O que é CPD e como armazenar dados com economia, eficiência e segurança?

Em tempos de transformação digital, em que a gestão eficiente de dados é essencial para qualquer empresa, entender o que é CPD (Centro de Processamento de Dados) e definir a melhor estratégia de armazenamento são questões essenciais.

Se você está diante deste dilema, este conteúdo o ajudará. A seguir, vamos explorar o conceito e demonstrar que existem alternativas mais eficientes e estratégicas do que armazenar os dados de sua empresa internamente, como o Colocation.

Neste conteúdo, você verá:

  • O que é CPD?
  • Como funciona o CPD?
  • Por dentro de um CPD: conheça a infraestrutura
  • Os desafios de manter um CPD
  • Os diferenciais do Colocation da Ascenty;
  • A importância de um Data Center sustentável.

O que é um CPD? Visão geral sobre o Centro de Processamento de Dados

O Centro de Processamento de Dados, ou Data Center, é o núcleo dos sistemas computacionais de uma empresa. Nesse ambiente estratégico, estão armazenados os dados e sistemas de uma empresa, sendo essencial para sua  operação.

É importante ter em mente que a informação se tornou um verdadeiro ativo para as empresas. Assim, os CPDs são projetados para garantir máxima segurança e contam com piso elevado para cabos, racks para equipamentos, e controle de acesso rigoroso.

Além disso, o ambiente deve ser dotado de sistemas avançados de segurança, incluindo detecção precoce de fumaça e extinção de incêndios. O objetivo é garantir a preservação dos equipamentos, mesmo em caso de recuperação de desastres.

Monitorado a todo momento, tanto fisicamente quanto logicamente, o CPD busca assegurar um funcionamento ininterrupto da infraestrutura de TI.

Como funciona um CPD?

Entender o que é um CPD exige conhecer melhor suas funções essenciais. Afinal, elas impactam diretamente o desempenho e os resultados do negócio.

Veja abaixo os processos fundamentais que constituem o CPD!

Processamento de dados

O processamento de dados no CPD envolve a análise e interpretação de informações. O objetivo é transformar esses dados brutos em informações relevantes para impulsionar decisões estratégicas.

Esses insights melhoram a eficiência operacional e proporcionam às empresas uma vantagem competitiva importante. Afinal, elas podem se adaptar conforme surgem demandas específicas do desempenho interno ou do mercado em que atuam.

Armazenamento Seguro

O CPD também deve preservar dados críticos, garantindo sua integridade e disponibilidade. Nesse sentido, é indispensável adotar tecnologias avançadas de backup e recuperação de dados.

Assegurar um armazenamento seguro protege a empresa contra perda de dados, minimiza riscos legais e ajuda a construir uma relação de confiança com os clientes.

Gerenciamento de Rede

Outro ponto crucial é administrar a conectividade entre sistemas, otimizando a comunicação interna e externa da organização. Um gerenciamento de rede eficaz impulsiona a colaboração, facilita a rápida resposta a demandas do mercado e fortalece a segurança da infraestrutura de TI.

Por dentro do CPD: uma jornada pela infraestrutura de processamento de dados

Ao adentrar a infraestrutura física de um CPD, nos deparamos com um ambiente complexo e altamente controlado. É visível que a segurança física é um pilar essencial: o CPD conta com salas protegidas e piso elevado para passagem de cabos.

Medidas como controle de acesso por cartões eletrônicos e/ou biometria, monitoramento permanente, e portas-eclusas reforçam essa barreira contra acessos não autorizados. Como você pode imaginar, trata-se de uma infraestrutura robusta — e, naturalmente, custosa.

Além disso, firewalls e criptografia são implementados para proteção dos dados. Aqui, é importante destacar que o CPD não é apenas uma fortaleza digital, mas segue normas e regulamentações rigorosas.

A ISO 27001, por exemplo, é uma garantia de conformidade legal e de integridade dos dados. Essa abordagem holística não apenas protege a informação, mas também constrói a confiança fundamental para o sucesso contínuo do CPD e das operações de negócios associadas a ele.

Os desafios de manter um CPD

Os CPDs enfrentam grades desafios, como a necessidade de escalabilidade para acompanhar o volume exponencial de dados. Além disso, é preciso lidar com os custos, que tendem a crescer constantemente.

Para as empresas, lidar com essas demandas significa enfrentar complexidades operacionais e financeiras. Isso porque um CPD pouco eficiente pode impactar negativamente a agilidade dos negócios e a competitividade no mercado.

Por isso, o investimento em inovação é uma estratégia insubstituível diante desses desafios. Não é à toa que cada vez mais organizações adotam soluções flexíveis e eficazes, como o Colocation, para otimizar a gestão dos CPDs e manter a excelência operacional.

As soluções da Ascenty surgem como um aliado poderoso, pois permite que empresas compartilhem instalações sem renunciar à excelência operacional e de segurança. Na prática, essas organizações conseguem otimizar recursos e superar barreiras de escalabilidade e custos operacionais.

Essa abordagem não apenas oferece espaço e infraestrutura, mas também proporciona uma transição suave para um ambiente mais econômico e adaptável. Assim, o Colocation representa uma resposta inteligente para maximizar a eficiência operacional dos CPDs.

Colocation Ascenty: a solução para a sua empresa

A Ascenty é líder em Colocation na América Latina, sendo a única empresa da região entre as 20 maiores empresas de Data Center do mundo. Isso ajuda a entender por que o nosso serviço de Colocation é a melhor escolha para o seu armazenamento de dados.

Ao investir nesse modelo, é possível aproveitar benefícios importantes, como:

  • Redução de custos significativa;
  • Suporte técnico 24×7;
  • Infraestrutura de classe mundial;
  • Máxima conectividade de dados;
  • Segurança e proteção avançada;
  • Mais de 200 certificações.

Esses são apenas alguns dos diferenciais que demonstram a excelência da Ascenty. Aliás, em 2023, fomos reconhecidos, pelo quarto ano consecutivo, como líder no quadrante Colocation do ISG Provider Lens de Colocation.

Para quem busca eficiência operacional e segurança robusta, fica fácil perceber a diferença que faz contar com uma solução desse porte. Tendo isso em mente, é importante destacar um último aspecto que uma gestão eficiente não pode ignorar.

Eficiência Energética: um dos grandes diferenciais dos Data Centers da Ascenty

Como provedora líder em Colocation, a Ascenty é, naturalmente, comprometida com a sustentabilidade. Isso porque, possui uma infraestrutura robusta e totalmente alinhada com as práticas ESG.

Prova disso é que somos uma empresa 100% Carbono Neutro, temos um sistema de iluminação dos CPDs totalmente em LED e investimos continuamente em equipamentos e sistemas com baixo consumo energético.

O Data Center ideal para sua empresa está na Ascenty!

Neste conteúdo, destacamos não apenas o que é CPD, como demonstramos os desafios de manter um Data Center interno e a solução estratégica para superar esse obstáculo.

O Colocation resolve os grandes dilemas de empresas que precisam armazenar seus dados em ambientes seguros, eficientes e conectados, sem precisar investir milhões na construção e manutenção desses espaços.

Quer entender como isso pode ser feito no cenário específico do seu negócio? Entre em contato com nossos especialista e fale com quem é líder na América Latina!

Network Access Point: explicando o ponto estratégico de interconexões da Ascenty

Da ascensão da internet ao desenvolvimento de cidades inteligentes, a conectividade é decisiva para a transformação do nosso modo de viver, trabalhar e se comunicar. Nesse cenário, o Network Access Point é uma solução indiscutivelmente valiosa.

Não sabe do que estamos falando? Neste conteúdo, você poderá entender melhor como esse ponto de interconexão funciona e como ele participa da evolução de empresas, governos e, claro, do usuário final.

Continue conosco e saiba mais!

O que é Network Access Point (NAP)?

O Network Access Point (NAP) é um ponto concentrador de interconexões, onde vários provedores de serviços e de internet se conectam para trocar tráfego e entregar o máximo de conectividade aos seus clientes.

O NAP (Network Access Point) é um ponto estratégico de interconexões e acesso aos principais provedores de conteúdo do mercado.

Vale a pena destacar que um Data Center que conta com um NAP é extremamente conectado. Afinal, as informações armazenadas estão interligadas a diversos pontos ao redator do mundo.

Além disso, a presença de várias operadoras, e provedores de internet e serviços é fundamental para o projeto de conectividade de qualquer negócio.

Onde fica o NAP da Ascenty?

O Network Access Point da Ascenty está localizado no Campus de São Paulo. Porém, esse ponto se conecta a outros Data Centers, como Vinhedo e Campinas.

Na prática, todo o ecossistema de conectividade da Ascenty, incluindo a rede própria de fibra óptica que interliga os Data Centers, garante o melhor aproveitamento desse ponto de interconexão.

Por que a Ascenty decidiu estruturar seu próprio Network Access Point?

A Ascenty é líder de mercado e um de seus diferenciais é estar sempre atenta às demandas atuais e futuras de seus clientes. E foi por isso que o NAP surgiu!

Muitas empresas precisavam de uma conectividade estável e elevada para manter sua operação eficiente e encantar o consumidor final. Este era um desafio complexo, mas extremamente importante, por isso nos dedicamos a solucioná-lo.

O Network Access Point surgiu para entregar o que o cliente realmente precisa:

  • Conectividade de altíssima qualidade;
  • Acesso facilitado aos melhores provedores de conteúdo do mercado;
  • Custo acessível.

Como o NAP ajuda nos resultados de negócio

O NAP é essencial para as estratégias de conectividade das empresas modernas. Em um mundo cada vez mais globalizado, ter acesso rápido e simples ao conteúdo pode ser o diferencial para entregar boas experiências aos seus clientes. 

Mas isso não é tudo. Existem outros pontos positivos de ser investir no Network Access Point da Ascenty. Entenda!

Redução da latência

Com o NAP, sua empresa não precisa recorrer ao meio mais caro e demorado para acessar um conteúdo. Juntamente com todo o nosso ecossistema de conectividade, você se interliga aos principais conteúdos e operadoras com segurança e baixa latência.

Estrutura que impulsiona a conectividade

O NAP é composto por equipamentos de ponta, rede de alta velocidade e sistemas de monitoração e gerenciamento que impulsionam a conectividade e a transformação digital da empresa.

Disponibilidade garantida

O Network Access Point da Ascenty tem 100% de SLA de disponibilidade e energia assegurados em contrato. Isso significa que sua organização não ficará fora do ar por problemas técnicos em nossa rede.

Garanta mais escalabilidade com o NAP da Ascenty!

Com e evolução digital, as empresas precisam de espaço para armazenamento de dados e conectividade. O Network Acess Point é a solução ideal para essas demandas.

No caso da solução da Ascenty, não estamos falando apenas do NAP, mas de todo um ecossistema localizado no Campus de São Paulo, que se interliga e beneficia outros Data Centers também.

Junte-se aos mais de 500 clientes que já usufruem dessa robusta infraestrutura e escale seu negócio com segurança e agilidade. Fale agora com um especialista!

Ecossistema Digital: a interconexão que agrega valor ao seu negócio

Experimente ouvir este artigo!

Você já deve ter ouvido falar em ecossistema digital por aí, certo? Apesar de o termo estar em alta, não é nenhuma novidade. Isso porque os primeiros ecossistemas digitais foram criados no início do século XX, por Alexander Graham Bell, e incluíam o telefone e o fax.

De lá para cá, muita coisa mudou. Mesmo sem perceber, eles fazem parte da nossa vida e tornam possível o que chamamos de a Era do Tempo Real.

Mas o que está por trás de tudo isso? Neste conteúdo, falaremos sobre conectividade e o papel dos Data Centers nesse universo. Continue conosco e aprenda!

O que é ecossistema digital?

O ecossistema digital é um conjunto de pessoas, ferramentas, sistemas e tecnologias interconectadas, que funcionam de forma unificada. Portanto, uma combinação de vários recursos que garantem o acesso à informação em tempo real.

O ecossistema engloba clientes, fornecedores, parceiros, aplicações, prestadores de serviços, dados e inúmeras tecnologias. E, claro, para que tudo isso funcione, é indispensável falarmos em interoperabilidade.

Ecossistema Digital x Ecossistema Empresarial

Como vimos, os ecossistemas digitais são uma rede de pessoas, empresas e sistemas que recorrem à tecnologia para interagir uns com os outros. Portanto, é bem diferente de um ecossistema empresarial comum.

O motivo? Em resumo, no ecossistema digital, há uma interação completa de três camadas:

  • Camada física — dispositivos;
  • Camada de Informação — dados;
  • Camada de aplicação — sistemas e aplicações.

Em outras palavras, não estamos falando apenas de conectar vários dispositivos e tecnologias. O objetivo vai além e garante que as empresas aproveitem todas as camadas ao mesmo tempo, garantindo fluidez e agilidade nos processos e interação com o cliente.

Quem pode se beneficiar dos ecossistemas digitais?

Qualquer um pode aproveitar os benefícios de um ecossistema digital. Aliás, é fácil encontrarmos bons exemplos no mercado atual, comprovando sua relevância para o mundo moderno.

Um estudo da Brasscom concluiu que os investimentos em Tecnologia Digital chegarão a R$ 666 bilhões até 2026. Só o setor de computação em nuvem deve receber R$ 308,3 bilhões nos próximos três anos — um aumento de 28% ao ano.

Sem dúvidas, os ecossistemas digitais têm um grande valor no contexto atual. Entenda quem pode aproveitar seus benefícios!

Empresas

As empresas podem recorrer aos ecossistemas digitais para crescer e entregar boas experiências aos seus clientes. Nesse sentido, podemos destacar o Meta (antigo Facebook) e a Amazon.

Para criar seu ecossistema, é importante entender as demandas do seu público e estruturar um conjunto de ferramentas, dados e sistemas que conversam entre si e que são úteis em seu dia a dia.

Governo

O governo também pode aproveitar essa evolução tecnológica a seu favor. Aliás, essa é uma tendência em todo o mundo.

No Brasil, já temos uma plataforma integrada de aplicativos, sistemas e dados. Embora esse ecossistema esteja em evolução, o cidadão já tem acesso a vários serviços e informações em um mesmo ambiente. 

Usuários comuns

Como o objetivo da tecnologia é ser útil às pessoas, usuários comuns conseguem criar seus próprios ecossistemas digitais.

Um exemplo interessante seria a criação de aplicativos para smartphones que reúnem informações sobre diferentes negócios e situações, além de trocar dados e realizar transações.

O que está por trás do Ecossistema Digital? Entendendo a infraestrutura que garante a interconexão

Quando falarmos em ecossistema digital, fica claro que nos referimos a um conjunto de tecnologias, ambientes, pessoas e sistemas que trabalham juntas para fornecer informações.

Porém, nem sempre nos atentamos ao que está por trás dessa complexa rede, isto é, da infraestrutura digital. Se você tem dúvidas sobre o assunto, é hora de esclarecê-las. Confira!

Data Centers

Os dados são vitais para o funcionamento do ecossistema digital. Por isso, é indispensável contar com um Data Center robusto, capaz de se interconectar com as nuvens e outros centros de dados.

Softwares as a Service (SaaS)

O uso de aplicações SaaS se baseia no pagamento pelo uso. Assim, as empresas podem construir grandes ecossistemas digitais com redução de custos e menos riscos do que as soluções tradicionais.

APIs

As APIs também são grandes aliadas do ecossistema digital. Afinal, elas permitem o compartilhamento de dados entre diferentes sistemas.

Na prática, cada aplicação tem seus diferenciais e colabora com os demais. Graças à interoperabilidade de dados, tudo opera de forma harmônica e sincronizada.

Soluções de Conectividade

As soluções de conectividade permitem a comunicação entre sistemas, ambientes e dados. Como estamos falando de um ecossistema digital, é indispensável contar com recursos que tornem o tráfego de informações mais rápido e seguro.

Como sua empresa pode aproveitar o ecossistema digital?

Criar um ecossistema digital parece uma ideia futurista demais para o seu negócio? Então é hora de repensar suas estratégias!

Muitas organizações já entendem o valor da informação em tempo real e saíram na frente ao entregar uma experiência satisfatória para seus clientes, parceiros e colaboradores. Mas por onde começar?

O primeiro passo dessa jornada é entender onde a tecnologia pode entrar. E, nesse caso, existem inúmeras possibilidades!

Com o foco em eliminar silos de informação, é possível criar ferramentas, aplicativos e sistemas que garantam a unificação do processo. Aliás, hoje em dia, faz cada vez menos sentido, fazer login em diversas plataformas para finalizar um processo.

Lembrando que não é preciso ser uma grande empresa para implementar essa otimização. Basta ter foco no objetivo e bons parceiros ao seu lado.

Como a Ascenty pode te ajudar?

A Ascenty é líder em Data Centers e Conectividade da América Latina, o que a coloca em uma posição estratégica para a evolução digital das empresas. Nós são só cuidamos dos seus dados, como garantimos que eles conversem entre si.

Assim, além de uma rede de Data Centers Carrier Neutral estrategicamente localizada, temos portfólio robusto de soluções e serviços que agregam valor a diferentes processos e etapas dessa jornada. Acompanhe!

Ecossistema de Conectividade

Visando suprir as demandas do mercado, a Ascenty desenvolveu o Ecossistema de Conectividade: uma plataforma completa de soluções que garante que seus dados e ambientes estejam sempre interconectados.

NAP

O NAP (Network Access Point) é um ponto estratégico de interconexões e acesso aos principais provedores de conteúdo do mercado. Localizado no Data Center de São Paulo, ele oferece máxima conectividade e acesso direto aos dados das principais operadoras e provedoras de conteúdo.

Em resumo, diversos ISPs podem montar seus POPs (pontos de presença) e entregar soluções robustas e confiáveis aos clientes.

Conexão direta com a nuvem

Na Ascenty, a interconexão é assunto sério, por isso garantimos a perfeita conexão entre ambientes físicos e na nuvem.

Com a Cloud Connect, nossos clientes desfrutam de conectividade privada e de baixa latência entre o seu ambiente físico (na empresa ou em nossos Data Centers) e seus softwares e serviços na nuvem.

IX

Ao contratar uma conexão do IX (Internet Exchange) no PIX (Ponto de Interconexão do IX) da Ascenty, sua empresa terá conexão direta com os principais provedores da internet e empresas com AS (Autonomous System). Assim, terá um tráfego rápido e facilitado de dados.

É importante dizer que o IX aumenta a velocidade de conexão entre os provedores e gera redução de custos, visto que você precisará de menos banda de internet.

Conexão direta com provedores de conteúdo

O ecossistema de conectividade da Ascenty garante conexão direta com os maiores provedores de conteúdo do mercado, como:

  • Amazon;
  • Microsoft;
  • Facebook;
  • Globoplay;
  • Google;
  • Netflix.

Conexão com outros Data Centers

Todos os Data Centers da Ascenty são Carrier Neutral e podem se conectar a outros data centers do mercado. Levamos a sério a conectividade e garantimos seu direito de evoluir sem barreiras!

AICX

O Ascenty Internet Connectivity Exchange (AICX) é uma plataforma que conecta os maiores provedores de conteúdo de forma direta. É uma solução muito útil para ISPs e empresas que buscam uma conexão resiliente, capaz de manter o negócio operando mesmo em momentos críticos.

ACCX

O Ascenty Cloud Connectivity Exchange (ACCX) é uma plataforma de integração entre nuvens e empresas. Além de atuar como um auxiliar técnico em conexões de camada 3 (roteamento) com as redes de nuvens públicas.

Conseguiu entender como um ecossistema digital pode impulsionar seu negócio? Para implementá-lo, você precisa fazer um bom planejamento e contar com tecnologias e parceiros eficientes. A Ascenty pode te ajudar nessa jornada.

 Fale agora com um de nossos especialistas e conecte-se com o futuro!

Link de internet dedicado para empresas: tenha o caminho livre para seu negócio na internet!

Que tal escutar esse artigo? Experimente!

A conectividade é um dos principais alicerces de uma operação empresarial eficiente, por isso a busca por soluções que tragam mais velocidade, estabilidade e segurança é uma prioridade. É nesse cenário que o link de internet dedicado para empresas, ou link IP, entra em cena!

Já pensou dirigir por uma estrada exclusiva, sem congestionamentos e riscos de interação com outros carros? Transfira essa ideia para o tráfego da internet e você pode visualizar melhor essa solução.

Neste conteúdo, vamos explorar os fatores que fazem do link de internet dedicado uma solução essencial para operar na era digital, especialmente em setores mais críticos, como o financeiro. Acompanhe!

O que é link de internet dedicado para empresas?

O link de internet dedicado para empresas é uma solução de conectividade que se resume na existência de um link de tráfego de dados exclusivo para uma determinada organização. Ele também é chamado de Link IP, sendo uma das inúmeras ofertas da Ascenty.

Mas, na prática, como tudo funciona? De forma bem simples, a conexão com a internet nada mais é do que a troca de dados entre servidores e provedores. Em um modelo tradicional, todos os usuários seguem pelo mesmo caminho.

Assim, em situações de pico, é possível enfrentar uma lentidão excessiva no acesso às informações, o que é crítico para algumas empresas. O link de internet dedicado surge como uma alternativa para esse desafio, garantindo que apenas o seu negócio use o link de internet.

O que seu negócio ganha com um caminho livre na internet?

Com a grande demanda por conectividade no mercado, é de se esperar que o tráfego na internet cresça a cada dia. Aliás, atualmente, quase todas as operações empresariais dependem de dados que estão armazenados na nuvem ou em Data Centers.

O congestionamento da rede pode prejudicar o funcionamento empresarial, gerando perda de oportunidades e uma insatisfação dos usuários.

E o que a sua empresa ganha ao investir nessa solução? Existem vários benefícios, mas os mais estratégicos para o atual cenário são:

Estabilidade

O tráfego de dados com o link de internet dedicado para empresas é muito mais estável do que no modelo tradicional. Assim, seu negócio deixa de sofrer com lentidão e interrupção nos serviços, operando com eficiência 100% do dia.

Segurança

Se a sua empresa lida com dados sensíveis, a segurança é uma de suas maiores preocupações. Com o link IP, esse desafio é menor, já que você não compartilha o link com nenhum outro usuário ou empresa.

Menor latência

A baixa latência é uma das demandas mais recorrentes das empresas atuais e o link dedicado entrega esse diferencial. Dessa maneira, você acessa suas informações e conteúdo com um tempo de processamento bem menor.

Conheça a solução de Link IP da Ascenty

A Ascenty é líder do mercado de Data Centers e Conectividade no Brasil e tem soluções para todas as demandas de infraestrutura e tráfego de dados das empresas. Com o Link IP, você tem 100% de disponibilidade para continuar crescendo.

E como funciona? Com o link IP, várias operadoras de telecomunicações são integradas à nossa estrutura física. Dessa forma, garantimos a conectividade por meio da redundância de IP.

Se, por algum imprevisto, uma das operadoras fique indisponível, os dados começam a ser transmitidos por outra operadora automaticamente. Ou seja, você continua com acesso aos dados e pode operar normalmente até que o problema se resolva.

Para quem essa solução é indicada?

No cenário atual, toda organização trabalha para manter a disponibilidade de seus serviços. Afinal, as interrupções provocam atritos com o cliente e diversos prejuízos.

O Link IP da Ascenty é a solução para negócios que não desejam enfrentar esse tipo de problema e buscam uma conexão à internet rápida, segura, estável e, claro, sempre disponível. Assim, é possível manter a eficiência operacional e executar várias ações, como:

  • upload e download de dados;
  • videoconferências;
  • trocas de dados entre colaboradores;
  • acesso a sistemas e relatórios;
  • manutenção dos serviços ao cliente.

Por que escolher a Ascenty?

Se você está em busca de um link dedicado para empresas, é provável que tenha encontrado diversos fornecedores no mercado. Com tanta variedade, surge a dúvida: qual escolher?

Quem compara escolhe a Ascenty e os motivos são simples:

  • A melhor e maior infraestrutura da América Latina;
  • 100% de SLA garantido em contrato para seu Colocation;
  • Qualidade do atendimento — 6 anos consecutivos na zona de excelência da NPS;
  • Amplo ecossistema de conectividade;
  • Flexibilidade e escalabilidade para atender as suas demandas
  • Rede própria de fibra óptica com mais de 5.000 km.

Aproveite o atendimento consultivo de nossos especialistas para tirar suas dúvidas e entender como o link de internet dedicado para empresas pode impulsionar o seu negócio. Fale agora com a Ascenty!

Conexão na nuvem: 5 motivos para se conectar diretamente às suas nuvens

Explore mais sobre o tema! Clique para ouvir o artigo agora.

Há alguns anos, o termo TI Híbrida era apontado como tendência. Hoje, é realidade e faz parte do contexto de negócios de todos os portes e segmentos. É por isso que precisamos falar de conexão na nuvem.

Os dados estão descentralizados: alguns na nuvem, outros locais. Aliás, já ficou claro que a combinação de nuvens com servidores próprios é a estratégia mais adequada para a maioria das empresas.

O passo seguinte é otimizar toda essa infraestrutura, não é mesmo? A conectividade entra em cena para tornar tudo isso possível. Continue conosco para entender melhor!

A atual complexidade do armazenamento de dados

No contexto atual, é difícil encontrar um negócio que não dependa dos dados para operar. Eles estão por toda a parte, fundamentando decisões em todos os setores e garantindo a evolução do mercado.

Tamanha importância revela o valor que eles possuem. E aí surge o primeiro desafio das empresas modernas: onde guardar esse tesouro?

O armazenamento de dados precisa ser cuidadosamente planejado e executado. Seja na nuvem ou em servidores locais, é indispensável garantir que as informações estejam protegidas e, claro, interligadas.

Esse cenário é complexo, principalmente quando pensamos que a TI Híbrida prega a diversificação de fornecedores e modelos. Garantir que tudo se comunique não é simples — ao menos para quem não pensa nisso logo no início.

Conexão na nuvem: 5 motivos para investir nisso

A conexão na nuvem nada mais é que uma conexão privada entre sua infraestrutura e o seu provedor de nuvem pública. Em geral, isso acontece graças a uma conexão cruzada, assegurada por um Data Center Carrier Neutral.

Mas, afinal, qual a importância dessa interconexão direta com seus dados na nuvem? Vamos analisar a seguir!

1.    Mais segurança

Com a TI Híbrida, as empresas passam a usufruir de uma infraestrutura muito mais ampla e diversificada. Porém, a conexão com a nuvem por meio da internet pode ser um risco, criando vulnerabilidades e mais chances de violação de dados.

Com a conexão direta à nuvem, temos a redução dos pontos de acesso à rede. Assim, ampliamos a segurança do acesso e tráfego de dados.

Lembrando que seu provedor de Colocation deve investir em segurança para que esse benefício realmente exista.

2.    Melhor desempenho

Como você sabe, a internet nem sempre é o canal mais rápido para acessar a nuvem. Afinal, a velocidade depende da largura de banda e de diferentes servidores, podendo variar conforme o provedor.

Na era do tempo real, a baixa latência é uma métrica importante. Prova disso é que muitos usuários deixam de usar aplicações em razão da lentidão persistente do sistema.

Nesse sentido, vale destacar que a conexão direta com a nuvem é mais rápida. Ou seja, você consegue acessar os dados em menos tempo, entregando uma experiência muito mais agradável ao seu cliente final.

3. Menos custos

Se a sua empresa precisa de uma conexão privada, o custo da WAN pode ser um problema. Do mesmo modo, mover os dados não é um processo barato — varia de acordo com a localização, provedor e outros aspectos.

Com a conexão na nuvem direta, é possível economizar recursos sem prejudicar suas necessidades de conectividade.

Além disso, é possível reduzir as taxas de saída, visto que alguns provedores oferecem taxas reduzidas para quem recorre a essa diferencial.

4. Alta confiabilidade

Como você sabe, a internet pública é imprevisível e, em muitos casos, repleta de picos de demanda, o que provoca um aumento na latência e perda de desempenho.

A conexão na nuvem direta tem mais confiabilidade, por ser feita em uma rede privada. Assim, é possível garantir uma alta disponibilidade — fator essencial em alguns setores, como o Financeiro.

5. Maior facilidade de gerenciamento

A gestão da TI híbrida não é nada simples, não é mesmo? Apesar dos benefícios, há uma considerável complexidade em gerenciar vários fornecedores e a identificação de gargalos e erros em aplicativos e redes.

Porém, com a interconexão direta na nuvem, sua empresa deixa de ser refém de provedores de rede específicos para cada nuvem. Afinal, tem acesso a um ecossistema diversificado e que conversa entre si.

Em outras palavras, estamos falando de mais visibilidade, agilidade e eficiência. Tudo isso impulsiona a produtividade empresarial e a experiência do usuário final.

Conexão da nuvem: mais agilidade e desempenho para seu negócio

No contexto atual, de negócios digitais e com grande demanda por produtividade, o uso de soluções diversificadas e personalizadas conforme as necessidades de cada empresa é real.

Nesse cenário, contar com uma solução de conexão na nuvem direta é uma saída estratégica para a complexidade de gestão desse ambiente.

Se você quer assegurar que a infraestrutura de TI esteja alinhada à sua estratégia de negócio, é válido analisar o investimento em uma conexão dedicada com os provedores de nuvem. A Ascenty pode te ajudar! Fale com nossa equipe e tire suas dúvidas!

O que é link de conectividade? Tudo o que sua empresa precisa saber

Experimente ouvir o artigo!

Você sabe o que é link de conectividade? Entender esse conceito é essencial para toda empresa com foco em evolução digital. Afinal, como o próprio nome sugere, estamos lidando com um dos pilares da conectividade moderna.

Pense bem: é possível imaginar uma organização evoluindo sem internet? É realmente bem difícil encontrar uma empresa que não dependa do processamento online de dados e processos.

Mas, muito mais do que precisar da internet, é essencial contar com uma conexão rápida e estável. E é nesse cenário que o link de conectividade ganha destaque. Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre essa solução!

O que é link de conectividade?

O link de conectividade, também chamado de link dedicado, é uma rede exclusiva para empresas. Ou seja, um caminho livre na internet para seu negócio enviar, receber e processar dados.

Explicando melhor, toda vez que uma empresa acessar a internet, ela está fazendo uma troca de dados com um provedor. Em uma conexão comum, ela disputa espaço de tráfego com outras empresas e usuários, o que pode deixar a conexão mais lenta. No link dedicado, não há ninguém na mesma rede!

Assim, imagine uma estrada congestionada, com vários carros e caminhões indo para a mesma direção. O link de conectividade seria uma pista livre, em que apenas o seu carro poderia trafegar.

Link de conectividade x banda larga

Enquanto o link de conectividade entrega exclusividade na conexão com a internet, a banda larga é um link compartilhado. Ou seja, é uma rede utilizada por várias empresas e usuários.

É importante dizer que isso não significa que ela seja de baixa qualidade. O que acontece é que algumas empresas vão precisar de mais velocidade e privacidade para transmitir seus dados.

5 benefícios de contar com um link de conectividade (link dedicado)

Agora que você entendeu o que é link de conectividade, é importante entender como essa solução pode beneficiar sua empresa. Em resumo, existem muitos bons motivos para contar com uma rede exclusiva na internet. A seguir, listamos as suas 5 maiores vantagens. Veja!

1.      Conexão com a Internet mais segura

Se você tem um caminho exclusivo para trocar e processar seus dados, suas informações estarão mais seguras. Isso é extremamente importante para empresas do setor financeiro e que lidam com dados sigilosos e estratégicos.

2.      Tráfego de dados mais rápido e estável

Como estamos falando de um caminho livre na internet, o tráfego de dados é mais rápido e estável. Ou seja, sua empresa deixa de sofrer com lentidão no acesso à informação e com interrupções das atividades.

3.      Melhor experiência do cliente

Uma consequência lógica do link de conectividade é a melhoria da experiência do cliente. Afinal, com um acesso à Internet mais ágil e estável, todos conseguem operar em um nível ideal, tomando decisões em tempo real, sem gargalos de produtividade.

4.      Escalabilidade

Não podemos deixar de destacar que o link dedicado é um aliado da escalabilidade. Isso porque, a rede pode ser ampliada dentro das demandas da empresa. Esse é um diferencial importante para os provedores, que deixam de ser reféns da disponibilidade das redes compartilhadas para expandir sua operação.

5.      Maior controle de banda

Dentro da empresa, é normal que alguns setores precisem de uma banda maior. Com o link dedicado, é possível controlar a rede e liberar mais tráfego conforme a necessidade e estratégia ideal. Assim, é possível garantir a disponibilidade total de áreas e processos imprescindíveis.

Para quem é indicado o link de conectividade?

O link de conectividade é uma solução valiosa para empresas e provedores de internet. Isso porque, resolve algumas das principais demandas das duas partes: agilidade e segurança no tráfego de dados.

Sendo assim, toda empresa que percebe que a troca de dados está lenta demais, prejudicando sua operação e capacidade de atender às demandas do cliente deve considerá-la.

Do mesmo modo, provedores de internet que desejam oferecer uma experiência diferenciada a clientes com esse nível de exigência podem oferecer o link dedicado como uma solução estratégica.

As aplicações do link de conectividade no mundo corporativo

Você já sabe o que é link de conectividade, mas está em dúvidas sobre como ele realmente pode ser útil em sua rotina? Selecionamos alguns exemplos que podem te ajudar a entender:

  • É útil para ISPs, gerando acesso à internet;
  • Garante o acesso à internet em redes empresariais;
  • Assegura o tráfego de grandes volumes de dados com rapidez e segurança;
  • Melhora a performance de canais corporativos — intranet e extranet;
  • É um complemento importante para chamadas telefônicas por internet — sistemas PABX e VOIP;
  • Garante transmissões de vídeo e lives mais estáveis;
  • É vantajoso na hospedagem de sites e no uso de sistemas em nuvem;
  • Pode ser um diferencial para empresas com e-commerce.

Enfim, de modo geral, podemos dizer que o link dedicado é um aliado de todos os negócios que usam a internet em seu dia a dia. Mas as empresas que mais procuram esse serviço são:

A Ascenty tem as melhores soluções para ISPs

Em um cenário de alta concorrência e clientes exigentes em relação à qualidade e estabilidade da internet, é preciso entregar um serviço de alta performance. Mas, até mesmo grandes empresas de telecomunicações podem enfrentar interrupções em seus serviços.

A Ascenty trabalha para ser uma parceira confiável e tem soluções estratégias para as necessidades dessas empresas, como o Link IP e a Fibra Apagada!

E se você está em busca de um bom provedor de internet, acesse o nosso Marketplace. Lá você encontra os maiores fornecedores de tecnologia do mercado!

Certificação PCI DSS: qual a sua importância para o setor financeiro

Que tal acompanhar este artigo de uma maneira inovadora? Dê play no artigo!

Cuidar dos dados é uma das maiores responsabilidades das empresas modernas. Em setores, como o financeiro, isso é ainda mais crítico, em razão do teor e sigilo das informações trabalhadas. É para garantir um nível elevado de proteção que existe a Certificação PCI DSS.

Você já conhece essa certificação? Todo negócio que lida com dados bancários e realiza transações com cartões deve ficar atenta a ela.

Aliás, em um cenário de aumento de ataques cibernéticos, é fundamental ter um plano de segurança coeso e adequado aos padrões internacionais. E o PCI DSS criou um roteiro que merece ser destacado. Entenda melhor a seguir!

O que á a Certificação PCI DSS?

A Certificação PCI DSS (do inglês: Payment Card Industry – Data Security Standard) é um padrão de mercado que assegura o uso de cartões. Ou seja, um conjunto de padrões de segurança internacional para proteger as transações financeiras com cartões de crédito e débito contra fraudes e roubo de dados.

É importante destacar que o Padrão de Segurança de Dados da Indústria de Cartões de Pagamento (PCI DSS) foi criado em 2004 pela Visa, MasterCard, Discover Financial Services, JCB International e American Express. 

Lembrando que a Certificação PCI DSS é aplicável a pagamentos presenciais e digitais. Isso porque, seu maior objetivo é avaliar as condições de segurança para uso desse meio de pagamento.  

Conhecendo melhor a Certificação PCI DSS

Como dissemos, a Certificação PCI DSS é essencial para a segurança dos dados bancários de seus clientes e de sua empresa. Em geral, ela traz um amplo conjunto de requisitos e boas práticas, como:

  • Instalação de firewalls;
  • Criptografia de transmissões de dados;
  • Uso de software antivírus;
  • Controle de acesso aos dados;
  • Monitoramento de rede.

Ter essa certificação é uma forma de mostrar aos seus clientes que as transações com seu negócio são seguras. Assim, deixar de tê-la, é um risco para sua reputação, visto que estamos falando de um padrão mundial, amplamente divulgado.

PCI DSS 4.0: fique de olho!

Os padrões do PCI DSS já passaram por 10 atualizações. A última, chamada de PCI DSS 4.0, foi lançada em março de 2022, mas só começará a ser obrigatória após dois anos — ou seja, em março de 2024.

Essas atualizações acompanham as mudanças na indústria de pagamento por cartão e consideram o aumento dos riscos cibernéticos no setor financeiro. Assim, traz novos pontos que ajudam as organizações a atingirem níveis satisfatórios de proteção de dados.  refletem

É importante dizer que o PCI DSS 4.0 suporta o uso de tecnologias-chave, como a computação em nuvem e servidores virtuais. Além disso, suas atualizações mais significativas englobam:

  • Garante que o padrão continue a fomentar a segurança de dados em pagamentos com cartão;
  • Flexibiliza pontos e cria métodos para alcançar a segurança de dados;
  • Considera a evolução tecnológica e o uso de sistemas de pagamento em nuvem;
  • Aborda as mudanças no cenário de ameaças cibernéticas e melhora protocolos de validação;
  • Destaca a segurança e a conformidade com o PCI DSS como um processo contínuo.

Os 12 requisitos para obter a certificação PCI DSS

Apesar de a Certificação PCI SSC não ser uma imposição legal, é importante que as empresas que realizem transações com cartão de crédito ou débito se esforcem para se adequar. Afinal, ela é considerada a melhor forma de proteger dados e informações confidenciais.

Mas, fica a dúvida: como obtê-la? Em primeiro lugar, você precisa saber que existem 12 requisitos, divididos em 6 objetivos:

  1. Rede Segura
  2. Proteção de dados do titular do cartão
  3. Gestão de vulnerabilidades
  4. Controle de acessos
  5. Monitoramento de rede
  6. Segurança da Informação

Confira mais detalhes na tabela:

Vale destacar que esses requisitos são aplicáveis em diversos aspectos, processos e áreas que se relacionam com o setor financeiro e, consequentemente, com os dados armazenados:  

Os 4 níveis da Certificação PCI DSS

Além dos 12 requisitos apresentados, a certificação PCI DSS é dividida em quatro níveis, conforme o volume anual de transações com cartões da empresa. Nesse sentido, essa classificação é essencial para entender o que a organização deve fazer para garantir sua conformidade.

Nível 1: acima de 6 milhões de transações por ano;

Nível 2: entre 1 e 6 milhões de transações por ano;

Nível 3: entre 20 mil e 1 milhão de transações por ano;

Nível 4: menos de 20 mil transações por ano.

A seguir, detalhamos um pouco mais cada um desses níveis. Acompanhe!

Nível 1

Aplicável para grandes empresas, que processam mais de 6 milhões de transações com cartão de crédito ou débito. Esses negócios devem passar por uma auditoria interna por ano, além disso são submetidos a uma varredura de PCI feita por um fornecedor externo aprovado.

Nível 2

Essas empresas precisam passar por uma avaliação anual do PCI DSS, feito por meio de um questionário. Ademais, também se submetem à varredura trimestral de padrões.

Nível 3

Empresas classificadas no nível 3 do PCI DSS precisam passar por uma avaliação todos os anos, feito por meio de um questionário específico e relevante. Além disso, é possível que passem por uma varredura trimestral para verificar a conformidade dos padrões.

Nível 4

O nível 4 engloba empresas que processam menos de 20 mil transações no mercado eletrônico ou as que processam até 1 milhão de transações em meio físico. Elas também passam por uma avaliação anual feita por meio de questionário e podem ser submetidas a varreduras trimestrais.

Por que seus parceiros de negócio devem ter a Certificação PCI DSS?

Empresas que atuam com comércio eletrônico e realizam transações com cartão de crédito e débito precisam contar com parceiros confiáveis. E essa procura começa pela identificação da Certificação PCI DSS.

Como vimos, esse padrão internacional constitui uma camada básica (e necessária) para a segurança de dados. Portanto, é o mínimo para que um negócio venda com segurança e para que o cliente tenha tranquilidade para fornecer seus dados.

Se a sua empresa atua no setor financeiro ou exerce atividades que envolvem dados bancários sigilosos e sensíveis, é indispensável contar com parceiros certificados PCI DSS.

Apesar disso, vale destacar que um estudo da Verizon observou que apenas 27,8% das empresas estavam em conformidade com a certificação. Ou seja, a maioria das organizações ainda não está alinhada às suas regras.

Esse cenário revela um desafio para os gestores. Mas é importante dizer que, no mercado atual, é muito difícil evoluir sem se comprometer com a segurança de dados. Por isso, na hora de escolher uma empresa parceira, procure aquela com a Certificação PCI DSS!

Segurança de dados avançada: a Ascenty protege suas informações!

A Ascenty é a maior empresa de Data Centers da América Latina e possui a certificação PCI DSS! Isso significa que sua empresa tem a tranquilidade de armazenar suas informações em ambientes seguros, em conformidade com os padrões internacionais.

Esse é um dos motivos para atendermos os grandes players do mercado financeiro brasileiro. 4 dos 5 maiores bancos do Brasil são clientes Ascenty e confiam em nossos rigorosos protocolos e certificações para garantir a segurança de cada transação realizada.  

Quer saber como podemos ajudar sua empresa a se destacar e crescer com máxima segurança? Converse com um de nossos especialistas!

SLA de Atendimento no Colocation: não contrate sem analisar!

Dê play na sua jornada de conhecimento! Toque para ouvir o artigo.

O SLA de atendimento é um documento indispensável na área de tecnologia, especialmente quando falamos em Data Centers. Sem dúvidas, esse é um dos aspectos mais essenciais para contratar um bom provedor de Colocation.

Se você está procurando um parceiro, deve ter percebido que os provedores trabalham com diferentes SLAs. Mas, atenção: esse não é um mero detalhe de um contrato, por isso merece toda a sua atenção antes de tomar qualquer decisão.  

Neste conteúdo, vamos falar mais do tema, explicando o que é um SLA de atendimento, qual sua importância na contratação de Colocation e muito mais. Continue conosco!

O que é SLA de atendimento?

SLA (Service Level Agreement), em português Acordo de Nível de Serviço, é um acordo formal sobre a qualidade e maneira com que um serviço é prestado. Assim, é considerado um verdadeiro contrato entre provedor e cliente, tornando a relação mais transparente e segura para as duas partes.

Em geral, o SLA de atendimento vem anexo no contrato e conta com todas as regras, critérios e diretrizes que orientarão o serviço. O foco é garantir um bom nível de atendimento e oferecer uma boa experiência aos clientes.

Afinal, para que serve o SLA de atendimento?

O SLA de atendimento tem um papel fundamental na contratação de fornecedores de TI. Isso porque, documenta os detalhes do serviço, dando segurança jurídica para o contrato e evitando problemas.

Sendo assim, podemos dizer que o documento proporciona mais segurança e transparência na gestão de entregas. Além disso, define responsabilidades e deixa claro quais as métricas orientarão o trabalho de todos.

Com um SLA bem definido, sua empresa sabe exatamente o que esperar e como medir o desempenho do fornecedor. Ou seja, caso não esteja conforme a expectativa, fica mais fácil identificar o problema para corrigi-lo rapidamente ou trocar de parceiro.

O que não pode faltar no SLA de um provedor de Colocation?

O Colocation é uma modalidade de prestação de serviços. Afinal, há o fornecimento de uma infraestrutura digital de armazenamento de dados — o que inclui todos os cuidados e processos relacionados à segurança, eficiência, redundância e conectividade, por exemplo.

Sendo assim, o ideal é que o provedor de Colocation elabore esse documento junto com o cliente, de forma ampla e personalizada. Dessa forma, eles listam os detalhes da relação e definem o que e como o serviço será disponibilizado.

Para garantir um relacionamento vantajoso e seguro para as duas partes, existem questões essenciais no SLA de atendimento. São eles:

  • Identificação detalhada do provedor e do cliente;
  • Informações sobre onde os dados serão armazenados;
  • Informações sobre o tempo de atividade;
  • Diretrizes, métricas e relatórios;
  • Detalhes sobre processos de segurança da informação;
  • Restrições e penalidades para o descumprimento do acordo.

Lembre-se de que o objetivo é o sucesso da parceria. Portanto, se sentir falta de algum detalhe importante, converse com a empresa e peça que a informação seja incluída no Acordo de Nível de Serviço.

4 motivos para avaliar o SLA de atendimento antes de contratar um provedor de colocation

A análise do SLA é um fator estratégico na hora de escolher o provedor de Colocation ideal para seu negócio.

Em primeiro lugar, vale ressaltar: sem SLA de atendimento, não há acordo! O documento é uma segurança para as duas partes, pois detalha processos e delimita responsabilidades.

Mas se você ainda está em dúvidas sobre sua importância, é interessante conferir os 4 benefícios a seguir. Eles te ajudarão a ter uma visão do papel desse acordo.

1.      Garantia da qualidade do serviço prestado

Quando uma empresa assina um contrato de prestação de serviço, ela espera que o provedor faça entregas de qualidade, certo? Porém, por vários motivos, isso nem sempre acontece.

Nesse sentido, o SLA de atendimento é uma garantia extra e definitiva de qualidade. Ao listar as métricas para mensuração do desempenho, ela facilita a gestão da parceria por meio de dados objetivos e já listados no início da relação.

Além disso, a “régua” que o SLA de atendimento estabelece serve para que o provedor jamais se perca na hora de prestar o serviço. Pois ele sabe que, no momento que o fizer, pode haver consequências.

Outro ponto é que o SLA de atendimento ajuda os provedores a seguirem os padrões internos e externos, adequando-se mais rapidamente às rotinas dos seus clientes.

2.      Traz transparência na negociação

Como pontuamos, o SLA de atendimento é o documento ideal para dar maior segurança aos envolvidos. Isso porque, é um documento com garantia legal que traz mais transparência à relação.

Caso o gestor perceba que o serviço está abaixo das expectativas, basta mensurar as métricas e evidenciar as cláusulas. Assim, ele pode garantir uma rescisão amigável do contrato, evitando prejuízos com a manutenção de uma parceira negativa.

3.      Confere credibilidade

O SLA de atendimento é também um instrumento de credibilidade para os envolvidos. Pense bem: ao contratar um provedor de colocation, sua empresa espera firmar uma parceria de longo prazo, o que só ocorre quando se tem a certeza de que o serviço tem qualidade, segurança e eficiência.

Nesse sentido, um parceiro que cumpre o SLA tem uma boa reputação no mercado. Isso facilita a seleção da empresa e, mais do que isso, te dá a tranquilidade para operar enquanto seus dados estão protegidos.

4.      Garante satisfação para quem contrata o Colocation

Por fim, se a sua empresa espera determinado nível de serviço de um provedor, defina-o no SLA de atendimento. Suporte técnico, gestão da conta, service desk, tudo isso pode ser incluído no documento, conforme sua demanda e a política do parceiro.

As melhores empresas do mercado oferecem SLAs flexíveis e completos, alinhados com as principais práticas nacionais e internacionais. Assim, o cliente tem satisfação garantida e pode aproveitar de todos os benefícios do Colocation, sem dores de cabeça ou quedas na qualidade.

SLA de Atendimento no Colocation: dicas para você avaliar e contratar o melhor parceiro

Vai contratar um provedor de colocation? Você já entendeu que o SLA é sua segurança de uma contratação confiável. Mas, ainda pode estar com uma dúvida muito importante: como identificar um bom SLA de atendimento no Colocation.

A seguir, selecionamos algumas dicas que te ajudarão. Acompanhe!

Observe a Classificação TIER do Data Center

A classificação TIER é um dos maiores indicadores de que um Data Center é confiável e resiliente. Portanto, questione o provedor sobre essa certificação:

  • Tier 1: nível básico, em que a infraestrutura não oferece redundância;
  • Tier 2: existe um nível mínimo de redundância energética e de refrigeração;
  • Tier 3: alto nível de redundância. O Data Center consegue se manter funcionando por 72 horas sem fornecimento de energia.

Avalie a qualidade do suporte e atendimento ao cliente

Para garantir uma relação duradoura com uma empresa de Data Center, é essencial que ela ofereça um suporte de qualidade. Nesse sentido, é válido conferir como os atuais clientes o avaliam.

Quer um exemplo? Veja como a Ascenty se empenha para garantir o melhor atendimento:

  • Suporte em regime Scalation List — inclusive, com o telefone do CEO;
  • Zona de Excelência na avaliação dos clientes — NPS acima de 85%;
  • Suporte em português, inglês e espanhol;

Ascenty: a melhor infraestrutura, com o melhor nível de serviço do mercado!

E, então, sua empresa, já conta com um Colocation de qualidade, com diretrizes claras, coerentes e bem detalhadas em um SLA de atendimento? Se a resposta é ainda não, conte com a Ascenty!

Líder absoluta do Quadrante ISG por 4 anos seguidos e eleita a Empresa do Ano de serviços de Data Centers pela Frost&Sullivan, a Ascenty garante o melhor serviço, personalizado para as necessidades da sua organização!

São 34 Data Centers em operação/construção, estrategicamente instalados no Brasil, Chile, Colômbia e México, interligados por uma rede de fibra óptica nova e própria de mais de 5.000 km de extensão. Aliás, essa rede também os conecta às estações de cabos submarinos de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza.

Que tal conhecer mais sobre as soluções de Colocation da Ascenty? Nosso time está pronto para te atender!

As 9 grandes tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil em 2024

Que tal ouvir o conteúdo? Aproveite essa comodidade do blog da Ascenty!

Os últimos anos foram desafiadores para o segmento empresarial, não é mesmo? A pandemia e, posteriormente, a retomada à vida normal geraram mudanças e abriram caminho para grandes tendências de tecnologia no mercado de Data Center no Brasil.

Com a infraestrutura digital se tornando cada vez mais vital para o home office e desenvolvimento dos negócios, os Data Centers estão em destaque. Mas o que esperar para 2024?

A Ascenty é líder em Data Center e conectividade no Brasil e na América Latina e reuniu algumas tendências que devem movimentar o mercado este ano. 

O tema é de extrema relevância. Afinal, o mundo inteiro depende desse recurso para manter tudo funcionando — no escritório ou em casa. E para as empresas, é um dos principais pilares estratégicos para sua operação.

Sendo assim, aproveite o artigo e fique por dentro!

Os números não mentem: breve panorama sobre o mercado de Data Center no Brasil

Você sabia que o Brasil é o principal mercado de Data Center da América Latina? Segundo a consultoria CBRE, nosso país responde por 70% da oferta na região e 50% dos investimentos.

A verdade é que a pandemia contribuiu para antecipar uma verdadeira revolução, em que os dados são protagonistas e devem ser bem armazenados e gerenciados.

Esse cenário gerou um aumento no volume de transações e, também, está sendo impulsionado pela chegada em definitivo do 5G ao nosso território.

Segundo estudo da Arizton, o mercado de Data Center no Brasil deve atingir US$ 4,43 bilhões até 2028. Além disso, São Paulo é a cidade mais conectada, graças a presença de negócios digitais e importantes centros financeiros.

Nesse caso, a presença do maior Data Center da América Latina na região — o Vinhedo 1 da Ascenty — é mais um ponto positivo nessa equação. Outro ponto a se destacar é a conectividade dos Data Centers, inclusive com o início da operação previsto para 2023 do cabo submarino Firmina implantado pelo Google.

As 9 grandes tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil para 2024

Uma das principais dúvidas das organizações modernas é: “devo investir em um data center?”, seguida de “como melhorar minha solução de data center?”.

A maioria das companhias já identificou o grande valor em modelos mais flexíveis de trabalho. Com isso resolvido, é hora de testar limites e expandir sua capacidade produtiva. O que, neste caso, envolve o investimento em inovações.

Para 2024, as tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil podem ser divididas em várias áreas: infraestrutura, capacidade, conectividade e sustentabilidade. Que tal conferir as principais?

1.      Automação de tarefas em Data Centers

A automação já chegou aos data centers. Isso é um reflexo do aumento da demanda causado pela pandemia e tem reflexos positivos na qualidade e eficiência dos serviços prestados pelas empresas do setor.

Um bom exemplo é a instalação de robôs aspiradores de pó com sensores que medem a temperatura e o nível de umidade no ambiente.

É importante destacar que à medida que a escala dos data centers aumenta, o volume total de hardware e software a ser gerenciado ultrapassará em muito as capacidades da equipe humana.

Assim, a automatização de tarefas ajuda a otimizar o trabalho e o próprio funcionamento dos Data Centers. Além disso, pode aumentar a segurança e reduzir custos operacionais e de refrigeração.

2.      Escalabilidade

Quanto mais empresas necessitam de flexibilidade no seu ambiente digital, mais escala é exigida dos data centers. Para responder a essas demandas, soluções como Data Centers em Hiperescala ou o Edge Computing são ideais.

Desse modo, é possível lidar com as demandas e as cargas de trabalho mais facilmente, dando maior poder à empresa e estabilizando suas operações digitais.

É por isso que cada vez mais empresas vêm investindo em hiperconvergência, que virtualiza os elementos de hardware e os define por software.

3.      Segurança e proteção de Data Centers 

Com as ameaças cibernéticas se tornando mais complexas e lesivas, os cibercriminosos estão de olho nos Data Centers. Afinal, eles são considerados verdadeiros baús de tesouro — repletos de dados e informações valiosas.

Felizmente, as empresas do setor estão investindo em segurança avançada, blindando os ambientes e seus serviços. Naturalmente, isso depende da escolha estratégica e consciente de um bom fornecedor.

A Ascenty, por exemplo, prioriza ações de segurança em todos os seus Data Centers. Do planejamento à gestão dos ambientes, nada passa despercebido para que seus dados estejam sempre bem armazenados. Portanto, estamos diante de uma das grandes tendências de tecnologia para o setor.

4.      Data Centers sustentáveis

TI Verde não é só uma tendência, mas uma realidade da indústria de data centers. Afinal, todos sabemos que o funcionamento dessas estruturas exige um alto consumo de energia.

