa experimente baixíssimos níveis de latência e melhor velocidade de conexão geral.

Assim, é possível capacitar uma operação ininterrupta, sem receio de perder capacidade operacional.

Permite a personalização do serviço

Com o Cloud Connect para o setor financeiro, você pode personalizar vários aspectos da sua conexão. Um deles é a velocidade, que pode ir de 50 Mbps a até 10 Gbps, e tudo isso pode ser aplicado a uma interconexão com múltiplas nuvens.

Dessa maneira, sua empresa potencializa o acesso aos serviços mais essenciais para sua operação.Isso impacta totalmente em como suas próprias soluções, seja sua empresa uma fintech ou BaaS, se portam diante das necessidades do cliente.

O Cloud Connect para o setor financeiro é um diferencial incrível para empresas que precisam de mais flexibilidade, mas que não podem deixar de lado o crescimento escalável.

Cada vez mais, destacar-se é uma questão de como sua empresa se posiciona para os clientes e para o mercado. Com o Cloud Connect, uma fintech ou BaaS dá um passo importante em direção aos melhores resultados. Que tal conhecer mais sobre o Cloud Connect e como ele pode ajudar sua empresa no setor financeiro? Converse com a Ascenty