A sustentabilidade é uma iniciativa global que já chegou ao mercado de Data Center no Brasil. Assim, é possível potencializar a capacidade da tecnologia reduzindo a emissão de gases do efeito estufa e o consumo de energia com TI.

Lembrando que é necessário contar com uma abordagem multifacetada, examinando tudo: da produção de energia até o uso de água.

Uma das iniciativas é o investimento de grandes players do mercado na Certificação ISO 14.001. Ela comprova o comprometimento da empresa e a implementação de processos eficazes para melhorar a gestão ambiental.

5.      Aumento do uso da Inteligência Artificial

Sabemos que Inteligência Artificial não é exatamente uma novidade, mas seria um erro não considerá-la uma tendência de tecnologia do mercado de Data Center no Brasil. Afinal, a tecnologia está em plena expansão no setor.

Não estamos falando de uma evolução hollywoodiana, na qual robôs ocupam tarefas do dia a dia. A ideia é o uso de algoritmos cada vez mais complexos e capazes de potencializar as tarefas digitais.

Dentro dos Data Centers, eles automatizam processos repetitivos e permitem que os talentos humanos se dediquem ao que mais importa: na criação de soluções e na resolução de problemas.

6.      Multicloud

Sua empresa já ouviu falar da multicloud? Essa solução é uma das melhores escolhas para organizações que buscam mais escalabilidade, disponibilidade e segurança para sua infraestrutura de dados.

A multicloud é uma combinação de diferentes provedores e serviços de nuvem. Como um combo com as melhores opções, sejam elas públicas, privadas ou híbridas.

Uma das suas grandes vantagens é que, ao contrário da nuvem híbrida, elas podem ser interdependentes. Ou seja, não precisam ser integradas — o que traz mais flexibilidade e autonomia para configurar a sua infraestrutura de dados.

7.      Edge Computing

Com a crescente do mercado de IoT e mais consumidores ansiosos por serviços de conteúdos digitais, a demanda por redes de alta disponibilidade será maior do que nunca em 2024.

Por isso, as empresas preocupadas em oferecer uma melhor experiência aos seus clientes devem recorrer às soluções de Edge Computing, ou computação de borda.

Em vez de centralizar seus ativos digitais em uma única (e muitas vezes distante) localidade, eles podem criar uma rede versátil que mantém os dados próximos aos usuários finais e maximiza o desempenho.

8.      Mais conectividade à frente

Um Data Center sem conectividade é como uma ilha, não é mesmo? Exatamente por isso, uma das grandes tendências e demandas do mercado brasileiro é a busca por mais conectividade.

As empresas precisam ter acesso rápido e facilitado às suas informações, já que o consumidor não quer perder tempo. A Ascenty já está investindo nesse aspecto há muitos anos e, inclusive, tem uma rede de fibra óptica própria conectada a todos os cabos submarinos do Brasil.

E mais: nossos Data Centers estão conectados com todos os Cable Landing Stations internacionais. Ou seja, nossos clientes têm máxima conectividade e eficiência à disposição.

9.      Aumento da demanda por Colocation

Seguindo uma tendência mundial que prioriza o uso como serviço, estamos presenciando um aumento da demanda Colocation no mercado de Data Center do Brasil. Isso significa que mais empresas estão deixando de investir em infraestruturas próprias.

Para responder a essa procura, as empresas estão investindo na construção de novos Data Centers e na otimização de seus serviços. A Ascenty, por exemplo, já conta 34 Data Centers em operação e/ou construção.

Aproveite as tendências de tecnologia e impulsione seu negócio!

O que você achou das tendências de tecnologia para o mercado de Data Center no Brasil? O ano de 2024 e os seguintes reservam boas expectativas para o setor e isso refletirá em todo o mercado e no próprio desenvolvimento do país.

Como gestor e empresário, sua missão é aproveitar esses avanços a favor de seus resultados. Afinal, a melhoria contínua dos processos e da infraestrutura digital de sua empresa conduzem a um cenário de mais competitividade e lucratividade.

Para te ajudar um pouco mais, selecionamos mais um artigo do blog que pode te ajudar. Veja aqui como fazer uma migração de Data Center com segurança e eficiência!

Infraestrutura Digital: 4 sinais de que seu negócio precisa de mais conectividade

Que tal ouvir este texto? Você pode clicar no play acima ou baixar para conferir o conteúdo sempre que quiser. Aproveite!

Sua empresa tem uma boa infraestrutura digital? No mundo contemporâneo, esse é um dos requisitos para uma operação eficiente e produtiva. Porém, não é raro encontrarmos negócios enfrentando desafios e problemas por ignorar esse fator.

A verdade é que a conectividade não é só um facilitador no cotidiano corporativo. Sem ela, processos simples se tornam complexos, demorados e muito mais caros.

Pensando nisso, selecionamos 4 indícios que demonstram que uma empresa precisa aderir a uma infraestrutura mais moderna e conectada. Acompanhe para entender melhor o cenário e se adaptar!

Antes de tudo, o que é infraestrutura digital?

A infraestrutura digital é um conjunto de recursos e ferramentas que garantem a conectividade de tecnologias físicas e virtuais da empresa. Assim, é indispensável para uma operação mais moderna e flexível.

Ela engloba a computação, o armazenamento, a conectividade de rede, a gestão de dados, o Data Center e as plataformas IaaS, PaaS e SaaS, por exemplo. Juntos, todos esses elementos, garantem que o negócio funcione de forma eficiente, integrada e digital.

O papel da infraestrutura digital no futuro das empresas

Em um mercado que valoriza cada vez mais o Digital First, não há dúvidas de que os negócios digitais dependem de uma boa infraestrutura digital. Isso porque, estamos falando de um pilar para o seu desenvolvimento.

Além de ser indispensável para estruturar um modelo globalizado de atuação, ela permite o acesso a ecossistemas e recursos que são fundamentais para aprimorar processos, serviços e produtos.

Em resumo, em um mercado altamente competitivo, não há como sobreviver e crescer preso a velhos métodos, processos e ferramentas. A modernização é uma meta que conduz ao sucesso e depende de conectividade.

Felizmente, os gestores já estão percebendo isso e ampliando seus investimentos. Aliás, segundo o estudo “O Futuro da Infraestrutura Digital” da IDC, a infraestrutura digital é a base para a agilidade e inovação.

A previsão é que, até 2026, 65% das empresas priorizarão o consumo de infraestrutura como serviço para reduzir gastos com TI e driblar a falta de profissionais qualificados na área. Além disso, até 2024, 40% dos aplicativos dos negócios digitais dependerão de conectividade entre provedores.

É importante destacar que falaremos cada vez mais em serviços, especialmente no consumo de infraestrutura. Afinal, porque ter todos os custos e desafios de um data center próprio, se você pode investir no colocation?

4 sinais de que seu negócio precisa de mais conectividade

No mundo atual, não é exagero dizer que as plataformas digitais são parte essencial da estrutura de um negócio. Assim, aqueles que reconhecem essa ligação desfrutam de mais produtividade, lucratividade e resiliência tecnológica.

Por outro lado, a falta de conectividade e infraestrutura digital provocam uma série de dificuldades que podem frear seu crescimento. Confira 4 deles e verifique se o seu negócio está enfrentando esses desafios!

1.      Suas equipes não conseguem trabalhar de forma colaborativa

Colaboradores que não conversam, silos de informações, retrabalhos e erros em processos são sinais claros da falta de conectividade. Afinal, o trabalho colaborativo e integrado garante uma operação fluida e alinhada com os mesmos objetivos.

O futuro das empresas será marcado pela interconexão de Data Centers com a nuvem e pela interoperabilidade e confiança das plataformas digitais, sistemas, banco de dados e provedores. Por isso, é importante ficar atento ao quanto isso pode afetar seus resultados e se adaptar.

2.      Sua infraestrutura não acompanha o crescimento da empresa

Investir em modernização e digitalização pode impulsionar o crescimento da empresa. Porém, a falta da uma infraestrutura digital de qualidade é uma barreira para esse desenvolvimento.

Imagine só conquistar novos mercados e clientes, mas não conseguir armazenar e gerenciar todos os dados que essa expansão traz consigo? Ou ainda ser incapaz de manter o padrão de qualidade e agilidade do serviço por falta de suporte tecnológico?

Se você já começou a identificar esse tipo de situação, é hora de agir. Para isso, procure a ajuda de fornecedores especializados!

3.      Seu negócio sofre com perda de dados e informações estratégicas

Os dados são a base para a tomada de decisão em empresas digitais. Isso porque, eles respondem a todos os questionamentos e ajudam a direcionar esforços e investimentos naquilo que trará os melhores resultados.

Entretanto, muitas empresas sofrem com a perda de informações. Sobre isso, vale dizer que nada adianta coletar os dados, se eles não forem devidamente armazenados.

Além disso, todo gestor atual precisa considerar e se preparar para mitigar ataques cibernéticos. O vazamento de dados pessoais é um dos grandes problemas empresariais e tem sérias consequências. 

4.      O acesso e a transferência de dados são lentos

Por fim, suas equipes perdem tempo para acessar e compartilhar dados, arquivos e informações? Esse é mais um indício da falta conectividade e infraestrutura digital.

Na era do tempo real, a lentidão para acessar um documento é um grande problema. Além de gerar uma má experiência, isso pode inviabilizar processos, reduzir a produtividade e provocar a perda de oportunidades.

Invista em infraestrutura digital e seja destaque no mercado!

Podemos concluir que a infraestrutura digital pode agregar valor aos negócios, dando a eles condições de crescer de forma escalável e produtiva. Afinal, não há como conquistar integração e conectividade sem uma base tecnológica de qualidade.

Nesse cenário, a capacidade de firmar boas parcerias será decisiva para os resultados empresariais. Ou seja, se unir a fornecedores de infraestrutura digital experientes e com capacidade de suporte é o grande diferencial dos negócios digitais.

A Ascenty é líder absoluta em Data Center na América Latina. Mas sua atuação vai muito além disso, uma vez que oferece um verdadeiro ecossistema de conectividade para que sua empresa esteja online o tempo todo.

Temos a solução ideal para as suas necessidades e vamos ajudá-lo a aprimorar sua infraestrutura, conectividade, segurança e escalabilidade. Fale agora mesmo com um de nossos especialistas!

Por que escolher um Data Center Carrier Neutral?

Que tal ouvir este texto ao invés de ler? Essa é uma comodidade do blog da Ascenty para você. Basta clicar no play acima e aproveitar!

O Data Center Carrier Neutral é uma resposta às novas demandas do mercado empresarial, mas muitos gestores ainda não o conhecem. Este conteúdo o ajudará a entender por que ele é a sua melhor escolha!

Nos últimos anos, presenciamos o avanço e a construção de novos Data Centers em todo o mundo. Essa rápida evolução do mercado está ligada à expansão acelerada da internet e de suas inúmeras aplicações e, claro, do crescimento do uso de dados.

Assim, com uma demanda cada vez maior, essas poderosas infraestruturas estão em constante evolução e deram origem a um formato ainda mais eficiente, flexível e inovador: o Carrier Neutral.

Enquanto esse tipo de Data Center permite o acesso e a interconexão com diversas operadoras diferentes, seu antecessor — Carrier Specific — limita as opções da empresa. Ou seja, restringe o controle do fluxo de dados a uma única operadora.

Mas essa não é a única diferença entre eles. A seguir, falaremos sobre as principais vantagens do modelo neutro e o que você deve considerar ao escolher seu Data Center. Continue conosco!

O que é um Data Center Carrier Neutral?

O Data Center Carrier Neutral (Data Center Neutro em relação a operadoras), é um padrão de instalação de infraestrutura de TI que oferece um ambiente neutro e imparcial para a conexão e interconexão de várias operadoras de telecomunicações.

Assim, nesse tipo de data center, não há preferência ou exclusividade por uma única operadora de telecomunicações. Em outras palavras, um Data Center Carrier Neutral é um formato que possibilita a conexão e compartilhamento de dados entre diferentes:

  • Operadoras de telecomunicações;
  • Provedores de Serviços de Internet (ISPs);
  • Empresas de rede.  

Essa neutralidade oferece mais flexibilidade e liberdade para as empresas, já que elas têm autonomia para escolher os provedores de serviços e parceiros que melhor atendam às suas necessidades.

6 benefícios do Data Center Carrier Neutral para o seu negócio

O Carrier Neutral tem se destacado como uma opção altamente vantajosa. Afinal, é capaz de oferecer para organizações de todos os setores e tamanhos uma série de diferenciais que são essenciais para seu crescimento

De flexibilidade de escolha à resiliência de rede aprimorada, existem muitos benefícios que merecem ser destacados e que demonstram que ele é a escolha ideal para quem busca excelência operacional. Confira!

1. Utilize qualquer operadora

Uma solução de Data Center Colocation oferece um alto nível de controle e escalabilidade. Assim, reduz a necessidade de desenvolver novos projetos sempre que a demanda da empresa aumentar ou diminuir.

Somado a isso, a característica de neutralidade expande ainda mais essa oportunidade de economia. Afinal, o negócio pode utilizar qualquer operadora em um Data Center Carrier Neutral.

Em outras palavras, você tem liberdade para escolher o fornecedor que entrega o melhor contrato. Ou seja, aquele que atenda às suas necessidades com melhor custo-benefício.

2. Mais escalabilidade e competitividade

A flexibilidade para fazer alterações ágeis em sua estratégia de gerenciamento de dados é outra vantagem para quem utiliza a solução de Colocation Carrier Neutral.

Nesse caso, com alguns comandos em uma interface ou uma simples ligação para a central, é possível aumentar ou diminuir a capacidade de transmissão de redes.

Toda essa escalabilidade e flexibilidade representam uma vantagem competitiva em um mercado tão acirrado. Aliás, essa característica é muito importante para as organizações que trabalham com processos e uso de dados que exigem acesso imediato e a qualquer hora do dia.

3. Mais liberdade e flexibilidade para seu negócio

Mudar em casos de emergência é muito mais fácil quando você tem várias opções disponíveis, não é verdade? Assim, a flexibilidade de poder utilizar diferentes operadoras em seu Data Center é mais um diferencial das alternativas neutras. 

Lembrando que, como os Data Centers Carrier Neutral não pertencem a uma operadora específica, isso também significa mais resiliência no acesso aos dados de sua empresa.

4. Redundância local e regional

Os Data Centers Carrier Neutral contam com redundância local e regional. Mas o que isso significa? Basicamente, esse termo diz respeito à duplicação das informações que estão armazenadas nesses ambientes. 

O objetivo é fornecer acesso aos seus dados em caso de falhas nos hardwares, danos e até mesmo desastres naturais na sede da empresa que fornece o Colocation.  

Esse benefício é extremamente valioso, pois dá às organizações a segurança necessária para proteger seus investimentos em dados e infraestrutura virtual. Afinal, estarão resguardados mesmo diante de graves imprevistos.

5. Redução de gastos

Um dos principais benefícios de optar por um Data Center Carrier Neutral é a significativa redução de gastos que o modelo promove. Tal economia pode ser obtida de diferentes maneiras, como:

  • Competição de preços: ao permitir o acesso a várias operadoras de telecomunicações, um Data Center Carrier Neutral incentiva a competição entre elas. Isso cria um ambiente propício para negociações mais vantajosas e preços mais competitivos em termos de serviços de conectividade e largura de banda;
  • Evita custos de infraestrutura adicional: ao adotar um Data Center Carrier Neutral, sua empresa não precisa investir em infraestrutura adicional para atender às demandas de diferentes operadoras. Isso elimina a necessidade de construir e manter várias instalações separadas;
  • Otimização de desempenho: ao selecionar as operadoras de telecomunicações mais adequadas para as suas necessidades, você obtém uma rede mais eficiente. Sendo assim, ao minimizar problemas de desempenho, é possível evitar custos associados à perda de produtividade e danos à reputação da sua marca.

6. Menos riscos de perder seus dados

O Data Center Carrier Neutral também é vantajoso do ponto de vista da Segurança dos Dados. Isso porque, a redundância de provedores oferece uma alternativa em caso de falhas ou interrupções, garantindo a continuidade dos serviços.

Além disso, muitos Data Centers desse tipo fornecem serviços de backup e recuperação de dados, armazenando suas informações contra perdas acidentais ou danos. Em conjunto com medidas de segurança física avançadas, seus dados estarão sempre protegidos e disponíveis.

O que você não pode ignorar na hora de escolher seu Data Center Carrier Neutral?

Ao escolher um Data Center Carrier Neutral para a sua empresa, é essencial ter em mente que alguns aspectos não podem ser ignorados. Nesse sentido, dois elementos fundamentais são a largura de banda e o backbone da internet. Confira!

Largura de banda

A largura de banda determina a capacidade de transferência de dados da sua empresa. Por isso, trata-se de um fator essencial para o sucesso das operações, sobretudo quando se lida com grandes volumes de informações.  

Sendo assim, um Data Center Carrier Neutral deve oferecer diferentes opções de largura de banda, permitindo que você escolha a que atende melhor às suas necessidades.

Vale lembrar que uma largura de banda adequada garante uma conexão rápida e confiável. Ou seja, permite que seus sistemas e aplicativos funcionem de forma eficiente, sem atrasos na transmissão de dados.

Backbone da internet

O backbone da internet refere-se à infraestrutura de rede de alta capacidade que interliga os Data Centers e os provedores de serviços em todo o mundo. Assim, ao escolher um Data Center Carrier Neutral, é fundamental garantir que ele esteja conectado a um backbone de internet robusto e confiável.

Um backbone poderoso garante que seus dados sejam transmitidos de forma eficiente e segura, com menor latência e maior resiliência. Isso é especialmente importante se sua empresa depende de transferências de dados intensivas ou aplicações que exigem uma conexão de alta qualidade.

Por que as empresas escolhem o Data Center Carrier Neutral da Ascenty?

Quando o assunto é Data Center Carrier Neutral, a Ascenty se destaca como uma das empresas de maior prestígio e credibilidade no setor. Prova disso, é o fato de que clientes de todos os segmentos e portes investem nessa parceira.

Todo esse reconhecimento é resultado de um conjunto de benefícios e diferenciais que somente a líder em Data Center e Conectividade da América Latina é capaz de entregar. Confira!

Maior empresa de Data Center da América Latina.

A Ascenty ocupa o posto de maior empresa de Data Center da América Latina e oferece uma infraestrutura de ponta. A marca é sinônimo de serviços de alta qualidade e que impulsionam os negócios de empresas de todos os portes.

É importante mencionar que a liderança na região não é fruto apenas de sua grandiosa infraestrutura. Na verdade, é também um reflexo da confiança de seus clientes em sua experiência e visão inovadora.

Com mais de 13 anos de atuação, fornecemos Data Centers Carrier Neutral confiáveis e escaláveis.

Data Centers sustentáveis

A Ascenty tem um compromisso assumido com a sustentabilidade. Por isso, adota práticas ambientalmente responsáveis em seus Data Centers e está sempre em busca de inovações que fortaleçam esse importante quesito.

Nesse contexto, toda a sua infraestrutura é projetada e operada de forma eficiente, utilizando tecnologias de ponta para reduzir o consumo de energia e o descarte de resíduos na natureza.

Portanto, ao escolher a Ascenty, as empresas têm a tranquilidade de utilizar um Data Center Carrier Neutral que atende aos mais altos padrões de sustentabilidade.

Máxima conectividade com todos os provedores de nuvem

A Ascenty oferece máxima conectividade com os principais provedores de nuvem do mundo. Com isso, garante aos seus clientes acesso fácil e rápido aos serviços, independentemente da hora e do local.

Essa conexão direta com os provedores de nuvem permite uma experiência de conectividade perfeita, com baixa latência e alto desempenho. Assim, atendemos às demandas de negócios modernos e fomentamos a transformação digital.

Mais de 34 Data Centers em operação e/ou construção com localizações estratégicas no Brasil, Chile, Colômbia e México

Como a maior empresa do segmento de Data Centers na América Latina, a Ascenty conta com uma infraestrutura robusta, com mais de 34 instalações em operação e/ou construção.

Esses Data Centers estão estrategicamente localizados no Brasil, Chile, Colômbia e México, e oferecem uma ampla cobertura geográfica. Portanto, você poderá escolher a melhor localização para armazenar seus dados.

Cliente Ascenty tem sempre a melhor infraestrutura, com a maior flexibilidade e conectividade!

Em um contexto em que a conectividade é peça chave para o sucesso das operações empresariais, contar com uma infraestrutura segura, escalável e de alto desempenho pode fazer toda diferença. É por isso que muitas empresas optam pelos Data Centers Carrier Neutral da Ascenty!

Como vimos, essa decisão abre as portas da inovação e garante o que há de mais eficiente, flexível e sustentável em termos de infraestrutura de TI. Assim, não importa quais sejam suas necessidades e desafios, cliente Ascenty tem exatamente aquilo que necessita.

Entre em contato agora e seja parceiro da maior empresa de Data Center da América Latina!

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Entenda como a Ascenty pode assumir o papel da TI estratégica da sua empresa

Que tal ouvir este conteúdo ao invés de ler? Basta apertar o play logo acima e aproveitar essa comodidade do blog da Ascenty!

Muitas empresas não possuem uma TI estratégica, um fato que pode ser a razão por trás de seus fracassos e da falta de crescimento no negócio.

Mas afinal, como uma TI estratégica, calcada em um planejamento propositivo, baseado em tecnologias modernas e cujos objetivos contribuem para as metas organizacionais, pode transformar uma empresa? Bom, a resposta está na própria pergunta acima.

Uma TI estratégica é eficaz e valiosa. Afinal, possibilita que o setor alinhe seus recursos de TI e tecnologia com os objetivos de negócios e maximize o retorno do investimento. Além disso, o planejamento estratégico de TI garante que uma empresa seja responsável e permaneça no caminho certo com suas metas de TI e de negócios.

Que tal entender mais sobre o tema e conferir como a Ascenty pode ajudar a transformar o setor de Tecnologia e Informação em um braço estratégico do seu negócio?

Qual é a necessidade de uma TI estratégica para as organizações atualmente

Uma TI estratégica nada mais é do que a forma que uma empresa considera o setor de tecnologia em sua estrutura organizacional. Nesse sentido, a TI é encarada como um player crucial para o sucesso das operações. Assim, ela conta com um planejamento estratégico extenso e aprofundado, que detalha como a tecnologia e os processos devem ser utilizados para cumprir com os objetivos organizacionais.

Esse planejamento pode ser composto de várias maneiras, seja como um plano de ação ou um roadmap da cadeia de valor do setor para a empresa. Mas qual a necessidade disso para uma organização?

Em poucas palavras: uma TI estratégica pode ajudar sua empresa a compreender a melhor maneira de alocar seus recursos de maneira eficaz, bem como a melhor forma de direcionar seus esforços para a melhor tomada de decisão.

É essencialmente um roteiro para as empresas, um suporte para que entendam e se familiarizem com todas as áreas de TI, permitindo que elas tomem decisões inteligentes com base em informações para impulsionar o crescimento.

Entre os benefícios dessa transformação no setor de TI, podemos mencionar:

  • Abordagem que unifica o processamento e compartilhamento de informações, assim aumentando a eficiência, melhorando a colaboração e minimizando erros.
  • Permite a coleta, processamento, governança e análise de dados, contribuindo para adoção de estratégias e tecnologias impulsionadas por IA e big data para business intelligence.
  • Abordagem holística e completa da segurança cibernética para que você possa proteger efetivamente os dados de clientes e funcionários.
  • Melhora a resiliência de TI e minimiza os altos custos relacionados ao tempo de inatividade prolongado.
  • Permite que seu departamento de TI tenha um papel prático na distribuição de recursos e no planejamento de projetos.
  • Melhora a comunicação entre a TI e os outros líderes de departamento para alcançar um melhor alinhamento.
  • Otimiza o atendimento ao cliente, bem como sua experiência geral, de modo a potencializar os resultados e reduzir custos de retrabalhos e erros.

TI estratégica: quais os desafios de fazer essa gestão que traz mais valor ao setor?

Agora, quais os principais desafios para que o seu negócio implemente uma TI estratégica e realmente valiosa para sua organização? Afinal, mudar a direção de gestão de um setor tão importante não é uma tarefa fácil.

Em geral, o principal (e mais complexo) processo é a auditoria do seu negócio e da infraestrutura de TI. Essa auditoria tem como objetivo conduzir uma análise aprofundada das políticas de TI da sua empresa, operações e toda a infraestrutura.

Ele investiga se os sistemas atuais estão realmente atualizados, alinhados com as melhores práticas do setor e alinhados com seus objetivos de negócios. A auditoria também deve descobrir quaisquer riscos associados à sua infraestrutura de TI e fornecer as próximas etapas para ajudar a reduzir esses riscos.

Além disso, quando falamos de um planejamento estratégico, trata-se essencialmente de definir a direção do setor. Nesse sentido, os principais desafios podem ser relativos a:

  • Uma definição ruim dos objetivos;
  • Falta de alinhamento dos líderes de setores;
  • Falta de habilidade e recursos para mapear o progresso;
  • Falta de conexão dos funcionários e líderes à estratégia;
  • Falta de indicadores-chave de desempenho para medir corretamente.

Entenda como a Ascenty pode ser a sua principal aliada para uma TI mais estratégica

Você sabia que a Ascenty, líder em Data Centers em toda América Latina, pode contribuir para tornar sua TI estratégica?

Primeiro, você conta com soluções completas de Data Center, como o melhor serviço e infraestrutura de Colocation do mercado, além de várias ofertas complementares, como o Smart Hands, Work Areas e um posicionamento geográfico favorável para suportar estruturas de Disaster Recovery.

Além disso, sua empresa pode aproveitar do melhor guarda-chuva de soluções de conectividade, com ofertas como o Cloud Exchange, Conexão com os principais Internet Exchanges do mercado, Cross Connect que viabiliza sua conexão com a operadora que melhor atenda o seu negócio, Banda IP para manter seu ambiente conectado com a internet e muito mais.

O Cloud Connect é também uma forma de aproximar sua empresa dos principais provedores de serviços e soluções na nuvem do mundo. Sem esquecer das soluções de alta capacidade de transmissão, como o DWDM, uma solução que proporciona conexão de alta velocidade e desempenho com uma única fibra óptica. Solução essa que viabiliza replicações de storages e interconexões de altíssima capacidade.

Além disso, a Ascenty hospeda as principais infraestruturas de Internet Exchange — que se trata dos Pontos de Interconexão dos IX (estruturas físicas localizadas na ponta de várias redes), capazes de melhorar a troca de dados e impulsionar o crescimento do seu negócio.

Esses, é claro, são apenas alguns dos serviços e produtos da Ascenty, empresa altamente certificada e, entre outras coisas, alinhada com a causa da sustentabilidade.

Entre eles, o selo ISO 50001, que atesta a implementação de sistemas de gestão de energia, e o ISO 14001, que define os requisitos para implementação de um sistema de gestão ambiental.

O melhor? A Ascenty conta com 34 unidades de infraestruturas de Data Centers (em funcionamento ou construção) em locais estratégicos, tanto do Brasil, como no Chile, México e Colômbia.

E você, preparado para tornar sua TI estratégica? Converse conosco e entenda como a Ascenty pode transformar seu negócio!

Data Center Verde: como esse conceito é capaz de trazer redução de custos gerais nas empresas

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Cada vez mais o setor de TI e as empresas estão se voltando para o conceito de TI Verde e sustentabilidade. Assim, a adoção do data center verde é cada vez mais comum. Agora, por que isso é importante e como o investimento em um data center mais sustentável pode ajudar seu negócio?

Veja bem: de acordo com dados da Phys, o envio de um e-mail curto gera cerca de quatro gramas de CO2 à atmosfera. Pense no quão relevante é esse número considerando apenas o número de e-mails trocados todos os dias, que facilmente ultrapassam a casa dos bilhões.

Nesse sentido, o data center verde é uma resposta tecnológica para reduzir a pegada de carbono e manter o planeta mais sustentável. Que tal entender mais? Neste conteúdo, nós te explicamos tudo sobre data center verde e a importância deste recurso. Confira!

Data center verde: o que é?

Hoje, investir em um data center verde é uma questão tanto de inovação, quanto de garantir um futuro sustentável para as organizações. Por exemplo, conforme estudo publicado pelo portal Terra, quase 22% das empresas de tecnologia não têm sustentabilidade como foco.

Esse é um problema, já que se trata de menos de um terço das organizações atuais. No entanto, o futuro do data center verde é bem promissor. De acordo com a Environmental Leader, o mercado para esse tipo de data center deve crescer anualmente 14% até 2032. Ou seja, se hoje a sustentabilidade não é foco, ao menos já é um tema pilar no planejamento das empresas.

Agora, o que é um data center verde? Semelhante a uma estrutura de dados e servidores comuns, o seu objetivo é armazenar, gerenciar e processar informações. Porém, sua infraestrutura é pensada para minimizar o impacto ambiental.

Esse é um tema que já falamos aqui no blog, mas a relação entre data centers e tecnologias sustentáveis já vem de algum tempo. Afinal, quando operacionais, os data centers costumam ter uma grande exigência energética, especialmente no que diz respeito ao resfriamento das instalações.

O data center verde, portanto, é a exata resposta a esse problema, já que foi projetado para ter máxima eficiência energética.

  • Corredores frios e quentes: um sistema que possibilita o fluxo de ar quente e frio para equilibrar a temperatura ambiente.
  • Resfriamento: sistemas utilizam ar externo para resfriar data centers que estão localizados taticamente em temperaturas frias.
  • Centros de dados modulares: esses centros de dados com eficiência energética são transportáveis ​​e podem ser configurados rapidamente sempre que necessário.
  • Resfriamento evaporativo: várias tecnologias, incluindo almofadas de evaporação e sistemas de pulverização de alta pressão, diminuem o calor através da evaporação da água.
  • Recuperação e reutilização de calor: o calor desperdiçado após o uso de energia do data center é reutilizado para aquecer outros edifícios.
  • Umidificação ultrassônica: o ultrassom com eficiência energética cria a umidade necessária para executar alguns dispositivos em um data center.

Descubra por que a sua empresa precisa investir em um Data Center Verde

Ainda tentando entender se o investimento no data center verde vale a pena? Separamos algumas das razões para mostrar o real valor da sustentabilidade na gestão de dados e infraestrutura de TI, confira:

Menos consumo de energia

Um data center com eficiência energética é essencial para o crescimento e sucesso de qualquer negócio, o que torna a maximização da eficiência energética uma opção viável para qualquer empresa. A solução, por meio de tecnologias sustentáveis e a virtualização da TI, amplia a eficiência no consumo de energia.

Redução de despesas

Os data centers tradicionais consomem muita eletricidade, o que é uma das principais razões pelas quais esse é um serviço por vezes tão caro. Os data centers verdes consomem muito menos energia elétrica devido ao monitoramento contínuo e serviços sofisticados de gerenciamento de dados. Além disso, os data centers de energia verde podem reciclar eletricidade desnecessária e fazer bom uso dela.

Redução do impacto no meio ambiente

Se você tem acompanhado as notícias sobre pegada de carbono, provavelmente sabe que existem várias empresas tentando ativamente reduzi-la. O data center verde é uma solução perfeita para empresas preocupadas e engajadas com o tema.

Liderança de pensamento

Ao escolher um data center verde, as empresas podem assumir um papel de liderança na promoção da sustentabilidade.

Sustentabilidade corporativa

O compromisso com a sustentabilidade é capaz de ajudar as empresas a atrair e reter talentos, além de construir confiança com clientes e outras partes interessadas.

Pensando em terceirizar seu Data Center? O que levar em conta na hora de contratar um parceiro

Uma forma da sua empresa contar com um data center verde é com um parceiro de Colocation, capacitado e certificado no tema.

Sabia que a Ascenty pode ser a escolha ideal?

Líder em data centers em toda América Latina, a empresa possui o certificado ISO 50001, que comprova a implementação e manutenção de sistemas de gestão de energia. A Ascenty está ciente dos desafios da sustentabilidade no mundo da TI e dos dados — e atua de forma proativa para ser um motor da mudança.

Por isso, há anos vem investindo em uma infraestrutura tecnológica poderosa, segura, robusta e sustentável. Além disso, a empresa conta com outras certificações ISO em seu portfólio, como a ISO 14001, que garante uma operação em conformidade com as leis ambientais vigentes.

E então, que tal contar com um parceiro não apenas apto no tema de data centers verdes, mas especialista? Converse conosco e entenda como a Ascenty pode ajudar!

Gestão de Infraestrutura de TI: o que é e como fazer?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Que a boa administração do seu TI é essencial para o sucesso do seu negócio, não há dúvidas. Mas você sabe o que é, na prática, a gestão de infraestrutura de TI e como realizá-la?

Entender a relação entre o conceito e a prática pode fazer toda diferença no futuro da sua operação. Isso porque o departamento de TI é, cada vez mais, uma parte estratégica do negócio. Desse modo, cuidar de seus recursos é essencial para assegurar a continuidade operacional e o crescimento saudável do seu negócio.

Afinal, se todos os processos — ou, ao menos, boa parte deles — acontece no meio digital e depende de dados, é de suma importância que sua organização garanta o correto funcionamento da infraestrutura de TI, certo?

Neste artigo, iremos nos aprofundar no tema e explicar tudo sobre a gestão de infraestrutura de TI. Preparado para aprender mais? Confira!

Gestão de infraestrutura de TI: o que é?

A gestão de infraestrutura de TI é o conjunto de boas práticas, processos e ações que visam a administração dos componentes que compõem o departamento de Tecnologia da Informação de uma empresa. Neste conjunto, inclui-se o gerenciamento dos recursos, equipamentos, processos e da equipe por trás do TI do negócio.

Porém, vale dar um passo atrás para entender exatamente o que compõe a infraestrutura de TI de uma organização. Você sabe o que faz o seu negócio funcionar e se manter disponível?

Entre os principais elementos, estão:

  • redes;
  • hardwares;
  • softwares;
  • servidores;
  • data centers;
  • sistemas operacionais;
  • provedores de serviços na nuvem;
  • entre outros.

Assim, a gestão de infraestrutura de TI serve tanto para administrar e realizar a manutenção desses elementos, bem como estabelecer políticas, assegurar o compliance e seguir as boas práticas de governança corporativa.

Gestão de Infraestrutura de TI: como funciona?

Na prática, é impossível definir o funcionamento da gestão de infraestrutura de TI de uma ou outra maneira. Isso é, trata-se de uma função muito ampla e que lida com diferentes tipos de tecnologias.  Por isso, a tarefa é normalmente separada em várias categorias:

  • gerenciamento de rede;
  • gerenciamento de sistemas;
  • gerenciamento de armazenamento.

A estrutura do software e dos sistemas de comunicação que permitem que uma empresa se conecte a uma rede é tratada pelo gerenciamento de rede. Aqui, falamos também de equipamentos como roteadores, cabeamentos ou uma ponte de comunicação.

O gerenciamento de sistemas é o processo pelo qual as organizações acompanham a evolução da comunicação, bem como registram os ajustes de TI necessários para a manutenção operacional.

Isso facilita a missão de acompanhar as melhorias de TI e as novas tecnologias.

Por fim, o gerenciamento de armazenamento lida com a armazenagem e segurança dos dados. É essa categoria que avalia os provedores de serviços na nuvem, por exemplo.

Pode-se dizer que a função exercida pelo time de gestão de infraestrutura de TI se ocupa dos bastidores operacionais de um negócio.

São eles os responsáveis por manter as operações diárias em funcionamento (incluindo internet, e-mail, disponibilidade e acessibilidade aos dados). E claro, por isso, a equipe em si depende muito de soluções de gerenciamento e monitoramento em tempo real ou quase real para manter a produtividade.

Qual é a importância dessa atividade para o seu negócio?

Ao alinhar a gestão de infraestrutura de TI com a sua estratégia de negócios, é possível aproveitar todo potencial da tecnologia para criar valor à empresa. Assim, em vez de gerenciar cada linha de negócios separadamente, você pode convergir o gerenciamento de todas as diferentes instalações de TI, armazenamento, aplicativos, servidores, sistemas de segurança e redes.

O objetivo do gerenciamento de infraestrutura de TI é trazer controle e estrutura para os processos e funções que são responsáveis ​​por várias operações técnicas em ambientes físicos e virtuais.

Além disso, também ajuda a mitigar os esforços, melhorar o fluxo de informações, garantir a conformidade com os regulamentos do setor (como a LGPD), reduzir os custos gerais de TI, aumentar a produtividade dos negócios e minimizar o tempo de inatividade.

Entre os principais benefícios, podemos mencionar os seguintes:

  • Expertise à disposição: você conta com um time especializado que pode ficar de olho em todo aparato tecnológico da empresa.
  • Manter as melhores práticas: contar com profissionais experientes também aproxima sua empresa de 100% de compliance.
  • Mais controle: significa que você poderá lidar com as demandas de negócios com mais facilidade e eficiência.
  • Suporte 24×7: a capacidade de receber assistência quando você precisar. Assim, quando algo dá errado, há uma resposta imediata.

Como fazer a Gestão de Infraestrutura de TI na sua empresa?

As tarefas dentro da gestão de infraestrutura de TI variam de acordo com vários fatores, como o tamanho e a forma das redes de sua organização, bem como o nível de exigência da empresa.

Para simplificar, podemos mencionar cinco principais responsabilidades que todos os gerentes de TI encontrarão:

Sistema de segurança

A segurança dos sistemas abrange tudo o que é necessário para manter sua infraestrutura segura. Por isso, é necessário investir em:

  • Estabelecer segurança física;
  • Configurar e monitorar alertas;
  • Instalação de antivírus e firewalls;
  • Criptografar arquivos e comunicações confidenciais;
  • Implementar as melhores práticas de criação e alteração de senhas.

Padrões e práticas

O gerente de TI também é responsável por criar e implementar processos que garantam que toda a empresa esteja utilizando sua TI adequadamente.

Para isso, é indicado:

  • Treinar e aplicar os processos de manutenção e segurança de TI da empresa;
  • Avaliação de funcionários, contratados terceirizados e outros parceiros da empresa antes de permitir o acesso;
  • Garantir que todos os dados e documentos sejam descartados de forma adequada e completa.

Documentação e relatórios

O gerente de TI é responsável por:

  • Criar materiais de treinamento;
  • Manutenção de logs do sistema de TI;
  • Acompanhar e criar relatórios sobre o desempenho da infraestrutura.

Vale lembrar que os relatórios são importantes porque permitem que os gestores tenham insights acionáveis ​​sobre o desempenho de diferentes elementos de sua infraestrutura.

Monitoramento de desempenho

O complemento ao passo anterior é o monitoramento de indicadores-chave de desempenho, de modo a complementar os relatórios.

Alguns KPIs de TI populares incluem:

  • Dados de interrupção (frequência, tempo médio para resolver, tempo de inatividade total);
  • Armazenamento e utilização (utilização de RAM, espaço de armazenamento disponível);
  • Desempenho de rede (velocidades de upload e download, latência de rede).

Agora, que tal seguir na jornada de aprendizagem e continuar aprendendo mais sobre o tema? Nosso próximo artigo, “Como uma infraestrutura de qualidade pode contribuir para o seu negócio” é o conteúdo ideal para você”. Leia agora!

6 dicas de ouro para garantir disponibilidade de TI na sua empresa

Que tal ouvir o conteúdo?

Quando falamos do setor de TI de um negócio, a prevenção é sempre o melhor remédio. Na prática, porém, esse cuidado se trata de se preparar para eventuais problemas e assegurar, assim, a disponibilidade de TI. No entanto, como fazer para conseguir isso e o que esse tipo de investimento pode trazer de benefício ao seu negócio?

Bom, nos adiantamos para responder a segunda pergunta: com uma infraestrutura de TI estável, com alta disponibilidade, é possível suportar o crescimento desejado e melhorar a qualidade do serviço e do atendimento aos clientes. Tudo isso, claro, levando em conta as interações por meio digital: em seu site, aplicativo ou sistemas fornecidos.

Sua empresa não trabalha com entregas digitais?

A disponibilidade de TI também é importante, já que assegura que a sua operação ocorra sem problemas, mantendo os níveis de comunicação estáveis, o tráfego de dados contínuo e as informações seguras.

Mas agora, voltando à primeira questão, como garantir a disponibilidade de TI em sua empresa? Separamos seis dicas primordiais que você pode aplicar em sua operação para aproveitar de uma infraestrutura de TI mais confiável. Confira! 

A importância da alta disponibilidade de TI para o seu negócio

A verdade é que, se você quer que o seu negócio continue no caminho do crescimento, é preciso assegurar que a sua infraestrutura tecnológica esteja à altura do sucesso pretendido.

A alta disponibilidade de TI ajuda sua empresa a aumentar a produtividade e ficar à frente do jogo em seu campo de atuação. Além disso, seus funcionários dependem da tecnologia para realizar seus trabalhos e, como responsável por uma empresa, você precisa fornecer os recursos tecnológicos necessários para que eles desempenhem com eficiência.

Problemas operacionais, como falhas de hardware e má conectividade, dificultam os fluxos produtivos de seus times, ocasionando na perda de prazos, qualidade, entre outros.

A infraestrutura de TI — que inclui componentes como hardware, software, rede e servidor — ajuda sua empresa a atingir suas metas operacionais para que os funcionários possam trabalhar sem interrupções.

Esses componentes trabalham juntos para facilitar a comunicação, a troca rápida de informações e o compartilhamento seguro de dados em seu local de trabalho digital.

Na prática, uma boa infraestrutura de TI não apenas aumenta a eficiência dos colaboradores, mas também permite que sua equipe de TI dimensione as operações sem problemas.

Mas como garantir a alta disponibilidade de TI? Confira as nossas dicas a seguir: 

1 – Monitore continuamente o seu ambiente de TI

Qual o desempenho da sua infraestrutura e ambiente de TI? Você sabe os números de downtime do último mês, semestre ou ano?

Se sim, o que fez para reduzi-los?

É importante monitorar constantemente a performance da sua infraestrutura, de modo a compreender na prática se o seu ambiente dá conta das demandas atuais. E para o futuro, uma projeção é importante: seu ambiente é escalável o suficiente para lidar com as necessidades esperadas?

Importante ter esses levantamentos — sobre o passado, presente e futuro — em mãos!

2 – Identifique e resolva os gargalos da área

Uma boa maneira de assegurar a disponibilidade de TI é mapeando as falhas e gargalos produtivos e operacionais.

Ao manter um olho sempre atento nos problemas — bem como profissionais sempre dispostos a resolvê-los — você evita situações críticas e emergenciais.

3 – Conte com um plano de Disaster Recovery

O Disaster Recovery é um plano de segurança de todos os dados do seu negócio.

Afinal, apesar de toda resiliência da nuvem, situações críticas acontecem e podem afetar os servidores físicos das empresas, como tempestades, enchentes, ataques hacker ou mesmo falhas provenientes de erros humanos.

O DR é uma maneira de assegurar que seus dados sejam salvos em mais de uma localização, atualizados a cada hora (ou mesmo minutos). É um serviço que sua empresa pode terceirizar a fim de garantir maior proteção às informações do negócio.

4 – Não descuide do backup

Certifique-se de que todos os seus dados sejam copiados regularmente. Isso ocorre porque, mesmo que você tenha a rede mais segura, ainda há uma chance de que ela possa ser invadida.

Portanto, para evitar perdê-lo no caso de um hacker ou outro problema, certifique-se de ter várias cópias de seus dados.

5 – Tenha redundância de Data Centers e outros equipamentos

Quando falamos de disponibilidade de TI, nos referimos também à redundância dos seus data centers e outros equipamentos.

Basicamente, trata-se do conceito de repetição de componentes críticos para o funcionamento de um serviço. Na TI, isso pode ser dito dos data centers, componentes de rede e conectividade, entre vários outros.

O objetivo é assegurar a operação contínua dos serviços, evitando também a perda de dados.

Desse modo, um ambiente redundante pode, por exemplo, suportar a queda de um data center, conectando-se automaticamente a outro, com a função de substituí-lo (temporária ou definitivamente).

6 – Utilize os recursos da nuvem

A computação em nuvem é uma ótima maneira de gerenciar informações, em vez de em seu próprio servidor. Isso é mais seguro do que armazenar dados por conta própria, além de ser mais barato porque os usuários da nuvem pagam apenas pelos serviços e armazenamento que usam.

Conte com a Ascenty para ajudar a melhorar a disponibilidade de TI da sua empresa

Sabia que a Ascenty pode ajudar sua empresa a garantir total disponibilidade de TI?

Maior empresa de Data Centers de toda América Latina, a Ascenty oferece serviços exclusivos e de altíssima qualidade para empresas de todos os tipos, em todo território brasileiro.

Entre eles, podemos destacar:

Colocation: serviço completo de locação de infraestrutura de Data Center, contando padrões mundiais de redundância, segurança e gestão.

Disaster Recovery: distribuição de Data Centers estratégica, garantindo uma cobertura completa para seu ambiente de TI, além de processos e práticas desenvolvidas em cima de um conjunto de políticas e procedimentos avançados, que possibilitam recuperação total da sua infraestrutura de tecnologia, se necessário.

E vários outros, pois a lista é enorme e se adapta às suas necessidades.

Que tal entender mais? Agende uma reunião com nossos especialistas e conheça os serviços da Ascenty!

Automação de Data Center: por que investir nessa solução?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

A inovação figura entre os atributos mais importantes para o crescimento empresarial. Em tempos de Transformação Digital e mudanças constantes, é preciso estar alinhado às novas demandas, garantindo operações cada vez mais eficientes, amplas e digitais. Nesse cenário, a Automação de Data Center desponta como uma necessidade.

No entanto, muitos negócios ainda não têm a devida compreensão sobre os impactos e benefícios dessa prática. Pensando nisso, preparamos este conteúdo para mostrar a importância do Data Center e os reflexos positivos que a sua automação pode representar no mercado atual. Acompanhe!

Qual a função do Data Center?

De maneira geral, a principal função de um Data Center é fornecer acesso a estrutura que comporte os recursos computacionais para as empresas, os quais são indispensáveis as mais diferentes atividades e setores.

Assim, por meio de uma instalação física centralizada, equipada com computadores, servidores, serviços de rede e outros recursos de TI, o Data Center é responsável por dar suporte às operações de empresas.

Esse ambiente é a base para alocação de recursos de TI, disponibilidade de sistemas e aplicações e, de forma mais abrangente, suportar a Transformação Digital dos negócios.

Qual a importância do Data Center?

Atualmente, tanto a utilização massiva de dados quanto a digitalização de processos são práticas extremamente comuns no mercado. Essa realidade, reflexo da Transformação Digital, é responsável por intensificar a demanda das empresas por recursos computacionais e grandes infraestruturas de TI.

Hoje, mais do que nunca, organizações de todos os portes e segmentos necessitam dos ativos de TI para promover o armazenamento e processamento dos seus dados. Além disso, é necessário hospedar sites, aplicativos e sistemas em tempo integral e com alta disponibilidade.

Por isso que os datacenters se tornaram parte integrante das operações empresariais, sendo vitais para o seu sucesso.

Por que investir em automação de Data Center?

A automação de Data Center, como a expressão já indica, é o processo de gerenciamento e automatização dos fluxos de trabalho relacionados à infraestrutura de TI desses ambientes. Contudo, ela não necessita de grandes interações humanas ou administrativas.

De forma prática, essa automação visa simplificar a gestão dos complexos ambientes de rede e dados, fornecendo mais controle, visibilidade e eficiências às equipes responsáveis.

Afinal, como mencionado, as empresas lidam com volumes cada vez maiores de dados e processos digitais, demandando estruturas computacionais robustas e altamente complexas.

Toda essa estrutura, sem dúvida, exige um grande esforço técnico e gerencial para que seja administrada eficientemente. No entanto, de forma manual, isso nem sempre é possível. É, então, que a automação se mostra necessária e potencialmente benéfica.

Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios de se optar pela automação de Data Center!

Otimização do tempo de sua equipe

De forma prática, a gestão do Data Center, a depender do porte do negócio e volume de serviços acessados, pode demandar um grande esforço operacional por parte das equipes. Ademais, ela pode gastar um tempo precioso da sua rotina — muitas vezes em atividades repetitivas e essencialmente operacionais.

No entanto, ao investir na automação, é possível não só otimizar os processos, tornando-os mais autônomos e gerenciáveis, mas simplificar a rotina das equipes, automatizando tarefas repetitivas e pouco estratégicas.

Com isso, o capital humano da empresa tem mais tempo para se dedicar aos processos estratégicos, aproveitando melhor a tecnologia.

Aumento da eficiência do Data Center

A automação de Data Center é uma das bases para o aumento da sua eficiência. Isso porque a implementação de processos padronizados, utilização de frameworks testados e recursos de automação tendem a tornar o gerenciamento da infraestrutura muito mais transparente.

Isso significa que as equipes passam a contar com o reforço da automação para identificar e corrigir falhas, monitorar o desempenho das máquinas e serviços, além de dados para subsidiar a tomada de decisão. Tudo isso, de uma forma ou de outra, contribui para que a empresa consiga extrair a máxima eficiência do Data Center.

Modernização da área de TI

Outro ponto positivo da automação de Data Center se relaciona à modernização da área de TI da empresa. Como se sabe, hoje, esse é um braço essencial para as operações e que está diretamente associado aos pontos mais estratégicos, por exemplo:

  • a gestão de dados;
  • reforço da conectividade empresarial;
  • armazenamento seguro da informação;
  • compliance de TI;
  • disponibilidade de serviços e plataformas;
  • equalização de custos operacionais ligados à gestão de TI;
  • integração de processos, ambientes e equipes.

Assim, ao seguir pelo caminho da automação, esses e outros muitos elementos assumem uma roupagem mais moderna, na qual disponibilidade, eficiência e segurança se tornam ainda mais presentes no dia a dia do setor de TI.

Na prática, a automação é um passo dado em direção ao máximo aproveitamento dos recursos de TI, sejam eles humanos ou materiais. Isso garante uma atuação empresarial mais alinhada com a Transformação Digital e com as boas práticas do mercado, refletindo diretamente no nível de competitividade da empresa.

Por que o Data Center é fundamental para todo tipo de negócio?

Independentemente do porte ou área de atuação da empresa, o Data Center exerce um papel crucial para o seu sucesso. Atualmente, mais do que nunca, os negócios dependem de seus ativos digitais e recursos de TI, já que praticamente tudo passa por eles.

Por exemplo, o Data Center é elementar para o bom funcionamento de sistemas de CRM e ERP. No mesmo sentido, são fundamentais para garantir a disponibilidade de redes, serviços e aplicações, das mais simples até as mais complexas.

Além disso, também existe a questão da segurança da informação, ponto sensível da atuação empresarial atual, que demanda proteção em tempo integral e mais privacidade. Esses elementos se reforçam em ambientes estruturados, gerenciáveis e que dispõem dos recursos de proteção mais robustos.

Por fim, o Data Center é muito útil aos negócios na hora de garantir a escalabilidade das operações. Ele fornece recursos computacionais de forma equilibrada e condizente com as necessidades do negócio, ao longo de toda a sua jornada de crescimento e inovação.

Como fazer a automação de Data Center de forma correta?

Até aqui, ficou claro que os Data Centers representam recursos de grande valor para os negócios, sejam eles de pequeno porte ou grandes organizações. No entanto, materializar a automação nesses ambientes não é algo simples, já que passa por diferentes aspectos e requer conhecimento especializado.

Por isso, a automação de Data Center precisa ser conduzida por profissionais especializados, conscientes das necessidades e implicações desse processo. Afinal, estamos falando de um quesito que interfere diretamente nas operações da empresa.

Assim, a confiabilidade precisa estar à frente dessa automação. É fundamental contar com o apoio de parceiros especializados e experientes, que dispõem do capital humano necessário para conduzir essa transformação e dos recursos materiais mais adequados.

Isso envolve a utilização de hardware de ponta e softwares eficientes, que apresentem um fácil manuseio e interpretação.

Por fim, é preciso ter em mente que de nada adianta ter à disposição os melhores equipamentos e softwares se tudo isso não for programado e gerenciado de maneira coerente, atendendo às necessidades da sua empresa.

Dito isso, mais uma vez, destacamos a importância de que o processo seja conduzido e apoiado por quem tem expertise no assunto. Dessa forma, a automação de Data Center tem todos os elementos necessários para ocorrer da melhor maneira possível.

Gostou deste conteúdo e tem interesse em seguir lendo e aprendendo mais sobre o tema? Então não deixe de acompanhar o blog da Ascenty!

Você já ouviu falar do conceito Digital First?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Em um cenário no qual o digital está cada vez mais integrado à realidade dos negócios, conceitos como Digital First fazem ainda mais sentido, traduzindo um ideal de otimização compartilhado pela maioria das empresas: a digitalização de processos.

No entanto, apesar de simples e extremamente atual, Digital First ainda soa estranho em muitos ambientes. Por isso, preparamos este conteúdo para tratar sobre o tema e expandir os seus horizontes em relação às possibilidades e diferenciais que uma estratégia Digital First pode oferecer. Vamos lá!

Afinal, o que é Digital First?

Como a tradução livre do termo já indica, Digital First se trata de colocar os meios digitais em foco dentro das operações da empresa. Ou seja, é priorizar o uso de soluções inovadoras e que conduzam os seus processos a um formato cada vez mais digital.

Assim, muito mais do que investir em softwares, equipamentos de automação e recursos tecnológicos, Digital First representa uma forma disruptiva de enxergar a tecnologia. É focar ao máximo no potencial de otimização que ela é capaz de agregar, ainda que a partir de mudanças simples.

Qual a importância da estratégia Digital First? 

Muito em razão da Transformação Digital, a abordagem de negócios voltado ao Digital First vem se tornado o padrão nos mais diversos ambientes digitais. Na prática, isso se deve aos benefícios que o modelo é capaz de agregar. Confira, a seguir, os principais deles!

Otimização da marca 

Operações mais modernas, associadas à processos digitais, são essenciais no cenário atual. Como grande parte dos negócios estão se inserindo na Era Digital, seguir por esse caminho é uma estratégia muito positiva para fortalecer a marca, demonstrando uma postura de inovação e de alinhamento às práticas adotadas pelos grandes players do mercado.

Aumento do alcance operacional 

Uma das grandes vantagens de assumir uma atuação focada no digital é romper as barreiras geográficas, permitindo à empresa operar em ambientes que, antes, não era possível. Dessa forma, o Digital First abre portas para uma atuação de longo alcance, descentralizada, com mais oportunidades de negócios.

Nesse sentido, por exemplo, empresas locais, ao utilizarem plataformas de vendas online, alcançam consumidores em qualquer localidade, reforçando a sua competitividade no mercado.

Maior segurança 

Em regra, a abordagem Digital First tende a otimizar a segurança das operações da empresa, uma vez que está apoiada no uso da tecnologia e de recursos inovadores. Por exemplo, hoje é muito comum a utilização da computação em nuvem para armazenar documentos de forma segura.

No mesmo sentido, o uso de documentos digitais e tecnologias auxiliares, como a Certificação Digital, também agregam reforçam fortemente o quesito segurança, garantindo a autenticidade de informações em transações online.

Melhor acesso aos dados 

A estratégia Digital First também conduz à utilização mais estratégica dos dados. Nesse cenário, softwares de CRM e ERPs, por exemplo, são a base para operações orientadas a dados e para decisões mais assertivas, em diferentes frentes do negócio.

Como criar um plano de negócio Digital First? 

Se inserir a empresa na realidade Digital First está no seu radar, saiba que esse processo deve ser realizado de forma estratégica, a partir de um bom planejamento. A seguir, destacamos algumas das medidas que devem ser adotadas para otimizar essa transição. Confira!

Determine seus objetivos 

Como o universo digital é repleto de possibilidades e ferramentas para potencializar os resultadas da empresa, é fundamental definir objetivos e eleger prioridades na hora de materializar a abordagem Digital First em suas operações.

Evidentemente, existem muitos caminhos a serem trilhados e aspectos a serem modernizados em uma empresa. Por exemplo, os objetivos mais comuns das empresas envolvem:

  • aumentar as vendas;
  • otimizar a experiência do cliente;
  • implementar operações omnichannel;
  • digitalizar e automatizar processos, especialmente os repetitivos e mais burocráticos.

Com isso em mente, fica mais fácil direcionar os investimos, tornando-os mais alinhados aos objetivos e resultados que se pretende alcançar.

Tenha uma persona 

Como dito, o uso estratégico dos dados é um reflexo da abordagem Digital First. Nesse sentido, uma das possibilidades que os dados oferecem é mapear o consumidor, construindo uma persona.

A persona traduz um perfil ideal de cliente. Ela pode ser a chave para ajustar produtos e serviços, otimizar ofertas e potencializar o marketing, tornando tudo isso muito mais atrativo e valoroso para o seu público.

Realize um planejamento de conteúdo 

Com uma persona bem definida, mais um passo adiante pode ser dado: planejar o conteúdo que será ofertado a esse perfil de consumidor. Assim, como você já tem dados ricos sobre o seu cliente e tem mapeado o seu perfil, fica mais fácil oferecer conteúdos atrativos, que:

  • correspondem aos interesses;
  • atendem as necessidades;
  • são compatíveis com as características do público.

Defina seus KPIs 

Ser Digital First é, também, ser estratégico na hora de tomar decisões de negócios. Assim, um uso de KPIs é um dos pilares de qualquer estratégia digital. Os KPIs, na prática, são indicadores quantitativos da performance de determinados processos, fundamentais para se entender seus resultados e, mais do que isso, seu progresso.

Dito isso, a definição dos KPIs é uma etapa importante, pois existem diversos deles, cada um voltado para um determinado objetivo.

Como implementar essa estratégia na empresa? 

Bom, agora você já tem um planejamento Digital First bem estruturado, certo? Então, é hora de colocá-lo em prática e implementar essa estratégia na sua empresa. Para facilitar, esse processo, listamos algumas etapas indispensáveis para se alcançar o sucesso. São elas:

  • preparar e orientar as equipes para a mudança: em muitos casos, modernizar os processos da empresa significa romper com metodologias antigas, utilizadas a bastante tempo. Por isso, não é tão simples mudar os processos de uma hora para outra; é necessário preparar o terreno e instruir as equipes ao longo dessa jornada;
  • abrir a mente dos membros da empresa, mudando a sua mentalidade: falamos que é necessário preparar o terreno para as mudanças que se pretender fazer dentro da empresa. Para isso, o passo inicial é mudar a mentalidade dos colaboradores, mostrando os benefícios que a inovação pode trazer, mesmo que isso exija um grande esforço;
  • escolher as ferramentas certas para dar suporte às mudanças: a implementação do Digital First também requer um grande auxílio tecnológico, especialmente quando os processos serão migrados para um formato digital. Nesse sentido, é essencial escolher as soluções mais adequadas para a nova realidade — daí a importância de contar com parceiros especializados e preparados para auxiliar nesse processo.

Por fim, por mais desafiador que seja promover melhorias nos processos empresariais e romper com metodologias tradicionais, inovar é necessário. Ser Digital First requer ousadia e um pensamento disruptivo a todo momento.

Em um mercado tão dinâmico e competitivo, só alcança os melhores resultados aqueles que apostam alto e investem em um Transformação Digital contínua — e você já sabe como fazer isso, não é mesmo?

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SD-WAN x MPLS: Qual melhor opção para as necessidades do seu negócio?

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Muitos gestores que estão modernizando seu negócio se deparam com a questão SD-WAN x MPLS. Afinal, ambas tecnologias são utilizadas pelas empresas para fazer o gerenciamento e as operações de redes.

Entretanto, adotar a alternativa correta será decisivo para o desenvolvimento da sua organização, já que isso impactará na rotina dos colaboradores, nas suas finanças e na segurança.

Como essa escolha gerará muitos reflexos no negócio, é crucial que você leia este artigo no qual esclarecemos o conceito de SD-WAN, de MPLS, suas diferenças, entre outros tópicos relevantes. Acompanhe! 

O que é SD-WAN?

Software-Defined Wide-Area Networking (SD-WAN) é uma abordagem baseada em software para gerenciar a WAN (redes de longa distância). As organizações usam essa tecnologia para fazer uma conexão entre sua rede e data centers.

Além disso, ela também atua em ambientes na nuvem, dispositivos dos colaboradores que trabalham de suas casas, entre outras situações.

Esse recurso possibilita que os gestores gerenciem o tráfego de dados, podendo definir formas prioritárias de troca de informações, como banda larga ou redes móveis (como LTE e 5G).

Na prática, a partir dele, é possível definir se os dados escolherão um caminho mais curto, confiável ou econômico. O SD-WAN também fornece conexões de redes confiáveis e seguras.

O que é MPLS?

Multiprotocol Label Switching (MPLS) é um protocolo usado para transportar pacote de dados da forma mais eficiente e rápida. Em outras palavras, é um recurso utilizado para mover arquivos, dados, vídeos e áudios.

Trata-se de uma tecnologia já consolidada no mercado há muitos anos. Atualmente, é uma opção que serve para implementar novos serviços nas redes de computadores. A popularidade dessa ferramenta se dá pelo fato de contribuir diretamente para a competitividade do negócio.

Para isso, o MPLS é uma escolha da operadora cujo objetivo é mapear a rede privada de IP do usuário e para estruturar tabelas de roteamento virtual à rede. Com isso, pode ser feito o encaminhamento dos dados e de informações de rotas a outros sites do cliente.

SD-WAN x MPLS: quais suas principais diferenças?

Quando se fala em SD-WAN x MPLS, ambas as soluções são similares em seus objetivos, já que buscam facilitar a gestão e o tráfego de redes. No entanto, elas têm diferenças marcantes que podem fazer toda a diferença no desempenho da sua empresa no mercado.

De forma geral, o MPLS permite que os usuários baixem, acessem e consultem arquivos de modo mais seguro e veloz a partir de outros pontos. Isso acontece porque ela conecta de maneira direta dois pontos, o que também evita perdas na qualidade da conexão ou do sinal.

Já o SD-WAN traz várias alternativas de conectividade, podendo fazer com que as informações sejam trocadas tanto por banda larga como redes móveis. O gestor deve gerenciar o tráfego para fazer com que os dados mais relevantes sejam transmitidos pela conexão que gere menos perdas.

Nesse cenário, o MPLS se torna mais vantajoso, pois melhora o funcionamento de aplicativos em tempo real e ajuda na produtividade dos colaboradores.

Além disso, todas as informações serão obtidas em menos tempo e com alta qualidade de serviço (QoS). Por exemplo, videoconferências e serviços VoIP poderão ser utilizados na rotina com a garantia de que funcionarão perfeitamente.

Por que escolher a rede MPLS?

Uma rede MPLS acaba sendo a melhor opção para um negócio que deseja desempenho, simplicidade, escalabilidade e segurança. Conheça seus benefícios a seguir.

Performance

Você observará um ganho significativo na performance do sistema pelo fato do MPLS ser aplicado em uma conexão local dedicada e os pacotes em redes viajarem por rotas pré-determinadas.

Ademais, os roteadores não precisam conferir o IP em cada etapa, fazendo com que o roteamento consuma menos recursos se comparado ao SD-WAN.

Ainda se pode conquistar performance de diferentes formas, como:

  • As solicitações web são divididas entre diferentes rotas, o que evita congestionamento na rede e gargalos;
  • Se houver tempos de inatividade, o MPLS altera o tráfego para uma rota alternativa, assegurando continuidade das operações;
  • Os pacotes de dados têm maior eficiência e desempenho enquanto viajam na rede.

Simplicidade de uso

A rede MLPS pode ser utilizada pelos colaboradores assim que for instalada, sem precisar de configurações extras. Os usuários não precisam de conhecimento específico e não há outras complicações.

Como também, o MPLS é baseado na nuvem. Assim, a empresa que tem um parceiro estratégico e experiente em fornecer Data Centers poderá acrescentar novas conexões remotas sem precisar adquirir hardwares adicionais.

Essa tecnologia é viável em vários cenários de rede, o que facilita a escalabilidade.

Maior segurança

MPLS usa criptografia de ponta a ponta, permitindo que as informações se tornem ilegíveis para terceiros que tentem subtrair as informações.

Sendo assim, a tecnologia proporciona ainda maior proteção ao fluxo de múltiplos protocolos que têm padrões diferentes de criptografia, já que os dados não são conferidos pelos roteadores que os encaminham.

Quais as aplicações do MPLS?

São amplas as aplicações do MPLS, mas as principais delas são divididas nas áreas explicadas a seguir.

Engenharia de tráfego

Consiste em conduzir o tráfego de dados pelo backbone de rede. Quando usado juntamente às redes MPLS, a engenharia de tráfego direciona informações para fluir dentro de uma determinada rede, o que otimiza os recursos.

Além do mais, isso simplifica as operações de rede de IPs e aprimora a usabilidade de banda larga pelos roteadores.

Redes Privadas Virtuais (VPNs)

A Virtual Private Network (VPN ou Rede Privada Virtual) cria uma conexão para mover dados de forma segura. Ao unir VPN e MPLS, a empresa consegue maximizar sua segurança e agilidade na troca de informações simultaneamente.

Fornecimento de classe de serviços

QoS é a priorização de certos tipos de tráfegos na rede, o que é disponibilizado pelo MPLS de diferentes formas. Por exemplo, a rede pode privilegiar entrega de dados por voz, multimídia e aplicativos que funcionam em tempo real.

Como a Ascenty pode ajudar?

Graças à sua ampla expertise no mercado, a Ascenty consegue entregar redes MPLS com alta estabilidade e performance, permitindo que você transmita informações estratégicas com velocidade, baixa latência, grande capacidade de transmissão e ampla segurança. Todas essas vantagens ainda são garantidas por SLA, além disso a Ascenty tem um amplo ecossistema de conectividade com diversos parceiros de conectividade e que podem ser muito úteis em uma oferta de SD-WAN e apoiar na composição do seu projeto de conectividade, isso pelo fato da Ascenty ser 100% carrier neutral.

A Ascenty é a maior empresa de infraestrutura de Data Centers em toda a América Latina, atuando no Brasil, México e Chile.

Como se não bastasse, ela ainda oferece um atendimento de qualidade e suporte especializado, tendo profissionais à disposição para ajudar na implementação de tecnologias, transformação digital e resolução de quaisquer dificuldades que sua equipe encontrar.

Depois de entender sobre SD-WAN x MPLS, percebe-se que a última alternativa é a melhor para que seu negócio continue crescendo saudavelmente. Mas não é qualquer fornecedor que poderá satisfazer suas necessidades, sendo crucial que você aproveite dos serviços, atendimento e suporte de qualidade da Ascenty.

Conheça mais sobre a rede MPLS da Ascenty, seus outros serviços e soluções. Entre já em contato com a nossa equipe!

Tenha mais disponibilidade de conexão através de uma solução de Link Dedicado

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O Link Dedicado é um instrumento excepcionalmente útil para qualquer empresa que deseja manter e aumentar sua competitividade no cenário corporativo atual. Afinal, essa é uma solução que melhora a conexão do negócio de forma geral, permitindo que suas plataformas fiquem mais estáveis, seguras e velozes.

Esta leitura é fundamental para qualquer negócio que ainda utiliza bandas largas convencionais ou precisa de Link Dedicado de qualidade, pois nela você aprenderá mais sobre esse conceito, quais são seus benefícios e como a solução da Ascenty poderá ajudá-lo.

Link Dedicado: o que é?

Também chamado de IP dedicado / Link IP, o Link Dedicado é uma solução desenvolvida especialmente para corporações que precisam de máxima disponibilidade de conexão à web e velocidade. Na prática, a conectividade à internet é realizada por caminho privativo junto ao provedor de serviço, fazendo com que seu negócio receba exclusividade de acesso.

Esse é um serviço que traz garantias que não estão presentes em bandas largas convencionais, como estabilidade, maior velocidade de conexão tanto de download como upload, menor tempo de reparo quando há alguma interrupção, entre outros.

O Link Dedicado pode ser ofertado por empresas que oferecem Data Centers e conectividade. Se o seu negócio almeja migrar para a Cloud, por exemplo, o provedor do Data Center pode entregar um Link Dedicado para maximizar dos benefícios da computação em nuvem.

O que o Link Dedicado é capaz de oferecer ao seu negócio?

Quando comparado à banda larga convencional, um Link dedicado fornece vantagens que ajudarão no desenvolvimento das operações do negócio. Entenda quais são as principais delas a seguir.

Estabilidade

Qualquer instabilidade de conexão pode fazer com que o negócio deixe de realizar uma venda, trazer danos à segurança, imagem perante o mercado, impedir realização de atendimento, prejudicar a rotina dos colaboradores etc.

Geralmente um IP dedicado e protegido não sofre de indisponibilidade, pois as conexões operam com caminhos de recebimento e envio de dados são dedicados exclusivamente para a organização contratante, além de possuírem diversidade nos caminhos de acesso e conexão.

Essa estabilidade normalmente é até mesmo garantida em contrato, sendo que o provedor pode assegurar uma disponibilidade de 99%, por exemplo. Caso essa alta disponibilidade não seja entregue, sua empresa pode solicitar ressarcimento dos momentos que o link permaneceu inoperável.

Performance

Pelo fato da sua organização não usar a mesma banda que outros usuários da rede, a probabilidade de que ocorram gargalos, oscilações ou quedas pelo excesso de conexão é minimizada. Esse benefício impacta diretamente na produtividade de todo o negócio.

Imagine que as áreas da empresa realizem algumas de suas atividades na nuvem, utilizem a internet para se conectarem a outros servidores ou se comunicarem com parceiros, por exemplo.  Caso haja quedas ou abalos constantes, os colaboradores não conseguirão manter constância de seu trabalho.

Por outro lado, com um Link Dedicado seu pessoal conseguirá manter a produtividade máxima, agregar mais valor a cada hora trabalhada e não se estressará durante sua rotina.

Controle da banda

Controlar a velocidade da conectividade é um aspecto importante para qualquer empresa, mas principalmente aquelas do setor de tecnologia. Isso ocorre porque há áreas que precisam de uma capacidade maior para operar (como a TI) e outras necessitam apenas de uma capacidade básica para desempenhar funções mais simples, como registro de informações, envio de documentos, participação de videoconferências, entre outras.

Geralmente, dentro de cada empresa que recebe o Link Dedicado, o líder responsável por segurança e redes pode definir regras para distribuição de prioridades e velocidade que será disponibilizada para cada um dos setores, limitar o tráfego de informações de alguns setores em benefícios de outros. Dessa maneira, há o uso otimizado e inteligente de recursos de conexão, possibilitando mais disponibilidade de banda para atender as demandas da organização como um todo.

Monitoramento no tráfego de dados

Os provedores que entregam o Link dedicado também monitoram de forma mais precisa a transferência de dados. Se houver qualquer problema de instabilidade na conectividade, o profissional do provedor identificará a fonte do transtorno mais rapidamente e poderá restaurar a conexão imediatamente. Ou seja, quando a empresa opta por um Link Dedicado

Segurança

Outro benefício relevante é o fato de o Link Dedicado maximizar a segurança da informação da empresa, pois a maior estabilidade da rede dificulta a invasão por cibercriminosos e instalação de malwares, já que os recursos de segurança também estão em funcionamento contínuo.

Essa vantagem é potencializada se o seu negócio aproveita do Data Center de uma fornecedora especializada e experiente, que ofereça recursos para a proteção de dados.

Esse é o caso da Ascenty, que possui o serviço de colocation, com espaços protegidos e disponíveis para a sua organização hospedar servidores, storages e firewalls,

Link IP: a solução Ascenty para mais disponibilidade de conexão da sua empresa 

Link IP é um link dedicado entregue pela Ascenty que garante todos os benefícios listados anteriormente. Esse serviço tem um diferencial que pode ser ideal para que a disponibilidade da conexão seja maximizada ao seu negócio, pois várias operadoras de telecomunicações são integradas à estrutura física da Ascenty, o que permite o aumento da oferta de conectividade pela redundância de IP.

Em outras palavras, na hipótese de uma operadora ficar indisponível, os dados passarão a ser transmitidos por outra operadora disponível de forma imediata e automática. Isso minimiza os reflexos gerados por possíveis interrupções na conectividade.

O Link IP é mais indicado para negócios que precisam de uma conexão estável, veloz e de ampla disponibilidade para que a empresa continue desempenhando suas atividades com máxima eficiência. Entre os principais diferenciais desse serviço são:

  • Menor latência (tempo de saída e entrada de pacote de dados);
  • Maior escalabilidade no consumo de dados;
  • Garantia do funcionamento do serviço;
  • Conexão com múltiplas velocidades;
  • Transferência ilimitada de dados;
  • Conexão estável à internet;
  • Altíssima disponibilidade;
  • Backbone IP corporativo.

A Ascenty ainda fornece um atendimento especializado e de alta qualidade que estará disponível 24 horas por dia e 365 dias por ano. Seus equipamentos de roteamento também usam tecnologias de ponta e alta performance, que suportam diferentes aplicações e protocolos, bem como a garantia de 100% da banda contratada.

Seja qual for o porte ou ramo da sua empresa, o Link Dedicado beneficiará a rotina da empresa, melhorará seus serviços, a experiência dos usuários, entre outros proveitos. Para assegurar que você esteja recebendo um bom serviço, verifique se o provedor tenha expertise na área e esteja estabelecido no mercado.

Entre agora em contato conosco para conhecer mais sobre o Link IP, a Ascenty,  e se beneficie de todas as vantagens que ela é capaz de oferecer.

 

Como a Ascenty trabalha para que a sua empresa resolva problemas de conectividade

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Enfrentar os problemas de conectividade, para uma empresa, é um dos principais desafios atuais do mundo corporativo. É por isso que a Ascenty criou uma suíte completa de soluções para esses casos.

Você já conhece o ecossistema de conectividade e como o serviço da Ascenty pode ajudar sua empresa a se tornar mais produtiva, moderna e lucrativa?

Neste conteúdo, vamos nos aprofundar no assunto, relacionando nossas soluções com os problemas de conectividade que a maioria das organizações atuais enfrentam. Então, que tal entender mais? É só seguir a leitura e aprender tudo sobre o ecossistema de conectividade. Confira!

Problemas de conectividade: sinônimo de perdas financeiras e de imagem para o seu negócio

Hoje, boa parte das operações de uma empresa se baseiam em experiências digitais conectadas. Falamos, essencialmente, da troca de dados, que acontece em qualquer interação online, independentemente da plataforma.

Quando você envia um e-mail, está gerando e trafegando dados. Quando envia uma mensagem no WhatsApp, o mesmo. E quando um cliente interage com sua solução online, aplicativo ou mesmo com a categoria de “Contato” do seu site, também. Essa troca constante depende da qualidade da rede — ou seja, do seu potencial de conexão.

Isso se trata simplesmente da velocidade da sua internet? Pode até parecer que sim, mas a realidade é que não. Para uma empresa, vários outros aspectos devem ser levados em conta além da velocidade contratada. Sem uma boa conexão à rede (com alta instabilidade e alta latência), sua empresa pode sofrer com quedas e interrupções constantes nos serviços de conectividade.

Tudo isso pode comprometer a disponibilidade dos seus serviços, aplicações, interfaces e programas oferecidos aos clientes (e claro, aos utilizados dentro da companhia). Assim, a organização pode perder oportunidades de negócios, travando os processos de vendas ou mesmo ocasionando a insatisfação e perda do cliente.

E claro, sem falar na queda de produtividade, pois uma conexão ruim ocasiona em momentos de ociosidade, impedindo que as tarefas sejam realizadas dentro do tempo esperado, gerando atrasos.

Porém, não pense que os problemas se limitam apenas a questões operacionais.

Uma má conexão também pode impactar na capacidade da sua empresa de se proteger de ciberataques.

Afinal, muitas vezes, sua organização apenas terceiriza esse serviço, sofrendo com o uso de tecnologias e equipamentos obsoletos ou uma infraestrutura datada.

Ecossistema de conectividade: soluções Ascenty para os principais problemas da área

A Ascenty sabe que as empresas precisam se manter 100% conectadas. Por isso, criou uma solução completa para combater seus problemas de conectividade. O ecossistema une uma porção de serviços completos para o seu negócio se manter conectado e à frente do mercado.

Falamos de soluções especificamente projetadas para potencializar sua conectividade, agindo em cima de pontos-críticos no que diz respeito à qualidade, velocidade e segurança do tráfego de dados.

Mas afinal, quais são as soluções que fazem parte do Ecossistema de Conectividade? Detalhamos a seguir:

Lan to Lan

A solução Lan to Lan é essencial para empresas com matrizes, filiais e diferentes unidades espalhadas por distintas regiões do globo, seja em outras cidades ou mesmo em outros países.

Trata-se de uma conexão segura, privada e totalmente redundante entre seus pontos de negócio. Com isso, seus times, mesmo trabalhando de forma remota, podem se manter em constante contato e em alta produtividade.

Assim, você pode tomar decisões de maneira mais assertiva, bem como obter total responsividade em qualquer processo digital. E o melhor? A Ascenty é uma das únicas empresas a oferecer transmissão via Lan to Lan em conexão com os principais provedores de Cloud Pública do mercado.

MPLS

O MPLS (Multiprotocol Label Switching) é a tecnologia utilizada na transmissão e compartilhamento de aplicações. Com ela, sua empresa viabiliza vários serviços de rede em uma única infraestrutura, chaveando pacotes de dados e possibilitando o encaminhamento direto de fluxos de tráfego na rede.

Um dos benefícios do MPLS é a redução da carga de processamento nos dispositivos de rede. Trata-se de uma rede ponto/multiponto de baixa latência para aprimorar seu desempenho operacional digital.

DWDM

O DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) é uma solução de rede que proporciona uma conexão de alta velocidade e desempenho em uma única fibra óptica.

Ou seja, todo tráfego de dados interconectados entre sua empresa, filiais e matrizes, em seus pontos de rede, é direto, sem intermediários.

É um serviço que atua de forma perfeita com o Lan to Lan, por exemplo.

O DWDM possibilita que sua empresa tenha controle de toda sua conectividade, escalando-a conforme sua real necessidade.

Link IP

O Link IP é um serviço que aproveita dos produtos e serviços das várias operadoras que integram suas conexões à estrutura da Ascenty. Desse modo, criamos uma oportunidade de negócios que beneficia os nossos clientes, potencializando as ofertas para sanar os problemas de conectividade.

Na prática, funciona assim:

Digamos que uma das operadoras apresente falhas na entrega dos serviços. Com o Link IP, os seus dados são automaticamente transferidos a outra operadora, que se encarrega da conexão.

Trata-se de uma garantia para a continuidade das suas operações.

IX

Não se engane com o meio de pagamento. O serviço de conexão com o IX trata-se de Pontos de Interconexão dos IX (estruturas físicas localizadas na ponta de várias redes, aprimorando a troca de dados).

Com o a presença do IX na Ascenty, sua empresa pode se vincular diretamente às principais redes de tráfego do mundo todo, aproveitando o que os melhores provedores têm a oferecer. Na Ascenty, a conexão com o IX agrega os serviços de conectividade de São Paulo, Campinas, Fortaleza e Chile.

Cross Connect

Já o Cross Connect é uma solução que proporciona uma conexão segura e direta com múltiplos ambientes dentro de um mesmo data center.

Ou seja, sem intermediários.

Sua empresa pode, assim, se conectar a diferentes provedores e operadoras hospedados no data center da Ascenty, aproveitando dos serviços oferecidos com alta conectividade e baixíssima latência.

AICX

Trata-se de uma plataforma robusta e rica em conteúdo, basicamente composta por conectividade com as principais empresas de streamings, redes sociais e conteúdos ricos, que agregam valor aos negócios que necessitem de conexões privadas e diretas com essas empresas, além de servir como um ponto de total resiliência aos meios convencionais de acesso aos conteúdos da internet.

ACCX

O Ascenty Cloud Connectivity Exchange é porta de entrada para as empresas que necessitem utilizar e interconectar as principais nuvens publicas do mercado entre si e que também precisem se conectar de forma direta a todas elas, e em um mesmo contexto de conectividade.

Por exemplo: Seu negócio pode demandar de várias facilidades que são oferecidas por diversas nuvens publicas, porém o ACCX garante que a conectividade entre uma nuvem e outras seja feita em alta capacidade, baixa latência e com altíssima disponibilidade.

E a sua empresa, interessada em potencializar e revolucionar seus processos, resolvendo os problemas de conectividade? Então conte com o Ecossistema de Conectividade da Ascenty!

Agende uma reunião conosco para entender como fazer parte dessa solução!

Computação de Borda: resolva o problema de alta latência da sua empresa 

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Para quem busca soluções de conectividade que possam revolucionar a forma que o seu negócio opera, a computação de borda não é uma novidade. Porém, no mundo dos negócios como um todo, esse conceito é encarado como embrionário. 

Vale lembrar que até mesmo aqui no blog já nos aprofundamos no que é computação de borda. Afinal, é a mesma coisa que edge computing — uma tradução do termo que se tornou uma tendência. 

Porém, você sabe o que é computação de borda, onde ela pode ser aplicada e quais suas vantagens, especialmente em empresas que buscam baixíssima latência na sua conexão? 

Explicamos neste conteúdo, siga a leitura para aprender mais. Confira! 

Você já ouvir falar da Computação de Borda ou Edge Computing? 

A computação de borda (ou edge computing) é um conceito descentralizado de computação, no qual a arquitetura pode gerar, armazenar e processar dados localmente. 

Desse modo, para que uma empresa processe os dados emitidos por sensores de temperaturas em seu chão de fábrica, por exemplo, não é necessário esperar que as informações sejam emitidas de cada sensor por WiFi até um data center centralizado em um local distante, normalmente na nuvem

Na verdade, com a computação de borda, os data centers geralmente são menores, mas localizados em posições estratégicas (ou muitas vezes, são parte do próprio dispositivo que gera os dados), encurtando o tráfego dessas informações. 

Desse modo, as informações viajam uma distância muito menor e são processadas mais rápido e facilmente. Consequentemente, são necessários menores investimentos em internet e banda, já que o processamento ocorre de maneira mais eficaz. 

Agora, talvez você se pergunte como a computação de borda funciona? Bom, já estabelecemos que sua principal diferença para o modelo de computação atual é a descentralização. 

Isso quer dizer que a borda depende de um investimento considerável em infraestrutura, já que é necessário alocar menores data centers por todas as regiões, criando uma malha de conectividade robusta e resiliente.  

No entanto, na prática, a edge computing não depende somente de “pequenos data centers” espalhados por aí. Na verdade, é um conceito que aceita que os próprios dispositivos que geram os dados (como os sensores, do nosso exemplo anterior) sejam responsáveis por armazená-los e processá-los. 

Ou seja, uma rede composta não apenas por grandes, médios e pequenos data centers, mas por microprocessadores de dados. Dessa forma, esses dispositivos todos podem atuar na borda da rede (percebeu de onde vem o nome?), facilitando o processo computacional. 

Saiba como a computação de Borda é capaz de auxiliar em diversos segmentos 

E afinal, como a computação de borda impacta a indústria como um todo? Nem somente no chão de fábrica essa tecnologia se aplica. Na verdade, por ser uma maneira diferente de processar dados, oa edge computing pode ser aplicadoa em múltiplas funções por todo mercado, trazendo vários benefícios

Confira as principais! 

Saúde 

Na área da saúde, a computação de borda permite que os dados coletados por sensores e outros dispositivos médicos sejam processados ​​onde os pacientes estão. É essa proximidade dos recursos de computação e armazenamento que ajudará a transformar o setor. 

Por exemplo, a computação de borda oferece suporte ao monitoramento remoto de pacientes a partir do monitoramento de dispositivos médicos, como monitores de glicose e medidores de pressão arterial, e alertando os médicos sobre leituras problemáticas. 

Ou seja, é algo que possibilita uma leitura e tomada de decisão em tempo real. 

Em muitos casos, a computação de borda e as redes 5G estão sendo usadas para alimentar a cirurgia robótica. 

Esses sistemas permitem procedimentos mais precisos e menos invasivos. Eles também estão sendo usados ​​para conectar cirurgiões especialistas com pacientes fisicamente longe, possibilitando tratamentos de forma remota. 

A cirurgia robótica é possibilitada pela instalação de câmeras e outros sensores em instrumentos cirúrgicos. Esses dados são então transmitidos em tempo real para um computador que os processa e orienta o cirurgião. 

Educação 

Ao aproximar os servidores de sensores e dispositivos conectados, as instituições de ensino podem aproveitar o Big Data para obter insights ​​mais rapidamente.  

Além de reduzir custos de banda, a computação de borda aprimora e melhora a aplicação de recursos de Realidade Aumentada (AR) nas escolas. Em vez de tentativas fragmentadas de comunicações, oa edge computing pode tornar a AR mais realista e adaptável para o aprendizado. 

Assim, com auxílio da Internet das Coisas, os educadores podem explorar sistemas de machine learning que recebem informações dos alunos e respondem instantaneamente. 

Isso dá aos estudantes um feedback progressivo que pode melhorar suas respostas cognitivas e processos de pensamento, e sistemas inteligentes como AR podem se adaptar ao estilo de aprendizagem do aluno e sugerir currículos adequados. 

Financeiro 

No caso do setor financeiro, o conceito dea edge computing ajuda as empresas a encurtar o caminho entre suas marcas e os clientes.  

Os programas tradicionais de engajamento costumam ser extremamente ineficientes. 

Nas localizações físicas de um banco, anúncios estáticos são exibidos sem direcionamento além da análise básica dos segmentos da base de consumidores, por exemplo. 

Os bancos vão querer aproveitar a flexibilidade da nuvem (com atualizações rápidas e flexíveis para materiais publicitários), mantendo os benefícios da computação local (por exemplo, alterações em tempo real para personalizar a publicidade). É aqui que as soluções de borda podem ajudar. 

Outro ponto é que uma das questões mais críticas nas instituições financeiras e especialmente nos bancos é a segurança dos dados dos clientes. Com a computação de borda, os bancos podem responder a perguntas sobre segurança de dados do consumidor de forma mais direta. A resposta é simples, pois a tecnologia processa os dados próximos à fonte e, assim, elimina a necessidade de upload de dados para a nuvem pública. 

Nesse caso, as informações não passam pelo risco de interceptação em canais de transferência utilizados por aplicativos na nuvem. É uma maneira de se adequar de maneira mais robusta às diretrizes da LGPD e outros regulamentos de segurança. 

Problemas de alta latência? Saiba como a computação de borda pode ajudar 

Agora, como a computação de borda impacta na questão da latência

Justamente por ser uma infraestrutura descentralizada, os dados não precisam de tanta banda para viajar do ponto onde foram gerados até o ponto onde serão armazenados e processados. 

Com execução local, oa edge computing simplifica o processo computacional, possibilitando que, em suas aplicações, traga resultados e insights instantâneos. Ou seja, ideal para empresas que precisam se mover à velocidade dos negócios de hoje — em tempo real! 

E você sabia que pode contar com a Ascenty no fornecimento das principais soluções de conectividade do mercado brasileiro? 

Além de líder em data centers em toda América Latina, engajada com o meio ambiente (sendo 100% carbono neutro), a Ascenty está conectada aos principais cloud providers do mundo e conta com uma equipe focada em apoiar o desenvolvimento de soluções, estratégias de conectividade e Edge Computing para os clientes, provedores de conteúdo de OTTs do marcado. 

Assim, sua empresa pode aproveitar serviços como o Cloud Connect, conectando-se aos maiores players de soluções digitais do mercado, como Oracle, Google, AWS e Microsoft. 

Tudo isso com conexões rápidas e privadas, além disso conta com a presença do IX.br em seus Data Centers, o que facilita o acesso a um ecossistema de conectividade de alta qualidade. 

Que tal conhecer mais e entender como a Ascenty pode ajudar o seu negócio a evoluir na questão da conectividade? Agende uma reunião conosco

Data Center físico ou virtual? Saiba em qual solução investir 

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Na hora de modernizar a infraestrutura de um negócio, o data center é um dos principais pontos a ser discutido. Porém, existe muita dúvida entre a eficiência do Data Center Físico e do Virtual. 

Afinal, qual dos dois é melhor e por quê? Quais as vantagens e desvantagens de cada modelo? Essas são questões rotineiras na rotina de líderes de negócio que precisam tomar a decisão mais assertiva. 

Para ajudar a obter as respostas, criamos esse conteúdo. Nele, você vai entender exatamente quais as diferenças entre um data center físico e virtual, bem como os prós e contras de ambos. 

Confira! 

Quais as vantagens e desvantagens em investir em um Data Center físico 

Afinal, por que o data center físico ainda é tão relevante? Antes de conhecer essa resposta, é pertinente dar uns passos atrás para entender exatamente do que falamos: 

Um data center físico é o tipo mais tradicional, com um local físico que armazena todo equipamento de TI, como servidores, roteadores, cabos, hardware e outros elementos técnicos, como: 

  • Infraestrutura de energia e refrigeração; 
  • Banco de dados para armazenar informações; 
  • Computação, memória e poder de processamento; 
  • Rede para conectar os componentes e acessar a internet. 

Tudo isso, claro, dentro das instalações da empresa em si — em um modelo popularmente conhecido como “on-premise”. 

Vantagens 

Agora quais as vantagens? Separamos as principais, confira: 

  • Se você está começando do zero, pode construí-lo na medida para atender às suas necessidades. 
  • Quando for necessário atualizar, é a sua empresa que tem total autonomia para fazê-lo, de maneira customizada. 
  • Você controla o acesso às instalações a indivíduos de sua própria organização ou terceiros confiáveis. 
  • O data center físico on-premise pode fornecer conexão de baixa latência aos sistemas, plataformas e dados. 

Desvantagens 

E quais as desvantagens? 

  • A construção e o gerenciamento contínuo da infraestrutura do data center físico geralmente são mais caras, afinal, há os custos de manutenção do local, dos equipamentos e da segurança — que normalmente são 24 x 7 x 365. 
  • Os custos também podem ser altos no caso de problemas com hardwares, que exigem troca instantânea, o que prejudica o caixa da operação. 
  • O data center físico costuma ser menos eficiente em termos de energia, exigindo maior poder de resfriamento. 
  • Um data center físico depende de endereços IP estáticos. 
  • Algumas organizações podem sofrer com a exclusividade a um tipo de fornecedor de hardware, pagando mais por algo que não utilizam. 
  • A escalabilidade se torna um problema, pois será necessário investir em expansão física para escalar a infraestrutura de TI — uma dificuldade para empresas que alugam o espaço do escritório. 

Quais os as vantagens e desvantagens em investir em um Data Center Virtual 

Agora que você aprendeu o que é data center físico, é hora de entender o que é e como funciona o data center virtual. 

Trata-se de uma versão virtualizada do data center. Toda infraestrutura é centralizada em um provedor especializado, que possui espaço físico e capacidade de manter equipamentos de última geração. 

Dessa forma, o servidor é virtualizado, assim como todos os recursos de um data center, que ficam localizados na nuvem ou em servidores próprios, mas dentro das instalações da provedora. 

Assim, para as empresas, não há necessidade de construir toda infraestrutura e instalações para comportar os equipamentos físicos. Basta assinar o data center como um serviço, contratando-o junto à provedora. 

Esse é o Colocation, que pode ser tanto físico (o aluguel de espaço dentro das instalações da provedora) ou virtual (o aluguel de capacidade de armazenamento, processamento e conexão na infraestrutura de TI da provedora). 

Vantagens 

Vamos falar sobre as vantagens desse modelo de data center? Confira! 

  • Redução considerável de investimentos iniciais, pois não há necessidade de comprar hardware e nem construir infraestrutura. 
  • Menores custos na configuração e manutenção. 
  • Acesso a suporte especializado para auxiliar em toda instalação, configuração, manutenção e licenciamento de softwares. 
  • Redução da necessidade de contratar uma grande equipe de TI. 
  • Potencial para consolidar servidores e aumentar a eficiência da carga de trabalho. 
  • Redução da pegada ambiental devido a cargas de trabalho compartilhadas, operando de maneira mais sustentável

Desvantagens 

  • Potencial para custos mensais recorrentes mais altos. 
  • Possíveis problemas com compatibilidade de aplicativos, que são melhores resolvidos com auxílio de um provedor experiente. 
  • Grande dependência das cláusulas firmadas em SLA
  • Sua empresa não controla de maneira independente seu servidor e os aplicativos executados nele. 

Data Center virtual ou físico? O que levar em conta na hora de escolher o melhor para a sua empresa? 

Cada vez mais, a computação na nuvem se torna uma exigência para os negócios atuais. Por isso, é muito difícil afirmar que o futuro da TI não está conectado à virtualização de servidores. 

Nesse sentido, o data center virtual ganha pontos. 

Além disso, vale relembrar que o trabalho hoje é diferente do que era anos atrás. O trabalho remoto e flexível é uma tendência em enorme crescimento. 

A questão é que, para possibilitar isso, é essencial contar com uma infraestrutura de dados dinâmica, acessível de qualquer lugar do mundo — o que a nuvem oferece! 

No entanto, o data center físico ainda tem seu valor em determinadas ocasiões, especialmente para empresas que veem valor na adoção de uma estratégia híbrida — dividindo servidores físicos com virtuais. 

Em geral, a indicação é se guiar por: 

O colocation é um tipo de serviço ideal para empresas que buscam a autonomia de decidir sobre os seus dados, mas buscam um ambiente e profissionais dedicados para cuidar da infraestrutura em si. 

Essa solução se encaixa nas necessidades de negócios de todos os perfis, pois é perfeitamente escalável, segura, com baixa latência e alta redundância. 

Se interessou? 

A Ascenty, líder em data centers na América Latina, tem o melhor serviço de Colocation no mercado — inclusive, figurando no topo do quadrante de Colocation do relatório ISG Provider Lens™ em 2020 e 2021! 

Que tal entender como nossa infraestrutura pode servir e potencializar a sua operação? Entre em contato com nossos especialistas

Por que confiar em um parceiro preocupado com segurança e saúde ocupacional? 

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A Segurança e Saúde Ocupacional (SSO) é tema de preocupação para empresas de todos os setores — e cada vez mais, é uma condicional para que negócios aconteçam. Sua empresa já exige que seus parceiros tenham certificados na área? Se a resposta é positiva, ótimo! É um excelente caminho para se diferenciar no mercado. 

Agora, se a resposta for negativa, saiba que sua operação corre o risco de lidar com problemas na sua rotina. Afinal, falamos de uma prática que assegura a segurança no trabalho, controlando e mitigando o acontecimento de acidentes no ambiente operacional. 

É por isso que confiar em um parceiro que investe ativamente em SSO é tão importante! 

Que tal entender mais? Preparamos um conteúdo para explicar o quão relevante é estruturar sua estratégia de negócios com base em diretrizes de segurança e saúde ocupacional. Confira! 

Entenda mais sobre o conceito de segurança e saúde ocupacional 

Segurança e saúde ocupacional (SSO) é um ramo da saúde que visa melhorar os padrões de saúde e segurança no ambiente de trabalho. Afinal, cada ocupação tem riscos de saúde ou segurança associados, e é responsabilidade dos empregadores garantir que seus funcionários possam realizar suas atividades diárias com a maior segurança possível. 

Entre os riscos que uma empresa pode enfrentar, é preciso levar em conta os seguintes: 

  • Perigos físicos: fatores ambientais que podem levar a lesões, como fiação elétrica exposta, pisos molhados, excesso de calor e ruídos, entre outros. 
  • Perigos biológicos: fatores que podem levar a doenças, infecções e outras condições graves de saúde, como presença de mofo e fungos, bactérias, vírus, esgoto, entre outros. 
  • Perigos químicos: condições que podem ser ingeridas, inaladas ou entrar em contato com a pele, ocasionando problemas variados. 
  • Problemas ergonômicos: fatores que sobrecarregam os músculos, tendões e outros tecidos conjuntivos do corpo. Eles podem resultar de má postura, levantamento/movimento repetitivo ou desajeitado, ocasionando dores e problemas no corpo humano. 
  • Perigos psicológicos: riscos que podem levar à ansiedade, depressão, problemas de concentração, desatenção ou negligência. Esse tipo de risco inclui estresse relacionado ao trabalho, fadiga, assédio e violência. Essas condições podem, por sua vez, levar a problemas morais, redução da produtividade e qualidade do trabalho e aumento do risco de lesões. 

O SSO estabelece padrões, processos, boas práticas e metodologias que eliminam ou, ao menos, reduzem os riscos no local de trabalho. 

Mas entenda: a segurança e saúde ocupacional é um guarda-chuva muito amplo. 

Ou seja, abrange não apenas as provisões de primeiros socorros e a operação segura de maquinário pesado, mas também a prevenção de infecções/contaminações, boas práticas ergonômicas e métodos para responder à violência no local de trabalho. 

Por que procurar por parceiros que estão preocupados com a segurança e saúde ocupacional 

Que a segurança e saúde ocupacional são essenciais, você já sabe. Mas provavelmente seu pensamento esteja na sua própria empresa — por que seria tão importante considerar esse aspecto nos seus parceiros comerciais? 

É algo que cada vez mais empresas fazem: exigir que seus fornecedores possuam diretrizes estabelecidas, bem como certificações, que atestem seus esforços em direção à segurança dos colaboradores. 

E os motivos são simples! Confira alguns dos principais: 

Representa uma liderança comprometida 

Ao implementar a segurança e saúde ocupacional como um dos valores centrais da organização, os funcionários reconhecerão o compromisso da administração, o que vai influenciar positivamente no seu engajamento. 

Falamos de uma cultura de segurança que vai moldar as crenças e atitudes dos funcionários, o que vai garantir entregas de maior qualidade. 

Conformidade com as obrigações legais, setoriais, sindicais e contratuais 

As organizações precisam estar cientes da legislação e garantir que sua operação esteja em conformidade, atualizada em relação a todas as políticas e procedimentos. 

A falta de compromisso nesse ponto pode levar o seu fornecedor a precisar arcar com multas e sanções, que prejudicam a prestação de serviços — sem contar no quesito qualidade! 

Redução de riscos para a força de trabalho 

Tomar a iniciativa de se posicionar como um empregador responsável é uma bela maneira de fazer publicidade de um negócio, concorda? 

Da mesma maneira que essa afirmação é verdadeira para seu negócio, é também para os seus parceiros comerciais, que vão atrair os melhores talentos e prestar melhores serviços. 

Melhora a produtividade 

Melhorar as práticas e procedimentos de SSO mantém os colaboradores seguros, assegurando a continuidade operacional, reduzindo os acidentes e otimizando a produtividade. 

Contribui com os valores do seu negócio 

Contar com parceiros comerciais investidos na ideia do SSO é bom de diversas maneiras, como no apelo mercadológico ao seu negócio. 

Cada vez mais, os consumidores desejam adquirir produtos e serviços produzidos de forma ética. 

Estruturar uma cadeia de suprimentos de modo que ela seja ética, compromissada com os princípios e leis do SSO, é uma forma de conquistar a atenção desses consumidores. 

Além disso, vale mencionar que talentos de novas gerações estão cada vez mais engajados nas questões ambientais, éticas e de segurança do seu trabalho. 

Eles querem trabalhar para marcas que apoiem e que as façam sentir- se bem — e o que melhor do que um ambiente de trabalho seguro para atraí-los? 

E claro, lembre-se que cada vez mais os investidores estão buscando apoiar empresas que estejam comprometidas com a sustentabilidade e responsabilidade social, o que inclui um alto nível de proteção aos funcionários. 

ISO 45001: conheça mais sobre essa certificação ganha pela Ascenty 

 Você sabia que a Ascenty possui o certificado ISO 45001, que atesta a empresa como pioneira no Brasil em práticas que exijam a excelência em segurança e saúde ocupacional? 

Líder no segmento em toda América Latina, a Ascenty é também a primeira empresa do setor de data centers a conquistar a certificação. 

O processo de adequação levou cerca de 16 meses e mobilizou todos os níveis de operação da empresa, resultando em benefícios para a nossa já qualificada equipe, bem como para nossos clientes! 

Que tal contar com o apoio de uma empresa especialista, referência em data centers e soluções de conectividade, capaz de garantir total segurança e saúde operacional? 

Então entre em contato com a Ascenty e saiba como nossas soluções podem transformar sua operação digital! 

Qual a real importância do compliance de TI para a sua empresa? 

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A falta de cumprimento das boas práticas de segurança da informação, bem como de leis e políticas de privacidade internas pode abrir brechas na infraestrutura de um negócio. Por isso, o compliance de TI é tão importante. 

E a sua organização, já está alinhada com o compliance em TI ou ainda sofre para entender como implementar as normas, evitando que os dados, processos e o próprio caixa da empresa sofram as consequências? 

Na prática, quando falamos de compliance em TI, trata-se basicamente de um instrumento que assegura maior nível de competitividade diante dos concorrentes, bem como reforça a resiliência da sua infraestrutura tecnológica. 

O grande problema é que muitos gestores, líderes e demais tomadores de decisão nas empresas pouco sabem sobre o conceito, sua relação com a Segurança da Informação e como implementá-lo em sua operação. 

Por isso, preparamos um guia simplificado, respondendo a todas essas questões. Vamos aprender mais? Siga a leitura! 

Por que a sua empresa precisa estar em compliance de TI? 

E afinal, por que o compliance de TI é algo que a sua empresa precisa seguir? Afinal, as diretrizes de segurança da informação não são o suficiente para garantir que o negócio não abra brechas em sua infraestrutura de dados? 

Compliance nada mais é do que um termo inglês que significa “conformidade”. 

Ou seja, estar em compliance é o mesmo que estar em conformidade, atendendo a um conjunto de regras ou padrões. 

Como disciplina corporativa, a segurança da informação está preocupada com confidencialidade, integridade e disponibilidade de informações e ativos de tecnologia de uma organização. 

Assim, compliance de TI significa ser capaz de atender a regras ou padrões sobre a proteção de dados e informações. Hoje, existem uma série de regulamentações governamentais (como a LGPD), industriais, setoriais, entre outras, para qualquer organização. São normas, boas práticas e exigências que determinam requisitos específicos de segurança. 

E uma coisa é saber que essas diretrizes e regras existem — hoje, é difícil encontrar um líder de negócio que não saiba o que é ou do que se trata a LGPD. No entanto, outra é garantir que a sua empresa siga essas diretrizes e regras — o que o compliance de TI faz!  

Compliance de TI e Segurança da informação não são sinônimos 

Apesar dos termos parecerem sinônimos, compliance de TI e segurança da informação são coisas diferentes, mas que geram o mesmo resultado.  

Na prática, o compliance é a forma que uma empresa se organiza para cumprir com determinações, regras, normas, boas práticas e exigências de fornecedores, clientes e governos. É algo que lida com a aderência aos requisitos aplicáveis, que podem ser estatutários, internos ou contratuais. 

Não existe apenas um tipo de compliance, na verdade, é algo que se aplica a todas as empresas. 

Em um chão de fábrica, por exemplo, os funcionários que operam o maquinário devem cumprir o compliance relativo à sua função, que obviamente vai focar em evitar acidentes. 

Já no setor fiscal, o compliance relativo à sua função tem como foco evitar fraudes tributárias que prejudiquem o negócio em relação ao Fisco.  

O mesmo pode se dizer do compliance de TI, que assegura que a disciplina de segurança da informação seja seguida! Essa, por sua vez, é um conjunto de práticas, ferramentas, métodos e diretrizes com foco em garantir a integridade da infraestrutura tecnológica do negócio. Mantendo assim seguros os dados dos clientes. 

Por exemplo, o compliance de TI não vai ensinar como se proteger de um ciberataque — esses pilares são definidos pela política de segurança de informação de um negócio. 

A segurança de TI e a proteção de dados geralmente não se limitam apenas a medidas baseadas em conformidade, mas em diretrizes de regulamentação externas guiados por princípios — como é o caso da LGPD. 

A lei brasileira de dados não diz que a empresa deve instalar um software X e um antivírus Y, apenas que deve garantir a confidencialidade e integridade dos dados de seus clientes pessoas físicas. 

Qual o caminho para a implementação do compliance de TI na sua empresa 

E afinal, como garantir o compliance de TI em sua empresa, assegurando que os funcionários e gestores sempre sigam as melhores práticas de segurança da informação? 

Bom, essa é uma jornada um tanto complexa, mas que pode ser resumida a alguns passos, como: 

  • Entendimento dos requerimentos legais, internos e contratuais que devem ser aderidos; 
  • Assessment dos treinamentos, ferramentas e métodos necessários para tanto educar os colaboradores, como assegurar que eles possam cumprir os requerimentos; 
  • Uso de soluções que monitorem por meio do rastreio de KPIs o desempenho da empresa ao seguir o compliance. 

Vale ressaltar a importância de realizar treinamentos, de modo a não apenas inteirar os colaboradores sobre o assunto, mas verdadeiramente engajá-los, mostrando a importância do tema. Além disso, o uso da tecnologia é essencial. 

Com uma infraestrutura robusta e escalável, contando com auxílio de um provedor que possua as principais certificações do mercado, a segurança física e digital do seu negócio está garantida! 

Como a Ascenty pode ajudá-lo nesse sentido  

E afinal, você sabia que a Ascenty pode ser uma parceria valiosa na jornada da sua empresa em busca do compliance de TI? 

Além de ser líder em data centers na América Latina, bem como contar com um amplo portfólio de serviços de conectividade e suporte, a Ascenty também possui os principais certificados de segurança. 

Ou seja, buscando uma infraestrutura resiliente para hospedar seus servidores ou locar um rack em nosso próprio data center? 

Conte com a Ascenty, empresa certificada com o ISO 27001, que define o padrão mundialmente aceito de gestão da Segurança da Informação em ambientes de TI. 

Estamos alinhados com as principais organizações de tecnologia do mundo! 

Outra prova é a nossa Certificação PCI DSS, que assegura total integridade dos dados na hora de processar pagamentos online via cartões de crédito. Assim, não importa se o seu negócio é uma indústria B2B com foco no outbound ou uma rede de varejo com raízes no e-commerce B2C, você pode confiar nas nossas soluções! 

Que tal aprender mais sobre as nossas possibilidades e como a Ascenty pode ajudar seu negócio? Converse com nossos especialistas

Afinal, o que são as Smart Cities?

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Que as Smart Cities são parte essencial do nosso futuro em sociedade já não é uma novidade. Para quem acompanha as evoluções e tendências tecnológicas de perto, sabe o quão promissoras as cidades inteligentes são. 

No entanto, não se trata simplesmente de uma evolução tecnológica que se aplica apenas ao urbanismo de uma cidade, nem apenas à esfera pública. Na verdade, Smart Cities são tão interessantes e populares por conta das oportunidades que apresentam a negócios de todos os tipos. 

Afinal, ter uma cidade inteligente e completamente integrada é um desafio e tanto! E então, que tal aprender mais sobre o assunto, conhecendo alguns exemplos de cidades inteligentes e as principais tecnologias utilizadas? Confira! 

Smart Cities: o que são? 

Smart Cities são, como a tradução indica, cidades inteligentes. De acordo com a definição da IBM, trata-se de um município que utiliza a tecnologia da informação para melhor controle, otimizar e interconectar suas operações, tornando a utilização de recursos mais eficiente. 

Em resumo, uma cidade inteligente usa uma estrutura de tecnologias de informação e comunicação para criar, implantar e promover práticas destinadas a enfrentar os desafios urbanos, criando assim uma infraestrutura tecnologicamente sustentável e integrada. 

E como isso é feito? De diversas formas — muitas das quais ainda sequer descobrimos. Por exemplo, uma Smart City pode coletar e analisar dados de sensores de IoT e câmeras de vídeo. Assim, é possível entender o ambiente de forma mais contextualizada, acionando alguns dos serviços básicos de maneira otimizada e automatizada. 

Além disso, uma lixeira pública pode entrar em contato com a cidade para atendimento quando estiver perto da capacidade, em vez de esperar por uma coleta programada. 

Alguns exemplos de cidades inteligentes que você precisa conhecer 

As Smart Cities são apenas produtos de sonhos distantes ou já são realidade? Bom, certamente há cidades no caminho para uma integração completa entre sociedade, serviços públicos, urbanismo e tecnologia. 

Temos exemplos tanto no Brasil, mas especialmente fora. Que tal conferir os principais? 

Curitiba 

No Brasil, Curitiba, capital do estado do Paraná, se destaca como um exemplo de cidades que mais se aproximam do conceito de “smart city”. 

Entre as tecnologias e iniciativas, podemos destacar a Muralha Digital, que faz monitoramento com câmeras de reconhecimento facial, térmicas e radares doppler conectados ao Centro de Controle Operacional, com objetivo de aumentar a segurança pública. 

Além disso, existe o app Curitiba 156, o portão do cidadão, que foi totalmente repaginado e redesenhado, com foco no mobile-first e na usabilidade. 

Ele possibilita que os habitantes acessem serviços essenciais da prefeitura (como horários de ônibus e o deslocamento em tempo real dos veículos). 

Barcelona 

Barcelona, na Espanha, é uma cidade antiga, mas que já prepara o terreno para se adequar ao futuro. Hoje, ela é considerada uma Smart City 3.0, pois a forma que esse conceito é aplicado considerando uma maciça participação popular. 

Existem fóruns digitais criados para contextualizar os habitantes sobre a integração de tecnologias e urbanismo, bem como plataformas próprias para incentivar crianças a seguir carreiras de cunho tecnológico ou científico. 

Songdo 

Songdo, na Coréia do Sul, é considerada a primeira cidade inteligente do mundo. Não por menos, é um município extremamente novo: começou a ser construída em 2005, em torno de um aeroporto que fora inaugurado recentemente. 

Seu projeto original previa 40 mil habitantes, com objetivo de ser 100% controlada por softwares, contando com tecnologia wireless para conectar todos os cantos da cidade. 

Hoje, Songdo conta com 80 mil habitantes. À princípio, essa cidade seria quase uma utopia moderna: sem carros, completamente sustentável e high-tech. 

No entanto, hoje, as conquistas de Songdo já são uma referência no mundo todo: por exemplo, o sistema de lixo é feito com tubos que levam automaticamente os dejetos para uma central, onde o próprio sistema os separa em lixo reciclável e lixo a ser queimado. 

Nova Iorque 

A cidade de Nova Iorque também implementou algumas inovações que a colocam no patamar de smart city. 

Uma delas é a solução que se aproveita de dados coletados por diversos serviços espalhados pela cidade, como de estacionamentos ou semáforos, para compor uma ficha das pessoas suspeitas e procuradas pela polícia. 

Assim, os oficiais podem acessar esse documento com poucos cliques, contando com informações atualizadas em tempo real. 

Além disso, a prefeitura disponibilizou lixeiras públicas equipadas com sensores IOT, capazes de identificar a capacidade restante e avisar aos coletores, possibilitando um agendamento eficiente do recolhimento. 

As principais tecnologias que fazem parte de uma Smart City 

As Smart Cities usam uma variedade de tecnologias, softwares, redes de comunicação e soluções de conectividade para proporcionar uma vivência mais conectada aos seus habitantes. 

Que tal conhecer as principais? Confira: 

Rede 5G 

Ainda uma novidade, a rede 5G já é uma das principais e mais aguardadas tecnologias quando o assunto é smart cities. 

Afinal, o nível de conectividade que essas novas redes suportam vai muito além das atuais, apresentando várias oportunidades aos negócios e governos por trás da modernização de seus espaços públicos. 

Inteligência Artificial 

A inteligência artificial também é necessária para servir de “cérebro” de toda operação de uma smart city. 

Afinal, entender e interpretar os dados, encontrando soluções convenientes, eficientes e mais baratas é um trabalho complexo, que vai exigir o auxílio de uma IA capacitada. 

IOT 

Dentre todas as tecnologias para as Smart Cities, a IoT é a mais importante. 

Trata-se, basicamente, de uma rede de dispositivos conectados que se comunicam e trocam dados. Isso pode incluir qualquer item, desde veículos a eletrodomésticos e sensores na rua. 

Os dados coletados desses dispositivos são armazenados na nuvem ou em servidores para permitir melhorias na eficiência dos setores público e privado e proporcionar benefícios econômicos e melhorias na vida dos cidadãos. 

Tecnologia Geoespacial 

A tecnologia geoespacial é um campo que inclui soluções de fotogrametria, sensoriamento remoto, mapeamento, sistemas de informação geográfica (GIS), entre outros. 

Ela pode ajudar de várias maneiras, como coletando informações em tempo real sobre vagas de estacionamento disponíveis em certas áreas, ou analisando onde a prefeitura deve oferecer novos serviços de saúde. 

Cloud Computing e Edge Computing 

E claro, é necessário contar com tecnologias que ajudem a processar tamanha quantidade de dados — o que a cidade e as empresas ganham com uso de cloud e edge computing

A cloud computing trata-se de uma tecnologia de armazenamento e processamento remoto, mas centralizado em uma única infraestrutura. Já a edge, ou computação de borda, diz respeito a um conceito que aproxima o armazenamento e, principalmente, o processamento da fonte de dados. 

Assim, em vez das informações serem enviadas a um data center centralizado em um local fixo (o que gera latência), os dados são enviados a um micro data center próximo da fonte. 

Como a conectividade é essencial para o sucesso das Smart Cities 

Agora que você conheceu mais sobre o conceito e todo potencial da Smart Cities, deve ter percebido o quão essencial é a conectividade para que as cidades inteligentes existam, certo? 

A Ascenty, líder em data center em toda América Latina, também é referência na entrega de serviços de conectividade, com um ecossistema de soluções ideais para negócios de todos os tipos. 

Entre elas, podemos mencionar: 

  • Cross Connect; 
  • Cloud Exchange;
  • IX.Br (PIX PTT); 
  • Internet Exchange. 

E o nosso ecossistema de conectividade, que serve como um hub que liga sua empresa aos principais provedores de serviços cloud. 

Com a Ascenty, sua empresa tem alto desempenho e flexibilidade para entregar soluções robustas, ideais para aplicações tão ousadas como em Smart Cities. 

Que tal entender mais? Entre em contato com nosso time e conheça mais sobre o portfólio da Ascenty

Como a Ascenty atua na implementação da tecnologia educacional

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Para uma instituição de ensino ou edtech, já não há dúvidas que a tecnologia educacional é o caminho a se seguir quando o assunto é modernizar seu negócio. Cada vez mais, o mundo caminha para uma realidade mais conectada, digital e, por isso, exigente, e ele se aplica à educação. 

Alunos de todos os níveis, bem como pais de crianças no ensino básico e educadores buscam formas de unir a tecnologia ao aprendizado, ansiando por maneiras de fugir do ensino tradicional — calcado em práticas de décadas atrás. 

Agora, o aprendizado deve ser interativo e engajador, colocando o aluno em primeiro lugar e tornando o professor um mentor do processo educacional. No entanto, apesar de algumas instituições já conseguirem providenciar isso, há muito terreno a percorrer pelos players que ainda veem na transformação digital uma meta. 

A Ascenty é uma empresa comprometida a ajudar essas organizações a percorrer essa jornada de maneira mais rápida, possibilitando a integração harmônica, flexível e escalável do que há de melhor em tecnologia educacional. 

Líder em Data Centers e soluções de conectividade na América Latina, a Ascenty tem uma suíte completa de produtos e serviços que se encaixam nas necessidades de IEs e edtechs. 

Que tal entender mais? Explicamos a relação de nossas soluções com as demandas do setor educacional por tecnologia neste conteúdo. Confira! 

Tecnologia educacional: entenda o conceito e o porquê ela é tão importante atualmente 

Mas afinal, porque é importante investir em tecnologia educacional? O tema, que já abordamos anteriormente em alguns conteúdos, é alvo de dúvidas e interesse de líderes do setor de ensino. 

A questão é que a transformação digital não é uma realidade apenas para negócios mais “tradicionais”, como empresas de engenharia, corretoras e instituições financeiras ou escritórios de contabilidade. 

Ela acontece em todas as esferas sociais, corporativas e governamentais — o que inclui o setor da educação. No Brasil, muito embora boa parte da educação básica seja pública, há uma enorme massa de negócios privados voltados ao ensino básico, médio, superior, técnico e complementar (como de línguas e outras habilidades). 

Sem falar nas edtechs, que são empresas voltadas à criação de soluções tecnológicas para a área educacional. 

Essa grande fatia de mercado deve se adequar aos novos tempos, oferecendo o melhor que a tecnologia educacional possibilita em sala de aula — e, assim, revolucionando a qualidade do que é ensinado. 

Muito além disso, há transformações que vão além da sala, que passam por exemplo pela modernização da gestão da IE ou pela capacitação de sua biblioteca e secretaria digitais, entre outros. Ou seja, em cada setor de uma instituição de ensino ou edtech, há um ponto crítico que a tecnologia educacional pode ajudar a resolver. 

No entanto, para que isso seja possível, é essencial contar com uma infraestrutura de TI capacitada, bem como possuir um verdadeiro ecossistema de conectividade — capaz de suportar todas as operações online na sala de aula e no backoffice. 

E tudo isso você consegue com a Ascenty! 

Conheça as soluções Ascenty capazes de auxiliar na implementação da tecnologia educacional 

Como mencionamos, a Ascenty é líder em data centers em toda América Latina. Isso nos torna uma capacitadora de negócios de todos os segmentos, especialmente daqueles que buscam implementar mais tecnologia educacional. 

Atualmente, a Ascenty possui soluções que podem ajudar sua empresa a focar em seu negócio e se destacar no presente, bem como se manterem extremamente competitivas no futuro. 

Que tal conhecê-las e entender como a Ascenty pode ajudar seu negócio a aderir às principais tecnologias educacionais? 

Colocation 

Com o colocation, sua organização pode aproveitar a robusta e ampla infraestrutura da Ascenty para terceirizar seus data centers, destinando seus servidores direto para nossas dependências de nível internacional. Ou seja, sua IE ou edtech conta com um espaço físico seguro, controlado, escalável e dedicado para o atendimento à sua demanda, além disso conta com um amplo ecossistema de conectividade que melhora a experiência e reduz os custos de conectividade. 

Tudo isso com suporte especializado e vários serviços complementares que podem ser contratados à parte, como: 

  • Smart Hands: gestão dedicada e com apoio local das operações de seu data center colocation. 
  • Work Areas: escritórios que funcionam como verdadeiros QGs dentro das dependências Ascenty, de modo a servir de ambiente de trabalho com menos latência e máxima disponibilidade possível. 
  • Cages: se a sua operação requer ainda mais segurança, é possível contratar o serviço de Cages, uma zona de alta proteção aos seus servidores, com nível de acesso limitado por sua empresa. 

Disaster Recovery 

O posicionamento estratégico da Ascenty é muito relevante quando falamos de Disaster Recovery , afinal é um serviço que impede que sua IE ou edtech sofra com a perda de dados fruto de algum desastre, seja natural, cibernético ou de causa humana. 

Com diversos Data Centers em operação temos a localização e conectividade necessárias para que os clientes consigam manter suas operações 100% operacionais, além disso proporcionamos a melhor conectividade por meio de um amplo ecossistema, onde o cliente pode manter os dados de sala de aula e políticas da gestão administrativas salvos com uma política de backups na nuvem. Assim, mesmo que algo aconteça na infraestrutura de seu servidor principal, a sua operação continuará estável e disponível. 

Soluções de implementação 

Muitas IEs e edtechs, muito embora conheçam o básico sobre transformação digital, não entendem o que é necessário para aderir às principais tecnologias educacionais. 

Por isso, é possível contar com as soluções de implementação da Ascenty, um atendimento especializado para auxiliar em todas as questões de instalação ou migração dos ambientes de TI. 

Trata-se de uma solução de alto nível, que segue todas as especificações de layout, cabeamento, densidade de energia e segurança, atendendo as exigências do mercado — e de acordo com várias certificações. 

Cloud Cconnect 

Por fim, se tem uma coisa que sua IE ou edtech vai precisar é de acesso aos principais provedores de serviços cloud do mercado. É justamente o que o Cloud Connect da Ascenty oferece: um conceito diferenciado e um amplo ecossistema que conecta sua infraestrutura diretamente com os principais players, como AWS, IBM, Microsoft, Oracle e Google Cloud, mas isso não para por ai, afinal a Ascenty tem capacidade de conectar sua empresa em mais de um local físico com cada um dos Cloud Providers, garantindo redundância e continuidade para sua estratégia de conectividade. 

Desse modo, sua operação pode acessar em uma conexão direta os serviços destas empresas, contando com alto desempenho e disponibilidade em níveis que nenhum outro serviço é capaz de proporcionar. 

E então, que tal atuar na vanguarda da transformação digital e investir no que há de melhor em tecnologia educacional para o seu negócio? 

Cloud Exchange (ACCX) 

Quando falamos de transformação digital, integração de plataformas e continuidade dos negócios por meio da nuvem pública não paramos para pensar que as empresas que já nasceram na nuvem podem precisar de diferentes serviços e diferentes provedores de nuvem e para isso acontecer o ACCX foi concebido.  

A plataforma ACCX (Ascenty Cloud Connectivity Exchange) nasceu para viabilizar a interconexão entre as nuvens públicas de forma transparente para o cliente, dito isso, o cliente não precisa de Racks, Roteadores e mão de obra qualificada em redes para operacionalizar a integração entre as nuvens de forma privada, afinal o ACCX e a Ascenty fazem esta parte.  

É isso mesmo, o ACCX trabalha em conjunto com o Cloud Connect garante a interoperabilidade entre as redes das nuvens públicas, permitindo que os clientes tenham a melhor performance e possam focar no seu negócio. 

Conte com a Ascenty para esse desafio. 

Temos uma suíte completa de soluções que capacitam o seu negócio, melhoram suas operações e tornam sua infraestrutura mais poderosa para lidar com as demandas atuais e de futuro do mercado de educação. 

Ficou interessado e quer saber mais? Entre em contato conosco, agende uma reunião e entenda como a Ascenty pode ajudar o seu negócio! 

Blockchain: a tecnologia por trás da transação de criptomoedas 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

A blockchain é uma tecnologia popular, repleta de potencial, mas ainda assim misteriosa. Afinal, do que se trata e como as empresas, além do sistema financeiro, podem utilizá-lo? É isso que vamos descobrir hoje. 

Introduzida junto com as criptomoedas e como uma capacitadora da primeira delas, o Bitcoin, a blockchain é basicamente a infraestrutura que possibilita que criptos existam. 

Para ajudar você a entender mais sobre essa tecnologia, suas possibilidades, importância e como se aplica aos negócios, siga a leitura! Preparamos um guia básico para contar tudo sobre o assunto a você. 

Blockchain: o que é e como essa tecnologia surgiu 

A blockchain é, basicamente, uma tecnologia de registro de transações, como um livro-razão, só que compartilhado e imutável. Trata-se de uma corrente de blocos e cada bloco contém informações digitais. 

A tecnologia surgiu em 2008, em um artigo de Satoshi Nakamoto — cuja identidade até hoje é desconhecida, entre as especulações, é de que se trata de um pseudônimo para um indivíduo ou um grupo de desenvolvedores. 

Foi neste mesmo artigo que o Bitcoin foi apresentado ao mundo, como uma alternativa descentralizada de moeda. Ele serve para facilitar o processo de registro de transações e o rastreamento de ativos digitais, tornando-o completamente confiável. 

Assim, uma vez que um ativo é movimentado pela blockchain, as informações digitais que comprovam essa operação são registradas em um bloco — e criptografadas, de modo que os ativos sejam acessados apenas por aqueles que possuem a chave. 

Quando falamos que é um livro-razão imutável é que, uma vez que uma operação é feita, o próprio protocolo por trás da tecnologia produz códigos criptografados que são registrados em um bloco. 

Esse é um registro único, com informações que detalham a transação. 

Como falamos de um livro-razão compartilhado, para que alguma modificação seja feita, seria necessário contar com o consentimento de 50%+1 dos participantes da rede. 

E no caso da blockchain do Bitcoin (e, consequentemente, de outras criptos), a rede funciona como um registro contínuo de cada transação. Assim, se João transferir 1 Bitcoin para Ana, essa operação é registrada conforme o tempo (a hora exata) que ocorreu. 

E esse registro segue uma lógica contínua, em uma cadeia de registros únicos que vai se sobrepondo. Ou seja, é imutável, já que para realizar uma alteração, seria necessário contar com o consentimento da maioria mais um para isso. 

Além disso, a blockchain é uma rede descentralizada. O que isso quer dizer? Bom, que todos os computadores e servidores da rede de participantes fazem parte do sistema. Isso quer dizer que os dados são distribuídos por vários “nós”, garantindo que uma queda de servidor no Brasil, por exemplo, não prejudique toda blockchain. 

Blockchain e criptomoedas: entenda essa relação 

Como mencionamos, o conceito de blockchain é inerente à existência de criptomoedas. Ou seja, para um existir, é necessário contar com o outro. Sua relação é tão importante que a blockchain compõe a infraestrutura que possibilita a transação de criptomoedas. 

O funcionamento já explicamos anteriormente, mas o intuito dessa dinâmica de registros criptografados em blocos, armazenados de maneira descentralizada, é eliminar o intermediário do processo financeiro. 

Veja bem: no sistema financeiro tradicional, as pessoas contam com os bancos e instituições financeiras, que fazem o “meio de campo” em qualquer transação. 

Elas guardam o dinheiro das pessoas, são utilizadas para enviar dinheiro de uma pessoa A para pessoa B, entre outros. O Bitcoin (e todas as criptomoedas subsequentes) foram criadas com o intuito de descentralizar esse poder, permitindo que as pessoas controlem o seu dinheiro. 

Esse nível de “protecionismo” nasceu justamente em uma época de flutuação na economia mundial, mas especialmente americana, com a crise de 2008. Hoje em dia, a blockchain é utilizada em múltiplas aplicações além da financeira, como no universo dos games (especialmente em relação à NFTs). 

A importância da infraestrutura de TI nesse contexto 

Agora, é o momento de entender onde a blockchain se encaixa na rotina de uma empresa qualquer — não apenas uma cripto ou desenvolvedora de games.  

E para uma contabilidade ou indústria, como a blockchain pode ser utilizada? Todos esses negócios hoje precisam de data centers para suportar suas operações, que são baseadas no tráfego seguro de dados. 

Quando falamos de unir a sua infraestrutura de TI à tecnologia blockchain, dizemos essencialmente de criar um método de armazenamento de informações mais seguro. Afinal, não existe apenas uma blockchain — na verdade, já foram desenvolvidas várias delas, e muitos são privados. 

Ou seja, utilizadas dentro de uma rede de participantes que precisam de permissão para isso, seja dentro de uma só empresa ou em um projeto que envolva vários stakeholders. 

Entre outras aplicações, a blockchain necessita de uma infraestrutura de TI robusta para: 

  • Garantir maior transparência, por exemplo, no rastreamento da cadeia de suprimentos. 
  • Gerenciar de forma automatizada a rede, utilizando contratos inteligentes, que são scripts na blockchain capazes de ser acionados quando determinados parâmetros são atendidos. 

Entre várias outras oportunidades. 

O futuro do mercado de Data Center com a Blockchain 

Para as empresas, aderir à blockchain é uma maneira das empresas consolidarem suas operações, tornando-as mais seguras. No entanto, para isso, é preciso investir em soluções de data center robustas e modernas, que capacitem sua operação e permitam que a blockchain seja uma realidade dentro da organização. 

Um exemplo de solução é o Colocation, serviço que possibilita que a empresa alugue espaço para manter sua infraestrutura de servidores nas dependências da empresa. 

Assim, sua empresa conta com uma infraestrutura dedicada, que segue padrões internacionais e referência no setor, de modo a tornar suas operações mais estáveis, robustas e ágeis! 

E você, gostou de aprender mais sobre o tema? Esperamos que nosso conteúdo ajude você a compreender tudo sobre a blockchain e suas diferentes aplicações. 

Para seguir de olho nas principais tecnologias e novidades do mundo da tecnologia e TI, siga de olho em nosso blog! 

Entenda o papel do Data Center para a conectividade da educação 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Afinal, por que a conectividade da educação é um tema tão em voga hoje em dia? Bom, isso tem muito a ver com a transformação digital no meio educacional, que exige uma boa infraestrutura de TI das instituições de ensino. 

Nesse sentido, muito mais do que contar com plataformas que capacitem o método de aprendizagem, é necessário ter uma base para que as aulas, trabalhos e projetos sejam conduzidos à distância. 

É justamente nesse ponto que os Data Centers se destacam, sendo um dos pilares da nova era da educação. Que o setor educacional está se tornando cada vez mais modernizado você já sabe. No entanto, você sabe do papel dos data centers nessa transformação? 

É o que vamos explicar neste conteúdo, contextualizando sobre como o aumento do ensino híbrido e a importância da infraestrutura e conectividade na educação. Vamos lá? 

O aumento do ensino híbrido no Brasil 

O ensino híbrido é um dos grandes motivadores do investimento na conectividade da educação. Já explicamos o tema em outro post aqui do blog, mas vamos contextualizar para que você não se perca, combinado? 

O ensino híbrido, também conhecido como blended learning, é um método de educação que mistura elementos de ensino presencial e ensino online. 

É uma metodologia que visa integrar a educação à tecnologia, complementando o ensino em sala de aula com recursos inovadores, que potencializam o aprendizado. Nos últimos anos, o ensino híbrido foi impulsionado no Brasil, como uma solução às consequências da pandemia na educação de forma geral. 

Ou seja, não é exatamente um método que “contorna” os obstáculos que da pandemia (como a necessidade de isolamento), mas chega como uma espécie de remédio aos danos que esse evento mundial ocasionou. 

O motivo é simples: o ensino híbrido tem o potencial de maximizar o nível de aprendizado, possibilitando que os estudantes aprendam mais e melhor. No Brasil e no mundo, a tendência é que o ensino híbrido seja não apenas uma tendência, mas uma realidade nas salas de aula. É algo que o próprio Fórum Econômico Mundial admite que pode acontecer. 

A importância da tecnologia na adoção do ensino híbrido 

Na prática, o ensino híbrido traz vários benefícios para as instituições de ensino, revolucionando a maneira que a organização lida com a jornada de aprendizagem. 

Porém, o ensino híbrido depende da tecnologia para ser colocada em prática. É uma das condicionais para ser bem aplicada em sala de aula. É por isso que o papel da tecnologia no ensino híbrido é tão relevante. Na prática, ela auxilia nos seguintes pontos: 

Possibilita a aprendizagem colaborativa 

Por meio de atividades individuais e em grupo, os alunos aprendem a ser coletivos e aprimorar suas habilidades de pensamento crítico. 

Educadores e estudantes podem colaborar para formar um método de aprendizado exclusivo e personalizado, melhorando a compreensão de vários conceitos. 

Por meio de plataformas de estudo e vídeos personalizados, os professores podem criar uma biblioteca de recursos personalizada para os alunos estudarem. 

Depois de construir essa biblioteca de recursos com base em áreas de necessidades comuns, um professor pode expandi-la para atender às necessidades que surgem com menos frequência, criando um portfólio de conteúdo completo. 

Organiza a aprendizagem 

Os educadores podem orquestrar aulas e disseminar informações de forma controlada e organizada para atender os alunos 

Por meio de soluções e aplicativos digitais, fóruns de discussão interativos, tutoriais em vídeo (entre outros), os alunos podem participar de experiências controladas. 

Ele capacita os alunos a liderar nas salas de aula, enriquece sua experiência de aprendizado e ajuda a usar a tecnologia para construir uma boa base em seus estudos. 

Construir um diálogo aberto e rico 

As salas de aula online facilitam diálogos abertos e ricos entre o aluno e o professor. 

Os professores podem coletar tarefas, dar feedback e oferecer recursos de aprendizagem para atender às diversas necessidades dos alunos. 

Eles podem conversar com as diferentes partes interessadas (alunos e pais, por exemplo) sobre os vários desafios enfrentados, bem como sugerir áreas de melhoria. 

Enriquecer o processo de aprendizagem 

Ao agregar novas tecnologias ao ensino, o aprendizado é melhorado. O blended learning pode se aproveitar de diferentes soluções (em vídeo, gamificadas, testes online etc.) para enriquecer a forma que os conteúdos são entregues. 

Assim, o uso de várias mídias permite preencher quaisquer lacunas de conhecimento deixadas por metodologias ultrapassadas. 

Qual o papel do Data Center nesse contexto da conectividade da educação? 

O ensino híbrido é importante porque altera as convenções do ensino tradicional, personalizando a experiência de aprendizado para cada aluno. 

Além disso, possibilita que cada aluno aprenda em seu próprio ritmo. 

E onde os data centers entram nessa equação? Bom, especialmente como base para a infraestrutura de TI que habilite as instituições de ensino a oferecerem as melhores soluções tecnológicas de aprendizagem. 

Trata-se de uma peça essencial para compor seu ambiente digital, habilitando a implementação de plataformas de ensino, atividades gamificadas e demais sistemas informatizados. 

Se a sua instituição quer investir na conectividade da educação, entender o papel do data center é essencial. Além disso, há de se considerar as inovações referentes aos data centers, que beneficiam também as instituições de ensino. 

É o caso do edge computing ou computação de borda, que fornece alta largura de banda, redes mais rápidas e baixas latências, aumentando a disponibilidade dos data centers. 

Tudo isso vai acelerar o uso de tecnologias, influenciando diretamente na jornada de aprendizagem. 

Após a pandemia, as instituições de ensino se viram diante do desafio de fornecer uma infraestrutura de TI educacional que pudesse dar suporte à sala de aula digital, à medida que os alunos retornassem ao aprendizado presencial. 

Assim, escolher o melhor data center é uma decisão essencial, já que são nesses bancos de dados que registros escolares, informações de alunos e professores, conteúdos e materiais de sala de aula, vão ser armazenadas. 

Mas e como fazer isso? 

Para isso você pode contar com a Ascenty, líder em data centers na América Latina, com soluções completas de conectividade para o seu negócio. Entre os serviços da Ascenty que podem ajudar a modernizar o ensino em sua instituição, podemos mencionar: 

  • Colocation (aluguel de espaço em nossa infraestrutura de bancos de dados); 
  • Conectividade (soluções de Telecomunicações que , estabelecem uma conexão entre os pontos de interesse do cliente, geralmente por meio de fibra ótica); 
  • Cloud connect (conexões rápidas e privadas com os principais cloud providers);. 
  • Interconexões: Conexões feitas dentro dos Data Centers, geralmente utilizadas pera utilizar plataformas como o IX.br (PTT) e para conectar com os provedores de conteúdos, OTTs, Operadoras de Telecom e ISPs 

E então, que tal revolucionar a forma que sua instituição de ensino funciona, destacando-se no mercado? 

Marque uma reunião com um de nossos especialistas!  

Plataformas Digitais na Educação: a tecnologia contribuindo com o ensino 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Com a era da transformação digital tomando conta de todos os mercados, o uso de plataformas digitais na educação se torna cada vez mais necessário. E é por isso que, cada vez mais, instituições de ensino e empresas da área, como edtechs, se aproveitam dessas tecnologias para aprimorarem a forma que ensinam. 

Em especial, após testemunharmos os impactos de eventos desestabilizadores, como a pandemia de Covid-19 e o isolamento social, o ensino precisou se adaptar e modernizar. 

O que antes eram tendências ou métodos secundários, como o EaD e o ensino híbrido, se tornaram realidade para as instituições de ensino. E como se encaixam as plataformas digitais na educação? Justamente, possibilitando que as IEs tornem seu ensino mais dinâmico, moderno e, essencialmente, digital! 

Que tal entender mais sobre o assunto e como as plataformas digitais estão transformando o setor de educação? Continue a leitura! 

Plataformas Digitais na educação: quando e onde surgiram? 

As plataformas digitais na educação não são uma novidade, mas já estão presentes no mercado desde o fim da década de 1990. Como mencionamos em outro artigo, a primeira edtech criada foi a Blackboard Inc., que também foi a primeira a utilizar um LMS (Learning Management System). 

O LMS é um sistema de gestão de aprendizagem que pode ser utilizado por IEs e edtechs — e há várias opções no mercado, o que aumenta o leque de possibilidades. 

Mas e quando esses sistemas e plataformas começaram a ser utilizados de maneira mais ampla? Em especial, após a expansão da tecnologia 4G e mobile (já que permitem que essas plataformas não fiquem presas a um único computador, mas possam ser acessadas na nuvem, por qualquer dispositivo). 

Além disso, as plataformas digitais servem não apenas para facilitar o ensino e os métodos em sala de aula, mas também a gestão da instituição. Inclusive, auxiliando as instituições a se adequarem à Portaria 315 do MEC, que institui a necessidade de desenvolver uma Secretaria Digital. 

Como as plataformas digitais na educação estão mudando o panorama do setor 

A tecnologia sempre foi uma parceira da educação, muito embora a integração entre as duas ainda seja um desafio. Foi justamente essa ponte que as plataformas digitais na educação possibilitaram. Afinal, falamos de tecnologia que realmente pode ser utilizada por estudantes, docentes e membros da gestão do negócio. 

No entanto, não pense que essas plataformas são apenas LMSs. 

Uma instituição pode contar também com soluções como Sistemas de Gestão de Conteúdo de Aprendizagem (learning content management systems ou LCMS), bem como uma ferramenta de sala de aula virtual ou Ambientes de Aprendizado Virtual (virtual learning environment ou VLE). 

Embora cada plataforma varie em função e recursos, todas as plataformas digitais de aprendizado podem oferecer suporte a todos os métodos em sala de aula, ou seja, aprendizado online, presencial ou híbrido. 

Desse modo, focando no que os professores podem fazer utilizando uma plataforma digital, podemos mencionar: 

  • Facilitar o trabalho em equipe; 
  • Compartilhar links úteis com os alunos; 
  • Melhorar a comunicação com os alunos; 
  • Lecionar para grupos menores de alunos; 
  • Obter acesso a dados que fornecem feedback aprofundado; 
  • Definir tarefas para indivíduos, bem como para grupos maiores; 
  • Possibilitar que todo corpo docente colabore no planejamento de aulas, trabalhos e provas. 

Agora, entre os benefícios de aplicar plataformas digitais na educação, é possível destacar: 

Fácil acesso às informações 

Uma plataforma de aprendizagem digital permite o acesso a uma biblioteca completa de recursos online. O software é normalmente estruturado de modo a facilitar o acesso às informações. Ou seja, o material de aprendizagem pode ser na forma de documentos, conteúdo multimídia, arquivos PDF e mesmo provas do passado. 

Conteúdo atualizado 

Uma plataforma de aprendizado digital permite que as instituições atualizem seus conteúdos, disponibilizando tudo de forma mais econômica e instantânea. 

Relatórios avançados 

As soluções inovadoras de aprendizado digital permitem que os educadores criem, personalizem e baixem relatórios que fornecem informações sobre o progresso dos alunos. 

Assim, é possível usar esses insights para dar atenção individual aos alunos, ajudando-os a superar barreiras em suas jornadas de aprendizado. 

Aprendizagem multimídia 

Com plataformas digitais na educação, você pode criar conteúdo multimídia (vídeos, áudios, apresentações, experiências gamificadas) para envolver os alunos, estimular o interesse, dar vida a conceitos complexos e fornecer maior contexto ao aprendizado. 

Novos canais de comunicação 

As plataformas de aprendizado digital tiram as conversas dos limites da sala de aula física, seja com colegas como também com professores e mentores. 

Os alunos podem usar plataformas como bate-papo, canais de mídia social e fóruns para aprender, discutir e debater em um ambiente de aprendizado mais colaborativo, interativo e pessoal. 

Entenda como a Ascenty trabalha a favor da implementação e otimização das plataformas digitais na educação 

Neste ponto, sua instituição de ensino deve estar reavaliando seus processos para entender como implementar uma plataforma digital, certo? Bom, antes de qualquer coisa, saiba que é necessário preparar a infraestrutura de TI da sua organização. 

É preciso garantir a conectividade suficiente para que todos os usuários (funcionários, docentes e alunos) acessem as plataformas e possam trabalhar de maneira estável, com total disponibilidade e baixa latência

Além disso, você já pensou na segurança dos dados? Uma plataforma digital armazena várias informações sobre os seus alunos, desde dados sensíveis até os mais básicos. 

Sua instituição deve garantir a proteção das informações, com uma arquitetura de soluções que blinde os dados do seu negócio. Muita coisa, certo? A boa notícia é que a Ascenty pode ajudar a sua instituição em todos esses aspectos! 

A líder em Data Centers na América Latina, possui não apenas uma infraestrutura robusta de bancos de dados, mas conta com soluções de conectividade e segurança que podem preparar seu negócio! 

Que tal entender como a Ascenty pode tornar sua instituição de ensino mais moderna e apta a implementar uma plataforma digital? Converse conosco agora mesmo

Como as EdTechs estão revolucionando o sistema educacional no Brasil 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Que o mercado de educação no Brasil é um terreno fértil para inovações, não é novidade. O país com dimensões continentais tem como necessidade melhores soluções educacionais para seus milhões de habitantes. Essa foi a brecha que as EdTechs aproveitaram. 

Cada vez mais presentes no mercado de educação brasileiro, essas empresas inovadoras vêm crescendo e se tornando necessárias no cenário educacional. 

Mas afinal, o que de tão diferente as EdTechs fazem que as torna tão suscetíveis ao sucesso? 

Para aprender, é necessário conhecer esse tipo de negócio desde o conceito, bem como as tecnologias que utiliza e que projetam tamanho crescimento no mercado. Que tal entender mais? É só seguir de olho em nosso conteúdo! 

EdTechs: o que são e como surgiram? 

Entender o que são EdTechs não é nada complicado, especialmente se você conhece um pouco mais do mercado de tecnologia. Basicamente, são startups que desenvolvem produtos e soluções tecnológicas para o mercado de educação. 

O próprio nome “EdTech” é um exemplo dessa relação, já que é uma junção de education (educação) com technology (tecnologia). 

É a mesma lógica por trás das Fintechs (tecnologias para finanças), health techs (tecnologias para saúde), law techs (tecnologias para o setor jurídico), entre tantas outras. 

Afinal, nem toda startup é a mesma — e a nomenclatura serve para diferenciar os nichos de atuação. 

Hoje, é possível encontrar EdTechs que atuam de várias formas no mercado, com soluções que inovam na maneira que os alunos aprendem, ou que têm como foco seu nível de engajamento. 

Há também EdTechs que desenvolvem sistemas próprios para uma melhor gestão da instituição de ensino, potencializando a administração e as possibilidades do negócio. Ou seja, opções não faltam. 

Mas e como as EdTechs surgiram? Como você deve imaginar, não faz tanto tempo. A primeira organização a ser considerada uma EdTech foi a Blackboard, criada em 1997. 

Obviamente, as EdTechs se tornaram realidade uma vez que a tecnologia possibilitou a criação de soluções flexíveis, remotas e escaláveis. 

Qual a importância das Edtechs para a área de educação no Brasil 

No Brasil, a educação é um tema polêmico e que atrai muita atenção. Muito embora o ensino público seja vasto, há muito espaço para melhorar a qualidade do que é ensinado, da escola básica até a faculdade. 

Além disso, existe todo um mercado para o aprendizado alternativo, como de cursos técnicos ou línguas. 

No Brasil, a integração de tecnologia na educação pode revolucionar a forma que o ensino público e o privado atuam — proporcionando uma jornada de aprendizado condizente com as necessidades atuais e futuras, e não do passado. Conforme o EdTech Report 2020, elaborado pela Distrito, o Brasil conta com cerca de 550 startups focadas no desenvolvimento de soluções educacionais. 

Outro ponto que deve ser levado em conta é o potencial das EdTechs de atingirem aqueles que não aproveitaram nem um pouco (ou de forma muito limitada) das oportunidades de educação. 

De acordo com o estudo do Distrito, entre todos os jovens entre 14 e 29 brasileiros, cerca de 50 milhões sequer completaram o ensino médio. No entanto, entre as startups analisadas, a maior fatia (22,4%) tem como foco soluções que visam o ensino de assuntos específicos, como tecnologia, idiomas e finanças. 

Outro dado interessante é que, das mais de 550 EdTechs, 22,2% têm como foco o desenvolvimento de novas formas de ensino, utilizando metodologias como a gamificação ou tecnologias como a Realidade Virtual. 

As tecnologias por trás da EdTechs 

Agora, como as novas tecnologias capacitam as EdTechs para oferecer as melhores soluções educacionais, bem como revolucionar o setor? 

Bom, um fator determinante é a transformação digital, potencializada pela computação em nuvem e suas possibilidades. Mas afinal, a partir da nuvem, o que as EdTechs atualmente utilizam em suas soluções e que possibilitam seu crescimento? 

Big Data 

Se há algo que o mercado educacional gera, são dados. E uma vez digitalizados, processados e estruturados, eles podem servir de diferentes maneiras ao processo de aprendizagem. 

O Big Data é justamente isso: o grande volume de dados que os negócios geram. 

E as EdTechs podem criar sistemas e plataformas que os utilizam, de modo a oferecer um panorama mais aprofundado sobre, por exemplo, o avanço dos alunos em determinada matéria. 

Assim, é possível entender exatamente como cada aluno está lidando com as disciplinas, testes e provas, possibilitando que a instituição molde sua grade de forma que o ensino se torna personalizado. 

Porém, essa é apenas uma das possibilidades — o Big Data oferece muito mais! 

Realidade aumentada 

A realidade aumentada, muitas vezes relacionada à realidade virtual, é um tipo de tecnologia inovadora e muito simples de entender. Trata-se da integração do mundo real com elementos virtuais, possibilitando a interação entre ambos e expandindo o potencial criativo e imaginativo. 

Um exemplo fácil de lembrar é o jogo de smartphone Pokemon Go, que projeta personagens digitais em áreas da região onde o jogador vive. Esse tipo de tecnologia pode proporcionar novas possibilidades de aprendizado, incrementando a forma de aprender sobre determinados assuntos. 

Realidade virtual 

Já a realidade virtual é, de fato, uma tecnologia capaz de submergir as pessoas em um mundo completamente virtualizado. É o que os óculos VR possibilitam, colocando seus jogadores/usuários em um universo totalmente digital, na “pele” de um personagem do jogo, por exemplo. 

Esse tipo de tecnologia, embora tenha muito a evoluir, já é utilizada para proporcionar um mergulho a diferentes cenários. Dessa maneira, os alunos podem aprender não apenas ouvindo, mas vendo — e, muitas vezes, agindo dentro de eventos específicos. 

É também uma excelente maneira de criar laboratórios, mas sem as limitações físicas normais. 

Gamificação 

A gamificação é uma metodologia que visa adotar conceitos de jogos no processo de aprendizagem — em qualquer nível, não apenas no ensino básico ou voltado a crianças. Inclusive, há várias empresas que desenvolvem soluções de treinamentos corporativos baseados em gamificação. 

Isso quer dizer que tudo se torna um videogame, ou seja, um jogo digital como os que vemos em computadores e consoles? Nada disso — quer dizer, também pode ser! Porém, a gamificação é uma metodologia que busca integrar elementos de jogos na aprendizagem. Mais especificamente, recursos lúdicos e de storytelling. 

Desse jeito, a aprendizagem pode se tornar uma atividade mais enriquecedora, envolvente (com o aluno como protagonista) e com menos riscos. 

Mas afinal, como se preparar para o futuro da educação no Brasil 

E você, já tem uma ideia ou uma solução em desenvolvimento que possa se encaixar no mercado da educação no Brasil? Sua EdTech pode alcançar o sucesso — no entanto, é necessário contar com as tecnologias certas.  

A Ascenty, líder em Data Centers na América Latina, possui as soluções que o seu negócio precisa para se destacar. Proporcionamos conexão direta com os maiores cloud providers do mundo. Além disso, oferecemos toda infraestrutura de TI necessária para que sua empresa possa operar de maneira estável, segura e eficiente. 

Que tal conhecer mais sobre as soluções da Ascenty e como elas são essenciais para sua startup crescer? Agende uma reunião conosco! 

Ainda em dúvidas sobre se vale mesmo a pena modernizar sua instituição? Escrevemos os motivos que provam porque é importante integrar novas tecnologias na educação, confira! 

Ensino híbrido: o que é e como aplicar na sua escola

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

O mundo da educação não para de evoluir. Nas últimas décadas, a maneira que docentes e estudantes interagem se transformou, com destaque para a aplicação de soluções digitais na jornada de aprendizagem. É um dos pilares do movimento chamado de ensino híbrido.

Você conhece?

O ensino híbrido é uma resposta do mercado às necessidades de estudantes, pais, educadores e demais participantes do ciclo acadêmico de uma pessoa.

E hoje, é um modelo promissor, que possibilita que as instituições de ensino se adequem às demandas de uma era marcada pelos efeitos da pandemia e do distanciamento social.

Que tal entender mais sobre o assunto, sua importância e como aplicar na sua instituição de ensino? Esse tema tem tudo a ver com tecnologia, siga a leitura!

Ensino Híbrido: o que é?

O ensino híbrido é uma abordagem nova e moderna para a aprendizagem, que se refere a uma mescla entre aulas presenciais e atividades digitais. É a mistura entre o tradicional e o moderno, buscando aproveitar ao máximo os benefícios de ambos.

Existem muitas formas de aplicar o ensino híbrido, mas o conceito mais básico refere-se ao seguinte:

Aulas em que um professor esteja fisicamente em sala junto com os alunos, mas no qual o estudante detém o poder de direcionar o local, o tempo, o caminho e o ritmo de sua própria aprendizagem. É uma maneira eficaz dos professores se envolverem com os alunos em vários níveis.

Vale lembrar que não é o mesmo que ensino remoto ou EaD. O ensino híbrido (também conhecido como blended learning) ocorre, em sua maior parte, na sala de aula.

No entanto, com uso de tecnologias que auxiliam no desenvolvimento das disciplinas e atividades, como laptops e computadores, smart TVs, dispositivos móveis, soluções gamificadas, entre outros.

Quais os benefícios que o ensino híbrido é capaz de trazer?

E afinal, quais benefícios o ensino híbrido pode trazer? Bom, podemos começar falando das infinitas possibilidades de unir a aprendizagem com tecnologias inovadoras.

Seguindo esse modelo, o professor pode começar com uma introdução a um assunto de forma tradicional, em uma apresentação aos alunos. Após, ele pode propor aos alunos uma discussão em grupo relacionada ao assunto, de forma a desenvolver o raciocínio em cima do tema.

Mais tarde, na mesma aula, o professor pode usar tablets e pedir aos estudantes que preencham um questionário sobre o tema em questão, de forma a testar seus conhecimentos.

Esse questionário pode ser feito em um aplicativo de gamificação, que traz elementos lúdicos, recursos de storytelling e todo potencial gráfico (inclusive do Metaverso) para criar um teste mais engajador, interativo e que realmente faz pensar.

Tudo isso estimula o aluno a ser o centro do aprendizado, com o professor servindo como guia. É o que se chama de método ativo de aprendizagem. Na prática, isso traz diversos benefícios aos alunos, como:

Os prepara para um mundo cada vez mais técnico

A introdução de um elemento digital na sala de aula prepara os alunos para um mundo mais digital e técnico. Isso significa que os estudantes se acostumarão a usar a tecnologia moderna em todos os aspectos de sua vida.

Permite que professores possam mapear a evolução individual

Graças à ascensão do machine learning e data analytics, há uma pressão crescente sobre os professores para monitorar os resultados e “fisgar” aqueles alunos que ficam para trás.

Muitas das tecnologias que os docentes utilizarão podem simplificar a análise dos dados de cada um, de modo que eles possam rastrear o nível de evolução de cada aluno.

Oferece a possibilidade de ensinar de maneira personalizada

Como os professores podem usar a tecnologia digital para acompanhar os resultados dos alunos, eles também podem individualizar os conteúdos para cada um.

Por exemplo, se um aluno precisar de tempo extra em um assunto específico, o professor poderá definir atividades adicionais em seu cronograma, que podem ser repassadas no tablet ou em uma plataforma de ensino híbrido.

Conheça as principais metodologias do ensino híbrido

Entrando na parte mais técnica do ensino híbrido, vale entender como ela é aplicada na sala de aula. Existem diferentes metodologias em uso hoje em dia, confira as principais:

Laboratório rotacional

Na rotação de laboratório, a turma é dividida em dois grupos: um inicia suas tarefas no laboratório tecnológico, com acesso a recursos online, já o outro grupo inicia os estudos offline.

Em seguida, após determinado período, os grupos se invertem.

Sala de aula invertida

Na sala de aula invertida, o início do estudo de um tema normalmente começa em casa, no ambiente virtual de aprendizado. Assim, os alunos chegam na aula presencial com perguntas, críticas, provocações e um contexto estabelecido sobre o assunto.

Desse modo, é possível aproveitar o tempo juntos para elaborar atividades dinâmicas, como seminários, trabalhos em grupo, entre outros.

Rotação individual

E nesse modelo, o professor cria um “roteiro” para cada aluno seguir, de modo que o aprendizado seja completamente personalizado de acordo com suas aptidões.

Rotação por estação

A sala de aula é dividida em diversas estações, com atividades independentes uma da outra (com uma delas ligada à tecnologia). A ideia é separar a turma em pequenos grupos e fazê-las migrar de uma estação para a outra.

Implementação do ensino híbrido: como chegar lá?

Que o ensino híbrido tem muito potencial ficou evidente. Mas como a sua instituição de ensino pode implementá-lo em sala de aula e adaptar sua grade para uma abordagem mais moderna?

Bom, responder essa pergunta é como virar os olhos para uma certeza: sua escola precisa se modernizar! Nesse sentido, contar com soluções que estruturem e solidifiquem um ambiente de TI, dados e conectividade rico e capaz de suportar a demanda é essencial.

Você vai precisar investir em data center capazes, soluções de conectividade que o coloquem na frente da concorrência e uma infraestrutura robusta capaz de elevar o patamar da sua IES.

Que tal descobrir mais sobre esse assunto? No nosso blog, você confere tudo acerca de tecnologias que podem revolucionar seu negócio, incluindo instituições de ensino. Siga lendo!

Conheça as principais causas de downtime em data center e como evitá-las 

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

O downtime em data center é um verdadeiro inimigo das operações corporativas, podendo prejudicar seu negócio de múltiplas maneiras. Sabes como evitá-los, porém, somente é possível uma vez que você conheça as causas. 

Esse é um tema complexo — pois as causas de 10, 5 ou mesmo 3 anos atrás não são as mesmas de hoje, que não serão as mesmas daqui algum tempo! 

É por isso que ficar de olho nos movimentos de mercado é essencial para entender o que causa o downtime em data center — bem como evitá-las! 

Nesse artigo, falamos mais sobre o assunto, explicando quais as causas e como esse evento pode ser prejudicial ao seu negócio! 

Downtime em Data Center: saiba como esse problema pode afetar o seu negócio 

O downtime em data center nada mais é do que uma falha que prejudica a continuidade de sua operação. Pode ser um problema ligado à energia, resfriamento, instalação ou mesmo a ataques cibernéticos. 

Qualquer coisa que evite que o data center funcione da forma que deveria, o que ocasiona algumas situações, como: 

  • Queda de sistemas, aplicações e sites da sua empresa; 
  • Interrupção na coleta, armazenamento e processamento em tempo real dos dados; 
  • Lentidão ou erros sucessivos que prejudicam a experiência do seu cliente (como no processamento de pagamentos ou suporte técnico). 

Como as empresas de hoje dependem de suas aplicações digitais e dos dados, o downtime em data center tem enorme potencial de desestabilizar a sua operação. 

Aqui, os dados variam de acordo com a fonte, pois há diferentes estudos sobre o assunto — e a maior parte deles é baseada nos Estados Unidos. 

Por exemplo, conforme matéria da Computer Weekly, o custo do downtime em data center pode variar entre US$ 100 mil a US$ 1 milhão, dependendo de quantos minutos o sistema fica parado. 

Conheça as principais causas causadoras de Downtime em Data Center 

As causas de downtime em data center variam bastante: às vezes, é culpa da empresa que o administra, às vezes de quem utiliza o serviço (no caso de colocation ou cloud) ou simplesmente por razões incontroláveis, como desastres naturais

De acordo com uma pesquisa da Uptime de 2018, quase um terço dos data centers em todo mundo sofreram com algum tipo de downtime. 

Entre as três principais causas, destacam-se: falhas de energia (33%), falhas de rede (30%) e erros de TI ou software (28%). 

Que tal conferir outras delas? Separamos uma lista para você: 

Falha no controle de acesso 

Pessoas ou usuários desautorizados com facilidade de acessar seu data center podem ocasionar falhas no sistema — muitas vezes sem malícia, apenas por não entenderem como funciona. 

Por isso, realizar um controle de acesso adequado é essencial. 

No entanto, o ambiente de sua infraestrutura de data center precisa ser cuidado a todo momento, contando com segurança suficiente para permitir que apenas profissionais autorizados acessem os equipamentos. 

Manutenção deficitária e falta de testes 

O data center é um ambiente extremamente complexo, que exige atualizações constantes, rotinas de manutenção preditiva e preventiva, bem como aplicação de testes para conferir a estabilidade dos ambientes. 

Estabelecer uma cultura presente dos técnicos no seu ambiente — que seja proativo no sentido de cuidar do ecossistema, é o ideal! 

Falhas no sistema de resfriamento 

Embora o downtime em data center por conta de falhas no resfriamento não seja um dos principais problemas, todo cuidado é pouco! 

De acordo com relatório mais recente da Uptime, de 2021, o sistema de resfriamento representou apenas 3% das falhas nos data centers analisados. 

No entanto, você sabe: o Brasil é um país tropical e que já sofre com alguns efeitos do aquecimento global. 

Ou seja, essa é uma ameaça significativa. 

Procurar alternativas para tornar o data center sustentável é ideal. 

Ausência de redundância 

Se você quer um data center realmente eficiente e estável, é preciso investir em redundância

Ou seja, a capacidade de repetição da infraestrutura, de modo a proporcionar maior segurança dos sistemas que comportam a carga crítica do Data Center. 

Simplificamos: quanto maior a redundância de um data center, menor seu downtime possível, pois a infraestrutura conta com equipamentos que servem de backup e podem substituir aqueles que são afetados por algum problema. 

Hardware desatualizado 

Desde que as empresas passaram a depender de infraestruturas mais virtuais, não é surpresa que falhas de software também contribuam para o downtime em data center. 

Um software desatualizado pode criar brechas de segurança perigosas. 

Bugs de software, falhas não corrigidas, faltas de testes e muito mais ameaçam a estabilidade de qualquer data center que utilize uma infraestrutura de software. 

Semelhante aos problemas de hardware, a manutenção e o monitoramento de rotina desempenham um papel crucial na longevidade e na limitação de interrupções devido a falhas de software. 

Fique atento aos testes e atualizações regulares e esteja ciente de como uma falha no reconhecimento de possíveis falhas pode resultar em um tempo de inatividade perigoso. 

Falhas no sistema eletricidade 

Conforme mencionamos nos dados anteriores, quedas de energia e falhas relacionadas ao sistema de alimentação podem ocasionar o downtime. 

Muito mais do que garantir que seu data center seja de primeira, é necessário contar com total fidelidade e estabilidade da estrutura elétrica. 

Manutenções não planejadas 

As manutenções não planejadas podem interromper o fluxo operacional do data center e, diante de qualquer problema, ocasionar problemas como o downtime. 

O ideal é estipular, junto com o time de especialistas, uma agenda de manutenções e vistorias predefinidas, de modo que as potenciais paradas sejam realizadas em momentos oportunos e que não prejudiquem a continuidade do seu negócio! 

E você, gostou de aprender mais sobre as causas de downtime em data center e por que é importante conhecê-las, a fim de evitá-las? 

Para seguir aprendendo sobre o tema, bem como compreender tudo que envolve data centers, colocation e conectividade para o seu negócio, siga de olho em nosso blog! 

Como obter continuidade de negócios com o auxílio das soluções Ascenty

Que tal ouvir o conteúdo?

As empresas costumam desvalorizar a importância de um plano de continuidade de negócios — até que um desastre aconteça. Sem uma estratégia bem definida, seu negócio entra em grande perigo.

Mas saiba que a Ascenty, líder em data center na América Latina e especialista em soluções que aumentam a resiliência do seu TI, oferece um portfólio de serviços completos.

Com a ajuda da Ascenty, você assegura a continuidade de negócios, fortalecendo as bases da sua infraestrutura de dados, rede e conectividade.

Como? Com o posicionamento estratégico e geográfico adequado, conta também com um amplo ecossistema de conectividade e parcerias de serviços que são complementares na elaboração de soluções que unem o melhor hardware, software e toda expertise técnica de um time de especialistas no assunto.

Que tal entender mais sobre o assunto e se aprofundar na importância da continuidade de negócios? Preparamos um conteúdo completo para você. Confira!

Entenda a importância de ter um plano de continuidade de negócios

O plano de continuidade de negócios é uma estratégia que dá às empresas a habilidade de manterem seus processos essenciais em operação antes, durante e depois de desastres.

Para isso, é necessário realizar uma implementação corporativa, que visa garantir a continuidade das funções críticas do negócio no evento de uma disrupção de qualquer magnitude e tipo.

Esse plano é importante pois estabelece a base para a estratégia de recuperação de uma empresa.

Em geral, os principais benefícios são:

  • Prepara os líderes e colaboradores para lidar com o inesperado;
  • Possibilita a definição de procedimentos de segurança que minimizem impactos, prejuízos e perdas;
  • Será possível continuar prestando seus serviços ou fabricando seus produtos mesmo na ocasião de um desastre;
  • É um investimento no próprio negócio, na sua resiliência como operação corporativa e na habilidade de se manter estável no mercado;
  • Seu negócio terá condições de preservar sua reputação ante o mercado, contribuindo para sua imagem, bem como mantendo o fluxo de caixa intacto.

Conheça as melhores soluções da Ascenty que podem ajudar na continuidade dos negócios da sua empresa

Mas afinal, até aqui, falamos bastante sobre a continuidade de negócios, mas ainda não lhe explicamos como a Ascenty pode ajudar a conquistá-la.

A primeira questão que precisamos esclarecer é que a Ascenty, líder em data center na América Latina, também oferece um portfólio completo de serviços complementares.

Muito além da continuidade, nosso foco é proporcionar a melhor infraestrutura para hospedar o ambiente dos clientes, garantindo um local adequado para a instalação das soluções de armazenamento e processamento de dados, junto com um amplo ecossistema de conectividade e o acesso aos principais provedores de nuvem do mercado.

E claro, sabemos que a continuidade de negócios é uma necessidade dos nossos clientes.

Por isso, desenvolvemos alguns serviços exclusivos para esse tema, de modo a reforçar as diretrizes de segurança e a resiliência da sua operação como um todo.

Que tal conferir os principais? 

Work Areas

Preocupado com constantes quedas de luz ou incomodado com a instabilidade de seus servidores? Então a solução Work Areas da Ascenty é ideal para você!

Como o nome dá a entender, Work Areas são escritórios localizados na própria infraestrutura de data center da Ascenty (em uma de nossas 28 unidades).

A vantagem da proximidade é que, desse modo, criamos um ambiente praticamente à prova de desastres, protegendo a continuidade de negócios.

Você pode utilizar as Work Areas em ocasiões pontuais ou mesmo diariamente, caso necessário.

Que tal conhecer mais sobre as Work Areas da Ascenty?

Disaster Recovery

Quando falamos do plano de continuidade de negócios, você com certeza vai também ouvir falar do Disaster Recovery.

Esse serviço representa uma salvaguarda para sua infraestrutura de TI em caso de desastres naturais.

Com o posicionamento dos Data Centers da Ascenty, você garante a estabilidade e continuidade operacional, mesmo que seus servidores sofram com algum desastre de origem natural, digital ou humana.

Assim, a Ascenty consegue garantir locais diferentes para você hospedar seus ambientes, além de garantir que existam meios de acessos físicos e lógicos ininterruptos, de modo a manter a integridade de sua operação de negócios.

Ficou interessado? Conheça tudo sobre o Disaster Recovery da Ascenty!

Smart Hands 

Na prática, o Smart Hands funciona como um suporte técnico — a diferença é que trata-se de uma equipe altamente especializada e completamente focada nas necessidades do seu negócio.

Ideal para empresas com operação de alto risco e que necessitam de uma gestão 100% dedicada ao seu data center colocation, por exemplo.

O Smart Hands disponibiliza uma equipe experiente que fornece apoio local, efetivo e 24 x 7.

Entenda tudo sobre a solução de Smart Hands da Ascenty!

A conquista do selo ISO 22301 pela Ascenty

A Ascenty pode garantir a continuidade dos seus negócios — essa não é uma mera afirmação. É o que o nosso certificado ISO 22301 assegura!

O selo de gestão de continuidade de negócios é mais um entre as mais de 100 certificações da Ascenty. Neste caso, o ISO 22301 configura um diferencial competitivo relevante no cenário nacional.

A ISO 22301 oferece um controle da estrutura para a gestão da continuidade de negócios que reduz a probabilidade de incidentes disruptivos em qualquer departamento da empresa, além de nos deixar preparados para agir pronta e apropriadamente caso haja alguma ocorrência, reduzindo drasticamente os danos potenciais”, explica Fábio Trimarco, diretor de Compliance e Qualidade da Ascenty.

Com o selo, a Ascenty solidifica-se como uma das referências em serviços de continuidade de negócios — além de contar com suas unidades de data center classificadas como Tier 3 (TR3), ou seja, com maior nível de disponibilidade do mercado!

Entre as conquistas da Ascenty, destacamos também outras certificações recebidas: ISO 14001, ISO 50001, ISO 37001, entre várias outras.

E claro, não podemos nos esquecer da questão da infraestrutura: além de 28 unidades de data centers espalhados em áreas-chave do Brasil, Chile e México, a Ascenty conta com uma rede de fibra óptica própria, com mais de 5.000 km de extensão.

Tudo isso possibilitou que a empresa ocupasse a posição de líder no segmento na América Latina, além da liderança do Quadrante de Serviços de Colocation no Brasil do ISG Provider Lens 2021™ , em um estudo independente conduzido pela Information Services Group (ISG).

Que tal fazer parte da revolução e estruturar sua operação de vez, tornando-a resiliente e 100% segurança?

Agende uma reunião com nosso time de especialistas agora mesmo!

Como criar um plano de recuperação de desastres?

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Todo negócio sofre a ameaça de um ciberataque ou de que algum problema fora do seu controle impacte sua infraestrutura de TI. É por isso que é essencial entender como criar um plano de recuperação de desastres.

Afinal, investir em técnicas de replicação e backup de dados é uma ação com melhor custo-benefício do que ter que lidar com as consequências de um desastre em sua infraestrutura de TI.

Entre os principais riscos, podemos mencionar os ataques de ransomware que visam sequestrar as informações do seu negócio em busca de um resgate.

Além disso, há sempre a chance de um desastre natural atingir sua infraestrutura física.

Fato é que, na iminência de um problema como esses que mencionamos, um plano de recuperação de desastres pode ajudar sua empresa a se recuperar rapidamente.

Além disso, é uma solução que auxilia no planejamento estratégico a médio e longo prazo.

Neste conteúdo, vamos nos aprofundar no assunto para te explicar o que é, qual a importância e como criar seu próprio plano de recuperação de desastres. Confira!

O que é Plano de Recuperação de Desastres (DRP)?  

Um plano de recuperação de desastres em TI é a documentação de um processo estruturado que descreve como uma empresa pode retomar suas operações após um incidente não planejado na sua infraestrutura.

Essa é uma parte essencial no planejamento estratégico da empresa e de suas táticas de continuidade nos negócios.

Na prática, um plano de recuperação de desastres visa ajudar uma organização a recuperar a funcionalidade de seus sistemas, bem como minimizar (ou mitigar) a perda de dados — diante de um problema em sua infraestrutura.

Esse plano tem diferentes níveis, podendo ser acionado em diferentes cenários de desastres — seja de ameaças detectadas em estágio inicial ou mesmo em situações de catástrofe.

Dessa maneira, se o pior acontecer e você não conseguir operar sua empresa ou usar sua rede, um plano de recuperação de desastres eficaz permitirá que você continue atendendo às necessidades de seus clientes.

Sabe por que isso é importante? Trouxemos alguns dados para ilustrar a situação:

De acordo com um estudo da Datto, 1 em cada 5 pequenos negócios está infectado com ransomwares (um vírus que criptografa arquivos e exige um resgate para sua liberação).

Além disso, de acordo com o mesmo estudo, os custos relativos ao tempo de inatividade que ataques de ransomware causam aumentaram em 200% nos últimos anos.

O motivo é simples: esses acontecimentos (mas não apenas ciberataques, que fique claro) podem abalar — e às vezes corroer — toda a estrutura informacional e tecnológica de um negócio.

Manual prático de como criar um plano de recuperação de desastres

Mas afinal, como criar um plano de recuperação de desastres? Toda empresa com uma infraestrutura de TI consolidada e que utiliza dados em seu dia a dia — precisa contar com essa ferramenta.

Afinal, falamos de uma prática que pode tornar a segurança da sua organização mais resiliente. Confira o passo a passo:

1. Inventário de ativos

Como parte de uma avaliação de impacto mais ampla, o plano de recuperação de desastres deve se basear em uma auditoria completa da infraestrutura do negócio.

Falamos de uma relação de aplicativos, documentos, hardwares, entre outros dispositivos mais impactantes e sua importância para as operações de negócios.

E lembre-se: este deve ser um processo contínuo, pois esses itens podem mudar rapidamente.

2. Faça uma avaliação de riscos

Agora, procure entender quais as áreas de risco do seu negócio. Ou seja, àquelas mais propensas a sofrer com os riscos de um desastre.

Isso normalmente divide os desastres em tipos, como:

  • Desastres naturais;
  • Desastres por erros humanos;
  • Desastres relacionados à tecnologia.

Assim, cada tipo de desastre — na teoria — deve contar com suas próprias estratégias de mitigação.

3. Conscientização e capacitação interna

Defina uma equipe que será responsável por desenvolver e manter o plano de recuperação de desastres.

Identifique a equipe-chave envolvida na execução das tarefas e a conscientize sobre a importância e as maneiras de fazer seu trabalho.

Aliás, a capacitação interna deve ser parte de um esforço amplo que não apenas envolva a equipe relacionada com a recuperação de desastres, mas também todos os seus colaboradores.

Todos devem ser informados sobre o plano de recuperação, quem é responsável pela execução do plano em caso de desastre e o que deve ser feito em cada cenário extraordinário.

4. Plano de continuidade dos negócios (BCP)

O Plano de Continuidade de Negócios (Business Continuity Plan ou BCP) é uma abordagem ampla, corporativa e que se concentra em manter as funções de negócios ou retomá-las com eficiência no caso de um grande desastre.

Um grande desastre pode ser qualquer coisa: desde uma inundação, incêndio, ciberataque e mesmo uma pandemia.

O BCP, portanto, vai além da questão do setor de TI e abrange toda a empresa.

Esse plano deve descrever os procedimentos que sua organização seguirá diante dos eventuais desastres.

Ou seja, qual estratégia de comunicação de crise tomar, quais ativos priorizar na proteção, quais parceiros de negócio ou qual parte do supply chain otimizar, como seu RH deve agir, quais recursos humanos serão necessários e muito mais.

5. Alternativas de recuperação de desastres a curto, médio e longo prazo

Ao criar seu plano de recuperação de desastres, pense em estratégias variadas que abranjam o curto, médio e longo prazo.

Ou seja, diante de um ciberataque, qual a primeira ação a se tomar e quais as ações posteriores devem ser implementadas?

E se o desastre em questão for uma enchente em seu data center — que além de ocasionar estragos nos hardwares também pode impedir a chegada dos técnicos no local — quais ações devem ser tomadas primeiro?

E como reforçar o local para mitigar os efeitos de outras situações assim?

São detalhes que devem ser pensados e colocados em prática, o máximo que puderem.

6. Conte com equipes especializadas de TI

É claro, quando falamos de problemas na sua infraestrutura de dados e rede, não é qualquer profissional que entenderá como lidar com eles.

Por isso, é necessário contar com uma equipe especializada no assunto que poderá atender aos chamados urgentes, compreendendo logo de cara seu plano de recuperação de desastres e agindo conforme suas diretrizes para evitar prejuízos ao negócio.

7. Disaster Recovery 

O DRaaS é um serviço especializado que qualquer empresa pode contratar, com o objetivo de terceirizar o plano de recuperação de desastres.

O Disaster Recovery as a Service trata-se da contratação de todo know-how de uma organização especializada na recuperação de desastres, como a Ascenty, que é um parceiro estratégico para as empresas que necessitam hospedar seus ambientes de TI dentro de Data Centers de padrão mundial que cumpram os principais requisitos de latência, distancia e acesso facilitado .

Plano de recuperação de desastre com a Ascenty 

Sabia que você pode contar com a Ascenty para apoiar seu plano de recuperação de desastres?

É que a empresa, líder em data centers na América Latina e com mais de 21 unidades em operação e/ou construção, possui todo know-how, expertise e infraestrutura para garantir 100% de disponibilidade para sua empresa.

Como nós mesmos gostamos de afirmar: a Ascenty trabalha para que a sua empresa não pare.

O posicionamento estratégico e geográfico da Ascenty é referência, pois proporciona a continuidade dos negócios com total autonomia para sua empresa.

O nosso posicionamento e certificações envolvem um conjunto de políticas e procedimentos que permite que o cliente tenha a recuperação total da infraestrutura de tecnologia da sua empresa, independente do desastre e da situação.

Que tal iniciar um plano de recuperação de desastres eficiente, hoje mesmo, e com uma consultoria gratuita de nossos especialistas?

Entre em contato com a Ascenty e saiba como podemos prevenir e ajudar o seu negócio!

Finanças 4.0: entenda o que é e saiba como a tecnologia é capaz de contribuir com o setor financeiro

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Você já ouviu falar em Finanças 4.0? O movimento de transformação do setor financeiro acontece na esteira de outras revoluções, como a Indústria 4.0, e pode revolucionar as empresas da área.

E veja bem, essa não é uma novidade para o mercado como um todo.

De acordo com relatório da Zippia, em 2021, a indústria tech já correspondia a uma fatia de 35% do mercado mundial.

Essa relevância faz sentido, já que o investimento em tecnologia é uma necessidade.

Na verdade, conforme dados da Advance 2000, 57% das empresas dizem que aproveitar as principais tecnologias digitais é fundamental para suas operações.

Além disso, quase um terço das organizações acreditam que implementar iniciativas de transformação digital é uma questão de sobrevivência em seus respectivos setores — incluindo o financeiro!

Mas afinal, o que é Finanças 4.0 e como essa transformação pode contribuir para melhores resultados para empresas do setor?

É o que vamos desvendar neste conteúdo, confira! 

O que é Finanças 4.0?

Finanças 4.0 trata basicamente do uso de tecnologias como IA, machine learning, IoT, blockchain e automação para fazer o melhor uso dos dados financeiros de um negócio. O objetivo é modernizar funções como orçamento, planejamento e gestão financeira.

Hoje, não existe exatamente um consenso sobre o que define Finanças 4.0, mas pode-se afirmar que tem relação com a implementação de tecnologia nas finanças.

Dessa maneira, trata-se de uma transformação digital no próprio setor financeiro impactando profundamente nas operações e modelos de negócio de instituições da área.

Mais popularmente, falamos das fintechs, que já ocasionaram uma disrupção no mercado, oferecendo tecnologias inovadoras e serviços qualificados para instituições e até mesmo para os clientes finais.

Tudo isso enquanto alinhados as principais tendências de TI, como hiperconvergência, data centers sustentáveis, eficiência energética, entre  outros!

Finanças 4.0: integração tecnológica e financeira

Um dos principais objetivos de Finanças 4.0 é a integração entre tecnologia e as capacidades financeiras — seja de um negócio ou de uma instituição do segmento.

O uso de sistemas integrados e, mais especificamente tecnologias inovadoras, permite que todas as empresas melhorem e gerenciem suas informações financeiras.

Hoje, o departamento financeiro como um todo é — muitas vezes — visto como um armazenador de registros, servindo apenas para controle de caixa e geração de relatórios eventuais.

Embora muitas das principais responsabilidades permaneçam as mesmas, a adoção da tecnologia ajuda os líderes financeiros a se tornarem especialistas estratégicos.

Assim, eles podem orientar os negócios para a modernização, expansão do mercado e crescimento, ao mesmo tempo em que gerenciam os custos e os resultados.

Entre os benefícios da integração tecnológica e financeira, podemos citar:

  • Automatização dos processos: utilize sistemas poderosos que podem integrar setores e centralizar dados, automatizando tarefas e tornando sua operação mais eficiente.
  • Inteligência artificial: com a IA, é possível analisar o comportamento de parceiros e clientes, o que lhe dará insights para tomar melhores decisões e descobrir as principais oportunidades de negócio.
  • Segurança e expansão dos dados: conte com todo potencial de tecnologias como o blockchain e a criptografia avançada para proteger dados e criar um ecossistema financeiro livre de terceiros mal-intencionados.
  • Big Data e controle do capital: o uso de tecnologias de Deep e Dark Analytics revolucionará a forma que sua empresa lê o Big Data — ampliando seu controle do dinheiro.
  • Novos serviços: para empresas do setor financeiro (como bancos, operadoras de créditos e fintechs), a revolução vai permitir utilizar todas as tecnologias acima com foco no cliente final, entregando novos e inovadores serviços, tornando sua entrega de valor uma parte essencial da gestão financeira das pessoas e das empresas que atende.

Uma gestão com menos burocracias e mais garantias

Um dos grandes objetivos — se não o principal — das empresas hoje é otimizar seus processos. E é verdade: melhores resultados só acontecem com uma estrutura processual eficiente, à prova de erros e completamente otimizada.

Mas como fazer isso?

É um caminho que a Finanças 4.0 pode abrir, já que age diretamente sobre um setor de vital importância para o negócio.

Assim, com o uso de tecnologias de alta capacidade (como redes de conectividade de baixa latência e sistemas de gestão modernos) é possível minimizar a ação humana nos processos operacionais.

Desse modo, seus profissionais se baseiam nos dados e insights tecnológicos para agir em momentos pontuais.

É uma forma de otimizar os processos e tornar sua operação mais focada naquilo que importa: nas necessidades do seu cliente.

Como isso é possível? Bom, veja só:

Imagine que Luciano, CEO de uma empresa que desenvolve e comercializa um SaaS de gestão financeira, esteja buscando uma forma de otimizar processos.

Ele conhece o mercado. Sabe que bons profissionais são custosos e que o problema não é seu time, mas a maneira que os projetos são realizados.

Portanto, ele deve otimizar os processos.

Para isso, seguindo algumas tendências, decidiu investir em uma solução de IA capaz de automatizar várias tarefas do backoffice.

Assim, ele previa reduzir os custos e focar seu budget no desenvolvimento dos processos.

E foi exatamente isso que ele conseguiu!

A tecnologia tomou conta das operações rotineiras do setor de finanças, o que reduziu a necessidade de mão de obra dedicada e permitiu que o time se dedicasse mais estrategicamente em busca de oportunidades relacionadas.

De acordo com uma pesquisa da Oracle, empresas que aplicam IA no departamento financeiro relatam uma melhoria média na produtividade em 33% e uma diminuição de 37% dos erros.

Além disso, empresas que empregam tecnologias inovadoras são 9,5 vezes mais propensas a obter maior precisão nas métricas financeiras e operacionais do que aquelas que não têm. 

Conclusão

Finanças 4.0 promete mudar o mundo das finanças, introduzindo novas tecnologias, metodologias e criando oportunidades para empresas de todos os tipos.

Para o resto do mercado, é importante se manter atualizado com as novas eras tecnológicas, pois indústria, mercado e tecnologia se conectam.

É essencial não apenas para que sua empresa permaneça relevante, mas também para fornecer o melhor serviço ou produto aos clientes.

E você, gostou de aprender mais sobre Finanças 4.0? Esperamos que esse conteúdo ajude você a se contextualizar mais sobre o assunto!

Para seguir aprendendo, que tal ler nosso próximo artigo? Confira: Entenda a importância da conectividade para os novos procedimentos financeiros

O que você precisa saber sobre o Data Center Virtual

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Na era da transformação digital, as empresas precisam ficar sintonizadas nas principais tendências de TI, de modo a modernizar sua operação. O data center virtual é uma dessas inovações capaz de potencializar seus processos e melhorar os resultados.

E você, já ouviu falar de data center virtual e sabe do que se trata essa tendência de TI?

O data center já se tornou uma realidade e um dos pilares infraestruturais de empresas que visam otimizar processos.

No entanto, há uma diferença entre o data center físico e o virtual. Neste conteúdo, vamos te explicar a diferença e contar também sobre as vantagens do data center virtual.

Que tal seguir a leitura para aprender mais?

O que é um Data Center Virtual?

O data center virtual é, basicamente, uma infraestrutura de TI totalmente virtualizada — ou seja, um IaaS. Ele oferece todas as possibilidades de um banco de dados tradicional, mas com recursos baseados na nuvem.

Desse modo, permite que a empresa possua maior liberdade de controle e personalização da sua infraestrutura — sem que, para isso, necessite adquirir, implantar, configurar e manter dispositivos físicos.

Assim, as empresas podem aproveitar de toda flexibilidade, escalabilidade e economia de custos que o cloud computing oferece.

No geral, com essa solução, uma empresa ganha:

  • Virtualização completa da infraestrutura de TI;
  • Vantagens interligadas aos servidores físicos, aprimorando a modernização, transformação e gerando valor ao ambiente virtual;
  • Parque tecnológico que integra setores e aprimora o manuseio das informações do negócio.

Quais são as vantagens do Data Center virtual?

Mas afinal, vale mesmo a pena investir em um data center virtual em detrimento de uma opção mais tradicional, como o data center físico?

A resposta é que sim, pois se trata de uma solução que dinamiza sua operação e a torna mais flexível para lidar com as demandas atuais que costumam ser muito voláteis.

Separamos alguns benefícios da tecnologia para exemplificar, confira:

  • Tecnologia avançada: O data center virtual leva o seu negócio para outro patamar da transformação digital.
  • Redução dos custos: Como o banco de dados é completamente virtual, sua empresa não precisa gastar na aquisição, instalação e manutenção de recursos e hardwares físicos.
  • Manutenção qualificada: Em um data center virtual, o provedor é responsável pela manutenção da infraestrutura. E como o provedor precisa seguir diretrizes e certificações, esse trabalho é muito mais qualificado.
  • Segurança: Com um data center virtual, toda a infraestrutura é hospedada na nuvem. Ou seja, sua empresa pode escolher soluções de segurança personalizadas para se proteger contra ameaças cibernéticas. No caso da infraestrutura em si, por ser mantida pelo provedor, ela provavelmente já segue padrões de segurança que possibilitam que apenas pessoas autorizadas acessem o ambiente de dados para realizar manutenções.
  • Conexão com redes 5G: Um dos grandes diferenciais de contar com um data center virtual é que sua empresa pode trabalhar com tecnologia avançada. Um caso emblemático é das redes 5G, que em pouco tempo se tornarão realidade no Brasil. Isso porque, a infraestrutura é atualizada pelo provedor!
  • Escalabilidade: Flexibilidade e escalabilidade são os principais pontos fortes de qualquer solução na nuvem e com o data center virtual não seria diferente. Ele maximiza a capacidade de dimensionamento de uma empresa para atender às crescentes demandas, possibilitando alocação em tempo real de largura de banda, capacidade de armazenamento e outros recursos de TI.

Data Center Virtual x Físico: quais as principais diferenças? 

Mas afinal, qual a diferença entre esses dois modelos? Bom, é fácil apontar: a primeira é 100% virtual, entregue como um serviço, já a segunda é on-premise, construída com recursos e hardwares físicos.

Como mencionamos anteriormente, o data center virtual é basicamente um IaaS (Infraestrutura como Serviço).

É um serviço que a sua empresa contrata e é baseada na nuvem — que pode ser tanto privada, pública ou híbrida.

Um dos grandes benefícios é o alto potencial de personalização, já que a empresa contrata o data center conforme suas necessidades de processamento, armazenamento e conectividade.

Já no caso de um data center físico, trata-se de uma solução que a empresa aloca dentro da organização (on-premise) ou opta pela terceirização (colocation).

Se a empresa monta seu próprio data center físico, cabe a ela escolher, adquirir, manter e atualizar os softwares, hardwares e demais equipamentos.

Vale dizer que, nesta opção, é dever da empresa manter um ambiente propício para seu data center com temperatura controlada, protocolos de segurança e Disaster Recovery.

Existe também a opção do colocation, em que sua empresa contrata um provedor para alugar o local e dependendo da necessidade, a infraestrutura em si.

Vale dizer que as duas opções são muito úteis — o que vai definir sua aplicação são as necessidades da empresa.

Existem negócios que necessitam de total controle sobre a sua infraestrutura, como instituições financeiras, e por isso normalmente optam pelo data center físico (ou uma mistura entre ambas as infraestruturas).

De fato, o data center físico pode ser mais custoso — o que facilita para que empresas de menor porte ou em momentos de crescimento da operação optem pela solução virtualizada.

Quem deve decidir é você, junto com os líderes do negócio e especialistas no assunto!

As tendências para 2022

E então, gostou de aprender mais sobre o data center virtual?

Não existe uma opção melhor que a outra, mas a mais adequada para um negócio.

Empresas que experimentam um momento de escala, com grande crescimento, podem se aproveitar muito de uma infraestrutura virtualizada.

E no seu negócio, qual tipo de data center mais se encaixa? Esperamos que o nosso conteúdo ajude você a decidir!

Agora, que tal conferir as 7 principais tendências em data center para 2022? Lançamos um blog post em que contamos tudo para você!

Por fim, siga de olho nas novidades do nosso blog e aprenda tudo sobre data centers e infraestrutura de TI com a Ascenty.

 

Como aumentar a produtividade no home office com o auxílio das soluções Ascenty

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Com a ascensão do trabalho remoto, várias empresas se viram obrigadas a adotar metodologias, ferramentas e até mesmo rotinas diferentes. Passado o tempo, os líderes já se acostumaram à nova realidade. Ainda assim, resta uma dúvida: como aumentar a produtividade no home office?

Após o mundo corporativo ser tomado pela necessidade de descentralizar suas operações e continuar produzindo — só que de casa — muita coisa mudou.

E apesar do começo lento, é fato que a maioria das empresas conseguiu se adaptar ao novo modelo.

Porém, mesmo que já tenham voltado ao escritório, o home office se tornou uma realidade muito boa para ser ignorada — o que ampliou a adoção do conceito de trabalho híbrido.

No entanto, manter a produtividade no home office ainda é um desafio nas organizações. Há obstáculos a se superar, como a microgestão, as questões infraestruturais e a conectividade que pode variar de casa para casa.

Dessa maneira, como conquistar o máximo de produtividade no home office? É o que vamos explicar neste conteúdo — mostrando também quais soluções da Ascenty são perfeitas para atender sua empresa e funcionários.

Siga a leitura para continuar aprendendo.

O Home Office é uma tendência que veio para ficar

Até alguns anos atrás, o home office era o modelo preferido de empresas totalmente inovadoras — normalmente, startups e agências, ambientes que respiram inovação. Porém, após a pandemia, o trabalho remoto se tornou obrigação.

No entanto, passados os piores tempos e agora, em que a volta ao normal parece há poucos passos de se concretizar, o home office continua de pé em boa parte das organizações e deverá continuar assim daqui pra frente

De acordo com dados divulgados pela Agência Brasil, o número de postos de trabalho com modelo remoto aumentou mais de 300%.

Além disso, conforme pesquisa da McKinsey com 287 executivos das principais empresas do mundo, a maioria afirmou que planeja reduzir seu escritório físico em até 30%, com isso gerando uma alta economia de recursos.

Em outro levantamento, desta vez divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, viu-se que a maioria dos trabalhadores em 29 países adotou o home office com mais facilidade do que se imaginava.

E para o futuro? De acordo com matéria da revista Valor Econômico, grandes empresas brasileiras já instauraram o trabalho remoto como padrão (junto com o escritório físico), como é o caso da XP e da OLX Brasil.

E nós aqui na Ascenty já começamos a sentir essa movimentação do home office nas empresas.

É por isso que trabalhamos em soluções ideais para suprir suas necessidades — mas esse é um assunto para logo mais. Continue a leitura!

Como a Tecnologia é uma poderosa aliada para garantir produtividade no home office de seus colaboradores

Afinal, como melhorar a produtividade no home office? A resposta é fácil: com tecnologia! Soluções tecnológicas como sistemas, aplicativos e recursos de conectividade podem transformar a rotina do seu negócio.

Mas como a tecnologia pode impactar tanto o dia a dia operacional e a gestão de pessoas e processos? Explicamos a seguir, veja só:

A tecnologia garante acesso a dados e ao armazenamento seguro de informações

Para se manter informado e cumprir as tarefas de trabalho com sucesso, os funcionários remotos precisam de acesso seguro aos dados e ferramentas da empresa.

Tudo isso pode ser alcançado com a ajuda da computação em nuvem.

Redes e recursos (SaaS, PaaS e IaaS) baseadas em nuvem proporcionam o armazenamento seguro e organizado de documentos e dados, ajudando os funcionários a acessar o conteúdo da empresa a qualquer momento e de qualquer dispositivo.

A tecnologia facilita a comunicação e a colaboração

Para os funcionários que trabalham remotamente, é importante ter recursos mais diversificados para falar com seus colegas.

Com a tecnologia é possível aproveitar de outros canais além do e-mail, agilizando as rotinas operacionais.

A tecnologia ajuda a gerenciar a produtividade

A gestão do tempo para os funcionários em home office é talvez um dos importantes desafios deste modelo de trabalho.

Sem as ferramentas adequadas, é fácil que líderes percam muito do seu precioso tempo realizando a microgestão.

Porém, existem ferramentas de controle de tempo que podem ajudá-los a monitorar a produtividade enquanto asseguram que os funcionários se mantenham responsáveis ​​e produtivos.

A tecnologia apoia a cultura organizacional

Devido à falta de comunicação informal, característica inerente à vida no escritório, os funcionários que trabalham em casa podem se sentir desengajados e estressados, o que afetará negativamente a sua produtividade.

Nessa situação, a tecnologia também pode ajudar a incentivar o convívio com os colegas para aumentar o engajamento dos funcionários e fazê-los se sentirem mais conectados.

Conheça as soluções da Ascenty ideais para elevar a produtividade no home office

A Ascenty é a líder em data centers em toda América Latina e, por conta de sua expertise e da enorme infraestrutura que possui tem as soluções certas para potencializar a produtividade no home office da sua empresa.

Você sabia que há anos desenvolvemos soluções e serviços indicados para empresas digitalmente transformadas?

É por isso que vários de nossos clientes encontraram em nosso portfólio de serviços, as soluções adequadas para que suas operações continuassem estáveis — mesmo naquelas organizações onde o trabalho remoto era uma novidade!

Se você busca mais produtividade no home office, confira as principais soluções e serviços da Ascenty:

  • Cloud Connect: e se a sua empresa pudesse entrar em contato com as nuvens dos principais provedores, data centers e operadoras de telecom do mercado? O tráfego é garantido por nossa rede de fibra óptica de alta velocidade e sua organização pode acessar as principais soluções do mercado, sem depender de integração.

Confira o guia sobre o Cloud Connect!

  • Ecossistema de Conectividade: um portfólio específico de serviços voltados para a conectividade, de modo a suprir toda e qualquer necessidade corporativa atual.

Confira nossa entrevista para entender  sobre!

  • Colocation e Soluções Complementares: a Ascenty proporciona uma infraestrutura de ponta, totalmente alinhada com certificações como a ISO 14001, para que sua empresa possa aproveitar os benefícios do serviço de colocation nos seus moldes — contando com soluções complementares para personalizar, ainda mais, o atendimento.

Confira mais sobre esse serviço!

Que tal dar um passo além na modernização da sua rotina de trabalho e aumentar a produtividade no home office?

Conte com as soluções Ascenty!

Se ficou interessado (a) em alguma delas ou quer aprender sobre o potencial delas para sua operação, entre em contato conosco!

Empresa remota: quais as ferramentas para se chegar lá?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Tornar-se uma empresa remota não foi uma questão de escolha, mas de sobrevivência para a maior parte das organizações em 2020, com o início da pandemia. Dois anos depois, no entanto, vários negócios ainda sofrem com o trabalho remoto. Afinal, como se tornar uma verdadeira empresa remota?

Se até 2020 o trabalho remoto era uma característica de empresas inerentemente tecnológicas e inovadoras, como startups, após a pandemia o cenário se tornou outro e as empresas tiveram que se adaptar.

A necessidade de distanciamento social para preservar a saúde dos funcionários, descentralizou os escritórios, obrigando que todos executassem suas funções direto de casa.

A grande surpresa veio nos resultados: foram constatados muito mais pontos positivos do que negativos.

É por isso que, hoje, conforme dados divulgados pela revista Exame, 74% das organizações brasileiras admitem que o home office será definitivo.

No entanto, ainda há muito a se aprender sobre esse novo modelo de trabalho. Afinal, como garantir os melhores resultados para a empresa, mesmo com uma dinâmica de trabalho remoto para a maioria dos funcionários?

É o que vamos explorar neste conteúdo, siga a leitura para aprender mais!

Empresa remota: as ferramentas ideais para o sucesso

Mas afinal, o que caracteriza uma empresa remota? Hoje, existem vários exemplos que podem se encaixar no conceito — que é mais flexível do que você imagina.

Uma empresa remota é uma organização que tem um modelo de trabalho descentralizado. Ou seja, suas operações diárias não são restritas a um escritório ou a sedes fixas, que reúnem todos os funcionários.

Isso quer dizer que uma empresa remota pode ser tanto aquela que aderiu a um modelo híbrido (que mescla as idas ao escritório com o home office), como aquela 100% remota.

Agora, fica a dúvida: o que é necessário para que uma empresa se torne remota?

Diferentemente do que se pensa, o home office é um desafio também infraestrutural — do ponto de vista de rede, conectividade, dados e outros desafios e não apenas a localização física das pessoas.

A organização precisa contar com diferentes ferramentas que permitam que os funcionários sejam produtivos no dia a dia e de onde quer que estejam.

E claro, que essa produtividade seja constante e, especialmente, assegurando a integridade dos dados da organização.

Ferramentas que contribuem para a qualidade de uma empresa remota:

Uma empresa remota depende de ferramentas e recursos tecnológicos que apoiem a descentralização das atividades.

É necessário não apenas fornecer a base para que um negócio opere em sua plena capacidade, mas que se mantenha integrado, seguro, disponível e unido.

Por isso, é preciso pensar nos mais diferentes aspectos da convivência e gestão de pessoas, além da gestão de processos.

Entre as principais ferramentas, podemos mencionar:

  • Cultura organizacional: sistemas de gestão de pessoas que eliminam a necessidade dos líderes se preocuparem com a microgestão são essenciais para fornecer dados sobre a cultura da empresa, a produtividade dos funcionários e o desempenho geral.
  • Segurança dos dados: investir em antivírus para os dispositivos remotos fornecidos aos funcionários, bem como camadas extras de proteção aos seus dados, por exemplo, é essencial para garantir a integridade de todas as informações do seu negócio.
  • Plataformas de comunicação: os líderes, funcionários e stakeholders precisam conversar, mesmo no home office. Plataformas que simplificam a comunicação são essenciais e podem contar com recursos que enriquecem a experiência.
  • Socialização em meio ao virtual: soluções de intranet permitem que os funcionários e líderes socializem para além das calls, criando e fortalecendo o senso de equipe.
  • Data Center: por fim, a tecnologia que torna o trabalho remoto possível e possibilita a utilização de todas as ferramentas citadas anteriormente.

Contar com um bom parceiro de data center é um dos pontos centrais de uma estratégia de home office bem-sucedida.

Por que? É o seu data center que determina a disponibilidade e o desempenho da nuvem de sua empresa, permitindo que os funcionários realizem suas atividades de maneira produtiva.

Empresa remota: conexão e potência

A empresa remota, em termos infraestruturais, precisa de algumas coisas para que possa trilhar um caminho de sucesso. Entre elas, o poder da conectividade e a possibilidade de integrar tantas pessoas, processos e entregas descentralizadas.

Contar com uma solução de rede e dados que possibilite que todos os envolvidos se conectem ao longo de sua cadeia de valor é, portanto, essencial.

Hoje, a globalização obriga que as organizações possam se integrar com diferentes players em qualquer lugar do mundo — especialmente se falamos de uma empresa remota.

Para isso, é essencial aderir a plataformas, sistemas e ferramentas que capacitem seu negócio, modernizando sua operação e potencializando a produtividade.

Conclusão

Tornar-se uma empresa remota, para muitas organizações ao longo dos últimos dois anos, foi praticamente uma obrigação para garantir a sobrevivência do negócio e a saúde dos colaboradores.

No entanto, conforme o tempo passou, as empresas viram que o modelo de trabalho remoto não apenas funcionou, como apresentou melhorias em vários aspectos do negócio e da gestão.

Especialmente no que diz respeito à produtividade, redução de custos (como o aluguel do espaço do escritório e suas despesas) e, também, em tarefas como a atração e seleção de talentos.

Afinal, contar com um modelo de trabalho flexível é um imã para a maior parte dos principais talentos hoje em dia.

E a sua empresa, já se encontra nesse patamar e opera perfeitamente como uma empresa remota?

Caso ainda encontre dificuldades, que tal contar com ajuda especializada?

 A Ascenty, líder em Data Centers e interconexões na América Latina, pode ajudar seu negócio a encontrar o caminho para o sucesso em uma realidade de transformação digital.

Entre em contato conosco!

O que é computação quântica?

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Apesar de soar como ficção científica, a computação quântica é uma realidade hoje em dia — e, principalmente, uma tendência que pode mudar a rotina das pessoas e dos negócios.

Muito vinculado ao termo “física quântica”, a computação quântica não é o mesmo que a complicada disciplina dominada por grandes estudiosos como Albert Einstein.

Ainda assim, apesar de ser um tema importante para hoje e para o futuro, é complexo.

Por isso, para ajudar a entendê-lo, preparamos um artigo sobre o assunto. Aqui, vamos explicar o que é, como funciona e quais benefícios que a computação quântica traz para os negócios.

E então, vamos lá? É só seguir a leitura!

Computação quântica: o que é?

A computação quântica representa uma transformação no modo de processar informações — isso porque aplica regras da mecânica quântica à computação. Assim, pode realizar incontáveis cálculos simultaneamente, enquanto computadores tradicionais não conseguem.

O que isso significa é que a computação quântica é muito (mas muito) mais rápida do que a computação tradicional.

Embora a computação quântica seja realidade há décadas, ela era só uma teoria.

Foi em 2019 que a IBM construiu o primeiro computador quântico — o IBM Q System One.

Esse sistema possui 20 qubits (bits quânticos), combinando peças tradicionais com peças de computação quântica. Porém, ele é praticamente um protótipo ainda — não sendo aplicável para operações comerciais.

Como funciona a computação quântica

Entender como a computação quântica funciona pode ser um pouco complicado — afinal, é um conceito de tecnologia extremamente avançado.

Para simplificar, vamos partir da computação tradicional. Como ela funciona?

A computação que conhecemos hoje utiliza longas sequências de bits que codificam ou 0 ou 1 — ou seja, um processamento binário.

Computadores são completamente lógicos, funcionando de acordo com os caminhos oferecidos em um sistema binário (0 ou 1, sim ou não, abrir ou fechar, executar ou não executar etc.).

Já um computador quântico usa qubits, os bits quânticos.

Esses qubits codificam o 0 e o 1 em dois estados quânticos distinguíveis.

Mas a grande diferença é que a superposição e o emaranhamento podem ocorrer com partículas quânticas.

Isso significa que as partículas quânticas podem estar em vários estados ao mesmo tempo e que podem ser ligadas em perfeito uníssono, mesmo que estejam distantes umas das outras.

Sabemos que é um pouco difícil de entender, mas continue conosco:

Como resultado da superposição e do emaranhamento, os computadores quânticos podem processar um número incrível de cálculos ao mesmo tempo, enquanto os computadores tradicionais não podem processar cálculos simultaneamente.

O que isso significa essencialmente é que a computação quântica é muito mais rápida que a computação tradicional.

E você sabe, na computação, quanto mais rápido, melhor para usuários e empresas.

Além de mais rápida, a computação quântica também permite cálculos mais complexos.

Na prática, isso permite que esses dispositivos sejam utilizados no processamento de enormes quantidades de dados, oferecendo contornos mais realistas (e comerciais) ao uso do big data.

Mas é justamente esse potencial que torna a computação quântica um desafio interessante.

Você já viu os computadores antigos, da década de 1960 e 1970 — o quão enormes eram? O tamanho representava o pouco nível de otimização destes sistemas, pois pouco se sabia sobre eles e a tecnologia para fabricá-los (em tamanhos menores e com melhores recursos) ainda não era realidade.

É mais ou menos o passo que estamos hoje em relação à computação quântica: os computadores são muito grandes e os circuitos supercondutores precisam ser mantidos em temperaturas abaixo de zero para operar.

Como a computação quântica é capaz de trazer benefícios para a sua empresa

E afinal, se aplicado às operações comerciais, como a computação quântica pode ajudar empresas a superar os desafios de seu dia a dia?

Separamos algumas das aplicações para contextualizar melhor, veja só:

Cibersegurança

A criptografia é um elemento central da segurança das informações — no entanto, ela depende de cálculos matemáticos e algoritmos avançados.

Se alguma pessoa maliciosa consegue criar um programa que decifre a chave da criptografia, ela perde a razão de ser.

A computação quântica permite a criação de fórmulas matemáticas que, em tese, levariam milhares de anos para serem resolvidas.

Ou seja, desse modo, é possível criar sistemas criptográficos tão complexos que seria, praticamente, impossível quebrá-los.

Análise de Big Data

A análise de grandes conjuntos de dados exige enorme poder computacional — e muito embora as redes atuais sejam suficientes, tudo tendo a evoluir com a implementação do 5G.

Esse tipo de computação fornece novas maneiras de analisar dados e pode realizar certos cálculos quase instantaneamente.

Embora os computadores tradicionais continuem a desempenhar um papel valioso, as empresas precisarão aproveitar esses novos avanços para potencializar ao máximo seu processamento de dados.

Inteligência artificial

A computação quântica promete revolucionar a inteligência artificial.

Os avanços da IA ​​têm sido enormes há vários anos, mas prometem dar um salto com a computação quântica.

Afinal, a IA baseia-se em cálculos e algoritmos complexos, amparados por recursos como machine learning e IoT.

Com a computação quântica, será possível evoluir completamente as aplicações de inteligência artificial, conquistando novos espaços e criando soluções ainda melhores.

Otimização de processos logísticos e de fabricação

Algoritmos quânticos, entre outras coisas, podem lidar com problemas reais (e atuais) de otimização, como planejamento de processos de fabricação, carregamento de contêineres e roteirização de veículos de entrega.

A capacidade de um computador quântico de considerar todos os cenários prováveis ao calcular alguma variável cabe muito bem a empresas de todos os tipos.

E claro, do mesmo jeito, a tecnologia quântica também permite a otimização dos processos de produção, encontrando soluções criativas para melhorar as entregas do chão de fábrica.

E então, gostou de aprender mais sobre esse tema, como funciona e quais os benefícios para os negócios?

Para conhecer mais sobre as novidades tecnológicas que vão revolucionar a computação — e claro, sua empresa — continue de olho em nosso blog!

Aqui, postamos conteúdos completos sobre as principais tendências da tecnologia. Confira os outros posts!

7 motivos para se adotar a tecnologia na educação

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Afinal, vale mesmo a pena investir em tecnologia na educação? Bom, a história mostra que sim e que a inovação está por trás de grandes avanços no modo como as pessoas, independente da idade e do objetivo, aceleram e melhoram seu aprendizado.

Hoje, a transformação digital é um dos pontos centrais das estratégias das empresas.

E o mesmo pode ser dito de instituições de ensino, que já começam a se aproveitar da tecnologia para aprimorar sua cultura educacional.

Ao longo dos anos, a tecnologia na educação é a capacitadora de várias revoluções — e não se engane, elas já acontecem há séculos:

  • 1500: Foi apenas alguns anos após o descobrimento do Brasil que o lápis foi inventado, simplificando a aprendizagem, a escrita e a popularização dos registros escritos.
  • 1890: Logo na época em que a Revolução Industrial já se consolidava, as instituições de ensino começaram a utilizar a lousa e o giz. Prático, simples e dinâmico, foi fruto da inovação nas salas de aula.
  • 1950: Com a corrida tecnológica e os avanços pós-Segunda Guerra Mundial, novos dispositivos foram integrados à sala de aula, como projetores e mimeógrafos.
  • 2000: Computadores pessoais, Internet e a digitalização do conteúdo revolucionaram a forma dos alunos e docentes interagirem com os materiais e entre si.
  • 2010: Com os avanços tecnológicos, foi possível introduzir a gamificação às salas de aula, tornando o ensino mais engajador e eficiente.
  • 2020: Para a próxima década, a perspectiva do 5G, metaverso e hiperescala prometem revolucionar não apenas a forma, mas o alcance da educação em todo o mundo.

Seja para o ensino superior ou para outros modelos de aprendizagem, a tecnologia na educação é uma adição essencial à sala de aula.

Que tal entender mais sobre o assunto e por que é necessário adotar a tecnologia na sua instituição de ensino? É só seguir a leitura!

Tecnologia na educação: 7 motivos para adotar

Para uma instituição de ensino, adotar a tecnologia na educação é um avanço considerável. Afinal, falamos de um meio tradicional nos métodos e recursos.

No entanto, há vários benefícios atrelados, especialmente na aplicação de novas metodologias de ensino — e na melhoria da gestão do negócio!

A seguir, separamos os principais motivos para sua empresa investir em tecnologia na educação. Confira:

1# Segurança das informações pessoais

Instituições de ensino, especialmente profissionalizante ou superior, costumam lidar com várias informações pessoais e sensíveis de seus alunos.

Proteger esses dados é uma necessidade, hoje em dia, em vista dos possíveis ataques cibernéticos.

Para os criminosos online, os dados são o principal alvo, pois podem revelar muito sobre as pessoas.

É por isso que as instituições devem investir em sistemas de gestão e bancos de dados capazes de assegurar a integridade das informações.

Essa é uma obrigação das empresas do ramo, especialmente diante de leis como a LGPD e a Secretaria Digital, uma obrigação das instituições de ensino de acordo com a Portaria 315 do MEC.

2# Engajamento dentro e fora da sala

Um dos grandes desafios da educação atual é conquistar a atenção dos alunos. Há tantos estímulos externos que fica difícil ser eficaz no modelo tradicional de ensino, onde o aluno é um mero espectador.

Com a tecnologia na educação, é possível tornar o processo de aprendizagem mais engajador — seja dentro ou fora da sala.

A gamificação é um exemplo: ela permite que as instituições se aproveitem de recursos como a Realidade Virtual e storytelling para criar ambientes de aprendizagem lúdicos e envolventes.

E apesar de parecer, essa não é uma inovação que só cabe ao ensino básico, mas a todas as camadas de aprendizagem tanto para crianças quanto adultos.

3# Redução de custo e melhor benefício

E se ao investir na tecnologia na educação, você pudesse reduzir os custos do seu negócio?

Soluções modernas permitem que qualquer líder de negócio avalie sua operação com base em resultados — dados concretos sobre o dia a dia.

O mesmo pode se dizer em respeito à área da educação.

Com o auxílio de data centers, por exemplo, é possível digitalizar todos os materiais, documentos e setores administrativos.

Desse modo, além de mais eficiente e integrado, a instituição reduz custos de impressão e armazenamento de documentos e aumenta o nível de segurança para os documentos sensíveis.

4# Digitalização dos arquivos e sustentabilidade

Outro ponto relacionado à digitalização de arquivos e de todo acervo acadêmico de uma IES é sua possibilidade de se tornar mais sustentável.

Afinal, falamos da redução do uso de papel — uma prática mais do que comum em IES de todo país.

Na verdade, além disso, é uma obrigação para instituições de ensino superior públicas e privadas.

De acordo com a Portaria 325 do MEC, é necessário virtualizar todo acervo acadêmico, de modo que a instituição possa digitalizar sua gestão.

5# Avanço no conhecimento e aprendizado

Com a tecnologia na educação, os alunos podem estudar da maneira que melhor se adequar às suas necessidades.

Desse modo, é possível que cada plano de ensino seja personalizado para melhorar o desempenho de acordo com as aptidões e dificuldades de cada pessoa.

É uma realidade que ainda precisa ser trabalhada, mas perfeitamente possível — especialmente para instituições com cursos EAD, por exemplo.

6# Produtividade e agilidade nos processos

Digitalizar e implementar sistemas de gestão acadêmica possibilita que a instituição de ensino aja mais como um negócio — ao menos, é claro, na parte administrativa da sua operação.

Isto é, com uso de data center capacitados e sistemas integrados, você automatiza várias tarefas, bem como otimiza o atendimento ao aluno.

Quer um exemplo?

Com a tecnologia na educação, não há necessidade do aluno requisitar pessoalmente sua matrícula na secretaria.

Basta acessar o portal e, com poucos cliques, ter o comprovante em seu dispositivo móvel e pronto para ser utilizado.!

7# Feedbacks e interações imediatas

Outra maneira que a tecnologia na educação transforma a operação é a capacidade de promover interações imediatas.

Desse modo, a gestão do negócio e os próprios educadores podem compreender em detalhes o avanço de cada aluno nos temas estudados.

É o que permite personalizar a jornada de aprendizagem de cada um.

O acesso a feedbacks baseados em dados (e atualizados em tempo real) é um dos avanços que quebra uma das clássicas barreiras de comunicação entre alunos e àqueles que o ensinam.

Conclusão

A tecnologia na educação pode ser transformadora, revolucionando métodos, fórmulas, qualidade e tipo de ensinamento — bem como impactando na gestão do negócio e melhorando sua eficiência.

E não é uma mera afirmação: trata-se de um movimento atestado por empresas de todos os segmentos!

E você, gostou do nosso conteúdo? Então siga de olho em nosso blog para mais novidades!

Preparamos um artigo que pode te interessar, veja só: Hiperconvergência: saiba o que é e como ela é capaz de impactar as empresas 

Entenda como o Data Center é importante para a digitalização nas empresas

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Muito mais do que uma tendência, a digitalização nas empresas é uma necessidade. Hoje, organizações que miram o sucesso no futuro devem pensar na forma de transformar seus processos e digitalizar ao máximo sua atuação.

Mas, você sabia que o data center tem um papel central nessa revolução —  e que ele pode ser determinante para que as organizações se digitalizem?

Isso porque o data center corresponde à infraestrutura de dados de um negócio — que pode ser tanto on-premise quanto colocation.

É o data center que proporciona as bases para que uma empresa estabeleça processos e mecanismos de segurança de dados, por exemplo.

Isso é essencial para que sua empresa possa continuar se aproveitando do potencial dos dados, enquanto obedece às diretrizes de leis — como a LGPD.

Que tal aprender mais? Ao longo deste conteúdo, vamos te explicar o conceito de digitalização nas empresas, como esse movimento se relaciona com data centers e muito mais. Continue a leitura!

Digitalização nas empresas: o impacto e suas oportunidades

Pode até não parecer, mas há lugar para a digitalização em todas as empresas. O que prova isso são os dados do setor. De acordo com a pesquisa da PTC de 2019, cerca de 70% das empresas já possuíam uma estratégia de transformação digital. 

Além disso, de acordo com a consultoria Gartner, 91% das empresas estão engajadas em alguma forma de iniciativa digital e 87% dos líderes dizem que a digitalização é uma prioridade.

Mas afinal, na prática, o que a digitalização nas empresas significa? Basicamente, encontrar na tecnologia digital as ferramentas para otimizar e modernizar suas entregas.

Dessa maneira, trata de um novo olhar sobre seus processos, que agora voltam-se para a experiência do cliente — que, por si só, está cada vez mais imerso no mundo digital.

É por isso que a digitalização nas empresas é um conceito com tantas perspectivas: ela impacta tanto na maneira como um negócio é gerenciado, como também na forma de lidar com os clientes.

Entre seus principais benefícios, podemos mencionar:

  • Possibilidade de criar novos modelos de negócio;
  • Gestão otimizada e automatizada de vários processos;
  • Mais facilidade para atingir, engajar e fidelizar clientes;
  • Adoção de novos modelos de trabalho, como o work from home ou anywhere office.

Um dos eventos que acelerou a adoção de tecnologias digitais foi a pandemia. De acordo com dados publicados pela Exame, durante o primeiro ano da pandemia, 60% das empresas aceleraram a sua digitalização.

Afinal, quanto mais isoladas as pessoas ficavam, maior era o esforço das empresas em atingi-las.

É por isso que houve tanto crescimento em alguns nichos digitais, como o e-commerce e o delivery, por exemplo.

Além disso, essa necessidade de digitalização criou a demanda por maior capacidade nas empresas: era necessário aprimorar sua conectividade, bem como sua capacidade de armazenar e processar dados.

Vale lembrar que tudo isso está inserido em uma cultura de trabalho remoto e home office — algo novo para muitas organizações, o que também as incentivou a investir em soluções.

O que é um Data Center?

Mas afinal, o que é data center e qual o seu papel na digitalização nas empresas? Bom, vamos partir do princípio: data center é uma edificação que conta com uma infraestrutura que funciona como uma (ou mais) rede de computadores. 

Na prática, é uma instalação que abriga diferentes equipamentos (como servidores, storages, equipamentos de redes etc.), que vão compor a infraestrutura de dados de uma empresa.

É no data center que as informações corporativas são armazenadas e processadas.

Como mencionamos anteriormente, o data center pode ser on-premise (mantido 100% pela empresa) ou colocation (terceirizado com uma provedora especializada).

É por isso que o data center tem enorme papel na transformação digital, pois é o que serve de base para uma tecnologia extremamente popular: a nuvem ou cloud computing!

Digitalização nas empresas: Data Center e sustentabilidade

Outro tema essencial — e urgente — atualmente é a sustentabilidade. Quando falamos da digitalização nas empresas, é difícil não pensar em como esse movimento pode impactar não apenas a produtividade, mas também as formas que uma organização pode contribuir para o meio ambiente.

Ao escolher opções modernas de data center, como o serviço de colocation de um provedor especializado e com certificados como o ISO 14001, sua empresa dá um passo além na direção da sustentabilidade.

Esse é um dos benefícios da modernidade e de movimentos que chegam na esteira da transformação digital, como a TI Verde.

Através dela, é possível que empresas de tecnologia criem processos mais sustentáveis, como a reutilização de energia e o investimento em painéis solares para aumentar a eficiência de abastecimento elétrico e operacional.

Já no caso da sua empresa, ao contar com um data center de qualidade, trata-se de uma tecnologia que permite, por exemplo, digitalizar com total segurança arquivos e documentos.

No fim das contas, é uma maneira de reduzir custos e potencializar sua produtividade, não importando o setor do seu negócio.

Conclusão

E aí, gostou de aprender mais sobre a digitalização nas empresas e como o data center pode ser um potencializador para o seu negócio?

Hoje, para que um negócio se posicione como referência e saía na frente dos seus concorrentes, é essencial não apenas entregar um produto ou serviço de qualidade, mas contar com meios de otimizar sua gestão.

É preciso ser rápido para atender à volátil demanda dos consumidores, respondendo de maneira ágil e eficiente a qualquer um de seus problemas.

Além disso, é essencial contar com recursos que permitam a sua empresa estar em todos os canais, proporcionando maior conveniência no atendimento.

A fórmula para isso você aprendeu: um bom data center possibilita a digitalização dos seus processos!

Que tal maximizar seus conhecimentos no assunto? Preparamos um e-book completo sobre gestão de data center, com tudo o que você precisa saber. Baixe agora!

E para seguir de olho em nosso blog, que tal entender como a pandemia acelerou os processos de transformação digital? Vale a leitura!

Como a tecnologia contribui para a criação de uma empresa disruptiva

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Se você já assistiu alguma série na Netflix, utilizou um tênis da Nike ou acessou uma rede social, já aproveitou de soluções de uma empresa disruptiva. Promover a disrupção é uma forma de negócio inovador para sair na frente da concorrência.

Na prática, uma empresa disruptiva tem um potencial enorme não apenas para crescer, mas para transformar a vida de seus clientes e, também, revolucionar seu próprio mercado.

Por vezes, uma empresa disruptiva pode ser a responsável por um mercado acabar — e por outro lado, criar mercados totalmente novos.

Mas como um negócio — a sua organização — pode se tornar disruptiva? É parte de um processo ou não? E quais os principais exemplos de disrupção hoje?

Neste conteúdo, explicamos esses pontos em detalhes. Não perca, siga a leitura para aprender mais!

Entenda o que significa ser uma empresa disruptiva

Uma empresa disruptiva é toda organização que, com o uso da inovação, muda radicalmente a forma que um mercado (ou vários deles) opera.

A “disrupção”, como termo, foi cunhado pelo consultor corporativo Clayton Christensen em artigo da Escola de Negócios da Harvard.

Quando se trata de estratégia de negócios, a “disrupção” refere-se a um processo no qual uma empresa adentra um mercado com um modelo de negócio (seja um produto, serviço ou mesmo processo) não convencional.

No início, muitas vezes, essa aparente novidade pode parecer algo de baixo desempenho, mas na verdade, ao longo do tempo, desafia e eventualmente substitui as soluções ou métodos convencionais.

São empresas que exploram cantos negligenciados de um mercado, oferecendo soluções diferentes (seja no design, funcionalidades, simplicidade, otimização, entre outros) e que sejam mais acessíveis, convenientes e com novas abordagens.

Conheça os principais exemplos de empresas disruptivas

Provavelmente, ao entender o que é uma empresa disruptiva e o que ela faz, vários exemplos vieram à sua cabeça, certo?

Um grande expoente da inovação disruptiva foi a Apple — ao longo de toda sua história, não apenas com dispositivos como o iPhone.

Foi a Apple que aperfeiçoou o conceito e o produto que hoje é conhecido como PC (Personal Computer), revolucionou o mundo da música com o lançamento do iPod e movimentou o mercado de smartphones introduzindo o iPhone em 2007.

Que tal conferir outros exemplos? Temos certeza que vai gostar, veja só:

Netflix

A Netflix e todos os outros serviços de streaming estão em processo de disrupção contínua na indústria do entretenimento. Eles influenciaram a extinção das videolocadoras e, atualmente, estremece o mercado de TV por assinatura

Opções como a Netflix ou o Prime Vídeo, por exemplo, são consideradas alternativas de baixo custo às assinaturas de TV convencionais oferecendo conteúdo exclusivo, inovações, indicação de filmes e séries baseados em algoritmos e muito mais.

Os Streamings foram responsáveis por fazer todo um mercado de consumidores repensar a forma como consumem entretenimento.

Airbnb

O Airbnb foi uma revolução no mercado de hotéis, oferecendo uma plataforma moderna para que qualquer pessoa no mundo disponibilize sua casa ou quarto para alugar.

Atualmente, o Airbnb é conhecido como a “maior rede hoteleira do mundo” sem sequer possuir um imóvel como propriedade.

Foi algo que também permitiu que pessoas comuns utilizassem os espaços inutilizados de sua casa como fonte de renda extra.

Quando entrou na bolsa americana, no fim de 2020, a Airbnb fez sua popularidade alcançar o  valor de mercado de US$ 100 bilhões.

Nubank

Outro exemplo de empresa disruptiva, mas dessa vez brasileira, o Nubank revolucionou a forma que bancos digitais são encarados pela população.

Com uma proposta de simplificar o trato da pessoa física com o seu dinheiro, eliminando burocracias e taxas comuns aos bancos mais tradicionais, o Nubank ganhou a confiança de milhões de brasileiros.

Recentemente, a Nubank estreou na bolsa americana, conquistando um valuation de US$ 54 bilhões.

Entre os bancos da América Latina, a época, era o mais valioso — e no ranking de empresas brasileiras, ficou atrás apenas da Vale e Petrobrás.

Skype

O Skype e as plataformas de conversação via vídeo, como o Google Meet e o Zoom, são exemplos de empresas disruptivas.

Embora esses tipos de plataformas já existam há anos, sua criação foi produto de ideias inovadoras.

Basicamente, o Skype e outros introduziram uma nova maneira das pessoas se comunicarem — de qualquer lugar do mundo!

Com essas plataformas, qualquer um pode conversar por áudio e vídeo, bastando apenas uma conexão à Internet e um dispositivo adequado.

Isso não apenas revolucionou a comunicação pessoal, como também criou uma opção para que pessoas em viagens se comunicassem com seus familiares — e claro, sem falar no mercado corporativo.

No auge da pandemia, por exemplo, as reuniões virtuais e a necessidade das equipes se manterem conectadas fez a contagem de usuários diária do Skype pular para 40 milhões.

Para muitos, essas inovações disruptivas substituíram quase inteiramente as principais formas de comunicação.

Conheça as principais tecnologias que contribuem para uma empresa ser disruptiva 

Já deu para perceber que uma empresa disruptiva, hoje, tem uma característica em comum. Sabe nos dizer qual é? A gente facilita: o uso da tecnologia!

Essas organizações entenderam que para se destacar das grandes e tradicionais corporações, precisam criar soluções realmente diferenciadas — e a tecnologia é a base para tal.

Que tal conferir as principais delas?

Machine Learning

O machine learning, ou aprendizado de máquina, é um dos recursos essenciais para que as empresas possam criar soluções disruptivas.

Na prática, o machine learning trata-se dos métodos utilizados para analisar dados e, a partir desse insight tirar conclusões que sejam viáveis ao negócio.

Um exemplo da sua aplicação é um aplicativo de chatbot que aprende com as perguntas dos clientes para entregar melhores respostas.

Cloud Computing

A computação em nuvem consiste na forma de contratar recursos computacionais, armazenamento, gerenciamento e processamento de dados de servidores remotos e ou aplicações como serviço, é a base para a disrupção hoje em dia.

Mas só para citar um exemplo: sem a nuvem seria difícil existir plataformas de streamings ou repositórios de armazenamento online.

Afinal, é preciso hospedar os arquivos de conteúdo em um único servidor — acessado por todos os clientes da plataforma!

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é o uso de tecnologias voltadas para simular capacidades humanas, como a inteligência para analisar dados, entender contextos e tomar decisões.

São incontáveis, os exemplos de soluções disruptivas que utilizam a IA: sistemas de gestão o fazem com intuito de automatizar tarefas, por exemplo.

IOT

A Internet das Coisas trata-se de dispositivos conectados em rede e a Internet que geram dados e podem servir para vários objetivos.

Um exemplo da sua aplicação é na consolidação da tecnologia 5G, possibilitando que a alta capacidade de conexão seja atingida — sem precisar instalar grandes antenas em muitos locais.

Blockchain

O blockchain é uma tecnologia teoricamente simples: funciona como um livro-caixa, onde transações são registradas e ficam seguras por camadas de criptografia.

Seu uso mais proeminente é no estabelecimento de mercados de criptomoedas e ativos digitais que tem o potencial de revolucionar o mercado monetário.

Quais as vantagens de implementar essas tecnologias e se tornar uma empresa disruptiva?

Dessa maneira, como o seu negócio pode ser disruptivo e inovador de modo a impactar consumidores e, quem sabe, todo o seu mercado?

Para isso, uma empresa precisa:

  • Um modelo de negócio inovador;
  • A criação de um networking valioso (clientes engajados, fornecedores competentes e supply chain eficiente);
  • Tecnologia que capacite a sua operação, de modo que permita a criação de soluções ou processos disruptivos e que agreguem valor ao cliente final.

Mas lembre-se, ser disruptivo é um movimento arriscado. Por isso, deve ser muito bem planejado.

E a sua empresa, já está preparada para se tornar disruptiva?

Esperamos que esse conteúdo ajude seu negócio.

Para mais dicas de gestão e tendências tecnológicas do mercado, continue de olho nas novidades do nosso blog!

Por que a latência baixa é essencial para a sua empresa?

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Para muitas empresas, hoje em dia, grande parte das relações estabelecidas com seus colaboradores, parceiros e consumidores se dá por meio da Internet. E para que essa interação ocorra de forma eficiente e satisfatória, a latência baixa de acesso aos  serviços remotos é um requisito fundamental.

Diante disso, cada vez mais os departamentos de TI têm se empenhado para atingir esse objetivo. Seja por meio do investimento em equipamentos modernos ou pela otimização dos recursos disponíveis, é consenso que os esforços nesse sentido, certamente, valem a pena.

Mas, você saberia dizer o porquê? A seguir, vamos explicar melhor o conceito de latência baixa e porque sua empresa deve se preocupar com ela. Continue a leitura! 

O que é latência baixa?

Por estar inserida no contexto de TI, muitas pessoas consideram a latência como um dos conceitos complexos que fazem parte da área. No entanto, esse termo se refere a algo relativamente simples, mas que faz toda a diferença na utilização de sistemas na Internet, que é o tempo necessário para que uma requisição vá de um ponto a outro em uma rede.

Um bom exemplo para entender essa situação é pensar em uma partida de jogo online com vários jogadores simultâneos. Cada comando realizado por eles sai de seus respectivos dispositivos e vai até o servidor que os conecta. Lá, as requisições são processadas e o resultado é enviado para os participantes para ser exibido em suas telas.

Percebe como grandes intervalos entre a execução de um comando e o seu retorno pode ser prejudicial nesse caso? É exatamente a esse atraso que damos o nome de latência.

Dessa forma, podemos definir a latência baixa como o menor tempo possível entre a saída de um pacote de dados, de um ponto da rede, até o envio da resposta pelo servidor de destino. O ideal é que esse intervalo seja controlado para que não haja reflexos negativos na utilização de qualquer sistema interligado.

Existe uma série de aspectos que podem influenciar na latência, como a tecnologia da estrutura física de conexão — se utiliza fibra óptica e wi-fi — e a distância até o servidor. A quantidade de dispositivos que compartilham a rede, o tamanho dos arquivos requisitados e ainda programas e protocolos que existam no caminho também podem tornar esse atraso indesejado maior.

A latência baixa e a sua importância para as empresas

Para além da aplicação em jogos online, a latência baixa deve ser um objetivo para qualquer empresa que baseia suas atividades nas redes. Afinal, qualquer tarefa realizada online é afetada pela latência, ainda que em alguns casos, ela seja imperceptível.

Sendo assim, ela está presente até mesmo quando um cliente em potencial acessa o seu site ou blog. E é claro que quanto mais rápido o conteúdo de suas páginas for carregado, maiores serão as chances de reter esse visitante por mais tempo.

No caso de aplicativos e softwares hospedados em nuvem, os atrasos podem afetar consideravelmente o seu desempenho, prejudicando a usabilidade. Ainda que a diferença seja de milissegundos, esse é um fator fundamental para que a sua aplicação se destaque dos concorrentes e se torne a opção preferida dos usuários.

E não é apenas na relação com os consumidores e usuários que a latência baixa faz a diferença na rotina de uma empresa. Conforme as atividades operacionais migram em número, cada vez maior, para o ambiente virtual, mais a demora na comunicação com o servidor pode impactar na produtividade de todos os seus setores.

Atualmente, as empresas dependem de uma conexão rápida e estável para demandas, como por exemplo na criação de documentos e planilhas, gerenciamento de e-mails, armazenamento de arquivos e acesso a sistemas de ERP. A latência também pode ser um empecilho para a realização de reuniões remotas, seja por vídeo ou VoIP, que se tornou um recurso indispensável nos espaços corporativos.

Na prática, todos os sistemas que realizam comunicações com o servidor de destino se beneficiam de uma latência baixa na rede. Por isso, reduzir esse tempo de comunicação com os servidores da empresa é uma demanda que está entre as mais importantes para qualquer equipe de TI.

Como prover latência baixa em uma empresa?

Como vimos anteriormente neste artigo, a latência em uma rede pode ter diversas causas. Um plano de ação com o objetivo de reduzir esse tempo deve começar por uma análise, a fim de identificar os fatores que mais têm impactado no atraso das requisições.

Para isso, é uma boa iniciativa realizar um diagnóstico da sua própria infraestrutura de rede. É preciso se certificar de que o uso de cabos e roteadores está dimensionado de forma adequada e que os equipamentos e materiais utilizados são capazes de garantir que a informação seja processada de forma ágil.

Uma das principais melhorias nesse sentido é a substituição dos antigos cabos coaxiais por uma rede de fibra óptica. Essa é uma tecnologia que faz com que os dados sejam transferidos em altíssima velocidade e sem sofrer interferências externas, como de campos magnéticos e de eletricidade.

Se os servidores de rede utilizados pela empresa estiverem muito distantes, vale considerar a migração dos dados para um que esteja geograficamente mais próximo ao seu data center. Ainda que a diferença pareça pequena quando analisada em milissegundos, a verdade é que ela pode causar um grande impacto quando se considera todo o fluxo de informações que será trocado em larga escala.

Para uma experiência melhor por parte dos usuários, uma boa prática é manter os conteúdos de suas páginas e sistemas sempre otimizados para um carregamento rápido. Isso inclui a disponibilização de imagens com dimensões adequadas e formatos mais leves. O uso de CDNs e armazenamento em cache também é recomendável para que os conteúdos da empresa sejam carregados rapidamente por qualquer usuário.

Latência baixa: a solução ideal com a Ascenty

Com tantos aspectos a serem observados para garantir uma latência baixa, a melhor opção é contar com um parceiro de Data Center e interconexão que esteja orientado a apoiar estrategicamente o posicionamento e crescimento da sua empresa, posicionamento que faz parte do DNA da Ascenty.

O fato de se posicionar como um Data Center Carrier neutral impulsiona de forma relevante a presença das principais operadoras de Telecomunicações e dos provedores de internet, que são alavancados por um amplo ecossistema de interconexões com as principais nuvens públicas do mercado e com os principais OTT’s, quebrando as principais barreiras de acesso ao conteúdo e reduzindo de forma expressiva a latência entre os clientes e os dados por eles acessados.   

Por meio de uma conexão sem intermediários entre os pontos de rede, as soluções de conectividade ofertadas pela Ascenty são capazes de garantir uma latência baixa para que o transporte de qualquer tipo de arquivo e a replicação de dados ocorra da melhor forma possível.

5G x 4G entenda as diferenças dessas tecnologias

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Que o assunto 5G x 4G já toma conta do mercado não é novidade. A quinta geração da conexão móvel vai chegar para transformar o mercado — uma disrupção tanto para empresas quanto para consumidores.

No entanto, você sabe quais as diferenças entre as gerações e porque essa mudança é tão importante?

Sobre o panorama do 5G no Brasil já mencionamos em outros artigos:

Após o leilão das torres de transmissão de frequência no fim de 2021, tudo indica que a infraestrutura começará a ser montada ainda em 2022.

Uma vez que o 5G esteja ativo e funcionando nos dispositivos habilitados e nas empresas, o que esperar? Afinal, como entender as diferenças 5G x 4G?

É o que vamos explicar neste conteúdo, confira!

Você sabe o que significa o G do 5G e 4G?

Primeiro, antes de mergulhar no assunto 5G x 4G, há um elefante no meio da sala que gostaríamos de tratar: afinal, o que significa o ‘G’ de 3G, 4G e 5G?

É bem fácil: o G refere-se à Generation ou, em português, Geração.

Quando falamos que o 5G é a quinta geração da conexão móvel, não é apenas uma expressão da moda — é literalmente seu nome técnico!

Talvez você se pergunte: e a primeira e segunda gerações — 1G e 2G, respectivamente? No caso delas, sua criação é mais antiga e a transmissão de dados era extremamente limitada.

A conexão 1G possibilitava apenas a existência do serviço de voz, com protocolos totalmente manuais.

Já a conexão 2G foi uma evolução da primeira, ainda projetada para voz, mas com maior capacidade e maior área de cobertura.

A partir da conexão 3G que as coisas mudaram: não apenas texto, a tecnologia passou a aceitar serviços de Internet e troca de dados multimídia.

4G e 4G+

As tecnologias 4G e 4G+ tratam-se da quarta geração da rede de conexão móvel. Tecnicamente, a conexão foi batizada de Long Term Evolution (LTE), que normalmente aparece nos dispositivos quando conectados.

No caso do 4G+ (conhecido também como 4.5G), trata-se de uma versão mais moderna da conexão, que oferece melhores resultados, com a conexão LTE-Advanced ou LTE-Advanced-Pro.

Uma conexão dessa geração, teoricamente, pode oferecer velocidades de download de 150 (4G) a 450 mbps (4G+).

O 4G+ possui uma diferença bem importante e que já é vista em grandes centros urbanos: essa conexão aumenta a capacidade de transferência entre os dispositivos e a antena que emite o sinal.

No Brasil, utilizam-se antenas com frequências 4G de 2600 MHz, 1800 MHz e 700 MHz.

5G

O 5G é a quinta e mais recente geração de redes de conexão móvel. É uma tecnologia extremamente avançada, que revoluciona a conexão móvel em níveis jamais alcançados anteriormente.

Com o 5G, o objetivo das empresas de telecomunicações é entregar velocidades de conexão de até 10 Gbps, latência ultrabaixa, uma rede mais resiliente, maior capacidade de rede (capaz de conectar milhões de dispositivos) e maior disponibilidade.

Desse modo, o 5G promete revolucionar a forma que pessoas e organizações utilizam a Internet, sendo essencial para uma série de processos.

Um deles é a popularização da Internet das Coisas e dos dispositivos IoT, que geram dados e estão conectados em rede.

No 5G, a capacidade desses dispositivos de gerar e transferir dados para a nuvem ou para o Edge Computing será catapultada, bem como a capacidade de conectá-los em rede.

Sem limitações, o 5G vai transformar a forma que as empresas utilizam a Internet.

5G x 4G: entenda as diferenças:

Mas, na prática, quais as diferenças entre 5G x 4G? Mostramos em detalhes a seguir, confira:

Infraestrutura

O 5G vai exigir uma transformação estrutural — por isso, no Brasil, a adoção será gradual.

O motivo é que será necessário um maior número de antenas por região, que terão que contar com diferentes tecnologias, como o componente RAN e a tecnologia MIMO (multiple input, multiple output).

Além disso, as pessoas e empresas precisarão de novos dispositivos — sejam computadores ou smartphones. Afinal, boa parte dos dispositivos atuais não é projetada para suportar o sinal 5G (alguns sim, mas a maioria dos mais recentes apenas aceita 4G+).

Banda

Outro ponto técnico é a largura de banda do sinal.

O 4G utiliza, como mencionamos, pedaços de bandas de 600 MHz até, em alguns poucos lugares, 2.5 GHz.

Já o 5G vai utilizar 3 bandas combinadas, com frequências e velocidades próprias.

Com isso, diferentes tipos de dispositivos e aplicações poderão ser conectados de maneira simultânea, o que significa maior capacidade de conexão. 

Cobertura

Agora indo para o lado mais prático, o sinal de 5G será emitido por um tipo de onda mais curta (mas muito mais forte). 

Com isso, a cobertura tende a diminuir. Estima-se que levarão alguns anos para que o 5G tenha o mesmo alcance que o 4G atualmente.

Latência

Você sabe o que é latência? É a medida de tempo que leva para um dado viajar de um ponto A para um ponto B.

Na conexão 4G, a latência mínima é de 50 milissegundos — no entanto, dependendo do local, pode demorar muito mais!

Já na conexão 5g, estima-se que a latência mínima será de 1 milissegundo. Ou seja, praticamente instantânea!

Velocidade

Por fim, a velocidade de conexão talvez seja a diferença mais impressionante:

Enquanto a tecnologia de 4G+ mais avançada alcança até 450 Mbps em alguns locais específicos (e em média apenas 100 Mpbs), o 5G promete entregar de 10 a 20 Gbps.

Até 10 vezes mais rápido que a média do 4G atual!

5G x 4G: tabela comparativa

E então, gostou de aprender tudo sobre as diferenças 5G x 4G? Esperamos que esse conteúdo ajude você a entender os detalhes sobre ambas as tecnologias!

E se quiser seguir aprendendo sobre as novidades de conexão, bem como tudo sobre 5G e sua influência na conectividade das empresas, é só seguir de olho em nosso blog!

Qual o papel do Data Center com a adoção do 5G no Brasil?

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O 5G no Brasil deixou de ser um desejo para se tornar um projeto concreto no fim de 2021 com o leilão dos blocos de frequência de transmissão. No entanto, a chegada da tecnologia significa que as empresas precisarão de maior capacidade de processamento de dados.

No fim das contas, falamos de uma inovação que não apenas vai transformar a forma que os consumidores finais lidam com a Internet, mas as empresas como um todo.

Afinal, o 5G no Brasil vai com toda certeza proporcionar mudanças e criar oportunidades incríveis — no entanto, será necessário se adequar.

Mas como exatamente? E qual o papel dos data centers na implementação do 5G? É o que vamos mostrar neste conteúdo, contando tudo sobre a quinta geração da conexão móvel. Vamos lá?

Como será feita implementação do 5G no Brasil

A chegada do 5G no Brasil demorou um pouco mais do que o esperado para se concretizar, mas aconteceu. O leilão dos blocos de transmissão foi realizado e já se sabe quais empresas poderão oferecer o 5G e se responsabilizarão pela infraestrutura. Entre elas, grandes companhias de telecomunicação como a Vivo e a TIM adquiriram os direitos dos blocos de transmissão de frequência nacionais.

Sobre datas, ainda há certa indefinição — o que se espera é que ainda em 2022, alguns pontos das capitais brasileiras já possuam a cobertura 5G.

Mas e como a implementação será feita?

Bom, vale dizer que a infraestrutura necessária para transmissão precisará ser repensada, especialmente no que diz respeito à rede e suporte. O ecossistema inteiro vai mudar.

Vamos ao básico:

Qualquer sistema de comunicação sem fio utiliza frequências de rádio. É o caso do 5G — que por sua vez usa frequências de rádio mais altas e menos desorganizadas, conhecidas como mmWave.

Isso permite que o 5G carregue mais informações mais rapidamente. No entanto, esse tipo de onda é facilmente bloqueado por obstáculos físicos.

Para contornar esse problema, o 5G no Brasil vai exigir um número muito maior de antenas de entrada e saída, de modo a aumentar a força da frequência de transmissão e aumentar a capacidade da rede.

O 5G também vai utilizar transmissores menores — e não apenas grandes antenas em mastros, muito comuns em locais específicos ao longo das cidades.

Por que o 5G vai demandar Data Centers de ponta?

Um dos principais benefícios do 5G no Brasil é a velocidade de banda, que pode chegar a até 10 Gbps. É um avanço considerável, que vai impactar o mercado, gerando novas oportunidades e modelos de negócios.

Com o 5G, o uso de tecnologias como realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR) em dispositivos móveis aumentará exponencialmente. Falamos essencialmente de mais conteúdo sendo gerado e consumido. Assim, será necessário proporcionar mais capacidade de armazenamento e a nuvem será tão essencial quanto é atualmente.

Em específico, a computação na borda (edge computing), que é uma tecnologia de geração, armazenamento e processamento de dados no local em que é coletado (ou o mais próximo possível dele).

Assim, aplicações que exigem baixa latência e alta estabilidade de rede podem aproveitar da computação na borda — como é o caso de dispositivos IoT, como biossensores médicos ou mesmo carros autônomos.

O motivo é simples: esse tipo de aplicação ou dispositivo gera um enorme volume de dados e para que sejam correta e eficientemente processados, eles precisam da computação na borda. Afinal, o edge computing requer data centers interconectados e mais próximos, de modo a operar com eficiência.

Como o Data Center Colocation é capaz de auxiliar na implementação do 5G no Brasil

O ponto acerca do 5G no Brasil e as tecnologias que virão na sua esteira, como o edge computing e a IoT, é que elas serão capazes de proporcionar melhor desempenho e uma experiência de usuário elevada.

Tanto para empresas, em seus processos internos, como para usuários finais, em sua rotina.

Agora, qual o papel do colocation nessa questão?

Como mencionamos, o 5G vai impactar pesadamente a infraestrutura dos data centers. Para que novas aplicações, sistemas e dispositivos sejam utilizados, será necessário dobrar, triplicar ou quadruplicar a capacidade de armazenamento e processamento de dados.

Uma boa notícia é que o edge computing serve justamente para resolver esse problema — mas ainda assim, data centers serão necessários.

É aqui que o colocation entra em questão. Sua contratação pelas empresas será capaz de diversificar o ambiente de dados delas.

Assim, dependendo do provedor — preferencialmente, aquele com infraestrutura robusta, como a Ascenty, líder no segmento em toda América Latina — será possível descentralizar os ambientes de armazenamento e processamento de dados.

Tudo isso contando com as vantagens do modelo colocation — no qual a sua empresa terceiriza a infraestrutura do data center.

E se for possível aproveitar ainda maiores diferenciais no serviço de colocation? A Ascenty oferece uma gama de soluções relacionadas ao serviço.

Muito além de terceirizar sua infraestrutura e contar com todo suporte de uma equipe de ponta, a Ascenty possibilita diferentes tipos de contratação do colocation.

Um deles é a solução Racks, na qual a sua empresa aluga um espaço com energia e refrigeração necessárias para a instalação dos seus servidores, — com toda segurança que os principais protocolos exigem.

Além disso, você pode escolher a modalidade Cage, uma opção em que sua infraestrutura é separada por um gradil em uma zona de segurança dentro do Data Hall da Ascenty, aumentando a proteção e privacidade do ambiente de TI.

E claro, ainda há a alternativa das Áreas Dedicadas: zonas totalmente personalizáveis, onde você pode montar sua infraestrutura utilizando um grande espaço exclusivo, bem como gerenciar toda a segurança do ambiente.

E aí, que tal modernizar seu ambiente de dados e aproveitar de todo potencial do 5G no Brasil para revolucionar seu modelo de negócios, não deixando nenhuma oportunidade passar?

Então marque uma reunião com a Ascenty e descubra como as soluções da líder em data centers na América Latina podem ajudar o seu negócio!

5G: o que você precisa saber sobre essa nova tecnologia

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O 5G está rapidamente deixando de ser a tecnologia do futuro para ser a tecnologia do agora. Na prática, estamos falando de uma inovação que vai muito além de uma melhor conexão móvel para o seu celular. É uma revolução no modo como a própria Internet funciona e nos serviços a serem disponibilizados.

No caso das empresas, o 5G promete muito: maior capacidade de conexão, novas oportunidades de negócio e uma evolução no modo como se lida com dispositivos móveis.

Que tal entender mais? Preparamos um guia básico sobre o 5G, explicando tudo sobre a tecnologia, suas vantagens e o panorama do Brasil em relação à implementação do 5G. Vamos lá?

O que é o 5G?

O 5G é a próxima geração de conexão móvel. É um novo padrão mundial, que sucede as redes 1G, 2G, 3G e a última, a 4G. Essa rede é muito mais robusta e flexível e com maior alcance (pode conectar praticamente todas as máquinas, objetos inteligentes e dispositivos móveis).

Mas afinal, como funciona o 5G? Uma vez implementada, esta rede vai contar com 2 componentes indispensáveis: a Radio Access Network (RAN) e a Core Network (o Core).

A RAN é o que possibilita a alta conectividade e alcance das ondas 5G. Esse componente é uma rede de hardware composta por uma variedade de dispositivos- de pequenas células a torres de controle.

Ela dispara ondas milimétricas (mmWave), também conhecidas como frequência extremamente alta (EHF) e frequência muito alta (VHF).

As mmWaves têm comprimentos de onda curtos que variam de 10 milímetros a 1 milímetro, o que as torna úteis onde o alcance é muito curto.

Além disso, as antenas de 5H utilizam tecnologia MIMO (multiple input, multiple output), que multiplicam a capacidade de vários sinais transmitindo-os por várias antenas.

O uso de vários elementos ou conexões possibilita enviar e receber mais dados simultaneamente. Assim, mais pessoas podem se conectar à rede ao mesmo tempo e manter um alto rendimento.

Outra mudança do 5G em relação a outras gerações de rede é que, antes, no 3G e 4G, as conexões tinham como foco a troca de dados para manter serviços para celulares.

O 5G trata da integração com a Internet e serviços baseados em nuvem e inclui servidores distribuídos em toda a rede, o que reduz ainda mais a latência.

Esses servidores, inclusive, têm relação com a computação de borda (edge computing) e a Internet das Coisas.

Quais as vantagens do 5G?

As vantagens do 5G são bastante evidentes uma vez que você entende a tecnologia. Ela foi projetada para oferecer maior capacidade conectiva e possibilitar experiências do usuário de última geração, assim como fornecer novos serviços.

Com altas velocidades, maior confiabilidade e latência superbaixa, o 5G expandirá o ecossistema móvel para novos domínios.

Na prática, falamos de uma tecnologia que vai impactar absolutamente todos os setores, tornando o transporte mais seguro, capacitando a assistência médica remota, melhorando a agricultura de precisão, aprimorando e digitalizando a logística, entre muitos outros benefícios.

Para você entender o impacto do 5G, preparamos uma lista. Veja só:

Velocidade

O 5G não é apenas rápido. É muito rápido. O suficiente para permitir que um usuário baixe um filme completo em seu smartphone em segundos.

A relação de velocidades é a seguinte:

  • 3G: download de 3 Mbps;
  • 4G: downloads de 100 Mbps;
  • 5G: downloads de 10 Gbps — 10 vezes mais rápido que a 4G.

Latência

O 5G também reduz significativamente o tempo de resposta. Ao reduzir o “lag”, o 5G vai revolucionar os jogos online, bem como vai melhorar o controle a dispositivos médicos móveis e carros autônomos.

  • 3G: tempos de resposta de cerca de 100 milissegundos;
  • 4G: tempos de resposta de cerca de 30 milissegundos;
  • 5G: tempo de resposta estimado a 1 milissegundo ou menor — basicamente, instantâneo.

Atualmente, essa ainda é uma tecnologia em fases finais de desenvolvimento — por isso, nenhum país o implementou completamente.

Hoje em dia, os países mais avançados na questão são a China, Coreia do Sul e Estados Unidos.

5G: o que você precisa saber sobre essa nova tecnologia

Qual a situação do 5G no Brasil atualmente?

No Brasil, a implementação do 5G depende de uma série de burocracias que já estão sendo elaboradas e estudadas há muitos anos. A oficialização das operadoras, porém, dependia de um leilão dos blocos de frequência de transmissão.

Organizado pelo governo — e após alguns adiamentos e indefinições — o leilão do 5G no Brasil ocorreu no dia 05/11, ainda em 2021.

O saldo foi de R$ 46,7 bilhões e várias operadoras de telecomunicações, como as famosas Vivo, Claro e TIM, arremataram os direitos de construir suas infraestruturas 5G pelo país.

Não há uma definição sobre quando o 5G passará a ser realidade em todo o território brasileiro, mas conforme apurado em matéria da CNN Brasil, a expectativa é de que ainda em 2022 todas as capitais do país contem com cobertura 5G em pontos de interesse.

Porém, vale a pena ficar de olho nas novidades sobre o assunto para descobrir o andamento da implementação — e você pode contar com a Ascenty para isso!

Para o cliente final, como pessoas físicas, aproveitar o 5G vai significar algumas adequações. Por exemplo, a maioria dos smartphones atuais não suportam a conexão 5G.

Portanto, será necessário atualizar seus dispositivos e contar com modelos mais modernos de smartphones, smartwatches e demais dispositivos inteligentes.

Gostou de aprender tudo sobre o assunto? Saiba que essa tecnologia tem o poder de revolucionar o mercado e as operações. Muito além de atingir os consumidores finais e as pessoas físicas, essa tecnologia vai transformar o mercado corporativo e capacitar as empresas e sua oferta de produtos e serviços.

Que tal seguir de olho em novidades e tendências do mercado de tecnologia? É só continuar de olho no blog da Ascenty!

Como as soluções para Data Center da Ascenty podem elevar o patamar da sua empresa

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Empresas que precisam lidar com os desafios de um mercado tão volátil como o atual sabem o quão importante é contar com soluções para Data Center de alta qualidade. A melhor escolha para ajudar sua organização é a Ascenty!

Líder em data center no Brasil e na América Latina e com infraestrutura que respeita padrões internacionalmente reconhecidos, a Ascenty criou um portfólio completo de soluções para Data Center.

Muito além de proporcionar armazenamento e infraestrutura para os seus dados, a Ascenty trabalha em prol do seu crescimento, segurança de dados e inovação.

Por isso, oferece uma série de soluções personalizadas para o seu negócio.

Que tal conhecer um pouco mais e entender como uma parceria com a Ascenty pode fazer bem a sua empresa? Continue a leitura!

Entenda a importância de investir em soluções para Data Center

Talvez você se pergunte: “Mas o Data Center já não é uma tecnologia de ponta? É tão essencial assim investir em soluções que o complementam, bem como em inovações que potencializem suas capacidades?”.

Vamos explicar: é necessário ter em mente que a tecnologia é uma entidade em constante evolução. No mesmo passo em que as necessidades dos consumidores mudam, altera-se também a forma com que as empresas precisam lidar com isso.

E, claro, não há infraestrutura perfeita. Quando falamos de tecnologias de dados e redes, por exemplo, há sempre fatores para prestar atenção, como:

Um Data Center, apesar de ser uma tecnologia robusta, é um conjunto de equipamentos que necessita de manutenção constante, especialmente ações preventivas.

Entre as causas mais comuns de falhas em Data Centers, podemos destacar as seguintes:

  • mudanças não planejadas;
  • falta de controle de acesso;
  • desatualização de hardwares;
  • falta de conformidade às questões sustentáveis;
  • falta de manutenção no sistema de resfriamento;
  • falta de automação nos procedimentos de tolerância a falhas;
  • falta de manutenção e testes nos equipamentos redundantes.

Situações como essa normalmente levam a um efeito dominó de consequências, dependendo do quão resiliente é a infraestrutura da empresa.

Conheça as principais soluções para Data Center da Ascenty

Você sabia que a Ascenty tem soluções para Data Center que ajudam sua empresa a enfrentar todos esses problemas tão recorrente às empresas atualmente?

A expertise da líder em data centers na América Latina vai além da infraestrutura. Nosso objetivo é criar um ecossistema inteiro de soluções que beneficiem o seu negócio — colocando-o no nível dos principais players do mundo.

Que tal saber um pouquinho mais sobre nossas estratégias? Conheça as soluções para Data Center da Ascenty que vão elevar o patamar da sua infraestrutura de dados e conexão!

Colocation

O Colocation nada mais é do que a terceirização de data centers.

Ou seja, em vez de sua empresa arcar com todos os custos relativos ao investimento e manutenção de equipamentos (geradores, ar condicionado, monitoramento etc), você apenas “aluga” o espaço necessário para sua infraestrutura em um provedor especializado — como a Ascenty!

Com a gente, você pode alugar todo espaço e infraestrutura necessários para que o seu negócio possa operar e crescer.

Referência no assunto, a Ascenty é líder no quadrante de Colocation do relatório ISG Provider Lens™.

Além da opção de Colocation em racks (em meio à outros clientes), sua empresa pode optar também por uma área dedicada (totalmente personalizável conforme suas necessidades) ou pelos cages (data center localizado em uma área com segurança redobrada).

Confira mais detalhes sobre a solução de Data Center Colocation da Ascenty!

Smart Hands

Parte das soluções complementares, a Ascenty oferece o serviço de Smart Hands — um suporte altamente qualificado, totalmente disponível para as necessidades do seu negócio.

Esse serviço pode fazer toda diferença para empresas que precisam de gestão constante em data center Colocation, pois são equipes que atuam como apoio local, efetivo e 24×7.

Confira mais detalhes sobre a solução Smart Hands da Ascenty!

Work Areas

Work Areas é uma solução inovadora da Ascenty, que permite que o seu negócio esteja preparado caso problemas graves aconteçam (queda de luz ou instabilidade dos servidores, por exemplo).

As Work Areas são escritórios dentro dos data centers da Ascenty. Eles estão conectados ao seu ambiente de trabalho e podem ser utilizados como QGs remotos em ocorrências pontuais ou para uso diário.

É uma forma de proteger a continuidade das suas operações independente da situação em que se encontrem.

Confira mais detalhes sobre a solução Work Areas da Ascenty!

Soluções de Implementação

Precisa instalar novos recursos em seus servidores ou realizar a migração dos ambientes de TI? Conte com as Soluções de Implementação da Ascenty!

Temos uma equipe operacional de alta expertise pronta para auxiliar sua empresa em todas as etapas: do planejamento à implementação, seguindo todas as especificações de layout, cabeamento, densidade de energia e segurança.

São vários benefícios e a certeza de máxima eficiência na migração de ambientes de TI.

Confira mais detalhes sobre as Soluções de Implementação da Ascenty!

Disaster Recovery

A ameaça que desastres naturais representam para a continuidade dos seus negócios é grande demais para ignorar. É por isso que a Ascenty possui um dos melhores posicionamentos geográficos para hospedar ambientes de Disaster Recovery.

Considerada uma solução indispensável para o seu data center, ela é capaz de assegurar que sua operação tenha continuidade mesmo que os servidores principais sejam atingidos por algum problema- sejam eles humanos, desastres naturais, relativos à equipamentos, conectividade, operação ou mesmo diante de ataques cibernéticos.

Com esta solução você conseguirá manter sua empresa 100% disponível, todos os dias, a qualquer hora.

Confira mais detalhes sobre a solução Disaster Recovery da Ascenty!

E a sua empresa, já sabe quais soluções para Data Center são necessárias para garantir a continuidade de operação?

Conte com a Ascenty, líder em data centers em toda América Latina, com 28 Data Centers em operação e construção em áreas-chave do Brasil, bem como México e Chile — e uma rede de fibra óptica própria, com mais de 5.000 km de extensão.

Entenda como as soluções para data center da Ascenty podem ajudar o seu negócio, agende uma reunião com nossos especialistas!

Entenda a importância da Edge Computing para o Metaverso

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Atualmente, existem diferentes conceitos flutuando na mente dos gestores do Brasil e de todo mundo: edge computing e metaverso. Na hora de compreender cada um deles, é essencial também entender como os dois serão integrados no futuro não tão distante.

Afinal, na prática, para que o metaverso possa realmente funcionar do modo que as propagandas mais criativas mostram, o poder de processamento na nuvem terá que ser 10, 100, mil vezes maior que o atual. E é justamente aí que o edge computing se destaca.

E então, que tal entender mais sobre esses dois conceitos e, por fim, compreender como o edge computing será essencial para o funcionamento do metaverso? Confira!

O que é edge computing?

O Edge Computing é um tipo de arquitetura de computação definida pela localização geográfica ou distribuição de recursos.

Basicamente, trata-se de uma estrutura descentralizada, capaz de processar dados e fazer análises avançadas em qualquer lugar.

Por “descentralizada”, entende-se próximo ou realmente no local onde os dados são gerados. Ou seja, na “borda” da rede convencional — daí vem o nome “edge computing” ou “computação de borda“.

Assim, esses dados não precisam ser enviados para um data center único, centralizado. Desse modo, não há instabilidade e alta latência durante o  processamento de dados.

Pelo contrário, ele é realizado por uma infraestrutura próxima (ou realmente no local) que os dados são gerados.

Não se destina a substituir o cloud computing (onde os recursos de rede estão localizados em todo o mundo), mas sim, procura adicionar a nuvem ao mesmo local da fonte de dados. É como uma evolução do conceito.

O principal objetivo é reduzir o tempo de retorno, especialmente em casos cruciais que precisam de resposta imediata ou emergencial, como carros autônomos e sistemas de alarme.

O que é metaverso?

O conceito de metaverso ganhou popularidade recentemente, com o rebranding do Facebook para “Meta” e a promessa de evoluir a experiência da rede social para um ambiente totalmente virtual e interativo.

Vale destacar que o metaverso não é necessariamente o Facebook 2.0 ou um produto de alguma empresa de Mark Zuckerberg. É uma ideia para as redes sociais no futuro.

Trata-se de um universo que mistura realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR) para criar um mundo completamente digital onde as pessoas possam entrar (com uso de dispositivos como VR headsets) para realizar diferentes atividades, como reuniões, compras, entretenimento — só que virtualmente!

Voltando a Mark Zuckerberg, conforme o próprio disse em entrevista ao The Verge, o metaverso é um tipo diferente de Internet, “onde em vez de simplesmente visualizar o conteúdo, você está nele“.

Ou seja, o próximo passo do Facebook (agora Meta) é se posicionar como uma empresa do metaverso. E sem dúvidas, o metaverso já vem movimentando as marcas e, especialmente, receitas.

A TIM, por exemplo, inaugurou uma loja no metaverso da Cryptovoxels, que é uma plataforma de construção de metaversos.

Afinal de contas, como edge computing e metaverso estão relacionados?

Bom, vamos lá: e como o edge computing pode ser essencial para o metaverso? Essencialmente, estamos falando de uma interface virtual que está enraizada em uma infraestrutura física — data centers, por exemplo.

Hoje, o edge computing já é essencial para melhores experiências AR/VR. Afinal, com a computação de borda, as imagens podem ser renderizadas muito mais próximas do usuário final (em comparação com a nuvem), aprimorando ainda mais a experiência. Para o AR/VR, latência baixa e uma alta largura de banda são cruciais.

Esses são basicamente os requisitos para experiências de metaverso:

  • alta conectividade;
  • baixa latência;
  • serviços de computação e armazenamento virtualizados.

A computação de borda oferece uma infraestrutura distribuída que é colocada em data centers próximos aos usuários e conectada por redes com e sem fio de alta velocidade (incluindo 5G).

Assim, os recursos de edge computing servirão como uma “extensão” da infraestrutura atual para suportar as interfaces ciber-físicas tão avançadas.

O blog da Protocol perguntou a alguns executivos de destaque no mundo da tecnologia justamente como o metaverso impacta o mercado, com foco específico na Internet das Coisas.

A resposta de William Stovall, VP de Enterprise, Mobility & IoT na AT&T chama a atenção. O executivo afirma que o metaverso vai permitir que os usuários experimentem um reino virtual totalmente diferente de hoje.

Mas ele diz que “para que o metaverso seja o mais ideal em termos de experiência possível, os dados de todas as diferentes tecnologias, incluindo a IoT, devem trabalhar juntos. Sensores especiais, alimentados pela conectividade IoT, permitirão que os usuários interajam de maneiras nunca antes vistas“.

As pessoas não querem ser limitadas por locais ou tempo para aproveitarem essas experiências tão intensas.

É por isso que o IoT — e, por si só, o edge computing — é tão importante. Stovall conclui:

“O metaverso também se torna ainda mais “meta” com mais dados, portanto, um aumento no número de pontos de coleta (IoT) pode aumentar a capacidade de aprimorar e obter mais das experiências. […] Adicione a computação de borda à mistura, que aproxima a computação distribuída e o poder de processamento de cada usuário, as experiências ideais do metaverso se tornarão ainda mais uma realidade”.

Na prática, falamos de uma relação real de dependência, já que o edge computing pode proporcionar uma conexão à web potente, minimizando o risco de vazamento de dados e aumentando o controle sobre a movimentação das informações.

Agora que você já compreendeu mais sobre a relação entre edge computing e o metaverso, já possui ideia de como integrar os dois conceitos em seu negócio?

Saiba que a conectividade será um ponto crucial para que as empresas possam explorar o metaverso em todo seu potencial. Por isso, investir em soluções do tipo é essencial!

Gostou desse conteúdo? Esperamos que ajude você a entender mais sobre o assunto.

Para seguir de olho em outras novidades do mercado, é só continuar lendo o nosso blog!

Data Center no Brasil ou no exterior: qual é a melhor alternativa para o seu negócio?

Que tal ouvir o conteúdo?

Quando falamos de infraestrutura de TI e serviços digitais, podemos dizer que a escolha de um Data Center no Brasil ou um Data Center no exterior, a melhor opção é a nacional. Por quê? É o que vamos explicar neste conteúdo. Essa é uma dúvida comum que muitos empreendedores e gestores possuem.

Afinal, não é mistério que países como Estados Unidos e Canadá são mais maduros digitalmente. No entanto, vale mesmo a pena investir mais no seu Data Center, só porque ele é de fora do Brasil? Essa é uma convicção errônea que muitas pessoas têm e que vamos procurar esclarecer a você neste artigo. Que tal seguir a leitura para aprender mais?

Diferenças de se apostar em um Data Center no Brasil ou no exterior?

Não, investir em um data center no Brasil não é o mesmo do que investir em um do exterior. A hospedagem em outro país apresenta várias diferenças para o brasileiro — muitas delas que você pode sentir no bolso e na sua performance diária.

A questão da latência

Se você já leu outros conteúdos do nosso blog, percebeu que tocamos bastante no assunto “latência“. Essa é uma questão central para uma empresa que busca maior performance em sua infraestrutura de dados. E é justamente uma das principais diferenças do Data Center no Brasil para os do exterior.

Vamos ao básico: latência trata basicamente do tempo que a informação leva para ir de um ponto A a um ponto B.

Quanto maior a distância física a ser percorrida (aqui, falamos de cabos, fibra óptica e pontos de troca de tráfego ou Internet Exchange), maior o tempo que o pacote de dados levará para atingir seu destino.

Isso impacta também na estabilidade das operações — o que compromete a atualização em tempo real dos dados.

Aqui, a diferença é básica: o Data Center no Brasil é melhor justamente porque a distância entre seu servidor e sua empresa (ou seu cliente, se você possui algum produto/serviço digital) é menor.

Os custos

Até pouco tempo atrás, era comum ouvir que um “data center no exterior é mais barato do que no Brasil”.

Hoje, essa já não é mais a realidade do mercado. O Brasil evoluiu em relação à tecnologia e infraestrutura de TI e data centers, bem como na manutenção dessas soluções.

Isso quer dizer que as empresas podem contar com data centers baseados em solo brasileiro, com custos alinhados à realidade nacional e sem a incidência de impostos para serviços internacionais, como o IOF — e claro, sem precisar se preocupar com a constante variação do câmbio.

Suporte e manutenção

Já pensou possuir um problema em sua infraestrutura de dados e precisar ligar, se comunicar por chat ou por e-mail com uma equipe em outro país — que normalmente atende em outra língua?

Com um Data Center no Brasil, você garante que todo suporte e manutenção seja realizado por uma equipe presente, próxima do seu negócio e do seu servidor, que possa agir rapidamente para solucionar seus problemas.

Qualidade de serviços

Para empresas que se preocupam com inovação e qualidade no Data Center, saiba que empresas brasileiras cada vez mais investem na inovação de suas infraestruturas.

Além disso, se mobilizam com força pela estabilização de uma operação tecnologicamente sustentável, como é o caso da Ascenty.

São ações que elevam a qualidade dos serviços prestados e aumentam a confiança das empresas na capacidade dos provedores brasileiros.

Por que você deve escolher um fornecedor de data center nacional?

Hoje, optar por um fornecedor de Data Center no Brasil é a melhor escolha para o seu negócio. O principal benefício, além dos custos adequados à realidade brasileira, é a questão da latência.

Uma infraestrutura brasileira proporciona menor atraso no envio dos dados. Para uma empresa moderna e digitalizada, com operação completa ou mesmo parcialmente virtual, isso é essencial.

Isso acontece porque os provedores, especialmente com infraestruturas de alta capacidade, podem oferecer mais links no backbone, proporcionando maiores e melhores possibilidades de conexão.

Outro ponto que vale a pena mencionar são os custos. Em 2014, a Receita Federal brasileira começou a cobrar impostos de empresas de armazenamento e processamento de dados de fora do Brasil.

Com isso, a economia que havia na alternativa de contratar um data center no exterior, deixou de existir.

Entre outras vantagens de investir em um Data Center no Brasil, destacamos:

  • 1. Compliance legal: hoje, existem leis específicas no Brasil para o armazenamento e tratamento de dados — que não existem em outros países, o que pode abrir brechas para processos legais.
  • 2. LGPD e Segurança: um Data Center no Brasil precisa estar em conformidade com as principais diretrizes de segurança, bem como as normas da LGPD, para poder funcionar.
  • 3. Contratos e SLAs personalizados: com um provedor brasileiro, você firma contratos em português e pode acionar seu jurídico para revisar com tranquilidade todas as cláusulas.
  • 4. Suporte próximo e especializado: com Suporte Técnico especializado e baseado no Brasil, você tem a garantia de atendimento agilizado e de qualidade.

Ascenty: a melhor alternativa quando falamos de Data Center no Brasil

A melhor opção de Data Center no Brasil é a Ascenty, a maior empresa em infraestrutura de data centers na América Latina. Além de líder no mercado, possui 28 Data Centers em operação e construção em áreas-chave do Brasil, bem como México e Chile.

Preocupado com latência? Saiba que, além de uma infraestrutura que segue padrões internacionais, a Ascenty possui uma rede de fibra óptica com cerca de 5.000 km de extensão.

Além disso, a Ascenty foi líder do Quadrante de Serviços de Colocation no Brasil do ISG Provider Lens 2021™ , em um estudo independente, que foi conduzido pela Information Services Group (ISG).

Com isso, atestou-se que a Ascenty é capaz de ofertar produtos e serviços atraentes e de qualidade, cumprindo os requisitos necessários para contribuir com o desenvolvimento do mercado como um todo.

Outro ponto é que a Ascenty possui várias certificações reconhecidas nacional e internacionalmente, como ISO 14001, ISO 50001, ISO 37001, entre outras.

Que tal entender mais sobre os nossos serviços e todas as soluções complementares de conectividade que a Ascenty oferece? Agende uma reunião conosco agora mesmo!

Como o AICX é capaz de fazer a sua empresa ter mais eficiência na conexão com a internet, aumentar a resiliência e trazer economia de custos

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

O Ascenty Internet Connectivity Exchange (AICX) pode transformar a forma que a sua empresa consome banda, bem como diversos conteúdos e inúmeros serviços por meio da Internet. Se a conectividade é o pilar de uma operação bem-sucedida, com o AICX sua organização dá um passo além na consolidação do seu negócio.

A solução da Ascenty pode ser muito estratégica para sua empresa, colocando-a em outro patamar de conectividade, ao mesmo tempo em que contribui para o aumento da resiliência da conectividade e para uma redução significativa dos custos com banda.

Neste conteúdo, vamos te explicar tudo sobre a AICX do ponto de vista do cliente: o que você ganharia com a solução da Ascenty? Vamos te explicar o que é o AICX, como funciona e seus benefícios.

Que tal entender mais? Confira!

AICX: entenda essa solução desenvolvida pela Ascenty

O Ascenty Internet Connectivity Exchange (AICX) é uma plataforma de alta capacidade conectiva, que oferece uma conexão mais resiliente, econômica e altamente escalável para as empresas. O AICX conecta diretamente os clientes aos maiores provedores de conteúdo do mercado.

Como? Com uma única porta de conexão, proporcionando trânsito premium, específico e direcionado, aos principais provedores de conteúdo — sem utilizar a Internet.

É que o AICX é uma plataforma que se conecta a esses players e foi desenvolvida como uma solução de auxiliar os ISPs (Internet Services Providers) e operadoras de Telecom, bem como clientes diversos, a obterem maior resiliência, disponibilidade e continuidade para suas operações.

Aqui no blog, já explicamos sobre o funcionamento de um IX ou Internet Exchange — antigamente conhecido como o PTT ou Ponto de Troca de Tráfego.

Trata-se de um local físico no qual empresas como ISPs e organizações com Autonomous Systems conectam-se umas às outras. Eles servem de “ponte” entre diferentes redes, permitindo que os provedores compartilhem o tráfego externamente à sua rede.

É um tipo de hub de provedores de serviços na Internet — já o AICX é caracterizado por ser uma plataforma que proporciona acesso somente aos principais e melhores provedores de conteúdo do mercado e não a outros participantes.

Além da acessibilidade, destaca-se também o potencial da infraestrutura, capaz de encurtar o caminho entre o cliente e os provedores, reduzindo a latência e a quantidade de redes / prefixos recebidos, melhorando o tráfego de dados e reduzindo custos operacionais.

Ou seja, trata-se de uma solução essencial na construção de um ecossistema de conectividade robusto.

Para qual tipo de empresa o AICX é indicada?

O AICX é uma solução ideal para ISPs e empresas do segmento de conectividade que buscam maior confiabilidade, estabilidade e menor latência para oferecer seus serviços em suas áreas de atuação, principalmente os que buscam uma conexão que aumente a disponibilidade dos serviços de internet.

Isso acontece porque o AICX oferece acesso direto e específico aos seus clientes ao conteúdo que eles querem.

O que acesso direto e trânsito premium significam? Trata-se de uma conexão única entre sua empresa e o portfólio de diversos provedores de conteúdo.

Voltando alguns passos, o tráfego convencional é conhecido como conexão ATM (ou Asynchronous Transfer Mode).

Essa tecnologia de rede permite que um dado seja transferido de um ponto A para o ponto B, mas para isso é necessário que esse dado seja dividido em pequenos pacotes de dados.

Ou seja, cada vez que a sua empresa necessita de um serviço de um provedor pela Internet, ele é desfragmentado e enviado pela rede.

O mesmo acontece quando você envia uma foto ou áudio para algum contato por meio da Internet (como no WhatsApp, por exemplo). Cada arquivo é desfragmentado em vários pequenos pacotes e, só então, enviados.

Os pacotes viajam de maneira aleatória pela rede, atravessando diversos pontos de troca de tráfego.

É um modelo eficaz — tanto que é utilizado até hoje — mas passível de maior latência, além da quantidade elevada de redes que são recebidas, bem como necessitando de maior banda para que os dados vençam as distâncias para chegar ao destino.

O AICX elimina esse fator de risco, criando uma conexão direta entre a Ascenty, sua empresa e o provedor de conteúdos. Assim, tudo que sua empresa necessitar do provedor, será acessado de forma direta.

Mas afinal, como o AICX é capaz de reduzir a necessidade de banda e economizar custos?

Como mencionamos, o AICX proporciona uma conexão direta entre a sua empresa e os diversos conteúdos dos principais provedores do mercado.

Ou seja, lembra da questão da conexão ATM, que fragmenta os dados para então enviá-los pela rede? Com o AICX é um pouco diferente . Ou seja, trata-se basicamente de uma conexão direcionada somente aos conteúdos efetivos e não a uma infinidade de participantes.

Na prática, quer dizer que o AICX reduz a necessidade de banda pelo simples fato de conectar diretamente o cliente com o conteúdo do provedor.

Assim, não é necessário desfragmentar o conteúdo e enviá-lo por uma rede vasta, para viajar por diversos pontos de troca. Com o AICX, o conteúdo vai diretamente para a sua empresa, de modo a tornar essa troca muito mais assertiva e eficiente.

Desse modo, você gasta menos com a conta de Internet, o que permite alocar esse capital de maneira estratégica em outras áreas da empresa.

Além disso, o AICX é uma plataforma completamente escalável, capaz de acompanhar o nível de demanda do seu negócio.

Você é um ISP pequeno e precisa oferecer serviços capazes de competir em qualidade e preço com os grandes players desse mercado tão concorrido? Com o AICX, é possível!

A plataforma é uma alternativa de redundância aos meios convencionais de conexão, mas com 3 pontos positivos difíceis de se encontrar no mercado: é acessível, é seguro e extremamente eficaz.

Gostou de aprender mais sobre o AICX? Entenda o valor que a plataforma pode agregar ao seu negócio, melhorando suas entregas aos clientes! Como?

É só agendar uma reunião com a Ascenty para entender mais sobre o AICX!

7 erros que comprometem a segurança de dados na sua empresa

Que tal ouvir o nosso conteúdo?

Podemos dizer que uma empresa não investir em segurança de dados é o mesmo que um cidadão comum deixar o portão da residência o dia inteiro aberto para a entrada de invasores. A comparação pode parecer exagerada em um primeiro momento, mas uma análise da conjuntura atual nos leva a perceber que essa analogia tem bastante sentido.

Um dos motivos é que os cibercriminosos estão adotando procedimentos cada vez mais sofisticados para invadir redes corporativas, bloquear acessos e, inclusive, roubar informações além de pedir dinheiro para resgatar as mesmas para as vítimas. E isso tem causado prejuízos para companhias de diferentes segmentos e tamanhos, comprovando a audácia e a eficiência dos ataques.

Neste artigo, vamos abordar 7 falhas que afetam negativamente a capacidade de uma organização manter os dados devidamente protegidos. Confira!

Afinal, por que a segurança de dados é tão importante atualmente?

A transformação digital modificou, de maneira significativa, os hábitos dos consumidores e das companhias. Uma boa prova disso é que as transações pela internet cresceram bastante nos últimos anos, exigindo um maior cuidado com a disponibilização dos serviços digitais e informações pessoais.

À medida que uma empresa fica com o site indisponível por erro na defesa contra os ataques cibernéticos, maiores são as perdas de dinheiro e de credibilidade. Isso porque as vendas deixam de ser realizadas, e os clientes acabam, em muitos casos, passando a procurar a concorrência.

Além dos fatores comerciais e de imagem, a segurança da informação precisa ser valorizada em virtude da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que prevê multas de R$ 50 milhões ou de até 2% do faturamento bruto nos casos envolvendo o roubo ou vazamento de dados. Esse aspecto mostra como respeitar a legislação impacta na capacidade de uma organização se manter competitiva.

Com o objetivo de ajudar o seu negócio a exercer boas práticas de segurança de dados, vamos destacar 7 equívocos que devem ser evitados ao máximo, quando o assunto é proteger sistemas e informações institucionais e pessoais. Acompanhe!

1.Não definir uma política interna de segurança de dados

O primeiro passo para implantar bons procedimentos para minimizar os riscos de um ataque virtual consiste no estabelecimento de uma política de segurança da informação.

Se uma empresa não adotar essa prática, vai dificultar muito o trabalho da equipe de TI na proteção de dados. Isso acontece porque os demais colaboradores não terão uma referência interna para combater as ameaças digitais com eficiência.

Vale lembrar que muitos ataques cibernéticos atingem as metas por causa de falta de atenção e de conhecimento dos funcionários. Essa situação pode ser perfeitamente evitada com orientações e campanhas com foco na proteção dos dados.

2.Pensar que a segurança de dados é apenas um assunto da TI

Por mais que o setor de Tecnologia da Informação seja o responsável pela segurança de dados, é um erro grave considerar que apenas essa área pode evitar que os cibercriminosos afetem as atividades organizacionais.

Em razão da relevância que tem na conjuntura atual, a proteção das informações é uma tarefa que precisa envolver todos os membros de uma empresa. Essa postura se torna ainda mais importante por causa do nível de digitalização da sociedade, em que diversas ações cotidianas podem ser feitas rapidamente pela internet ou até mesmo no telefone celular.

Tanto um órgão público quanto a iniciativa privada cometem uma falha grave se deixarem a segurança digital a cargo apenas do setor de TI. Afinal, qualquer funcionário pode abrir brechas para a presença de ciberataques nocivos para uma organização.

3.Manter máquinas e softwares desatualizados

Inegavelmente, é muito bom investir em recursos de Tecnologia da Informação de ponta e que podem agregar valor ao negócio. Por outro lado, ignorar a necessidade de atualizar os ativos de TI é uma falha lamentável e que revela um amadorismo com relação à segurança de dados.

Para reduzir os riscos de uma rede ser invadida, um bom caminho é optar pela atualização periódica dos equipamentos e dos sistemas utilizados pela companhia. Embora isso pareça óbvio, é válido ter bastante cuidado e controle para manter os recursos tecnológicos dentro das melhores práticas do segmento de TI.

4.Descuidar da manutenção das máquinas

É compreensível que uma empresa tenha como meta a redução de custos para atingir um desempenho cada vez mais expressivo. Entretanto, essa postura não pode comprometer, de forma alguma, a segurança de dados institucionais.

Ao planejar o orçamento, é essencial que haja um olhar atento para a manutenção dos equipamentos de TI. Se essa ação não for adotada, os recursos poderão ter falhas que não vão apenas prejudicar a disponibilidade dos serviços digitais, mas também abrir brechas para ataques virtuais causarem danos de imagem e financeiros consideráveis.

5.Não se preocupar com patches de correção

Outro equívoco lamentável é ignorar a necessidade de corrigir os sistemas, quando a orientação do desenvolvedor aponta para esse caminho. Os patches de correção são essenciais para eliminar vulnerabilidades que podem ser exploradas por cibercriminosos de maneira estratégica em busca de informações institucionais.

Esse fator já justifica um trabalho voltado para atualizar eventuais falhas em softwares. Quanto mais ágil forem implementadas as correções necessárias, menores serão os riscos de uma empresa ser vítima de um ataque cibernético de graves proporções.

6.Não limitar o uso de dispositivos pessoais

É cada vez mais comum os funcionários utilizarem os próprios dispositivos móveis (smartphones, tablets, entre outros) para exercer as atividades profissionais. Essa tendência se tornou ainda mais forte com a expansão do home office, uma das principais consequências da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Por essa razão, é indispensável adotar uma política que estabeleça regras claras para a utilização de dispositivos pessoais em uma empresa. Caso essa iniciativa não seja realizada, os riscos de ataques virtuais serem bem-sucedidos vão crescer de forma considerável.

7.Não manter uma política de disaster recovery e backups

Mesmo que haja um grande investimento na proteção das informações institucionais, é recomendado haver soluções relacionadas com o disaster recorvery e backups, porque são suas práticas vitais para reaver dados em situações atípicas.

Ao eliminar erros que prejudicam a segurança de dados, menores são as possibilidades de uma organização ser vítima de ações promovidas por cibercriminosos. Por isso, é muito importante que todos os colaboradores tenham consciência da responsabilidade em prevenir o roubo ou o vazamento de informações.

Se pretende aumentar o nível de proteção dos dados do seu negócio com o auxílio do Disaster Recovery, por exemplo, entre em contato conosco agora mesmo! Queremos te ajudar a conquistar mais respeito e credibilidade perante os stakeholders.

TI híbrida: porque a sua empresa precisa apostar nesse conceito

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Acompanhar o avanço tecnológico tem se tornado uma tarefa cada vez mais complexa. Um dos fatores responsáveis por essa tendência é a transformação digital, que tem modificado a maneira de as instituições gerenciarem os dados e os serviços. Esse cenário tem reforçado a necessidade de se investir na TI híbrida.

Afinal, aprimorar a infraestrutura tecnológica por conta própria requer muito planejamento e recursos financeiros. Em uma conjuntura de instabilidade econômica, é bastante arriscado fazer investimentos robustos com o risco de não ter um retorno de acordo com as expectativas.

Neste artigo, vamos apresentar diversos detalhes sobre essa modalidade de tecnologia que tem sido adotada por muitas instituições no Brasil e no resto do mundo. Confira!

O que é TI híbrida?

Consiste na combinação de uma infraestrutura tecnológica própria com o auxílio dos recursos de um provedor de nuvem. Dessa maneira, uma empresa pode ter mais tranquilidade para gerenciar os ativos de TI, porque terá uma maior flexibilidade na utilização das ferramentas disponíveis no momento.

Ficar dependente de recursos próprios é uma situação muito complicada, porque uma companhia pode não ter condições de suprir a demanda do público-alvo em busca de serviços digitais. Além disso, há a possibilidade de uma falha nos equipamentos ou um ataque cibernético paralisarem as atividades por um longo período, acarretando prejuízos financeiros e de imagem.

A importância da TI híbrida e a sua correta implementação

Manter os sistemas corporativos disponíveis e seguros é um fator crucial para as empresas proporcionarem condições adequadas para os funcionários. Isso se tornou ainda mais relevante com o trabalho remoto, em que os colaboradores necessitam ter acesso aos recursos fora do escritório.

Com a implementação da TI híbrida, é viável fazer com que os empregados sejam mais produtivos, mesmo não atuando na sede institucional. Esse é um ponto que não pode ser ignorado pelos gestores em hipótese alguma.

Outro fator importante é avaliar como utilizar a combinação de recursos tecnológicos internos com os dos provedores de serviços de cloud. Nesse caso, o mais indicado é analisar quais os dados podem ficar sob a responsabilidade da empresa terceirizada. Afinal, é primordial usar a tecnologia e as informações de forma estratégica, para uma corporação ser mais competitiva. 

Também é válido analisar de que forma o provedor de computação em nuvem pode expandir a capacidade de armazenar e processar os dados com segurança. Assim, fica mais simples dimensionar os recursos e verificar os momentos em que será positivo contar com um reforço dos serviços de outsourcing da infraestrutura de TI.

Quais as vantagens que a TI híbrida pode trazer para a sua empresa?

Há muitos benefícios de aproveitar os recursos tecnológicos internos em conjunto com um parceiro qualificado no segmento de Tecnologia da Informação. Para isso ficar bastante claro, vamos apontar as principais vantagens de implantar a TI híbrida, de acordo com as melhores práticas do mercado. Acompanhe!

Diminui custos

A redução de despesas é, sem dúvida, um dos grandes objetivos das companhias atualmente. Isso é uma das principais razões que têm estimulado um maior investimento em serviços terceirizados de TI.

Está cada vez mais complicado investir em equipamentos de ponta e em soluções diferenciadas que aumentam o nível de proteção dos dados. Por isso, contar com um suporte qualificado se tornou uma estratégia inteligente para diminuir despesas com a aquisição de ativos e a manutenção da infraestrutura tecnológica.

Ao diminuir custos sem perder a qualidade dos serviços, uma empresa ganha mais eficiência e competitividade. E isso proporciona mais condições de gerenciar o orçamento e de utilizar os recursos financeiros de forma estratégica.

Possibilita a escalabilidade

A melhoria contínua é uma das posturas mais relevantes para as organizações. Afinal, não acompanhar as principais tendências do mercado é sinal de vulnerabilidade, algo que mais cedo ou mais tarde será devidamente aproveitado pela concorrência.

Em razão disso, a implementação da TI híbrida é uma alternativa muito interessante para adotar a escalabilidade. O motivo é que essa ação propicia gerenciar os recursos tecnológicos e os dados, com base no aumento da demanda.

Uma rede de farmácias, por exemplo, abre novas unidades. Nesse caso, é recomendado contar com uma infraestrutura tecnológica mais robusta para armazenar e disponibilizar as informações. Assim, são menores os riscos de instabilidade nos serviços e de gerar insatisfação nos clientes.  

Garante mobilidade

A computação em nuvem tem como um dos aspectos mais marcantes proporcionar uma grande mobilidade para a equipe. E isso se tornou ainda mais estratégico com a expansão do trabalho remoto.

À medida que os funcionários têm mais condições de exercer as tarefas em locais fora do escritório, maior será a capacidade de cumprir as demandas de acordo com a necessidade da instituição.

Além disso, os empregados terão um ambiente mais favorável para prestar um atendimento de alto nível. Isso porque poderão oferecer respostas mais rápidas, pois terão acesso aos dados em qualquer lugar com conexão à internet. Esse conjunto de fatores mostra como a TI híbrida é peça-chave para expandir a mobilidade corporativa.

Propicia uma infraestrutura flexível

Nem sempre é necessário manter um site com uma grande capacidade de receber visitas durante um período (por exemplo durante a madrugada). Nesse caso, o consumo dos ativos de TI pode ser reduzido de maneira considerável, o que ajuda a reduzir despesas.

A recomendação é fazer com o provedor de cloud computing um contrato que permita flexibilizar o uso da infraestrutura tecnológica. Dessa forma, será mais simples otimizar os recursos e manter os sistemas e informações com alto nível de disponibilidade, segurança e escalabilidade.

Automatiza processos

Para automatizar processos, é necessário contar com um suporte tecnológico eficiente. Por isso, é recomendado adotar a TI híbrida para expandir o uso de soluções que ajudem a realizar tarefas com mais agilidade e eficiência.

Com um bom mapeamento e o uso estratégico da Tecnologia da Informação, é perfeitamente possível atingir um alto grau de automação dos serviços. Assim, uma empresa pode aperfeiçoar os processos, cortar gastos e ser mais competitiva.

Conte com a Ascenty pode te ajudar a otimizar a estrutura de TI híbrida da sua empresa

Reconhecer o papel do avanço tecnológico é uma postura válida para qualquer negócio. Porém, é imprescindível contar com um parceiro qualificado para implantar a TI híbrida corretamente. Nesse sentido, a Ascenty contribui com o uso inteligente dos recursos, pois tem experiência nos segmentos de conectividade, colocation, cloud colocation, entre outras soluções.

Se pretende tornar a infraestrutura tecnológica mais dinâmica, entre em contato conosco agora mesmo!  Queremos ajudar a sua empresa a alcançar uma performance diferenciada no mercado!

Saiba por que a sua empresa não deve manter um Data Center Interno

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Como o ambiente de Tecnologia da Informação (TI) de uma empresa está se tornando cada vez mais estratégico e relevante, os gestores devem tornar a área mais eficiente e otimizada. Um aspecto que gera dúvidas nas organizações é saber se é mais vantajoso manter um Data Center interno ou contratar uma empresa especializada, que disponibilize um ambiente físico para manter esse centro de processamento de dados, serviço que é chamado de Colocation.

Para solucionar essa questão e fazer com que você tome a melhor decisão, é necessário saber quais são os pontos negativos e positivos de ter um Data Center interno, informações que serão apresentadas durante a leitura deste conteúdo!

Quais são os pontos negativos em manter um Data Center interno?

Aspectos negativos impactam o negócio de diferentes formas, podendo aumentar o risco da organização, prejudicar sua eficiência e reduzir sua competitividade. Entenda-os melhor abaixo.

Riscos de segurança

Data Center internos estão instalados nas dependências da empresa, por isso são bastante sujeitos a interferências físicas, como incêndios, acidentes, desastres naturais (como enchentes), entre outros. Por exemplo, um eventual incêndio pode fazer com que servidores, computadores, discos rígidos, redes e outros equipamentos sejam queimados e todos os dados do negócio sejam perdidos.

Além disso, optar pelo Data Center interno exige que o negócio tenha muitos computadores e equipamentos, o que aumenta as chances de que ocorram acidentes ou incidentes internos, que podem colocar em risco a integridade física dos colaboradores.

Aumento de custos

Há vários custos que precisam ser arcados pela empresa quando ela opta pelo Data Center interno. Um deles é o grande consumo energético, que será bastante elevado e crescerá conforme a organização se desenvolve, já que ela precisará de máquinas cada vez mais robustas.

Nesse aspecto, também é importante considerar a questão ambiental, pois o negócio não conseguirá garantir a sustentabilidade e preservar o meio ambiente, pois precisará gastar cada vez mais energia e água para manter o ambiente de TI em funcionamento.

A entidade também necessitará construir uma sala altamente equipada, com geradores, refrigeração constante para deixá-la na temperatura ideal e garantir que o ambiente esteja em excelentes condições, seguro, entre outros.

Além disso, há gastos amplos com a atualização dos aparelhos, já que como os equipamentos se tornarão obsoletos com o passar do tempo e precisarão ser trocados por outros com maior capacidade de armazenamento, de processamento e que têm recursos mais modernos. Com o rápido avanço da tecnologia e desenvolvimento atualmente, o gestor deve ter em mente que terá um gasto bastante elevado com atualizações.

Por fim, outro gasto impactante diz respeito à manutenção dos equipamentos, pois o funcionamento desses computadores e equipamentos precisarão ser periodicamente revisados para assegurar que eles estejam em pleno funcionamento.

Saiba que a empresa não arcará apenas com os hardwares (peças físicas dos computadores), mas também com colaboradores que estarão designados especialmente para realizar a atualização e manutenção do ambiente de TI.

No entanto, profissionais especializados e experientes na área são mais difíceis de encontrar, além de terem altos salários. Por essa razão, manter todas essas atividades é excepcionalmente custoso, especialmente para pequenas e médias empresas (PMEs).

Como o Colocation surge como a melhor alternativa ao Data Center Interno

O Colocation é a melhor solução para corrigir os problemas listados anteriormente e evitar danos à empresa, fazendo com que ela se torne mais segura, otimizada e eficiente. Entenda melhor as vantagens desta alternativa a seguir.

Segurança otimizada

Os equipamentos estão sob responsabilidade da empresa contratada quando você opta pelo Colocation. Por isso, geralmente, as empresas equipam os ambientes para assegurar a máxima proteção dos eletrônicos. Elas investem em prevenção a incêndios, segurança 24 horas, entrada somente de pessoas autorizadas às salas dos computadores, pontos de checagem, entre outros.

Como a empresa se tornará mais enxuta ao contratar uma empresa de data centers, ela pode minimizar o perigo ao ambiente físico da empresa e à integridade física dos colaboradores.

Outro aspecto relacionado à segurança trata das ferramentas que protegem os sistemas e as informações do negócio, como firewalls, antivírus, sistemas de acesso ao usuário, criptografia de dados, entre outros.

Normalmente uma empresa de Colocation tem robustos sistemas e softwares que diminuem as chances de que cibercriminosos invadam a empresa e subtraiam suas informações.

Diminuição de custos gerais

Migrar os dados para o Colocation elimina os gastos relacionados à infraestrutura do negócio. De forma, geral, a organização não arcará com manutenções, atualizações, monitoramento dos bens, climatização do ambiente, entre outros. Gastos com energia elétrica também serão minimizados, pois o Data Center estará localizado no ambiente da empresa contratada.

Ainda sobre atualizações e manutenções, essas atividades serão delegadas para as empresas de Colocation, que geralmente têm parcerias com os principais fabricantes de equipamentos ou fornecedores na área, o que significa que eles conseguem equipamentos de ponta por preços mais acessíveis.

Uma empresa de Colocation também conta com quadro de colaboradores altamente especializados, que conseguirão realizar uma manutenção eficiente e de qualidade, minimizando o tempo de indisponibilidade do sistema.

Maior possibilidade de escalabilidade

Contar com o apoio de uma empresa de Colocation possibilita que uma organização expanda suas atividades sem arcar com os mesmos custos. Primeiramente, você poderá aproveitar de uma tecnologia de ponta de forma mais econômica e de profissionais especializados sem precisar contratá-los.

Além disso, a organização poderá facilmente alterar a capacidade do processamento do Data Center contratado de acordo com as necessidades do negócio. Por exemplo, em um momento de altas vendas do negócio, pode-se entrar em contato com a empresa contratada e solicitar planos mais robustos.

Por outro lado, é possível firmar planos mais econômicos quando a empresa precisa reduzir suas atividades, evitando que seus equipamentos gerem custos enquanto ociosos.

Melhor suporte

Uma empresa competente oferece um atendimento de qualidade, rápido e que soluciona problemas no primeiro contato. Com um bom suporte à sua disposição, os colaboradores da sua empresa poderão se concentrar em atividades mais estratégicas e relevantes em vez de lidar com manutenções ou atualizações.

O Colocation também engloba a realização de backups constantes e automáticos para que dados perdidos sejam facilmente recuperados, o que facilita ainda mais a rotina da organização.

Você pode contar com o apoio da Ascenty para garantir um Data Center de qualidade, já que ela é líder no serviço de Colocation, sendo a maior empresa em infraestrutura de Data Centers na América Latina. Todos os Data Centers estão em locais estratégicos e são interligados por uma rede própria, com 100% fibra ótica e nova.

Adotar o Data Center Interno prejudica diretamente as operações do negócio, já que isso aumenta consideravelmente seus custos e riscos. Portanto, a melhor solução para potencializar o desenvolvimento da empresa é contratando uma empresa especializada.

Quer saber como a Ascenty ajuda a potencializar o desenvolvimento do seu negócio? Entre já em contato conosco e marque uma reunião!

Entenda a importância de se contar com um parceiro com a Certificação ISO 14.001

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Hoje, é essencial para as empresas estarem em completa conformidade com a certificação ISO 14.001. Os efeitos positivos que isso pode ter no meio ambiente são enormes. No entanto, muito mais do que a sua empresa, você deve garantir que seus fornecedores também estejam em conformidade.

Afinal, esses efeitos podem ser anulados se os seus parceiros comerciais — ou melhor, todo seu supply chain — não seguir as boas práticas ou não estiverem habilitados com a certificação ISO 14.001.

Neste conteúdo, vamos explicar mais sobre o assunto, explicando o que é essa certificação, quais os benefícios dela para sua empresa, porque seu parceiro deve ser certificado e mais. Confira!

Certificação ISO 14.001: conheça mais sobre o assunto

A certificação ISO 14.001 é uma norma reconhecida internacionalmente que define às empresas os requisitos necessários para consolidar um sistema de gestão ambiental.

Esse sistema, também chamado de EMS ou Environmental Management System, permite que uma empresa minimize seu impacto no meio ambiente, otimizando seus resultados ambientais por meio de uma estrutura que ajuda a identificar riscos ambientais, bem como áreas em que uma organização pode consolidar seus esforços para se tornar mais ecologicamente correta.O certificado ISO é desenvolvido pela Organização Internacional de Padronização (ISO), a maior desenvolvedora mundial de Padrões Internacionais voluntários.

Suas normas oferecem boas práticas e soluções para quase todos os tipos de negócios, ajudando empresas e organizações a aumentar o desempenho enquanto protegem os consumidores e o planeta.

Seus padrões são extremamente populares, como o ISO 9001 de qualidade e o ISO 27001 de segurança da informação — muito embora não seja essa organização que ofereça os certificados, mas as instituições habilitadas para isto.

Esses certificados visam quebrar as barreiras ao comércio internacional.

Quais são os objetivos da ISO 14.001?

Na prática, no entanto, a intenção da certificação ISO 14.001 é definir as bases para que as empresas forneçam evidências objetivas que mostrem como elas estão em compliance com os objetivos, diretrizes, normas e leis ambientais.

O objetivo da ISO 14.001 é criar um sistema de gestão ambiental capaz de:

  • Melhorar continuamente seu desempenho ambiental;
  • Identificar e controlar o impacto ambiental de suas atividades, produtos e serviços;
  • Implementar uma abordagem sistemática para definir objetivos e metas ambientais, bem como para alcançar esses objetivos e para demonstrar que foram alcançados.

Vale também lembrar que o padrão ISO 14.001 exige que uma organização implemente uma série de práticas e procedimentos que resultam em um sistema de gestão ambiental eficaz.

Ou seja, o ISO 14.001 não é uma norma técnica e não substitui os requisitos especificados por leis ou regulamentos, mas um padrão comercial internacionalmente reconhecido.

Esse é um dos motivos pelos quais o ISO 14.001 está se tornando ainda mais importante, especialmente em uma época em que as preocupações ambientais só aumentam.

Por isso, o objetivo da certificação ISO 14.001 é adequar as empresas a essas demandas. É necessário se ambientar às novas necessidades, bem como às expectativas dos seus clientes e às novas regras dos órgãos reguladores.

Hoje, as empresas devem se mostrar sustentáveis e ambientalmente conscientes, de modo que suas atividades — e as daqueles com as quais sua empresa negocia — não prejudiquem o meio ambiente.

Entenda os benefícios dessa certificação para a sua empresa

Certificar as operações de uma empresa com o ISO 14.001 mostra aos seus clientes, fornecedores e partes interessadas que você está comprometido em ser uma organização ambientalmente sustentável.

Isso, é claro, se repete ao longo de sua cadeia de suprimentos: ou seja, não concerne apenas seu negócio, mas os negócios com os quais você fecha parcerias e, por fim, seus clientes!

Adequar-se à certificação ISO 14.001 pode inspirar o aumento das vendas e permitir que seu negócio entre em compliance com as mais complexas normas regulatórias.

Na prática, falamos de benefícios como:

  • Entrar em conformidade com os requisitos legais e regulamentares atuais (e futuros);
  • Atingir objetivos estratégicos, incorporando questões ambientais à gestão empresarial;
  • Melhorar a reputação da empresa e a confiança dos parceiros comerciais por meio de comunicação estratégica;
  • Aumentar o envolvimento da liderança e o engajamento dos funcionários nas ações e projetos em prol da sustentabilidade;
  • Fornecer uma vantagem competitiva e financeira por meio de uma gestão de processos energeticamente eficiente, bem como custos reduzidos;
  • Incentivar um melhor desempenho ambiental não apenas da sua empresa, mas de seus fornecedores, integrando-os às boas práticas implementadas.

A importância de se contar com um parceiro certificado 

Contar com um sistema de gestão ambiente é crucial para o seu negócio, mas negociar com fornecedores certificados pode significar o próximo passo para o seu negócio.

Primeiro, pois é uma forma de incentivar e contribuir com o desenvolvimento sustentável não apenas da sua empresa ou de seus parceiros comerciais, mas de toda supply chain da organização.

Trata-se de uma exigência que modifica toda uma cultura operacional e estratégica, que passa a olhar para o meio ambiente com outros olhos.

Além disso, é uma forma de reduzir custos (como com o uso de energia renovável e/ou economia na utilização de água), entrar em compliance com as normas e legislações relacionadas e de maximizar as chances de investimento.

Isto é, hoje, esse é um dos princípios ESG (Environmental, Social and Governance), que guia as decisões de investidores e fundos de investimento que buscam por empresas comprometidas com causas além das metas financeiras.

Um exemplo é a Ascenty e seu investimento em tecnologia sustentável. Além de possuir a certificação 14.001, a Ascenty investe pesado em sustentabilidade em sua operação — seja para manter seus data centers, como para transformar a cultura operacional do negócio.

Além disso, a Ascenty conta com a certificação ISO 50.001, que atesta sua eficiência em gestão energética.

Gostou de aprender mais sobre a certificação ISO 14.001 e sua importância, bem como por que você deve encontrar parceiros certificados? Entenda tudo que a Ascenty, certificada no ISO 14.001, pode oferecer à sua empresa, converse com nossos especialistas!

6 principais acertos que fazem a sua empresa reduzir o consumo de energia com TI

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Fazer uma empresa crescer saudável passa diretamente pela redução de custos. Contudo, o consumo de energia de TI nem sempre recebe a atenção que merece. O fato é que o uso dos equipamentos e a própria rotina da equipe impactam significativamente nas despesas da organização.

Nesse sentido, uma boa gestão traz benefícios que vão além da redução de custos. Afinal, a sustentabilidade é um tema amplamente discutido atualmente. Além de assumir uma postura de responsabilidade ambiental, uma empresa que consome menos, constrói uma imagem melhor no mercado, criando oportunidades de negócio.

Não é à toa que algumas organizações — sobretudo multinacionais — valorizam esse quesito na hora de contratar um fornecedor ou terceirizar um serviço. Então, confira a seguir 6 dicas que separamos para ajudar você a reduzir o consumo de energia com TI!

1. Adote a TI verde

O conceito de TI verde (Green IT) surge de um movimento global que tem como objetivo minimizar o impacto que o uso das tecnologias tem nos ecossistemas. Isso envolve toda a cadeia produtiva e exige a aplicação de algumas práticas específicas. Um dos benefícios é justamente o impacto positivo na redução de despesas com consumo energético.

O armazenamento em nuvem é um bom exemplo disso. Com menos hardware dentro da empresa, o consumo de energia elétrica é menor. Já do ponto de vista global, há também uma otimização do uso de hardware, já que o provedor do serviço tira proveito dos equipamentos para atender à demanda de diversas empresas. Isso tem relação direta com uma segunda iniciativa que você pode tomar: a modernização dos equipamentos.

2. Adquira dispositivos mais econômicos

Preocupados com a pauta da sustentabilidade e com o próprio consumo energético, os fabricantes de equipamentos têm desenvolvido produtos cada vez mais econômicos. Nesse ponto, a TI deve estar atenta a um ponto fundamental: quando falamos de reduzir o consumo, não se trata apenas dos servidores e computadores.

Equipamentos como o ar-condicionado e a própria iluminação da empresa influenciam em diferentes níveis o gasto geral. Por isso, é importante investir na modernização da infraestrutura. Quanto mais antigos forem seus dispositivos, maior o consumo tende a ser.

Lembre-se que servidores locais também exigem uma sala refrigerada e toda uma infraestrutura para funcionamento. Então, tecnologias como a nuvem podem ajudar sua empresa a reduzir o uso do ar-condicionado e de outros dispositivos, como sistemas de segurança, nobreaks etc.

3. Otimize o uso do ar-condicionado

E por falar no controle de temperatura, tenha em mente que reduzir o consumo de energia com TI não significa necessariamente renunciar a eles. Um estudo para otimizar o uso do ar-condicionado pode levar a um projeto mais econômico para a empresa.

Vale a pena, por exemplo, desligar um sistema e reduzir a refrigeração do escritório fora do horário de trabalho. Controlar a temperatura por meio de um sistema automatizado também ajuda a evitar desperdício sem renunciar ao conforto e bem-estar dos colaboradores.

No ambiente dos servidores, é possível ainda elaborar um layout de corredores quentes e frios, a fim de direcionar o ar frio para as áreas essenciais.

4. Conscientize seus colaboradores

Toda mudança desse tipo exige engajamento coletivo das equipes. Afinal, o consumo energético não é fruto apenas da presença dos equipamentos, mas também da forma como eles são usados.

Oferecer treinamentos para explicar o impacto dessas ações é um ponto fundamental. Todos devem entender não apenas o que deve ser feito, mas os motivos e as melhores práticas a serem adotadas. 

Configurar o desligamento automático dos computadores ao final do expediente é um bom exemplo de ação automatizada. Porém, vale a pena orientar os colaboradores a desligarem os monitores no horário de almoço ou ao saírem de suas mesas, por exemplo.

Isso nos leva à próxima dica.

5. Crie metas de redução de consumo

É importante que todos tenham metas a serem alcançadas. Isso se aplica aos colaboradores e à equipe de TI como um todo. Definir um cronograma de migração para a nuvem pode ajudar, por exemplo. Porém, é fundamental ter algumas metas que ajudem os colaboradores a entenderem onde a empresa quer chegar.

Somado a isso, adote indicadores que permitam monitorar a redução do consumo de energia. Detalhar o uso de eletricidade em cada área ou por conjuntos de equipamentos pode ser um bom exemplo.

Além disso, lembre-se: o consumo de outros recursos, como a água, também gera despesas e, em alguns casos, estão atrelados ao uso de eletricidade. Então, a economia não deve ser limitada à energia elétrica.

6. Conte com uma solução de colocation

O termo colocation — também conhecido como housing — se refere a uma estratégia de terceirização de data centers. Na prática, sua empresa pode transferir para um provedor do serviço o uso de servidores, que ficam armazenados nas dependências desse parceiro comercial.

Um dos principais benefícios é justamente a redução do consumo energético da empresa. Contudo, o colocation também reduz a demanda por manutenção interna, do uso de hardwares antigos e da própria infraestrutura de refrigeração.

O ambiente virtual destinado à sua empresa é totalmente separado de outros sistemas do fornecedor. Assim, sua TI conta com um espaço dedicado para usar o armazenamento com a máxima eficiência e o nível de segurança dos dados que você precisa.

Uma dica importante é contar com um parceiro comercial que ofereça um serviço com alto nível de desempenho e segurança. A Ascenty é um bom exemplo disso. Líder do mercado de colocation na América Latina, a empresa brasileira entende como ninguém as demandas específicas do território nacional.

Com uma infraestrutura robusta e equipes altamente qualificadas à disposição, a Ascenty promove melhorias significativas para seus clientes, como a redução de custos e um maior controle sobre o ambiente. O serviço inclui, por exemplo, gerenciamento completo das máquinas, além de um alto nível de segurança.

Como você pôde ver, existem formas simples de reduzir o consumo de energia com TI — e esse é um objetivo do qual nenhum de nós pode abrir mão. Então, coloque essas dicas em prática e conquiste resultados cada vez melhores para sua empresa!


Se quer entender como o colocation pode funcionar com eficiência no ambiente específico da sua TI, entre em contato com a Ascenty agora mesmo e tire suas dúvidas!

Conheça as soluções Ascenty que tornam a TI sustentável

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A Ascenty é uma empresa que preza pela TI sustentável, atualizando-se e investindo em iniciativas, ações e programas que estimulem o cuidado com o meio ambiente. Entre as principais preocupações da Ascenty, destaca-se a eficiência energética em data center.

Somos uma empresa ciente do quão necessária é a tecnologia do data center para o mercado corporativo — seja hoje, como também no futuro. No entanto, a demanda gera a necessidade de uma infraestrutura mais adequada às diretrizes da TI sustentável.

Afinal, sem isso, os data centers podem se tornar um dos focos de consumo exacerbado de energia. Para combater esse problema, a Ascenty já investe nas estruturas que melhor desempenham em relação à climatização, desempenho, organização e gestão.

Além disso, já se destaca como uma empresa alinhada com padrões mundiais de avaliação, com várias certificações. Que tal conferir mais sobre as soluções da Ascenty, bem como as iniciativas da empresa, que mais contribuem com a TI sustentável?

TI sustentável: como a Ascenty se preocupa com o meio ambiente?

A Ascenty é uma empresa engajada com ações sustentáveis, cujo trabalho é pautado pelos princípios ESG – Environmental, Social and Governance ou ASG – Ambiental, Social e Governança.

Na prática, o ESG é um conjunto de padrões adotados por investidores e fundos para avaliar a viabilidade de investimento em uma empresa. De acordo com os princípios do ESG, uma empresa deve ser sustentável, socialmente consciente e contar com uma gestão correta e assertiva.

Através do ESG, os investidores e fundos podem analisar uma empresa para além das métricas financeiras, entendendo sua capacidade (bem como a sua vontade) de impactar positivamente a sociedade, sua comunidade, bem como contribuir com o meio ambiente.

Para se alinhar aos critérios do ESG, a Ascenty criou e implementou o programa “Ascenty cuidando do meio ambiente”. Que tal conhecer as iniciativas?

  • Contratação de empresas especializadas para realizar o descarte correto dos resíduos;
  • Instalação de coletores específicos para papel, metal, vidro, plástico, pilhas e baterias;
  • Treinamento para todos os colaboradores para conscientizar sobre a correta reciclagem de resíduos;
  • Estímulo de uma cultura de redução do consumo (apagar as luzes ao sair de uma sala, uso correto das torneiras e descargas e manutenção periódica para evitar vazamentos);
  • Todos os colaboradores são incentivados a reduzir o uso de copos plásticos. Para isso, a Ascenty fornece um kit sustentável com caneca e uma garrafa de água squeeze.

A conquista do “selo de empresa carbono neutro”

Outra das principais iniciativas da Ascenty foi a conquista do Selo de Empresa Carbono Neutro, seguindo o Programa Brasileiro GHG Protocol.

Com isso, a Ascenty completou 100% das compensações de crédito de carbono de 27 unidades em operação. Desse modo, a empresa neutralizou suas emissões de gases de efeito estufa. Relacionado ao ano-base de 2020, a Ascenty investiu cerca de R$ 500 mil nesse esforço.

O selo foi o resultado de uma iniciativa da área de ESG da Ascenty, que elaborou um relatório com inventário de emissões GEE da empresa, que levou 4 meses para ser concluído e que contém uma análise quantitativa e qualitativa da situação.

Ao todo, foram 3 escopos:

  • O primeiro: emissões diretas, provenientes de bens próprios da companhia, como automóveis e geradores proprietários.
  • O segundo: emissões indiretas resultantes de insumos da companhia, originadas na íntegra pela geração de energia elétrica consumida pela empresa (que correspondeu a 84,6% das emissões GEE da empresa).
  • O terceiro: emissões indiretas sem controle da empresa, como aquelas resultantes de fontes particulares de funcionários, parceiros e clientes.

Além disso, em 2020, cerca de 90% da energia consumida pela Ascenty foi de origem limpa e negociada no mercado livre de forma incentivada, com rastreabilidade de comprovação das fontes renováveis.

E os 10% restantes? Nesse caso, a Ascenty firmou compensações de carbono diretamente em ações de incentivo e valorização da produção de energia limpa. Entre eles, projetos de construção de usinas hidrelétricas, eólica, solar e de biomassa.

Quais as soluções da Ascenty que auxiliam na TI sustentável?

Na prática, a Ascenty atua de forma ativa no incentivo à TI sustentável. Entre suas principais ações, está o compliance e conquista do certificado ISO 50001, sobre a implementação dos sistemas de gestão de energia.

Com isso, a Ascenty trabalha com foco na utilização eficiente da energia elétrica em seus mais de 20 data centers. Assim, há um esforço constante no treinamento e qualificação dos responsáveis técnicos, de modo que assegurem seus processos, prezando pela eficiência e melhor desempenho ecológico.

Outro certificado da Ascenty relacionado à TI sustentável foi o ISO 14001, que estabelece os requisitos para a correta implantação e operação de um sistema de gestão ambiental sustentável.

Desse modo, a Ascenty garante que sua operação esteja sempre em conformidade com as mais rígidas leis e normas internacionais relacionadas ao meio ambiente.

Tudo isso, claro, em meio a uma seleção exclusiva de serviços e produtos relacionados à cloud computing, uma das tecnologias mais sustentáveis da era da transformação digital.

Por isso, a Ascenty continua investindo em ações como:

  • Maior eficiência nos seus ambientes, maximizando a capacidade de fornecimento e reduzindo o consumo energético não crítico;
  • Redução da energia ociosa, de modo que o cliente possa escolher configuração perfeitamente adequadas para o seu ambiente e infraestrutura;
  • Redundância mais precisa, de modo a reduzir os consumos energéticos de maneira considerável;
  • Gestão e monitoramento contínuo dos ambientes para aprimorar a eficiência energética.

A Ascenty é parceira das iniciativas de TI sustentável, sendo uma das empresas que mais se preocupa com a propagação dos critérios da TI Verde.

Gostou de aprender mais sobre o assunto e sobre as ações da Ascenty para se adequar à TI sustentável? Então siga lendo o nosso blog para aprender mais!

E você, ficou interessado em fechar uma parceria de sucesso para o seu negócio, contando com os melhores serviços de cloud computing e soluções de data center? Converse com a Ascenty!

TI verde: conheça esse conceito de sustentabilidade tecnológica

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A Green IT ou TI Verde é um conceito novo, que prega pelo uso sustentável dos recursos no setor de Tecnologia e Informação — seja nos setores das empresas, como nas empresas que desenvolvem, produzem e comercializam tecnologias, dispositivos e sistemas tecnológicos.

Ou seja, a TI Verde trata-se de um esforço consciente de empresas para utilizar a tecnologia de maneira ambientalmente correta no local de trabalho.

Assim, ele incentiva as empresas a reduzir o consumo de energia, limitar o desperdício de papel e usar mais serviços e aplicativos baseados em nuvem.

Que tal explorar mais a fundo o conceito de TI Verde, como funciona e sua importância no mercado corporativo de hoje? Então siga nosso conteúdo!

O que é TI Verde?

TI Verde refere-se ao conjunto de ações e táticas de um uso consciente e ambientalmente responsável de computadores e recursos de TI no ambiente de trabalho.

Em outras palavras, a TI Verde é o estudo, engenharia, fabricação, uso e descarte de dispositivos de tecnologias e dispositivos de computação de forma a reduzir seu impacto ambiental.

Hoje, não é segredo que tudo que envolve a computação consome muitos recursos naturais: das matérias-primas necessárias para fabricá-los até a energia usada para operá-los — sem esquecer os problemas para descartá-los.

Para você ter noção, de acordo com dados de uma pesquisa da Perillon, 25% das empresas americanas admitiram estar trabalhando em mudanças em suas operações com foco em sustentabilidade, com foco em novas tecnologias eco-friendly.

Quais vantagens de adotar a TI verde na sua empresa?

Um dos grandes diferenciais da TI Verde é que ela não apenas traz benefícios para o meio ambiente, mas impacta positivamente nos negócios e na experiência de seus clientes. Ou seja, um ciclo completo de vantagens.

Mas… Quais seriam elas? Sabemos que pode ser difícil descrevê-las ao olhar para o conceito de TI Verde de longe.

Então, aproximamos a perspectiva e escolhemos alguns dos principais benefícios desse conceito para você conferir, veja só:

Ajuda o meio ambiente

A TI Verde ajuda as empresas a contribuir com a questão ambiente de múltiplas formas, sendo:

  • Redução do uso de água: Torneiras aeradas, vasos sanitários eficientes e sistemas de cronometragem externos podem reduzir significativamente o uso de água. Uma solução já comum são as torneiras com sensor de movimento que desligam automaticamente.
  • Redução do uso de papel: Uma empresa paperless é amiga do meio ambiente, pois elimina uma grande parte dos resíduos mais comuns do local de trabalho. É algo que reduz custos com armazenamento e descarte.
  • Redução do uso de energia elétrica: Pequenas mudanças, como o uso de iluminação LED, podem economizar muito dinheiro todo mês.

Melhora a imagem da empresa em relação ao mercado

Hoje, cada vez mais consumidores são ambientalmente conscientes e preocupados.

Na verdade, de acordo com dados da INC., 73% dos millennials estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis, bem como fazer negócios com empresas que são ecologicamente corretas.

Ao anunciar (e mostrar) sua empresa para o público em geral como verde, você pode ver um aumento significativo nas vendas e leads.

É claro, você precisará de um bom marketing, mas as ações internas de TI Verde conversam com uma boa parcela de clientes, atraindo sua atenção.

Melhora o desempenho dos colaboradores

Afinal, como pode a TI Verde impactar na produtividade? Veja só:

É muito mais fácil encontrar documentos na nuvem do que vasculhar um arquivo físico!

Com a TI Verde, você é obrigado a investir em soluções digitais para solucionar problemas e ajudar nas tarefas corporativas do dia a dia.

Falamos tanto de soluções na nuvem, como já citamos, como também o uso de dispositivos móveis.

Na verdade, algumas organizações podem ter melhorias de até 25% na produtividade, apenas por mudar para uma plataforma digital de operação.

Assim, sua empresa pode até mesmo conquistar receitas adicionais e desenvolver novos modelos de negócio.

Outro ponto é que a TI Verde pode também ser responsável por melhorar a qualidade do ambiente de trabalho.

Isso se dá com uso de soluções tecnológicas que controlam a qualidade do ar, a temperatura e mesmo a umidade do ambiente.

Diminui os custos da empresa

Com a TI Verde, você pode eliminar (ou reduzir) vários centros de custo da sua operação. Um exemplo é com os materiais de escritório!

Os gastos com canetas, clips, marcadores e muito mais podem ser reduzidos com uso de sistemas, softwares e soluções baseadas na nuvem.

Veja bem: quanto sua empresa gasta com tinta de impressora, manutenção e substituições? Apostamos que esse valor é bem alto!

Com a migração para uma operação digital, apoiada na TI Verde, é possível reduzir todos esses gastos.

Como começar a implementar a TI verde no seu negócio?

Agora, tornar sua operação mais verde é um desafio. Há várias etapas relacionadas a essa transformação. No entanto, você sabe como começar a implementar a TI Verde? A seguir, te mostramos os principais passos, confira!

Invista em soluções na nuvem

Seu principal amigo na jornada pela TI Verde é o cloud computing.

Com a nuvem, você digitaliza sua operação — parcial ou completamente — e pode aproveitar de soluções terceirizadas (SaaS, PaaS e IaaS) para maximizar sua produtividade e, claro, reduzir custos.

Além disso, dependendo do provedor que você escolher, pode aproveitar de recursos diferenciados e todo um ecossistema de conectividade capaz de melhorar sua operação.

Opte por soluções paperless

Um grande primeiro passo para tornar sua TI Verde é investir em soluções paperless. Lembra do SaaS, PaaS e IaaS que mencionamos? São boas alternativas para você reduzir o uso de papéis (bem como reduzir a necessidade de armazená-los).

Oriente a sua equipe

Treinamento, qualificação e orientação são necessários para que sua equipe não apenas entenda o que é, mas porque é importante aplicar os preceitos da TI Verde.

Opte por parceiros preocupados com essa questão

E claro, lembre-se que a TI Verde é o resultado de todo um ecossistema de empresas investidas nessa ideia.

Por isso, procure fazer negócios com fornecedores preocupados com o meio ambiente, adeptos da TI Verde.

Uma forma de garantir isso é fazendo negócio com parceiros comerciais com certificados reconhecidos, que sigam padrões mundiais de avaliação.

A Ascenty, por exemplo, possui vários certificados. Relacionados à sustentabilidade de forma direta, são dois:

  • ISO 14001 (Meio Ambiente): A certificação ISO 14001 garante que a Ascenty opere em conformidade com as leis vigentes e com total respeito ao meio ambiente, contribuindo dessa forma para uma qualidade socioambiental correta e adequada ao planeta.
  • ISO 50001 (Gestão Energética): A energia é o principal insumo para o bom funcionamento de um Data Center. Com base nisso, a Ascenty, que possui mais de 20 Data Centers de alta capacidade energética, trabalha com foco na utilização eficiente da energia elétrica em seus sistemas. A empresa direciona esforços para treinar e qualificar os times técnicos para garantir a melhoria contínua dos seus processos, seguindo sempre a legislação vigente.

E então, gostou de aprender mais sobre a TI Verde? Esse é um conceito importante que nós da Ascenty acreditamos e investimos cada vez mais!

E agora, que tal seguir aprendendo sobre gestão de TI e soluções que melhorem sua infraestrutura de dados? É só continuar de olho em nosso blog!

Qual o papel do Data Center na Indústria 5.0?

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Se os dados já eram importantes em movimentos como a Transformação Digital e a Indústria 4.0, eles se tornam protagonistas quando o assunto é a Indústria 5.0.

Na quinta revolução industrial, os data centers serão base para a consolidação de uma economia produtiva sustentável, 100% personalizada e movida por IA e Big Data. Mas afinal, você sabe o que é a Indústria 5.0 e como os data centers serão providenciais para sua efetividade?

Com tecnologias desempenhando 100% do papel operacional e com a inteligência humana servindo de guia estratégico, os data centers serão pilares para a nova Era da produção industrial.

Nesse artigo, vamos mergulhar no assunto, introduzindo o conceito de Indústria 5.0 e sua relação com Data Centers. Vamos lá?

Indústria 5.0: o que é?

A Indústria 5.0 é a quinta revolução industrial, que prega o trabalho conjunto de humanos com robôs e dispositivos smart. Ou seja, trata-se de usar os robôs como ferramentas para tornar o trabalho dos humanos melhor, mais rápido e eficiente.

Tudo isso com uso de tecnologias como IoT, Inteligência Artificial, Big Data, Dark Analytics, Edge Computing, sustentado por Data Centers de última geração.

Hoje, no ambiente industrial, os robôs já realizam trabalhos perigosos, monótonos ou fisicamente exigentes, como soldagem, pinturas e carregamento e descarregamento de materiais pesados em depósitos.

À medida que as máquinas e dispositivos smart se tornam mais inteligentes e conectados, a Indústria 5.0 busca combinar essas capacidades de computação cognitiva com inteligência humana em operações colaborativas.

A Indústria 5.0 é um movimento novo, ainda em desenvolvimento — já é uma realidade em países mais avançados, e uma novidade em outros, nos quais a Indústria 4.0 ainda é o objetivo.

Conheça os principais benefícios que a Indústria 5.0 é capaz de trazer

Bom, e o que a Indústria 5.0 pode trazer de vantagens para o seu negócio? Essa é uma pergunta importante para quem trabalha no setor industrial.

A resposta, é claro, pode ser dividida de várias maneiras.

Primeiro, podemos estabelecer que a Indústria 5.0 não chegou para substituir tudo o que foi (e ainda será) conquistado na Indústria 4.0, mas sim para ser uma evolução do conceito.

Na prática, isso traz vários benefícios, confira:

Diminuição de custos

Com utilização mais assertiva dos dados coletados por dispositivos inteligentes e ultraconectados, você pode otimizar os processos produtivos ao máximo.

Ou seja, vai potencializar o uso de automação de processos, aproveitando de toda inteligência cognitiva dos funcionários para direcionar a cadeia de produção.

Mais participação humana

Veja bem: a Indústria 5.0 não visa substituir os humanos por robôs, mas integrá-los de maneira mais eficiente.

Ou seja, na nova realidade, os humanos têm uma função ainda mais importante na realização estratégica da cadeia produtiva (como na interpretação de dados para personalização de produtos), enquanto as máquinas e robôs lidam com o operacional e o trabalho pesado.

Automatização

Além disso, a Indústria 5.0 visa providenciar o “próximo passo” para automatização de processos.

Ou seja, com uso de Inteligência Artificial e Machine Learning, os computadores poderão processar experiências de maneira mais eficaz e aprofundada. Assim, aplicarão melhorias imediatas na cadeia produtiva, poupando custos e otimizando o tempo de adequação da empresa.

Mais sustentabilidade

Com a Indústria 5.0, é possível conceber novas políticas sustentáveis, com foco na geração mínima de resíduos, bem como na criação de uma economia circular.

Isso permite que as empresas da indústria alinhem sua cadeia produtiva às novas tendências e exigências do consumidor.

Data Center: essencial para o sucesso da Indústria 5.0

Mas afinal, como a Indústria 5.0 utilizará os data centers? Bom, de uma coisa você já sabe: o movimento será baseado — mais do que hoje — em dados.

E para armazenar, organizar e processar dados, é necessário contar com data centers capazes de lidar com a demanda. Cada vez mais, um dos principais centros de custos das indústrias será a sua infraestrutura de dados. E essa não é uma má notícia, mas sim uma previsão do que virá no futuro.

Os dados serão o “novo petróleo” para as indústrias, que deverão se adequar a uma realidade na qual a manufatura será escalável e personalizada. Afinal, a customização é um dos pilares da manufatura do futuro. Em vez de fazer produtos em massa, as indústrias terão a capacidade de desenvolver produtos sob medida para uma grande quantidade de clientes.

E não pense que isso é impossível, visto que existem empresas hoje em dia que já fazem isso.

Um exemplo? A Tesla Motors, que fabrica seus veículos elétricos conforme a demanda e de acordo com as especificações do cliente — que pode personalizar praticamente tudo que quiser.

Mas como os data centers serão utilizados? Bom, como eles são utilizados hoje, mas de maneira mais ampla durante a cadeia produtiva e estratégica.

Por exemplo, na agricultura, empresas já utilizam técnicas de ciência de dados, data lakes e machine learning. Assim, é possível melhorar a performance de fazendas de baixo desempenho.

Tudo isso de acordo com uma pesquisa capitaneada pelo MIT.

Na prática, significa que os data centers serão os pilares para a Indústria 5.0, servindo de base para a organização e processamento aprofundado dos dados de produção e do mercado.

Além de melhorias operacionais, sua empresa verá resultados positivos no mapeamento de insights valiosos para atingir mais clientes.

Gostou de aprender o que é a Indústria 5.0 e como os data centers vão cumprir um papel de destaque nesse movimento? 

Então comece sua transformação agora: a Ascenty possui a maior infraestrutura de Data Centers da América Latica, com 21 unidades em operação ou construção.

Que tal conferir como podemos ajudar seu negócio a entrar de vez na Indústria 5.0? Marque uma reunião com nossos especialistas!

Eficiência Energética em Data Center: o que você precisa saber!

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Quem trabalha na área de TI sabe que a eficiência energética é um assunto que tem se tornado cada vez mais importante. Em um mundo que tem debatido tão intensamente as mudanças climáticas, investir nesse aspecto pode ser decisivo para o futuro do negócio.

Por serem ambientes críticos que não podem parar de funcionar, é fundamental promover a eficiência energética dos data centers. Afinal, esse investimento vai trazer a diminuição de custos operacionais e de impactos ambientais.

Portanto, os profissionais da área devem estar por dentro do que pode ser feito para a otimização do funcionamento dos data centers. Confira!

Eficiência energética em data center: uma tendência para os próximos anos?

A tendência para os próximos anos é o aumento acelerado da produção e do tráfego digital de dados. O ponto é que o desenvolvimento de novas tecnologias faz com que a demanda energética também cresça, acompanhando esse movimento. 

Segundo uma pesquisa da consultoria IDC, o volume de dados digitais aumentará de aproximadamente 40 zetabytes, em 2019, para 175 zpbs por volta de 2025. A tecnologia 5G e produtos que utilizam inteligência artificial, por exemplo, causarão um impacto enorme no tráfego de dados mundial. 

Dessa forma, fica evidente que as empresas precisam dar atenção a essa nova demanda. Fatores como investimento em infraestrutura mecânica e elétrica, em design e equipamentos, além da otimização da gestão e de processos, auxiliam na obtenção de ganhos em eficiência energética.

As projeções sobre o futuro dos data centers indicam que as suas construções devem ser feitas, por exemplo, em lugares como o alto mar. Nesse sentido, a captação de ventos marítimos será um investimento importante.  Outra tendência é o uso de sistema de boias que possam transformar em energia o movimento das ondas.

Por que a sua empresa deve se preocupar com um data center eficiente energeticamente?

Os data centers precisam ser eficientes energeticamente para não se tornarem focos de problemas em termos de consumo de energia. Afinal, isso também implica em grandes despesas para a empresa — sem falar do desgaste ambiental.

Em geral, por volta de 50% do consumo elétrico médio de um data center diz respeito à climatização. Outra porcentagem alta desse consumo está relacionada às cargas críticas de TI que atingem a marca de 36%.

Nesse sentido, outro dado do estudo evidencia a necessidade de se investir em eficiência energética nos data centers, já que quase metade do consumo de energia elétrica relacionado aos serviços críticos de um Data Center é utilizado para refrigeração.

São dados que mostram com clareza como o assunto tem potencial para reduzir custos e otimizar o funcionamento dos data centers de qualquer empresa. Vejamos, então, algumas práticas para alcançar esses objetivos.

Como obter a tão desejada eficiência energética em data center?

Para implementar melhorias nesse sentido, existem alguns pontos que merecem atenção e que podem ser trabalhados. Veja alguns exemplos. 

Sistemas de refrigeração

Uma boa gestão do fluxo de ar evita o overcooling e o desperdício de energia. Além disso, priorize o uso de equipamentos mais novos, com tecnologias mais modernas, para melhorar o consumo energético.

Indicadores de desempenho

O Power Usage Effectiveness (PUE) é um índice que mede a eficiência energética e leva em consideração o gasto energético de todo o Data Center e o consumo de energia dos aparelhos de TI. Recomenda-se que o seu resultado seja próximo a 1,0.

Organização

A boa disposição dos racks permite a criação de corredores de ar quente e de ar frio, dinâmica essa que colabora com a refrigeração. Os data centers modulares também são uma opção mais econômica, pois utilizam sistemas de refrigeração mais compactos, como o close-coupled.

Softwares de gerenciamento

Invista em softwares para gerenciamento de infraestrutura de data centers (DCIM), que atuam coletando e interpretando informações. Eles permitem que os profissionais de TI avaliem dados relevantes em tempo real para otimizar o uso dos recursos tecnológicos. 

Que ações estratégicas podem ajudar?

Em resumo, cada vez mais o futuro do setor de TI envolve investimentos em tecnologias verdes. Nesse sentido, a utilização de energias limpas tem se mostrado fundamental para esse ramo. 

Em resumo, cada vez mais o futuro do setor de TI envolve investimentos em tecnologias verdes. Nesse sentido, a utilização de energias limpas tem se mostrado fundamental para esse ramo. 

A tendência é que a construção de data centers ocorra em lugares com baixas temperaturas e menor custo de eletricidade. Tendo isso em vista, listamos também três estratégias a serem adotadas futuramente para melhorar o funcionamento dos data centers:

  • Investimento na eficiência de servidores: trabalhe sempre com equipamentos que tenham maior capacidade de processamento e menor consumo energético;
  • Eliminar a “energia ociosa”: escolha servidores comuma configuração adequada ao seu ambiente, evitando ociosidade dos recursos computacionais;
  • Redundância precisa: tenha uma estratégia de redundância bem elaborada, pois isso ajuda a reduzir o consumo energético do data center em até 90%;
  • Gestão e monitoramento: a gestão e o monitoramento são muito importantes para a melhoria contínua da eficiência energética dos data centers.

Quer mais facilidade para começar esse trabalho? Nada melhor do que uma norma que trata justamente dessa questão.

Quais os diferenciais do certificado ISO 50001 para a eficiência energética de data centers?

A norma ISO 50001 diz respeito à implementação de sistemas de gestão de energia. Ela estabelece diretrizes e práticas que ajudam a reduzir o consumo total, os custos, a emissão de gases do efeito estufa e outros impactos ambientais. 

Além disso, essa norma apresenta diretrizes sobre segurança, desempenho e eficiência energética. Seus parâmetros internacionais estão relacionados ao fornecimento, uso e consumo de energia na indústria, no comércio e em e outras instituições.

A dica é contar com um parceiro que forneça uma infraestrutura tecnológica poderosa, confiável e que atenda a essas normas. A Ascenty, por exemplo, é certificada com a ISO 50001 e tem como foco a utilização eficiente de energia elétrica em seus sistemas. 

A empresa possui mais de 20 data centers robustos e que funcionam com alta capacidade energética. Os times técnicos, por sua vez, trabalham continuamente no monitoramento dessa infraestrutura, garantindo a disponibilidade, acessibilidade, integridade e confiabilidade da rede. 

Quer um alto nível de desempenho e eficiência energética no uso dos seus data centers? Então, entre em contato com um especialista da Ascenty e veja como isso pode se tornar realidade na sua TI!

Entenda como a Ascenty pode ajudá-lo a otimizar o Budget de TI da sua empresa

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O investimento em Tecnologia da Informação tem se tornado cada vez mais estratégico para as empresas. No entanto, não basta reconhecer a importância dos recursos tecnológicos para atingir um desempenho notável. Também é essencial estruturar corretamente o budget de TI.

Por falta de conhecimento e planejamento, muitas companhias enfrentam dificuldades para definir um orçamento que contribua para a implantação das soluções tecnológicas mais adequadas para a necessidade do negócio.

Ciente disso, neste artigo vamos apontar diversos fatores que colaboram para a gestão das finanças estar em sintonia com as necessidades de investir em TI com eficiência. Confira!

Qual a importância de otimizar o Budget de TI da sua empresa?

É muito importante avaliar as necessidades de aperfeiçoar a infraestrutura tecnológica corporativa. Contudo, deve haver também um olhar atento para montar um orçamento que contemple as demandas de maneira plena.

Ao reconhecer a relevância do budget de TI para melhorar a qualidade dos serviços e o relacionamento com o público-alvo, uma corporação se mostra mais disposta para estabelecer o orçamento que será suficiente para acompanhar o avanço tecnológico.

Não é uma tarefa fácil mensurar com precisão os investimentos ideais para uma empresa usar a Tecnologia da Informação de maneira inteligente. Apesar disso, deve haver um esforço para haver um planejamento que priorize a competitividade em tempos de transformação digital.

Evite os principais erros que atrapalham a otimização do Budget de TI

É muito simples afirmar que o orçamento de Tecnologia da Informação deve seguir a estratégia da instituição. Mas para isso se tornar realidade, é crucial prestar atenção a uma série de fatores que dificultam estruturar os investimentos.

Com o objetivo de minimizar as adversidades na elaboração do budget de TI, vamos destacar pontos que precisam ser devidamente trabalhados para os recursos financeiros serem aplicados corretamente. Acompanhe!

Tenha a Gestão de TI integrada com o restante da empresa

Um dos maiores equívocos cometidos é investir em Tecnologia da Informação sem ter uma visão de como esse setor pode contribuir para os demais segmentos da empresa. Se o gestor de TI não tiver uma interação saudável com as demais áreas, o risco de aplicar recursos de forma equivocada é considerável.

Para minimizar os riscos de essa situação acontecer, a melhor alternativa é estruturar os investimentos em soluções tecnológicas a partir de necessidades bem específicas da organização.

Tenha uma infraestrutura de acordo com as necessidades

Uma maneira de evitar problemas com o budget de TI é avaliar se a infraestrutura tecnológica está contemplando a demanda de forma plena. Dessa forma, evita-se o desperdício de recursos financeiros e, ao mesmo tempo, há um cuidado especial para a corporação sempre ter equipamentos de ponta. A ausência de um olhar atento para as necessidades mais urgentes é uma falha grave e que deve ser evitada ao máximo.

Capacite seus colaboradores

À medida que uma empresa tem funcionários qualificados e atentos às principais tendências do segmento de Tecnologia da Informação, maiores são as probabilidades de optar por ferramentas que vão agregar valor ao negócio. E isso é crucial para os investimentos proporcionarem um bom retorno em curto prazo.

Um programa de capacitação continuada deve ser uma das prioridades das organizações na conjuntura atual. Afinal, contribui para os colaboradores identificarem como as soluções tecnológicas podem melhorar o desempenho de forma significativa. Por isso, deixar de apostar na qualificação da equipe prejudica o crescimento sustentável.

Tenha um plano de expansão da área de TI

A falta de planejamento é, sem dúvida, um dos erros mais graves no mundo corporativo. Se uma área de TI não se preocupa com a capacidade de suprir a demanda em curto, médio e longo prazos, não vai agregar valor ao negócio. E o pior: vai contribuir para a empresa não acompanhar a concorrência.

Para um budget de TI ser corretamente estipulado, é preciso avaliar quais são as soluções tecnológicas ideais para uma companhia ser mais eficiente e estar mais apta a oferecer respostas adequadas às necessidades do público-alvo.

Tenha um parceiro de outsourcing de ti

Nem sempre é possível a equipe interna de Tecnologia da Informação ter uma visão ampla de como está o mercado de TI. Esse aspecto justifica apostar no outsourcing de TI, porque um apoio totalmente especializado ajuda a identificar com mais facilidade as melhores soluções para uma empresa se manter mais produtiva e competitiva.

Otimização de Budget de TI: o que levar em conta

Para a elaboração de um orçamento que contemple as demandas institucionais, é válido adotar algumas medidas. Para você visualizá-las melhor, vamos apontar iniciativas vitais para a construção de um excelente budget de TI. Veja!

Tenha parceiros capacitados para soluções de Outsourcing de TI

A terceirização dos serviços de Tecnologia da Informação tem se mostrado uma alternativa cada vez mais interessante para muitas empresas. Uma das razões abrange a dificuldade de investir por conta própria em recursos tecnológicos de ponta.

Com o outsourcing, torna-se mais simples ter à disposição soluções mais avançadas e capazes de agregar valor ao negócio em curto prazo. Além disso, a empresa economiza com a aquisição de equipamentos e softwares, o que é crucial para usar os recursos financeiros de maneira mais estratégica.

Considere migrar seu Data Center para o colocation

Os custos de manter um Data Center próprio são cada vez maiores, porque é necessário não apenas administrar as despesas com equipamentos e dispositivos de segurança, mas também ter um olhar atento para os gastos com energia elétrica.

Para economizar e ganhar eficiência, uma alternativa interessante é apostar nos serviços de colocation. Dessa maneira, é viável contar com uma infraestrutura tecnológica de alto nível, sem comprometer as finanças.

Não se esqueça de contar com uma solução de Disaster Recovery

Por mais que haja um foco em segurança da informação e na proteção dos ativos de TI, é fundamental contar com recursos que ajudem a recuperar os dados com agilidade em situações atípicas (ataques cibernéticos, tragédias naturais etc.)

Esse aspecto tem colaborado para mais companhias reconhecerem a necessidade de apostarem em soluções eficientes de Disaster Recovery, que ajudam uma companhia a voltar à normalidade, após enfrentar problemas que afetem a disponibilidade dos serviços.

Otimize o Budget de TI da sua organização com a ajuda da Ascenty

Para ter mais condições de aperfeiçoar o budget de TI, uma excelente opção é contar com um apoio especializado. Com o suporte da Ascenty, torna-se muito mais simples adotar as melhores soluções para hospedar seu ambiente de TI, posicionar seu ambiente estrategicamente com uma solução de Disaster Recovey e estabelecer um alto nível de interconexão, permitindo que sua empresa consiga recuperar informações em curto prazo e manter a infraestrutura tecnológica em um excelente patamar.

Se está em busca das melhores soluções de TI para o seu negócio, agende uma reunião conosco agora mesmo! Estamos à disposição para te ajudar a usar a tecnologia com inteligência e foco em resultados!

Entenda o papel do Data Center na Transformação Digital

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A transformação digital está mudando a forma como as organizações buscam oportunidades de crescimento e melhora a eficiência operacional. E a infraestrutura de TI tem importância fundamental nessa mudança. Você sabe qual o papel do data center na transformação digital?

É exatamente isso que buscamos te explicar nesse conteúdo. Afinal, a transformação digital é uma revolução que, já há alguns anos, é considerada uma das grandes prioridades das organizações.

Cada vez mais, as empresas apostam em iniciativas digitais capazes de impulsionar a inovação, aumentando a eficiência e melhorando o envolvimento do cliente.

Tudo isso começa, claro, na capacidade tecnológica da empresa. É aí que entra o data center na transformação digital. Que tal conferir mais? Preparamos um conteúdo completo sobre o assunto para você. Vamos lá?

A importância do Data Center na transformação Digital

Não é de hoje que o setor de TI é a porta de entrada para a tecnologia no mundo dos negócios. Os líderes sempre procuravam seus CIOs com um objetivo ou problema, com a esperança de que a TI implementaria uma solução tecnológica para resolvê-lo.

Porém, com o tempo, a necessidade de maior volume e velocidade ultrapassou os recursos de TI. E claro, os modelos tradicionais e legados de TI (e especialmente, infraestrutura) simplesmente não são incapazes de reagir às mudanças do mercado com rapidez suficiente.

É aí que surge o data center na transformação digital. Afinal, uma infraestrutura datada, ou mesmo um data center “velho”, não possui a capacidade de escalabilidade que o mundo dos negócios de hoje exige.

É preciso suportar demandas que mudam rapidamente, o que impacta não apenas em performance no escritório, mas também em questões técnicas fora dele. É o caso dos custos de manutenção do data center.

Com um data center moderno e robusto à disposição, as organizações podem transformar sua operação, entregando verdadeiros benefícios ao seu negócio — e aos novos modelos criados.

Novas infraestruturas devem ser projetadas para permitir que o negócio faça o que precisa, quando precisa, em qualquer lugar do mundo. Aqui, falamos de operações mais rápidas, interconectadas, estáveis e com custos operacionais menores.

Afinal, hoje, existem diferentes alternativas (inclusive de data centers terceirizados) para empresas que necessitam de um data center, sabia?

É o que soluções inovadoras relacionadas proporcionam, como a interconexão de data centers. Você sabe o que é? A Ascenty oferece, trata-se do Cloud Connect!

Trata-se de uma conexão direta da infraestrutura da sua empresa com as nuvens de vários dos principais provedores, data centers e operadoras de telecomunicações do mercado. Ou seja, uma vantagem e tanto para empresas que buscam experimentar todos os benefícios de um ecossistema de conectividade, certo?

Como o Data Center é capaz de apoiar a Transformação Digital na sua empresa

O data center na transformação digital tem um papel essencial como base de um movimento tecnológico que capacitou o mercado corporativo. A modernização da tecnologia trouxe incontáveis benefícios às empresas.

Com o data center moderno, as empresas podem integrar dispositivos móveis, atender às expectativas do consumidor a serviços personalizados (mesmo em segmentos tão voláteis, como o setor financeiro) e oferecer suporte a processos de desenvolvimento ágil para serem mais competitivos e centrados no cliente.

Hoje, o cloud computing forma a base da transformação digital nas empresas — e é uma característica indispensável dos data centers atuais.

Entre os benefícios do data center na transformação digital, podemos citar:

Reduz custos

Quando uma empresa aposta em um data center na transformação digital, está no caminho da economia. Isso porque, apesar de ser comum hoje em dia, a migração para a nuvem pode ser muito custosa a partir de certo ponto. É algo que, rapidamente, pode desestabilizar a operação da empresa.

Contar com um servidor dedicado pode ser não apenas uma vantagem no quesito desempenho, mas em custos. Afinal, o uso de data centers locais é diferente: você aposta em uma tecnologia pronta para receber sua infraestrutura de TI, atualizada por profissionais e uma equipe capacitada. Assim, não necessita arcar com custos de atualização.

Se optar por um data center carrier neutral, inclusive, tem a chance de encontrar provedores e operadoras diretamente no seu data center, tendo acesso a serviços únicos para seu negócio!

Permite automatização de processos

Já ouviu falar na virtualização dos seus processos? É tudo parte da automatização que o data center na transformação digital possibilita.

Mas como assim?

Com uma infraestrutura de dados robusta, você pode adicionar ferramentas que contribuem com a produtividade dos funcionários ao seu backoffice. Um data center robusto, flexível e moderno possibilita isso, automatizando o armazenamento de dados, sem que seu time precise lidar com a carga operacional.

Desse modo, apenas precisa controlar os recursos de análises de ferramentas como ERPs, CRMs, entre outros.

Em geral, data centers modernos podem fornecer acesso mais rápido aos recursos, evitar interrupções, permitir aplicação de metodologias inovadoras (como DevOps, no caso de desenvolvedoras de software), bem como apoiar a inovação.

Mais controle sobre dados

Não é novidade que quando falamos do papel do data center na transformação digital, também falamos da segurança de dados.

Hoje, qual o nível de controle que você tem sobre as informações que entram e saem do seu negócio? Existe uma política de compliance com a LGPD, por exemplo?  São respostas essenciais para a continuidade da sua operação — e que um data center ajuda a responder.

Contar com o serviço de uma provedora de colocation experiente garante, por exemplo, total cobertura contra desastres, com diretrizes atualizadas de disaster recovery.

Além disso, com o controle da sua própria infraestrutura, você e os responsáveis pela TI do negócio podem facilmente definir níveis de acesso e uma hierarquização que proteja os dados mais sensíveis. Desse modo, é possível evoluir sua operação enquanto fortalece a blindagem às informações de negócio.

É essencial para a colaboração dos profissionais

Como engajar seus colaboradores para além da cultura organizacional do negócio? Com uma plataforma promissora para que seu trabalho flua e gere frutos à empresa.

É isso que o data center na transformação digital proporciona.

Com a virtualização, você pode levar todo seu backoffice para a nuvem e permitir que os funcionários trabalhem remotamente, produzindo de onde quer que estejam.

É claro, isso exige uma atenção especial em alguns fatores, como a computação de borda ou edge computing, mas nada que um bom provedor de data center não resolva!

Data Center no Brasil é com a Ascenty!

Sabia que a Ascenty é líder em data centers em toda América Latina? Possuímos uma infraestrutura robusta de bancos de dados, com 27 unidades em operação ou em construção pelo Brasil, México e Chile.

Além disso, a Ascenty consegue alimentar seus clientes com conexão de alta qualidade. Como? Através da nossa própria rede de fibra óptica, com mais de 5 mil km de extensão!

Nossos data centers são carrier neutral. Ou seja: se você é nosso cliente, pode se conectar aos serviços dos principais provedores de nuvem e operadoras de telecomunicações do mundo.

Entre nossas soluções em data centers, oferecemos:

  • Colocation;
  • Work Areas;
  • Smart Hands;
  • Disaster Recovery;
  • Soluções de Implementação.

E aí, que tal conhecer mais sobre nossa infraestrutura e nossos serviços? Então conte com os serviços da empresa líder do Quadrante de Serviços de Colocation no Brasil do ISG Provider Lens 2020™!

Agende uma reunião conosco agora mesmo!

Por que a sua empresa precisa de uma solução de interconexão de Data Center com a nuvem?

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A conectividade corporativa evoluiu de acordo com as constantes mudanças dos últimos anos. Hoje, não apenas por conta da Transformação Digital, mas também pela adoção em massa do trabalho remoto, soluções de conectividade são mais do que uma necessidade. É aí que a interconexão de data centers se destaca.

Atualmente, é comum que empresas se conectem aos data centers e às nuvens pela internet. Porém, para oferecer um serviço de excelência, os data centers, provedores de nuvem e outros precisam de mais do que conexões simples. Ou seja, eles precisam da interconexão de data centers.

Essa solução, no entanto, é também utilizada por empresas que buscam mais qualidade, estabilidade e menor latência na conectividade através de toda sua infraestrutura.

Para muitas organizações, como do setor financeiro, por exemplo, a “internet convencional” não é rápida e confiável o suficiente para acompanhar seu tráfego e seu nível de demanda.

É por isso que ter a estratégia de interconexão de data centers certa é fundamental. Que tal entender mais sobre o assunto e esclarecer de vez a dúvida: por que sua empresa precisa da interconexão de data centers? Siga lendo para descobrir.

Mas afinal, o que é e como funciona a solução de interconexão de Data Centers?

A interconexão de data centers é uma conexão privada entre sua infraestrutura dedicada e seu provedor de nuvem. É normalmente uma conexão cruzada e direta, dentro de um data center colocation.

Esse assunto não é novo aqui no blog. Já falamos sobre as interconexões diretas na nuvem e seus benefícios algumas vezes.

Acontece que sua popularidade — houve um aumento de 600% no uso de interconexões pelas empresas em apenas dois anos (2017-2019), de acordo com a Gartner — vem chamando a atenção.

Cada vez mais, as empresas adotam redes de nuvens híbridas em suas infraestruturas tecnológicas. Essa adoção não é problemática. Porém, a nuvem híbrida por si só obriga que as empresas criem uma série de “nós” de conectividade.

Ao dividir os workloads entre nuvens privadas, públicas e híbridas, sejam em infraestruturas internas ou externas, a qualidade do tráfego de informações, dados e, ultimamente, do conteúdo, é menor.

E com a conexão via internet convencional, cada “pedacinho” de dado é fragmentado pela rede, cruzando vários data centers, provedores de nuvem, diferentes nuvens até chegar aos usuários.

A interconexão de data centers elimina esse problema, pois permite que as empresas conectem suas infraestruturas diretamente aos data centers. Essa interconexão possibilita que as empresas otimizem o compartilhamento de dados e recursos de várias fontes, incluindo poder de processamento, armazenamento e arquivos de dados.

O que a sua empresa ganha com uma solução de interconexão de Data Center com a nuvem?

E afinal, quais as vantagens práticas de investir na interconexão de data centers? Bom, em geral, a empresa pode otimizar seu desempenho conectivo. Ou seja, torna as operações digitais — por toda sua infraestrutura — mais eficientes.

No entanto, é possível ser mais direto, explicando com objetividade o que uma empresa ganha ao investir nessa inovação. Vamos lá?

Baixa latência e alta disponibilidade

A interconexão de data centers fornece conexões de baixa latência e alta disponibilidade que permitem às empresas transferir dados de maneira confiável.

Aliás, nuvens híbridas, a interconexão de data centers garante que você distribua workloads por toda sua infraestrutura. Lembra que falamos de “nós” conectivos? Bom, com a interconexão, você não tem nós, mas sim uma malha integrada e resiliente de conexão.

Potencializa a eficiência no trabalho remoto

Hoje, o trabalho remoto já é uma realidade e quanto mais funcionários usam uma rede virtual privada (VPN) para entrar na rede da empresa, mais ela se sobrecarrega.

Em outras palavras, a maior parte do tráfego de rede agora é originado de fora do escritório e precisa viajar para o data center corporativo e depois voltar para a borda (locais remotos de trabalho) novamente.

Isso não apenas aumenta a demanda por acessibilidade de borda — onde agora é necessária mais capacidade — mas também aumenta a carga nas redes privadas.

A interconexão elimina essas dificuldades e permite que você dimensione a largura de banda da rede para acomodar os novos padrões de trabalho.

Além disso, a interconexão de data centers permite que sua empresa utilize o Cloud Connect para se conectar diretamente às principais plataformas de nuvem e seus serviços, como Amazon Web Services e Microsoft Azure.

Reduz custos

Desempenho, disponibilidade e segurança para se adequar aos novos modelos de trabalho. O que falta para a interconexão de redes? Ser econômico — o que felizmente é o caso.

E o motivo é bem simples: ao assinar um serviço de internet convencional, você paga basicamente pela capacidade de banda a que sua empresa tem direito. Como a conexão não é otimizada, você trafega menos dados com eficiência e tem maiores custos por isso.

A interconexão de data centers permite que você se conecte diretamente ao provedor de nuvem (com sua infraestrutura, clientes e parceiros), sem “desfragmentar” os dados em pedacinhos e perder a eficiência conectiva.

Tudo é direto, muito mais rápido, estável e econômico.

Conheça os diferenciais da Ascenty para ajudar a sua empresa com a solução de interconexão de Data Center

A Ascenty pode ajudar sua empresa fornecendo as melhores soluções de interconexão de data centers do mercado. Afinal, possuímos a maior infraestrutura de data centers da América Latina, totalmente carrier neutral, cobrindo os principais pontos estratégicos do país e mais de 100 operadoras de Telecomunicações e provedores integrados.

Ou seja, a Ascenty está pronta para fornecer toda capacidade de interconexão de data centers para sua empresa, bem como outros serviços complementares.

Um deles é o Cross Connect, um serviço inovador que conecta sua empresa aos serviços e soluções dos diferentes provedores localizados dentro da infraestrutura da Ascenty.

Assim, você fica lado a lado com os principais players do mercado, podendo acessar as melhores soluções tecnológicas para o seu negócio em uma conexão robusta e estável.

E aí, pronto para descobrir todo o potencial de interconexão de data centers em sua empresa? Então agende sua reunião com um de nossos especialistas!

O que é TI híbrida e como usá-la na sua empresa corretamente

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Buscar estratégias para tornar mais eficiente a equipe de TI e a empresa como um todo é parte fundamental da rotina de qualquer gestor. A boa notícia é que a transformação digital e os avanços da tecnologia trazem cada vez mais ferramentas para auxiliar nesse processo. Um bom exemplo disso é o conceito de TI híbrida.

Cada vez mais empresas adotam esse modelo como caminho para impulsionar os resultados do negócio, tirando proveito da tecnologia. Ainda assim, algumas dúvidas costumam surgir. Afinal, você conhece com profundidade o assunto?

Não se preocupe. Criamos este post especial com tudo o que você precisa saber a respeito. Então, vamos lá!

O que é TI híbrida?

O conceito de TI híbrida se refere a uma mistura do melhor de dois mundos: a infraestrutura local e a externa (nuvem). Da mesma forma que a cloud computing evoluiu a ponto de permitir que as empresas migrem seus recursos digitais para outro ambiente, diversos processos podem ser transferidos para lá.

Contudo, é natural que a empresa tenha um conjunto de dados específico que considere sensíveis, ou mesmo uma infraestrutura poderosa que prefere manter operando localmente. É isso que costuma motivar a decisão de elaborar uma TI híbrida: alguns recursos são mantidos internamente, outros vão para a nuvem.

A tendência veio para ficar. Alguns servidores internos podem ser administrados mais de perto, enquanto outros ficam alocados em um fornecedor seguro e eficiente. As vantagens, como você pode ver a seguir, são muitas.

Quais as vantagens que a TI híbrida pode trazer para sua empresa?

Toda mudança estratégica desse tipo só pode ser feita depois de uma análise detalhada do impacto financeiro. Nesse caso, o resultado é positivo — o que nos leva ao primeiro grande benefício.

Reduz custos

Ao transferir parte da infraestrutura para a nuvem, a TI adquire um serviço personalizado, que atende às suas demandas por um custo mais justo. Isso significa deixar de lado a necessidade de investir alto em hardware, na segurança e na manutenção desses equipamentos. Afinal, isso fica por conta do fornecedor.

Promove escalabilidade

A combinação dos servidores internos com os recursos na nuvem facilita a expansão da infraestrutura, caso seja necessário. Em tempos de transformação digital, é importante estar pronto para aumentar sua capacidade operacional com agilidade, caso a demanda exija isso. 

A vantagem da nuvem é justamente proporcionar essa flexibilidade. Vale lembrar que isso é acompanhado de um custo proporcional, ou seja, você pode adquirir um tipo de contrato no qual você só paga por aquilo que está usando.

Oferece mobilidade

Uma TI híbrida facilita o acesso aos recursos estando fora da empresa. Em tempos de home office, por exemplo, isso é fundamental para facilitar a transição dos funcionários para o trabalho em casa.

O core do negócio fica hospedado na sua empresa, mas o acesso pode ser feito a qualquer hora, de qualquer lugar. O resultado é um negócio mais dinâmico, com liberdade para crescer e operar de diferentes formas.

Aumenta a flexibilidade

Outro benefício interessante é o aumento da flexibilidade. Com um data center próprio e outro na nuvem, é possível configurar essa combinação de diferentes formas para otimizar o uso da tecnologia de acordo com o core business da empresa.

Automatiza processos

A estratégia de negócios se torna mais eficiente conforme a infraestrutura automatiza uma série de processos no dia a dia da empresa. O monitoramento de acesso, a atualização de softwares e o backup são alguns exemplos de atividades que podem ser executadas de forma automática.

Qual a importância da TI híbrida e da sua correta implementação?

Mostramos que os benefícios são muitos. Ainda assim, é preciso garantir que a implementação seja realizada da maneira correta para que eles sejam alcançados. Alguns desafios incluem a integração de sistemas diferentes, a gestão dos ativos e o treinamento das equipes.

A dica é começar por esse último ponto. É fundamental contar com uma equipe capacitada para lidar com uma TI híbrida, pois eles devem conhecer tanto da arquitetura interna, quanto das particularidades de um servidor na nuvem.

Outro ponto importante é realizar um planejamento detalhado antes da migração. Faça um mapeamento das etapas, levante os riscos existentes e faça testes nos mais variados cenários. Em toda migração, precisamos saber exatamente onde estamos pisando.

Lembre-se que o planejamento envolve ainda duas questões essenciais: o uso de indicadores para mensurar os avanços e uma estratégia de monitoramento. Afinal, é preciso acompanhar de perto o processo e ter em mãos KPIs para que a análise seja mais precisa.

O monitoramento, por sua vez, cumpre um papel ainda mais importante. Ele mostra que pontos estão dentro da expectativa, quais os problemas a serem solucionados e onde estão as oportunidades de melhoria.

Por fim, uma dica valiosa que está relacionada com todas as outras é: conte com o apoio de um especialista no assunto durante toda essa jornada.

Como a Ascenty pode te ajudar a otimizar a estrutura de TI híbrida da sua empresa?

A Ascenty é especialista na implementação de soluções tecnológicas de alto desempenho para impulsionar a transformação digital nas empresas. Estamos falando da maior empresa em infraestrutura de Data Centers da América Latina, com 27 unidades em operação ou construção no Brasil, Chile e México.

A distribuição estratégica desses recursos está conectada por uma rede própria 100% fibra óptica. São mais de 5.000 km de extensão de cabos interligando locais estratégicos ao longo do continente.

Além de Data Centers conectados aos principais Cloud Providers do mundo, a Ascenty garante no contrato 100% de SLA de infraestrutura. O atendimento aos clientes é de excelência, um diferencial importante para quem quer ter tranquilidade ao estruturar sua TI híbrida.

Como você pôde ver, esse modelo veio para ficar. Então, faça uma análise da sua infraestrutura e veja como a nuvem pode ajudar a torná-la mais eficiente, flexível e segura. Em pouco tempo, sua empresa pode contar com uma TI híbrida que traz resultados ainda melhores que os atuais!

Se quer entender como isso pode se tornar realidade no seu ambiente específico, entre em contato com a Ascenty e tire suas dúvidas falando com quem é referência no assunto!

Entenda como a Ascenty garante um Data Center Seguro para os seus clientes

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A segurança da informação passou a ter um papel cada vez mais estratégico para as empresas. E isso se tornou ainda mais imprescindível com a transformação digital, fenômeno que mudou a forma de relacionamento entre os cidadãos e as organizações. Essa conjuntura torna obrigatório um investimento em um data center seguro, principalmente, para instituições de médio e grande porte.

Não ter uma infraestrutura de TI robusta e capaz de suprir a demanda do público-alvo é um erro grave e que deve ser eliminado o mais rápido possível. Felizmente, isso tem sido observado por muitos gestores, que têm adotado a terceirização dos serviços de TI como alternativa para manter o negócio competitivo e escalável.

Neste artigo, vamos destacar fatores ligados à segurança dos data centers no modelo colocation e os diferenciais da Ascenty no fornecimento desse serviço. Confira!

A importância de se contar com um Data Center seguro atualmente

Manter os dados altamente protegidos contra os ataques virtuais deve ser uma das prioridades das organizações no cenário atual. Um vazamento de informações, por exemplo, é capaz de causar prejuízos financeiros e de imagem que podem se tornar irreversíveis.

Essa situação se torna ainda mais evidente com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que, a partir de agosto de 2021, aplica penalizações às empresas e aos órgãos públicos que desrespeitarem os procedimentos estabelecidos para armazenar os dados dos cidadãos.

Um ambiente seguro também é vital para evitar que ameaças virtuais prejudiquem o andamento dos trabalhos. Companhias de grande porte e órgãos públicos, como o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), tiveram os serviços comprometidos por causa de ransomware, por exemplo.

Evitar transtornos para os funcionários, clientes e demais segmentos do público-alvo em virtude de incidentes de segurança se torna uma tarefa menos complexa com a adoção de um data center seguro no modelo colocation.

Como garantir um data Center seguro

Há diversos pontos que devem ser levados em consideração para contar com uma infraestrutura tecnológica, capaz de proporcionar um elevado nível de proteção aos dados institucionais. Para você visualizar isso com mais facilidade, vamos apontar alguns desses fatores. Acompanhe!

Fique atento ao local físico

É muito importante que a região, onde será instalado o data center seguro, tenha condições de abrigar um ambiente com tecnologia de ponta. Deve ser avaliada a questão da capacidade de geração de energia da localidade.  Afinal, trata-se de um ambiente em que o consumo de eletricidade é bastante alto. 

A sala segura

Para a montagem de um projeto de data center seguro é fundamental que haja uma sala com condições ideais para proteger os equipamentos e consequentemente os dados dos clientes. O ideal é contar com uma infraestrutura com mecanismos que previnem problemas, como incêndios, inundações e pequenos desmoronamentos.

O controle de acesso

Outro fator primordial para um data center seguro ser uma realidade consiste na criação de um controle de acesso eficiente. Em outras palavras, é preciso ter procedimentos que garantam apenas às pessoas devidamente autorizadas e habilitadas a frequentar o ambiente, quando for necessário. Essa medida é uma maneira também de preservar a integridade e o bom funcionamento dos ativos de TI.

A questão da temperatura

Uma das maiores preocupações dos gestores de Tecnologia da Informação abrange a temperatura do ambiente onde ficam os equipamentos. Afinal, isso tem uma grande influência na performance dos recursos tecnológicos. Ao adotar mecanismos para a temperatura do Data Center estar dentro das melhores práticas do mercado de TI, uma empresa terá um maior retorno do investimento.

A importância da redundância da Data Center

O alto grau de disponibilidade das informações é um dos aspectos que justificam apostar em um data center seguro. Para isso ser concretizado, é essencial que haja uma redundância de equipamentos para evitar quedas de energia e facilitar o acesso aos dados, mesmo quando algum ativo precisar de manutenção.

Os diferenciais da Ascenty para oferecer um Data Center seguro

Os investimentos em tecnologia da informação devem ser realizados com bastante planejamento e pesquisa de mercado. A escolha do provedor de serviços de TI tem cada vez mais impacto na capacidade de uma organização suprir as demandas do público-alvo com eficiência.

Ao investir em um data center seguro, um procedimento adequado é optar por uma empresa especializada, experiente e com um suporte diferenciado. Em virtude disso, é válido conhecer os diferenciais da Ascenty que proporcionam aos clientes um ambiente altamente protegido contra as ameaças virtuais.

Com o objetivo de ajudá-lo a fazer uma boa escolha, vamos destacar aspectos que mostram como os serviços da Ascenty são uma excelente alternativa para o seu empreendimento. Veja!

Adoção de câmeras de segurança

A circulação de pessoas e de ativos merece um monitoramento eficiente. Isso justifica o uso de câmeras de segurança que ajudem a acompanhar o fluxo de pessoas e de equipamentos, além de identificar os indivíduos que entram em um Data Center.

Uso de biometria

Para minimizar as possibilidades de pessoas não autorizadas a frequentarem o ambiente em que ficam os ativos de TI, é necessário investir na biometria. Esse recurso permite identificar, com extrema exatidão, os funcionários que podem estar no Data Center Colocation, de acordo com a demanda da empresa.

Definição de regras de segurança

A proteção dos dados, sem dúvida, deve estar em primeiro lugar em um Data Center seguro. Em razão disso, é muito importante que sejam estabelecidos alguns procedimentos, como proibir a entrada de dispositivos (pendrives, smartphones, entre outros).

Também é muito importante que os clientes tenham acesso somente ao próprio Data Center. A Ascenty adota esse procedimento, porque sabe como é fundamental garantir que os dados corporativos estejam com uma proteção diferenciada e de acordo com as normas contratuais.

Ela também opta pelo uso de grades que, do chão ao teto, impedem o acesso ao ambiente dos Data Centers. Outro ponto relevante é que os serviços de manutenção são feitos por um corredor externo, evitando que haja um contato direto com o ambiente onde ficam os equipamentos.

Por causa desses mecanismos, a Ascenty se caracteriza por disponibilizar um Data Center seguro para companhias de diversos segmentos. O foco na proteção dos dados tem contribuído para a empresa ter uma participação cada vez mais expressiva no mercado nacional de TI.

Se está em busca de um ambiente extremamente seguro, entre em contato conosco agora mesmo! Estamos à disposição para ajudar o seu negócio a estar mais protegido contra as ameaças digitais!

Como saber se a sua empresa está gastando muito com a infraestrutura de TI?

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A transformação digital e a pandemia do Coronavírus (Covid-19) contribuíram para a expansão do trabalho remoto e da computação em nuvem. Hoje, as companhias necessitam de mobilidade e mais segurança para atingirem uma maior produtividade. Esse cenário forçou um maior investimento na infraestrutura de TI.

De acordo com o Gartner, os gastos mundiais no segmento de tecnologia corporativa vão chegar a US$ 4,2 trilhões em 2021, o que aponta um crescimento de 8,6% em relação ao ano anterior. Esse resultado indica como as organizações estão buscando acompanhar o avanço tecnológico para serem mais competitivas.

Neste artigo, vamos abordar diversos pontos sobre como as companhias devem gerenciar os investimentos em infraestrutura tecnológica com foco em eficiência e proteção dos dados. Confira!

Os principais sinais que a sua empresa gasta muito com a infraestrutura de TI

Não há dúvidas de que uma análise sobre como a instituição administra os ativos de Tecnologia da Informação é necessária para a otimização dos recursos. Com o objetivo de mostrar isso de maneira mais clara, vamos apontar elementos cruciais para uma avaliação mais precisa sobre os gastos com infraestrutura. Acompanhe!

Estrutura robusta para pouca demanda 

O primeiro passo para verificar se o investimento em Tecnologia da Informação está sendo aplicado com eficiência consiste em verificar se a estrutura utilizada está de acordo com a demanda prevista.

Em alguns casos, uma empresa, por falta de experiência e planejamento, opta por adotar uma infraestrutura de TI muito acima das necessidades do momento. Essa situação gera o uso inadequado de equipamentos, além de desperdício de dinheiro.

Em uma conjuntura de elevada concorrência, as ferramentas tecnológicas devem ser utilizadas com extrema inteligência. Por isso, é inadmissível investir em uma estrutura robusta, caso a companhia não tenha uma demanda expressiva para gerenciar o fluxo e o armazenamento de dados.

Para a otimização da infraestrutura de TI, é necessário um estudo que faça uma estimativa realista da necessidade dos recursos tecnológicos mais apropriados para a gestão do fluxo de dados e dos serviços digitais.

Dessa forma, as chances de utilizar os ativos tecnológicos na medida certa aumentam de forma considerável. Independentemente do momento financeiro do negócio, o desperdício de dinheiro é uma prática que atrapalha os investimentos em inovação e na melhoria contínua.

Muitos custos extras

É comum uma empresa ter momentos em que a demanda oscila de maneira considerável. Essa situação envolve, principalmente, o setor de comércio eletrônico em que a procura dos consumidores cresce de forma vertiginosa em ocasiões especiais, como Natal, Dia das Crianças, Dia das Mães, Dia dos Pais etc.

Em razão desse cenário, é válido contar com um provedor que seja capaz de oferecer um serviço de colocation de forma escalável e flexível. Por outro lado, também é preciso ter uma dimensão mais precisa da demanda extra para evitar que os custos adicionais consumam o orçamento de TI de maneira expressiva.

O recomendado é optar por uma gestão que estime a necessidade de administrar os dados ao longo do ano, com base em um planejamento devidamente elaborado. Essa medida é crucial para que a infraestrutura de TI seja otimizada, fazendo com que os gastos adicionais sejam reduzidos ao máximo.

Alto consumo de energia e de refrigeração

 Administrar um ambiente de TI é uma tarefa que exige observação e bom senso. Afinal, a infraestrutura tecnológica tem um peso cada vez mais relevante no desempenho. E isso ficou ainda mais evidente com a mudança de hábitos no mundo corporativo, em que é cada vez mais comum a adesão ao trabalho remoto.

Se uma organização busca ter uma excelente performance, precisa também estar preocupada com o consumo de energia e de refrigeração no Data Center. Esses fatores têm uma ligação direta com a eficiência dos equipamentos. Além disso, podem indicar que os ativos estejam precisando de uma manutenção preventiva.

Manter a temperatura do ambiente tecnológico nos padrões indicados pelos fabricantes é uma medida necessária para os ativos de TI terem as condições ideais para apresentarem um rendimento dentro ou acima das expectativas. Isso também é importante para evitar que o consumo de energia cresça demasiadamente.

Os gastos com energia elétrica são um dos fatores que devem ser observados pelos gestores de TI com bastante atenção. Além da questão financeira, eles podem apontar que os equipamentos podem precisar de um reparo específico ou serem substituídos em curto prazo.

Altos gastos com novos equipamentos

Com certeza, as organizações precisam estar preocupadas em acompanhar o avanço tecnológico para oferecer serviços digitais de ponta aos clientes e proporcionar condições de trabalho para os colaboradores serem mais produtivos. Apesar disso, o bom senso deve estar em primeiro lugar quando o assunto é compras no segmento de TI.

A aquisição de equipamentos deve levar em consideração a demanda atual e futura. Além disso, deve ser feita com base em uma pesquisa abrangente para escolher uma solução que represente o melhor custo-benefício.

Não adianta, por exemplo, investir em ativos robustos e de ponta, caso a empresa não os utilize de forma plena. Caso seja necessário aperfeiçoar a infraestrutura de TI, é válido avaliar a condição orçamentária da empresa para evitar o endividamento e a capacidade de investir na melhoria de outras áreas.

Por mais que isso pareça óbvio é um cuidado que não deve ser ignorado em hipótese alguma. Em virtude disso, a aquisição de equipamentos novos no segmento de Tecnologia da Informação passou a ser uma atividade estratégica e vital para a competitividade.

Como o Colocation é capaz de auxiliar a sua empresa a otimizar os gastos com a infraestrutura de TI

Uma gestão inteligente dos recursos tecnológicos e financeiros é fundamental para atingir um desempenho notável. Para atingir essa meta, uma excelente alternativa é contar com parceiros que ajudem a usar a Tecnologia da Informação de maneira estratégica, como a Ascenty, especialista em serviços de colocation.

Com um suporte qualificado, uma empresa pode contar com uma infraestrutura de TI que evite situações, como gastos excessivos com equipamentos, problemas com eficiência energética, utilização inadequada dos recursos tecnológicos e dificuldades com gastos adicionais.

A Ascenty também se diferencia por disponibilizar vantagens como o aumento da proteção dos dados corporativos, a reposição ágil de hardwares, a redundância de infraestrutura de TI, o suporte 24×7 e a adoção de equipamentos atualizados.

Se deseja utilizar a tecnologia de maneira mais inteligente, entre em contato conosco agora mesmo! Estamos à disposição para te ajudar a alcançar o crescimento sustentável!

O que é Data Lake?

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A informação é hoje um verdadeiro ativo para as empresas. Com a transformação digital pela qual o mercado está passando, podemos gerar valor para os negócios por meio do uso inteligente dos dados que temos em mãos. Foi nesse contexto que o Data Lake se tornou uma tendência ainda mais relevante.

Mas, afinal, você sabe o que significa esse conceito? Quais são os benefícios que isso traz? Existe alguma diferença entre Data Lake e Data Warehouse?

Se quer as respostas para essas e outras perguntas, você está no lugar certo. Então, aproveite a leitura!

Data Lake: o que é?

Podemos definir o Data Lake como um grande repositório de dados no qual esse material é armazenado em seu formato mais puro. Isso significa, em outras palavras, um banco de dados não refinados. Esse repositório oferece a matéria-prima mais básica para diversos tipos de análise e aplicação.

Dizemos que os dados não foram refinados porque eles ainda não passaram por qualquer processo de filtragem. Em geral, isso precisa ser feito para que as análises sejam mais confiáveis e produtivas. Ainda assim, todo refinamento pressupõe que já estabelecemos alguns objetivos.

O que as empresas estão fazendo é manter um Data Lake para ter acesso à forma bruta dos dados, caso queiram processá-los visando um objetivo novo. Afinal, quem atua com ciência de dados sabe que as possibilidades são tantas que é muito interessante ter acesso ao material sem tratamento.

O termo Data Lake foi criado por James Dixon, o CTO da Pentaho. Traduzido livremente como “lago de dados”, o termo faz uma analogia com um grande repositório no qual o material seria mantido em sua forma natural, sem tratamento ou filtragem.

Afinal, qual a importância do Data Lake?

Os Data Lakes permitem que o usuário manuseie os dados sem precisar transferi-los para outro ambiente. Além disso, como explicamos acima, o material ainda não foi filtrado visando um objetivo específico, algo que poderia comprometer uma análise que tem outra finalidade.

Dessa forma, os cientistas de dados podem recorrer a esse material bruto para realizar um novo trabalho, sondar alguma informação, verificar eventuais correlações entre dados etc. Isso se torna fundamental em um mercado cada vez mais influenciado por análises complexas e pelo uso da Inteligência Artificial (IA).

O ponto é que o Data Lake pode ser útil hoje, amanhã ou num futuro distante. Quando o momento chega, a falta de dados brutos pode significar a perda de uma oportunidade de mercado, enquanto a concorrência sai na frente.

Vale destacar que a lógica é a mesma entre cientistas e pesquisadores, por exemplo. No trabalho realizado em instituições de pesquisas, o armazenamento de informações é crucial. São muito comuns os momentos em que uma pesquisa alcança um determinado ponto e o cientista descobre um novo tipo de dado que precisa analisar.

Por isso, é melhor tê-los à disposição em vez de descartá-los, mesmo que ainda não seja visível o valor daquele conjunto de dados. Ainda assim, é preciso dedicar tempo à gestão e manutenção dos Data Lakes, evitando que eles se tornem “lixões eletrônicos” com dados pesados e inacessíveis — os chamados “data swamps”, ou “pântanos de dados”.

Data Lake x Data Warehouse: quais as diferenças?

Apesar de serem ambos repositórios de Big Data, existem diferenças importantes entre Data Lake e Data Warehouse. Não é à toa, por exemplo, que muitas empresas optam por tirar proveito de ambos no seu dia a dia, cada um com sua finalidade.

O Data Warehouse tem como finalidade principal manter alguns dados estruturados para facilitar a geração de relatórios e análises. Isso é crucial para quem busca tomar decisões rápidas com base em informações relevantes e confiáveis.

Já o Data Lake, como detalhamos, mantém os dados brutos e não filtrados; sua finalidade, então, não é pré-determinada. Vale destacar que os Data Warehouses costumam ser mais custosos, pois exigem uma infraestrutura própria para serem mantidos, além de uma rotina de acesso facilitada.

Quais os benefícios dos Data Lakes?

Os Data Lakes têm benefícios que vão além do armazenamento de dados brutos. Veja alguns dos principais.

Redução de custos

Ao manter armazenados os dados brutos, sua empresa tem acesso a um material mais rico para análises futuras. Isso reduz gastos com novas coletas de informação para objetivos específicos.

O marketing é um bom exemplo disso. Com um Data Lake para manter tudo o que sua empresa já coletou, estudos futuros podem ser feitos sobre o mesmo repositório, sem a necessidade de investir alto em uma nova amostragem.

Mais velocidade

Com todos os dados centralizados em um único ambiente e podendo acessá-los diretamente lá, o processo de análise se torna muito mais rápido. Isso permite que sua empresa faça análises prévias para gerar pequenos insights que levem a estudos mais aprofundados.

Informações no volume ideal

O Data Lake é um repositório mais amplo. Isso significa que você não precisa escolher entre armazenar um ou outro conjunto de dados, pois ambos ficam à disposição.

Facilidade de acesso

Um bom fornecedor de serviços de Colocation oferece uma infraestrutura que facilita seu acesso ao Data Lake. Assim, mais de uma pessoa pode acessá-los ao mesmo tempo, o que agiliza bastante o trabalho da TI.

Em geral, esse repositório se torna uma conexão entre diferentes soluções de usos de dados. A dica é contar com um provedor de Colocation que ofereça alto desempenho e segurança no acesso.

A Ascenty é um grande exemplo disso. Referência em serviços de Colocation, a empresa oferece um ambiente que facilita o acesso aos dados, mesmo que eles estejam organizados em esquemas complexos, frameworks estruturados e BLOBs.

Com uma infraestrutura robusta, a Ascenty está pronta para receber seus dados em nuvens que atendem às demandas específicas da sua empresa, reduzindo custos e aumentando sua performance. Isso inclui, por exemplo, diferentes modelos de cloud (pública, privada ou híbrida) e uma equipe dedicada de suporte e manutenção.

Como você pôde ver, o Data Lake é uma ferramenta poderosa para organizações dos mais variados tamanhos e setores de atuação. Então, coloque-a para trabalhar ao seu favor com o apoio de quem mais entende do assunto!

Se quer entender melhor como isso pode ser feito, entre em contato com a Ascenty e fale com nossos especialistas!

Por que você precisa pensar na redundância de Data Centers na hora de escolher um parceiro de colocation?

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A transformação digital fez da TI um setor estratégico para qualquer empresa. Nesse contexto, a infraestrutura tecnológica é hoje uma fonte capaz de gerar valor para os negócios. Contudo, alguns cuidados são fundamentais para tirar o máximo proveito do ambiente virtual.

A redundância de Data Centers é um grande exemplo disso. Sem ela, a instabilidade e o risco de queda podem comprometer as atividades da empresa. Com ela, caso uma falha ocorra em um dos componentes da infraestrutura, um segundo estará disponível para cumprir a função até o restabelecimento dos processos.

Ainda assim, nem todo mundo leva isso em consideração na hora de buscar um parceiro de colocation para migrar seus dados — um erro que pode custar caro (literalmente). Pensando nisso, criamos este conteúdo especial sobre redundância para mostrar tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

Os tipos de redundância

A infraestrutura de TI inclui tanto os ativos físicos (hardware), quanto os digitais (software). Um erro comum é pensar a redundância como algo que se resume ao segundo aspecto do sistema. Então, para começar deixando de lado algumas dúvidas, veja os tipos de redundância que sua empresa pode estabelecer.

Redundância do sistema elétrico

Se uma falha no fornecimento de energia elétrica afeta diretamente a infraestrutura de TI, é crucial que haja uma redundância nesse abastecimento. Como o serviço costuma ser prestado por uma concessionária — o que limita a previsão de falhas por parte da empresa —, a estratégia costuma ser feita com o uso de dois equipamentos.

O primeiro é a fonte de alimentação ininterrupta (UPS), também conhecida como no-break. Já o segundo é o gerador tradicional, que pode ser dimensionado exclusivamente para os serviços críticos de TI.

Redundância no sistema de climatização

A temperatura também é um fator essencial do funcionamento dos Data Centers, pois um pico de calor pode afetar ou mesmo interromper o desempenho de alguns equipamentos. É claro que todo ar-condicionado também está sujeito a falhas. Por isso, é importante contar com dois sistemas, para que um esteja sempre à disposição.

Redundância de dados

Um ambiente hospedado em um Data Center e sem backup é algo simplesmente impensável para uma empresa que depende de um ambiente digital para operar. A redundância, aqui, protege não só contra a instabilidade do sistema, mas de eventuais quedas de energia ou outras falhas que corrompam ou tornem indisponíveis os dados.

Vale destacar que essa também é uma medida fundamental para a cibersegurança da organização. Basta lembrar do prejuízo bilionário dos sequestros de dados por meio do ransomware WannaCry, em 2017, que afetaram diversas instituições (públicas e privadas) em todo o mundo.

Redundância de rede

Se é preciso proteger os dados, esse cuidado também se aplica aos canais de acesso a eles. Seja uma conexão com a internet, seja uma rede interna, todos os links precisam de uma segunda via de acesso para evitar o isolamento do Data Center durante uma falha.

Algumas empresas optam por contratar serviços que já oferecem uma rede duplicada, enquanto outras preferem contar com dois provedores diferentes.

Os níveis de redundância de Data Centers

Além dos diferentes tipos de redundância, é importante estabelecer ainda o nível mais adequado para sua infraestrutura. Em geral, isso depende das características de cada empresa. Entenda a diferença entre os níveis.

Nível N

O Nível N é o mais básico. A redundância de Data Center praticamente não existe, pois considera que a infraestrutura atua sempre em condições ideais. É fácil perceber o quanto isso é arriscado, mas é um cenário muito comum entre pequenas empresas.

Redundância N+1

Um Data Center de redundância N+1 tem ao menos um equipamento extra disponível. Um bom exemplo é um servidor refrigerado por um único ar-condicionado, mas que conta com um segundo para cobrir eventuais falhas.

Redundância N+2

Como o próprio nome sugere, esse nível de redundância prevê dois equipamentos sobressalentes. A estratégia de contar com um backup do backup, por exemplo, caracteriza um Data Center N+2.

Redundância Nível 2N

No modelo 2N toda a infraestrutura é duplicada. Isso significa dois hardwares, alimentação elétrica de emergência, um segundo caminho de acesso, backups dos dados etc.

Redundância Nível 2 (N+1)

Já o nível mais alto de redundância adota um cuidado extra para sistemas críticos, que passam a ter o dobro da quantidade de equipamentos e um módulo extra para cada N.

Exemplificando: Se você necessita comprar um lanche para 2 crianças, compra os dois lanches em duas padarias diferentes, além de mais um extra em cada uma delas, como precaução.

A classificação TIER e sua relação com a redundância de Data Centers

A classificação TIER é uma certificação de desempenho e confiabilidade de servidores. Criado há mais de 25 anos pela Uptime, o sistema é utilizado globalmente para demonstrar a eficiência dos Data Centers de qualquer instituição.

Como você pode imaginar, ela leva em consideração os níveis de redundância. Detalhamos a seguir os níveis de classificação.

TIER I

O primeiro nível atesta os critérios básicos de conformidade com as normas de referência da TIER (NBR 5410, NBR 15247, NBR 11515, NBR 27002, entre outras). Isso significa ter climatização e subsistemas de distribuição elétrica, mas não uma estratégia de redundância.

TIER II

Uma infraestrutura TIER II é parcialmente redundante. Em geral, é o caso de pequenas empresas que não operam 24 horas por dia.

TIER III

Além dos requisitos acima, uma empresa classificada como TIER III é totalmente redundante.

TIER IV

Já a empresa TIER IV atende os requisitos da TIER III e ainda conta com uma redundância robusta. Mesmo diante de falhas, seus sistemas são capazes de continuar operando. É o caso de multinacionais, que geralmente precisam funcionar ininterruptamente e com diversas plataformas de uso contínuo.

Como a Ascenty se preocupa com a questão de redundância de Data Centers

A Ascenty oferece um serviço de colocation com nível TIER III para empresas que buscam alto nível de disponibilidade, segurança e acessibilidade para sua infraestrutura. Não é à toa que estamos falando da maior empresa de Data Centers da América Latina.

Segundo o próprio Uptime Institute, o nível de disponibilidade dos Data Centers classificados como TIER III é de 99.982%, mas a Ascenty não se limita a este indicador e oferece um nível de disponibilidade que é superior. Isso envolve um grande esforço interno para colocar os melhores especialistas para trabalhar em ambientes de infraestrutura robusta e confiável.

Como você pôde ver, a redundância de Data Centers é uma questão estratégica que não pode ser ignorada. Quem busca otimizar o uso dos seus recursos de TI para gerar valor deve estar atento a essa questão. Se quer migrar seus dados e ter máximo desempenho, leve isso em consideração na hora da escolha!

Quer entender como isso pode ser feito no ambiente específico da sua TI? Então, entre em contato conosco e agende uma reunião para tirar suas dúvidas com quem mais entende do assunto!